Ano CXLIV N o - 94 Brasília - DF, quinta-feira, 17 de maio de 2007

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1 <!ID > ISSN Ano CXLIV N o - 94 Brasília - DF, quinta-feira, 17 de maio de 2007 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Congresso Nacional... 2 Presidência da República... 3 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... 4 Ministério da Cultura... 5 Ministério da Defesa Ministério da Educação Ministério da Fazenda Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Cidades Ministério das Comunicações Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério do Esporte Ministério do Meio Ambiente Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Ministério do Trabalho e Emprego Ministério dos Transportes Ministério Público da União Tribunal de Contas da União Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais Atos do Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO DECISÕES Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade (Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de ) Julgamentos AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (1) PROCED. : BAHIA R E L ATO R : MIN. EROS GRAU REQTE. : PARTIDO DOS TRABALHADORES - PT ADVDOS. : ADÍLSON JOSÉ PAULO BARBOSA E OUTROS A D V. : ALBERTO MOREIRA RODRIGUES REQDO. : GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA ADVDOS. : MANUELLA DA SILVA NONÔ E OUTRO REQDO. : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DA BAHIA A D V. ( A / S ) : ARTHUR DE CASTILHO NETO Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Eros Grau (Relator), julgando improcedente a ação, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Falou, pelos requeridos, Governador do Estado da Bahia e Assembléia Legislativa do Estado da Bahia, respectivamente, o Dr. Antônio Vasconcelos e o Dr. Arthur de Castilho Neto. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, Decisão: O Tribunal, à unanimidade, julgou procedente a ação direta, e, por maioria, ao não pronunciar a nulidade do ato impugnado, manteve sua vigência pelo prazo de 24 (vinte e quatro) meses até que o legislador estadual estabeleça novo regramento, nos termos do voto reajustado do Senhor Ministro Eros Grau (Relator) e do voto-vista do Senhor Ministro Gilmar Mendes, vencido, nesse ponto, o Senhor Ministro Marco Aurélio, que declarava a nulidade do ato questionado. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (2) PROCED. : DISTRITO FEDERAL R E L ATO R : MIN. GILMAR MENDES REQTE. : MESA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ADVDOS. : RÉGIS ARNOLDO FERRETTI E OUTROS REQDO. : CONGRESSO NACIONAL Decisão: O Tribunal, por maioria, julgou improcedente a ação direta, nos termos do voto do Relator, vencido o Senhor Ministro Marco Aurélio, que a julgava procedente. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Falaram, pela requerente, o Dr. Fernando Bolzoni e, pela Advocacia-Geral da União, o Ministro José Antônio Dias Toffoli. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (3) PROCED. : MATO GROSSO R E L ATO R : MIN. EROS GRAU REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Eros Grau (Relator), julgando improcedente a ação, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, Decisão: O Tribunal, à unanimidade, julgou procedente a ação direta, e, por maioria, ao não pronunciar a nulidade do ato impugnado, manteve sua vigência pelo prazo de 24 (vinte e quatro) meses até que o legislador estadual estabeleça novo regramento, nos termos do voto reajustado do Senhor Ministro Eros Grau (Relator) e do voto-vista do Senhor Ministro Gilmar Mendes, vencido, nesse ponto, o Senhor Ministro Marco Aurélio, que declarava a nulidade do ato questionado. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (4) PROCED. : SANTA CATARINA R E L ATO R : MIN. EROS GRAU REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CA- TA R I N A REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SANTA CATARINA Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Eros Grau (Relator), julgando improcedente a ação, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Gilmar Mendes. Presidência da Senhora Ministra Ellen Gracie. Plenário, Decisão: O Tribunal, à unanimidade, julgou procedente a ação direta, e, por maioria, ao não pronunciar a nulidade do ato impugnado, manteve sua vigência pelo prazo de 24 (vinte e quatro) meses até que o legislador estadual estabeleça novo regramento, nos termos do voto reajustado do Senhor Ministro Eros Grau (Relator) e do voto-vista do Senhor Ministro Gilmar Mendes, vencido, nesse ponto, o Senhor Ministro Marco Aurélio, que declarava a nulidade do ato questionado. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (5) PROCED. : MATO GROSSO R E L ATO R : MIN. GILMAR MENDES REQTE.(S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO A D V. ( A / S ) : ANDERSON FLÁVIO DE GODOI REQDO.(A/S) : PRESIDENTE DA REPÚBLICA A D V. ( A / S ) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO REQDO.(A/S) : CONGRESSO NACIONAL Decisão: O Tribunal, por maioria, rejeitou a preliminar de ilegitimidade ativa do Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, vencidos os Senhores Ministros Marco Aurélio e Sepúlveda Pertence. Por unanimidade, o Tribunal julgou procedente ação para reconhecer a mora do Congresso Nacional, e, por maioria, estabeleceu o prazo de 18 (dezoito) meses para que este adote todas as providências legislativas ao cumprimento da norma constitucional imposta pelo artigo 18, 4º, da Constituição Federal, nos termos do voto do Relator, vencidos os Senhores Ministros Marco Aurélio e Sepúlveda Pertence, que não fixavam prazo. Votou a Presidente, Ministra Ellen Gracie. Ausente, justificadamente, o Senhor Ministro Joaquim Barbosa. Plenário, Secretaria Judiciária ANA LUIZA M. VERAS Secretária

2 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 2 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de Atos do Congresso Nacional Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 89, DE 2007 Aprova o ato que outorga permissão à DRT - DUAGRESTE RÁDIO E TELEVISÃO LT- DA. para explorar serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Teotônio Vilela, Estado de Alagoas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 422, de 21 de setembro de 2005, que outorga permissão à DRT - Duagreste Rádio e Televisão Ltda. para explorar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Teotônio Vilela, Estado de Alagoas. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 90, DE 2007 Aprova o ato que outorga concessão à SOCIEDA- DE PARAIBANA DE COMUNICAÇÃO LTDA. para explorar serviço de radiodifusão de sons e imagens na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 3 de abril de 2006, que outorga concessão à Sociedade Paraibana de Comunicação Ltda. para explorar, por 15 (quinze) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão de sons e imagens na cidade de João Pessoa, Estado da Paraíba. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 91, DE 2007 Aprova o ato que outorga permissão à RÁ- DIO FM RIO ACARAÚ DE TAMBORIL LTDA. para explorar serviço de radiodifusão sonora na cidade de Tamboril, Estado do Ceará. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 57, de 6 de março de 1990, do Ministro de Estado das Comunicações, publicada no Diário Oficial da União do dia 7 de março de 1990, que outorga permissão para explorar, pelo prazo de 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Tamboril, Estado do Ceará. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 92, DE 2007 Aprova o ato que renova a concessão da RÁDIO MIRIAM LTDA. para explorar serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Farroupilha, Estado do Rio Grande do Sul. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 30 de janeiro de 1998, que renova por dez anos, a partir de 1º de maio de 1994, a concessão da Rádio Miriam Ltda. para explorar, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em onda média na cidade de Farroupilha, Estado do Rio Grande do Sul. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 93, DE 2007 Aprova o ato que outorga permissão à RÁ- DIO MARCO ZERO LTDA. para explorar serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Amapá, Estado do Amapá. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 296, de 4 de julho de 2005, que outorga permissão à Rádio Marco Zero Ltda. para explorar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Amapá, Estado do Amapá. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 94, DE 2007 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁ- RIA DA FERCAL - ARC a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Sobradinho, Distrito Federal. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 82, de 16 de março de 2006, que autoriza a Associação de Radiodifusão Comunitária da Fercal - ARC a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Sobradinho, Distrito Federal. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 95, DE 2007 Aprova o ato que autoriza a ASSOCIA- ÇÃO COMUNITÁRIA VICENTE FER- RER DE ARAGUATINS a executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Araguatins, Estado do Tocantins. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 147, de 16 de fevereiro de 2005, que autoriza a Associação Comunitária Vicente Ferrer de Araguatins a executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Araguatins, Estado do Tocantins. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 96, DE 2007 Aprova o ato que outorga concessão à FUNDAÇÃO NELSON CASTILHO para explorar serviço de radiodifusão de sons e imagens na cidade de Caldas Novas, Estado de Goiás. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere o Decreto s/nº, de 22 de dezembro de 2005, que outorga concessão à Fundação Nelson Castilho para explorar, por 15 (quinze) anos, com fins exclusivamente educativos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão de sons e imagens na cidade de Caldas Novas, Estado de Goiás. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 97, DE 2007 Aprova o ato que outorga permissão à SPC - SISTEMA PARAENSE DE COMUNI- CAÇÕES LTDA. para explorar serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Uruará, Estado do Pará.

3 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 212, de 14 de março de 2005, que outorga permissão à SPC - Sistema Paraense de Comunicações Ltda. para explorar, por dez anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão sonora em freqüência modulada na cidade de Uruará, Estado do Pará. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 98, DE 2007 Aprova o ato que outorga autorização à OCR - ORGANIZAÇÃO COMUNITÁRIA DE RADIODIFUSÃO para executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Sarandi, Estado do Paraná. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 320, de 5 de julho de 2005, que outorga autorização à OCR - Organização Comunitária de Radiodifusão para executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Sarandi, Estado do Paraná. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 99, DE 2007 Aprova o ato que outorga autorização à AS- SOCIAÇÃO E MOVIMENTO COMUNI- TÁRIO RÁDIO SERTANEJA FM para executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Itapeva, Estado de São Paulo. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 66, de 4 de fevereiro de 2005, que outorga autorização à Associação e Movimento Comunitário Rádio Sertaneja FM para executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Itapeva, Estado de São Paulo. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de 2007 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 100, DE 2007 Aprova o ato que outorga autorização à ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE E CUL- TURAL COMUNITÁRIA DE ILHA SOL- TEIRA para executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Ilha Solteira, Estado de São Paulo. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 563, de 18 de novembro de 2005, que outorga autorização à Associação Beneficente e Cultural Comunitária de Ilha Solteira para executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Ilha Solteira, Estado de São Paulo. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de 2007 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, Renan Calheiros, Presidente do Senado Federal, nos termos do art. 48, inciso XXVIII, do Regimento Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 101, DE 2007 Aprova o ato que outorga autorização à ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA E CUL- TURAL DE BELA VISTA DE GOIÁS para executar serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Bela Vista de Goiás, Estado de Goiás. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica aprovado o ato a que se refere a Portaria nº 424, de 21 de setembro de 2005, que outorga autorização à Associação Comunitária e Cultural de Bela Vista de Goiás para executar, por 10 (dez) anos, sem direito de exclusividade, serviço de radiodifusão comunitária na cidade de Bela Vista de Goiás, Estado de Goiás. Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. Senado Federal, em 16 de maio de 2007 Senador RENAN CALHEIROS Presidente do Senado Federal. Presidência da República CASA CIVIL INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DESPACHOS DO DIRETOR-PRESIDENTE Entidade candidata: AR BANCO DO BRASIL, vinculada à AC CERTISIGN SRF. Processo nº / Acolhe-se o memorando nº. 077/2007-DAFN/ITI apresentado pela Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização que manifesta a sua concordância com os termos do PARECER AUDIT - ITI 043/2007 e opina pelo deferimento do pedido de extinção de 30 instalações técnicas da AR BANCO DO BRASL, vinculada à AC CERTISIGN SRF, solicitado por meio do Ofício Cotec/Cotin/Disin nº 2241/2007, de 09/04/2007, conforme relação abaixo. Em vista disso, e consoante com o disposto no item do DOC-ICP-03, defere-se a extinção. Publique-se. Em 16 de maio de LOCAL PREFIXO ENDERECO CORPORATE ABC SP Av. Paulista, 2300, 3º andar - Cerqueira César- SP CORPORATE FARIA LIMA Av. Paulista, 2300, 3º andar, Cerqueira César- SP AGÊNCIA EMPRESARIAL OESTE PA U L I S TA Av. Nações Unidas, 34, Vila Nova Cidade Universitária - São Paulo -SP AGÊNCIA CORPORATE SÃO JOÃO Av. Paulista, 2300, 3º andar, Cerqueira César- SP AGÊNCIA EMPRESARIAL ALTO TIE- TÊ SP Rua presidente Campos Sales,1133 -Centro - Mogi das Cruzes - SP AGÊNCIA EMPRESARIAL OSASCO Rua João Crudo, Centro - SP AGÊNCIA PODER JUDICIÁRIO SÃO Av. São João, 32, 4º andar - Centro - SP PA U L O AGÊNCIA GOVERNO SÃO PAULO Rua. Líbero Badaró, 568, 3º andar - Centro - SP AGÊNCIA EMPRESARIAL RIBEIRÃO PRETO SP Av. Presidente Kennedy, 1500, Arco ee1, Novo Shopping - Lagoinha - Riberão Preto - SP AGÊNCIA SETOR PÚBLICO CAMPI- NAS Rua Sacramento 126, Centro Empresarial do Carmo, 2º andar - Centro -Campinas - SP AGÊNCIA EMPRESARIAL NORTE PA- RANÁ Av. Tiradentes, 501, 11º e 12º andares, torre 2, Jardim Vila Vitória - Londrina - PR AGÊNCIA EMPRESARIAL OESTE PA- RANÁ PR Av. Brasil, 5621, Centro Empresarial Centauro, salas 06 e 07 - Centro - Cascavel - PR AGÊNCIA EMPRESARIAL CURITIBA SUL Rua. Carlos Dietzsch, 137, 3º andar, portão - Curitiba - PR AGÊNCIA EMPRESARIAL VALE ITA- JAÍ SC Rua XV de Novembro, 1305, 4º andar - Centro, Blumenau - SC AGÊNCIA EMPRESARIAL SUL CATA- RINENSE Av. Getúlio Vargas, 211, 5º andar - Centro, Criciuma - SC AGÊNCIA SETOR PÚBLICO FLORIA- NÓPOLIS Centro Empresarial Office Park, 2º andar - Saco Grande - Florianópolis - SC AGÊNCIA CORPORATE SC Rua Luiz Niemeyer, 54, 12º andar - Centro - Joinville - SC AGÊNCIA EMPRESARIAL SERRA GAUCHA RS Rua Sinimbu, 1601, sala 11 - Centro - Caixias do Sul - RS AGÊNCIA EMPRESARIAL VALE SI- NOS Av. Pedro Adams Filho, 5757, 16º andar - Centro - Novo Hamburgo - RS AGÊNCIA CORPORATE RIO GRANDE DO SUL RS Rua. Honório Silveira Dias, 1830, Terreo - Higienopolis - porto Alegre - RS AGÊNCIA SETOR BANCÁRIO SUL SBS Quadra 01 Bloco G Asa Sul - Brasíla - DF AGÊNCIA CORPORATE DF Setor Comercial Norte, 190, Quadra 02, bloco a, sala 501, Asa Norte - Brasília - DF AGÊNCIA CORPORATE MINAS GE- RAIS Av. Afonso Pena, 1964, 10 e 11 andares, Funcionários - Belo Horizonte - MG AGÊNCIA EMPRESARIAL ALTEROSA Av. Cardeal Eugênio Pacelli, 1966, 3º andar - Cidade Industrial - Contagem - MG AGÊNCIA PODER JUDICIÁRIO SAL- VADOR, BA Rua Direita da Pidedade, 25, 3º andar, ala b - Salvador - BA AGÊNCIA EMPRESARIAL SALVADOR Av. Tancredo Neves, 450, 14º andar, sala Salvador - BA AGÊNCIA CORPORATE RIO DE JA- NEIRO Ruar. Professor Lélio Gama, 105, 4º andar - Centro Rio de Janeiro - RJ AGÊNCIA EMPRESARIAL VITÓRIA Rua Praça. Pio XII, 30, 4º andar - Centro Vitória - ES AGÊNCIA EMPRESARIAL BELÉM Av. Conselheiro Furtado, 2865, Ed. Síntese 21 - São Braz - Belém - PA AGÊNCIA EMPRESARIAL MANAUS Av. Djalma Batista, 1661, 2º andar, Ed. Business Tower - Chapada - Manaus - AM Entidade: SINDICATO DAS EMPRESAS DE SERVIÇOS CONTÁBEIS, ASSESSORAMENTO, PE- RÍCIAS, INFORMAÇÕES E PESQUISAS NO ESTADO DE SÃO PAULO - SESCON SP CNPJ: / Processo nº: / Consoante parecer exarado pela Procuradoria Federal Especializada do ITI (fls. 52 a 56), RECEBO a solicitação de credenciamento da Autoridade de Registro AR CERTISIGN SRF SESCON SP, operacionalmente vinculada à AC CERTISIGN SRF, com fulcro no item da Resolução CG ICP Brasil, nº 40 de 18 de abril de 2006 e no art. 4º, º, da Portaria ITI nº 102, de 05 de novembro de Encaminhe-se o processo às diligências da Diretoria de Auditoria, Fiscalização e Normalização. Publique-se. Em 15 de maio de SECRETARIA ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA RENATO DA SILVEIRA MARTINI 64, DE 16 DE MAIO DE 2007 O SECRETÁRIO ESPECIAL DE AQÜICULTURA E PESCA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o disposto no art. 23 da Lei n.º , de 28 de maio de 2003, R E S O LV E : Art. 1º Revogar a Portaria nº 87, de 23 de fevereiro de 1973, da Superintendência do Desenvolvimento da Pesca - SUDEPE, publicada no Diário Oficial da União de 28 de fevereiro de Art. 2º Revogar a Portaria nº 07, de 30 de março de 1981, da Superintendência do Desenvolvimento da Pesca - SUDEPE, publicada no Diário Oficial da União de 02 de abril de Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALTEMIR GREGOLIN

