CÂMARA TÉCNICA DE FRANGO. Plano de Trabalho

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1 CÂMARA TÉCNICA DE FRANGO Plano de Trabalho Março de 2016

2 PROGRAMA OESTE EM DESENVOLVIMENTO CÂMARA TÉCNICA DE AVES-FRANGO DE CORTE CONTEXTUALIZAÇÃO: A Câmara Técnica de Frango (CTF) do Programa Oeste em Desenvolvimento (POD) iniciou suas atividades em agosto de Durante o ano de 2014 e 2015, a CTF concentrou seus esforços em sua estruturação e no planejamento das ações (plano tático, anexo). O plano tático é o principal insumo para elaboração deste plano de trabalho. OBJETIVO: Este documento tem como objetivo descrever as ações que serão desenvolvidas na cadeia produtiva do Frango de Corte para o ano de 2016 e também estabelecer o funcionamento e operação da desta cadeia. ESTRATÉGIA DE EXECUÇÃO: A estratégia de execução dos projetos da câmara técnica do Frango necessitará do apoio da secretaria, em todos os âmbitos, articulação institucional, a estruturação de uma agenda integrada com os líderes e coordenadores da câmara e também a divulgação de materiais da cadeia para o público interessado nos temas relacionados. OPERAÇÃO DA CÂMARA TÉCNICA A operação da compreenderá as atividades da cadeia com o apoio das Instituições envolvidas, Coordenador, Secretaria Executiva e responsáveis pelas ações dos projetos. Ações Periodicidade Responsáveis Descrição Encontros da Câmara Técnica Trimestral (14/04; 21/07 e 20/10) Victoria Diniz e Adrian Fernandes Os encontros da Câmara Técnica acontecerão trimestralmente e será um espaço para apresentar as ações que estão sendo executadas na cadeia e também para compartilhamento de experiências Encontro com Coordenador Mensal Victoria Diniz Para acompanhamento das ações e definição de

3 Encontro dos Líderes com Coordenadores Comunicação com a CT Comunicação das Ações da Câmara Técnica com Sec. Executiva e Coordenação do Programa Apoiar os responsáveis pelos projetos Preparação e divulgação de materiais da cadeia Elaboração e estruturação dos projetos Adesão de membros Mensal (Mesmo dia do Encontro com Coordenador) Mensal Semanal Contínuo Victoria Diniz e Adrian Fernandes Abilene, Jonhey, Victoria e Jessica Jonhey Nazario Victoria, Jonhey e Jessica Adrian,Victoria, Jonhey e Jessica Adrian,Victoria, Jonhey e Jessica Jonhey, Victoria, Jéssica, Coordenador como serão articuladas outras ações que não foram priorizadas no momento. Para acompanhamento das ações e encaminhamento de novas atividades seguindo, ou não outras estratégias. Esta deve ser feita via e- mail, facebook e site do programa para comunicação do status das ações Repassar as ações que estarão em execução da Câmara Técnica Suporte aos responsáveis pelos projetos dentro dos recursos disponíveis Estruturação e organização de Materiais, informativos, apresentações e relatórios que serão disponibilizados no site Alimentação de planilhas internas e estruturação dos projetos no SIGEOR Buscar a participação de novos membros para a CT e propor sua adesão

4 Promoção de Eventos Técnicos Todos os envolvidos Promover e apoiar eventos técnicos desta cadeia na região Acompanhamento de Projetos Victoria e Jéssica Acompanhar os projetos e dar o feedback para os demais envolvidos. Reuniões de alinhamento com outras Câmaras Técnicas Mensal Todos os responsáveis pelas cadeias Alinhamentos e repasse de ações com as demais cadeias ESTRUTURAÇÃO DE PROJETOS DA CÂMARA TÉCNICA Os projetos foram estruturados com base no Plano Tático da Cadeia. Desta forma, foram definidas ações para solucionar gargalos existentes na cadeia, podendo assim melhorar a competitividade da mesma e para isso foi realizada a priorização das ações que serão executadas no ano de A) Distribuição e segurança energética Conquistar a segurança energética para a região Instabilidade no fornecimento de energia Fontes de energias alternativas Articulação junto à copel para adequar e resolver o problema da instabilidade de energia Ajustes tecnológicos e incentivos governamentais para utilização de fontes de energias alternativas Melhorias na infraestrutura e na oferta de energia Ter tecnologias sustentáveis do processo de produção de aves energias Energias de Energias de Energias B) Eficiência Logística e de Transporte

5 Adequação para trafegabilidade de acesso as propriedades rurais e alternativas logísticas de escoamento. Municípios do Oeste possuírem legislações distintas referente a realização de melhorias da infraestrutura em estradas e propriedades rurais. Falta de infraestrutura em estradas rurais dificulta a movimentação de insumos e escoamento da produção. Análises das potencialidades e gargalos de alternativas logísticas de escoamento - Análise de uso de instrumentos como Consórcios intermunicipais; - Encontros para debate dos modelos existentes com representantes das prefeituras e setor privado; - Proposta de legislação comum para que os municípios permitam investimentos públicos nas obras; - Mapeamento das Estradas Vicinais; - Priorização das principais rotas utilizadas para levantamento de informações sobre qualidade viária; - Proposição das obras de melhorias prioritárias. - Identificação dos principais projetos de investimentos que impactam na região; - Ciclo de debates sobre a Infra e Log. do Investimentos públicos em obras de infraestrutura de acesso as propriedades rurais. Programa de melhorias das estradas rurais. Plano Regional de Infraestrutura e Logística do Oeste Logística Logística Logística de Logística de Logística de Logística

6 Oeste; - Indicação dos membros da CT; -Desafios de armazenagem da produção do Oeste; - Desenvolvimento de materiais e informações sobre alternativas logísticas. C) Consolidar a segurança sanitária na região Ampliar o suporte aos produtores e adequar as práticas de descarte de animais mortos Práticas de descarte de animais mortos Necessidade de trabalhar a segurança sanitária nas cadeias de proteína animal Articulação com instituições de fiscalização sanitária e ambiental quanto às práticas de descarte existentes no Paraná Diálogo entre as cadeias para estruturação de um programa de sanidade regional Diálogo entre as instituições de interesse Criação de um Programa de Sanidade Regional Meio 31/12/16 de Meio Responsáveis pelas cadeias de Proteína Animal

7 D) Gestão ambiental Melhorar o processo de gestão ambiental de forma sustentável Clareza e transparência no processo de licenciamento ambiental Reaproveitamento de água da chuva Articular debates com o IAP quanto à comparação de legislações estaduais e esclarecimento aos produtores Implementar sistema de coleta de água da chuva para utilização nos aviários e propriedade Ter um processo de licenciamento mais transparente Promover conhecimento das tecnologias existentes que garantam a sustentabilidade hídrica e consequentemente viabilidade técnica Meio 31/12/16 desenvolvida pela câmara técnica de Meio Adrian Fernandes e Jonhey

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