SINTRA TAMBÉM É TUA! PROJECTO DE LONGO-TERMO/ESTRATÉGIA BREVE DESCRIÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SINTRA TAMBÉM É TUA! PROJECTO DE LONGO-TERMO/ESTRATÉGIA BREVE DESCRIÇÃO"

Transcrição

1 SINTRA TAMBÉM É TUA! PROJECTO DE LONGO-TERMO/ESTRATÉGIA DA DÍNAMO PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL A NÍVEL LOCAL/REGIONAL SINTRA - PORTUGAL ( ) BREVE DESCRIÇÃO (VERSÃO PORTUGUESA) JANEIRO 2011 DIRECÇÃO DÍNAMO

2 PARTICIPAÇÃO JUVENIL TEM QUE VER COM A CRIAÇÃO DE MUDANÇA E OS OBSTÁCULOS SÃO NORMAIS NO PROCESSO DE MUDANÇA. IN FACILITATOR S GUIDE FOR PARTICIPATORY EVALUATION WITH YOUNG PEOPLE, BARRY CHECKOWAY & KATIE RICHARDS-SCHUSTER, W.K. KELLOGG FOUNDATION,

3 O SINTRA TAMBÉM É TUA! É O PRIMEIRO PROJECTO A LONGO PRAZO (OU ESTRATÉGIA) E PODE SER O PRIMEIRO INVESTIMENTO SIGNIFICATIVO PARA O DESENVOLVIMENTO DA PARTICIPAÇÃO JUVENIL NO CONCELHO DE SINTRA 1. A META DO SINTRA TAMBÉM É TUA! É: PROVIDENCIAR AOS JOVENS DO CONCELHO DE SINTRA FERRAMENTAS, COMPETÊNCIAS, ACTIVIDADES, CONDIÇÕES E ALTERNATIVAS PARA PROMOVER, MOTIVAR, AUMENTAR, POTENCIAR E FACILITAR A SUA PARTICIPAÇÃO NA SOCIEDADE CIVIL NO GERAL E NO CONCELHO DE SINTRA NO PARTICULAR. ALGUNS DOS OBJECTIVOS PROGRAMADOS SÃO: ESTABELECER O ESPAÇO ADMINISTRATIVO PARA A DÍNAMO, ITERATIVAMENTE REQUISITADO E QUE PERMANECE INEXISTENTE DESDE 2007; ESTABELECER UM CENTRO DE FORMAÇÃO JUVENIL DEDICADO À EDUCAÇÃO NÃO FORMAL (ENF) COMO PRIMEIRO PASSO NA DISSEMINAÇÃO DE STANDARDS DE QUALIDADE NA ENF PELO CONCELHO E RESPECTIVAS ORGANIZAÇÕES JUVENIS NÃO-GOVERNAMENTAIS (OJNG); CRIAR EMPREGO PARA JOVENS DIRECTAMENTE LIGADO À PRÁTICA DA CIDADANIA ACTIVA E AO TRABALHO SÓCIO-EDUCATIVO COM JOVENS ( YOUTH WORK ), COMBATENDO AS ELEVADAS TAXAS DE DESEMPREGO JUVENIL NO CONCELHO; CRIAR UMA BOLSA DE FORMADORES E