4 <!ID > <!ID > <!ID > <!ID > 4 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL N o - 83, DE 15 DE MAIO DE 2007 OS MINISTROS DE ESTADO DA AGRICULTURA, PE- CUÁRIA E ABASTECIMENTO E DA FAZENDA, no uso das atribuições que lhes confere o art. 87, Parágrafo único, inciso li, da Constituição e o art. 1 o -, 2 o -, da Resolução n o , de 5 de abril de 2007, do Conselho Monetário Nacional, e tendo em vista o disposto na Lei n o , de 7 de fevereiro de 2007, resolvem: Art. 1 o - Estabelecer a seguinte distribuição dos recursos consignados no Orçamento Geral da União para o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira - FUNCAFÉ, no exercício de 2007, destinados a financiamentos à produção e comercialização de café: I - operações de custeio: R$ ,00 (quatrocentos e vinte e seis milhões de reais); II - operações de colheita: R$ ,00 (quatrocentos e cinqüenta milhões de reais); III - operações de estocagem: R$ ,00 (oitocentos e cinqüenta milhões de reais); IV - operações de Financiamento para Aquisição de Café - FAC: R$ ,00 (trezentos milhões de reais). Art. 2 o - Admitir que os recursos disponibilizados na forma do inciso II do art. 1 o -, que não forem aplicados até o término do período estabelecido para contratação, possam ser alocados em financiamentos de que tratam os incisos I, III e IV, de acordo com as disponibilidades financeiras do Funcafé. Art. 3 o - Permitir o remanejamento dos recursos disponibilizados aos agentes financeiros na forma dos incisos III e IV, entre si, no último mês do prazo estabelecido para contratação, e desses para a modalidade de crédito definida no inciso I do mesmo art. 1 o -. Art. 4 o - Determinar aos agentes financeiros que informem ao gestor do Funcafé os valores que forem realocados ou remanejados de acordo com os arts. 2 o - e 3 o -, até o dia 10 do mês subseqüente ao da ocorrência. Art. 5 o - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. REINHOLD STEPHANES Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GUIDO MANTEGA Ministro de Estado da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO 70, DE 9 DE MAIO DE 2007 O Superintendente em Exercício da Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento no Estado do Espírito Santo, usando das atribuições contidas no item XIV e XXII do art. 39 do Regimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, aprovado pela Portaria Ministerial n. o - 300, de 16 de junho de 2005, publicada no DOU de 20/06/05, e no uso da competência que lhe foi subdelegada pela Portaria Ministerial n. o - 87, publicada no DOU de 08/03/06, e tendo em vista o disposto no plano de trabalho para exportação de mamão (Carica papaya) do Brasil para os Estados Unidos da América e o que consta no processo / , resolve: Art. 1. o - - Credenciar, com Registro sob o número BR ES 001, a empresa Kafka Controle de Pragas Ltda. CNPJ n o / , Inscrição Municipal n o situada à Rua GHI S/N lote 19 quadra Novo Horizonte Serra - ES, como prestadora de serviços de monitoramento de moscas-das-frutas. Art. 2. o - - O Credenciamento de que trata esta Portaria terá caráter provisório de 1 (ano). Art.3. o - - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ GUILHERME BARBOSA SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO NO ESTADO DO MARANHÃO <!ID > 108, DE 16 DE MAIO DE 2007 O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA FE- DERAL DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO NO ESTADO DO MARANHÃO, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 39, Capítulo IV, Inciso XXII, do Regimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, aprovado pela Portaria Ministerial n o - 300, de 16 de junho de 2005, publicada no D.O.U. de , tendo em vista o disposto no artigo 2 o - do Anexo I da Instrução Normativa SDA n o - 66, de 27 de novembro de 2006, no Art. 4 o - da Lei n o , de 11 de julho de 1989 e no Decreto n o , de 04 de janeiro de 2002, e ainda, o que consta no Processo n o / , resolve: Art. 1 o - - CREDENCIAR sob o n o - BR MA 0293, a empresa A. S. FRANÇA MADEIRAS LTDA, CNPJ n o / , localizada na Estrada do Sertão, s/n o -, bairro Altamira, Barra do Corda - MA, para, na qualidade de empresa prestadora de serviços de tratamentos fitossanitários com fins quarentenários, no trânsito internacional de vegetais, seus produtos, subprodutos e embalagens de madeira, executar o seguinte tratamento: Tratamento ar quente forçado (AQF). Art. 2 o - - O credenciamento de que trata esta Portaria terá validade de 12 (doze) meses, podendo ser renovado mediante requerimento ao Serviço de Fiscalização Agropecuária - SEFAG. Art. 3 o - - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO MACHADO DOS SANTOS SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA 68, DE 16 DE MAIO DE 2007 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MI- NISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMEN- TO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 42, anexo I, do Decreto n 5351, de 21 de janeiro de 2005, tendo em vista o disposto na Portaria n o - 84, de 19 de outubro de 1992, na Instrução Normativa n o - 01, de 16 de janeiro de 2007 e o que consta do Processo n o / , resolve: Art. 1 o - Credenciar o Laboratório e Consultório Veterinário Nossas Vidas Ltda., nome fantasia CV Nossas Vidas, CNPJ n o / , sediado na Av. Monsenhor Luiz Gonzaga, n 268, Centro, Nepomuceno-MG, para realizar diagnóstico de Anemia Infecciosa Eqüina, por meio da técnica de Imunodifusão em Gel de Ágar, "Teste de Coggins Modificado". Art 2 o - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. INÁCIO AFONSO KROETZ DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS AGRÍCOLAS COORDENAÇÃO-GERAL DE AGROTÓXICOS E AFINS ATO N o - 18, DE 11 DE MAIO DE De acordo com o Artigo 22 2 o -, do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, no produto Impact 125 SC registro n o , foi aprovada a inclusão do formulador Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda-Paulínia-SP. 2. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I, do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, no produto Impact 125 SC registro n o , foram aprovadas alterações nas recomendações de uso do produto com as inclusões das culturas: Algodão para o controle de Ramularia (Ramularia aréola) e Ramulose (Colletotrichum gossypii); Batata para o controle de Pinta-preta (Alternaria solani); Feijão para o controle de Mancha angular (Phaeoisariospsis griseola); Mamão para o controle de Varíola ( Asperisporium carica); e Tomate para o controle de Pinta-preta (Alternaria solani). 3. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I, do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, no produto Captan 750 TS registro n o , foi aprovada a alteração nas recomendações de uso do produto com a inclusão da cultura do Sorgo para o controle de Tombamento (Aspergillus spp.), Mofo-preto (Rhizopus spp.), Podridão-de-fusarium ou Podridão-vermelha-do-colmo (Fusarium moniliforme), Antrcnose (Colletotrichum graminicola), Mancha-foliar ou Helmintosporiose (Exserohilum turcicum), Mofo-preto (Alternaria altemata), Fusariose (Alternaria tenuis) e (Cladosporuim cladosporioides), e Tombamento (Phoma sorghina). 4. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I, do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, no produto Glifosato Atanor registro n o , foram aprovadas alterações nas recomendações de uso do produto com a inclusão das culturas: Arroz, Trigo, Café, Cana-deaçúcar (eliminação de planta daninhas em pós-emergência da cultura) e eliminação da soqueira da Cana-de-açúcar. 6. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, foi aprovada a inclusão do formulador Iharabras S.A-Indústrias Químicas-Sorocaba-SP, no produto no produto Sanmite registro n o De acordo com o Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, Anvisa alterou a classe toxicológica do produto Picloram Ácido Técnico registro n o , para Classe Toxicológica I-Extremamente Tóxico.Correção do endereço da unidade fabril em função do estudo das 5 bateladas, para Dow Chemical Company-2301 N Brazosport Boulevard, Freeport, Texas, TX EUA. 8. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, fram aprovadas inclusões dos formuladores Agripec Química e Farmacêutica S.A-Maracanaú-CE, Fersol Indústria e Comércio Ltda-Mairinque-SP, Hermes Colore Indústria e Comércio S.A.-Indaiatuba-SP, Iharabras S.A-Indústrias Químicas-Sorocaba-SP, Ipanema Indústria de Produtos Veterinários Ltda-Araçoiaba da Serra- SP, Micro Service Indústria Química Ltda-Diadema-SP, Milenia AgroCiências S.A-Londrina-PR e Milenia AgroCiências S.A-Taquari- RS, aprovadas inclusões dos formuladores: Fersol Indústria e Comércio Ltda-Mairinque-SP, Sipcam Agro S.A-Uberaba-MG, Servatis S.A.-Resende-RJ, Sorocaba-SP, Ipanema Indústria de Produtos Veterinários Ltda-Araçoiaba da Serra-SP, e Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda-Paulínia-SP no produto Zellus SC registro n o De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso I do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, foram aprovadas inclusões dos formuladores: Fersol Indústria e Comércio Ltda-Mairinque-SP, Sipcam Agro S.A-Uberaba -MG, Iharabras S.A-Indústrias Químicas-Sorocaba-SP, Ipanema Indústria de Produtos Veterinários Ltda-Araçoiaba da Serra-SP, Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda-Paulínia-SP, Basf S.A.-Guaratinquetá-SP, Servatis S.A.-Resende- RJ, Bayer CropScience Ltda-Belford Roxo-RJ, Bayer CropScience Ltda-Portão-RS, e Arysta Lifescience do Brasil Ind. Quím. e Agro Pecuária Ltda-Salto de Pirapora-SP, no produto Prostore 25 EC registro n o De acordo com o Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, o Ibama alterou a classe ambiental do produto Arsenal Técnico registro n o para a classe II-Produto Muito Perigoso ao meio ambiente. Por não apresentar o relatório de caracterização quali-quantitativa das 5 bateladas, de acordo com o Artigo 5, INI n o - 49/2002, foi excluído o fabricante o fabricante Servatis S.A-Resende-RJ do Arsenal Técnico. 11. De acordo com o Artigo 22 2 o - Inciso II, do Decreto 4074, de 04 de janeiro de 2002, no produto Success* 0,02 CB registro n o , foi aprovada alteração nas recomendações de uso de produto, com a inclusão da praga Quarentenária A2, Mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae), nas culturas de citros e manga. LUÍS EDUARDO PACIFICI RANGEL Coordenador-Geral RETIFICAÇÃO No D.O.U de 20 de Abril de 2007, seção 1, pág. 15, em Ato n o - 16 de 17 de março de 2007, item 2, onde se lê: Ethrel registro n o , leia-se: Ethrel 720 registro n o

