Prontuário Pessoal Eletrônico com Web Services na Urologia

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1 Prontuário Pessoal Eletrônico com Web Services na Urologia Anita Maria da Rocha Fernandes 1, Vilcionei Márcio Weirich 2 1 Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI Faculdade de Ciências da Computação, Campus VII São José SC - Brasil Abstract. This paper presents a system to make available in the Internet the clinical history from a urology clinic's patients. The system has two parts: the server, located in an Internet Provider, structured as Web Services to receive the clinic data and store it in a centralized database; the client, implemented as an application that processes new and modified data in the clinic's software, sending the information to the Web Services. In order to the patient or doctor access these data, a website was developed. The project is in use by the clinic and receives an average of 95 exams/day. Resumo. Este artigo apresenta um sistema para disponibilizar na Internet o prontuário pessoal do paciente de uma clínica especializada em Urologia. O sistema está dividido em duas partes:o servidor, localizado em um provedor de Internet, estruturado em Web Services que recebem os dados da clínica e armazenam em um banco de dados centralizado; e o cliente, implementado como um aplicativo que processa os dados alterados e incluídos no software de gestão utilizado na clínica, enviando as devidas informações para os Web Services. Para os pacientes ou médicos autorizados acessarem os dados foi desenvolvido um portal. O sistema atualmente esta em uso na clínica e recebe uma média de 95 procedimentos/exames por dia. 1. Introdução Com o desenvolvimento da tecnologia nos últimos anos, houve um aumento significativo nas aplicações de informática para a área de saúde. Exemplo disto são ferramentas tais como: Sistemas de Gerenciamento de Clínicas, Sistema de Gerenciamento de Hospitais, Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), Telemedicina, Internet em saúde e o Prontuário Pessoal Eletrônico (PPE). Com a existência de várias clínicas, hospitais e outras unidades de atendimento ao paciente, as informações sobre a saúde do paciente ficam registradas no local onde foi realizado o atendimento, sem acesso a essas informações pelo paciente. Devido a possível existência de vários profissionais executando tratamentos simultaneamente a um paciente, é essencial ter todos os registros clínicos do paciente centralizados, para um melhor atendimento por parte dos profissionais de saúde. Dentro deste contexto, têm-se os PPEs. Segundo Costa (2001), o PPE é uma variante do PEP, no PPE os dados clínicos são gerenciados pelo próprio paciente e concentrados em um único local.

2 Na clínica de urologia, onde este trabalho foi aplicado, os dados referentes às consultas dos pacientes estão acessíveis somente aos médicos da própria clínica. Os pacientes não têm acesso aos seus registros de informações clínicas, a menos que solicitem a impressão do seu histórico. Assim o paciente, em caso de perda desses registros em papel, perde seu histórico do tratamento realizado na clínica, a não ser que retorne à clínica e peça uma segunda via do seu histórico. Sendo assim, pensou-se em criar um PPE para a clínica de urologia, com a utilização de Web Service e um portal para os pacientes da clínica terem acesso às suas informações de consultas, exames e o histórico clínico, disponibilizando tais informações aos médicos da clínica também. Segundo Sampaio (2006), Web Service é um sistema servidor que disponibiliza serviços para os seus clientes, de maneira fracamente acoplada, utilizando o protocolo SOAP (Simple Object Access Protocol) para seus clientes conectarem. Expõe sua interface para os usuários usando um documento XML, conhecido como Web Services Description Language (WSDL). Com o WSDL é possível descobrir quais são os tipos de dados, formatos de mensagens e serviços disponibilizados por um Web Service. Segundo a Plan For Your Health (2007), com o desenvolvimento de um PPE, o paciente tem suas informações de saúde à mão, tornando mais fácil e eficiente a comunicação com seu médico. Com as informações de saúde podendo ser acessadas por ele, ele terá como melhor obedecer recomendações e tratamentos, pois com mais informações ao seu alcance é provável que irá seguir as recomendações do médico, como usar seus remédios e aderir à dieta. O PPE do paciente estará disponível mesmo quando ele estiver longe de casa, se estiver de férias viajando e por algum outro motivo precisar dele, vai estar disponível. A história clínica do paciente estará disponível on-line para ele e seus médicos, vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana. Usando o PPE o paciente tem uma economia financeira, não precisando retorna a clínica para pegar o seu resultado do exame e o médico terá mais vantagens em saber previamente dos resultados de laboratório, assim evitando a duplicidade de exames desnecessários. Para o desenvolvimento do sistema apresentado, foi criado um banco de dados em PostgreSQL, onde estão centralizadas as informações dos pacientes e Web Service para receber e disponibilizar as informações. Os dados são acessados pelos pacientes e seus médicos através de um site na internet. Os dados são enviados para os Web Services, armazenados no banco de dados e disponibilizados para consulta no site desenvolvido. O acesso às informações é permitido somente a pessoas autorizadas (com suas senhas). Nas próximas seções serão apresentados os aspectos relativos ao sistema original da clínica de urologia, as tecnologias utilizadas no novo sistema e o sistema propriamente dito, bem como as conclusões obtidas. 2. O Sistema Original da Clínica Na clínica onde o sistema foi implantado utiliza-se o SisClinica 2000, um software para gerenciamento de serviços. Este atende todas as áreas da clínica, desde agendamento, cadastro do paciente, história clínica do paciente, emissão de laudos, faturamentos, controle financeiro, controle de estoque, e outros setores da clínica, Manager Systems (2007). Para a digitação da história clínica do paciente neste sistema, é utilizado o método SOAP. Conforme, Barros (2004), esse método é destacado por armazenar dados

