UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS CAV AGRONOMIA MARCELA PADILHA

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS AGROVETERINÁRIAS CAV AGRONOMIA MARCELA PADILHA ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM PLANTAS DE LAVOURA NA REGIÃO DE CASTRO PR LAGES, SC 2012

2 MARCELA PADILHA ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM PLANTAS DE LAVOURA NA REGIÃO DE CASTRO PR Relatório final de Estágio Curricular Supervisionado do curso de Agronomia apresentado ao Centro de Ciências Agroveterinárias, da Universidade do Estado de Santa Catarina CAV/UDESC, como requisito para obtenção de título de Engenheira Agrônoma. Orientador: Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho LAGES, SC 2012

3 MARCELA PADILHA ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM PLANTAS DE LAVOURA NA REGIÃO DE CASTRO PR Relatório final de Estágio Curricular Supervisionado do curso de Agronomia apresentado ao Centro de Ciências Agroveterinárias, da Universidade do Estado de Santa Catarina CAV/UDESC, como requisito para obtenção de título de Engenheira Agrônoma. Banca Examinadora: Orientador: Prof. Dr. Leonardo Bianco de Carvalho Universidade do Estado de Santa Catarina CAV/UDESC Membro: Prof. Dr. Ricardo Trezzi Casa Universidade do Estado de Santa Catarina CAV/UDESC Membro: Prof. Dr. Claudio Roberto Franco Universidade do Estado de Santa Catarina CAV/UDESC Lages, SC, 12 de novembro de 2012

4 DEDICATÓRIA In memoriam Maria Luiza Ferreira Padilha e Pronilda Vilani E minha família!

5 AGRADECIMENTOS A Deus! Obrigada Senhor, por ser quem eu sou e por chegar aonde cheguei, pois se não fosse Sua mão a me abençoar e dar forças para continuar... Quero pedir que continues comigo dando-me força e energia para que eu possa trilhar com sucesso meu caminho. À minha família! Obrigada pelos exemplos de força e coragem que fizeram com que nunca desistisse dos sonhos, pois através dos exemplos encontrado em casa, pude determinar caminhos que jamais pensasse em trilhar... Pela certeza de que, em vocês, encontraria o conforto para as decepções e fracassos! Valeu pelos sacrifícios e renúncias em favor de oferecer-me o melhor de suas possibilidades. Enfim, agradeço por fazerem de mim o que sou agora, pois o mérito da minha vitória também é de vocês! A vocês só ficam o meu amor eterno, Cícero, Yara, Yanna e Augusto. Aos mestres e colegas! Agradeço todos os professores do Curso de Agronomia da UDESC-CAV, meu orientador de estágio Professor Leonardo, ao professor Cassandro do qual tive a oportunidade de trabalhar em seus projetos de pesquisa durante o período acadêmico, aos colegas por fazerem parte da minha vida e da minha formação acadêmica. Obrigada por terem entrado em minha vida transformando-me em uma profissional digna, capaz de enfrentar qualquer dificuldade profissional honestamente. Em especial aos colegas a Josiani, Deise, Francielle, Crizane, Mayara, Vinícius, Alexandra, Aline, Mariuccia, Stüpp, Bruna, Paulo, Iara, Thalita, Ingrid, Janaína, enfim todas as pessoas que de alguma forma contribuíram ou torceram pelo meu sucesso. À Iharabrás Gostaria de agradecer a empresa, pela modo de trabalho, pela equipe que tem, pela atenção desde o primeiro momento comigo, a oportunidade incrível que me proporcionou tanto um crescimento profissional quanto pessoal, em especial ao meu tutor Lucas Sonego Silva, que muito contribuiu a minha formação e auxiliou em todas as dificuldades.

