As Bancas de Especiarias do Mercado Público de Porto Alegre e suas Estratégias 1

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1 As Bancas d Espciarias do Mrcado Público d Porto Algr suas Estratégias 1 Introdução Fabiana Böhm Gramkow, Mstranda PPGA/EA/UFRGS -mail: Nusa Rolita Cavdon, Dra. PPGA/EA/UFRGS -mail: Cntro d Porto Algr. Durant a smana, as principais artérias qu cortam a rgião cntral da capital dos gaúchos absorvm um fluxo intnso d pssoas qu s dslocam num vai vm constant. O ponto d chgada dsss transunts aprssados pod sr uma loja d vstuário, um banco, uma rpartição pública ou o Mrcado Público. Vindo-s pla Rua da Praia, principal via do cntro, dscndo a Avnida Borgs d Mdiros, logo surg uma ampla construção, m stilo no-clássico, na cor amarlo ouro. Ladado pla Prfitura plo trminal d ônibus da Praça Parobé, tndo a frnt o histórico Chalé da Praça XV atrás a Avnida Júlio d Castilhos, mas também o Rio Guaíba. O Mrcado Público consist m um cntro d compras qu rún spciarias finas artigos populars, razão pla qual é frqüntado por todas as camadas da população. O ntorno qu circunscrv o Mrcado é tido como priculoso, na mdida m qu rún marginais (pivts, batdors d cartira). Dsmprgados, vnddors ambulants, artistas d rua, dsocupados m gral também circulam plas proximidads do Mrcado. A inxistência d um ftivo policial significativo faz com qu muitas pssoas vitm caminhar pla ára - xcto m caso d xtrma ncssidad - m fac do mdo d srm assaltadas. Todavia, para alguns frqüntadors do Mrcado Público, a violência circunscrv-s ao xtrior do msmo; intrnamnt, no imaginário dos usuários, o Mrcado aprsnta-s como um lugar sguro, ond é possívl dsfrutar-s d um ambint aprazívl. Nas palavras dos usuários: "Todo mundo qu gosta do Mrcado... qum gosta do Mrcado, qum conhc o Mrcado...vm aqui comprar..., tranqüilamnt. Não snt mdo, não snt chiro ruim, não, não...". "...u vnho aqui pra studar...atualmnt..., ah, o qu u faço atualmnt no Mrcado. É, já s foi o tmpo qu u tinha tmpo pra vir passar, fazr qualqur coisa. Atualmnt, só vnho aqui, snto aqui no banquinho faço alguma coisa qu u tô sm tmpo d ir m casa pra fazr né, pra agilizar a minha vida, mais d qualqur jito, o ambint não dixa d sr propício, prazroso, ssas coisas, ao mu vr, não posso falar plos outros". O Mrcado Público tv important prsnça no dsnvolvimnto d Porto Algr, primiramnt, como ponto d abastcimnto da cidad, qu agitava a conomia mprgava muitas pssoas,, postriormnt, como ponto turístico spaço da cidadania. 1 Esta psquisa conta com rcursos do CNPq/FAPERGS/PROPESq -UFRGS

2 Em 1844, no Largo do Paraíso, hoj Praça XV, foi construído um prédio para abrigar, d forma organizada, divrsos quitandiros qu ali formavam um mrcado livr. Est foi o primiro Mrcado d Porto Algr, porém, tv vida curta. Em 1869, foi inaugurado um novo prédio m ára d atrro, às margns do rio Guaíba, qu abriga o atual Mrcado Público. O prédio foi ocupado plo comércio m gral alguns stablcimntos prstadors d srviço. Em 1912, foi construído o sgundo pavimnto, para abrigar scritórios comrciais industriais rpartiçõs públicas, produzindo a tipologia arquittônica qu até hoj s consrva. A história do Mrcado passou por momntos difícis, tais como a nchnt d 1941, os incêndios d , as constants idéias d dmolição. Rsistindo a tudo isto foi tombado, m 1979, como Patrimônio Histórico Cultural do Município. O Podr Excutivo do Município, rprsntado plo Partido dos Trabalhadors - PT, m 1990, du início ao projto d rstauração mdiant o trabalho d uma quip multidisciplinar. Buscaram com isto rsgatar a qualidad stética a história do difício, além da otimização da função d abastcimnto dos spaços d sociabilidad d cultura. A obra trminou, m 1997, contando também com a colaboração dos comrciants, qu durant toda a rforma mantivram as Bancas m funcionamnto. Com a rforma, a modrnidad qu já circundava o Mrcado, rprsntada por altos difícios splhados, com lvadors arquittura modrna, foi para dntro do msmo, ond foram instaladas scadas rolants, as Bancas ganharam "layouts" mais arrojados, foram contratados sguranças quipados com rádio d comunicação criou-s uma cntral d informaçõs. Val dstacar qu todas ssas "modrnidads" coxistm m um spaço cuja fachada xtrna é tradicional, no imaginário da população portoalgrns, ss continua sndo o cntro d abastcimnto mais tradicional da cidad. Tndo por objto d studo ss "locus" pculiar da cidad d Porto Algr, a prsnt psquisa tm por objtivo prcorrr os corrdors do Mrcado parando m duas Bancas qu vndm spciarias, para nlas invstigar, através do método tnográfico, as stratégias administrativas lvadas a fito por sus propritários. Como sta psquisa foi dsnvolvida m um ambint ond a gastronomia a culinária impram, nada mais apropriado do qu, ants d avançarmos o studo, dgustarmos algumas "rcitas tóricas". "Rcitas" d Estratégia Motta (1998) faz um histórico acrca da volução da stratégia na Administração, m trmos d nomnclatura forma d utilização. El afirma qu o trmo stratégia comçou a sr utilizado no campo administrativo, na década d 50, com o objtivo d orintar as mprsas para uma prspctiva d futuro, através do conhcimnto d ond como aumntar sua atuação mlhorar su dsmpnho. Porém, somnt na década sguint, no mio mprsarial, o concito foi agrgado ao planjamnto, dada a ncssidad qu as mprsas sntiram d mlhorar sus procssos d planjamnto grência. Em mados da década d 70, época d mudanças vlozs d grand magnitud, surgiu o trmo grência stratégica introduzido por Ansoff, como sndo: "... o stablcimnto d 2