FACILITADORES DEDICADOS À ENF E AO TRABALHO SÓCIO- EDUCATIVO COM JOVENS ( YOUTH WORK ) NO DOMÍNIO DA PARTICIPAÇÃO JUVENIL; AVERIGUAR E TRAZER A PÚBLICO AS NECESSIDADES DOS JOVENS DE SINTRA AO NÍVEL DAS COMUNIDADES LOCAIS; ESTUDAR E CONTRUIR METODOLOGIAS DIFERENTES ADAPTADAS À COMUNIDADE LOCAL, DE FORMA A SEGUIR A META DO SINTRA TAMBÉM É TUA! ; IMPLEMENTAR UM PROJECTO REGIONAL/LOCAL DE PARTICIPAÇÃO JUVENIL CONDUZIDO PELA META DO SINTRA TAMBÉM É TUA!. CRIAR SISTEMAS DE REDE E DE APOIO À PARTICIPAÇÃO JUVENIL LOCAL/REGIONAL DIRIGIDOS AOS JOVENS E ÀS OJNGS. 1 SINTRA É UM CONCELHO HETEROGÉNEO QUE SE SITUA NA ÁREA PERIFÉRICA DE LISBOA COM CERCA DE HABITANTES, INCLUINDO CERCA DE JOVENS (~33%). ESTAS ESTIMATIVAS FAZEM DE SINTRA O CONCELHO COM MAIS JOVENS EM PORTUGAL. O TERRITÓRIO É COMPOSTO POR ÁREAS (SUB)URBANAS JUNTAMENTE COM ZONAS COSTEIRAS E RURAIS E UM PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE DISTINGUIDO PELA UNESCO: A VILA DE SINTRA. EM ALGUMAS COMUNIDADES LOCAIS EXISTEM FENÓMENOS COMO MINORIAS E IMIGRAÇÃO (2ª E 3ª GERAÇÃO), TAXAS DE DESEMPREGO MUITO ALTAS, ABANDONO ESCOLAR PRECOCE E POBREZA, SENDO ESTES OS FACTORES PRINCIPAIS QUE CONDUZEM À EXCLUSÃO SOCIAL DOS JOVENS. DEVIDO A UM CONJUNTO DE RAZÕES O TRABALHO SOCIO-EDUCATIVO COM JOVENS ( YOUTH WORK ) EM SINTRA É UMA PRÁTICA QUASE INEXISTENTE, OU QUE É FEITA EM CONDIÇÕES NÃO RAZOÁVEIS, NOMEADAMENTE NO QUE DIZ RESPEITO AO DESENVOLVIMENTO DAS OJNG. OS RESPONSÁVEIS POLÍTICOS PELA JUVENTUDE EM SINTRA REFEREM QUE OS JOVENS NÃO RESPONDEM ÀS POLÍTICAS DE JUVENTUDE PROJECTADAS. OS JOVENS DE SINTRA REFEREM QUE, GERALMENTE, AS POLÍTICAS DE JUVENTUDE EM PRÁTICA NÃO RESPONDEM ÀS SUAS NECESSIDADES. NESTE MOMENTO ENCONTRA-SE EM PROCESSO DE CRIAÇÃO O CONCELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DE SINTRA. 3