6 v À Cooperativa Castrolanda Agradeço em especial a todos pela oportunidade de ter realizado o estágio curricular em parceria na Cooperativa Agropecuária Castrolanda. Também á todos os Agrônomos que acompanhei durante o período de estágio e aos Amigos (as) que fiz durante esse período. Aos Amigos Agradeço pelos meus amigos que mesmo longe sempre torceram por mim e me deram força pra conquistar todos os meus sonhos, em especial a Juliana, Néia, Viviane, Bianca, Dany, Miriam, Dona Marisa, Eliane e família e aos amigos que conquistei nesse período de estágio, a Dona Palmira e família e Elizete.

7 EPÍGRAFE Nunca duvide de mim (Palharini, D. 2012)

8 RESUMO PADILHA, Marcela. Assistência técnica em plantas de lavoura na região de Castro PR f. Relatório (Estágio Curricular Supervisionado em Agronomia Área: Agronomia) Universidade do Estado de Santa Catarina. Estágio Curricular Supervisionado de Conclusão de Curso, Lages, O relatório tem como objetivo descrever as atividades realizadas durante ao período de estágio curricular supervisionado na empresa Iharabrás em parceria com a cooperativa Castrolanda, sendo que as principais atividades realizadas seriam o acompanhamento aos Engenheiros Agrônomos, para a identificação dos principais problemas com pragas, doenças e plantas daninhas da região e divulgação do portifólio Iharabrás para as culturas da região: soja, milho e trigo, para esses problemas realizou-se como ultima etapa o controle químico. Sendo que além dessas outras culturas foram acompanhadas: aveia, azevém e canola. Atividades como organização e participação em eventos e treinamentos permitiram que houvesse maior aprendizado e aproveitamento de das experiências, pois despertou a opinião crítica e embasamento técnico, na hora de indicar herbicida, inseticida e fungicida. O acompanhamento técnico e o desenvolvimento de campos demonstrativos permitiu que houvesse uma melhor formação acadêmica devido a troca de experiências entre os profissionais de convivência e conhecimento dos produtos quanto eficácia em relação ao alvo. Palavras-chave: Iharabrás. Herbicida. Inseticida. Fungicida.

9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO O PROGRAMA DE ESTÁGIO IHARABRÁS S.A. INDÚSTRIAS QUÍMICAS COOPERATIVA E AGROPECUÁRIA CASTROLANDA PROGRAMA DE ESTÁGIO IHARABRÁS COOPERAR DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES TRIGO (Triticum aestivum) Tratamento de sementes Doenças Pragas Matocompetição e controle de plantas daninhas Produtos da Iharabrás para o trigo SOJA (Glycine max) Tratamento de sementes Doenças de início de ciclo Pragas de início de ciclo Matocompetição e controle de plantas daninhas Portfólio da Iharabrás para soja MILHO (Zea mays) Tratamento de sementes Doenças de início de ciclo Pragas de início de ciclo Matocompetição e controle de plantas daninhas Portfólio da Iharabrás para milho CANOLA (Brassica napus L. var. oleífera) AVEIA (Avena strigosa) AZEVÉM (Lolium multiflorum) CAMPOS DEMONSTRATIVOS Trigo-Shake Tratamento de sementes com fungicida Certeza em soja PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS E TREINAMENTOS II Reunião de Inverno, Fundação ABC (24/08/2012)...51

10 ix Agroleite (07/08/2012) Treinamento Iharabrás, Campo Mourão-PR (08/08/2012) I Dia de Campo de Plantio de Verão do Grupo CIA da Terra (31/08/2012) Palestra Importância da Qualidade Sanitária das Sementes no Controle de Mofo Branco (19/09/2012) Workshop de Batata (24/10/2012) ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS CONCLUSÃO REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA...54

