Sumário. Ficha técnica

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3 Sumário Sinopse Histórica... 4 Editorial... 5 O Regimento de Transmissões... 6 SIC-O... 8 As Transmissões no Teatro de Operações do Kosovo As Transmissões no Teatro de Operações do Líbano As Transmissões no Teatro de Operações do Afeganistão Apoio de Som ao Exército Evoluir de uma INTRANET para um Portal Coorporativo A Companhia de Comando e Serviços As Novas Oportunidades e o Exército Estágio aos cursos de Formação e a Módulos de Transmisões Integrantes de FND s Moral e Bem Estar Segurança da Informação CIRC Guerra Centrada em Redes e Resposta a Incidentes Estruturas PKI Espionagem- Ameaça crescente e determinante à criação do novo conceito de Segurança da Informação Network Access Control (NAC) Contributos para uma Revisão do Modelo de Serviço Militar Categoria Praças, na Área das Transmissões Enquadramento Histórico do RTm A telegrafia eléctrica em Portugal e a figura de Francisco Ciéra Museu e História das Transmissões Ficha técnica EDIÇÃO: REVISTA DO REGIMENTO DE TRANSMISSÕES DIRECTOR: COMANDANTE DO RTm, COR Tm (ENG.º) VIEGAS PIRES COORDENAÇÃO/REDACÇÃO: TCOR Tm (Eng.º) Moleiro TCOR Tm (Eng.º) Terras CAPA/MONTAGEM: 1.º SAR Gonçalves COMPOSIÇÃO/PAGINAÇÃO: ASP Rodrigues ASP Soares REVISÃO: TCOR Tm (Eng.º) Terras CAP Tm (Eng.º) Sequeira EDITORA: Rolo e filhos II, S.A. TIRAGEM: 500 EXEMPLARES 3

4 Sinopse histórica 1810 Criação do Corpo Telegráfico, que constitui a origem dos Telegrafistas Militares Origem do Serviço Telegráfico Militar a 17 de Setembro Instalação dos pombais militares Criação do Regimento de Engenharia, no aquartelamento da Cruz dos quatro Caminhos, com três Batalhões, um deles misto, fazendo parte deste uma Companhia de telegrafistas de Campanha Criação da primeira Unidade de Guarnição, Companhia de Telegrafistas de Praça, apoiando a Inspecção do Serviço Telegráfico Militar A reorganização do Exército cria um grupo de Companhias de Telegrafistas a duas Companhias e uma Companhia de Telegrafistas sem Fios Muda a designação para Batalhão de Telegrafistas de Campanha (Quartel da Ajuda) com duas Companhias de Telegrafistas uma de Rádio Telegrafistas e uma Companhia de Condutores Por extinção do Batalhão de Telegrafistas de Campanha, criação do Batalhão de Telegrafistas mantendo as mesmas Companhias Por extinção do Batalhão de Telegrafistas de Campanha, criação do Batalhão de Telegrafistas mantendo as mesmas Companhias É criado o Regimento de Telegrafistas que integra o Serviço de Campanha (Batalhão de Telegrafistas de Campanha) e o Serviço de Guarnição (Inspecção de serviço Telegráfico Militar e Companhia de Telegrafistas de Praça) O Regimento de Telegrafistas é substituído pelo Batalhão de Telegrafistas É criado o Serviço de Telecomunicações Militares (STM), que é assegurado pelo Batalhão de Telegrafistas, mantendo-se no aquartelamento da Cruz dos Quatro Caminhos É criada a Arma de Transmissões, destacando-se da Arma de Engenharia as tropas do Quartel da Cruz dos Quatro Caminhos, sendo criada neste aquartelamento a Escola Prática de transmissões, mantendo adstrito o STM A Escola Prática de Transmissões passa a designar-se Regimento de Transmissões, mantendo adstrito o STM. 4