4 CRIAR OPORTUNIDADES E RECURSOS PARA AS OJNGS ESTABELECEREM E DESENVOLVEREM O SEU TRABALHO SÓCIO-EDUCATIVO COM JOVENS ( YOUTH WORK ). A PRINCIPAL FONTE DE INSPIRAÇÃO PARA ESTE PROJECTO É A CARTA EUROPEIA REVISTA SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS JOVENS NA VIDA LOCAL E REGIONAL, PUBLICADO PELO CONSELHO DA EUROPA EM 2003 ONDE SÃO RECOMENDADAS BOAS PRÁTICAS E ABORDAGENS À PARTICIPAÇÃO JUVENIL PARA OS DIFERENTES ACTORES ENVOLVIDOS NA SOCIEDADE CIVIL, NOMEADAMENTE, DECISORES POLÍTICOS, OJNGS E JOVENS. PARA A DÍNAMO, ESTE PROJECTO É TAMBÉM UMA OPORTUNIDADE PARA IMPORTAR E ALINHAVAR O TRABALHO SOCIO- EDUCATIVO COM JOVENS EM SINTRA COM AS BOAS PRÁTICAS/RECOMENDAÇÕES/POLÍTICAS INTERNACIONAIS E EUROPEIAS, NOMEADAMENTE NO SEIO DA COMISSÃO EUROPEIA E DO CONSELHO DA EUROPA, ONDE PORTUGAL É ESTADO-MEMBRO. A PRIORIDADE DO SINTRA TAMBÉM É TUA! CONSISTE NA CAPACITAÇÃO DO TRABALHO SOCIO-EDUCATIVO LOCAL COM JOVENS E DAS OJNGS, PROVIDENCIANDO-LHES PROPRIEDADE, RESPONSABILIDADE E OPORTUNIDADES DE COOPERAÇÃO EM REDE. ESTE FACTO REFORÇA A GRANDE PERTINÊNCIA DA COOPERAÇÃO ENTRE OJNGS E ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS PÚBLICOS FOMENTANDO E POSSIBILITANDO, AO MESMO TEMPO, UMA PARTICIPAÇÃO JUVENIL MAIS SIGNIFICATIVA E EFECTIVA, JÁ QUE A EXPLORAÇÃO DESTA COOPERAÇÃO TAMBÉM PERMITIRÁ PROVIDENCIAR O ESPAÇO NECESSÁRIO NO DOMÍNIO POLÍTICO E EM PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO PARA QUE OS JOVENS POSSAM CRIAR E CONTRIBUIR DEMOCRATICAMENTE PARA A MUDANÇA POSITIVA NAS SUAS COMUNIDADES LOCAIS/REGIONAIS E NA SOCIEDADE EM GERAL. O PLANO GERAL É: ANO 1 ARRANQUE, FIXAÇÃO, AUTO-CAPACITAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DO ESPAÇO ADMINISTRATIVO DA DÍNAMO E CENTRO DE FORMAÇÃO DEDICADO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL. CRIAÇÃO DE UMA BOLSA DE FORMADORES/FACILITADORES, ESPECIALMENTE DEDICADA À PARTICIPAÇÃO JUVENIL. ANO 2 APROXIMAÇÃO PARALELA ÀS COMUNIDADES LOCAIS E DIAGNÓSTICO DE NECESSIDADES LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES DOS JOVENS DE SINTRA NOS SEUS DIFERENTES CONTEXTOS LOCAIS. REFLEXÃO E RELATÓRIO SOBRE POSSÍVEIS METODOLOGIAS PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL EM SINTRA, CONSIDERANDO OS DIFERENTES CONTEXTOS LOCAIS. ANO 3 IMPLEMENTAÇÃO DAS ACÇÕES COMBINADAS PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL (1ª FASE) DEFINIÇÃO DO PROJECTO REGIONAL DE ACÇÕES ASSOCIADAS (PRAA). LANÇAMENTO DA 1ª FASE DO PRAA. CRIAÇÃO DE SISTEMAS DE APOIO PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL. CRIAÇÃO DE CENTRO DE APOIO PARA INICIATIVAS JUVENIS. ANO 4 - IMPLEMENTAÇÃO DAS ACÇÕES COMBINADAS PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL (2ª FASE) AVALIAR A 1ª FASE DO PRAA. LANÇAR A 2ª FASE DO PRAA. CRIAÇÃO DE UMA REDE REGIONAL PARA A PARTICIPAÇÃO JUVENIL. ANO 5 ACOMPANHAMENTO DO PRAA AVALIAÇÃO FINAL DO PRAA. CAPACITAÇÃO E MULTIPLICAÇÃO DE OJNGS. COM A CONCLUSÃO DAS NEGOCIAÇÕES A DECORRER COM DIVERSAS ENTIDADES, O SINTRA TAMBÉM É TUA! DEVERÁ TER INÍCIO JÁ NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE

