Economia Solidária e Proger

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Economia Solidária e Proger"

Transcrição

1 ANUÁRIO DO SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA Economia Solidária e Proger Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE

2 Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi Secretário Executivo - SE Paulo Roberto dos Santos Pinto Secretário de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Carlo Roberto Simi Diretora do Departamento de Qualificação - DEQ Ana Paula da Silva Diretor do Departamento de Emprego e Salário - DES Rodolfo Peres Torelly Diretor do Departamento de Políticas de Trabalho e Emprego para a Juventude - DPTEJ José Geraldo Machado Júnior Secretário Nacional de Economia Solidária - SENAES Paul Israel Singer Diretor do Departamento de Estudos e Divulgação - DEAD Valmor Schiochet Diretor do Departamento de Fomento à Economia Solidária - DEFES Roberto Marinho Alves da Silva copyright Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Departamento de Qualifi cação - DEQ Esplanada dos Ministérios, Bloco F, 3º andar, sala CEP: Brasília/DF Telefones: (0XX61) / Fax: (0XX61) qualifi Tiragem: 5 mil exemplares (venda proibida) DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Escritório Nacional: Rua Aurora, 957, 1º andar, Centro - São Paulo - SP - CEP Tel.: (11) Fax: (11) DIREÇÃO SINDICAL EXECUTIVA Zenaide Honório - Presidenta - Sindicato Professores do Ensino Ofi cial do Estado de São Paulo (Apeoesp) Josinaldo José de Barros - Vice-presidente - STI Metalúrgicas, Mecânicas e de Materiais Elétricos de Guarulhos, Arujá, Mairiporã e Santa Isabel Pedro Celso Rosa - Secretário - STI Metalúrgicas de Máquinas, Mecânicas, Material Elétrico de Veículos e Peças Automotivas da Grande Curitiba Alberto Soares da Silva - Diretor Executivo - STI de Energia Elétrica de Campinas João Vicente Silva Cayres - Diretor Executivo - STI Metalúrgicas do ABC Ana Tércia Sanches - Diretora Executiva - SEEB São Paulo, Osasco e Região Antônio de Sousa - Diretor Executivo - STI Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Osasco e Região Paulo de Tarso Guedes de Brito Costa - Diretor Executivo - Sindicato dos Eletricitários da Bahia José Carlos Souza - Diretor Executivo - STI de Energia Elétrica de São Paulo Mara Luzia Feltes - Diretora Executiva - Sindicato Empregados em Empresas de Assessoramentos, Perícias, Informações, Pesquisas e de Fundações Estaduais do RS Roberto Alves da Silva - Diretor Executivo - FT em Serviços de Asseio e Conservação Ambiental Urbana e Áreas Verdes do Estado de SP Maria das Graças de Oliveira - Diretora Executiva - Sindicato Servidores Públicos Federais de PE Tadeu Morais de Sousa - Diretor Executivo - STI Metal., Mecânicas, Material Elétrico SP, Mogi e Região DIREÇÃO TÉCNICA Clemente Ganz Lúcio - Diretor técnico Ademir Figueiredo - Coordenador de estudos e desenvolvimento José Silvestre Prado de Oliveira - Coordenador de relações sindicais Nelson Karam - Coordenador de educação Francisco J. C. de Oliveira - Coordenador de pesquisas Rosana de Freitas - Coordenadora administrativa e fi nanceira EEQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL Pedro dos Santos B. Neto / Angela Maria Schwengber / Fernando A. Martins / Aline de Freitas Ana Paula Q. Sperotto / Chrissie Colbachini (Estagiária) Cristiane Bibiano Silva / Edgard R. Fusaro Fernanda Chuerubim / Guilherme da S. Araújo Laender V. Batista / Laís C. Siebel Kley Letícia Herrmann (Estagiária) / Rafael R. da Silva Vinícius Bredariol / Iara Heger / Geni Marques PROJETO e PRODUÇÃO GRÁFICA Caco Bisol Produção Gráfi ca Ltda. (Diagramação: Márcia Helena Ramos) IMPRESSÃO Gráfi ca Rettec

3 Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda Economia Solidária e Proger São Paulo, 2011

4 DIEESE D419a Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda 2010/2011: economia solidária e Proger. 3. ed. / Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. -- São Paulo: DIEESE, p. (Economia Solidária e Proger, 5) ISSN Economia Solidária. 2. Proger. 3. Cooperativa. 4. Sistema Público. 5. Estatística. I. DIEESE II. Ministério do Trabalho e Emprego III. Título. IV. Série CDU: :331.6

5 Sumário: Economia Solidária e Proger Apresentação 7 Notas Explicativas 9 Siglário 10 Parte I - Indicadores das cooperativas Capítulo 1 - Características das cooperativas 11 T1 Evolução do número de cooperativas 13 T2 Distribuição das cooperativas por localidade 15 T3 Evolução do número de cooperativas, segundo atividade econômica - Brasil 17 T4 Evolução do número de cooperativas por tipo de movimentação 19 T5 Distribuição das cooperativas por tipo de movimentação, segundo atividade econômica 20 T6 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura 22 T7 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor da indústria de transformação 24 T8 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas 26 3

6 Sumário: Economia Solidária e Proger 4 T9 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor de transporte, armazenagem e correio 28 T10 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor de atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 30 T11 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor de saúde humana e serviços sociais 32 T12 Número de cooperativas das 20 principais atividades econômicas dos estabelecimentos do setor de outras atividades de serviços 34 T13 Distribuição das cooperativas por atividade econômica, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos 36 T14 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Brasil 38 T15 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Região Norte 42 T16 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Região Nordeste 46 T17 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Região Sudeste 50 T18 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Região Sul 54

7 Sumário: Economia Solidária e Proger T19 Distribuição das cooperativas das 20 principais atividades econômicas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos - Região Centro-Oeste 58 Capítulo 2 - Características dos empregos nas cooperativas 63 T20 Distribuição dos empregos das 20 principais famílias ocupacionais das cooperativas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos 65 T21 Distribuição dos empregos das 20 principais atividades econômicas das cooperativas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos 69 T22 Distribuição dos empregos nas cooperativas por classes de tamanho dos estabelecimentos 73 T23 Distribuição dos empregos das cooperativas por sexo, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos 75 G1 Distribuição dos empregos nas cooperativas, segundo faixa etária 77 G2 Distribuição dos empregos nas cooperativas, segundo escolaridade 78 G3 Distribuição dos empregos nas cooperativas, segundo tempo de permanência no atual emprego 79 T24 Remuneração média dos empregados nas cooperativas, segundo classes de tamanho dos estabelecimentos 80 Parte II - Indicadores do Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger) 83 T25 Valores e operações realizadas por programa 85 5