5 <!ID > <!ID > Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN Ministério da Cultura AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA DELIBERAÇÃO N o - 127, DE 16 DE MAIO DE 2007 O DIRETOR-PRESIDENTE da ANCINE, no uso das atribuições legais conferidas pela Resolução de Diretoria Colegiada nº. 22/2006, e em cumprimento ao disposto na Lei nº , de 23 de dezembro de 1991, Lei nº , de 20 de julho de 1993, Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, alterada pela Lei nº , de 13 de maio de 2002, e Decreto nº , de 04 de novembro de 2002, delibera: Art. 1º Prorrogação do prazo de captação do projeto audiovisual abaixo relacionado, para o qual a proponente, fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento nos termos do Art. 1 da Lei nº 8.685, de 20 de julho de O Sal da Terra Processo: / Proponente: Labo Vídeo Produções Artísticas Ltda Cidade/UF: Curitiba / PR CNPJ: / Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº.225, realizada em 15/05/2007. Prazo de captação: de 01/01/2007até 31/12/2007. Art. 2º Prorrogar o prazo de captação e aprovar o remanejamento e realizar a revisão orçamentária do projeto audiovisual abaixo relacionado, para o qual a proponente, fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de Investimento e patrocínios nos termos dos Arts. 1 e 1 - A, da Lei nº 8.685, de 20 de julho de Algo de Novo Processo: / Proponente: Idéias Ideais Design & Produções Ltda Cidade/UF: Rio de Janeiro / RJ CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: de R$ ,37 para R$ ,27 Valor aprovado no Artigo 1º da Lei nº 8.685/93: R$ ,74 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Valor aprovado nos Artigos 25 e 26 da Lei nº 8.313/91:de R$ ,16 para R$ 0,00 Valor aprovado no Artigo 1º-A da Lei nº 8.685/93: R$ ,97 Banco: 001- Agência: Conta Corrente: Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº.225, realizada em 15/05/2007. Prazo de captação: de 01/01/2007até 31/12/2007. Art. 3º Aprovar o redimensionamento do projeto audiovisual abaixo relacionado, para o qual a proponente, fica autorizada a captar recursos através da comercialização de Certificados de nos termos do Art. 1 da Lei nº 8.685, de 20 de julho de Antonia - Comercialização Processo: / Proponente: No Coração da Selva Produções Artísticas Ltda Cidade/UF: São Paulo / SP CNPJ: / Valor total do orçamento aprovado: de R$ ,85 para R$ ,11 Valor aprovado no Artigo 1º da Lei nº 8.685/93: de R$ ,85 para R$ ,00 Banco: 001- Agência: 1270-x - Conta Corrente: Valor aprovado nos Artigos 25 e 26 da Lei nº 8.313/91: R$ ,00 Aprovado na Reunião de Diretoria Colegiada nº.225, realizada em 15/05/2007. Prazo de captação: de 01/01/2007até 31/12/2007. Art. 4º - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação. MANOEL RANGEL INSTRUÇÃO NORMATIVA N o - 61, DE 7 DE MAIO DE 2007 Regulamenta a elaboração, a apresentação e o acompanhamento de projetos de infraestrutura técnica para o segmento de mercado de salas de exibição. A DIRETORIA COLEGIADA DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA - ANCINE, no uso da atribuição que lhe confere o inciso IV, do art.6º, do Decreto nº , de 07 de fevereiro de 2002 e, tendo em vista o disposto no inciso IX, do art.7º, da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, bem como o preceituado no parágrafo 5º, dos artigos 1º e 1º-A da Lei nº , de 20 de julho de 1993 e pelo art.1º da Lei nº , de 06 de fevereiro de 2001, combinada com o art.74 da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, em sua 224ª Reunião Extraordinária, realizada em 07 de maio de 2007, resolve: CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º - Esta Instrução Normativa tem o objetivo de regulamentar a elaboração, apresentação, análise, aprovação e acompanhamento da execução de projetos de infra-estrutura técnica para o segmento de salas de exibição, com utilização dos incentivos instituídos pela Lei n , de 20 de julho de 1993 e pela Lei n , de 06 de fevereiro de CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES Art. 2º - Para os fins desta Instrução Normativa, sem prejuízo das definições constantes na Medida Provisória n , de 06 de setembro de 2001, considerar-se-á: I - proponente: empresa exibidora brasileira, com registro na ANCINE, cujo objeto social inclua a atividade de exibição pública, e que, a partir da aprovação do projeto de infra-estrutura técnica, tornase responsável por todos os procedimentos e compromissos necessários à sua realização, respondendo administrativa, civil e penalmente junto à ANCINE e demais órgãos e entidades públicas, nos termos da legislação vigente; II - empresa exibidora brasileira: sociedade empresária constituída sob as leis brasileiras, com sede e administração no País, portadora de Certificado de Registro de Empresa no segmento de exibição, capacitada à realização de projeção de obras audiovisuais, cuja maioria do capital total e votante seja de titularidade direta ou indireta de brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 (dez) anos, os quais devem exercer de fato e de direito o poder decisório da sociedade, na forma do 1º do art. 1º da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001; III - sala de exibição: recinto, em ambiente fechado, integrante de um complexo de exibição, que tenha por objetivo precípuo realizar projeção, exibição ou apresentação de obra audiovisual, em caráter público, a partir de qualquer suporte ou meio, mediante o uso de qualquer tecnologia; IV - complexo de exibição ou complexo: unidade arquitetônica onde encontram-se abrigados os equipamentos necessários à fruição coletiva de obras audiovisuais, podendo compreender uma ou mais salas de exibição, em posição contígua ou não, registradas na ANCINE e abrangidas no contrato social de uma mesma sociedade empresária exibidora; V - implantação de complexo de exibição: conversão ou adaptação de imóvel pré-existente, incluindo se for o caso a realização de obras prediais e aquisição de bens e serviços necessários para abrigar uma ou mais salas de exibição destinadas à fruição coletiva, de obras audiovisuais; VI - reforma de complexo de exibição: realização de obras prediais e aquisição de bens e serviços para a melhoria das instalações existentes em complexo de exibição registrado na ANCINE e em funcionamento há mais de 1 (um) ano; VII - atualização tecnológica de complexo de exibição: compreende a realização de obras prediais e a aquisição de bens e serviços para a melhoria da qualidade da projeção de obras audiovisuais ou do som; VIII - projeto: projeto de infra-estrutura técnica para o segmento de mercado de salas de exibição apresentado à ANCINE pela empresa proponente com o conjunto de documentos a que se refere o art. 5º desta Instrução Normativa; IX - projeto ativo: projeto aprovado para a captação de recursos incentivados previstos nesta Instrução Normativa que não tenha a respectiva prestação de contas final aprovada pela ANCI- NE; X - recursos incentivados: recursos decorrentes dos benefícios fiscais previstos na Lei nº 8.685, de 20 de julho de 1993 e na Lei n , de 06 de fevereiro de 2001; XI - conta de captação: conta corrente bancária ou conta de aplicação financeira especial de titularidade da proponente, vinculada ao projeto, aberta, por solicitação da ANCINE, em instituição financeira pública credenciada, após a aprovação do projeto, com a finalidade de depósito de recursos incentivados, observados os termos dos arts. 18, 19, 20 e 21 desta Instrução Normativa; XII - conta de movimentação: conta corrente bancária de titularidade da proponente, aberta após autorização da ANCINE para a liberação dos recursos incentivados, com a finalidade exclusiva de movimentação dos recursos advindos da(s) conta(s) de captação, observados os termos dos arts. 23, 24, 25 e 26 desta Instrução Normativa; XIII - liberação dos recursos incentivados: transferência dos recursos incentivados da(s) conta(s) de captação para a(s) conta(s) de movimentação, após autorização da ANCINE; XIV - prorrogação do prazo de captação: autorização concedida pela ANCINE para que o projeto de infra-estrutura técnica tenha prorrogado o período de captação de recursos incentivados, conforme prazos estabelecidos nesta Instrução Normativa; XV - remanejamento dos recursos incentivados: alteração dos valores advindos de diferentes mecanismos de recursos incentivados previstos no orçamento global do projeto, sem que haja alteração do valor total de recursos incentivados e do orçamento global aprovado; XVI - reinvestimento: transferência de recursos incentivados investidos em determinado projeto, para outro, de acordo com a autorização e condições estabelecidas pela ANCINE; XVII - redimensionamento de projeto: reformulação do orçamento global apresentado em decorrência de alterações do projeto originário ou de suas condições de execução; XVIII - relação população/sala: número de habitantes do município dividido pela soma das salas existentes. CAPÍTULO III DO PROJETO DE INFRA-ESTRUTURA TÉCNICA PARA O SEGMENTO DE MERCADO DE SALAS DE EXIBIÇÃO Art. 3 - Para os fins desta Instrução Normativa entender-seá por projeto de infra-estrutura técnica para o segmento mercado de salas de exibição aquele que, cumulativa ou alternadamente, seja destinado à: I - implantação de complexo de exibição; II - reforma de complexo de exibição; III - atualização tecnológica de complexo de exibição. Art. 4 - O projeto poderá prever a aquisição de bens móveis novos, tais como equipamentos técnicos e maquinários, inclusive periféricos e acessórios, equipamentos complementares e serviços acessórios imprescindíveis ao pleno funcionamento da sala de exibição e fruição de obras audiovisuais pelo público, conforme a destinação do projeto apresentado. 1º Entende-se por equipamentos técnicos e maquinários os bens móveis destinados à: I - reprodução simultânea de imagem e som; II - projeção ou exibição de obras audiovisuais em qualquer suporte ou sistema, inclusive projetores, tela de projeção e assemelhados; III - emissão e controle de emissão de bilhetes para ingresso na sala de exibição; 2º Entende-se por equipamentos complementares e serviços acessórios aqueles destinados: I - ao tratamento acústico das salas de exibição; II - à instalação de rede elétrica, telefônica e de informática; III - à instalação de rede hidráulica e sanitária; IV - à instalação de sistema de refrigeração; V - à segurança; VI - ao conforto e comodidade do público; VII - aos sistemas de controle e combate a fogo; 3º Os projetos de implantação e reforma de complexo de exibição deverão contemplar acesso facilitado e privilegiado de pessoas com necessidades especiais, na forma do Decreto n , de 02 de dezembro de Art. 5 - Cada projeto compreenderá um único complexo de exibição, ainda que contemple a previsão de utilização combinada dos mecanismos de incentivo instituídos na Lei nº , de 20 de julho de 1993 e no inciso V, do art. 1º, da Lei nº , de 06 de fevereiro de Art. 6º - O projeto deverá conter documentação específica, de acordo com a destinação do projeto: I - para projeto de implantação de complexo de exibição, deverá constar o Anexo I-A, devidamente preenchido, com toda a documentação exigida no anexo; II - para projeto de reforma de complexo de exibição, deverá constar o Anexo I-B, devidamente preenchido, com toda a documentação exigida no anexo; III - para projeto de atualização tecnológica de complexo de exibição, deverá constar o Anexo I-C, devidamente preenchido, com toda a documentação exigida no anexo. Parágrafo único. A ANCINE poderá solicitar ao proponente estudo de viabilidade econômica para projeto de implantação de complexo de exibição quando a relação entre a população do município em que será implantado o complexo e a soma do número de salas de exibição existente com o número de salas previsto no projeto for inferior a Art. 7º - Orçamento global detalhado deverá ser apresentado à ANCINE, de acordo com os modelos constantes no Anexo II-A, II- B ou II-C, conforme a destinação do projeto. 1º No caso de importação de equipamentos e maquinário deverão constar no orçamento apresentado as despesas relativas à tributação e estimativa de fretes, seguro internacional de transporte e encargos alfandegários. 2 É vedada a inclusão de despesas relativas à aquisição de direito real de propriedade e posse sobre imóvel. 3 É vedada a inclusão de despesas relacionadas direta ou indiretamente ao pagamento de luvas para compra ou aluguel de ponto comercial, assim como o adiantamento sobre receitas futuras associadas à exploração comercial das atividades econômicas desenvolvidas no complexo de exibição. 4º Para projeto realizado em centro comercial, galeria comercial ou shopping center é vedada a inclusão de despesas relacionadas a serviços ou obras de responsabilidade dos centros comerciais até o limite entre as áreas comuns do centro comercial e o complexo de exibição. Art. - 8º Deverá ser resguardada uma distância mínima, medida em linha reta, entre o local de implantação de complexo de exibição proposto no projeto e o complexo de exibição mais próximo, de: I (mil) metros, em município com população maior do que (cento e cinqüenta mil) e menor ou igual a (trezentos mil) habitantes; II (mil e quatrocentos) metros em município com população maior do que (trezentos mil) habitantes e menor ou igual a (quinhentos mil) habitantes; III (mil e oitocentos) metros em município com população maior do que (quinhentos mil) e menor ou igual a (oitocentos mil) habitantes; IV (dois mil e quatrocentos) metros em município com população maior do que 800 (oitocentos mil) e menor ou igual a (um milhão e quinhentos mil) habitantes; V (três mil e duzentos) metros em município com população maior do que (um milhão e quinhentos mil) habitantes e menor ou igual a (três milhões) de habitantes; VI (cinco mil) metros em município com população maior do que (três milhões) de habitantes. 1º Para efeito do cálculo da distância mínima referida no caput deste artigo será considerado o complexo de exibição mais próximo, independentemente do município em que estiver localizado. 2º A distância mínima referida no caput deste artigo será desconsiderada, desde que comprovadamente, o complexo de exibição mais próximo não desempenhe suas atividades diariamente.