3 Subjetivos, Objetivos, Análise dos principais problemas e construção do Plano para a saúde do paciente. Cantale (2007), define-se SOAP na história clínica do paciente da seguinte forma (Figura 1): S : Subjetivo: As informações recolhidas através de um interrogatório com o paciente, são as informações passadas pelo paciente; O : Objetivo: São anotados os dados de exames físicos e complementares que o médico considerar importante para o exame; A : Análise: Após recolher as informações através do interrogatório, dos exames físicos e complementares, o médico as analisa para detalhar o problema; e P : Plano: É a especificação de como o paciente deve proceder para tratar seu problema de saúde. Figura 1. Exemplo de história clínica com SOAP na clínica. Com base neste sistema com o qual os profissionais da clínica estão acostumados, foi projetado o novo sistema, com base nas ferramentas apresentadas na Seção Ferramentas Utilizadas Para extrair as informações do sistema da clínica foram criadas triggers (gatilhos) no banco de dados da clínica, capturando as inclusões e alterações dos dados de pacientes, médicos, procedimentos/exames, resultados dos exames e história clínica dos pacientes. Para enviar as informações foi desenvolvido um programa com a ferramenta Delphi da Borland, que captura os dados gerados pelas triggers, conecta no Web Service e envia às informações. Esse programa é executado em um servidor Windows em background. O acesso do programa ao Web Service é feito mediante senha. Para garantir o sigilo das informações entre a clínica e o servidor da Internet, foi utilizado o SSL (Secure Sockets Layer), codificando os dados entre o servidor e o cliente. Neste projeto foi utilizado o Geo Trust Rapid SSL 128 bits. SSL é uma tecnologia de segurança que é comumente utilizada para codificar os dados trafegados entre o computador do usuário e um website. O protocolo SSL, previne que os dados trafegados possam ser capturados, ou mesmo alterados no seu curso entre o navegador (browser) do usuário e o site com o qual ele está se relacionando, garantindo desta forma a integridade e inviolabilidade dos dados, Laniway (2007).

4 Conforme Câmara (2006), SSL pode ser considerado o nome popular TCP Layer Security. Foi criado pela Nestcape para prover uma camada de criptografia ao protocolo HTTP. Atualmente ele é aceito pelos técnicos especialistas mais exigentes como um mecanismo seguro, que garante a integridade em comunicações baseadas em HTTP. Na parte do servidor para receber as informações das clínicas, o sistema foi desenvolvido utilizando o PHP 5.2, com o pacote de classes NuSoap, que são classes específicas para o desenvolvimento de Web Services com PHP. No banco de dados foi utilizado o PostgreSQL para armazenar as informações. 4. O Sistema Desenvolvido Para o desenvolvimento deste sistema foi necessário, em um primeiro momento, entender o sistema de gerenciamento e controle dos prontuários dos pacientes usado na clínica. Dessa forma identificaram-se quais informações deveriam ser disponibilizadas na internet ao paciente. A partir desta análise foi desenvolvido a parte cliente do sistema, que envia os dados aos Web Services localizados no endereço podem visualizar os resultados dos procedimentos e exames realizados nas clínicas os pacientes e médicos. Os Web Services recebem os dados do paciente, atendimentos, laudos e histórias clínicas, ficando as informações associadas ao CPF do paciente. Para consultar as informações foram implementados Web Services, capazes de: validar o acesso do paciente, validar o acesso do médico, criar senha do paciente, retorno dos atendimentos do paciente e consulta de atendimentos por médico. A Figura 2 apresenta o funcionamento do sistema. As clínicas conectam nos Web Services utilizando uma conexão segura e enviam as informações dos pacientes para o armazenamento. O portal também conecta de forma segura nos Web Services para consultar os dados e mostrar o resultado da consulta para o paciente ou médico. Figura 2. Funcionamento do sistema Os diagramas apresentados nas Figuras 3 e 4 apresentam o funcionamento da clínica antes e após a implantação do sistema desenvolvido. Na Figura 3, o funcionamento da clínica antes da implantação do projeto, o paciente precisa retornar à clínica para pegar o resultado do seu exame. Na Figura 4, o fluxo de atividades realizadas após a implantação do sistema, o paciente não precisa mais retornar a clínica para pegar o seu resultado de exames. Basta acessar o portal criar seu login e para visualizar e imprimir os resultados de seus exames e visualizar sua história clínica.

