AÇÃO DA DEFESA AGROPECUARIA ANIMAL EM FOCO DE BRUCELOSE BOVINA OCORRIDO EM PROPRIEDADE RURAL CERTIFICADA COMO LIVRE NO RIO GRANDE DO NORTE.

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1 AÇÃO DA DEFESA AGROPECUARIA ANIMAL EM FOCO DE BRUCELOSE BOVINA OCORRIDO EM PROPRIEDADE RURAL CERTIFICADA COMO LIVRE NO RIO GRANDE DO NORTE. Amanda Guedes de França 1 ; Débora Oliveira Daher 2 ; Fabiana lo Tierzo 3 ; Fabio Alex Dias de Freitas 3 RESUMO - O presente trabalho teve por objetivo relatar a ação do órgão de defesa sanitária animal em um foco de brucelose bovina ocorrido em uma propriedade rural certificada como livre para essa enfermidade no estado do Rio Grande do Norte. A propriedade em questão está localizada na região do agreste potiguar no município de Monte Alegre. A maior parte de renda desta fazenda é oriunda da venda de bezerros, por isso, a preocupação da proprietária de manter o seu rebanho longe da ameaça que é brucelose bovina. Em outubro de 2011 foi notificado a existência de quatro bovinos positivos para brucelose conforme o teste do Antígeno Acidificado Tamponado e confirmado pelo teste do 2-mercaptoetanol. Os animais foram adquiridos no maior evento agropecuário do Estado, a Festa do Boi. Todos os animais que ingressam nesse evento têm seus documentos zoosanitários fiscalizados, portanto, somente animais com atestados negativos são permitidos. A verificação da Guia de Transito Animal permitiu identificar a origem dos animais e que a falha foi ocasionada pela emissão de certificado adulterado. Os fiscais agropecuários fizeram o georeferenciamento e croqui de acesso da propriedade foco, identificação e verificação das condições de isolamentos dos animais. Realizou-se nova coleta de amostra para teste confirmatório, com resultado positivo. Foram sacrificadas quatro vacas e quatro bezerros. Após a eliminação do foco foi elaborado um relatório sobre os animais que foram indevidamente diagnosticados como negativo para tal enfermidade por médico veterinário habilitado de Pernambuco. As ações desenvolvidas pelo Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária Rio Grande do Norte (IDIARN) foram de grande importância para debelar o foco de brucelose bovina, e mostrar o papel da defesa sanitária de coibir a má conduta dos profissionais habilitados para atuar no Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT). Unitermos: Defesa Sanitária Animal, Educação Sanitária, PNCEBT, Zoonose. APOIO: CNPq/ MAPA 1 Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN): Tese defendida pelo primeiro autor: 2 Professor da Universidade Federal Rural do Semiárido, UFERSA 3 Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN) 21

2 DEFENSE OF ACTION IN ANIMAL AGROPECUARIA BOVINE BRUCELLOSIS CHANGES OF PROPERTY FOCUS ON RURAL CERTIFIED AS FREE IN RIO GRANDE DO NORTE. ABSTRACT - The present study aimed to describe the action of animal health protection institute in a bovine brucellosis focus occurred on a farm certified as free for this disease in the state of Rio Grande do Norte. The property in question is located in the agreste potiguar region in Monte Alegre. Most of the income of this farm is from the sale of calves, so the owner of the concern to keep his flock from the threat that is bovine brucellosis. In October 2011 was notified the existence of four positive cattle for brucellosis as the test antigen acidified Buffered and confirmed by the test of 2- mercaptoethanol. The animals were purchased from the largest agribusiness event of the state, "Festa do Boi". All animals entering this event have their zoo-sanitary documents inspected, therefore, only animals with negative certificates are allowed. Verification of Animal Transit Guide identified the origin of the animals and that the failure was caused by the certificate issuance tampered with. The agricultural inspectors did georeferencing and focus property access sketch, identification and verification of the conditions of isolation of animals. Held new sample collection for confirmatory testing, with positive results. Were sacrificed four cows and four calves. After elimination of the outbreak was a report on the animals that were wrongly diagnosed as negative for this disease by a veterinarian licensed in Pernambuco. The actions developed by the Institute of Defense and Agricultural Inspection Rio Grande do Norte (IDIARN) were of great importance to tackle the focus of bovine brucellosis, and show the role of health protection curb misconduct of qualified professionals to work in the National Program control and Eradication of Brucellosis and Tuberculosis (PNCEBT). Key Words: Animal Health Protection, Health Education, PNCEBT, Zoonosis. INTRODUÇÃO As infecções brucélicas nos animais domésticos estão associadas principalmente a problemas reprodutivos como abortos, nascimentos de crias fracas e baixa fertilidade, com efeitos desastrosos para o agronegócio. Assim, por causar prejuízos à pecuária e por ser transmitida dos animais para os seres humanos, desde o inicio do século XX, muitos países têm adotado medidas severas de controle e erradicação da brucelose na população animal (POESTER, 2009). Com a implantação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT), em 2001, o Brasil deu um importante passo para o controle e posterior erradicação, porém a adesão dos criadores ao sistema de certificação de propriedades livre e monitoradas está ocorrendo de maneira mais lenta do que o desejável. Atualmente em todo o estado do Rio Grande do Norte existem duas propriedades com certificação de livre para essas enfermidades, isto se deve à falta de políticas governamentais que incentivem os produtores de leite, a aderir ao processo de certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose, muitos até tem a pretensão de aderir, porém, não o fazem, por falta de recursos financeiros. 22