5 Editorial No emblema de peito do Regimento de Transmissões (RTm) destaca-se uma Almenara. Este termo, de origem árabe, designa o sítio onde está luz, lanterna ou farol. A escolha da Almenara para a heráldica do Regimento deveu-se, certamente, à alusão às antigas comunicações através dos sinais, como o emprego do fogo que do alto das torres dos castelos permitia enviar informação a outras fortalezas em linha de vista. Perante a história desta unidade, que se confunde, no tempo, com a história das comunicações no Exército Português, foi também este o nome escolhido para a primeira publicação deste século, do RTm, com carácter de revista. A Almenara é, assim, a revista deste Regimento e está orientada para o Sistema de Informação e Comunicações Operacional (SIC-O). É com imensa satisfação que escrevo estas curtas palavras de abertura desta singela publicação. Ciente do esforço posto por todos aqueles que colaboraram na sua feitura, a eles apresento os agradecimentos do Comando do Regimento de Transmissões. Nesta edição, começamos por apresentar o RTm e o SIC-O. No contexto do SIC-O, contámos com a colaboração das nossas Forças Nacionais Destacadas, no Kosovo, no Líbano e no Afeganistão para a apresentação dos sistemas de comunicações operacionais instalados nos respectivos teatros de operações. Sendo uma revista da unidade e relativa a um espaço temporal de um ano, pesámos que a publicação não ficaria completa sem uma alusão à actividade interna da unidade ao nível das áreas de Estado-maior e abrangendo as diferentes subunidades regimentais. Segue-se uma parte relativa à divulgação de novas tecnologias e novos projectos, alguns com aplicação prevista no curto e médio prazo no Exército. Sendo a formação uma área fundamental de qualquer organização, convidámos a Escola Prática de Transmissões a participar nesta revista com um artigo, da sua autoria, sobre a revisão do Modelo de Serviço Militar para Praças de Transmissões. Desconhecer o que se passou ao longo das várias gerações é desconhecer a história das nações e dos povos e limitar-se a viver o seu quotidiano numa agnosia fútil. Portugal é uma nação com mais de 800 anos de história. Embora, a história da Arma de Transmissões, no Exército português, seja bem mais recente, não seria correcto se não tivéssemos um pequeno espaço da nossa revista para nos referirmos ao nosso passado, que se perde muito para lá do ano de 1970 em que foi criada a Arma de Transmissões. Assim, continuamos com um breve resumo histórico da evolução das transmissões no Exército, sempre pautados pelo protagonismo do Quartel da Cruz dos Quatro Caminhos, sede do RTm. Por fim, fechamos com um artigo, no âmbito da Comissão de História das Transmissões, sobre o Telégrafo de António Ciera. Espero que o trabalho apresentado seja do agrado de todos tendo sempre presente os objectivos desta revista: Promover a dinamização da unidade e do SIC-O, partilhar saberes e experiências e disponibilizar um fórum de reencontro para todos os que comungam do afecto ao RTm e às Transmissões. Este é o primeiro número da Almenara, mas pretendemos continuar e fazer justiça ao lema do nosso Regimento Sempre melhor. 5