6 6 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de 2007 Art. 9º - Os projetos deverão ser encaminhados pela proponente à Agência Nacional do Cinema - ANCINE, no seguinte endereço: AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA - ANCINE Superintendência de Fomento - SFO Av. Graça Aranha, 35, 4º andar Rio de Janeiro - RJ. CAPÍTULO IV DOS LIMITES DE ACESSO AOS RECURSOS INCEN- T I VA D O S Art Ficam estabelecidos percentuais máximos de aporte de recursos incentivados, por projeto apresentado, de acordo com a população do município e a relação entre o número de habitantes e o número de salas de exibição existentes: 1º Para projeto de implantação de complexo de exibição: I - Municípios com população inferior ou igual a (cento e cinqüenta mil) habitantes: a) máximo de 95% (noventa e cinco por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 5% (cinco por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas nos incisos I e II do art. 11, para aqueles municípios desprovidos de complexo de exibição; b) máximo de 80% (oitenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 20% (vinte por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas no art. 11, para aqueles municípios com população/sala igual ou superior a ; c) máximo de 60% (sessenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 40% (quarenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias, descritas no art. 11, para aqueles municípios com relação população/sala igual ou superior a e inferior a ; II - Municípios com população superior a (cento e cinqüenta mil) habitantes e igual ou inferior a (um milhão) de habitantes: a) máximo de 80% (oitenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 20% (vinte por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas no art. 11, para aqueles municípios desprovidos de complexo de exibição; b) máximo de 60% (sessenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, sendo 40% (quarenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias, descritas no art. 11, para projetos localizados em municípios com relação população/sala igual ou superior a ; c) máximo de 40% (quarenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, sendo 60% (sessenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias, descritas no art. 11, para projetos localizados em municípios com relação população/sala igual ou superior a e inferior a ; III - Municípios com população superior a (um milhão) de habitantes, máximo de 20% (vinte por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, sendo 80% (oitenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias, descritas no art. 11, desde que o projeto contemple a implantação de complexo de exibição localizado fora de galeria comercial ou shopping center. 2º Para projeto de reforma ou atualização de complexo de exibição: I - Municípios com população inferior ou igual a (cento e cinqüenta mil) habitantes, máximo de 95% (noventa e cinco por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 5% (cinco por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas nos incisos I e II do art. 11; II - Municípios com população superior a (cento e cinqüenta mil) habitantes e igual ou inferior a 1 milhão de habitantes: a) máximo de 95% (noventa e cinco por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, com um mínimo de 5% (cinco por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas nos incisos I e II do art. 11, para projetos localizados em municípios com relação população/sala igual ou superior a ; b) máximo de 60% (sessenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto, sendo 40% (quarenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas no art. 11, para projetos localizados em municípios com relação população/sala igual ou superior a e inferior a ; c) máximo de 40% (quarenta por cento) de recursos incentivados, do total do orçamento global aprovado para o projeto pela ANCINE, sendo 60% (sessenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas no art. 11, para projetos localizados em municípios com relação população/sala inferior a III - Municípios com população superior a 1 milhão de habitantes: a) máximo de 30% (trinta por cento) de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado para o projeto referente a complexo de exibição de até três salas, situado fora de galerias comerciais ou shopping centers, sendo 70% (oitenta por cento) desse orçamento complementado com outras fontes orçamentárias descritas no art. 11; 3º Os percentuais máximos de aporte de recursos incentivados, por projeto apresentado, referidos nos parágrafos 1º e 2º do caput deste artigo poderão dobrar, a pedido da proponente, e a critério da Diretoria Colegiada da ANCINE, respeitando-se o limite de 95% (noventa e cinco por cento) para municípios desprovidos de complexo de exibição ou 80% (oitenta por cento) nos demais casos, para projetos de implantação, atualização tecnológica ou reforma a serem realizados em: a) construção tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) ou por órgão estadual de preservação ou proteção do patrimônio histórico, avalizado pelo IPHAN, desde que o projeto de intervenção arquitetônica esteja devidamente aprovado pelo(s) órgão(s) competente(s); b) construção localizada em sítio histórico, comprovado por órgão estadual ou federal de proteção ao patrimônio histórico federal ou estadual, desde que o projeto de intervenção arquitetônica já esteja devidamente aprovado pelo(s) órgão(s) competente(s); c) construção localizada em área urbana degradada, com projeto de revitalização comprovado por documento estadual ou municipal; d) construção situada fora de galeria comercial, que já abrigou complexo de exibição de uma sala, que tenha funcionado por período mínimo de 15 anos e que esteja desativado há mais de 5 anos. 4º Nos casos referidos nas alíneas a, b e c, do 3º deste artigo não se aplicará o disposto no art. 8º desta Instrução Normativa. 5º Para o cálculo da relação população/sala serão empregadas: I - informações relativas à estimativa anual da população municipal gerada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apurada anualmente; II - informações relativas ao número de salas de exibição existentes no município, gerada semestralmente pela ANCINE. 6º A ANCINE poderá incluir, para efeito do cálculo da relação população/sala, complexos em implantação e projetos de implantação regidos por esta Instrução Normativa que tiver a liberação dos recursos incentivados aprovada pela ANCINE. 7º Os percentuais máximos de aporte de recursos incentivados, por projeto em municípios com população igual ou inferior a (cento e cinqüenta mil) habitantes, descritos no inciso I do 1º do art. 10, poderão ser revistos caso se verifique alteração, entre a apresentação do projeto na ANCINE e o pedido de liberação de recursos incentivados, na variável população/sala do município, podendo, neste caso, a proponente optar pelo remanejamento ou reinvestimento dos recursos incentivados. Art Entende-se por outras fontes orçamentárias, referidas nos parágrafos 1º e 2º do art. 10, os seguintes recursos: I - recursos gastos a partir da aprovação do projeto publicada no Diário Oficial da União - DOU, com demonstração das despesas efetuadas, relacionando cada nota fiscal emitida pela empresa prestadora do serviço ou fornecedora. II - recursos relativos a contrato de financiamento entre a proponente e agente financeiro público ou privado que tenha como destinação a implantação, reforma ou atualização tecnológica de complexo de exibição; III - recursos relativos a contratos de patrocínio celebrados entre a proponente e empresas estatais ou privadas, desde que não envolvam recursos incentivados descritos nesta Instrução Normativa; IV - recursos relativos a contratos de patrocínio decorrentes de Editais Públicos Federais, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, desde que não envolvam recursos incentivados descritos nesta Instrução Normativa; V - recursos relativos a contratos decorrentes da utilização dos Fundos de Financiamento da Indústria Cinematográfica Nacional (FUNCINE). 1º O projeto deverá ter como contrapartida mínima 5% dos recursos provenientes das fontes descritas nos incisos I ou II. 2º O projeto poderá contar com recursos provenientes da fonte descrita no inciso V até o limite de 30% da soma dos recursos advindos das outras fontes orçamentárias descritas no caput deste artigo. Art Ficam estabelecidos os seguintes limites máximos de aporte de recursos incentivados, por sala de exibição: I - no caso de projeto de implantação de complexo de exibição, até R$ ,00 (seiscentos mil reais), obedecendo ao limite global de R$ ,00 (quatro milhões de reais) por projeto. II - no caso de projeto de reforma ou atualização tecnológica de complexo de exibição, até R$ ,00 (duzentos mil reais), obedecendo ao limite global de R$ ,00 (um milhão de reais) por projeto. 1º O limite de aporte de recursos incentivados por sala de exibição, descrito no inciso II do caput deste artigo, poderá dobrar caso o projeto de infra-estrutura técnica contemple, cumulativamente, reforma de complexo de exibição e atualização tecnológica de complexo de exibição, observado o limite global por projeto. 2º. Para projetos de implantação ou reforma de complexo de exibição, os limites de aporte de recursos incentivados por sala de exibição, descritos nos incisos I e II do caput deste artigo, poderão ser aumentados em 50% (cinqüenta por cento), caso o projeto apresentado seja realizado em construções tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) ou em construção tombada por órgão estadual de preservação, desde que se apresente carta aval do IPHAN, observado o limite global por projeto. Art. 13. Cada proponente poderá pleitear à ANCINE, simultânea e independentemente do número de projetos apresentados, até o equivalente a R$ ,00 (seis milhões de reais) de recursos incentivados, dos quais, no máximo R$ ,00 (dois milhões de reais) podem ser destinados a projetos de reforma ou atualização tecnológica. Parágrafo único. Os valores descritos no caput serão aferidos pelo somatório dos recursos incentivados previstos nos orçamentos dos projetos ativos na ANCINE. CAPÍTULO V DA ANÁLISE E APROVAÇÃO DO PROJETO Art Para fins de aprovação do projeto, a análise levará em consideração os seguintes fatores: I - adequação orçamentária; II - regularidade fiscal, tributária, previdenciária e com o FGTS, da proponente; III - regularidade da proponente com as obrigações da legislação audiovisual; IV - regularidade da proponente no CADIN (Cadastro de Inadimplentes); V - distância em relação ao complexo de exibição mais próximo, para os casos previstos no art. 8º; VI - viabilidade econômica, para os casos referidos no parágrafo único do art. 6º; VII - análise da regularidade jurídica do imóvel referente ao complexo de exibição. VIII - documentação comprobatória para os casos previstos no 3º do artigo 10 e no 2º do art. 12. Art O prazo para análise do projeto será de até 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data do protocolo na ANCINE. 1º - Caso haja diligência documental, o prazo de que trata o caput deste artigo será suspenso na data de recebimento, pela proponente, da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR). 2º - Após o cumprimento das exigências, o prazo de que trata o caput deste artigo prosseguirá pelo período remanescente. 3º O não atendimento das exigências em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR), implicará o arquivamento do projeto. 4º A ANCINE não se obrigará a realizar a análise, no mesmo exercício de sua apresentação, de projetos protocolados após o dia 1º de novembro. Art Após a aprovação do projeto, a ANCINE diligenciará o pedido da abertura de conta de captação junto a uma instituição financeira pública, observada a agência indicada pela proponente. Art A comprovação de aprovação do projeto far-se-á mediante ato de aprovação publicado no Diário Oficial da União, após a confirmação de abertura da conta-corrente de captação em instituição financeira pública credenciada pela ANCINE. Parágrafo único. O ato de aprovação conterá as seguintes informações: I - título do projeto e número no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC); II - número do processo administrativo na ANCINE; III - razão social da proponente; IV - número do registro da proponente no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); V - município e unidade da federação de origem da proponente; VI - valor total do projeto; VII - valor autorizado de captação, por modalidade de incentivo; VIII - nome do banco, agência e conta corrente de captação destinada ao depósito dos recursos incentivados; IX - prazo autorizado para captação. CAPÍTULO VI DOS PRAZOS DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS INCEN- T I VA D O S Art O prazo para captação de recursos incentivados é de um exercício fiscal, podendo ser prorrogado, a pedido da proponente, por até três exercícios fiscais sucessivos. Parágrafo único: O projeto que tiver sua aprovação publicada no último trimestre do ano poderá ter prazo de captação estendido em mais um exercício fiscal, Art A ANCINE poderá prorrogar o prazo de captação de recursos incentivados para o exercício fiscal seguinte, a pedido da proponente, mediante a apresentação da seguinte documentação: I - pedido de prorrogação, assinado pelo representante legal da proponente; II - certidões comprovando a regularidade fiscal, tributária, previdenciária e com o FGTS; III - relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; IV - relatório completo de execução do projeto, conforme Anexo IV, para projeto que já tenha obtido autorização para movimentação de recursos incentivados; V - extrato bancário de conta de captação de recursos incentivados, desde a data de abertura da conta ou desde a data da última apresentação dos extratos à ANCINE. Art A ANCINE poderá conceder extraordinariamente a prorrogação do prazo de captação além do limite de 3 (três) exercícios fiscais, previsto no art. 18 desta Instrução Normativa, para o projeto de infra-estrutura técnica que já tenha obtido autorização para liberação de recursos incentivados, e que não esteja concluído. 1º. A solicitação de prorrogação extraordinária descrita no caput deste artigo deve vir acompanhada dos seguintes itens, além dos listados no art. 19 desta Instrução Normativa: I - justificativa para a não-conclusão do projeto dentro do prazo de captação, informando o novo prazo previsto para a conclusão do projeto e novo cronograma das etapas de realização; II - apresentação da prestação de contas parcial relativa ao montante de recursos gastos até a data de solicitação da prorrogação extraordinária, no caso de projeto que já tenha obtido autorização para movimentação de recursos incentivados há mais de 12 meses.

