Portaria Inmetro nº 248 de 17 de julho de 2008

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1 INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - Portara Inmetro nº 248 de 17 de julho de 2008 O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL, no uso de suas atrbuções, conferdas pelo 3º do artgo 4º da Le nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973, e tendo em vsta o dsposto no ncso II do artgo 3º da Le nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999, no ncso V do artgo 18 da Estrutura Regmental do Inmetro, aprovado pelo Decreto nº 6.275, de 28 de novembro de 2007, nas alíneas a e c do subtem 4.1 e na alínea a do tem 42, da Regulamentação Metrológca aprovada pela Resolução nº 11, de 12 de outubro de 1988, do Conselho Naconal de Metrologa, Normalzação e Qualdade Industral CONMETRO, e pela Resolução GMC nº 07, de 20 de junho de 2008, do Mercosul, resolve baar as seguntes dsposções: Art.1º - Aprovar o aneo Regulamento Técnco Metrológco que estabelece os crtéros para verfcação do conteúdo líqudo de produtos pré-meddos com conteúdo nomnal gual, comercalzados nas grandezas de massa e volume. Art. 2º - Revogar as Portaras Inmetro nº 74, de 25 de mao de 1995, nº 96, de 07 de abrl de 2000, e nº 140, de 17 de outubro de Art. 3º- Esta Portara entrará em vgor 120 (cento e vnte) das após a data de sua publcação no Dáro Ofcal da Unão. JOÃO ALZIRO HERZ DA JORNADA

2 INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - REGULAMENTO TÉCNICO METROLÓGICO A QUE SE REFERE A PORTARIA Nº 248 DE 17 DE JULHO DE APLICAÇÃO Este Regulamento será aplcado na verfcação dos conteúdos líqudos dos produtos pré-meddos, com conteúdo nomnal gual, epresso em massa ou volume nas undades do SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES. Para os casos partculares de aplcação serão harmonzados crtéros específcos baseados em legslação nternaconal. 2 - DEFINIÇÕES 2.1. PRODUTO PRÉ-MEDIDO É todo produto embalado e/ou meddo sem a presença do consumdor e, em condções de comercalzação PRODUTO PRÉ-MEDIDO DE CONTEÚDO NOMINAL IGUAL É todo produto embalado e/ou meddo sem a presença do consumdor, com conteúdo nomnal gual e predetermnado na embalagem durante o processo de fabrcação CONTEÚDO EFETIVO É a quantdade de produto realmente contda no produto pré-meddo CONTEÚDO EFETIVO DRENADO É a quantdade de produto contdo na embalagem, descontando-se qualquer líqudo, solução, caldo, etc., segundo metodologa estabelecda no RTM correspondente CONTEÚDO NOMINAL (Qn ) É a quantdade líquda ndcada na embalagem do produto ERRO PARA MENOS EM RELAÇÃO AO CONTEÚDO NOMINAL É a dferença para menos entre o conteúdo efetvo e o conteúdo nomnal TOLERÂNCIA INDIVIDUAL (T) É a dferença tolerada para menos, entre o conteúdo efetvo e o conteúdo nomnal, ndcado na Tabela I deste Regulamento INCERTEZA DE MEDIÇÃO DO CONTEÚDO LÍQUIDO OU EFETIVO A ncerteza epandda, com um nível de confança de 95%, assocada a nstrumentos de medção e métodos de eame usados para determnar quantdades não deverá eceder 0,2T (Tabela 1). 2.9 LOTE NA FÁBRICA É o conjunto de produtos de um mesmo tpo, processados por um mesmo fabrcante, ou fraconados em um espaço de tempo determnado, em condções essencalmente guas. Consdera-se espaço de tempo determnado, a produção de uma hora, sempre que as quantdades de produto sejam guas ou superores a 150 undades. Caso esta quantdade supere undades, o ecedente poderá formar novo(s) lote(s) NO DEPÓSITO No depósto consdera-se lote todas as undades de um mesmo tpo de produto, sempre que a quantdade de produto for superor a 150. Caso esta quantdade supere undades, o ecedente poderá formar novo(s) lote(s) NO PONTO DE VENDA