3 objtivos mtas para a organização, sgundo um conjunto d rlaçõs ntr a organização o ambint qu a capacita a alcançar objtivo, qu prmançam ajustados às dmandas ambintais" (apud Motta, 1998, p.88). Na década sguint foi inaugurada a ra do planjamnto administração stratégicos, ond o futuro é tratado com crta imprvisibilidad, fruto da alta vlocidad das mudanças, scassz, hostilidad ambint instávl. Dado st contxto ra ncssário sr inovador adaptar-s às condiçõs do mio para sobrvivr. Entrtanto, sab-s qu stratégia contmpla mais do qu o planjamnto m si, la na vrdad é composta por duas parts: formação, qu sria um histórico ao captar caractrísticas passadas prsnts formulação qu s rfr ao futuro, ou sja, dcisão do qu fazr. Mintzbrg t al. (2000) aprsntam o procsso d formação da stratégia m dz scolas. As três primiras são d naturza prscritiva, tratando a stratégia como padrõs conscintmnt dlibrados d quilibrar a organização com su ambint propõm a formulação d stratégia como um procsso qu ngloba o dsnho concitual (Escola do Dsign), o planjamnto formal (Escola do Planjamnto) o posicionamnto d mrcado, d forma a obtr uma vantagm comptitiva (Escola do Posicionamnto). As sis scolas qu sgum aprsntam um aspcto mais dscritivo, tratando a formação da stratégia como um procsso visionário (Escola Emprnddora), como um procsso mntal (Escola Cognitiva), como rsultado d um procsso mrgnt (Escola d Aprndizagm), como rsultant d um procsso d conflito d disputa d podr (Escola do Podr), como um procsso idológico (Escola Cultural) como um procsso rativo ao mio m qu s ncontra (Escola Ambintal). Por último, tmos a Escola d Configuração qu dsdobra o procsso d formação conform o ciclo d vida da organização, abarcando caractrísticas das dmais scolas como um todo intgrado. Com uma abordagm mais rcnt complmntar sobr o procsso d formação da stratégia, Whittington (apud Gimnz t al., 1999) idntificou quatro nfoqus gnéricos: clássico, qu aprsnta a formação da stratégia como um procsso racional d anális dlibrada com o objtivo d maximizar lucros; volucionário, qu vê o mrcado como uma força qu slciona os mais aptos a sobrvivrm qu o lucro é o único objtivo organizacional; procssualista, vê qu as imprfiçõs do mrcado como algo qu não prmit stratégias ótimas, somando-s ao fato d qu as difrnças individuais d intrsss limitaçõs cognitivas impdm planjamntos únicos, portanto, as coalizõs d podr rstringm a maximização dos lucros; sistêmico considra a possibilidad d uma anális racional para formular stratégias globais, porém, é guiado por objtivos mais pluralísticos não somnt por maximização dos lucros. Mils Snow (1978) laboraram um ciclo adaptativo, m qu as mprsas por mio da rlação stratégia/strutura ambint difrnciam-s nas rspostas qu dão a três problmas: o problma mprnddor - dfinição d um domínio d produto/mrcado; o problma d ngnharia scolha d sistmas técnicos; o problma administrativo rlacionado à strutura aos procssos organizacionais. A partir da anális dst ciclo, m qu as mprsas dsnvolvm padrõs d comportamnto rlativamnt stávis na busca d um bom alinhamnto com o ambint, Mils 3

4 Snow propusram a xistência d quatro tipos d stratégias gnéricas: dfnsiva, prospctiva, analítica rativa, conform aprsntado no Quadro 1. Quadro 1 - Catgorias stratégicas d Mils Snow Catgoria stratégica Dscrição Funcionamnto da strutura Estratégia Dfnsiva Uma mprsa qu sgu sta stratégia procura Dsnvolv um alto grau d localizar mantr uma linha d formalização. Acrdita m uma produtos/srviços rlativamnt stávl. Su strutura d organização foco concntra-s m uma gama d funcional qu agrupa produtos/srviços mais limitada do qu sus spcialistas com habilidads concorrnts tnta protgr su domínio por similars m unidads mio da ofrta d produtos com mlhor sparadas qu xcutam sua qualidad, srviços supriors ou mnors própria part no procsso d prços. Não procura star ntr os lídrs da produção distribuição. indústria, rstringindo-s àquilo qu sab fazr tão bm ou mlhor qu qualqur um. Estratégia Prospctora Estratégia Analítica Estratégia Rativa Um mprsa qu adota sta stratégia stá continuamnt ampliando sua linha d produtos/srviços. Enfatiza a importância d ofrcr novos produtos/srviços m uma ára d mrcado rlativamnt mais ampla. Valoriza sr uma das primiras a ofrcr novos produtos, msmo qu todos os sforços não s mostrm altamnt lucrativos. Uma mprsa qu sgu sta stratégia tnta mantr uma linha limitada d produtos/srviços rlativamnt stávl ao msmo tmpo tnta adicionar um ou mais novos produtos/srviços qu foram bm-sucdidos m outras mprsas do stor. Em muitos aspctos é uma posição intrmdiária ntr as stratégias dfnsiva prospctora. A mprsa qu adota st tipo d stratégia xib um comportamnto mais inconsistnt do qu os outros tipos. É uma spéci d nãostratégia. Não arrisca m novos produtos/srviços a não sr quando amaçada por concorrnts. A abordagm típica é sprar para vr rspondr somnt quando forçada por prssõs concorrnts para vitar a prda d clints importants /ou mantr lucratividad. Adaptado do quadro dsnvolvido por Gimnz t al., Dv star disposta a altrar sua strutura organizacional para propiciar rspostas rápidas a troca d ambint. Os funcionários dvm possuir habilidads grais as funçõs são largamnt dfinidas para prmitir máxima autonomia. Possui uma baixa formalização. Possui uma strutura organizacional híbrida por acomodar stabilidad mudança. Contém divisõs funcionais compostas por spcialistas com alta formalização divisõs d produtos compostas por gnralistas com baixa formalização. As mprsas com st nfoqu só mudam sua strutura caso haja uma considrávl mudança no ambint. D modo gral não buscam o alinhamnto ntr strutura stratégia possum um dsnho opracional solto. 4

