SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA.

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1 SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA

2 Instalações instituto electrotécnico português Matosinhos Rua de S. Gens, Senhora da Hora Tel.: /15 Fax: Site:www.iep.pt Lisboa Rua de Amália Rodrigues, 24 1.ºDto Bobadela Tel.: Fax:

3 Apresentação IEP O Instituto Electrotécnico Português (IEP) foi constituído em 28 de Setembro de 1981 na Cidade do Porto Estatutariamente é uma pessoa colectiva de direito privado, sem fins lucrativos, tendo sido declarado de Utilidade Pública em 17 de Outubro de 1992 Membros Efectivos ANIMEE - Associação Portuguesa das Empresas do Sector Eléctrico e Electrónico EDP - Energias de Portugal PT Comunicações, S.A. Instalações: Porto e Lisboa

4 Reconhecimentos Certificação ISO 9001 Todos os serviços Prestados Acreditação ISO Laboratórios Acreditação ISO Inspecção Reconhecimento DGERT Formação Reconhecimento ANACOM Formação Análise de Projectos e Inspecções de Telecomunicações Qweb Coach Consultoria Comércio Electrónico

5 Reconhecimentos Reconhecimentos DGGE Análise de Projectos e Inspecções Eléctricas Análise de Projectos e Inspecções de Combustíveis Análise de Projectos e Inspecções de Gás Análise de projectos e Inspecções de Elevadores Auditorias energéticas e planos de racionalização Reconhecimento Instituto do Desporto Inspecções em Equipamentos Desportivos Organismo Notificado Directiva Baixa Tensão Elevadores Directiva Compatibilidade Electromagnética Directiva Máquinas (em curso) PT Comunicações Entidade certificada para a realização de exames de credenciação

6 Áreas de Actuação Ambiente ENERGIA Produtos e Equipamentos Edifícios Segurança Laboral Sistemas de Gestão Indústria Investigação & Desenvolvimento Aquisição e Desenvolvimento de Competências Metrologia Telecomunicações Tipos de Serviços Consultoria Auditoria Formação e Certificação Ensaios Laboratoriais Calibrações Inspecções e pareceres técnicos Avaliação de Riscos

7 Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior em Edifícios - Legislação aplicável - Âmbito dos regulamentos - O certificado - Os planos de melhoria - Meios envolvidos - Metodologias de prestação do serviço - Dados necessários para a realização do trabalho - Relatos de Experiência

8 Legislação Em 16 de Dezembro de 2002 Directiva Comunitária 2002/91/CE - relativa ao desempenho energético dos edifícios Em 4 de Abril de 2006 são publicados em Diário da República DL 78 - Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE) DL 79 - Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios (RSECE) DL 80 - Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE) DIRECTIVA 2010/31/UE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO - de 19 de Maio de 2010 Relativa ao desempenho energético dos edifícios (reformulação) Nota: restante legislação pode ser consultada em

9 Objectivos do SCE a) Assegurar a aplicação regulamentar, nomeadamente no que respeita às condições de eficiência energética, à utilização de sistemas de energias renováveis e, ainda, às condições de garantia da qualidade do ar interior, de acordo com as exigências e disposições contidas no RCCTE e no RSECE; b) Certificar o desempenho energético e a qualidade do ar interior nos edifícios; c) Identificar as medidas correctivas ou de melhoria de desempenho aplicáveis aos edifícios e respectivos sistemas energéticos, nomeadamente caldeiras e equipamentos de ar condicionado, quer no que respeita ao desempenho energético, quer no que respeita à qualidade do ar interior. SCE - Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios

10 CAMPO DE APLICAÇÃO DOS REGULAMENTOS RCCTE edifícios residenciais ou pequenos edifícios de serviços com área inferior a 1000m2 e potência consumida para fins de climatização inferior a 25kw. RSECE Grandes edifícios de serviços (superior a 1000m2 ou 500m2 em casos específicos), ou edifícios (residencial ou serviços) cujo consumo em climatização ultrapasse os 25kw.