8 Sumário: Economia Solidária e Proger G4 Distribuição dos valores e operações realizadas por programa 86 T26 Distribuição das operações realizadas por programas/linhas de crédito 87 T27 Distribuição dos valores efetuados por programas/linhas de crédito 89 T28 Valor médio por operação realizada segundo programas/linhas de crédito 91 G5 Distribuição dos valores efetuados nos programas/linhas de crédito, segundo agente financeiro 93 Glossário 94 Referências 96 6

9 Apresentação Pelo terceiro ano, o DIEESE, por meio de convênio estabelecido com o Ministério do Trabalho e Emprego, publica o Anuário do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda. A exemplo do que ocorreu em 2009, esta publicação reúne um conjunto de indicadores sobre políticas públicas de emprego, trabalho e renda. Nesta nova edição, porém, os livros passam a ser estruturados num conjunto de seis, com o desmembramento de um dos temas Juventude para um volume específico. O livro V, Economia Solidária e Proger, não trata, nesta edição, propriamente da economia solidária, pois a base de dados do Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (Sies) não foi atualizada e, portanto, não há novas estatísticas para apresentar sobre o tema. O nome do livro foi mantido ainda assim, pois se trata de uma coleção com edições anuais. Optou-se, então, por fazer um recorte especial na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), analisando os estabelecimentos cuja natureza jurídica é cooperativa. Evidentemente, nem todas as cooperativas são de economia solidária, mas muitos empreendimentos de economia solidária são formalizados com esta natureza jurídica. Apesar de não ser possível indicar quais cooperativas são identificadas com a economia solidária, buscaram-se vários recortes temáticos e segmentações que permitem aproximações analíticas ou, pelo menos, oferecem muitos elementos para aprofundar o debate acerca do papel que esta forma de organização ocupa hoje na estrutura e dinâmica do trabalho no Brasil. 7

10 Apresentação Os dados sobre as cooperativas compõem a parte I do Livro e são apresentados em dois capítulos. O primeiro traz os dados relativos às características dos estabelecimentos cooperativos e, o segundo, apresenta estatísticas dos empregos nas cooperativas. Este volume reúne ainda, na segunda parte, informações sobre o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger). O DIEESE e o MTE esperam que esta publicação seja um instrumento importante de consulta realizada pelos trabalhadores, pesquisadores e formuladores de políticas públicas, subsidiando a ação dos diferentes atores sociais. A Diretoria 8

11 Notas Explicativas Convenções utilizadas nesta publicação nd: dados não disponíveis : quando, pela natureza do fenômeno, não puder existir o dado 0; 0,0; 0,00 : quando a aplicação dos critérios de arrendondamento não permitir alcançar respectivamente 1; 0,1; 0,01 Símbolos e Abreviações Abs. = absoluto % = porcentagem nº = número G = gráfico T = tabela R$ = Reais RM = Região Metropolitana 9

12 Siglário Basa - Banco da Amazônia S/A Bndes - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CEF - Caixa Econômica Federal CGER - Coordenação Geral de Emprego e Renda CNAE - Classsificação Nacional de Atividades Econômicas DES - Departamento de Emprego e Salário DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador Finep - Financiadora de Estudos e Projetos IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística MTE - Ministério do Trabalho e Emprego PCPP - Programa de Crédito Produtivo Popular Proger - Programa de Geração de Emprego e Renda Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar Rais - Relação Anual de Informações Sociais Sies - Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária SPPE - Secretaria de Políticas Públicas de Emprego 10

13 Parte I - Indicadores das cooperativas Capítulo 1 Características das cooperativas

14

15 Tabela 1 Evolução do número de cooperativas (1) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação (em n os absolutos) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação Variação (2010/2006) Em n os abs. Em % Norte ,2 Acre ,4 Amapá ,2 Amazonas ,5 Pará ,1 Rondônia ,2 Roraima ,3 Tocantins ,7 Nordeste ,7 Alagoas ,1 Bahia ,4 Ceará ,6 Maranhão ,2 Paraíba ,8 Pernambuco ,7 Piauí ,5 Rio Grande do Norte ,4 Sergipe ,2 continua 13

16 Tabela 1 (conclusão) Evolução do número de cooperativas (1) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação (em n os absolutos) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação Variação (2010/2006) Em n os abs. Em % Sudeste ,0 Espírito Santo ,5 Minas Gerais ,6 Rio de Janeiro ,5 São Paulo ,0 Sul ,8 Paraná ,7 Rio Grande do Sul ,9 Santa Catarina ,0 Centro-Oeste ,1 Distrito Federal ,9 Goiás ,6 Mato Grosso ,9 Mato Grosso do Sul ,6 Brasil ,4 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas com ou sem movimentação de emprego ao longo do ano 14

17 Tabela 2 Distribuição das cooperativas (1) por localidade (2) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação 2010 (em %) Brasil, Grandes Regiões e Regiões Regiões Não Total Unidades da Federação Norte Metropolitanas 16,8 Metropolitanas 83,2 Em % 100,0 Em n os abs Acre (3) 0,0 100,0 100,0 62 Amapá 61,0 39,0 100,0 41 Amazonas (3) 0,0 100,0 100,0 149 Pará 33,3 66,7 100,0 477 Rondônia (3) 0,0 100,0 100,0 199 Roraima (3) 0,0 100,0 100,0 46 Tocantins (3) 0,0 100,0 100,0 124 Nordeste 37,3 62,7 100, Alagoas 55,0 45,0 100,0 120 Bahia 32,1 67,9 100,0 997 Ceará 45,0 55,0 100,0 509 Maranhão 34,3 65,7 100,0 181 Paraíba 34,4 65,6 100,0 262 Pernambuco 45,7 54,3 100,0 477 Piauí 37,5 62,5 100,0 176 Rio Grande do Norte 48,7 51,3 100,0 275 Sergipe (3) 0,0 100,0 100,0 183 continua 15