5 Conant t al. (1990) sinttizaram as difrnças dos quatro tipos d stratégia propostos por Mils Snow através das dimnsõs dos componnts do ciclo adaptativo, conform aprsntado a sguir no quadro 2. Quadro 2 Dimnsõs do ciclo adaptativo caractrísticas dos tipos stratégicos Componnts do Ciclo Adaptativo Problma Emprnddor Soluçõs Problma ngnharia soluçõs d Problma Administrativo Soluçõs TIPOS ESTRATÉGICOS Dimnsõs Dfnsiva Prospctora Analítica Rativa Domínio produtos mrcados Postura sucsso Monitoramnto ambintal Crscimnto Objtivo Tcnológico Amplitud tcnológica Antparos tcnológicos Coalizão dominant d d Estrito cuidadosamnt focado Prominnt su mrcado m Basado no domínio dtalhado/fort monitoramnto organizacional Pntração cuidadosa avanços produtividad Eficiência custos da d Tcnologia única focal xprtis básica Programas manutnção padronização Finanças Produção d Planjamnto D dntro para fora, dominado por control Amplo m xpansão contínua Ativa iniciação d mudança Orintado para o mrcado ambint/busca agrssiva Dsnvolvimnto d produtos mrcados divrsificação Flxibilidad inovação Tcnologias múltiplas avançado frontira d na Habilidads d pssoal técnico, divrsidad Sgmntado cuidadosamnt ajustado Sguidors cuidadosos mudança d Orintado para a concorrência complto Pntração assrtiva cuidadoso dsnvolvimnt o d produtos mrcados Sinrgia tcnológica Tcnologias intrrlacionadas na frontira Incrmntalismo sinrgia Markting P&D Pssoal d Planjamnto Busca d problmas oportunidads prspctivas d programas ou campanhas Abrangnts com mudanças incrmntais Irrgular transitório Invstidas oportunistas postura adaptação Esporádico dominado tópicos spcíficos Mudanças aprssadas d por Dsnvolvimnto conclusão d projtos Aplicaçõs tcnológicas mutávis, fluidz Habilidad xprimntar improvisar soluçõs Solucionadors d problmas d Orintado por criss dsarticulado 5

6 Estrutura Control Funcional, autoridad d linha Cntralizado formal ancorado m aspctos financiros Font: Conant t al., Sparando os ingrdints para prparar a "rcita" Por produtos ou mrcados Dsmpnho no mrcado volum d vndas Dominada assssors, orintada matriz Métodos múltiplos, cálculos por por d riscos cuidadosos, contribuição d vndas Autoridad formal rígida, dsnho opracional solto Evitar problmas rsolvr problmas rmanscnts Nossa primira visita ao Mrcado na condição d psquisadoras du-s, no mês d outubro d Exrcitamos a obsrvação participant como consumidoras m um rstaurant tradicional após usufruímos do passio dirigido ofrcido aos studants coordnado plos funcionários do Mmorial do Mrcado Público. A scolha das duas Bancas para a ralização da psquisa, ocorru nst primiro contato. A Banca 43 foi a primira a sr invstigada, isto porqu, no primiro dia m qu fomos a campo, la mostrou-s mais acssívl por não havr tantos clints (naqula hora), consqüntmnt, mais disponibilidad para consguirmos informaçõs junto aos prmissionários funcionários. Cab rssaltar qu as Bancas possum uma numração, já há um bom tmpo, como forma d organização, sndo qu a maioria também adota algum nom, a xmplo da Banca 31, mais conhcida como Banca do Holandês. Com a rforma muitas Bancas mudaram d lugar, porém prmancm com sua numração original, visto qu faz part da história d cada uma. Sgundo o filho do prmissionário 2 da Banca 31, la é a única qu prmanc no msmo lugar com o msmo spaço físico dsd a sua fundação, m Est trabalho constitui-s d um rlato tnográfico qu, conform dscrv Lévi-Strauss, consist "na obsrvação na anális dos grupos humanos considrados na sua particularidad..., visa a rconstituição, tão fil quanto possívl da vida d cada um dls" (apud Vit, 1967, p. 93). A psquisa foi conduzida tndo por técnica, além da obsrvação sistmática participant, ntrvistas com prmissionários, funcionários clints das Bancas d spciarias ralizadas durant dois mss mio. As informaçõs fluiram com facilidad, quando mnos správamos stávamos dgustando as spciarias da Banca 43, sndo qustionadas sobr a dcoração natalina, tndo acsso a fotos inéditas do Mrcado Público no início do século. Apsar da utilização d um rotiro smi-struturado para as ntrvistas, procuramos dar voz aos informants para qu ls falassm livrmnt. No diário d campo, além dos rlatos das ntrvistas, foram rgistradas as vivências qu srviram d bas para o amadurcimnto das imprssõs no dcorrr do procsso d campo. 2 Indivíduo qu rcb uma prmissão do podr público municipal para administrar uma banca no Mrcado. 6