7 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN Art O pedido de prorrogação do prazo de captação de recursos incentivados deverá ser protocolado na ANCINE entre o dia 1º de dezembro do exercício fiscal autorizado a captar e o dia 31 (trinta e um) de março do exercício fiscal seguinte. 1º. A análise do pedido de prorrogação do prazo de captação de recursos incentivados será realizada em até 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data de apresentação da data do protocolo na ANCINE. 2º - Caso haja diligência documental, o prazo de que trata o caput será suspenso na data de recebimento, pela proponente, da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR). 3º - Após o cumprimento das exigências, o prazo de que trata o caput prosseguirá pelo período remanescente. 4º O não atendimento das exigências em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR), implicará o arquivamento do projeto. 5º. O projeto cuja proponente não tenha solicitado a prorrogação de prazo de captação até a data referida no caput deste artigo será encaminhado para: I - prestação de contas, quando tiver ocorrido a liberação dos recursos incentivados, observado o art. 40 desta Instrução Normativa; II - cancelamento, caso não tenha obtido captação de recursos incentivados, observado o art. 42 desta Instrução Normativa; III - reinvestimento, a pedido da proponente, caso a totalidade dos recursos captados estejam na(s) conta(s) de captação, observado o art. 43 desta Instrução Normativa. CAPÍTULO VII DAS CONTAS DE CAPTAÇÃO E DE MOVIMENTA- ÇÃO Art A conta de captação será aberta após a aprovação do projeto, a pedido da ANCINE, em instituição financeira pública credenciada, em nome da proponente na agência por ela indicada, vinculada somente a um projeto e a um mecanismo de incentivo fiscal referido nesta Instrução Normativa. Art Na conta de captação somente serão permitidos depósitos de valores que sejam oriundos das captações de recursos incentivados. 1º Os valores depositados na conta de captação poderão ser aplicados, a pedido da proponente, em fundos de renda fixa recomendados pela ANCINE e administrados pela instituição financeira pública credenciada. 2º A pedido da proponente, a ANCINE poderá autorizar a aplicação de parte dos recursos incentivados captados em fundo cambial administrado pela instituição financeira pública credenciada, observado o percentual do orçamento do projeto referente a itens importados e vinculados a moeda estrangeira. 3º Os rendimentos financeiros da conta de captação serão considerados como aporte complementar ao projeto, estando sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para o projeto. Art A proponente deverá encaminhar à ANCINE recibo de captação dos recursos incentivados, conforme Anexo V, no caso de captação através do mecanismo do art. 1º-A da lei nº de 20 de julho de 1993, e recibo de subscrição de certificado de investimento audiovisual, no caso de captação pelo mecanismo disposto no 5º do art. 1º, da Lei nº , de 20 de julho de 1993, em até 10 dias após o depósito dos recursos nas contas de captação. Art A conta de movimentação receberá os recursos incentivados das contas de captação, após autorização da ANCINE, e deverá ser aberta em nome da proponente, em instituição bancária de seu interesse, atendendo às seguintes condições: I - vínculo exclusivo a um único projeto; II - apresentação à ANCINE, no momento do pedido de liberação dos recursos incentivados, do nome da instituição financeira, número da agência e da conta-corrente. Parágrafo único. A critério da proponente, os recursos incentivados das contas de captação poderão ser transferidos para mais de uma conta de movimentação. Art Na conta de movimentação somente serão permitidos depósitos de valores que sejam oriundos das contas de captação vinculadas ao projeto. 1º Os valores depositados na conta de movimentação poderão ser aplicados a critério da proponente unicamente em fundos de renda fixa, lastreados em títulos da dívida pública federal, ou em fundos cambiais, observado neste último caso o percentual do orçamento do projeto referente a itens importados e vinculados a moeda estrangeira. 2º. Os rendimentos financeiros da conta de movimentação serão considerados como aporte complementar ao projeto, estando sujeitos às mesmas condições de prestação de contas exigidas para o projeto. CAPÍTULO VIII DO PROCESSO DE LIBERAÇÃO DOS RECURSOS IN- C E N T I VA D O S Art.27 - O processo de liberação dos recursos incentivados para o projeto iniciar-se-á após a integralização, por parte da proponente, de no mínimo 70% (setenta por cento) do orçamento aprovado para a realização do projeto. 1º A integralização referida no caput deste artigo deverá ser comprovada com o envio à ANCINE de relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III, e com documentação pertinente a cada um dos casos listados nos incisos I, II, III, IV e V do 1º do art. 11 desta Instrução Normativa, sempre que for aplicável. 2º Além dos documentos referidos no 1º deste artigo, o pedido para início do processo de liberação dos recursos incentivados deverá ser encaminhado pela proponente à ANCINE com os seguintes documentos: I - solicitação de liberação de recursos, de acordo com o Anexo VI; II - apresentação de cronograma atualizado, no qual deve constar a previsão do(s) próximo(s) pedido(s) de liberação de recursos, quando esta se der em mais de uma parcela, conforme especificado no art. 28 desta Instrução Normativa; III - extrato(s) bancário(s) com demonstrativo de todos os depósitos efetuados em conta(s) de captação de recursos incentivados. IV - Termo de Compromisso devidamente firmado pelo representante legal da proponente, na forma do Anexo XII. Art O processo de liberação dos recursos incentivados poderá ocorrer em mais de uma parcela, de acordo com a destinação do projeto e com o limite máximo de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na ANCINE: I - em parcela única, no caso de projeto de atualização tecnológica, independentemente do limite máximo de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na Ancine; II - em duas parcelas, no caso de projeto de implantação ou reforma de complexo de exibição que se enquadrar no limite máximo de 95% (noventa e cinco por cento) de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na ANCINE, sendo que: a) a primeira parcela, correspondente a no máximo 70% (setenta por cento) dos recursos incentivados captados, será liberada após a integralização de no mínimo 70% (setenta por cento) do orçamento global aprovado para a realização do projeto; b) a segunda parcela, correspondente ao saldo dos recursos incentivados depositados nas contas de captação será liberada após aprovação, pela ANCINE, da prestação de contas parcial, nos termos do art. 39 desta Instrução Normativa. III - em três parcelas, no caso de projeto de implantação ou reforma de complexo de exibição que se enquadrar no limite máximo de até 60% (sessenta por cento) de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na ANCINE, sendo que: a) a primeira parcela, correspondente a 40% (quarenta por cento) dos recursos incentivados captados, dar-se-á após a integralização de no mínimo 70% (setenta por cento) do orçamento global aprovado para a realização do projeto; b) a segunda parcela, correspondente a 30% (trinta por cento) dos recursos incentivados captados, dar-se-á após aprovação, pela ANCINE, da primeira prestação de contas parcial nos termos do art. 39 desta Instrução Normativa; c) a terceira parcela, correspondente ao saldo dos recursos incentivados depositados nas contas de captação, dar-se-á após aprovação, pela ANCINE, da segunda prestação de contas parcial, nos termos do art. 39 desta Instrução Normativa, na qual a proponente deve comprovar ter efetivamente utilizado no projeto no mínimo 80% (oitenta por cento) dos recursos advindos das outras fontes orçamentárias descritas no art. 11 desta Instrução Normativa, tal como conste no orçamento global aprovado na ANCINE. 1º O valor das parcelas dos recursos liberados terá como referência percentual calculado sobre o montante depositado na(s) conta(s) de captação, no momento da data do pedido, pela proponente, da transferência dos recursos para a(s) conta(s) de movimentação. 2º A proponente poderá solicitar à ANCINE parcelas adicionais de liberação de recursos incentivados quando a captação dos mesmos se der: I - após a liberação da parcela única no caso de projetos de atualização tecnológica; II - após a liberação da segunda parcela, no caso de projeto de implantação ou reforma de complexo de exibição que se enquadrar no limite máximo de 95% (noventa e cinco por cento) de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na ANCINE; III - após a liberação da terceira parcela, no caso de projeto de implantação ou reforma de complexo de exibição que se enquadrar no limite máximo de até 60% (sessenta por cento) de recursos incentivados no total do orçamento global aprovado na ANCINE, desde que a proponente comprove, em prestação de contas parcial, a utilização efetiva no projeto de no mínimo 90% (noventa por cento) dos recursos advindos das outras fontes orçamentárias descritas no art. 11 desta Instrução Normativa, tal como conste no orçamento global aprovado na ANCINE. 3º Para os casos referidos nos incisos II e III do caput deste artigo, poderá haver a liberação dos recursos em uma única parcela, desde que a proponente comprove a integralização de, no mínimo, 85% (oitenta e cinco por cento) do orçamento global aprovado para a realização do projeto. Art O pedido de liberação de recursos incentivados, à exceção daquele especificado no art. 27 e parágrafos, deverá ser encaminhado à ANCINE com a seguinte documentação: I - solicitação de liberação de recursos, de acordo com o Anexo VI; II - prestação de contas parcial dos recursos orçamentários realizados, conforme art. 39 desta Instrução Normativa. Art O prazo para análise do pedido de liberação dos recursos será de até 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data do protocolo na ANCINE. 1º Caso haja diligência documental, o prazo referido de que trata o caput deste artigo será suspenso na data de recebimento, pela proponente, de carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR). 2º Após o cumprimento das exigências, o prazo de que trata o caput deste artigo prosseguirá pelo período remanescente. 3 º Caso o projeto esteja em análise de prestação de contas parcial, o prazo referido no caput deste artigo ficará suspenso da data da apresentação da prestação parcial até a data de sua aprovação. 4º. O não-atendimento das exigências em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, comprovado por Aviso de Recebimento (AR) implicará o indeferimento do pedido de autorização de movimentação de recursos incentivados. 5º Após a aprovação da solicitação de que trata o caput, a autorização de liberação de recursos será encaminhada formalmente à instituição financeira pública credenciada pela ANCINE. CAPÍTULO IX DO REMANEJAMENTO DE RECURSOS INCENTIVA- DOS Art As fontes de recursos incentivados aprovadas para o projeto poderão ser remanejadas entre si, desde que não haja alteração do valor global dos recursos incentivados no orçamento aprovado pela ANCINE. Art O remanejamento das fontes de recursos poderá ser autorizado pela ANCINE por solicitação da proponente, acompanhada da seguinte documentação: I - solicitação de remanejamento de acordo com o Anexo VII; II - relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; III - relatório completo de execução do projeto, conforme Anexo IV, para projeto que já tenha obtido liberação de recursos incentivados; Art A análise da solicitação de remanejamento do projeto terá como critério, além do disposto no art. 14 desta Instrução Normativa, a regularidade quanto à utilização dos recursos captados. 1º - O prazo de análise do remanejamento será de até 15 (quinze) dias, contados a partir da data do protocolo na ANCINE. 2º - Caso haja diligência documental, o prazo referido no 1º deste artigo será suspenso na data de recebimento, pela proponente, de carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR). 3º - Após o cumprimento das exigências, o prazo referido no 1º deste artigo prosseguirá pelo período remanescente. 4º - O não-atendimento das exigências em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR) implicará o indeferimento do pedido de remanejamento. Art A comprovação de aprovação do remanejamento do projeto far-se-á mediante ato publicado no Diário Oficial da União. Parágrafo único. O ato de aprovação do remanejamento conterá as seguintes informações: I - título do projeto e número no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC); II - número do processo administrativo na ANCINE; III - razão social da proponente; IV - número do registro da proponente no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ); V - município e unidade da federação de origem da proponente; VI - valor total do projeto; VII - valor autorizado de captação, por modalidade de incentivo; VIII - nome do banco, agência e conta corrente de captação destinada ao depósito dos recursos incentivados; IX - prazo autorizado para captação. CAPÍTULO X DO REDIMENSIONAMENTO DO PROJETO Art O projeto poderá ser redimensionado uma única vez, por solicitação da proponente, acompanhada de justificativa para as modificações propostas, conforme Anexo VIII, e da seguinte documentação: I - novo orçamento detalhado do projeto, destacando os itens redimensionados, conforme Anexo II-A, II-B ou II-C, de acordo com a destinação do projeto; II - relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; III - relatório completo de execução do projeto, conforme Anexo IV, para projeto que já tenha obtido liberação de recursos incentivados; IV - recibo de captação dos recursos incentivados, conforme Anexo V, no caso de captação através do mecanismo do art. 1º-A da lei nº de 20 de julho de 1993; V - recibo de subscrição de certificado de investimento audiovisual, no caso de captação pelo mecanismo disposto no 5º do art. 1º, da Lei nº , de 20 de julho de 1993; VI - extrato bancário da conta de captação de recursos incentivados, desde a data de abertura da conta ou desde a data da última apresentação dos extratos à ANCINE; VII - prestação de contas parcial, para projetos que já obtiveram autorização para movimentação de conta-corrente de captação. Art Para projeto que já tenha obtido liberação de recursos incentivados, o novo valor do orçamento global, derivado do redimensionamento a que se refere o caput deste artigo, não poderá ser superior a 130% (cento e trinta por cento) ou inferior a 70% (setenta por cento) do orçamento global originalmente aprovado. Art A análise da solicitação de redimensionamento do projeto terá como critério, além do disposto no art. 14 desta Instrução Normativa, a regularidade quanto à utilização dos recursos captados para o projeto. 1º - O prazo de análise do redimensionamento será de até 45 (quarenta e cinco) dias, contados a partir da data do protocolo na ANCINE. 2º - Caso haja diligência documental, o prazo referido no 1º deste artigo será suspenso na data de recebimento pela proponente, de carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR).

8 8 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de º Caso o projeto esteja em análise de prestação de contas parcial, o prazo referido no 1º deste artigo ficará suspenso da data da apresentação da prestação parcial até a data de sua aprovação; 4º - Após o cumprimento das exigências, o prazo referido no 1º deste artigo prosseguirá pelo período remanescente. 5º - O não-atendimento das exigências em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, comprovada por Aviso de Recebimento (AR) implicará o indeferimento do pedido de redimensionamento. Art A comprovação de aprovação do redimensionamento do projeto far-se-á mediante ato de aprovação publicado no Diário Oficial da União. Parágrafo único. O ato de aprovação do redimensionamento conterá as seguintes informações: I - título do projeto e número no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC); II - número do processo administrativo na ANCINE; III - razão social da proponente; IV - número do registro da proponente no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica -(CNPJ); V - município e unidade da federação de origem da proponente; VI - valor total do projeto; VII - valor autorizado de captação, por modalidade de incentivo; VIII - nome do banco, agência e conta corrente de captação destinada ao depósito dos recursos incentivados; IX - prazo autorizado para captação. CAPÍTULO XI DA PRESTAÇÃO DE CONTAS Art A prestação de contas parcial deverá incluir os seguintes documentos: I - demonstrativo do orçamento aprovado em relação ao orçamento executado, conforme Anexo IX; II - relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; III - relação dos pagamentos efetuados, conforme Anexo X; IV - demonstrativo financeiro dos extratos bancários da(s) conta(s) de captação e da(s) conta(s) de movimentação de recursos incentivados, conforme Anexo XI; V - extratos bancários da(s) conta(s) de captação e da(s) conta(s) de movimentação dos recursos incentivados desde a data da última apresentação dos extratos à ANCINE até a data do envio da prestação de contas parcial. Art A prestação de contas final deverá ser apresentada em até 18 (dezoito) meses após a primeira liberação dos recursos incentivados, composta dos seguintes documentos: I - demonstrativo do orçamento aprovado em relação ao orçamento executado, conforme Anexo IX; II - relação dos pagamentos efetuados, conforme Anexo X; III - demonstrativo financeiro dos extratos bancários da(s) conta(s) de captação e da(s) conta(s) de movimentação de recursos incentivados, conforme Anexo XI; IV- extratos bancários da(s) conta(s) de captação e da(s) conta(s) de movimentação dos recursos incentivados compreendendo o período de recebimento da primeira parcela até o último pagamento; V - comprovante de encerramento da(s) conta(s) de captação e da(s) conta(s) de movimentação dos recursos incentivados; VI - comprovante do recolhimento do saldo das contas correntes de captação e de movimentação de recursos, quando houver, ao Fundo Nacional de Cultura, alocado na categoria de programação específica denominada Fundo Setorial do Audiovisual; VII - cancelamento do saldo do registro da emissão e distribuição de certificado de investimento audiovisual não integralizados, junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para projetos aprovados pelo 5º do art. 1º da Lei nº , de 20 de julho de 1993; VIII - registro da sala de exibição na ANCINE; IX - alvará de funcionamento da sala de exibição. 1º Após a conclusão da análise da documentação disposta no caput deste artigo, a ANCINE enviará à proponente correspondência informando a aprovação ou o indeferimento da prestação de contas do projeto. 2º Em caso de aprovação da prestação de contas final, o processo referente ao projeto de infra-estrutura técnica será considerado concluído e arquivado. CAPÍTULO XII DO CANCELAMENTO DO PROJETO Art A proponente poderá solicitar a qualquer momento o cancelamento do projeto, nas seguintes condições: I - Quando o projeto não possuir captação de recursos incentivados, apresentada a seguinte documentação: a) extrato completo das contas correntes de captação; b) comprovação de encerramento das contas de captação junto à instituição financeira pública credenciada pela ANCINE; e c) cancelamento do registro da emissão e distribuição de certificado de investimento audiovisual junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), para projetos aprovados pelo 5º do art. 1º da Lei nº , de 20 de julho de II - Para projetos que possuem captação de recursos, observado o disposto no art. 43 desta Instrução Normativa, acompanhada da seguinte documentação: a) relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; b) extrato completo das contas correntes de captação; e c) informação sobre a destinação dos recursos captados. Parágrafo único: Após o atendimento e análise da documentação, a ANCINE comunicará o cancelamento do projeto à proponente e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), quando este contar com previsão de captação de recursos incentivados através do mecanismo disposto no art. 1º da Lei nº 8.685, de 20 de julho de Art A ANCINE poderá providenciar o cancelamento do projeto, sem anuência da proponente, quando: I - a diligência documental não for atendida em até 30 (trinta) dias da data do recebimento de carta da ANCINE, enviada via correio, com Aviso de Recebimento (AR); II - a solicitação de prorrogação do prazo de captação de recursos não tenha sido feita até o dia 31 (trinta e um) de março do exercício seguinte ao último exercício autorizado para captação. III - quando a prorrogação de prazo não for aprovada pela Diretoria Colegiada. 1 A ANCINE solicitará à proponente a documentação relacionada no art. 41 desta Instrução Normativa, que deverá ser entregue em até 30 (trinta) dias da data de recebimento da carta de diligência, sob pena de a proponente ser considerada inadimplente junto à ANCINE. 2 Após o atendimento e análise da documentação, a AN- CINE comunicará o cancelamento do projeto à proponente. CAPÍTULO XIII DA DESTINAÇÃO DOS RECURSOS NÃO UTILIZA- DOS Art Encerrado o prazo autorizado para captação de recursos incentivados, caso não haja condições ou interesse da proponente em realizar o projeto, os valores depositados na(s) conta(s) de captação poderão ser destinados: I - ao Fundo Nacional de Cultura, alocado na categoria de programação específica denominada Fundo Setorial do Audiovisual; II - como reinvestimento em outro(s) projeto(s) aprovado(s) pela ANCINE, desde que utilizados os mesmos mecanismos de incentivo, apresentada a seguinte documentação: a) anuência expressa dos investidores ou patrocinadores, autorizando o reinvestimento; b) relatório completo de captação efetivada, conforme Anexo III; c) extrato bancário da conta de captação de recursos incentivados, desde a data de abertura da conta ou desde a última apresentação dos extratos à ANCINE. 1º O reinvestimento deverá ser solicitado até 30 (trinta) dias corridos do término do prazo autorizado para captação de recursos incentivados. 2º O reinvestimento somente poderá ocorrer para fins de viabilização imediata da liberação de recursos de que trata o Capítulo VIII desta Instrução Normativa. 3º - O reinvestimento referente aos recursos incentivados através do 5º do art. 1º, da Lei nº , de 20 de julho de 1993, deverá ser comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), pela proponente do projeto que está sendo cancelado, por intermédio do líder da distribuição dos certificados de investimento audiovisual. 4º - Para o reinvestimento referente aos recursos incentivados através do 5º do art. 1º, da Lei nº , de 20 de julho de 1993, será considerado o valor de face dos Certificados de Investimento Audiovisual, sendo vedadas quaisquer remunerações pela operação. 5º - A transferência de recursos incentivados da conta de captação do projeto cancelado para a conta de captação do projeto beneficiário do reinvestimento ocorrerá após autorização expressa da ANCINE, encaminhada à instituição financeira pública credenciada pela ANCINE. CAPÍTULO XIV DA NÃO-EXECUÇÃO DO PROJETO Art A proponente que tenha movimentado recursos da conta de movimentação e que não concluir o projeto nos prazos e condições estabelecidos, estará sujeita às penalidades previstas na legislação em vigor. 1º No caso de projeto apoiado com recursos incentivados da Lei n , de 20 de julho de 1993, o não-cumprimento do mesmo, a não-efetivação do investimento ou a sua realização em desacordo com o ato de aprovação implicam a devolução dos benefícios concedidos, acrescidos de correção monetária, juros e demais encargos previstos na legislação do imposto de renda. 2º Sobre o débito corrigido incidirá multa de 50% (cinqüenta por cento). 3º No caso de cumprimento de mais de 70% (setenta por cento) sobre o valor orçado do projeto, a devolução será proporcional à parte não cumprida. CAPÍTULO XV DAS OBRIGAÇÕES ADICIONAIS DA PROPONENTE Art Para complexos que tenham sido beneficiados por recursos incentivados de que trata esta Instrução Normativa, fica estabelecido o acréscimo de 30% (trinta por cento) no número de dias de exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem fixado anualmente em Decreto do Presidente da República, conforme disposto no art. 55, da Medida Provisória n , de 06 de setembro de º O acréscimo referido no caput deverá ser cumprido por 06 (seis) anos no caso de projeto de implantação e de 03 (três) anos no caso de projeto de reforma ou atualização tecnológica. 2º A forma de cumprimento e fiscalização do acréscimo de cota de tela referido no caput observará, no que couber, o disposto em Instrução Normativa específica que regulamenta o cumprimento e aferição semestral da exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem por complexos de exibição. 3º O percentual de acréscimo fixado no caput deste artigo poderá ser reduzido, exclusivamente nos casos de comprovada onerosidade excessiva, em razão da variação do número de dias de exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longametragem, a critério da Diretoria Colegiada, após solicitação da proponente. 4º A assunção da obrigação do caput deste artigo far-se-á mediante celebração de Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. 5º O descumprimento da obrigação do caput deste artigo implicará a incidência de multa progressiva conforme disciplinado em Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. Art Para os projetos de infra-estrutura técnica beneficiados por esta Instrução Normativa, a proponente deverá fazer constar em placa de aço escovado, do tamanho de 40 centímetros de largura por 26 cm de altura, ao lado da bilheteria em local de fácil acesso e leitura, o seguinte texto, de acordo com sua destinação: I - No caso de implantação de complexo de exibição: "ESTE CINEMA FOI IMPLANTADO COM APOIO DA AGÊNCIA NA- CIONAL DO CINEMA - ANCINE, POR INTERMÉDIO DA LEI N. ". II - No caso de reforma de complexo de exibição: "ESTE CINEMA FOI REFORMADO COM APOIO DA AGÊNCIA NA- CIONAL DO CINEMA - ANCINE, POR INTERMÉDIO DA LEI N. ". III - No caso de atualização tecnológica de complexo de exibição,: "ESTE CINEMA RECEBEU APOIO DA AGÊNCIA NA- CIONAL DO CINEMA - ANCINE, POR INTERMÉDIO DA LEI N. PARA ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA DE SEUS EQUI- PA M E N TO S ". IV - No caso do projeto de infra-estrutura técnica contemplar, cumulativamente, reforma de complexo de exibição e atualização tecnológica de complexo de exibição: "A REFORMA DESTE CINEMA E ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA DE SEUS EQUI- PAMENTOS RECEBEU APOIO DA AGÊNCIA NACIONAL DO CINEMA - ANCINE, POR INTERMÉDIO DA LEI N ". 1º A logomarca da ANCINE, em cores, deverá preceder os dizeres relacionados no caput deste artigo, alinhada ao centro da placa, conforme especificado no sítio da ANCINE na internet. 2º A assunção da obrigação do caput deste artigo far-se-á mediante celebração de Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. 3º O descumprimento da obrigação do caput deste artigo implicará a incidência de multa progressiva conforme disciplinado em Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. Art A eventual alienação, locação ou arrendamento do complexo de exibição implantado ou reformado, assim como a alienação e locação dos equipamentos adquiridos, com participação de recursos incentivados regulamentados por essa Instrução Normativa, implicará a incidência de multa simples fixada no montante de 100% (cem por cento) dos benefícios concedidos, conforme disciplinado em Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. 1º O disposto no caput se aplica no prazo limite de: I - 06 (seis) anos, no caso de projeto de implantação de complexo de exibição; II - 03 (três) anos, no caso de projeto de reforma ou atualização tecnológica de complexo de exibição; 2º A assunção da obrigação do caput deste artigo far-se-á mediante celebração de Termo de Compromisso, na forma do Anexo XII. CAPÍTULO XVI DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art A ANCINE poderá solicitar à proponente, a qualquer tempo, outros documentos que entenda necessários à tramitação do processo relativo ao projeto de infra-estrutura técnica. Art É vedada a aprovação de projeto de infra-estrutura técnica para o segmento de salas de exibição àquele proponente que tenha descumprido total ou parcialmente a obrigatoriedade no número de dias de exibição de obras cinematográficas brasileiras de longametragem, fixado anualmente, e da entrega dos relatórios de exibição previstos pelo art. 18 da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de Art A proponente do projeto a ser realizado com a utilização do incentivo previsto na Lei nº , de 06 de fevereiro de 2001, deverá apresentar, no momento anterior à conversão de títulos, carta da proponente da conversão, constituindo como mandatária instituição financeira integrante do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC), com poderes para negociar no mercado secundário, ao par, com ágio ou deságio, as NTN-D, de que trata a Portaria nº. 202, de 1996, do Ministério da Fazenda. Art O processamento dos projetos de infra-estrutura protocolados e regularmente aprovados na Agência Nacional do Cinema - ANCINE até a vigência desta Instrução Normativa obedecerá, até o término da sua prestação de contas, as normas de regência da Instrução Normativa n. 20, de 17 de novembro de Art Para efeito desta Instrução Normativa, as cidadessatélites do Distrito Federal serão consideradas como municípios. Art Os casos omissos e as excepcionalidades referentes a esta Instrução Normativa, serão decididos pela Diretoria Colegiada da ANCINE. Art Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. MANOEL RANGEL Diretor-Presidente