18 16 Tabela 2 Distribuição das cooperativas (1) por localidade (2) Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação 2010 (em %) Brasil, Grandes Regiões e Regiões Regiões Não Total Unidades da Federação Metropolitanas Metropolitanas Em % Em n os abs. Sudeste 36,7 63,3 100, Espírito Santo 34,0 66,0 100,0 471 Minas Gerais 18,1 81,9 100, Rio de Janeiro 65,0 35,0 100, São Paulo 41,7 58,3 100, Sul 21,4 78,6 100, Paraná 18,8 81,2 100, Rio Grande do Sul 18,4 81,6 100, Santa Catarina 32,4 67,6 100, Centro-Oeste 25,0 75,0 100, Distrito Federal 100,0 0,0 100,0 275 Goiás 30,2 69,8 100,0 817 Mato Grosso (3) 0,0 100,0 100,0 610 Mato Grosso do Sul (3) 0,0 100,0 100,0 385 Brasil 29,6 70,4 100, Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas com ou sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Refere-se às 37 Regiões Metropolitanas do IBGE (ver relação das RMs no Glossário) (3) Unidades da Federação que não apresentam municípios agrupados em Regiões Metropolitanas

19 Tabela 3 Evolução do número de cooperativas (1), segundo atividade econômica (2) Brasil (em n os absolutos) Atividade econômica Variação (2010/2006) Em n os abs. Em % Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura ,9 Indústria extrativa ,4 Indústria de transformação ,7 Eletricidade e gás ,7 Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação ,0 Construção ,0 Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas ,2 Transporte, armazenagem e correio ,2 Alojamento e alimentação ,6 Informação e comunicação ,5 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados ,7 Atividades imobiliárias ,2 Atividades profissionais, científicas e técnicas ,3 continua 17

20 Tabela 3 (conclusão) Evolução do número de cooperativas (1), segundo atividade econômica (2) Brasil (em n os absolutos) Atividade econômica Variação (2010/2006) Em n os abs. Em % Atividades administrativas e serviços complementares ,9 Administração pública, defesa e seguridade social ,3 Educação ,4 Saúde humana e serviços sociais ,2 Artes, cultura, esporte e recreação ,6 Outras atividades de serviços ,0 Serviços domésticos ,0 Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais ,5 Total ,4 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas com ou sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Referem-se à seção CNAE 18

21 Tabela 4 Evolução do número de cooperativas por tipo de movimentação (1) Brasil e Grandes Regiões (em n os absolutos) Atividade econômica Variação (2010/2006) Em n os abs. Em % Norte ,2 Sem movimentação de emprego ,2 Com movimentação de emprego ,4 Nordeste ,7 Sem movimentação de emprego ,2 Com movimentação de emprego ,1 Sudeste ,0 Sem movimentação de emprego ,9 Com movimentação de emprego ,7 Sul ,8 Sem movimentação de emprego ,2 Com movimentação de emprego ,0 Centro- Oeste ,1 Sem movimentação de emprego ,7 Com movimentação de emprego ,4 Brasil ,4 Sem movimentação de emprego ,5 Com movimentação de emprego ,3 Fonte: MTE. Rais. Elaboração: DIEESE. Nota: (1) Movimentação de emprego ao longo do ano 19

22 20 Tabela 5 Distribuição das cooperativas por tipo de movimentação (1), segundo atividade econômica (2) Brasil 2010 (em %) Atividade econômica Sem Com Total movimentação movimentação Em % Em n os absolutos Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura 56,3 43,7 100, Indústrias extrativas 75,7 24,4 100,0 115 Indústrias de transformação 52,1 47,9 100, Eletricidade e gás 26,7 73,3 100,0 146 Água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação 91,8 8,2 100,0 231 Construção 63,0 37,0 100,0 414 Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas 33,9 66,1 100, Transporte, armazenagem e correio 55,8 44,2 100, Alojamento e alimentação 73,8 26,2 100,0 42 Informação e comunicação 79,5 20,5 100,0 122 Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados 20,1 79,9 100, Atividades imobiliárias 75,8 24,2 100,0 33 Atividades profissionais, científicas e técnicas 76,1 23,9 100,0 326 continua

23 Tabela 5 (conclusão) Distribuição das cooperativas por tipo de movimentação (1), segundo atividade econômica (2) Brasil 2010 (em %) Atividade econômica Sem Com Total movimentação movimentação Em % Em n os absolutos Atividades administrativas e serviços complementares 79,9 20,1 100,0 757 Administração pública, defesa e seguridade social 100,0 0,0 100,0 8 Educação 56,5 43,5 100,0 595 Saúde humana e serviços sociais 35,1 64,9 100, Artes, cultura, esporte e recreação 75,0 25,0 100,0 104 Outras atividades de serviços 79,1 20,9 100, Serviços domésticos 80,0 20,0 100,0 5 Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais 80,0 20,0 100,0 5 Total 47,5 52,5 100, Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Movimentação de emprego ao longo do ano (2) Refere-se à seção CNAE 21

24 22 Tabela 6 Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Atividades de apoio à agricultura não especificadas ,6 Atividades de apoio à pecuária não especificadas ,5 Apicultura 38 4,1 Cultivo de cana-de-açúcar 30 3,2 Cultivo de arroz 25 2,7 Criação de bovinos para leite 25 2,7 Criação de peixes em água doce 24 2,6 Atividades de apoio à produção florestal 23 2,5 Criação de suínos 22 2,4 Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas 18 1,9 Criação de bovinos para corte 18 1,9 Horticultura, exceto morango 17 1,8 Cultivo de frutas de lavoura permanente não especificadas 17 1,8 Cultivo de milho 15 1,6 Cultivo de mandioca 15 1,6 Cultivo de soja 13 1,4 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas 13 1,4 continua

25 Tabela 6 (conclusão) Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Cultivo de outros cereais não especificados 12 1,3 Pesca de peixes em água doce 12 1,3 Criação de frangos para corte 11 1,2 Total ,4 Total Geral ,0 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Referem-se à subclasse CNAE (3) Setor selecionado com base nas maiores classificações de participação no total de cooperativas 23