5 CAMINHANTE, SÃO TEUS RASTOS O CAMINHO, E NADA MAIS; CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO, FAZ-SE CAMINHO AO ANDAR. AO ANDAR FAZ-SE O CAMINHO, E AO OLHAR-SE PARA TRÁS VÊ-SE A SENDA QUE JAMAIS SE HÁ-DE VOLTAR A PISAR. CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO, SOMENTE SULCOS NO MAR. IN PRVÉRBIOS E CANTARES XXIX, ANTÓNIO MACHADO,

6 6

Guia AGENDA 21 Local

Guia AGENDA 21 Local MANUAL Guia AGENDA 21 Local Um desafio para todos GUIA AGENDA 21 LOCAL UM DESAFIO PARA TODOS Manual Novembro de 2007 Título: Guia Agenda 21 Local Um desafio para todos Autoria: Equipa da TTerra Auditoria,

Leia mais

O que são Agrupamentos TEIP

O que são Agrupamentos TEIP 1 O que são Agrupamentos TEIP Margarida Soares (*) Introdução Em Portugal, os baixos níveis de educação e de qualificação e os modestos índices de qualidade educativa, quando comparados com os dos países

Leia mais

ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DE PESSOAS SEM-ABRIGO PREVENÇÃO, INTERVENÇÃO E ACOMPANHAMENTO

ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DE PESSOAS SEM-ABRIGO PREVENÇÃO, INTERVENÇÃO E ACOMPANHAMENTO ESTRATÉGIA NACIONAL PARA A INTEGRAÇÃO DE PESSOAS SEM-ABRIGO PREVENÇÃO, INTERVENÇÃO E ACOMPANHAMENTO 2009-2015 1 ÍNDICE PREÂMBULO...3 1- INTRODUÇÃO...6 2. IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA...8 3 APRESENTAÇÃO DA

Leia mais

Carta Europeia Revista da participação dos jovens na vida local e regional. Congresso de poderes Locais e Regionais da Europa

Carta Europeia Revista da participação dos jovens na vida local e regional. Congresso de poderes Locais e Regionais da Europa Carta Europeia Revista da participação dos jovens na vida local e regional Congresso de poderes Locais e Regionais da Europa Estrasburgo, 2003 Carta Europeia Revista da participação dos jovens na vida

Leia mais

SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE

SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE Rua do Almada, N.º 679 1º - Salas 101 / 2 /3 4050-039 Porto - Portugal T: 222 007 767 / F: 222 007 868 / T: 919 191 106 fnaj@mail.telepac.pt SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS DE JUVENTUDE SOBRE POLÍTICAS AUTÁRQUICAS

Leia mais

Erasmus+ Guia do programa. Válido a partir de 1 de janeiro de 2014

Erasmus+ Guia do programa. Válido a partir de 1 de janeiro de 2014 Erasmus+ Guia do programa Válido a partir de 1 de janeiro de 2014 Versão 3: 04/06/2014 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 8 PARTE A - INFORMAÇÕES GERAIS ACERCA DO PROGRAMA ERASMUS+... 10 Quais são os objetivos e as

Leia mais

CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS

CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS Proposta Definitiva, Novembro de 2004 CARTA DAS CIDADES EDUCADORAS As cidades representadas no 1º Congresso Internacional das Cidades Educadoras, que teve lugar em Barcelona

Leia mais

Memorando sobre Aprendizagem ao Longo da Vida

Memorando sobre Aprendizagem ao Longo da Vida COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 30.10.2000 SEC(2000) 1832 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO Memorando sobre Aprendizagem ao Longo da Vida 1 Memorando sobre Aprendizagem ao Longo

Leia mais

TÍTULO AUTOR COMPOSIÇÃO IMPRESSÃO

TÍTULO AUTOR COMPOSIÇÃO IMPRESSÃO TÍTULO AUTOR COMPOSIÇÃO IMPRESSÃO POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO E ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, DIRECÇÃO DE PLANIFICAÇÃO MINERVA CENTRAL 1500 EXEMPLARES PROGRAMA