9 <!ID > Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN ANEXO I - A SOLICITAÇÃO DE ANÁLISE E ENQUADRAMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO. 1-.IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 TÍTULO 1.2 PROPONENTE 1.3 NÚMERO DE REGISTRO DE EMPRESA NA ANCINE 2- MECANISMOS DE APOIO SOLICITADOS 2.1 ( ) Art.1º Audiovisual (Lei 8.685/93) 2.2 (...) Art.1º-A Audiovisual (Lei 86.85/393) 2.3 (...) Lei /01 (Conversão da dívida) 3- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3.1 ( ) Quantidade de Salas de Exibição 3.2 Localização (Cidade) 4- DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO ENVIADA(ASSINALAR OS ITENS QUE SEGUEM EM ANEXO) 4.1 Cópia do Certificado de Registro da empresa na ANCINE. 4.2 Cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual. 4.3 Cópia autenticada do RG do representante legal da empresa proponente. 4.4 Cópia autenticada do CPF do representante legal da empresa proponente. 4.5 Certidão Conjunta negativa de Débitos Relativos à Tributos Federais e à Dívida Ativa da União 4.6 Certificado de regularidade perante o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço-FGTS. 4.7 Certidão negativa de débito do INSS 4.8 Comprovação do direito real de propriedade sobre as salas de exibição, se for o caso 4.9 Autorização para realização de acréscimo ou benfeitoria em imóvel alheio, se for o caso 4.10 Cópia de folheto ou manual técnico descritivo dos equipamentos e maquinários novos acompanhado de tradução de texto Comprovação do preço dos equipamentos ou maquinários novos na origem e, caso seja bem importado, do preço final Comprovação do preço dos serviços acessórios Carta com indicação da agência bancária da instituição financeira pública credenciada pela ANCINE, para abertura de conta de captação Cópia do projeto arquitetônico compreendendo planta baixa, cortes laterais e frontais, simulação visual dos espaços internos e fachada Relatório detalhado das obras e serviços de engenharia (para conforto e comodidade do público) Cópia do projeto técnico de imagem e som Cópia do projeto acústico Cópia do projeto elétrico Cópia do projeto da rede telefônica e/ou lógica Cópia do projeto hidráulico e sanitário Cópia do projeto do sistema de refrigeração, ventilação e exaustão Cópia do projeto de segurança Cópia do projeto de controle e combate a fogo Cópia do projeto de acesso facilitado e privilegiado a pessoas com necessidades especiais Plantas e croquis de instalação de equipamentos e maquinários Orçamento analítico - Anexo II-A 4.27 Cópia do orçamento analítico e cronograma de execução em CD-ROM. Outros IDENTIFICAÇÃO DA PROPONENTE 5.1 Nome 5.2 Endereço- correspondência 5.3 Município 5.4 CEP 5.5-Telefone (DDD+Número) 5.6-Fax (DDD+Número) 5.7-Endereço Eletrônico ( ) RESPONSÁVEL LEGAL 5.8-Nome 5.9- C.I./ órgão expedidor 6- MEMORIAL DESCRITIVO 7- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO EQUIPAMENTO OU MAQUINÁRIO NOVO, SE FOR O CASO. 8- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO SERVIÇO ACESSÓRIO, SE FOR O CASO. 9- FONTES DE RECURSOS RECURSOS VALORES (R$) 9.1 ART.1º-Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.2 ART.1º-A- Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.3 Lei /01 (Conversão da Dívida) 9.4 OUTRAS FONTES 9.5 RECURSOS PRÓPRIOS/CONTRAPARTIDA (mínimo obrigatório de 5%) 9.6 TOTAL 10- RESUMO GERAL DO ORÇAMENTO ITENS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURAÇÃO VALORES (R$) Projetos Obra Civil Poltronas Equipamentos Despesas Administrativas Impostos sobre Importados Ar Condicionado Instalação de Equipamentos Frisos e Serviços Luminosos Imobiliário e Escritório Identificação Visual Seguros Equipamento de Informática

10 10 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de 2007 VALOR DE EXECUÇÃO DO PROJETO Coordenação e Colocação (limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO R$ 0, CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E TA PA S SEMANAS/ MESES PERÍODO ESTIMADO DECLARAÇÃOES OBRIGATÓRIAS DA REGULARIDADE FISCAL Declaro não estar inadimplente com a União, inclusive com as contribuições que tratam os arts.195 e 239 da Constituição Federal, com o FGTS, com o INSS, e com transferências recebidas anteriormente da Administração Pública Federal, através de convênios, acordos, ajustes, subvenções sociais, contribuições, auxílios e instrumentos congêneres. DA EMPRESA PROPONENTE Declaro ser empresa exibidora brasileira, conforme definido nos termos da MP 2.228/01, tendo em seu objeto social a atividade de exibição pública. DA COTA DE TELA ADICIONAL Declaro que irei cumprir com o acréscimo de 30% (trinta por cento) no número de dias de exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem fixado anualmente em Decreto do Presidente da República, conforme disposto no artigo 55, da Medida Provisória nº , de 06 de setembro de 2001, no complexo objeto deste projeto, durante o prazo de 6 (seis) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DA VEDAÇÃO DE VENDA DAS OBRAS E EQUIPAMENTOS ADQUIRIDOS Declaro que todos os equipamentos e obras adquiridos para a realização deste projeto não serão alienados durante o prazo de 6 (seis) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE DA CONTRAPARTIDA Declaro, para todos os fins de direito, ser de exclusiva responsabilidade da empresa que represento a integralização do percentual de contrapartida dos recursos necessários á realização do projeto, em conformidade ao orçamento apresentado de acordo com o inciso I, 2º e 5º do art.18 da Lei de 13 de maio de DOS CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS Estou ciente da obrigatoriedade de fazer constar em placa no saguão principal, em local de fácil acesso e leitura os dizeres constantes do artigo 46 desta Instrução Normativa e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DAS INFORMAÇÕES Declaro, para todos os fins de direito, que as informações prestadas no projeto, inclusive nos anexos, são verdadeiras e de minha inteira e exclusiva responsabilidade, na responsabilidade, na representação da empresa sendo passível de comprovação a qualquer tempo. LOCAL/ DATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL ANEXO I -B SOLICITAÇÃO DE ANÁLISE E ENQUADRAMENTO DE PROJETOS DE REFORMA DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO 1-.IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 TÍTULO 1.2 PROPONENTE 1.3 NÚMERO DE REGISTRO DE EMPRESA NA ANCINE 2- MECANISMOS DE APOIO SOLICITADOS 2.1 ( ) Art.1º Audiovisual (Lei 8.685/93) 2.2 (...) Art.1º-A Audiovisual (Lei 86.85/393) 2.3 (...) Lei /01 (Conversão da dívida) 3- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3.1 ( ) Quantidade de Salas de Exibição 3.2 Localização (Cidade) 4- DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO ENVIADA(ASSINALAR OS ITENS QUE SEGUEM EM ANEXO) 4.1 Cópia do Certificado de Registro da empresa na ANCINE. 4.2 Cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual. 4.3 Cópia autenticada do RG do representante legal da empresa proponente. 4.4 Cópia autenticada do CPF do representante legal da empresa proponente. 4.6 Certificado de regularidade perante o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço-FGTS. 4.7 Certidão negativa de débito do INSS 4.8 Comprovação do direito real de propriedade sobre as salas de exibição, se for o caso. 4.9 Autorização para realização de acréscimo ou benfeitoria em imóvel alheio, se for o caso 4.10 Cópia de folheto ou manual técnico descritivo dos equipamentos e maquinários novos acompanhado de tradução de texto Comprovação do preço dos equipamentos ou maquinários novos na origem e, caso seja bem importado, do preço final Comprovação do preço dos serviços acessórios Carta com indicação da agência bancária da instituição financeira pública credenciada pela ANCINE, para abertura de conta de captação Cópia do projeto de reforma arquitetônica compreendendo planta baixa, cortes laterais e frontais, simulação visual dos espaços internos e fachada Relatório detalhado das obras de reforma e serviços de engenharia (para conforto e comodidade do público) Cópia do projeto técnico de reforma de imagem e som Cópia do projeto de reforma acústica Cópia do projeto de reforma elétrica Cópia do projeto de reforma da rede telefônica e/ou lógica Cópia do projeto de reforma hidráulica e sanitária Cópia do projeto de reforma do sistema de refrigeração, ventilação e exaustão 4.22 Cópia do projeto de segurança Cópia do projeto de controle e combate a fogo Cópia do projeto de acesso facilitado e privilegiado a pessoas com necessidades especiais 4.25 Plantas e croquis de instalação de equipamentos e maquinários Orçamento analítico - Anexo II-B Cópia do orçamento analítico e cronograma de execução em CD-ROM. Outros