11 1 INTRODUÇÃO Para complementar a formação curricular dos discentes do curso da Agronomia é importante a realização do estágio curricular para que todo o conhecimento teórico adquirido no período de quatro anos e meio em sala de aula seja validado pela prática no campo. Segundo o Art. 1º da Lei 5.194/66, CONFEA/CREA, as áreas de atuação do Engenheiro Agrônomo podem ser: Solos, Zootecnia, Fitotecnia, Engenharia Rural, Tecnologia de Alimentos, além de importante papel na economia, pois as grandes commodities agrícolas são representadas por grãos (CONFEA, 2012). Dentre as diversas competências do Engenheiro Agrônomo pode salientar-se que o profissional tem como função conservar e transformar o ambiente natural para produzir plantas e animais úteis ao homem, ou seja, alia ciências exatas, econômicas, naturais e sociais, em que a prática dos conhecimentos adquiridos é fundamental no desenvolvimento deste profissional. O mercado de trabalho do agronegócio está em constante expansão no Brasil, sendo, nos últimos anos, um dos países mais produtores de grãos no mundo (CONAB, 2012). O país consolidou a posição de maior exportador mundial de café, açúcar e suco de laranja, e tornouse também líder em soja (grão), fumo e carne bovina, suína e de aves, além de alcançar a segunda posição em farelo e óleo de soja. O bom desempenho do Brasil na área agrícola, consequentemente, permite que se desenvolva o mercado de insumos agrícolas pelo crescente uso de novas tecnologias e manejos diferenciados e aumento de produtividade, tornando um bom nicho de mercado para absorver os novos profissionais da área. No cenário atual da agricultura brasileira e da formação profissional de Engenheiros Agrônomos, a empresa Iharabrás S.A. Indústrias Químicas (Iharabrás) oferece todo apoio para a realização de estágio curricular, por meio do Projeto Cooperar, exigindo boa formação e bom conhecimento técnico, o que permite a busca por maior aprendizado para formação complementar dos discentes de Agronomia e, consequentemente, melhor formação profissional. Além disso, a Iharabrás, por meio desse Projeto, institui vínculos com outras empresas e cooperativas, incluindo a Cooperativa Agropecuária Castrolanda (Castrolanda), atuando em assistência técnica para plantas de lavoura e desenvolvimento de produtos do portifólio da empresa. Nesse sentido, com objetivo de aprimorar os conhecimentos técnicos adquiridos durante o curso de Agronomia que está sendo realizado no Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV/UDESC), em Lages, SC, realizou-se estágio curricular obrigatório junto à empresa Iharabrás, com início em 23 de

12 2 julho de 2012 e término previsto para 31 de dezembro do mesmo ano, atendendo toda a região de Castro, PR, em que a Castrolanda possui entrepostos. As principais atividades desenvolvidas no período de estágio foram: montagem e avaliações de campos demonstrativos com produtos da Iharabrás; acompanhamento do desenvolvimento das culturas de exploração da região, juntamente com produtores e consultores estratégicos da Castrolanda, e de produtos da Iharabrás; participação e organização de eventos e palestras junto à empresa; desenvolvimento de produtos junto aos consultores da cooperativa; acompanhamento do ATV (Assistente Técnico de Vendas Lucas Silva, Tutor do estágio) da empresa, responsável pela cobertura da região e de consultores da cooperativa para desenvolvimento profissional; captação de novas oportunidades de negócios para a Iharabrás; e colheita de áreas-teste, visando a capacitação profissional.