7 Elaborando "as rcitas" nas Bancas d Espciarias Banca 43 Arlindo Oswaldo Musskopf, m 1949, criou a Banca 43, cujo sgmnto d atuação corrspond à vnda d spciarias. Hoj, a Banca é administrada por três antigos funcionários qu trabalharam com o fundador. Nroci, rsponsávl plo atndimnto no balcão, dscndnt d português, diz qu "tm sangu árab", possui 57 anos, é casado, pai d três filhos, cursou o sgundo grau, trabalha - dsd os 14 anos - há 42 anos no Mrcado Público, mais spcificamnt na Banca 43. Cláudio Klin, considra-s um gurriro apaixonado plo qu faz, para l não basta trabalhar só plo dinhiro, é prciso possuir um idal, construir algo qu fiqu para as próximas graçõs, é Prsidnt da Associação do Comércio do Mrcado Público Cntral d Porto Algr - ASCOMEPC - também conhcida como Associação dos Prmissionários ou Mrcadiros. Oscar Endrss, o sócio, a qum cab xcutar as compras os pagamntos. A prmissão foi passada para os três funcionários, porqu o único filho do primiro prmissionário não quis dar sguimnto as atividads do pai, optando por formar-s m Mdicina. Assim, coub aos três funcionários, considrados os mais ddicados, lvar adiant a tradição da Banca. Atualmnt, a Banca possui dz funcionários: quatro com aproximadamnt 20 anos d casa, um com 13 anos, três com quas 10 anos, um com 2 anos o filho d um dos prmissionários qu iniciou st ano (dos três filhos do prmissionário st foi o único qu s intrssou por dar sguimnto a atividad do pai). O clima ntr funcionários prmisisonários é bastant informal, lmbrando uma grand família, uns chamam os outros d guris, sndo qu a maioria possui mais d 45 anos. Rúnms, vntualmnt, nos finais d smana na casa d um dos prmissionários para o costumiro churrasco. Trabalham intnsamnt com ddicação, aparntando smpr bom humor cortsia. Est clima d uma família s dá na rlação dos frguss com os funcionários, não sndo raro, os clints pagarm lanchs; fazrm convits para almoços, para a ingsta d crvja; ou, ainda, gratificarm os funcionários com gorjtas. Sgundo nos rvlou o prmissionário Nroci: "(...) d manhã nós vamos tomar café s abr um, dois, três pão difrnt, cada um faz su sanduích, toma um rfrigrant, é qu nm uma família. (...) é isso qu nós aprndmos com Su Arlindo, qu fazia isto conosco". "(...) isto aqui é quas como uma família, (...) tm gnt aqui qu vm quas qu todos os dias só para batr um papinho. Tm frguês qu diz assim u gosto tanto do Mrcado qu prciso vir no Mrcado, olhar o Mrcado, (...) m distrair um pouco. (...) Isto é bonito". A Banca aprsnta um "layout" ond, d um lado, podmos obsrvar os balcõs d frios, do outro lado, balcõs com frutas scas, trufas, marzipans, cucas d ml, tc. No cntro ntr 7

8 os balcõs um corrdor qu prmit a visualização dos mais difrnts produtos nacionais importados colocados à vnda. Os funcionários usam uniform combinando com o stilo as cors prdominants nos móvis na dcoração da Banca, ou sja, nos tons bg claro com contornos d marrom. Porém, com o passar do tmpo, o tcido dos uniforms comça a ficar vlho dsbotado, daí a solicitação dos funcionários para qu quando form providnciados novos uniforms, a tradicional cor vrd piscina, qu smpr foi a cor dos uniforms da Banca, foss adotada novamnt. Msmo não combinando muito com o dsing cor da Banca, a idéia foi acatada plos prmissionários. Dntro da ótica da tradição, tm-s a forma d mbalar os produtos. Na Banca 43, as mrcadorias são mbrulhadas m papl amarradas com barbant ants d srm colocadas m sacolas plásticas, difrntmnt dos suprmrcados, ond os produtos são acondicionados dirtamnt m sacolas plásticas. O prfil dos clints, apsar d alguns anos para cá tr s tornado mais clético, ainda é constituído m sua maioria por pssoas d uma faixa tária mais lvada, por volta d anos, sndo a maioria mulhrs com podr aquisitivo mais lvado (class média alta). Enfim pssoas, como a Maria Luisa, clint há bastant tmpo: S conta o tmpo qu u ra criança acompanhava mu pai, dv fazr lá 50 anos. Contudo, os prmissionários buscam ampliar st prfil d consumidor através do uso do -commrc. Atualmnt, participam d um sit d compra vnda, também possum um link dntro do sit do Mrcado Público. Entrtanto, as vndas, via Intrnt, não stão ocorrndo pois os consumidors parcm não qurr abrir mão do contato humano do atndimnto prsonalizado, qu são xprssos através do conhcimnto qu os funcionários possum acrca d sus gostos, sus noms, dtalhs d suas vidas. Inclusiv srvindo, muitas vzs, d conslhiros psicólogos, conform rlatado por Nroci. Além disto, Cláudio nota uma crta rsistência no uso dst mio d comunicação, talvz sja m virtud d um crto consrvadorismo dos consumidors, principalmnt gaúchos, msmo com bom grau d scolaridad:... o povo gaúcho é muito consrvador nsta part. (...) não s adquaram a st tipo d trabalho d compra pla Intrnt. Possum uma intrssant stratégia d vnda. Procuram dcifrar hábitos caractrísticas dos clints com isto ofrcm produtos qu passam a sr cativos dos msmos. Por xmplo, quando o clint é diabético costumam, d poss dsta informação, indicar algum produto da linha ditética. Todavia, ofrcm apnas um produto, na visão dos prmissionários, a ofrta d muitos produtos ao msmo tmpo torna-s algo antipático, sgundo nos rlatou Nroci. Obsrvamos, também, qu o pssoal da Banca procura prstar um srviço prsonalizado ao clint, a partir das pculiaridads qu dscobrm acrca do msmo. Por xmplo, quando idntificam ou sabm qu um casal não possui filhos, o funcionário sugr qu lvm uma quantidad mnor d produto d modo qu possam tr uma rotatividad maior, por via d consqüência, produtos smpr frscos. Acabam assim criando uma mpatia com o frguês qu trmina por dsnvolvr uma spéci d fidlidad junto a Banca. Ainda, dntro do spctro da rciprocidad da fidlidad, ncontramos a troca d rcitas ntr os mmbros da Banca os sus frguss, tanto oralmnt como por scrito. O sit contmpla várias opçõs d rcituários gastronômicos. A página d ntrada do sit aprsnta a sguint fras: "A mais d mio século dividindo conhcimnto com a gastronomia gaúcha. E sgu no link "O qu é?": "Não é a toa 8