3 INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - No ponto de venda consdera-se lote todas as undades de um mesmo tpo de produto, sempre que a quantdade de produto for gual ou superor a 9. Caso esta quantdade supere undades, o ecedente poderá formar novo(s) lote(s) CONTROLE DESTRUTIVO É o controle no qual é necessáro abrr ou destrur todas as embalagens a verfcar CONTROLE NÃO DESTRUTIVO É o controle no qual não é necessáro abrr ou destrur todas as embalagens a verfcar AMOSTRA DO LOTE É a quantdade de produtos pré-meddos retrados aleatoramente do lote e que será efetvamente verfcada AMOSTRA PARA DETERMINAÇÃO DA TARA É a amostra retrada para o cálculo do peso da embalagem do produto pré-meddo NA FÁBRICA a) Se o peso da embalagem for nferor a 5% do conteúdo nomnal, será usado o valor médo de uma amostra de 25 embalagens, desprezando-se o desvo padrão resultante. b) Se o peso da embalagem for superor a 5% do conteúdo nomnal, será usado o valor médo das 25 embalagens, desde que o seu desvo padrão seja menor ou gual a 0,25T. c) Se o peso da embalagem for superor a 5% do conteúdo nomnal e o seu desvo padrão for maor que 0,25T, será feto ensao destrutvo ndvdual das embalagens da amostra NO DEPÓSITO OU NO PONTO DE VENDA a) Se o peso da embalagem for nferor a 5% do conteúdo nomnal, será usado o valor médo de uma amostra de 6 embalagens, desprezando-se o desvo padrão resultante. b) Se o peso da embalagem for superor a 5% do conteúdo nomnal, será usado o valor médo das 6 embalagens, desde que o seu desvo padrão seja menor ou gual a 0,25T. c) Se o peso da embalagem for superor a 5% do conteúdo nomnal e o seu desvo padrão for maor que 0,25T, será feto ensao destrutvo ndvdual das embalagens da amostra. d) Se a amostra contém apenas 5 undades, será feto ensao destrutvo ndvdual das embalagens MÉDIA ARITMÉTICA DA AMOSTRA ( ) É gual à soma dos conteúdos ndvduas de cada undade da amostra dvdda pelo número de undades da amostra. É defnda pela equação: = n = = 1 n é o conteúdo efetvo de cada undade da amostra do produto; n é o número de undades da amostra do produto DESVIO PADRÃO DA AMOSTRA (S) É gual à raz quadrada da soma dos quadrados das dferenças entre os conteúdos ndvduas e o valor médo dos conteúdos, dvddo pelo número de undades da amostra menos um.

4 INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - S = = n = 1 n 1 é o conteúdo efetvo de cada undade da amostra do produto; n é o número de undades da amostra do produto. 3. CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO DE LOTE DE PRODUTOS PRÉ-MEDIDOS O lote submetdo a verfcação é aprovado quando as condções 3.1 e 3.2 são smultaneamente atenddas CRITÉRIO PARA A MÉDIA Qn - ks Qn é o conteúdo nomnal do produto k é o fator que depende do tamanho da amostra obtdo na tabela II S é o desvo padrão da amostra 3.2. CRITÉRIO INDIVIDUAL É admtdo um mámo de c undades da amostra abao de Qn - T (T é obtdo na tabela I e c é obtdo na tabela II) Para produtos que por razões técncas não possam cumprr com as tolerâncas estabelecdas neste Regulamento Técnco, as eceções correspondentes serão acordadas entre os Estados Partes. 2 TABELA I - Tolerâncas Indvduas Permtdas Tolerânca (T) Conteúdo Nomnal Qn (g ou ml ou cm 3 ) Percentual de Qn g ou ml ou cm 3 0 a a 100-4,5 100 a 200 4,5-200 a a a a , a Maor ou gual a OBS.: 1- Valores de T para Qn menor ou gual a 1000g ou ml devem ser arredondados em 0,1g ou ml para mas. 2- Valores de T para Qn maor do que 1000g ou ml devem ser arredondados para o ntero superor em g ou ml. TABELA II Amostra para Controle

5 INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - Tamanho do lote Tamanho de amostra Crtéro para Acetação da méda Crtéro para Acetação ndvdual (c) (mámo de defetuosos abao de Qn-T) 9 a 25 5 X Qn - 2,059.S 0 26 a X Qn - 0,847.S 1 51 a X Qn - 0,640.S a X Qn - 0,485.S a X Qn - 0,295.S 5

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