13 2 O PROGRAMA DE ESTÁGIO O estágio curricular, ao qual se refere o presente relatório, foi desenvolvido através do Projeto Cooperar da empresa Iharabrás em parceria com a Castrolanda. Para melhor entendimento, segue breve descrição das empresas e do Programa de Estágio. 2.1 IHARABRÁS S/A INDÚSTRIAS QUÍMICAS No ano de 1965, a partir da fusão de idealistas empreendedores brasileiros e japoneses para promover o progresso do Brasil ao oferecer técnicas de agricultura mais modernas, produtivas e rentáveis, nasceu a empresa Ihara. A Ihara teve como primeira razão social o nome Indústrias Químicas Mitsui Ihara S/A, a partir da compra da Agropecuária e Comercial Maracanã S/A de São Paulo, com forte participação da Mitsui & Co. Ltd e Ihara Chemical & Co, ambas japonesas (IHARA, 2012). Até 1969, a sede era no município de Osasco, na grande São Paulo. Em 1982, foi inaugurado o parque industrial de Sorocaba, no interior de São Paulo, para onde também foram transferidas, em 1988, definitivamente, a administração e a diretoria da empresa, onde estão localizadas até hoje. Em 2004 com a compra da maior parte das ações por parte da Co. Ltd e Ihara Chemical, tornou-se Iharabrás S/A Indústrias Químicas somente com acionistas japoneses, atualmente são eles: Nisso, Mitsubishi, Shinetsu, Agro Kanesho, Nissan, Otsuka, Mitsui & Co., ISK, Nihon Nohyaku Co., Mtsui Chemicals, Kumiai Chemical e Sumitomo Corporation. Em Sorocaba também se encontram a estação experimental, onde se encontra a parte de desenvolvimento e testes de novas moléculas para diversas culturas e alvos, conta com uma infraestrutura de dois Green house, uma estufa completa com simulador de chuva, para teste de produto (IHARA, 2012). A Iharabrás atua desde 1965 no mercado agrícola e possui em seu portfólio mais de 64 produtos para as mais diversas culturas, conta com um portifólio para o controle de pragas domésticas, produz fungicidas, herbicidas, inseticidas, nutrientes, produtos especiais, domissanitários e fumigantes. O trabalho da Iharabrás além de levar suas soluções ao consumidor final, que é o agricultor, também oferece seus serviços sempre com o intuito de auxiliar o produtor rural a obter uma melhor produtividade com a maior qualidade possível e de forma sustentável, estabelece parcerias com outras empresas do setor com as quais realiza intercâmbio de produtos para melhor atender o agricultor, oferecendo-lhe uma maior gama de opções para auxiliá-lo a resolver seus problemas na lavoura.

14 4 2.2 COOPERATIVA AGROPECUÁRIA CASTROLANDA No ano de 1951, da união de vários agropecuaristas que sentiam a necessidade de se organizarem para iniciar a imigração para o Brasil, ainda na Holanda foi fundada a cooperativa Vereniginig Groepsemigratie Brasilie. O trabalho para a formação da cooperativa no Brasil foi executado pelo então rev. W.V. Muller o Cônsul dos países Baixos e alguns sócios da Cooperativa Agropecuária Batavo, que organizaram a Sociedade Cooperativa Castrolanda Ltda, mas tarde originou a Cooperativa Agropecuária Castrolanda, no município de Castro. Com a chegada dos imigrantes inicio-se o desenvolvimento da colônia e o estabelecimento da cooperativa, inicialmente com 50 associados e com uma área aproximada de ha. A cooperativa, a princípio formou-se por holandeses através do árduo trabalho destes, e outras etnias, que colaboraram direta ou indiretamente para o desenvolvimento sustentado da região. A Castrolanda é uma sociedade cooperativa que tem o seu capital social dividido em cotas, distribuídas entre 790 sócios (cooperados). Tendo estrutura física no estado do Paraná, em Castro, Ponta Grossa, Piraí do Sul, Curiúva e Ventania. No estado de São Paulo, atua em Itaberá (COOPERATIVA CASTROLANDA 2012). As áreas de cultivo da cooperativa correspondem a plantios de soja ( ha), milho ( ha), feijão ( ha), trigo ( ha) e batata (2.700 ha). Na safra 2010/11, a cooperativa recebeu a produção de 343 mil toneladas de grãos, sendo que o a capacidade estática atual instalada de armazenamento é 360 mil toneladas, em silos e barracões distribuídos nas cinco unidades operacionais da Castrolanda (COOPERATIVA CASTROLANDA 2012). Além disso, a Castrolanda apresenta vários segmentos: Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL), aonde grande parte do leite processado vem dos produtores que fazem parte do Pool ABC, formada pelas cooperativas Castrolanda e Batavo. Após o processamento na fábrica, uma parte do leite é industrializado, de acordo com normas do Sistema de Inspeção Federal, sendo comercializado com empresas do ramo lácteo em forma de leite concentrado e bebidas lácteas. Possui leite UHT, com a marca própria Castrolanda, nas formas UHT integral, 3% de gordura, UHT semi-desnatado, 1,4% de gordura e desnatado, 0% de gordura. A usina também produz creme de leite com marca própria, para atender o consumidor final. Agrícola: foca na produção das culturas: soja, milho, feijão, trigo, aveia-branca, aveia-preta e canola e presta assistência técnica diferenciada, atingindo bons tetos de produção;