5 Figura 3. Fluxo de atendimento da clínica Figura 4. Fluxo de atendimento da clínica após o sistema implantado 4.1. Funcionamento do Sistema Esta sub-seção aborda o funcionamento do sistema através da apresentação de suas telas, as funções desenvolvidas a fim de atender as necessidades propostas no projeto. O sistema foi divido em quatro módulos: Programa para envio das informações ao portal, Web service para receber as informações, Web Services para consultar as informações e o portal para o paciente e médico consultarem as informações Exportação dos Dados O programa de envio captura as informações incluídas e alteradas no sistema utilizado pela clínica e envia aos Web Services hospedados em um provedor de Internet. O sistema utilizado na clínica foi desenvolvido com o banco de dados Firebird, conhecendo a estrutura do banco de dados, foi definido quais dados precisariam ser exportados para o portal. Esses dados são exportados após gravar os cadastro no sistema da clínica. São enviados automaticamente para os Web Services do projeto. Para isto ocorrer foram criadas triggers (gatilhos) nas tabelas necessárias. O programa de envio dos dados foi desenvolvido na ferramenta Delphi. Ele funciona em background, precisando acesso à internet e acesso ao banco de dados da clínica. No programa é possível enviar dados antigos para o portal. A clínica deve configurar o código e senha de acesso para enviar as informações ao portal. Os Web Services somente aceitam dados para um código e senha de acessos válidos, previamente cadastrados no banco de dados do portal. Os dados configurados ficam salvos no mesmo diretório do arquivo EXE da aplicação, em um arquivo chamado de config.cfg, esses dados são criptografados, para que nenhum usuário possa descobrir o código e senha de acesso da clínica. O programa executa a rotina de enviar os dados para o portal a cada cinco segundos, o sistema verificar se tem dados para enviar, existindo dados, carrega-os, conecta-se no Web Service e envia as informações para o portal.

6 4.1.2 O Portal Nessa seção serão apresentadas as interfaces do portal, explicando as funcionalidades disponíveis em cada tela, na visão do paciente e médico. A Figura 5 apresenta a página inicial do portal e algumas funcionalidades. Figura 5. Tela principal do portal No item 1 é realizado o acesso do paciente, através do seu CPF e sua senha previamente cadastrada no portal. No item 2 temos o acesso do médico, através do seu CRM, a sigla do estado do CRM e sua senha, previamente gerada pelo portal. No item 3, o paciente pode criar sua senha de acesso ao portal, informando o número do seu CPF, data de nascimento, Protocolo (Número recebido na clínica quando realizou o exame), senha e a confirmação da senha. O item 4 é para um médico sem acesso no portal enviar um e- mail solicitando a criação do mesmo. Os itens, 1, 2 e 3 trabalham da seguinte forma: o usuário preenche os dados, os dados são verificados quanto ao seu preenchimento, se o preenchimento estiver correto, então é enviado para o objeto cliente, que faz uma solicitação para o Web Service servidor, que envia a solicitação para o objeto de banco de dados correspondente. É verificado no banco se as informações são verdadeiras, retornando para o Web Service servidor as informações, que retorna para o Web Service cliente e por fim retorna uma mensagem de erro impedindo o avanço do usuário ou de confirmação que foi tudo realizado com sucesso e o usuário pode continuar no portal. A Figura 6 mostra a tela para o médico enviar , solicitando criação de sua senha para acesso ao portal. A área restrita do paciente é o local onde o paciente consegue visualizar os atendimentos/procedimentos realizados na clínica, através de seu CPF e senha de acesso. Ele também pode visualizar e imprimir os resultados dos exames e sua história clínica, conforme mostra a Figura 7. No item 1 é possível visualizar a sua história clínica, no item 2 pode visualizar o laudo de um atendimento, no item 3 o paciente pode alterar sua senha de acesso ao portal, no item 4 é possível visualizar as imagens do exame. A Figura 8 mostra a história clínica do paciente. A Figura 9 mostra o laudo de um atendimento que teve acesso a partir do item dois da Figura 7. A Figura 10 apresenta a tela principal do médico, ele pode consultar os atendimentos/procedimentos dos quais foi o médico responsável, ou seja, o médico que realizou o exame, nessa mesma tela pode-ser consultar os atendimentos que ele foi o médico requisitante, que solicitou o procedimento, conforme mostra os itens um e dois da figura. Após a consulta do atendimento o médico pode visualizar o resultado do