11 Entrada em vigor 3 de Julho de 2006 início da aplicação dos regulamentos RCCTE e RSECE 1 de Julho de 2007 inicio da aplicação do SCE aos grandes edifícios (>1000m2) que solicitem licenciamento para construção 1 de Julho de 2008 inicio da aplicação do SCE aos pequenos edifícios (<1000m2) que solicitem licenciamento para construção 1 de Janeiro de 2009 início da aplicação do SCE a todos os edifícios incluindo os existentes

12 O certificado

13 O certificado RCCTE RSECE Informações disponíveis 1ª Fase 2ª Fase 1ª Fase 2ª Fase 3ª Fase PQ - Energia PQ - QAI Etiqueta de desempenho energético X X X X X X Qualidade do Ar Interior X Desagregação das necessidades nominais de energia útil X X Descrição sucinta do edifício ou fracção autónoma X X X X X X X Propostas de medidas de melhoria do desempenho energético e da qualidade do ar interior X X X X X X1 X2 Paredes, coberturas e pavimento X X X X X X

14 O certificado Concentração dos principais poluentes do ar interior (medidos em auditoria) X X Condução e manutenção das instalações e sistemas energéticos X X X X X Técnicos responsáveis X X X Inspecções periódicas a caldeiras, sistema de aquecimento e equipamentos de ar condicionado X X Observações e notas X X X X X X X Com: 1ª Fase Declaração de Conformidade Regulamentar (licença ou autorização de construção); 2ª Fase Certificado energético (licença ou autorização de utilização); 3ª Fase Certificado energético de edifícios existentes; X1 - O PQ RSECE- Energia apenas é responsável pelas medidas de melhoria proposta na sua área de intervenção; X2 - O PQ RSECE- QAI apenas é responsável pelas medidas de melhoria proposta na sua área de intervenção.

15 O certificado Vãos envidraçados X X X X X X Climatização X X X X X X Iluminação (interior e exterior) X X X X Preparação de águas quentes sanitárias (AQS) X X X X X X Outros consumos (incluindo equipamentos) X X X X Sistemas de aproveitamento de energias renováveis X X X X X X Ventilação X X Caudais de ar novo por espaço X X X

16 Tipo de edifício Regulamento aplicável Validade dos certificados Auditoria QAI* Auditoria energética* Edifícios de habitação Edifícios de habitação RCCTE Edifícios de serviços 10 anos Edifícios ou locais que funcionem como estabelecimentos de ensino ou de qualquer tipo de formação, desportivos e centros de lazer, creches, infantários ou instituições e estabelecimentos para permanência de crianças, centros de idosos, lares e equiparados, hospitais, clínicas e similares RSECE 2 anos 6 anos Edifícios ou locais que alberguem actividades comerciais, de serviços, de turismo, de transportes, de actividades culturais, escritórios e similares RSECE 3 anos 6 anos Outros edifícios de serviços RSECE 6 anos 6 anos Fonte: site ADENE

17 Validação de competências PQ - Perito qualificado (RCCTE RSECE E RSECE QAI) TRF Técnico responsável pelo funcionamento (TRF e TRFpi < 100kw) TIM Técnico de implementação da manutenção ( TIM3 e TIM2 < 100kw) TQAI técnico da qualidade do ar interior Processo formativo moroso, dispendioso e exigente.

18 Requisitos para PQ ART 7.º DO DL 78/2006 A função de perito qualificado pode ser exercida, a título individual ou ao serviço de organismos privados ou públicos, por um Arquitecto, reconhecido pela Ordem dos Arquitectos, ou por um Engenheiro, reconhecido pela Ordem dos Engenheiros, ou por um Engenheiro Técnico, reconhecido pela Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos, nos termos definidos no RCCTE e RSECE, e desde que tenha qualificações específicas para o efeito.

19 Requisitos para TRF Categoria Requisitos Técnico responsável pelo funcionamento de pequenas instalações (TRF pi ) Técnico responsável pelo funcionamento (TRF) Para edifícios com pequenos sistemas de climatização P 100kW Para edifícios com sistemas de climatização P>100kW Comprovativo de experiência profissional na área da manutenção (últimos 3 anos) em edifícios com instalações de climatização P 100kW. Declaração de que é TIM3 Declaração de reconhecimento pela respectiva Associação Profissional Comprovativo de experiência profissional na área da manutenção (últimos 3 anos) em edifícios com instalações de climatização P>100kW. Declaração da aprovação do Curso de especialização da QAI Ou 1. Carteira profissional de Perito Qualificado (RSECE Energia + QAI) 2. Comprovativo de experiência profissional na área da manutenção (últimos 3 anos) em edifícios com instalações de climatização P>100kW