3 BRUCELOSE BOVINA: HISTÓRICO E IMPORTÂNCIA 1- BRUCELOSE BOVINA A brucelose bovina é uma doença infectocontagiosa crônica de potencial zoonótico e de distribuição mundial, causada por bactérias intracelulares facultativas pertencentes ao gênero Brucella (MOLNÁR et al., 2007). Existem seis espécies definidas pelas características bioquímicas, sorológicas e sensibilidade dos bacteriófagos, a Brucella melitensis, Brucella suis, Brucella ovis, Brucella neomatomae, Brucella canis, e Brucella abortus sendo este o agente comumente encontrado na espécie equina e bovina. (THOMASSIAN, 2005). As bactérias do gênero Brucella tem predileção pelo testículo, glândulas sexuais masculinas acessórias, linfonodos, cápsula articulares, membranas sinoviais, úbere e útero em gestação (RADOSTITS et al., 1994). As primeiras manifestações da brucelose, em geral, são falha reprodutiva, como abortamento, o qual ocorre geralmente no terço final da gestação, ou nascimento de fetos subdesenvolvidos, além de orquite e epididimite com esterilidade frequente no macho (RADOSTITTS et al., 1994). 2- CURSO CLÍNICO Os sinais predominantes em rebanhos bovinos com foco de brucelose são os problemas reprodutivos, como abortos no terço final da gestação, retenção de placenta e a repetição de cio esse é um dos sinais que faz com que o produtor procure um médico veterinário em busca de solução para os problemas reprodutivos do seu rebanho (OIE, 2002). 3- VACINAÇÃO A brucelose bovina pode ser controlada com um programa efetivo de vacinação. A vacina utilizada no Brasil é elaborada com a amostra 19 de B. abortus B19. O esquema consiste na vacinação de fêmeas entre três e oito meses de idade. Uma única dose da vacina administrada aos cinco meses de idade geralmente confere imunidade por toda vida do animal, embora todas as fêmeas vacinadas percam seus títulos de anticorpos entre 16 e 18 meses. Por causa da interferência dos anticorpos colostrais, a vacinação de animais até quatro meses não é tão eficiente como após os cinco meses de idade. (BISHOP et al., 1994). 4- DIAGNÓSTICO LABORATORIAL A eficiência de um programa nacional de combate a qualquer enfermidade depende, em parte, da qualidade e da padronização dos procedimentos de diagnósticos utilizados (MAPA, 2006). Conforme o regulamento técnico aprovado pela INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 06 (MAPA, 2006) os testes aprovados para o diagnóstico da brucelose bovina são: a) Teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) teste muito sensível de fácil execução, é o teste de triagem realizado por médicos veterinários habilitados pelo MAPA (MAPA, 2006). 23