9 qu a Banca 43 é considrada não apnas uma banca, mas um Altar, ond sus atndnts não são apnas funcionários, mas sim vrdadiros Sacrdots da gastronomia. Prov aprov você também. Pnsou m cozinha, pnsou Banca 43". A busca pla proximidad junto ao clint é vidnciado inclusiv no "layout" da banca qu procura, apsar do pouco spaço, abrigar o frguês dntro dla. Isto possibilita, aos qu atndm na Banca, uma intrlocução com o clint, viabilizando a dscobrta d sus gostos, prmit forncr dgustação d alimntos, a aprsntação d novos produtos, nfim, prstar um atndimnto d acordo, trmo usado por Nroci para dfinir a qualidad dos produtos srviços da Banca: "(...) nós não gostamos do frguês tá long d nós, tr ss frguês junto, prto para gnt convrsar, para batr um papo. (...) prguntando o qu qur lvar o qu não qur. Ess é o nosso lanc". Podmos sntir isto quando durant a primira incursão na Banca, qu s stndu por quas uma tard, uma das psquisadoras foi obsquiada com a dgustação d quijo miniro, prsunto dfumado, damasco sco cafzinho. Notamos, através da obsrvação participant, qu ssa é uma forma d cativar, ncantar rforçar o rfrncial da Banca m trmos d atndimnto prsonalizado. Isto acaba por grar a ficint propaganda boca a boca, qu para Nroci é o mlhor markting para st tipo d ngócio. É com orgulho qu os intgrants da Banca falam d sus clints ilustrs: Prsidnt Médici, Hb Camargo, Gaúcho da Frontira, Kliton Kldir. Possum também strangiros na lista d frguss, tais como funcionários d mbaixadas, turistas qu xprimntam as spciarias passam a ncomndá-las, via fax, rcbndo-as por corrio (sdx). Na ára d suprimntos contam com forncdors nacionais strangiros, possum forncdors locais com uma linha artsanal d produtos, como uma família d Plotas qu supr a Banca com doc d pêssgo, o favorito da ntrvistadora d tlvisão do ixo Rio-São Paulo, a sptuagnária Hb Camargo. As Bancas qu vndm os msmos produtos não formam clustrs d forma a barganhar tr ganhos junto aos forncdors, diminuindo assim o custo, portanto, podndo tr mais vantagm comptitiva qu o suprmrcado, hoj, um dos mais forts concorrnts do Mrcado Público como um todo, na visão d muitos prmissionários. Entrtanto, Cláudio Klin diz qu sta forma d atuação tm qu mudar, como prsidnt da ASCOMEPC, prtnd disponibilizar cursos na ára d gstão d ngócios para alavancar uma visão mais comptitiva m trmos d práticas d gstão. Dntro dsta linha podmos obsrvar qu Claúdio possui um stilo mais arrojado com uma visão mprsarial mais ampla qu a média dos prmissionários, mostra-s procupado m atrair mais clints através da divulgação do Mrcado Público, principalmnt, na época d Natal, príodo m qu há maior volum d vndas no comércio. Para tal, m 2000, a ASCOMEPC, juntamnt com a Prfitura d Porto Algr, promovu o sortio d cinco cstas contndo produtos do Mrcado para qum fizss a fras mais criativa rlacionando Mrcado Público Natal. Houv programação d shows, Papai Nol, dcoração intrna xtrna mais vidnt qu nos anos antriors até anúncio m jornal d circulação stadual, contndo a sguint campanha publicitária: "Mrcado Público o bom vlhinho - há 131 anos o mlhor Natal". Quanto aos concorrnts dntro do próprio Mrcado, constatamos qu não são apnas as Bancas qu trabalham com spciarias, mas também as qu vndm bbidas produtos 9