15 5 Sementes Castrolanda: conta com uma moderna instalação de laboratórios que atestam elevados padrões de germinação vigor e sanidade sementes de soja, trigo, batata e forrageiras, produzidas pelos associados, em atendimento à legislação vigente. São detentoras do Selo e Qualidade Paraná, concedido pelo Ministério da Agricultura, Secretaria Estadual de Agricultura e APASEM; Produção de batatas semente além da Unidade de Batatas Fritas (com marca própria), para viabilizar uma nova alternativa de exploração agrícola.; Unidade Carne, composta em: Fábrica de Rações, com 55 tipos de rações, dentre elas, rações para bovinos, suínos, cães, avestruz, ovinos, poedeiras e frangos de corte; Suinocultura, que representa 20% do movimento da Cooperativa; Ovinocultura desde 2003, sendo uma alternativa na diversificação das propriedades e para agregar renda, produtores entregam cordeiros para abate e comercialização da carne com a marca Cordeiro Castrolanda; Unidade Feijão, inauguração prevista para Outubro de 2012, esta estrutura contará com o beneficiamento do grão dos associados, levando marca Feijão Tropeiro, assim conseguirá um valor agregado no produto. Frigorífico para abate de suínos é um projeto entre as duas cooperativas da região: Castrolanda e Batavo que tem previsão de início de funcionamento daqui a três anos. Como parte de coordenação da Unidade Agrícola, a Castrolanda adota um modelo misto de assistência técnica agronômica, sendo própria com equipe técnica formada por profissionais da cooperativa e terceirizados. Fazem parte do escopo de serviços do setor: planejamento de safra, programação de insumos, dias de campo, reuniões técnicas com grupos de associados, alem de orçamentos e laudos de supervisão de lavouras (COOPERATIVA CASTROLANDA 2012). No setor de pesquisa agropecuária, a Cooperativa colabora, em conjunto com outras cooperativas, CAPAL - Cooperativa Agropecuária Arapoti Ltda, Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda de Carambeí e atualmente a Cooperativa Agroindustrial de Holambra de Holambra-SP, onde a da Fundação ABC, financiada por elas é o responsável pelo desenvolvimento da pesquisa aplicada e pela disseminação de tecnologias que objetivem a redução de custos e a exploração racional dos recursos naturais, na região, oferecendo a empresas, produtores, e cooperativas ligadas subsídios para alcançar bons rendimentos na agricultura de maneira mais eficaz.

16 6 2.3 PROGRAMA DE ESTÁGIO IHARABRÁS COOPERAR A Iharabrás apresenta diversos Programas de Estágio: Energia, Jump, Evolução, Essencial, Equilíbrio e Cooperar, além de estágio na sua estação experimental e na área de pesquisa (Apresentação da Empresa). O Programa Cooperar apresenta como objetivos: a) Desenvolver campos demonstrativos/comerciais nas culturas, produtos e clientes de interesse da Iharabrás; b) Divulgar a linha Iharabrás junto aos produtores, através de palestras e assistência direta; c) Atuar como suporte técnico juntamente com um ATV da Iharabrás; d) Coordenar o correto manejo dos produtos Iharabrás em clientes/regiões estratégicos; e) Auxiliar na execução de palestras e dias de campo; f) Formar profissionais para fortalecimento da equipe Iharabrás. O público principal deste Programa é de técnicos e produtores de cooperativas, sendo a Castrolanda um dos principais parceiros da Iharabrás, pois é um cliente Taiô. Para que haja um entendimento do contexto da cooperativa, escolheu-se o acompanhamento na área de assistência técnica para divulgação do portfólio de produtos da empresa junto aos engenheiros agrônomos e cooperados.