4 b) Os animais que reagirem ao teste de triagem poderão ser submetidos a um teste confirmatório, o 2-Mercaptoetanol, que é mais especifico, e é executado por laboratórios credenciados ou laboratórios oficiais credenciados (MAPA, 2006). c) O teste de fixação de complemento, ou outro que o substitua, realizado em laboratórios oficiais credenciados para efeito de trânsito internacional, como este teste confirmatório em animais reagentes ao teste de triagem, ou para diagnóstico de casos inconclusivos ao teste do 2-Mercaptoetanol (MAPA, 2006). d) O teste do anel em leite poderá ser utilizado para monitoramento da condição sanitária de propriedades livres ou como ferramenta de diagnóstico em sistemas de vigilância epidemiológica; pode ser executado por veterinários habilitados, por laboratórios credenciados ou por laboratórios oficiais credenciados (MAPA, 2006). 5- EPIDEMIOLOGIA A susceptibilidade dos bovinos a B. abortus é influenciada pela idade, sexo e estágio reprodutivo do animal. Animais sexualmente maduros e vacas prenhes são mais sensíveis à infecção do que animais imaturos de qualquer sexo, sendo a brucelose, portanto, mais relacionada com a maturidade sexual do que com a idade. A susceptibilidade aumenta com a gestação, principalmente em seu terço final (RADOSTITS et al., 1994). 6- FORMAS DE TRANSMISSÃO Em todas as espécies animais, inclusive no homem, as principais portas de entrada do agente são a pele e as mucosas digestória e conjuntiva. Pastos, cochos de alimentos e águas contaminadas pelas secreções, membranas fetais, fetos abortados ou bezerros recém-nascidos acometidos pela doença são considerados os principais meios de disseminação (RADOSTITS et al., 1994). 7- LEGISLAÇÃO SANITÁRIA O Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) foi instituído em 2001 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o objetivo de diminuir o impacto negativo dessas zoonoses na saúde humana e animal, além de promover a competitividade da pecuária nacional. O PNCEBT introduziu a vacinação obrigatória em todo o território nacional e definiu uma estratégia de certificação de propriedades livres ou monitoradas (MAPA, 2006). No caso do Rio Grande do Norte, a Legislação Estadual é a Lei Nº 7838 de 2000, que foi regulamentada pelo Decreto de Nº de 2001, onde na Seção V previstas as medidas de prevenção, erradicação e o controle dessa enfermidade. Compete aos órgãos estaduais de Defesa Sanitária Animal: a execução das ações do PNCEBT, no que se refere a sua operacionalização no âmbito estadual, 24

5 destacando-se as ações de cadastramento de médicos veterinários para atuar na vacinação compulsória das bezerras com idade de 3 a 8 meses contra brucelose, verificação das instalações laboratoriais para liberação da habilitação dos médicos veterinários que pretendem atuar na realização dos exames, execução de todo o processo de saneamento em propriedades onde forem confirmados focos de uma dessas enfermidades previstas no programa. Além dessas atribuições do órgão de defesa estadual, estes atuam em campo identificando falhas cometidas pelos profissionais que foram habilitados a participar na execução dos testes e não o fazem conforme previsto no regulamento tornando o programa ineficiente. MÉTODO DE AÇÃO DA DEFESA AGROPECUÁRIA ANIMAL 1- RECEBIMENTO DA NOTIFICAÇÃO Em 20 de outubro de 2011 às 10h, a Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV) do município de Parnamirim, recebe um ofício notificando a existência de quatro animais bovinos positivos para brucelose conforme o teste do AAT, o veterinário relata ainda, que enviou as amostras dos animais reagentes ao teste do AAT, para o laboratório credenciado, com objetivo de realizar o teste confirmatório para brucelose, o 2-Mercaptoetanol. No ofício ele faz a seguinte observação: os animais positivos foram adquiridos pela proprietária durante o leilão realizado no maior evento agropecuário do estado, a FESTA DO BOI. 2- HISTÓRICO DA SITUAÇÃO A informação que os animais eram oriundos da Festa do Boi é importante, porque durante este evento, o órgão de defesa sanitária animal mobiliza equipes de fiscais estaduais agropecuários para efetuarem a fiscalização da entrada e saída de animais no evento, nesta ação, os procedimentos de fiscalização adotados são a verificação de todos os documentos zoosanitários e vistoria dos animais quanto a sua saúde no momento do ingresso no evento, o fato de entrarem animais positivos para brucelose, causou certa surpresa e preocupação, pois só é permitida a entrada de bovinos, quando estes estiverem com atestados negativo para brucelose e tuberculose. 3- INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA Após essas informações os fiscais da ULSAV de Parnamirim, buscaram maiores detalhes sobre a origem dos animas doentes, verificando na ficha sanitária animal da propriedade Nossa Senhora de Lourdes, nela estão contidas todas as informações sobre a movimentação do rebanho, tanto a entrada quanto a saída de animais na propriedade, com isso, identificamos a origem dos animais positivos, através do Guia de Transito Animal (GTA) de origem, a partir dele obtém-se a informação sobre a procedência dos animais que entraram no evento, uma vez que, foram apresentados todos os atestados de exames, com resultados negativos para brucelose e tuberculose emitidos por um médico veterinário habilitado do estado de Pernambuco. 25