10 importados, como é o caso da Banca 26. Entrtanto, a principal concorrnt da Banca 43 é a Banca 31 (Banca do Holandês). Banca 31 A Banca 31 foi fundada m 1919 por Dirk Van Dn Brul, um holandês, o qu fz com qu todos comçassm a chamar o stablcimnto d Banca do Holandês, ficando st, postriormnt, sndo o nom oficial da Banca. Tal local é considrado o primiro ponto d spciarias d Porto Algr. Quando Dirk falcu, sus parnts assumiram os ngócios, ntrtanto, não consguiram mantr o dsmpnho do stablcimnto, passando a prmissão para alguns funcionários. Sndo qu um dsts, Rnato Jardim Rosa, hoj, viúvo com 60 anos, atual prmissionário, comprou a part dos dmais. Além da Banca 31, qu é grnciada plo filho Sérgio, Rnato possui outro stablcimnto no Mrcado, o Armazém do Confitiro, grnciado pla filha. Sgundo Sérgio, nosso informant nsta Banca, há alguns produtos qu são comuns a ambos stablcimntos, sndo assim, fazm apnas uma ncomnda qu supr as duas Bancas aufrindo custo mais baixo. A Banca possui nov funcionários com idad média d 35 anos, sndo qu a maioria tm mnos d 10 anos d casa. Sgundo Sérgio, funcionários mais jovns possum mnos vícios manias, também acatam as dcisõs sm assumir a postura d qurr dtrminar o ngócio. O trinamnto é fito d manira bastant informal, ou sja, o funcionário mais xprint (o qu possui mais tmpo d srviço) acompanha, nsina passa conhcimntos para o novato. A Banca não possui spaço suficint para abrigar tantos funcionários, contudo o ambint é bastant dscontraído procuram atndr com algria cortsia, rcbndo inclusiv algumas gorjtas. Usam uniforms na cor branca com dtalhs na cor laranja, m alusão ao país d origm do primiro propritário. Ants da rforma o prfil dos clints dsta Banca ra mais tradicional, pssoas d class média alta, qu compravam há bastant tmpo, alguns dsd criança, rcbndo uma hrança gastronômica d sus pais. Porém, após a rforma, a clintla s xpandiu, visto qu mais pssoas comçaram a frqüntar o Mrcado por st tr s tornado um ambint mais agradávl. Uma das clints qu ntrvistamos nsta Banca nos diss qu o Mrcado ants da rforma não ra ambint para mulhrs dsacompanhadas, pois ram alvo d muitas cantadas. Os frguss assíduos são atndidos plo nom têm sus hábitos gostos rconhcidos plos funcionários. Por xmplo, a spssura qu o prsunto dv sr fatiado, a marca do quijo a qu stão habituados a consumir são d domínio dos atndnts. Também trocam rcitas com o pssoal da Banca, o qu lmbra o ritual dos colars pulsiras dos nativos das ilhas Trobriand, studados por Malinowski (1978), qu d tmpos m tmpos mudavam d lugar sguiam circulando até rtornarm ao msmo lugar. Na Banca 31, igualmnt, costumam fazr rfrência a clints famosos, como é o caso d Robrto Marinho, qu ncomnda os figos cristalizados d Caxias do Sul (cidad da srra gaúcha), através d uma snhora carioca qu, sporadicamnt, compra produtos da Banca. Além das spciarias, o dstaqu fica por conta do atndimnto. A Banca parc star passando por uma fas d transição, o filho stá assumindo mais a rotina, ficando no caixa, o prmissionário stá nvolvido com o grnciamnto global das duas Bancas. Sérgio diss qu não 10

11 conhc o nom dos clints mais tradicionais tal como o su pai alguns funcionários. Obsrvamos qu l possui um tratamnto mais profissional para com os clints, sss parcm star acostumados com um stilo mais pssoal até msmo carinhoso. Para o clint: "Tm a Banca do lado, mas a minha prfrência é ssa...é uma Banca mais arrumada, mais limpa, mais organizada, isso também atrai, d rpnt tm uma outra aí com um mont d coisa amontoada, u nunca passi, nm rpari". O prço não chga sr um difrncial m trmos d vndas, contudo, m crtos produtos a Banca 31 tm um valor mais comptitivo qu o dos suprmrcados. À guisa d xmplo, um dtrminado tipo d nozs é vndido m um grand suprmrcado da rgião a R$36,00 o quilo, nquanto, na Banca custa R$24,00. Dntro do Mrcado, o prço é smlhant ntr produtos similars, obsrvamos, inclusiv, qu s uma Banca baixa o prço a outra acompanha, visto qu o clint argumnta qu na concorrência stá mais barato. A rvista Vja - unidad Porto Algr - raliza m três diçõs anuais uma psquisa acrca dos stablcimntos mais citados ligados a ára da gastronomia. A lição é fita com a participação d cinqünta prsonalidads, tais como "socilits", "gourmts", jornalistas, qu scolhm para cada uma das catgorias - rstaurant, churrascaria, pizzaria, bar, tc.- um stablcimnto qu tnha s dstacado. A Banca 31 foi a vncdora, nas duas últimas diçõs, na catgoria "dlicatsss", o qu lh rndu uma boa divulgação, consqüntmnt, um aumnto no númro d clints. Entrtanto, a Banca não possui um spaço qu possa abrigar mais funcionários para atndr mais pssoas, razão pla qual, às sxtas-firas, no final da tard, comçaram a ocorrr brigas m frnt à Banca. Sgundo Sérgio, formava-s o maior barraco, pois dada a aglomração, uns furavam a fila outros gritavam discutiam por causa disto. Uma das soluçõs ncontradas foi a instituição, qu s du, a partir d novmbro d 2000, d um sistma d atndimnto por fichas numradas. Porém, criou-s outro problma, os frguss mais antigos, acostumados com o tratamnto prsonalizado, agora s sntiam rduzidos a um númro, além disto, não tinham mais a oportunidad d scolhr o atndnt a qum stavam smpr habituados a rcorrr. Para contornar sta situação, o pssoal da Banca argumnta aos frguss qu sta foi a forma ncontrada para dmocratizar o acsso d todos os clints aos produtos ao atndimnto, ntrtanto, ainda trata-s d algo xprimntal. Uma curiosidad rlativa às fichas, é qu os funcionários costumam chamá-las como s stivssm cantando um bingo: ficha 55, dois gringos na coxilha, ou ficha 13, Trsinha Maria Cristina qual a idad da mnina. Trabalham com tl-ntrga. As vndas por Intrnt não fazm part d sus planos, plos mnos nquanto não consguirm uma struturação qu lhs prmita o atndimnto dsta fatia d mrcado. O problma visualizado, no qu tang à strutura, é qu, além do spaço da loja sr pquno para atndr a clintla, também inviabiliza o armaznamnto. No Mrcado não há condiçõs para grands stocagns, o qu obriga o prmissionário a fazê-lo m sua própria casa, tirando a flxibilidad m trmos d rsposta ao clint. O abastcimnto da Banca s dá através d forncdors locais, nacionais rprsntants comrciais paulistas para produtos importados. Dvido a problmas d armaznagm, já comntados antriormnt, a importação dirta é quas inxistnt, apsar d sr mais barata. 11

