SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

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1 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE ESTUDOS E NORMAS PEDAGÓGICAS CENP SERVIÇO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

2 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO ENCONTRO BPC NA ESCOLA AÇÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO NO PROCESSO DE INCLUSÃO

3 O DIFÍCIL CAMINHO DA INCLUSÃO

4 OS CAMINHOS PARA A INCLUSÃO TEMPOS DA EXCLUSÃO OU DA BOA VONTADE (ATÉ MEADOS DO SÉC. XIX) ELIMINAÇÃO INDIFERENÇA ACOLHIMENTO SEPARAÇÃO RESISTÊNCIA SURPERSTIÇÃO PRECONCEITO CARIDADE FATALISMO RECOLHIMENTO/ ARMAZENAMENTO

5 OS CAMINHOS DA INCLUSÃO TEMPOS DAS INSTITUIÇÕES TOTAIS (NO BRASIL ATÉ CERCA DOS ANOS 60 DO SÉCULO XX) BENEFÍCIO DOS ASILOS VANTAGEM DAS ESCOLAS ESPECIAIS A PESSOA DEFICIETE RETIRADA DA COMUNIDADE PROTEÇÃO DA SOCIEDADE PROTEÇÃO DA PESSOA DEFICIENTE ISOLAMENTO SEGREGAÇÃO CRENÇA EM ARGUMENTOS CIENTÍFICOS PATOLOGIA DAS DEFICIÊNCIAS A PESSOA DEFICIENTE COMO PESO INÚTIL

6 OS CAMINHOS DA INCLUSÃO TEMPOS DA INTEGRAÇÃO (ATÉ CERCA DOS ANOS 90 DO SÉCULO XX) OFERTA DE SERVIÇOS ATENDIMENTO NA COMUNIDADE CLASSES ESPECIAIS OFICINAS ABRIGADAS CENTROS DE REABILITAÇÃO FIXAÇÃO DE PADRÃO A SER ALCANÇADO NORMALIZAÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MODIFICAÇÃO DAS PESSOAS ANORMAIS ALTO CUSTO DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DISCURSO DOS DIREITOS E DA LIBERDADE A MUDANÇA DEPENDIA DO PÓPRIO SUJEITO

7 OS CAMINHOS DA INCLUSÃO TEMPOS DA INTEGRAÇÃO (ATÉ CERCA DOS ANOS 90 DO SÉCULO XX) PASSOS A SEREM DADOS 1. AVALIAÇÃO: PROFISSIONAIS DEFINEM AÇÕES PARA A PESSOA SER O MAIS NORMAL POSSÍVEL 2. INTERVENÇÃO: ENSINO, TREINAMENTO, CAPACITAÇÃO DEFINE-SE SE A PESSOA ESTÁ APTA À VIDA INDEPENDENTE NA COMUNIDADE 3. ENCAMINHAMENTO OU REENCAMINHAMENTO PARA A VIDA EM COMUNIDADE

8 OS CAMINHOS DA INCLUSÃO TEMPOS DA INCLUSÃO (A PARTIR DOS ANOS 90 DO SÉCULO XX) BUSCA DE SUPORTES A PESSOA COM DEFICIÊNCIA TEM DIREITO A: 1. CONVIVÊNCIA NÃO SEGREGADA 2. ACESSO AOS RECURSOS DISPONÍVEIS A TODOS AJUSTE MÚTUO: A SOCIEDADE LEVA EM CONTA OS DESEJOS E NECESSIDADES DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NADA POR NÓS, SEM NÓS GARANTIA DE ACESSO À ESCOLA, AO TRABALHO, À SAÚDE, AO LAZER, ETC.