20 Requisitos para TIM Técnico de instalação e manutenção de sistemas de climatização e de QAI (TIM3 ) Técnico de instalação e manutenção de sistemas de climatização e de QAI (TIM2 pi ) Profissionais com pelo menos 5 anos de experiência profissional Profissionais com pelo menos 7 anos de experiência profissional Profissionais com pelo menos 2 anos de experiência profissional Profissionais com pelo menos 5 anos de experiência profissional Declaração da aprovação do Curso IEFP nível III ou outro equivalente aprovado pelo SCE Comprovativo de experiência profissional como electromecânico de refrigeração e climatização (últimos 5 anos) Aprovação do Curso de especialização da QAI (Comissão /SCE) Comprovativo de experiência profissional como electromecânico de refrigeração e climatização (últimos 7 anos) Aprovação em exame pela APIEF (com análise curricular pela Comissão) Aprovação do Curso de especialização da QAI (Comissão /SCE) Declaração da aprovação do Curso IEFP nível II ou outro equivalente aprovado pelo SCE Comprovativo de experiência profissional como electromecânico de refrigeração e climatização (últimos 2 anos) Comprovativo de experiência profissional como electromecânico de refrigeração e climatização (últimos 5 anos) Aprovação em exame pela APIEF (com análise curricular pela Comissão)

21 Requisitos para TQAI Técnico QAI (TQAI) Profissionais com pelo menos 2 anos de experiência profissional Profissionais com pelo menos 5 anos de experiência profissional Comprovativo de experiência profissional na área de QAI (últimos 2 anos) Aprovação do Curso complementar em QAI, nível II (Comissão /SCE) Aprovação em exame pela APIEF (com análise curricular pela Comissão)

22 RCCTE A certificação iniciou-se no início de 2009 O grande volume inicial de trabalho é constituído pela certificação dos edifícios existentes São registados mais de certificados por mês Recepção da documentação visita técnica (local) Cálculo (IEP) Emissão do Certificado / DCR (site ADENE) Analise do projecto

23 RCCTE - Metodologia de prestação do serviço EDIFICIOS EXISTENTES O processo certificação pelo PQ é rápido e inclui: Avaliação documental (registos, plantas, dados de projecto,..); Visita ao local para confrontação da documentação ou levantamento de informações inexistentes; Análise de dados, cálculo, e elaboração do certificado, relatório e medidas de melhoria; NOVOS EDIFICIOS O processo de certificação divide-se em 2 fases: > Emissão da DCR pelo PQ (para entregar no acto de pedido de licenciamento); > Certificação pelo PQ após a construção.

24 As maiores dificuldades operacionais: RCCTE - A experiência do IEP EDIFÍCIOS EXISTENTES -Indisponibilidade dos elementos para trabalho (plantas, dados construtivos); - Realização apenas por imposição legal; - Falta de informação sobre a utilidade e interesse da certificação (seu impacto nos custos de utilização e na valorização comercial); - Não atendimento às recomendações do plano de melhoria. NOVOS EDIFÍCIOS - Qualidade dos projectos apresentados para emissão da DCR. - Adaptação dos gabinetes de projecto às novas necessidades; - Cumprimento, em fase de construção, das condições estabelecidas na DCR (declaração de conformidade regulamentar).

25 RSECE A certificação iniciou-se no início de 2009 O Numero de Peritos Qualificados é insuficiente para as necessidades A esmagadora maioria dos edifícios abrangidos (públicos e privados) não se encontram certificados e muito provavelmente ainda não entraram em processo de certificação

26 RSECE - Metodologia de prestação do serviço EDIFICIOS EXISTENTES A certificação pelo PQ é morosa e inclui, conforme aplicável: > elaboração de um diagnóstico energético e plano de racionalização (análise do histórico e desagregação de consumos); > simulação computacional da dinâmica térmica do edifício (STE/HAP/ TRACE/ENERGYPLUS + DesignBuilder); > elaboração de um diagnóstico da qualidade do ar interior e de um plano de acções correctivas de QAI. NOVOS EDIFICIOS O processo de certificação divide-se em 2 fases: > Emissão da DCR pelo PQ (para entregar no acto de pedido de licenciamento); > Certificação após a construção.