Leia mais

PARECER DE INICIATIVA

PARECER DE INICIATIVA PARECER DE INICIATIVA SOBRE AS CONSEQUÊNCIAS ECONÓMICAS, SOCIAIS E ORGANIZACIONAIS DECORRENTES DO ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO (aprovado em Plenário a 13/03/2013) Relator: Conselheiro Manuel Lemos Março

Leia mais

Erasmus+ Guia do Programa

Erasmus+ Guia do Programa Erasmus+ Guia do Programa No caso de significados divergentes entre as diversas versões linguísticas, prevalece a versão inglesa. Versão 3 (2015): 16/12/2014 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 6 PARTE A - INFORMAÇÕES

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Programa do XVII Governo Constitucional

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Programa do XVII Governo Constitucional PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Programa do XVII Governo Constitucional 2 Índice INTRODUÇÃO... 6 CAPÍTULO I UMA ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO PARA A PRÓXIMA DÉCADA... 9 I. VOLTAR A ACREDITAR... 9 1. Uma

Leia mais

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE

FRÁGEIS E EM SITUAÇÕES DE FRAGILIDADE PRINCÍPIOS PARA UMA INTERVENÇÃO INTERNACIONAL EFICAZ EM ESTADOS PRINCÍPIOS - Março 2008 Preâmbulo Uma saída sustentável da pobreza e da insegurança nos Estados mais frágeis do mundo terá de ser conduzida

Leia mais

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA. Progressos e Desenvolvimentos 2005 2010

INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA. Progressos e Desenvolvimentos 2005 2010 INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA Progressos e Desenvolvimentos 2005 2010 INTERVENÇÃO PRECOCE NA INFÂNCIA PROGRESSOS E DESENVOLVIMENTOS 2005 2010 European Agency for Development in Special Needs Education

Leia mais

Pessoas com Deficiência: Mobilidade, Educação e Trabalho

Pessoas com Deficiência: Mobilidade, Educação e Trabalho Pessoas com Deficiência: Mobilidade, Educação e Trabalho Parecer de Iniciativa (Aprovado no Plenário de 19 de Novembro de 2008) Relatora: Conselheira Isabel Guerra Lisboa 2008 Índice Nota Prévia........

Leia mais

A PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO EM MEIO ESCOLAR. Relatório das Jornadas de Trabalho

A PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO EM MEIO ESCOLAR. Relatório das Jornadas de Trabalho A PSICOLOGIA E ORIENTAÇÃO EM MEIO ESCOLAR Relatório das Jornadas de Trabalho julho de 2013 Ficha Técnica Título A Psicologia e Orientação em Meio Escolar Relatório das Jornadas de Trabalho Autores Edgar

Leia mais

O Emprego das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - de oportunidades PUBLICAÇÃO CO-FINANCIADA PELO FUNDO SOCIAL EUROPEU

O Emprego das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - de oportunidades PUBLICAÇÃO CO-FINANCIADA PELO FUNDO SOCIAL EUROPEU O Emprego das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - - uma abordagem pela igualdade de oportunidades PUBLICAÇÃO CO-FINANCIADA PELO FUNDO SOCIAL EUROPEU Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) Ministério

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos

Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos Manuel Pinto (coordenador) Sara Pereira Luís Pereira Tiago Dias

Leia mais

Os sistemas de qualificação e do seu impacto na Aprendizagem ao Longo da Vida

Os sistemas de qualificação e do seu impacto na Aprendizagem ao Longo da Vida DIRECTION DE L'ÉDUCATION DIRECTORATE FOR EDUCATION Os sistemas de qualificação e do seu impacto na Aprendizagem ao Longo da Vida Relatório de Base de Portugal Junho de 2003 The views expressed in the document

Leia mais

CONSELHO CIENTÍFICO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E DAS HUMANIDADES (CCCSH)

CONSELHO CIENTÍFICO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E DAS HUMANIDADES (CCCSH) CONSELHO CIENTÍFICO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E DAS HUMANIDADES (CCCSH) Ciências Sociais e Humanidades: mais excelência, maior impacte Internacionalização, pluralismo, pluridisciplinaridade, avaliação, disseminação