6 O RTm Introdução Com a publicação do Decreto-Lei n.º 61/2006 de 21 de Março (nova Lei Orgânica do Exército DLOE) deu-se início ao processo de transformação no Exército. Fruto desta transformação foi extinto o Centro de Informática do Exército tendo o RTm assumido algumas das suas valências. Para poder fazer face a esta nova missão, foi aprovado um novo Quadro Orgânico Pessoal (QOP) para o RTm em 22 de Maio de 2009, tendo sido extintos o Batalhão de Estruturas e a Companhia de Exploração e criados o Batalhão de Comunicações e Sistemas de Informação (BCSI) e o Centro de Segurança da Informação (CSI). Em 5 Fevereiro de 2009 o QOP do RTm foi alterado para acomodar o levantamento de um módulo CIRC (Computer Incident Response Capability). Em 29 de Junho de 2009 o QOP sofreu uma nova alteração para incluir o módulo táctico CIRC. Missão Instala e mantém o Sistema de Comunicações, de Informação e de Segurança da Informação do Exército, em articulação com o Centro de Dados de Defesa e a Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação. Apronta um módulo Táctico CIRC. Missão restabelecida pelo Cmdt do RTm O RTm, em articulação com o Centro de Dados da Defesa e a Direcção de Comunicações e sistemas de Informação: Garante, com o CSI, a segurança dos Sistemas de Informação e Comunicações Operacionais do Exército (SIC-O); Instala, gere e sustenta, com o BCSI, os SIC-O do Exército e presta apoio de som ao Exército e a entidades exteriores, quando autorizado superiormente. Tarefas resultantes da Missão restabelecida O RTm: Ü Assegura a manutenção das infra-estruturas físicas de sistemas de informação e tecnologias de informação e comunicações das UEO; Ü Assegura, de forma avançada, a manutenção de sistemas de informação e tecnologias de informação e comunicações das UEO respectivos, através dos destacamentos, Norte, Centro e Sul; Ü Coordena com os destacamentos das ZMA e ZMM a manutenção de sistemas de informação e tecnologias de informação e comunicações das UEO respectivos; Ü Instala e mantém sistemas de energia e Som superiormente autorizados; Ü Executa pequenas reparações de hardware ; Ü Opera os sistemas de gestão de comunicações e de informação; Ü Assegura a manutenção dos utilizadores do Active Directory ; Ü Instala e mantém o software de desktops e portáteis; Ü Assegura a configuração dos Portais do Exército da Intranet e da Internet do Exército; Ü Garante um serviço de apoio aos utilizadores; Ü Assegura os serviços de rede e os serviços de informática operacional; 6

7 Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Ü Assegura os serviços de transmissão, comutação e redes IP; Assegura o abastecimento, sustentação, operação e controlo das actividades do exército no domínio específico da Segurança da Informação (INFOSEC); Instala, gere e sustenta as redes seguras do Exército (sistemas: Centauro (TerRAS), Sagitário (SCAMM) e MMHS); Contribui para as Operações de Informação/Guerra de Comando e Controlo, nas vertentes de Segurança da Informação e Computer Network Operations; Coordena a investigação de incidentes com as equipas CIRC Team ; Partilha informação com os elementos CIRC nacionais; Detém, previne, detecta e recupera de qualquer tipo de incidente/ataque contra os Sistemas de Informação; Proporciona a resposta a incidentes, aviso e alerta, apoio na prevenção contra malware ; Efectua relatórios de vírus, análise de incidentes e de segurança; Garante o emprego de um módulo táctico de CIRC, com as vertentes ofensiva e defensiva; Colabora em acções no âmbito das outras missões de interesse público, conforme lhe for determinado; Estabelece a ligação entre as UEO territoriais do Exército; Estabelece a ligação com as FND s; Estabelece a ligação até comandos de escalão Brigada, quando em exercício ou operações; Coordena com o EMGFA e outros Ramos as respectivas ligações ao Exército. Quadro Orgânico de Pessoal, aprovado por Despacho de 29JUN09 de S. Ex.ª o General CEME Estado-Maior Comando Companhia Comando Serviços Comando Secção Comunicações Sistemas Informação Secção Manutenção Secção Sanitária Pelotão Reabastecimento Transporte Pelotão Serviços Gerais Pelotão Guarnição Segurança Batalhão Comunicações Sistemas Informação Companhia Estruturas Apoio Sistemas Destacamento Comunicações Sistemas Informação Norte Destacamento Comunicações Sistemas Informação Centro Destacamento Comunicações Sistemas Informação Sul Destacamento Comunicações Sistemas Informação ZMA Destacamento Comunicações Sistemas Informação ZMM Centro Gestão Sistemas Centro Segurança Informação Secção Segurança Comunicações (COMSEC) Secção Segurança Computadores Núcleo CIRC (Computer Incident Response Capability) Módulo Táctico CIRC a) a) Encargo Operacional do Regimento de Transmissões. Emprego à ordem do Comandante Operacional. 7