17 3 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES As atividades desenvolvidas no estágio curricular corresponderam à assistência técnica e ao desenvolvimento de produtos agrotóxicos para culturas que apresentam portfólio da empresa Iharabrás, nos Campos Gerais do Estado do Paraná, região de atuação da Castrolanda. Além disso, algumas atividades foram desenvolvidas em culturas de interesse para essa região, mas que não apresentam portfólio da empresa. 3.1 TRIGO (Triticum aestivum) O trigo é o cereal de inverno de maior mercado no Brasil, no entanto, sua produção é limitada pela política de importação, ocupando o primeiro lugar em volume de produção mundial. O consumo anual no país tem se mantido em torno de 10 milhões de toneladas e cerca de 90% da produção de trigo está no Sul do Brasil (EMBRAPA, 2011). No Brasil, a produção anual oscila entre 5 e 6 milhões de toneladas, sendo que cerca de 90% desta produção está na região Sul (EMBRAPA, 2011). O trigo é cultivado nas regiões Sul (RS, SC e PR), Sudeste (MG e SP) e Centro-Oeste (MS, GO e DF), sendo o Estado do Paraná o maior produtor. A área cultivada com trigo na safra 2011/12, no Brasil, é de 2,16 milhões de hectares (CONAB, 2012). Esse cenário positivo ocorreu pelo fato da garantia de melhores preços mínimos e por fatores que estão impulsionando os preços do trigo no mercado internacional e também pela prorrogação da nova classificação do trigo pelo W, a força de glúten, além da seca em grandes produtores como a Rússia. Na cooperativa Castrolanda, a produção chega a ha, juntamente com o entreposto de Itaberá-SP, com produtividades geralmente superior a kg ha -1, as principais cultivares semeadas são: Supera, T-Bio Tibagi,e Quartzo, em densidade de 200 a 450 viáveis por metro e espaçamento de 17 cm entre linhas com 60 a 80 sementes por metro (Figura 1), apresentando maior produtividade, conforme os agrônomos que acompanharam ensaios da Fundação ABC. A janela de plantio na região de abrangência da cooperativa no Paraná compreende os meses de maio a junho, sendo uma cultura que se torna importante no manejo de um sistema de rotação de culturas, juntamente com outras culturas de inverno utilizadas na região como canola, aveia branca, aveia preta e azevém (destinada principalmente a silagem devido a cadeia produtiva de bovino de leite da região).

18 8 Figura 1: Estande de plantas nas lavouras de cooperados da Castrolanda, em Castro-PR. Fonte: Padilha, M. (2012) A grande maioria da produção é em sistema de semeadura direta (Figura 2), em alguns casos, semeadura convencional, bem comum devido à região ser uma produtora de batata (Figura 3), porém sabe-se que a cobertura permanente do solo pode ser benéficas em alguns aspectos como: redução de perdas de solo e de água por erosão, a redução de perdas de água por evaporação, a redução da incidência de plantas daninhas, a redução da taxa de decomposição da matéria orgânica do solo, a preservação da estrutura do solo, a preservação da fertilidade física e biológica do solo, a redução da demanda de mão-de-obra, a redução dos custos de manutenção de máquinas e equipamentos, a redução do consumo de energia fóssil, e a promoção do sequestro de carbono no solo (EMBRAPA, 2011). Essa safra foi visível a importância de se ter uma boa cobertura, devido aos períodos de estiagem que houve no inverno, sendo que em locais onde não havia uma boa cobertura ou solos naturalmente mais arenosos a produção foi prejudicada Tratamento de sementes A realização de tratamento de sementes no trigo é realizada por alguns cooperados, mas este processo ocorreu antes do início do estágio.