7 exame, clicando no botão ao lado do nome da clínica. No item 3 o médico logado no sistema pode alterar sua senha. Figura 6. Tela enviar do médico Figura 7. Tela de visualização do paciente Figura 8. Tela com história clínica do paciente Figura 9. Tela com laudo do exame Figura 10. Tela principal do médico 5. Conclusões Este artigo apresentou o desenvolvimento de um sistema para implementação de um PPE de uma clínica de urologia. O desenvolvimento deste projeto ajudou os médicos da clínica terem acessos às informações de seus pacientes de qualquer lugar e a qualquer hora. Através da criação de um banco de dados, desenvolvimento de Web Services para receber os dados da clínica, a clínica envia as informações automaticamente para o portal, o sistema possibilita o armazenamento de informações de pacientes relacionados ao seu CPF, possibilitando o paciente ter todos os dados clínicos de sua via armazenados nesse banco de dados. O Web Service para receber as informações dos pacientes possibilita que qualquer unidade de saúde possa enviar os dados de seus pacientes para o portal, isso se a unidade estiver previamente cadastrada no sistema. Assim, a unidade pode estar criando

8 o sistema específico para enviar as informações ao portal, somente obedecendo às interfaces dos Web Services. O sistema desenvolvido constitui-se em uma ferramenta de apoio aos médicos do corpo clínico da referida clínica e seus pacientes, que passam a ter acesso à suas informações de saúde referente aos seus atendimentos/exames realizados na clínica. Acredita-se que com esse novo sistema, o paciente possa participar mais de seus registros clínicos. Enfrentam-se problemas no acesso para o paciente ao sistema, vários pacientes não informam o CPF na hora de seu registro na clínica, ficando assim o acesso impossível do paciente, porque o sistema tem como base o CPF. Sem CPF, o sistema somente tem o registro do atendimento e o laudo para o médico poder consultar e visualizar essas informações. O projeto desenvolvido atualmente encontra-se instalado e funcionando na clínica, atendendo todas as funcionalidades requisitadas pelo cliente e também os pacientes que acessam o portal. Sugere-se como trabalhos futuros o desenvolvimento de: aplicações cliente para dispositivos móveis como: Celular, Palm, etc, acessando os Web Services de consultas; desenvolvimento de Web Service para excluir permitindo que a unidade de saúde possa excluir as informações cadastradas erradas; desenvolvimento de uma página para o paciente: Criar no portal uma página para o paciente cadastrar o seu estado de saúde em uma determinada data, informando a data, descrição e observações, assim quando ele estiver no atendimento pode acessar esses dados e mostrar para o médico; implementação deste projeto em outras clínicas: disponibilizar os dados dos pacientes atendimentos em outras clínicas, para centralizar os dados de saúde do paciente em um local único. 6. Referências Barros, I. C. Examinado pacientes ANAMNESE. (2004) Disponível em Acesso em 01/09/2007. Camara, F. Segurança com SSL Para Web Service. Disponível em ices/. Acesso em 25/09/2006. Cantale, C. R. História Clínica Orientada a Problemas. Disponível em Acesso em 01/09/2007. Costa, C. G. A.. Desenvolvimento e Avaliação Tecnológica de um Sistema de Prontuário Eletrônico do Paciente, Baseado nos Paradigmas da World Wide Web e da Engenharia de Software. Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade Estadual de Campinas, 2001 Laniway, Internet Solutions. Certificados Seguros SSL. Disponível em Acesso em 25/09/2007. Manager Systems. Sisclinica2000. Disponível em Acesso em 30/09/2007. Plan for your Healt. What is a PHR? And Why Do I Need One? Disponível em Acesso em 13/08/2007. Sampaio, C. SOA e Web services em Java. Rio de Janeiro, Brasport, 2006.

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