9 OS CAMINHOS DA INCLUSÃO TEMPOS DA INCLUSÃO (A PARTIR DOS ANOS 90 DO SÉCULO XX) O ESPAÇO DA ESCOLA TODOS OS ALUNOS SÃO DE INCLUSÃO EDUCAÇÃO ESPECIAL: alunos com deficiência, TGD e altas habilidades/superdotação

10 CAPE **10 anos** GERENCIAMENTO DAS AÇÕES DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (91 DIRETORIAS REGIONAIS DE ENSINO) FORMAÇÃO CONTINUADA ENVIO DE RECURSOS PARA COMPRA DE MATERIAL E EQUIPAMENTOS, COM ORIENTAÇÃO NÚCLEO DE PRODUÇÃO DE MATERIAL: BRAILLE / AMPLIADO / DIGITAL ARTICULAÇÃO COM A COMUNIDADE ORIENTAÇÕES E ENCAMINHAMENTOS

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13 COMO INCLUIR EFETIVAMENTE LEGISLAÇÃO RECURSOS CULTURA INCLUSIVA

14 COMO INCLUIR EFETIVAMENTE LEGISLAÇÃO

15 CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Artigo 24 EDUCAÇÃO (...) As pessoas com deficiência não sejam excluídas do sistema educacional geral sob alegação de deficiência e que as crianças com deficiência não sejam excluídas do ensino fundamental gratuito e compulsório, sob a alegação de deficiência.

16 CONSCIÊNCIA DE DIREITOS LEGISLAÇÃO DIREITO À EDUCAÇÃO

17 NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 ART. 1º -..., OS SISTEMAS DE ENSINO DEVEM MATRICULAR OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA, TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO E ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO NAS CLASSES COMUNS DO ENSINO REGULAR E NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE),...

18 CRPE X SR

19 COMO INCLUIR EFETIVAMENTE RECURSOS

20 RECURSOS HUMANOS (CENP / CAPE / D.E. / ESCOLA) MATERIAIS FINANCEIROS

21 ATENDIMENTO RESOLUÇÃO SE 11/2008, ALTERADA PELA RESOLUÇÃO SE 31/2008 SR* CRPE* * ITINERÂNCIA CLASSE HOSPITALAR CONVÊNIOS AMA APAE AHIMSA AACD, etc * SALA DE RECURSOS ** CLASSE REGIDA POR PROFESSOR ESPECIALIZADO

22 RECURSOS FINANCEIROS EM 2011 REPASSE DE R$ ,00 PARA COMPRA DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PEDAGÓGICOS ESPECÍFICOS PARA ALUNOS PÚBLICO- ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

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24 MÁQUINA BRAILLE

25 REGLETES

26 MODELOS DE SOROBAN ADAPTADO

27 RECURSOS FACILITADORES

28

29 LUPAS

30 LUPA ELETRÔNICA

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33 MATERIAIS ADAPTADOS

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36 EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE MATERIAIS ADAPTADOS

37 FORMAÇÃO CONTINUADA CURSOS CENTRALIZADOS CURSOS DESCENTRALIZADOS ORIENTAÇÕES TÉCNICAS VIDEOCONFERÊNCIAS

38 FORMAÇÃO CONTINUADA DADOS ESTATÍSTICOS ANO Pessoas Atendidas TOTAL

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42 COMO INCLUIR EFETIVAMENTE CULTURA INCLUSIVA

43 EDUCAÇÃO PARA TODOS INCLUSÃO ESCOLAR PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL E CULTURAL MATRÍCULA E ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO

44 PRESSUPOSTOS CRIAÇÃO DE UMA CULTURA INCLUSIVA NA SOCIEDADE EM GERAL ELABORAÇÃO DE DIRETRIZES PARA UMA POLÍTICA EDUCACIONAL INCLUSIVA DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA NA ESCOLA, NA SALA DE AULA

45 PROGRAMA DE INCLUSÃO ACESSIBILIDADE TRANSPORTE PARCERIAS COM OUTRAS SECRETARIAS*** CONTATOS COM CEAPcD, MP, ONGs,... ***PROJETO ASAS

46 MARIA ELIZABETE DA COSTA Diretora do Serviço de Educação Especial / CAPE

47 CONSCIÊNCIA DE DIREITOS DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO OS HOMENS NASCEM E PERMANECEM LIVRES E IGUAIS PERANTE A LEI DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS - ONU/ TODOS OS HOMENS NASCEM LIVRES E IGUAIS EM DIGNIDADE E DIREITOS. SÃO DOTADOS DE RAZÃO E CONSCIÊNCIA E DEVEM AGIR EM RELAÇÃO UNS AOS OUTROS COM ESPÍRITO DE FRATERNIDADE