12 O rsultado culinário: os difrnts sabors O concito d stratégias (ditas) gnéricas advém do fato d qu alguns autors (Mils t al., 1978; Mintzbrg, 1988; Portr, 1986,1990) acrditam sr possívl dfinir-s uma tipologia d stratégias suficintmnt amplas d tal forma qu las sjam aplicávis a qualqur mprsa, m qualqur tipo d indústria m qualqur stágio d dsnvolvimnto da indústria. Ou dito d outra forma, podria sr idntificado um númro limitado d arquétipos stratégicos qu capturariam a ssência das divrsas posturas comptitivas da maioria das mprsas. Portr (1986, 1990) propôs uma tipologia composta por três stratégias gnéricas: lidrança no custo total, difrnciação nfoqu. O ponto cntral da stratégia d lidrança no custo total é a mprsa fazr com qu su custo total sja mnor do qu o d sus concorrnts. O custo mais baixo funciona como um mcanismo d dfsa da mprsa contra a rivalidad d sus concorrnts, spcialmnt, no tocant à gurra d prços. A stratégia d difrnciação prssupõ qu a mprsa ofrça, no âmbito d toda a indústria, um produto 3 qu sja considrado único plos clints, ou sja, cujas caractrísticas o distingam daquls ofrcidos pla concorrência. A htrognidad dos gostos ncssidads dos clints torna difícil falar-s m um mrcado qu atinja toda a indústria, quando, na ralidad, xistm sgmntos d mrcado. Contudo, o concito d um produto qu atnda a toda a indústria assnta-s no fato d qu podm xistir caractrísticas grais qu são valorizadas, m maior ou mnor grau, pla maioria dos sgmntos d mrcado dntro da indústria A stratégia d nfoqu basia-s no fato d qu a mprsa srá capaz d atndr mlhor ao su alvo stratégico do qu aquls concorrnts qu buscam atndr a toda à indústria (ou a um grand númro d sgmntos da indústria). O alvo ou scopo stratégico dv sr suficintmnt strito d forma a prmitir qu a mprsa o atnda mais ficintmnt ou mais ficazmnt pod sr dfinido sob divrsas dimnsõs: tipo d clints, linha d produtos, varidad do canal d distribuição, ára gográfica. O alvo strito pod sr atndido através d uma posição d custo mais baixo ou d uma posição d difrnciação, msmo qu a mprsa não sja capaz d mantr uma dstas posiçõs m rlação à indústria como um todo. Analisando sob st nfoqu tórico, as bancas d spciarias parcm star mais voltadas para stratégia d difrnciação, pois procuram colocar o produto como único no mrcado. Atndm a um dtrminado público através d uma linha contndo produtos bastant spcíficos d modo gral mais caros qu as dmais Bancas. Também consgum distinguir-s através do atndimnto ao agrgar um sabr-fazr ao produto, por xmplo, como prpará-lo, até sabr s l s adqua ao prfil do clint, além do atndimnto prsonalizado. Isto fica vidnt quando crtos clints rlatam qu não compram, por xmplo, frios no suprmrcado prto d casa, optando por s dslocar até o cntro da cidad, local ond fica o Mrcado. Isto porqu, sgundo ls, não consgum consumir outro produto qu não sja aqul ofrcido plas Bancas d spciarias, conform os dpoimntos qu s sgum: 3 A rigor, a palavra produto dvria sr substituída pla xprssão produto ou srviço. No ntanto, d forma a tornar a litura mais fácil, m todo o txto srá utilizada apnas a palavra produto, msmo quando a situação prmita uma infrência também para o ramo d srviços. 12

13 "(...) a gnt comçou a prcbr qu os frios comprados m suprmrcados, coisa, não duravam a msma coisa, não ficavam frscos ao msmo tmpo qu ficava frios comprados aqui, qu ram fatiados na hora, qualidad, (...) qualidad". "(...) pra mim não é a mão, u tnho qu pgar lotação ou táxi pra vir aqui, porqu vir d carro é mio complicado pra stacionar, mbora aqui tnha stacionamnto, mais (ah, ah). Agora no caso u tô passando plo cntro tá, mas d uma forma gral u saio d casa, moro no bairro Mont Srrat vnho aqui só pra spcificamnt pra isso". Diant do quadro construído por Conant t al. (1990) procuramos analisar as stratégias dsnvolvidas nas Bancas d spciarias do Mrcado Público. No aspcto domínio d produtos mrcados obsrvamos qu há uma sgmntação quanto a class social: há produtos mais voltados para a class A outros para a class B C, ajustados conform a volução conômica. Procuram dtctar as ncssidads do clint, qu muitas vzs, lhs forncm dicas d novos produtos ofrcidos m outros lugars qu passam a sr comprados para atndr a frgusia. Contudo, mantêm uma linha d produtos stávl bastant focado. Quanto à postura d sucsso notamos qu há invstidas oportunas como, por xmplo, quando há grands vntos nvolvndo o Mrcado Público, buscam star smpr vinculados ofrcndo produtos d suas Bancas. Também s adaptam conform as situaçõs s colocam, como a Banca 31 qu prcisou implantar um sistma d fichas d atndimnto pois não consguia m crtos horários atndr os frguss d forma ordnada. Já a Banca 43 procura, através d um atndimnto prsonalizado, atndr as ncssidad d sus clints, qu são lvados para dntro da msma, sm, ntrtanto, procurar antcipar-s criar novos "modus oprandi". No dizr d um dos prmissionários da Banca 43: "(...) nós não gostamos do frguês tá long d nós, tr ss frguês junto, prto para gnt convrsar, para batr um papo. (...) prguntando o qu qur lvar o qu não qur. Ess é o nosso lanc". As Bancas d spciarias stão orintadas para a concorrência, isto porqu ficam monitorando a msma, principalmnt, no aspcto prço. Notamos qu quando a concorrnt altra o prço o rflxo s dá m ambas, ou sja, na Banca 31 na Banca 43, cabndo rssaltar qu as duas são forts concorrnts na mdida m qu possum um prfil bastant parcido m trmos d produtos srviços. Um dtrminado produto qu aparc na concorrência, m sguida é adquirido plas duas Bancas. Quanto ao aspcto crscimnto, notamos a cautla, não há prssa, prfrm não arriscar, dizm qu a margm d lucro nos últimos anos diminuiu razoavlmnt qualqur invstimnto prcisa sr bm calculado para não grar prjuízos. Os prmissionários da Banca 43, nst aspcto, prfrm adquirir mrcadorias m quantidads mnors qu a dmanda, dmorar um ou dois dias para atndr ao clint, do qu a ofrta suplantar as ncssidads dos clints os prmissionário vrm-s obrigados a dividir a sobra com os funcionários para não jogar fora, d qualqur manira é dinhiro prdido, na visão dos donos da Banca. Procuram associar qualqur invstimnto, principalmnt o tcnológico, com a ficiência d custos. Obsrvamos isto quando as Bancas d spciarias adquirm novos quipamntos para manusar os frios, gralmnt, lvam m conta a possibilidad d mnor prda (ou maior rntabilidad do produto) maior satisfação do clint, alavancando, assim, as vndas. À guisa d xmplo: há clints qu gostam d um dtrminado mbutido cortado com uma spssura 13