19 9 Figura 2: Sistema de plantio direto de trigo sobre milho, no município de Tibagi-PR de cooperados Castrolanda. Fonte: PADILHA, Figura 3: Em sistema de plantio convencional, após a cultura da batata. Fonte: PADILHA, Doenças As principais dificuldades quanto a produção de trigo devem-se a ocorrência e severidade de doenças, que estão relacionadas, principalmente, a adversidades climáticas, manejo adotado e histórico da área. A importância das doenças decorre com as perdas de produtividade e de qualidade dos grãos (CASA; REIS, 2010). Há diversidade de patógenos

20 10 que causam esses prejuízos, geralmente esses agentes são fungos, mas, a campo, neste período, os principais foram: a) Oídio (Blumeria graminis f. sp. tritici) Essa doença também é conhecida como mofo ou cinza, por apresentar micélio branco acinzentado nas folhas (Figura 4), bainhas, colmo e espigas. A doença acarreta redução da taxa de fotossíntese e o aumento da respiração. A diminuição da produção de grãos varia de entre 5% a 8%, em anos normais, e entre 15% a 62% em anos com clima favorável à doença e em cultivares suscetíveis. Além disso, a adubação nitrogenada pode favorecer a doença (COMISSÃO, 2011). O oídio não requer molhamento foliar para que ocorra a infecção, basta a umidade relativa favorável e uma temperatura de 15 a 22 C (CASA; REIS, 2010). Como na região condições de nebulosidade são frequentes e no inverno ocorreram temperaturas médias altas, houve favorecimento ao desenvolvimento dessa doença. As medidas de controle geralmente são o uso de cultivares resistentes e controle químico. Como a cultivar mas utilizada é o Supera (estimativas internas indicam que cerca de 80% do trigo da cooperativa é dessa cultivar), suscetível a maioria das doenças, logo a principal medida se torna a química. Prática comum a maioria dos Engenheiros Agrônomo que assessoram os cooperados é que TUDO é trabalhado de forma preventiva, pois eles tem a favorabilidade das doenças mais comuns na região devido ao projeto da Fundação ABC em alguns casos quando há algum problema de logística de aplicação (dias recomendados para aplicação não respeitado) aí sim faz-se tratamento químico curativo. b) Ferrugem (Puccinia triticina) Ferrugem-da-folha (Figura 5) é uma doença fúngica que se caracteriza pelo aparecimento de pústulas com esporos de coloração amarelo-escuro a marrom na superfície das folhas, causando perdas na produção de grãos que podem superar 50%. A doença pode ocorrer a partir da emergência até o estádio de maturação, causando redução da área foliar fotossinteticamente ativa e aumentando a respiração da planta. Ela necessita de temperatura entre 16 a 18 C e de 4 a 6 horas de molhamento foliar, sendo o vento o principal meio de disseminação (REIS; CASA, 2005). Durante o período de estágio, foi a doença de maior ocorrência nas lavouras visitadas na cultura do trigo, sendo recomendado o produto Shake, da Iharabrás, na dose de 0,7 L ha -1.

21 11 Figura 4: Oídio em trigo, na região de Castro-PR Fonte: PADILHA, Figura 5: Ferrugem na cultura do trigo, Castro-PR. Fonte: PADILHA, 2012.