6 4- TOMADA DE DECISÃO Depois de constatar que o problema não foi por falha na fiscalização do ingresso dos animais, e sim pela emissão de um atestado adulterado que só foi descoberto, porque os animais foram adquiridos por um proprietário de estabelecimento certificado como livre de brucelose e tuberculose, que para manter o status de livre para as duas enfermidades, ele deve atender aos procedimentos de ingresso de animais na propriedade, descritos no Art.54 do CAPITULO XIV da Instrução Normativa Nº 06, de 08 de janeiro de 2004, que trata do ingresso de animais em estabelecimento de criação certificado, ou em certificação para condição de livre de brucelose e tuberculose onde determina que a entrada de animais oriundos de propriedade que não é certificada como livre de brucelose e tuberculose, no caso da brucelose o produtor fica condicionado a realizar 2 (dois) testes de diagnóstico para brucelose onde os dois testes deveram ter resultados negativos. (MAPA, 2006) 5- VISITA A PROPRIEDADE FOCO No dia 21 de outubro de 2011, os fiscais foram até a propriedade para realizar o georeferenciamento do foco (Figura 1), elaboração de um croqui de acesso feito para facilitar a localização da propriedade nas próximas visitas; identificação dos animais acometidos, verificação das condições do seu isolamento (Figura 2). Realizou-se nova coleta de amostras para realização do teste confirmatório 2-Mercaptoetanol, e só após o resultado do teste confirmatório dar início a erradicação do foco. Nesta fiscalização o produtor foi orientado como proceder para erradicar o foco, essas orientações ficam documentadas no termo de fiscalização. Figura 1 - Georeferenciamento da propriedade Nossa Senhora de Lourdes. Fonte: Google Earth (2011). Figura 2 - Animais identificados e isolados Fonte: ULSAV- PARNAMIRIM 6- RESULTADO DO TESTE CONFIRMATÓRIO O resultado do teste confirmatório foi encaminhado ao SIFISA/MAPA e foi solicitado que fossem tomadas as providências para eliminação do foco. 7- VISITA ORIENTATIVA PARA ELIMINAÇÃO DOS ANIMAIS POSITIVOS Com o resultado confirmado, os fiscais voltaram à fazenda no dia 18 de novembro de 2011, onde foi lavrado o termo de fiscalização, que marca a data do 26

7 sacrifício dos animais para o dia 23 de novembro de 2011, ficando o proprietário responsável pelas despesas geradas para eliminação dos animais. 8- SACRIFÍCIO DOS ANIMAIS No dia 23 de novembro de 2011, os fiscais do IDIARN efetuaram o sacrifício das 4 (quatro) vacas e seus 4 (quatro) bezerros na propriedade (Figuras 3, 4 e 5), conforme o termo de sacrifício relata. O sacrifício de animais positivos para brucelose está previsto Instrução Normativa ministerial Nº 06, de 08 de janeiro de 2004, em seu Art. 36 do CAPITULO IX, onde cita que na impossibilidade de sacrifício em estabelecimento sob serviço de inspeção oficial, indicado pelo serviço de defesa oficial e estadual, os animais serão destruídos no estabelecimento de criação (MAPA, 2006). Figura 3 - Aplicação do sedativo Figura 4 - Animais sacrificados Figura 5 - Aplicação da cal virgem Fonte: ULSAV- PARNAMIRIM sendo enterrados Fonte: ULSAV- PARNAMIRIM Fonte: ULSAV- PARNAMIRIM 9- OFÍCIO ENVIADO A DEFESA ANIMAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO Após a eliminação do foco, foi elaborado um relatório sobre os animais, que foram indevidamente diagnosticados ao teste de triagem como negativos para brucelose, por um médico veterinário habilitado no estado de Pernambuco. Devido aos fatos aqui relatados, o Órgão de Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio Grande do Norte encaminha ao Órgão de Defesa Animal do Estado de Pernambuco ofício contendo o relato dos fatos ocorridos, e no mesmo documento é solicitada a verificação das atividades executadas por este profissional no PNCEBT. DISCUSSÃO O médico veterinário habilitado responsável pelos exames da propriedade certificada em questão realizou os procedimentos preconizados para o ingresso dos animais não oriundos de propriedades certificadas de forma a atender o regulamento técnico do PNCEBT (MAPA, 2006), com isso ele detectou a existência de animais positivos e fez a notificação compulsória da existência de foco de brucelose bovina dentro do prazo de 1 (um) dia útil como é determinado na Instrução Normativa Nº 06, de 08 de janeiro de Diante disto, percebe-se que o atendimento da denúncia enquadrou-se nas exigências legais do PNCEBT, porém o tempo de eliminação do foco não ocorreu conforme o regulamento técnico prioriza que é o período de 30 dias, devido às dificuldades encontradas pelas instituições públicas no que se refere à falta de recursos humanos e muitas vezes até financeiros para solucionar as atividades em tempo hábil. 27