26 24 Tabela 7 Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) da indústria de transformação Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Preparação do leite 110 9,4 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas e as confeccionadas sob medida 109 9,3 Fabricação de laticínios 103 8,8 Fabricação de conservas de frutas 67 5,7 Fabricação de vinho 56 4,8 Fabricação de alimentos para animais 35 3,0 Beneficiamento de arroz 32 2,7 Fabricação de aguardente de cana-de-açúcar 29 2,5 Confecção de roupas íntimas 27 2,3 Confecção sob medida de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 27 2,3 Manutenção e reparação de máquinas de escrever, calcular e de outros equipamentos não-eletrônicos para escritório 27 2,3 Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados 22 1,9 Fabricação de calçados de couro 20 1,7 Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados 18 1,5 Frigorífico - abate de bovinos 16 1,4 continua

27 Tabela 7 (conclusão) Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) da indústria de transformação Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Frigorífico - abate de suínos 15 1,3 Fabricação de produtos de panificação industrial 15 1,3 Fabricação de farinha de mandioca e derivados 14 1,2 Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito 13 1,1 Fabricação de açúcar em bruto 13 1,1 Total ,3 Total Geral ,0 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Referem-se à subclasse CNAE (3) Setor selecionado com base nas maiores classificações de participação no total de cooperativas 25

28 26 Tabela 8 Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não especificadas 162 8,5 Comércio varejista de outros produtos não especificados 128 6,7 Comércio atacadista de leite e laticínios 104 5,4 Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo 98 5,1 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns 83 4,3 Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral 81 4,2 Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos 66 3,5 Comércio atacadista de soja 65 3,4 Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas com atividade de 61 3,2 fracionamento e acondicionamento associada Comércio varejista de hortifrutigranjeiros 60 3,1 Comércio atacadista de café em grão 59 3,1 Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados 55 2,9 continua

29 Tabela 8 (conclusão) Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados 49 2,6 Representantes comerciais e agentes do comércio de matérias-primas agrícolas e animais vivos 48 2,5 Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores 47 2,5 Comércio atacadista de açúcar 46 2,4 Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão 46 2,4 Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados 38 2,0 Comércio atacadista de alimentos para animais 34 1,8 Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas 32 1,7 Total ,2 Total Geral ,0 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Referem-se à subclasse CNAE (3) Setor selecionado com base nas maiores classificações de participação no total de cooperativas 27

30 Tabela 9 Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) de transporte, armazenagem e correio Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional ,9 Transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo, municipal ,0 Serviço de táxi 103 9,3 Transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo, intermunicipal, exceto em região metropolitana 79 7,2 Transporte escolar 71 6,4 Transporte rodoviário coletivo de passageiros sob regime de fretamento, intermunicipal, interestadual e internacional 53 4,8 Transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo, intermunicipal em região metropolitana 47 4,3 Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal 46 4,2 Carga e descarga 40 3,6 Serviço de transporte de passageiros - locação de automóveis com motorista 38 3,4 Armazéns gerais - emissão de warrant 35 3,2 continua 28

31 Tabela 9 (conclusão) Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) de transporte, armazenagem e correio Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, municipal 29 2,6 Serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive centrais de chamada 27 2,4 Outras atividades auxiliares dos transportes terrestres não especificadas 25 2,3 Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns gerais e guarda-móveis 24 2,2 Transporte rodoviário de produtos perigosos 18 1,6 Organização logística do transporte de carga 15 1,4 Transporte rodoviário coletivo de passageiros com itinerário fixo, interestadual 13 1,2 Outros transportes rodoviários de passageiros não especificados 12 1,1 Serviços de entrega rápida 7 0,6 Total ,7 Total Geral ,0 Fonte: MTE. Rais Elaboração: DIEESE Nota: (1) Foram consideradas as cooperativas sem movimentação de emprego ao longo do ano (2) Referem-se à subclasse CNAE (3) Setor selecionado com base nas maiores classificações de participação no total de cooperativas 29

32 Tabela 10 Número de cooperativas (1) das 20 principais atividades econômicas (2) dos estabelecimentos do setor (3) de atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados Brasil 2010 Atividade econômica Número de cooperativas Em n os absolutos Em % Cooperativas de crédito mútuo ,2 Cooperativas de crédito rural ,3 Planos de saúde ,4 Bancos cooperativos 49 5,2 Outras atividades de serviços financeiros não especificadas 30 3,2 Cooperativas centrais de crédito 23 2,4 Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos 17 1,8 Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde 12 1,3 Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde não especificadas 5 0,5 Sociedades de crédito imobiliário 4 0,4 Outras atividades auxiliares dos serviços financeiros não especificadas 4 0,4 Associações de poupança e empréstimo 2 0,2 Outras instituições de intermediação não-monetária não especificadas 2 0,2 Holdings de instituições não-financeiras 2 0,2 continua 30

ANUÁRIO DO SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA. Seguro Desemprego 2010-2011. Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE

ANUÁRIO DO SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA. Seguro Desemprego 2010-2011. Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE ANUÁRIO DO SISTEMA PÚBLICO DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA 2010-2011 Seguro Desemprego Secretaria de Políticas Públicas de Emprego - SPPE Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro do Trabalho e Emprego

Leia mais

Política de Valorização do Salário Mínimo:

Política de Valorização do Salário Mínimo: Nota Técnica Número 143 janeiro 2015 Política de Valorização do Salário Mínimo: Salário Mínimo de 2015 fixado em R$ 788,00 Salário Mínimo de 2015 será de R$ 788,00 A partir de 1º de janeiro de 2015, o

Leia mais

Pesquisas de Orçamentos Familiares POF:

Pesquisas de Orçamentos Familiares POF: Número 107 Fevereiro de 2012 Pesquisas de Orçamentos Familiares POF: A necessária atualização e as mudanças de pesos em um índice de preços Pesquisas de Orçamentos Familiares - POF: a necessária atualização

Leia mais

Número 140 - Setembro de 2014. O Mercado de Trabalho Formal Brasileiro: Resultados da RAIS 2013

Número 140 - Setembro de 2014. O Mercado de Trabalho Formal Brasileiro: Resultados da RAIS 2013 Número 140 - Setembro de 2014 O Mercado de Trabalho Formal Brasileiro: Resultados da RAIS 2013 Introdução Esta Nota Técnica tem como objetivo apresentar os principais resultados da Relação Anual de Informações

Leia mais

Supermercados em 2012

Supermercados em 2012 Junho de 2013 número 5 Supermercados em 2012 Uma análise dos principais indicadores Com o objetivo de subsidiar os dirigentes sindicais para as negociações salariais, a Rede Comerciários do DIEESE - Departamento