22 12 c) Brusone (Pyricularia grisea ou Magnaporthe grisea) A brusone é uma doença fúngica cujos principais sintomas manifestam-se nas folhas, como manchas, geralmente elípticas ou arredondadas, com margem marrom escura e centro acinzentado. Nas espigas, ocorre o branqueamento e morte acima do ponto de infecção e o escurecimento do ráquis. Períodos de molhamento inferiores a 10 horas não permitem o desenvolvimento da doença e a temperatura de 25 C é a mais favorável para o seu desenvolvimento. Para regiões com histórico de ocorrência da brusone na cultura de trigo, deve-se fazer semeaduras mais tardias e utilizar cultivares tolerantes, uma vez que, até o momento, não se dispõe de cultivares com níveis adequados de resistência à doença (EMBRAPA TRIGO, 2011). d) Manchas foliares (vários agentes) Na cultura do trigo, a denominação de manchas foliares tem sido atribuída a quatro diferentes doenças fúngicas conhecidas por: Mancha Amarela (Drechslera tritici-repentis), Mancha Marrom ou de Bipolaris (Bipolaris sorokiniana), Mancha das Glumas (Stagonospora nodorum) e Mancha Salpicada (Septoria tritici). Na região percorrida com os agrônomos, as manchas de maior ocorrência foram a mancha de Bipolaris e a Mancha Amarela. A Mancha de Bipolaris produz lesão de centro pardo-escuro e bordos arredondados e de tamanho indefinido. Para a infecção desta doença a temperatura deve ser igual ou superior a 18 C, com período de melhoramento de, pelo menos, 15 horas, entretanto temperaturas entre 20 e 28 C são mais favoráveis ao desenvolvimento da doença. É uma doença de ocorrência mais frequente em lavouras do Paraná e é também um fungo mais frequente em sementes. Já a Mancha Amarela é bastante similar à mancha marrom, apresentando, entretanto, halos mais amarelados. A faixa de temperatura mais favorável para o desenvolvimento da mancha amarela situa-se entre 18 e 28 C, sendo necessário, para que ocorra a infecção, um período de molhamento de, pelo menos, 30 horas, ocorre com mais frequência lavouras onde não se pratica rotação de culturas (CASA; REIS, 2010). Percebeu-se, com as visitas, que esta doença se manteve durante todo o ciclo da cultura do trigo, mesmo onde houvesse um sistema de rotação de culturas bem implementado e com pouco molhamento foliar como foi o inverno na região, acredita-se que a isso se deve pela pressão da doença, semeadura direta devido a palhada (a doença sobrevive em restos

23 13 culturais) e rotação de culturas apertada, ou seja, ausência de espécies pra serem utilizadas na safra de verão. O controle químico dessas doenças se mostra o mais eficiente, com o uso de estribirulinas e triazóis ou a mistura dos dois, pois não há cultivares com registro que sejam resistentes Pragas a) Pulgões Os pulgões são insetos pequenos (1,5 a 3,0 mm), de corpo mole e piriforme, com antenas longas. O aparelho bucal é do tipo picador-sugador. São altamente prolíficos e reproduzem-se por viviparidade e partenogênese telítoca. Vivem sobre a planta em colônias formadas por adultos (fêmeas) alados e ápteros e por ninfas de diferentes tamanhos. As formas de disseminação podem voar centenas de quilômetros com auxílio do vento. Apresentam ciclo de vida muito curto, podendo completar uma geração a cada semana e originar até 10 ninfas/fêmea/dia. Desenvolvem-se e multiplicam-se melhor em temperaturas amenas (18 a 25º C) e em períodos de pouca chuva. O clima frio aumenta a duração do ciclo de vida e diminui a multiplicação (GALLO, 2002). Os pulgões alimentam-se de seiva, causando danos ao trigo desde a emergência das plantas até que os grãos estejam completamente. Os danos dos pulgões podem ser ocasionados diretamente, através da sucção da seiva e de suas consequências indiretas como diminuição de tamanho, número e peso de grãos. Um dos principais danos indiretos é a transmissão de um agente fitopatogênico que reduz o potencial de produção do trigo, o Vírus do Nanismo Amarelo da Cevada (VNAC) (EMBRAPA, 2012). O pulgão-da-folha (Schizaphis graminum) e o pulgão-da-espiga (Sitobion avenae) (Figura 6) ocorrem mais tardiamente, sendo que, geralmente, apenas em clima seco e de temperaturas amenas (invernos pouco intensos ou na primavera) podem acontecer pequenos surtos destas duas espécies, como ocorreu este ano. Schizaphis graminum provoca um dano adicional, causado pela toxidez da saliva; nos locais picados pelo pulgão ocorrem manchas cloróticas que podem evoluir para necrose do tecido, secamento de folhas e morte de plântulas (GALLO, 2002). A ocorrência destas pragas só ocorreu depois do emborrachamento e principalmente no pré-espigamento da cultura, onde as temperaturas na região se mantiveram mais elevadas,

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