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Percebe-se que as ações adotadas são suficientes para controle do foco, sendo a atuação do Órgão Oficial de Defesa Sanitária Animal decisiva para isto, entretanto a intervenção deve ser rápida e objetiva. Contudo, observa-se que sem a concisa atuação do habilitado quanto à notificação dos casos positivos, possivelmente não se chegará ao objetivo final, vimos neste caso o quanto é importante à atuação do médico veterinário habilitado ao realizar os exames a campo conforme o PNCEBT, pois quando esse trabalho é feito de forma correta e honesta elimina toda e qualquer possibilidade de o produtor ter prejuízos ao adquirir um animal doente. Os resultados finais demonstram o quanto à certificação de propriedade livre para brucelose e tuberculose é importante para o produtor, pois, previne problemas futuros no seu rebanho como doenças que causam sérios prejuízos tanto de ordem financeira, quanto na qualidade dos produtos por ele produzido. CONCLUSÃO Fica claro neste estudo, o quanto é importante à atuação dos Órgãos de Defesa Estadual para o progresso e sucesso dos programas sanitários, vimos que o foco foi extinto atendendo as expectativas legais, protegendo a saúde pública e animal, e evitando maiores perdas econômicas, portanto tendo sido atendidos os reais objetivos da Defesa Sanitária Animal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BISHOP, G.C.; BOSMAN, P.P.; HERR, S. Bovine brucellosis. In: COETZER, J.A.N.; THOMSOM, G.R.; TUSTIN, R.C. (Ed.). Infectious diseases of Livestock, Austin: Texas A&M University Press, College Station, v.2, p BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Procedimentos para o diagnóstico das doenças do sistema nervoso central de bovinos. D.O.U. Brasília, D.F., 50p BRASIL. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal: Manual Técnico Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Brasília: MAPA/ACS, 22 p MOLNÁR, L.; MÓLNAR, E.; LIMA,E.S.C.; DIAS,H.L.T. Avaliação de seis testes sorológicos no diagnóstico da brucelose bubalina. SCIELO, Disponível em: <http://www.scielo.br/sielo.php?script=sci_arttext&pid=s x &ing=en&nrm-iso> Acesso em 19 de setembro de OIE - CÓDIGO ZOOSANITÁRIO INTERNACIONAL, Disponível em: Acesso em 13 de outubro de POESTER 2009, Estudos de prevalência da brucelose bovina no âmbito do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose: Introdução, Disponível em: 28

9 e_%20prevalencia_brucelose_2009.pdf?sequence=1. Acesso em 19 de setembro de RADOSTITS, O.M.; BLOOD, D.C.; GAY, C.C. Veterinary Medicine. 8.ed London: Baliere Tindall, p RIO GRANDE DO NORTE. Secretaria de Estado da Agricultura, da Pecuária e da Pesca. Leis e Regulamentos da Defesa Sanitária Animal e Vegetal. Natal: COSAV THOMASSIAN, A. Enfermidades dos cavalos. 4ed. São Paulo: Livraria Varela, p

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