Leia mais

na Micro e Pequena Empresa namicro e Anuário do Trabalho Pequena 2010 / 2011 2010 / 2011 Empresa

na Micro e Pequena Empresa namicro e Anuário do Trabalho Pequena 2010 / 2011 2010 / 2011 Empresa Anuário do Trabalho Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2010 / 2011 namicro e Pequena Empresa 2010 / 2011 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho

Leia mais

Comércio em 2013 Um balanço dos principais indicadores

Comércio em 2013 Um balanço dos principais indicadores Junho de 2014 número 6 Comércio em 2013 Um balanço dos principais indicadores Com o objetivo de subsidiar os dirigentes sindicais para as negociações salariais, a Rede Comerciários do DIEESE (Departamento

Leia mais

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE

Conceitos. Empreendedor M E T O D O L O G I A. Atividade Empreendedora. Empreendedorismo. * Fonte: OCDE METODOLOGIA M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Atividade Empreendedora Empreendedorismo * Fonte: OCDE M E T O D O L O G I A Conceitos Empreendedor Indivíduo que tenciona gerar valor através da

Leia mais

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO Etapa/Fase nº 3 Produto 1 Eixo 1 Sítio da Escola reformulado Relatório de execução Convênio MTE/SPPE/CODEFAT nº. 077/2010

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de R$ 724,00

Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de R$ 724,00 Nota Técnica Número 132 dezembro 2013 Política de Valorização do Salário Mínimo: Valor para 2014 será de Salário Mínimo de 2014 será de A partir de 1º de janeiro de 2014, o valor do Salário Mínimo passa

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Nota Técnica Número 03 fevereiro 2013

Nota Técnica Número 03 fevereiro 2013 SINDIFERN Nota Técnica Número 03 fevereiro 2013 Arrecadação de ICMS no Estado do Rio Grande do Norte: uma análise da evolução em anos recentes Introdução O presente estudo dedica-se a informação e análise

Leia mais

Número 130 - novembro de 2013. Fator Previdenciário: por que mudar?

Número 130 - novembro de 2013. Fator Previdenciário: por que mudar? Número 130 - novembro de 2013 Fator Previdenciário: por que mudar? FATOR PREVIDENCIÁRIO: POR QUE MUDAR? 1 Como surgiu o Fator Previdenciário? A Reforma Previdenciária de 1998, por meio da Emenda Constitucional

Leia mais

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014*

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* Estabelece parâmetros para o Licenciamento Ambiental das atividades de comércio atacadista e de confecção e fabricação de produtos têxteis. O SECRETÁRIO

Leia mais

Número 84 Agosto de 2009. O emprego no setor do comércio e a crise internacional

Número 84 Agosto de 2009. O emprego no setor do comércio e a crise internacional Número 84 Agosto de 2009 O emprego no setor do comércio e a crise internacional O emprego no setor do comércio e a crise internacional Desde agosto de 2007, o mundo vem se deparando com uma crise financeira

Leia mais

Um balanço do Comércio em 2014 a partir dos principais indicadores

Um balanço do Comércio em 2014 a partir dos principais indicadores Abril de 2015 número 7 Um balanço do Comércio em 2014 a partir dos principais indicadores Com o objetivo de subsidiar os dirigentes sindicais para as negociações salariais, a Rede Comerciários do DIEESE

Leia mais

TABELA 1 Destaques dos seis maiores bancos Brasil - 2013

TABELA 1 Destaques dos seis maiores bancos Brasil - 2013 DESEMPENHO DOS BANCOS EM 2013 Resultados diferenciados e fechamento de postos de trabalho caracterizaram o desempenho do setor bancário em 2013 Em 2013, os seis maiores bancos do país 1 apresentaram resultados

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

Nº 72 Julho de 2014. Balanço dos Pisos Salariais Negociados em 2013

Nº 72 Julho de 2014. Balanço dos Pisos Salariais Negociados em 2013 Nº 72 Julho de 2014 Balanço dos Pisos Salariais Negociados em 2013 Balanço dos pisos salariais negociados em 2013 Pelo nono ano consecutivo, o DIEESE Departamento Intersindical de Estatística e Estudos

Leia mais

Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não

Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não Setor produtivo G01 - Alimentação/ Bebidas/ Massas. Contém 1120204 estabelecimentos. CNAE DESCRIÇÃO DO CNAE 0111-3/99 Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente 0116-4/99 Cultivo de outras

Leia mais

Número 131 - novembro de 2013. Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa

Número 131 - novembro de 2013. Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa Número 131 - novembro de 2013 Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa 1 Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas Para Uma Tributação Mais Justa É sabido que a política

Leia mais

Ano V Nº 19 Maio de 2011

Ano V Nº 19 Maio de 2011 V Nº 19 Maio de 2011 Estudo comparativo do valor e do reajuste do vale refeição pago aos Servidores do TJMG com o salário mínimo, a cesta básica e o IPCA-IBGE SIND SERV da Justiça de Segunda Instância

Leia mais

Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa

Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa Fevereiro de 2015 Número 144 Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas para uma Tributação Mais Justa (Atualização da NT 131, de novembro de 2013) 1 Imposto de Renda Pessoa Física: Propostas Para Uma Tributação

Leia mais

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012

Tabela 4 - Participação das atividades econômicas no valor adicionado bruto a preços básicos, por Unidades da Federação - 2012 Contas Regionais do Brasil 2012 (continua) Brasil Agropecuária 5,3 Indústria 26,0 Indústria extrativa 4,3 Indústria de transformação 13,0 Construção civil 5,7 Produção e distribuição de eletricidade e

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 29 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 29 E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS,

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Perfil Econômico Municipal

Perfil Econômico Municipal indústria Extração de carvão mineral Extração de petróleo e gás natural Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Fabricação de alimentos e bebidas Fabricação de produtos do fumo

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA SIES DISPONIBILIZA NOVA BASE DE DADOS

SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA SIES DISPONIBILIZA NOVA BASE DE DADOS Boletim Informativo. Ano I. janeiro/2010 Boletim Informativo - Edição Especial Divulgação do dados do SIES 2013 SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA SIES DISPONIBILIZA NOVA BASE DE DADOS