11 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN IDENTIFICAÇÃO DA PROPONENTE 5.1 Nome 5.2 Endereço- correspondência 5.3 Município 5.4 CEP 5.5-Telefone (DDD+Número) 5.6-Fax (DDD+Número) 5.7-Endereço Eletrônico ( ) RESPONSÁVEL LEGAL 5.8-Nome 5.9- C.I./ órgão expedidor 7- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO EQUIPAMENTO OU MAQUINÁRIO NOVO, SE FOR O CASO. 8- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO SERVIÇO ACESSÓRIO, SE FOR O CASO. 9- FONTES DE RECURSOS RECURSOS VALORES (R$) 9.1 ART.1º-Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.2 ART.1º-A- Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.3 Lei /01 (Conversão da Dívida) 9.4 OUTRAS FONTES 9.5 RECURSOS PRÓPRIOS/CONTRAPARTIDA (mínimo obrigatório de 5%) 9.6 TOTAL 10- RESUMO GERAL DO ORÇAMENTO ITENS DESCRIÇÃO DURAÇÃO VALORES (R$) DAS AT I V I D A D E S Projetos Obra Civil Poltronas Equipamentos Importados Despesas Administrativas Impostos sobre Importados Ar Condicionado Instalação de Equipamentos Frisos e Serviços Luminosos Mobiliário e Escritório Identificação Visual Seguros Equipamento de Informática VALOR DE EXECUÇÃO DO PROJETO Coordenação e Colocação (limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO R$ 0, CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E TA PA S SEMANAS/ MESES PERÍODO ESTIMADO DECLARAÇÃOES OBRIGATÓRIAS DA REGULARIDADE FISCAL Declaro não estar inadimplente com a União, inclusive com as contribuições que tratam os arts.195 e 239 da Constituição Federal, com o FGTS, com o INSS, e com transferências recebidas anteriormente da Administração Pública Federal, através de convênios, acordos, ajustes, subvenções sociais, contribuições, auxílios e instrumentos congêneres. DA EMPRESA PROPONENTE Declaro ser empresa exibidora brasileira, conforme definido nos termos da MP 2.228/01, tendo em seu objeto social a atividade de exibição pública. DA COTA DE TELA ADICIONAL Declaro que irei cumprir com o acréscimo de 30% (trinta por cento) no número de dias de exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem fixado anualmente em Decreto do Presidente da República, conforme disposto no artigo 55, da Medida Provisória nº , de 6 de setembro de 2001, no complexo deste projeto, durante o prazo de 3 (três) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DA VEDAÇÃO DE VENDA DAS OBRAS E EQUIPAMENTOS ADQUIRIDOS Declaro que todos os equipamentos e obras adquiridos para a realização deste projeto não serão alienados durante o prazo de 3 (três) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE DA CONTRAPARTIDA Declaro, para todos os fins de direito, ser de exclusiva responsabilidade da empresa que represento a integralização do percentual de contrapartida dos recursos necessários á realização do projeto, em conformidade ao orçamento apresentado de acordo com o inciso I, 2º e 5º do art.18 da Lei de 13 de maio de DOS CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS Estou ciente da obrigatoriedade de fazer constar em placa no saguão principal, em local de fácil acesso e leitura os dizeres constantes do artigo 46 desta Instrução Normativa e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DAS INFORMAÇÕES Declaro, para todos os fins de direito, que as informações prestadas no projeto, inclusive nos anexos, são verdadeiras e de minha inteira e exclusiva responsabilidade, na responsabilidade, na representação da empresa sendo passível de comprovação a qualquer tempo. LOCAL/ DATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL

12 <!ID > 12 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de 2007 ANEXO I -C SOLICITAÇÃO DE ANÁLISE E ENQUADRAMENTO DE PROJETOS DE ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO 1-.IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 TÍTULO 1.2 PROPONENTE 1.3 NÚMERO DE REGISTRO DE EMPRESA NA ANCINE 2- MECANISMOS DE APOIO SOLICITADOS 2.1 ( ) Art.1º Audiovisual (Lei 8.685/93) 2.2 (...) Art.1º-A Audiovisual (Lei 86.85/393) 2.3 (...) Lei /01 (Conversão da dívida) 3- FINALIDADE DO PROJETO 3.1 (Descrever) 3.2 Localização (Cidade) 4- DOCUMENTAÇÃO DO PROJETO ENVIADA(ASSINALAR OS ITENS ANEXADOSS CONFORME A DESTINAÇÃO DO PROJETO) 4.1 Cópia do Certificado de Registro da empresa na ANCINE. 4.2 Cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual. 4.3 Cópia autenticada do RG do representante legal da empresa proponente. 4.4 Cópia autenticada do CPF do representante legal da empresa proponente. 4.5 Certidão Conjunta negativa de Débitos Relativos à Tributos Federais e à Dívida Ativa da União. 4.6 Certificado de regularidade perante o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço-FGTS. 4.7 Certidão Negativa de Débito da Previdência Social - INSS 4.8 Comprovação do direito real de propriedade sobre as salas de exibição, se for o caso 4.9 Autorização para realização de acréscimo ou benfeitoria em imóvel alheio, se for o caso Cópia de folheto ou manual técnico descritivo dos equipamentos e maquinários novos acompanhado de tradução de texto Comprovação do preço dos equipamentos ou maquinários novos na origem e, caso seja bem importado, do preço final Comprovação do preço dos serviços acessórios Carta com indicação da agência bancária da instituição financeira pública credenciada pela ANCINE, para abertura de conta de captação Cópia do projeto arquitetônico compreendendo planta baixa, cortes laterais e frontais, simulação visual dos espaços internos e fachada Relatório detalhado das obras de atualização tecnológica e serviços de engenharia Cópia do projeto técnico de atualização de imagem e som Cópia do projeto de atualização tecnológica acústica Cópia do projeto de atualização tecnológica elétrica Cópia do projeto de atualização tecnológica da rede telefônica e/ou lógica Cópia do projeto de atualização tecnológica de segurança Cópia do projeto de atualização tecnológica de controle e combate a fogo 4.22 Cópia do projeto de segurança Cópia do projeto de controle e combate a fogo Plantas e croquis de instalação de equipamentos e maquinários Orçamento analítico - Anexo II-C Cópia do orçamento analítico e cronograma de execução em CD-ROM Outros IDENTIFICAÇÃO DA PROPONENTE 5.1 Nome 5.2 Endereço- correspondência 5.3 Município 5.4 CEP 5.5-Telefone (DDD+Número) 5.6-Fax (DDD+Número) 5.7-Endereço Eletrônico ( ) RESPONSÁVEL LEGAL 5.8-Nome 5.9- C.I./ órgão expedidor 6- MEMORIAL DESCRITIVO 7- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO EQUIPAMENTO OU MAQUINÁRIO NOVO, SE FOR O CASO. 8- EXPOSIÇÃO SOBRE A DESTINAÇÃO DO SERVIÇO ACESSÓRIO, SE FOR O CASO. 9- FONTES DE RECURSOS RECURSOS VALORES (R$) 9.1 ART.1º-Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.2 ART.1º-A- Lei 8.685/93 (AUDIOVISUAL) 9.3 Lei /01 (Conversão da Dívida) 9.4 OUTRAS FONTES 9.6 TOTAL 10- RESUMO GERAL DO ORÇAMENTO ITENS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DURAÇÃO VALORES (R$) Projetos Obra Civil Poltronas Equipamentos Importados Despesas Administrativas Impostos sobre Importados Ar Condicionado Instalação de Equipamentos Frisos e Serviços Luminosos

13 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN Mobiliário e Escritório Identificação Visual Seguros Equipamento de Informática VALOR DE EXECUÇÃO DO PROJETO Coordenação e Colocação (limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO R$ 0, CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO E TA PA S SEMANAS/ MESES PERÍODO ESTIMADO DECLARAÇÃOES OBRIGATÓRIAS DA REGULARIDADE FISCAL Declaro não estar inadimplente com a União, inclusive com as contribuições que tratam os arts.195 e 239 da Constituição Federal, com o FGTS, com o INSS, e com transferências recebidas anteriormente da Administração Pública Federal, através de convênios, acordos, ajustes, subvenções sociais, contribuições, auxílios e instrumentos congêneres DA EMPRESA PROPONENTE Declaro ser empresa exibidora brasileira, conforme definido nos termos da MP 2.228/01, tendo em seu objeto social a atividade de exibição pública. DA COTA DE TELA ADICIONAL Declaro que irei cumprir com o acréscimo de 30% (trinta por cento) no número de dias de exibição obrigatória de obras cinematográficas brasileiras de longa-metragem fixado anualmente em Decreto do Presidente da República, conforme disposto no artigo 55, da Medida Provisória nº , de 6 de setembro de 2001, no complexo deste projeto, durante o prazo de 3 (três) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DA VEDAÇÃO DE VENDA DAS OBRAS E EQUIPAMENTOS ADQUIRIDOS Declaro que todos os equipamentos e obras adquiridos para a realização deste projeto não serão alienados durante o prazo de 3 (três) anos a contar da conclusão de seu processo e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE DA CONTRAPARTIDA Declaro, para todos os fins de direito, ser de exclusiva responsabilidade da empresa que represento a integralização do percentual de contrapartida dos recursos necessários á realização do projeto, em conformidade ao orçamento apresentado de acordo com o inciso I, 2º e 5º do art.18 da Lei de 13 de maio de DOS CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS Estou ciente da obrigatoriedade de fazer constar em placa no saguão principal, em local de fácil acesso e leitura os dizeres constantes do artigo 46 desta Instrução Normativa e que o não cumprimento do disposto, implicará na minha inadimplência junto à ANCINE. DAS INFORMAÇÕES Declaro, para todos os fins de direito, que as informações prestadas no projeto, inclusive nos anexos, são verdadeiras e de minha inteira e exclusiva responsabilidade, na responsabilidade, na representação da empresa sendo passível de comprovação a qualquer tempo. LOCAL/ DATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL ANEXO II - A ORÇAMENTO DE IMPLANTAÇÃO DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO Título Proponente Registro de Empresa na ANCINE ITENS DESCRIÇÃO unidade quantidade Valor unitário Valor total 1 P R O J E TO S 1.1 Projeto arquitetônico 1.2 Projeto técnico de equipamentos projeção e som 1.3 Projeto acústico 1.4 Projeto de instalação elétrica 1.5 Projeto de instalação da rede telefônica e/ou lógica 1.6 Projeto de instalação hidráulica e sanitário 1.7 Projeto de instalação de ar condicionado e exaustão 1.8 Projeto de instalação de combate a incêndio 1.9 Projeto de sinalização e ambientação 2 OBRA CIVIL 2.1 Instalação da obra 2.2 Demolições, estruturas e alvenarias 2.3 Revestimentos de paredes 2.4 Revestimentos de pisos 2.5 Forros 2.6 Esquadrias 2.7 Pintura 2.8 Instalação elétrica 2.9 Impermeabilização 2.10 Modificação estrutural do imóvel Tratamento acústico 2.12 Despesas fixas (detalhar) 2.13 Mão-de-Obra (detalhar) 3 P O LT R O N A S 3.1 Poltronas 4 EQUIPAMENTOS IMPORTADOS 4.1 Projeção 4.2 Sonorização 4.3 Frete 5 DESPESAS ADMINISTRATIVAS 5.1 Despachante 5.2 Despesas advocatícias 5.3 Registros e taxas 6 IMPOSTOS SOBRE IMPORTADOS 6.1 Imposto de importação 6.2 IPI 6.3 ICMS

14 <!ID > 14 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de Armazenagem 6.5 Marinha mercante 6.6 Cofins 6.7 PIS 6.8 CPMF 7 AR CONDICIONADO 7.1 Aparelho (discriminar) 7.2 Instalação 8 INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS 8.1 Montagem e instalação dos equipamentos de projeção e som 8.2 Regulagem e equalização dos sistemas de projeção e som 8.3 Instalação da cabine de projeção e som 8.4 Montagem da tela 9 FRISOS E SERVIÇOS LUMINOSOS 9.1 Perfil de alumínio 9.2 Chapas de acrílico 9.3 Leds luminosos 9.4 Resistores 9.5 Fontes transformadoras 10 MOBILIÁRIO E ESCRITÓRIO 10.1 Mesas 10.2 Cadeiras 10.3 Armários 10.4 Porta cartaz 10.5 Sistema de telefonia 11 IDENTIFICAÇÃO VISUAL Painel externo Painel interno Adesivos Placas indicativas de salas Indicativos de banheiros Bloquitos de sinalização de emergência 12 SEGUROS 12.1 Equipamento de projeção e som 12.2 Te r c e i r o s 13 EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 13.1 Computador 13.2 Bilheterias 13.3 Monitor 13.4 Impressora 13.5 Gaveteiro 13.6 Sistema de ingresso com bilheteria 14 Coordenação e Colocação (Limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO L O C A L / D ATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL ANEXO II -B ORÇAMENTO DE REFORMA DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO Título Proponente Registro de Empresa na ANCINE ITENS DESCRIÇÃO unidade quantidade Valor unitário Valor total 1 P R O J E TO S 1.1 Projeto de reforma arquitetônico 1.2 Projeto técnico de reforma de equipamentos projeção e som 1.3 Projeto de reforma acústica 1.4 Projeto de reforma de instalação elétrica 1.5 Projeto de reforma de rede telefônica e/ou lógica 1.6 Projeto de reforma hidráulica e sanitária 1.7 Projeto de reforma de ar condicionado e exaustão 1.8 Projeto de reforma de combate a incêndio 1.9 Projeto de reforma de sinalização e ambientação 2 OBRA CIVIL 2.1 Instalação da obra 2.2 Demolições, estruturas e alvenarias 2.3 Revestimentos de paredes 2.4 Revestimentos de pisos 2.5 Forros 2.6 Esquadrias 2.7 Pintura 2.8 Instalação elétrica 2.9 Impermeabilização 2.10 Modificação estrutural do imóvel Tratamento acústico

15 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN Despesas fixas (detalhar) 2.13 Mão-de-Obra (detalhar) 3 P O LT R O N A S 3.1 Poltronas 4 EQUIPAMENTOS IMPORTADOS 4.1 Projeção 4.2 Sonorização 4.3 Frete 5 DESPESAS ADMINISTRATIVAS 5.1 Despachante 5.2 Despesas advocatícias 5.3 Registros e taxas 6 IMPOSTOS SOBRE IMPORTADOS 6.1 Imposto de importação 6.2 IPI 6.3 ICMS 6.4 Armazenagem 6.5 Marinha mercante 6.6 Cofins 6.7 PIS 6.8 CPMF 7 AR CONDICIONADO 7.1 Aparelho (discriminar) 7.2 Instalação 8 INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS 8.1 Montagem e instalação dos equipamentos de projeção e som 8.2 Regulagem e equalização dos sistemas de projeção e som 8.3 Instalação da cabine de projeção e som 8.4 Montagem da tela 9 FRISOS E SERVIÇOS LUMINOSOS 9.1 Perfil de alumínio 9.2 Chapas de acrílico 9.3 Leds luminosos 9.4 Resistores 9.5 Fontes transformadoras 10 MOBILIÁRIO E ESCRITÓRIO 10.1 Mesas 10.2 Cadeiras 10.3 Armários 10.4 Porta cartaz 10.5 Sistema de telefonia 11 IDENTIFICAÇÃO VISUAL Painel externo Painel interno Adesivos Placas indicativas de salas Indicativos de banheiros Bloquitos de sinalização de emergência 12 SEGUROS 12.1 Equipamento de projeção e som 12.2 Te r c e i r o s 13 EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 13.1 Computador 13.2 Bilheterias 13.3 Monitor 13.4 Impressora 13.5 Gaveteiro 13.6 Sistema de ingresso com bilheteria 14 Coordenação e Colocação (Limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO L O C A L / D ATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESONSÁVEL LEGAL ANEXO II -C ORÇAMENTO DE ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA DE COMPLEXO DE EXIBIÇÃO Título Proponente Registro de Empresa na ANCINE ITENS DESCRIÇÃO unidade quantidade Valor unitário Valor total 1 P R O J E TO S 1.1 Projeto arquitetônico 1.2 Projeto técnico de atualização de equipamentos 1.3 Projeto de atualização tecnológica acústica 1.4 Projeto de atualização tecnológica de instalação elétrica