Leia mais

Segurança Social: Um novo consenso

Segurança Social: Um novo consenso Segurança Social: Um novo consenso DEPARTAMENTO DE COOPERAÇÃO MINISTÉRIO DA SEGURANÇA SOCIAL E DO TRABALHO DE PORTUGAL 1 2 A edição original desta obra foi publicada pelo Bureau Internacional do Trabalho

Leia mais

Estudo sobre o Impacto da Discriminação com base na Deficiência nas Mulheres

Estudo sobre o Impacto da Discriminação com base na Deficiência nas Mulheres Estudo sobre o Impacto da Discriminação com base na Deficiência nas Mulheres INR Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. Estudo sobre o Impacto da Discriminação com base na Deficiência nas Mulheres

Leia mais

PSIS21. O encontro que marcou a Psicologia em Portugal. Retrato de uma profissão Quem somos, quantos somos?

PSIS21. O encontro que marcou a Psicologia em Portugal. Retrato de uma profissão Quem somos, quantos somos? ISSN 2182-4479 REVISTA OFICIAL DA ORDEM DOS PSICÓLOGOS PORTUGUESES Nº 3 Julho 2012 O encontro que marcou a Psicologia em Portugal CESIS: Duas décadas a transformar vidas em percursos de sucesso PSICOLOGIA:

Leia mais

Decreto-Lei n.º 310/2003 de 10 de Dezembro

Decreto-Lei n.º 310/2003 de 10 de Dezembro A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 310/2003, de 10 de Dezembro (que altera o Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de Setembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei

Leia mais

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS

(Atos não legislativos) REGULAMENTOS 26.6.2014 L 187/1 II (Atos não legislativos) REGULAMENTOS REGULAMENTO (UE) N. o 651/2014 DA COMISSÃO de 16 de junho de 2014 que declara certas categorias de auxílio compatíveis com o mercado interno, em

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PARA O FOMENTO DO EMPREENDEDORISMO NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES 2013-2016

PLANO ESTRATÉGICO PARA O FOMENTO DO EMPREENDEDORISMO NA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES 2013-2016 PR-01195 PLANO ESTRATÉGICO PARA O PR-01195 i i Sumário executivo Reconhecendo a importância do empreendedorismo na promoção da inovação e da competitividade, o Governo Regional dos Açores tem vindo a implementar

Leia mais

EaSI. Novo programa conjunto da União Europeia abrangendo o emprego e a política social. Europa Social

EaSI. Novo programa conjunto da União Europeia abrangendo o emprego e a política social. Europa Social EaSI Novo programa conjunto da União Europeia abrangendo o emprego e a política social Europa Social EaSI Novo programa conjunto da União Europeia abrangendo o emprego e a política social Comissão Europeia

Leia mais

UMA AGENDA PARA A DÉCADA 2015-2024

UMA AGENDA PARA A DÉCADA 2015-2024 UMA AGENDA PARA A DÉCADA 2015-2024 CINCO DIFERENÇAS QUE FAZEM A DIFERENÇA QUATRO PILARES PARA AFIRMAR PORTUGAL 1º PILAR: VALORIZAR OS NOSSOS RECURSOS 2º PILAR: MODERNIZAR A ATIVIDADE ECONÓMICA E O ESTADO

Leia mais

PLANO CURRICULAR DO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO E ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO

PLANO CURRICULAR DO 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO E ESTRATÉGIA DE IMPLEMENTAÇÃO Projecto de Desenvolvimento do Currículo do 3º Ciclo da Educação Básica em Timor-Leste (CEB3-TL) [Agreement UNICEF/Universidade do Minho SSA/IDSM/2009/00000315-0] PLANO CURRICULAR DO 3º CICLO DO ENSINO

Leia mais