Leia mais

DESEMPENHO DOS BANCOS 1º SEMESTRE DE 2012

DESEMPENHO DOS BANCOS 1º SEMESTRE DE 2012 Set/2012 DESEMPENHO DOS BANCOS 1º SEMESTRE DE 2012 Provisionamento excessivo e fechamento de postos de trabalho são destaques nos balanços dos seis maiores bancos no 1º semestre de 2012 A s demonstrações

Leia mais

Análise dos resultados Panorama geral

Análise dos resultados Panorama geral Análise dos resultados Panorama geral Durante o período de 2005 a 2008, o Produto Interno Bruto - PIB brasileiro passou de cerca de R$ 2,2 trilhões para R$ 3,0 trilhões, a valores correntes, com uma taxa

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

Pesquisa / Estudo (Análise de Dados)

Pesquisa / Estudo (Análise de Dados) SUBPROJETO I DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE ANÁLISE DE MERCADO DE TRABALHO MUNICIPAL E QUALIFICAÇÃO SOCIAL PARA APOIO À GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE EMPREGO, TRABALHO E RENDA Pesquisa / Estudo (Análise

Leia mais

ANEXO 1 COMPOSIÇÃO DAS SEÇÕES DE ATIVIDADE DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS DOMICILIAR 2.0 - CNAE- DOMICILIAR 2.

ANEXO 1 COMPOSIÇÃO DAS SEÇÕES DE ATIVIDADE DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS DOMICILIAR 2.0 - CNAE- DOMICILIAR 2. ANEXO 1 COMPOSIÇÃO DAS SEÇÕES DE ATIVIDADE DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS DOMICILIAR 2.0 - CNAE- DOMICILIAR 2.0 AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQUICULTURA AGRICULTURA,

Leia mais

ANEXO III AUTORIZAÇÃO PARA GERAÇÃO DA NFSE A PARTIR DE 01/02/2015. Descrição do Código CNAE 2.0

ANEXO III AUTORIZAÇÃO PARA GERAÇÃO DA NFSE A PARTIR DE 01/02/2015. Descrição do Código CNAE 2.0 7740-3/00 Gestão de ativos intangíveis não-financeiros 03.02 9311-5/00 Gestão de instalações de esportes 03.03 8211-3/00 Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 03.03 8230-0/02 Casas de

Leia mais

Número 66 Abril de 2008. Argumentos para a discussão da redução da jornada de trabalho no Brasil sem redução do salário

Número 66 Abril de 2008. Argumentos para a discussão da redução da jornada de trabalho no Brasil sem redução do salário Número 66 Abril de 2008 Argumentos para a discussão da redução da jornada de trabalho no Brasil sem redução do salário 1 Argumentos para a discussão da redução da jornada de trabalho no Brasil sem redução

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Sorocaba 3 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

na Micro e Pequena Empresa namicro e Pequena Anuário do Trabalho Empresa

na Micro e Pequena Empresa namicro e Pequena Anuário do Trabalho Empresa Anuário do Trabalho Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa 2012 namicro e Pequena Empresa 2012 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo

Leia mais

Balanço dos Pisos Salariais dos Servidores da Administração Direta do Estado de São Paulo

Balanço dos Pisos Salariais dos Servidores da Administração Direta do Estado de São Paulo Abril de 2015 Rede Servidores Balanço dos Pisos Salariais dos Servidores da Administração Direta do Estado de São Paulo Introdução Este trabalho analisa a evolução real dos pisos salariais dos servidores

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO Meta nº 1 - Etapa/Fase nº 15 Produto 2 Eixo 1 Primeira Versão do Sistema de Gestão da Escola Disponível para a Comunidade

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL São Paulo 2 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São

Leia mais

Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias

Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias CNAE Grupo CNAE Descrição CNAE Grau de risco 4.-8 4 Confecção de roupas íntimas 4.-6 4 Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas 4.3-4 4 Confecção de roupas profissionais 4.4-4 Fabricação

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Campinas 2 o trimestre de 2015 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado de São Paulo,

Leia mais

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15

Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Setores indutriais com maior demanda por formação segundo UF (todas as ocupações) - Média anual 2014/15 Estado Rondônia Acre Amazonas Roraima Pará Amapá Tocantins Maranhão Piauí Ceará Rio Grande do Norte

Leia mais

Comércio em Números. Brasil. meses.

Comércio em Números. Brasil. meses. Belo Horizonte MG Abril de 2015 O Comércio em Números é um acompanhamento sistemático das estatísticas econômicas. Trata-se de um estudo que busca acompanhar o comportamento das variáveis de desempenho

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

PERFIL DAS EMPRESAS APOIADAS PELO PROGRAMA DE SUBVENÇÃO ECONÔMICA 2006 A 2009

PERFIL DAS EMPRESAS APOIADAS PELO PROGRAMA DE SUBVENÇÃO ECONÔMICA 2006 A 2009 2011 Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) Diretoria de Inovação (DRIN) Departamento de Acompanhamento (DAC) PERFIL DAS EMPRESAS APOIADAS PELO PROGRAMA DE SUBVENÇÃO ECONÔMICA 2006 A 2009 Janeiro/2011

Leia mais

Março de 2016 Número 155. Inflação: comportamento dos preços administrados na vida das famílias paulistanas

Março de 2016 Número 155. Inflação: comportamento dos preços administrados na vida das famílias paulistanas Março de 2016 Número 155 Inflação: comportamento dos preços administrados na vida das famílias paulistanas Inflação: comportamento dos preços administrados na vida das famílias paulistanas Em 2015, a taxa

Leia mais

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO CONSTRUÇÃO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA CONSTRUÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS PARA, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados

Leia mais

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena 2010 / 2011. Empresa

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena 2010 / 2011. Empresa ANUÁRIO DO TRABALHO namicro e Pequena Empresa 2010 / 2011 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Diretor-Presidente

Leia mais

Fraco crescimento do crédito, corte de postos de trabalho e elevação nos resultados de tesouraria são os destaques de 2014 nos maiores bancos do país

Fraco crescimento do crédito, corte de postos de trabalho e elevação nos resultados de tesouraria são os destaques de 2014 nos maiores bancos do país 2014 Fraco crescimento do crédito, corte de postos de trabalho e elevação nos resultados de tesouraria são os destaques de 2014 nos maiores bancos do país Rede Bancários 2 DESEMPENHO DOS BANCOS DESEMPENHO