16 16 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de Projeto de atualização tecnológica de rede telefônica e/ou lógica 1.6 Projeto de atualização tecnológica de ar condicionado e exaustão 1.7 Projeto de atualização tecnológica de combate a incêndio 1.8 Projeto de atualização tecnológica de sinalização e ambientação 2 OBRA CIVIL 2.1 Instalação da obra 2.2 Demolições, estruturas e alvenarias 2.3 Revestimentos de paredes 2.4 Revestimentos de pisos 2.5 Forros 2.6 Esquadrias 2.7 Pintura 2.8 Instalação elétrica 2.9 Impermeabilização 2.10 Modificação estrutural do imóvel Tratamento acústico 2.12 Despesas fixas (detalhar) 2.13 Mão-de-Obra (detalhar) 3 EQUIPAMENTOS IMPORTADOS 3.1 Projeção 3.2 Sonorização 3.3 Frete 4 DESPESAS ADMINISTRATIVAS 4.1 Despachante 4.2 Despesas advocatícias 4.3 Registros e taxas 5 IMPOSTOS SOBRE IMPORTADOS 5.1 Imposto de importação 5.2 IPI 5.3 ICMS 5.4 Armazenagem 5.5 Marinha mercante 5.6 Cofins 5.7 PIS 5.8 CPMF 6 AR CONDICIONADO 6.1 Aparelho (discriminar) 6.2 Instalação 7 INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS 7.1 Montagem e instalação dos equipamentos de projeção e som 7.2 Regulagem e equalização dos sistemas de projeção e som 7.3 Instalação da cabine de projeção e som 7.4 Montagem da tela 8 FRISOS E SERVIÇOS LUMINOSOS 8.1 Perfil de alumínio 8.2 Chapas de acrílico 8.3 Leds luminosos 8.4 Resistores 8.5 Fontes transformadoras 9 MOBILIÁRIO E ESCRITÓRIO 9.1 Mesas 9.2 Cadeiras 9.3 Armários 9.4 Porta cartaz 9.5 Sistema de telefonia 10 IDENTIFICAÇÃO VISUAL 10.1 Painel externo 10.2 Painel interno 10.3 Adesivos 10.4 Placas indicativas de salas 10.5 Indicativos de banheiros 10.6 Bloquitos de sinalização de emergência 11 SEGUROS Equipamento de projeção e som Te r c e i r o s 12 EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA 12.1 Computador 12.2 Bilheterias 12.3 Monitor 12.4 Impressora 12.5 Gaveteiro 12.6 Sistema de ingresso com bilheteria 13 Coordenação e Colocação (Limite 10%) VALOR TOTAL DO PROJETO L O C A L / D ATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL

17 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 Título 1.2 Número - Salic 1.3 Proponente 1.4 Número -Registro da Empresa 2-PERÍODO DO RELATÓRIO Data de aprovação do projeto: 2.1 DE: 2.2 ATÉ: 3-IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE 3.1 Nome 3.2 CNPJ 3.3 Endereço-correspondência 3.4 complemento 3.5 Município 3.6 UF 3.7 CEP 3.8 Telefone (DDD+número) 3.9 Fax 3.10 Endereço Eletrônico ( ) RESPONSÁVEL LEGAL 3.11 Nome 3.12 C.I./órgão expedidor 3.13 CPF 4-ORÇAMENTO APROVADO / CAPTADO FONTE ANEXO III RELATÓRIO COMPLETO DE CAPTAÇÃO EFETIVADA VA L O R C A P TA Ç Õ E S A P R O VA D O 4.1 ART.1º-Lei 8.685/93 0, ART.1º-A Lei 8.685/93 0, LEI /01 (conversão de dívida) 0, Outras Fontes 0, Contrapartida 0,00 Saldo Total a Captar 0,00 5- EVOLUÇÃO FÍSICA DO PROJETO E TA PA S DATA DE INÍCIO DATA DE TÉRMINO DEMONSTRATTIVO DE CAPTAÇÕES -Apenas para o Art.1º e Art.1º-A da Lei nº /93 Número CAV (certificado de investimento audiovisual)-para captações pelo Art.1º - Lei 8.685/93 / 6.1 NOME INVESTIDOR ART.1º-LEI 8.685/93 CNPJ Data Dep. VALOR (R$) TO TA L 6.2 NOME NVESTIDOR ART.1º-LEI 8.685/93 CNPJ Data Dep. VALOR (R$) TO TA L TOTAL DAS CAPTAÇÕES 7 - A S S I N AT U R A LOCAL /DATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL NOME RELATÓRIO COMPLETO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ANEXO IV IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO TÍTULO DO PROJETO Nº. DO SALIC Nº. DO PROCESSO IDENTIFICAÇÃO DO PROPONENTE EMPRESA PROPONENTE CNPJ Nº. REGISTRO NA ANCINE ENDEREÇO MUNICÍPIO UF CEP SALDO A C A P TA R TELEFONE Nº. (DDD) FAX Nº. (DDD) EMPRESA ENDEREÇO ELETRÔNICO DA RESPONSÁVEL LEGAL DA EMPRESA PROPONENTE NOME IDENTIDADE ORGÃO EXP. CPF TELEFONE Nº. (DDD) CELULAR Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO ENDEREÇO PARTICULAR MUNICÍPIO UF CEP DEMAIS SÓCIOS DA EMPRESA PROPONENTE NOME IDENTIDADE ORGÃO EXP. CPF TELEFONE Nº. (DDD) CELULAR Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO ENDEREÇO PARTICULAR MUNICÍPIO UF CEP NOME IDENTIDADE ORGÃO EXP. CPF

18 <!ID > 18 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de 2007 TELEFONE Nº. (DDD) CELULAR Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO ENDEREÇO PARTICULAR MUNICÍPIO UF CEP NOME IDENTIDADE ORGÃO EXP. CPF TELEFONE Nº. (DDD) CELULAR Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO ENDEREÇO PARTICULAR MUNICÍPIO UF CEP RESPONSÁVEL LEGAL DA EMPRESA PROPONENTE NOME RG ORGÃO EXP. CPF TELEFONE Nº. (DDD) CELULAR Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO ENDEREÇO MUNICÍPIO UF CEP IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO (CONTADOR) NOME/RAZÃO SOCIAL CNPJ Nº. REGISTRO NO CRC ENDEREÇO MUNICÍPIO UF CEP TELEFONE Nº. (DDD) FAX Nº. (DDD) ENDEREÇO ELETRÔNICO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PROJETO (descrever as atividades) LOCAL DATA ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL ANEXO V RECIBO DE CAPTAÇÃO ART. 1º - A - LEI 8.685/93 RECIBO Nº. RECIBO CAPTAÇÃO ART 1º-A Nº. SALIC: Recebi(emos) a importância, abaixo especificada, referente a captação de recursos pelo mecanismo de incentivo fiscal previsto no artigo 1º-Ada Lei nº , de 20/07/93, introduzido pela Lei nº , de 28 de dezembro de DADOS DA CAPTAÇÃO 01- VALOR DO INCENTIVO 02-DATA DO RECEBIMENTO DO INCENTIVO: R$ ( ) 03-BANCO 04-Nº. DA AGÊNCIA 05-Nº. CONTA CORRENTE DADOS DO INCENTIVADOR 06.NOME: 07.CNPJ/CPF 08.ENDEREÇO: 09.CIDADE 10.UF: 11. C E P 12. T E L E F O N E / FA X 13.EMPRESA: ( ) PÚBLICA 14.FAZ PARTE DE ALGUM GRUPO EMPRESARIAL? QUAL? ( )PRIVADA 15. NOME DO DIRIGENTE MÁXIMO DA EMPRESA INCENTIVADORA: DADOS DO PROJETO BENEFICIADO 16.NOME: 17:PROPONENTE: 18.ENDEREÇO: 19. T E L E F O N E / FA X 20.CIDADE 21.UF 22.CEP: 23.DATA DA PUBLICAÇÃO DA DELIBERAÇÃO DE APROVAÇÃO NO DOU: 24.DATA DA PUBLICAÇÃO NO DOU DE PRORROGAÇÃO PARA O PRESENTE EXERCÍCIO: DADOS DO DECLARANTE 25.NOME: 26.CPF: 27.CARGO: 28.TELEFONE: 2 9. L O C A L / D ATA : 3 0. A S S I N AT U R A 1ª VIA- ICENTIVADOR /2ªVIA - ANCINE / 3ªVIA - EMITENTE À Agência Nacional do Cinema - ANCINE Ref: Solicitação de liberação de recursos incentivados ANEXO VI SOLICITAÇÃO DE LIBERAÇÃO DE RECURSOS Local e data Projeto Salic Nº.Processo Proponente Nº.Registro na ANCINE CNPJ Prezados Senhores, Tendo em vista os critérios constantes dos artigos 27, 28 e 29 Instrução Normativa, solicitamos a autorização para liberação de recursos das contas correntes abaixo relacionadas, que conforme os extratos bancários e contratos enviados em anexo, atingem o percentual mínimo exigido pela legislação para a utilização de recursos incentivados.

19 Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de ISSN RECURSOS CAPTADOS Informações da(s) Conta(s) Corrente(s) Demonstrativo Financeiro Mecanismo Banco Agência C/C Valor Aprovado Valor Em Contratos Valor Depositado Em C/C Art.1º-Lei 8.685/93 Art.1º-A Lei 8.685/93 Art.1º Lei /01 Outras Fontes Financia-mento Bancário Contrapar-tida TO TA I S CRITÉRIOS (Conforme artigo 27 desta Instrução Normativa) VALOR DO PROJETO R$ % (Total-Coordenação e Colocação) TOTAL VALORES CAPTADOS (contratos, rendimentos e contrapartida)- mínimo de 70% em relação ao valor do orçamento aprovado R$ % para o projeto Atenciosamente, Assinatura do Responsável Legal Nome Papel timbrado da empresa À Agência Nacional do Cinema - ANCINE Assunto: Solicitação de remanejamento ANEXO VII SOLICITAÇÃO DE REMANEJAMENTO DE PROJETO Local e data Projeto Salic Processo Nº. Proponente Nº.Registro na ANCINE CNPJ Solicitamos autorização para o remanejamento do projeto em epígrafe, nos termos abaixo, pelos seguintes motivos: FONTES DE RECURSOS PARA O PROJETO Origem dos Recursos Valor Aprovado Complementação Redução Valor Remanejado Lei 8.685/93-Art.1º Lei 8.685/93- Art.1º-A Lei /01-Art.1º Outras Fontes Recursos próprios (contrapartida) ORÇAMENTO GLOBAL Atenciosamente, Assinatura do Responsável Legal Nome Papel Timbrado da Empresa Titular do projeto À Agência Nacional do Cinema - ANCINE Assunto: Solicitação de redimensionamento ANEXO VIII SOLICITAÇÃO DE REDIMENSIONAMENTO DE PROJETO Local e data Projeto Salic Processo Nº. Proponente Nº.Registro na ANCINE CNPJ Solicitamos autorização para o redimensionamento do projeto em epígrafe, nos termos abaixo, pelos seguintes motivos: FONTES DE RECURSOS PARA O PROJETO Origem dos Recursos Valor Aprovado Complementação Redução Valor Redimensionado Lei 8.685/93-Art.1º Lei 8.685/93- Art.1º-A Lei /01-Art.1º

20 20 ISSN Nº 94, quinta-feira, 17 de maio de 2007 Outras Fontes Recursos próprios (contrapartida) ORÇAMENTO GLOBAL Atenciosamente, Assinatura do Responsável Legal nome Papel Timbrado da Empresa Titular do projeto ANEXO IX DEMONSTRATIVO DO ORÇAMENTO APROVADO X ORÇAMENTO EXECUTADO IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO TÍTULO NÚMERO DO SALIC PROPONENTE NÚMERO DO REGISTRO NA ANCINE ORÇAMENTO APROVADO GRANDES ITENS ORÇAMENTÁRIOS PROGRAMADO E X E C U TA D O DIFERENÇA TO TA L 0,00 0,00 O B S E RVA Ç Ã O : (A proponente deverá apresentar justificativas para cada um dos itens que apresentarem diferenças) LOCAL ASSINATURA DO RESPONSÁVEL LEGAL ANEXO X RELAÇÃO DE PAGAMENTOS EFETUADOS TÍTULO DO PROJETO Nº. SALIC PROPONENTE CNPJ Nº. DE REGISTRO DA EMPRESA NA ANCINE Itens Orçamentários Credor CNPJ/ CPF Título decrédito Data Documento Fiscal Nº. Documento Fiscal Data Pgto. Va l o r TO TA L 0,00 O B S E RVA Ç Ã O : Local e Data Assinatura do Responsável Assinatura do Contador ANEXO XI DEMONSTRATIVO FINANCEIRO (Conciliação bancária de todas as contas utilizadas na execução do projeto - utilizar um modelo de anexo para cada conta bancária) TÍTULO PROPONENTE NÚMERO DO SALIC REGISTRO NA ANCINE CONTA DE CAPTAÇÃO MECANISMO BANCO AGÊNCIA CONTA - CORRENTE C R É D I TO S (R$) SALDO ANTERIOR D E P Ó S I TO S R E N D I M E N TO S ESTORNO DE CPMF ESTORNO DE TARIFAS TRANSFERÊNCIAS OUTROS CRÉDITOS TOTAL DE CRÉDITOS D É B I TO S (R$) CHEQUES EMITIDOS TRANSFERÊNCIAS SAQUES DESPESAS BANCÁRIAS OUTROS DÉBITOS DÉBITOS EM TRÃNSITO TOTAL DE DÉBITOS SALDO (após compensação dos valores em trânsito) O B S E RVA Ç Ã O : (O saldo em conta-corrente de captação deverá ser recolhido para a ANCINE na forma prevista nesta IN) Local e data Assinatura do responsável legal

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