14 ultrafina, para isto há ncssidad d quipamntos qu tnham sta pculiar graduação, todavia, na hora d comprar tal maquinário, é analisado o dsmpnho do produto m trmos d agilidad (manusio) dsprdício (produto). Também notamos qu procuram adquirir uma tcnologia focada no aspcto cntral do ngócio, dsta forma consgum atntar para os aspctos tcnológicos, mas mdiant baixos invstimntos. Diant disto, muitas vzs, procuram improvisar soluçõs, pois não possum um programa d manutnção nm pssoal técnico habilitado. Cab salintar qu ainda stão muito arraigados no atndimnto pssoal como arma para a sobrvivência do ngócio, a qustão d invstimnto m quipamntos parc qu tira o ar d tradição comça a insrir a modrnidad, o qu d crta forma, para ls, dscaractriza o ngócio a própria rlação ntr o mrcadiro clint. A dgustação a prparação manual parc fazr part do ritual d compra vnda nstas Bancas. Apsar d srm ngócios d pquno port possum uma crta organização m trmos d planjamnto d compras, control financiro vndas. As áras d finanças produção stão bm alinhadas para não havr nnhum dsprdício. Diant disto o planjamnto é d dntro para fora dominado por control, principalmnt, o financiro. A strutura é funcional, cada pssoa xrc uma dtrminada tarfa sndo qu a autoridad é rconhcida/cntrada por um grupo pquno dntr os qu atuam na organização. As Bancas stão prdominantmnt voltadas para as caractrísticas da tipologia dfnsiva quanto ao su comportamnto stratégico, tndo nuancs d caractrísticas analíticas rativas. A surprsa gastronômica Quando dcidimos studar as bancas d spciarias imaginamos ncontrar métodos mais informais na formulação d stratégias, porém, nos surprndmos. Os mrcadiros são organizados, além disto, possum um "fling" intrssant para grnciar. Procuram quilibrar tradição modrnidad, pois apsar d starm mbuídos por ritos, mitos costums, stão atntos para as oportunidads qu os mios modrnos ofrcm, como é o caso do uso da Intrnt para vndas. Ficou igualmnt claro, qu a compra vnda dos produtos, no Mrcado Público, rmt os ators nvolvidos a um univrso simbólico ond a razão prática é humanizada pla aftividad, plo fato d ultrapassarm a rlação ntr indivíduos pla rlação ntr pssoas (DaMatta, 1987), xtrnalizada m atos tais como a idntificação das prfrências d cada um dos consumidors, a scolha d um atndnt m spcial, a troca d rcitas, o conhcimnto d aspctos familiars. A dádiva (Mauss, 1974) nas socidads complxas hodirnas também s faz prsnt não s rstring a bns matriais, mas sim a aspctos imatriais, como o carinho d um atndimnto prsonalizado. Rfrências Bibliográficas CONANT, J.S., MOKWA, M.P. VARADARAJAN, P.R. Stratgy typs, distinctiv markting comptncis and organizational prformanc: a multipl masurs- 14

15 basd study. Stratgy Managmnt Journal, v. 11, p , DAMATTA, R.. A Casa a Rua: Espaço, Cidadania, Mulhr Mort no Brasil, Rio d Janiro, Guanabara, GIMENEZ, F.P., PELISSON, C., KRÜGER, E.G.S. HAYASHI, P. Estratégia comptitiva d pqunas mprsas varjistas. In: ANGELO, C. SILVEIRA, J.A.(Org.). Varjo Comptitivo, v. 3, São Paulo, Atlas, MALINOWSKI, B. Argonautas do Pacífico Ocidntal. São Paulo, Abril Cultural, MAUSS, M. Sociologia Antropologia. São Paulo, EPU, v.ii, MILES, R. E., SNOW, C. C., MEYER, A. D. & COLEMAN, H.J., Organizational Stratgy, Structur, and Procss. Acadmy of Managm nt Rviw, v.3, n.3 p , July MINTZBERG, H.; AHLSTRAND, B. E LAMPEL, J. Safári d Estratégia. Porto Algr, Bookman, MOTTA, P.R. Gstão Contmporâna: a ciência a art d sr dirignt. Rio d Janiro, Rcord, PORTER, M. Vantagm Comptitiva: Criando Sustntando um Dsmpnho Suprior. Rio d Janiro, Campus, 1986., Estratégia Comptitiva: Técnicas para Anális d Indústrias da Concorrência. Rio d Janiro, Campus, 1986., Th Comptitiv Advantag of Nations. Harvard Businss Rviw, Apr, VIET J., Métodos Estruturalistas nas Ciências Sociais. Rio d Janiro, Tmpo Brasiliro,

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