Leia mais

CNAE-Domiciliar e correspondência com a CNAE e PNAD. CNAE-Domiciliar - correspondências CNAE e PNAD/CD91

CNAE-Domiciliar e correspondência com a CNAE e PNAD. CNAE-Domiciliar - correspondências CNAE e PNAD/CD91 CNAE-Domiciliar - correspondências CNAE e PNAD/CD91 CÓDIGOS DENOMINAÇÕES CNAE CLASSIFICAÇÕES PNAD/CD91 01101 Cultivo de arroz *0111 013 01102 Cultivo de milho *0111 020 01103 Cultivo de outros cereais

Leia mais

Nº 69 agosto de 2013 Balanço das negociações dos reajustes salariais do primeiro semestre de 2013

Nº 69 agosto de 2013 Balanço das negociações dos reajustes salariais do primeiro semestre de 2013 Nº 69 agosto de 2013 Balanço das negociações dos reajustes salariais do primeiro semestre de 2013 Balanço das negociações dos reajustes salariais do primeiro semestre de 2013 No primeiro semestre de 2013,

Leia mais

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO

PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO PED Março DE 2014 PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO DIVULGAÇÃO N o 352 Em movimento típico para o período, cresce a taxa de desemprego Nível de ocupação se reduz na Indústria

Leia mais

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15

INFORME CONJUNTURAL. Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil. Subseção Dieese Força Sindical. Elaboração: 23/01/15 INFORME CONJUNTURAL Comportamento do Emprego - Ano de 2014 - Brasil Subseção Dieese Força Sindical Elaboração: 23/01/15 Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged),

Leia mais

Boletim Informativo* Agosto de 2015

Boletim Informativo* Agosto de 2015 Boletim Informativo* Agosto de 2015 *Documento atualizado em 15/09/2015 (Erratas páginas 2, 3, 4 e 9) EXTRATO GERAL BRASIL 1 EXTRATO BRASIL 396.399.248 ha 233.712.312 ha 58,96% Número de Imóveis Cadastrados²:

Leia mais

DENOMINAÇÃO 0910-6/00 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 1111-9/02 FABRICAÇÃO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS

DENOMINAÇÃO 0910-6/00 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 1111-9/02 FABRICAÇÃO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS Anexo I da Resolução CGSN nº 6, de 18 de junho de 2007 - Códigos previstos na CNAE impeditivos ao Simples Nacional (Vigência a partir de 1º de dezembro de 2010) Subclasse CNAE 2.0 DENOMINAÇÃO 0910-6/00

Leia mais

namicro e Pequena Anuário do Trabalho Empresa

namicro e Pequena Anuário do Trabalho Empresa Anuário do Trabalho namicro e Pequena Empresa 2014 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo Robson Braga de Andrade Diretor-Presidente Luiz

Leia mais

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena. Empresa

ANUÁRIO DO TRABALHO. namicro e. Pequena. Empresa ANUÁRIO DO TRABALHO namicro e Pequena Empresa 2013 SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Presidente do Conselho Deliberativo Nacional Roberto Simões Diretor-Presidente Luiz

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO

RELATÓRIO TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA ESTATÍSTICO PED E DESENHO DE NOVOS INDICADORES E LEVANTAMENTOS RELATÓRIO TÉCNICO DE DESENVOLVIMENTO META C - APRIMORAR SISTEMA DE DIVULGAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES C2.

Leia mais

Número 141 - Outubro de 2014. Transformações recentes no perfil do docente das escolas estaduais e municipais de educação básica

Número 141 - Outubro de 2014. Transformações recentes no perfil do docente das escolas estaduais e municipais de educação básica Número 141 - Outubro de 2014 Transformações recentes no perfil do docente das escolas estaduais e municipais de educação básica Transformações recentes no perfil do docente das escolas estaduais e municipais

Leia mais

Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014

Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014 Número 6 Setembro/2014 1º semestre de 2014 Corte de postos de trabalho nos bancos privados continua no 1º semestre de 2014 Rede Bancários 2 DESEMPENHO DOS BANCOS DESEMPENHO DOS BANCOS 1º semestre de 2014

Leia mais

Nº 77 agosto de 2015 Balanço das negociações dos reajustes salariais do 1º semestre de 2015

Nº 77 agosto de 2015 Balanço das negociações dos reajustes salariais do 1º semestre de 2015 Nº 77 agosto de 2015 Balanço das negociações dos reajustes salariais do 1º semestre de 2015 Balanço das negociações dos reajustes salariais do 1º semestre de 2015 No primeiro semestre de 2015, a maior

Leia mais

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014

BOLETIM EMPREGO Setembro 2014 Introdução A seguir são apresentados os últimos resultados disponíveis sobre o emprego no Brasil, com foco no ramo Metalúrgico. Serão utilizadas as bases de dados oficiais, são elas: a RAIS (Relação Anual

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos COMÉRCIO VAREJISTA NOVEMBRO DE 2015 PRODUTOS O COMÉRCIO RESPONDE POR 12,7% DO PIB BRASILEIRO O COMÉRCIO VAREJISTA É RESPONSÁVEL POR 42% DO COMÉRCIO

Leia mais

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados

Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados EMPREGO FORMAL Estado de São Paulo 2 o trimestre de 2014 Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os empregos formais celetistas no Estado

Leia mais

COMENTÁRIOS TABELA 1 INDICADORES DE RECEITA NOMINAL DO SETOR DE SERVIÇOS, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES BRASIL - MAIO 2015

COMENTÁRIOS TABELA 1 INDICADORES DE RECEITA NOMINAL DO SETOR DE SERVIÇOS, SEGUNDO GRUPOS DE ATIVIDADES BRASIL - MAIO 2015 COMENTÁRIOS O setor de serviços registrou no Brasil, no mês de maio de 2015, um crescimento nominal de 1,1%, na comparação com igual mês do ano anterior, inferior às taxas de abril (1,7%) e março (6,1%),

Leia mais

Análise Demográfica das Empresas da IBSS

Análise Demográfica das Empresas da IBSS CAPÍTULO 4 Análise Demográfica das Empresas da IBSS Apresentação A demografia de empresas investiga a estrutura do estoque de empresas em dado momento e a sua evolução, como os movimentos de crescimento,

Leia mais

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores

Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Informações sobre salários e escolaridade dos professores e comparativo com não-professores Total de profissionais, independentemente da escolaridade 2003 2007 2008 Professores da Ed Básica (públicas não