48 CONSCIÊNCIA DE DIREITOS DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM RETARDO MENTAL - ONU/ O DEFICIENTE MENTAL DEVE GOZAR, O MÁXIMO POSSÍVEL, DOS MESMOS DIREITOS QUE OS DEMAIS SERES HUMANOS DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS PESSOAS DEFICIENTES ONU/ AS PESSOAS DEFICIENTES TÊM OS MESMOS DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS QUE OUTROS SERES HUMANOS CONVENÇÃO DA GUATEMALA OEA/ CONVENÇÃO INTERAMERICANA PARA A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA AS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ONU/2007 PROMOVER, PROTEGER E ASSEGURAR O EXERCÍCIO PLENO E EQUITATIVO DE TODOS OS DIREITOS HUMANOS E LIBERDADES FUNDAMENTAIS POR TODAS AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E PROMOVER O RESPEITO POR SUA DIGNIDADE INERENTE

49 DIREITO À EDUCAÇÃO DECLARAÇÃO DE JOMTIEN DECLARAÇÃO MUNDIAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS: PLANO DE AÇÃO PARA SATISFAZER AS NECESSIDADES BÁSICAS DE APRENDIZAGEM DECLARAÇÃO DE SALAMANCA 1994 NECESSIDADE E URGÊNCIA DE O ENSINO SER MINISTRADO, NO SISTEMA COMUM DE EDUCAÇÃO, A TODAS AS CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS. LINHA DE AÇÃO PARA AS NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS

50 DIREITO À EDUCAÇÃO CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ARTIGO 208: O DEVER DO ESTADO COM A EDUCAÇÃO SERÁ EFETIVADO MEDIANTE A GARANTIA DE: III ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA, PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA) 1990 ARTIGO 54: É DEVER DO ESTADO ASSEGURAR À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE: III - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIA, PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO 1989 ARTIGO 239: O PODER PÚBLICO ORGANIZARÁ O SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO, ABRANGENDO TODOS OS NÍVEIS E MODALIDADES, INCLUINDO A ESPECIAL... 2º - O PODER PÚBLICO OFERECERÁ ATENDIMENTO ESPECIALIZADO AOS PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS, PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO

51 DIREITO À EDUCAÇÃO LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL - LDBEN LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996 ARTIGO 4º: O DEVER DO ESTADO COM A EDUCAÇÃO ESCOLAR PÚBLICA SERÁ EFETIVADO MEDIANTE A GARANTIA DE: III - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO GRATUITO AOS EDUCANDOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS, PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO LEI Nº , DE 9 DE JANEIRO DE 2001 A CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTABELECE O DIREITO DE AS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS RECEBEREM EDUCAÇÃO PREFERENCIALMENTE NA REDE REGULAR DE ENSINO... A DIRETRIZ ATUAL É A DA PLENA INTEGRAÇÃO DESSAS PESSOAS EM TODAS AS ÁREAS DA SOCIEDADE PARECER CNE/CEB Nº17/2001 E RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 02/2001 DIRETRIZES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO BÁSICA

52 DIREITO À EDUCAÇÃO POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA MEC/SEESP DECRETO FEDERAL N 6.571, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008 DISPÕE SOBRE O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARECER CNE/CEB N 13/2009 E RESOLUÇÃO CNE/CEB N 4/2010 INSTITUI DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA, MODALIDADE EDUCAÇÃO ESPECIAL PARECER CNE/CEB N 7/2010 DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS GERAIS PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA

53 DIREITO À EDUCAÇÃO INDICAÇÃO CEE Nº 70/2007 FIXA NORMAS GERAIS PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL NO SISTEMA DE ENSINO DO ESTADO DE SÃO PAULO INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS DELIBERAÇÃO CEE Nº 68/2007 FIXA NORMAS PARA A EDUCAÇÃO DE ALUNOS QUE APRESENTAM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS, NO SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO RESOLUÇÃO SE 11, DE ALTERADA PELA RESOLUÇÃO SE 31, DE DISPÕE SOBRE A EDUCAÇÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NAS ESCOLAS DA REDE ESTADUAL DE ENSINO E DÁ PROVIDÊNCIAS CORRELATAS

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