27 RSECE - Metodologia de prestação do serviço visita técnica / medições QAI (local) analise laboratorial Analise documental / elaboração do plano de medições visita técnica / medições E (local) visita técnica / recolha geral (local) Relatório E Relatório QAI necessidade de correcções Necessidade de melhorias Cálculo dos índices simulação dinâmica (dados nominais, históricos consumo desagregado) repetição de medições Emissão do Certificado (certificado final) (certificado com PAC) (certificado provisório) ( certificado definitivo) (site ADENE) renovação

28 RSECE - Metodologia de prestação do serviço DOCUMENTAÇÃO PARA DCR RSECE Cópia da certidão da conservatória predial do terreno Projecto de arquitectura e respectiva memória descritiva Projecto de climatização e respectiva memória descritiva Projecto de electricidade (onde conste potência dos equipamentos previstos instalar, incluindo a iluminação) Projecto electromecânico Projecto de gás Relatório da simulação energética efectuada, incluindo: Identificação clara dos pressupostos de cálculo utilizados: tipologia utilizada, perfis nominais utilizados, perfis reais utilizados para o cálculo da potência, requisitos da envolvente, cálculo do caudal de ar novo mínimo regulamentar e do caudal de ar novo da solução. Relatório de saída do programa de simulação utilizado. Forma de cálculo do IEE, conversões, etc. Ficheiro executável do programa de simulação dinâmica Estudos de viabilidade económica justificativos do não cumprimento dos requisitos energéticos do RSECE

29 RSECE - Metodologia de prestação do serviço DOCUMENTAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO RSECE DADOS DO EDIFÍCIO Cópia da certidão da conservatória predial do edifício / Caderneta predial Projecto térmico / Projecto de AVAC / Projecto de arquitectura / Projecto de electricidade Ficha de habitação Regime de funcionamento das várias fracções existentes no edifício ou por sector de actividade existente no edifício (conforme aplicável) N.º de ocupantes médio e máximo por área de actividade Energia Eléctrica Cópia das facturas de energia eléctrica mensais, dos últimos 3 anos e dos meses do ano até à data; Leituras mensais dos contadores parciais (se existirem), dos últimos 3 anos e dos meses do ano até à data; Energia Térmica Consumo e facturas mensais de combustíveis (gás, gasóleo, ou outros), dos últimos 3 anos e dos meses do ano até à data; Leituras mensais dos contadores parciais (se existirem), dos últimos 3 anos e dos meses do ano até à data; EQUIPAMENTO Relação detalhada dos principais equipamentos consumidores de energia (chillers, UTA s, VRV s, splits, elevadores, caldeiras, bombas, ventiloconvectores), com indicação da marca, modelo, potência nominal e outras características técnicas consideradas relevantes. PLANO DE MANUTENÇÃO E TÉCNICOS DE MANUTENÇÃO Cópia do Plano de Manutenção preventiva dos equipamentos de AVAC; Cópia do certificado de habilitações dos técnicos: TRF, TIM e TQAI GESTÃO DE ENERGIA Cópia da última Auditoria Energética e do último relatório de acompanhamento do Plano de Racionalização de Energia (caso exista); Identificação dos investimentos que estejam previstos realizar a curto/médio prazo, e que possam na redução do consumo de energia.

30 As maiores dificuldades operacionais: RSECE - A experiência do IEP EDIFÍCIOS EXISTENTES - indisponibilidade documental (projectos de arquitectura e especialidades eléctrico, AVAC,..) - reprovação nas medições de QAI - morosidade na implementação de medidas correctivas - necessidade de equipa técnica de certificação com competências complementares - disponibilidade de técnicos qualificados (TRF, TIM TQAI)

31 RSECE - A experiência do IEP As maiores dificuldades operacionais: NOVOS EDIFÍCIOS - Qualidade técnica dos projectos - Cumprimento, em fase de construção, das condições estabelecidas na DCR (declaração de conformidade regulamentar)

32 Avaliação > consciencialização Eficiência > redução da factura energética Qualidade de vida > melhoria dos níveis de qualidade do ar interior existentes nos espaços de trabalho com ou sem acesso ao público. (futuro próximo) Atitude global de exigência Disponibilidade de um melhor e mais eficiente edificado

33

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