Leia mais

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS

DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 PER DA IND PERFIL DA INDÚSTRIA NOS ESTADOS 2014 CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade Presidente Diretoria de Políticas e Estratégia José Augusto

Leia mais

BOLETIM MENSAL Março/2010. DADOS: CAGED (MTE) Março/2010 RAIS (MTE) 2008

BOLETIM MENSAL Março/2010. DADOS: CAGED (MTE) Março/2010 RAIS (MTE) 2008 BOLETIM MENSAL Março/2010 DADOS: CAGED (MTE) Março/2010 RAIS (MTE) 2008 Este número do Boletim do Observatório do Emprego e do Trabalho da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) apresenta

Leia mais

Caracterização das Atividades de Software e Serviços de TI Realizadas na NIBSS

Caracterização das Atividades de Software e Serviços de TI Realizadas na NIBSS CAPÍTULO 5 Caracterização das Atividades de Software e Serviços de TI Realizadas na NIBSS Apresentação Neste capítulo, avaliam-se a importância e o crescimento, ao longo do período 2003 a 2010, das atividades

Leia mais

Nota Técnica Número 120 março 2013. A desoneração dos produtos da Cesta Básica

Nota Técnica Número 120 março 2013. A desoneração dos produtos da Cesta Básica Nota Técnica Número 120 março 2013 A desoneração dos produtos da Cesta Básica A desoneração dos produtos da Cesta Básica O Governo Federal editou, em 08 de março de 2013, a Medida Provisória nº 609, que

Leia mais

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE Diretoria de Pesquisas Coordenação detrabalho e Rendimento Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

Filiais ativas por Atividade Econômica

Filiais ativas por Atividade Econômica Os números exibidos abaixo foram atualizados em 28/01/2014. Filiais ativas por Atividade Econômica Atividade Econômica 2012 VARIAÇÃO 2012-2013 Empresas ativas até 2013 VARIAÇÃO 2013-2014 28/01/2014 REPRESENTAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO

PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO PROJETO DE APOIO À IMPLANTAÇÃO DA ESCOLA E DO BACHARELADO DE CIÊNCIAS DO TRABALHO Relatório Técnico Requalificação da Biblioteca da Escola de Ciências do Trabalho Etapa/Fase nº 7 Convênio MTE/SPPE/CODEFAT

Leia mais

COMÉRCIO; REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 45 COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS

COMÉRCIO; REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 45 COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS Código CNAE 2.0 Seção Divisão Grupo Classe Subclasse G Denominação COMÉRCIO; REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 45 COMÉRCIO E REPARAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES E MOTOCICLETAS 45.1 Comércio

Leia mais

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas

Comentários gerais. desta publicação. 5 O âmbito de atividades da pesquisa está descrito com maior detalhamento nas Notas técnicas Comentários gerais Pesquisa Anual de Comércio - PAC investiga a estrutura produtiva do A segmento empresarial do comércio brasileiro, sendo os resultados referentes a 2012 divulgados neste volume. A pesquisa

Leia mais

Taxa de desemprego se eleva

Taxa de desemprego se eleva MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO DO ABC 1 Taxa de desemprego se eleva 1. As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego - PED, realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese, em parceria com o Consórcio

Leia mais

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO

NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO NOTA TÉCNICA TERCEIRIZAÇÃO Abril de 2015 1 Sumário Executivo O trabalho utiliza a mesma base de dados e metodologia que o elaborado pela CUT/DIEESE, ou seja, agregações de setores terceirizados e contratantes

Leia mais

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil...

SUMÁRIO. 1 - Lavouras... 5. 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra 2012 Brasil... ...... PRODUÇÃO DAS LAVOURAS EM MARÇO DE 2012 SUMÁRIO 1 - Lavouras... 5 TABELAS DE RESULTADOS Safra 2012 1 - Área, produção e rendimento médio - confronto das estimativas mensais março / fevereiro safra

Leia mais

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE

MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE PESQUISA DE EMPREGO E DESEMPREGO NA JUNHO DE 2014 Redução da taxa de desemprego Ano 20 - Número 6 1. A Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED),

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais

Nº 50 Março de 2010. Terceirização e morte no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico brasileiro

Nº 50 Março de 2010. Terceirização e morte no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico brasileiro Nº 50 Março de 2010 Terceirização e morte no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico brasileiro Terceirização e morte no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico brasileiro Introdução Odebate sobre

Leia mais

Figura 1: Distribuição de CAPS no Brasil, 25. RORAIMA AMAPÁ AMAZONAS PARÁ MARANHÃO CEARÁ RIO GRANDE DO NORTE PAIUÍ PERNAMBUCO ACRE ALAGOAS SERGIPE TOCANTINS RONDÔNIA PARAÍBA BAHIA MATO GROSSO DISTRITO

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000

ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000 ESTABELECIMENTOS NO MUNICÍPIO DE PIRACICABA POR SUBSETOR DO COMÉRCIO VAREJISTA - 2000 Comércio Varejista 2000 Comércio a Varejo e por Atacado de VeículosAutomotores 50 Manutenção e Reparação de VeículosAutomotores

Leia mais

Mensal. Produto Interno Bruto. Produto Interno Bruto. Mensal. Metodologia

Mensal. Produto Interno Bruto. Produto Interno Bruto. Mensal. Metodologia Metodologia 1 SEADE Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Considerações gerais O PIB mensal é um índice de acompanhamento da economia paulista e tem como propósito principal oferecer uma visão

Leia mais

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro

Unidade de Gestão Estratégica. Perfil Socioeconômico. Regional Centro Unidade de Gestão Estratégica Perfil Socioeconômico Regional Centro Sebrae em Conselho Deliberativo Pedro Alves de Oliveira Presidente Diretoria Executiva Igor Montenegro Diretor Superintendente Wanderson

Leia mais

Relatório de Execução e Acompanhamento das PED's Regionais - Desempenho do campo III - (Relatório 4 de 4)

Relatório de Execução e Acompanhamento das PED's Regionais - Desempenho do campo III - (Relatório 4 de 4) Relatório Trimestral de execução de campo, processamento e análise de dados nas pesquisas integrantes do Sistema PED Relatório de Execução e Acompanhamento das PED's Regionais - Desempenho do campo III

Leia mais