8 O SIC-O O Sistema de Informação e Comunicações Operacional (SIC-O) garante ao Exército Português (Estrutura de Base, Estrutura de Comando e Força Operacional Permanente), uma capacidade de Comando e Controlo, moderna, permanente, adaptada e adaptável aos desafios do Exército, tendo em atenção as políticas gerais definidas pelo EMGFA e MDN com vista à necessária integração e interoperabilidade com os SIC a nível nacional (MDN, EMGFA e Ramos). Actualmente, o exercício do Comando e Controlo do Exército, ao nível operacional, deve assentar num Sistema de Informação e Comunicações que obedeça aos seguintes requisitos: Alta Disponibilidade As redes que compõem o Sistema têm de garantir redundância e funcionamento permanente. Sobrevivência Mesmo que vários nós das redes se tornem inoperacionais, o sistema deve sobreviver, através do reencaminhamento automático da informação por ligações alternativas. Flexibilidade Como os caminhos de transporte da informação não são pré-determinados, as redes devem ter a capacidade de adaptação a diversos cenários, tais como possibilitar a interligação do nível táctico com o operacional em localizações diferentes e com configurações diversas e a interligação e interoperabilidade com os sistemas equivalentes do EMGFA, Ramos e Operadores Públicos. Implantação maximizada A rede deve ser implementada para chegar a todas subunidades e órgãos de todas as UEO. O modelo OSI 1 define várias camadas na arquitectura de sistemas. A arquitectura das estruturas SIC são baseadas no mesmo e cada camada do modelo usa tecnologias e soluções próprias. A figura 1 mostra a arquitectura adoptada para o SIC-O, sendo a estrutura implementada constituída por dois segmentos, Acesso (ligações às UEO) e Core (ligações entre nodos do sistema). A camada inferior e intermédia representam a componente de Comunicações e a camada superior os Sistemas de Informação. A infra-estrutura física não está representada na figura, mas é uma necessidade que suporta todas as camadas do Sistema. Para a implementação de sistemas de comunicações é necessária a existência de espaços adequados e climatizados e de sistemas de energia de suporte. Estes sistemas têm que ser muito fiáveis e possuir meios alternativos que garantam o seu contínuo funcionamento, uma vez que uma falha pode desactivar o sistema. Normalmente os sistemas de energia distribuem 48 VDC e estão protegidos por bancos de baterias, grupos geradores e UPS. Disponibilidade de Largura de Banda (LB) A utilização das redes depende da capacidade de largura de banda instalada. Os vários elementos que a compõem devem permitir o aumento da LB num curto espaço de tempo e com o menor custo possível de forma a suportar futuras necessidades. Segurança Apresentar um grau de segurança elevado para a informação e serviços e obedecer a um conceito de segurança global. Fig. 2 Rede de transmissão (FHz) do Exército Fig. 1 Arquitectura SIC-O 1 Open Systems Interconnection Primeiro passo em direcção a um modelo standard, a nível internacional, de protocolos de comunicação entre sistemas (abertos)

9 Sistema de comunicações O Sistema de Comunicações é composto da Rede de Transmissão do Exército (RTE), da Rede de Comutação de Voz do Exército (RCVE) e da Rede de Dados do Exército (RDE). A Rede de Transmissão do Exército (Fig. 2) (Core e Acesso) é constituída por um conjunto de ligações Rádio por Feixes Hertzianos, ligações VSAT para as FND, traçados de cabos de cobre e de fibra óptica (em Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Lamego, Polígono de Tancos, Funchal e São Miguel), circuitos disponibilizados pelo EMGFA através da Infra-estrutura SICOM, circuitos dedicados alugados a operadores públicos e pelos sistemas de multiplexagem associados, assegurando o fluxo de informação (voz, dados e vídeo) entre UEO, cobrindo a implantação territorial do Exército, incluindo os arquipélagos. A RTE é definida por dois segmentos, Acesso (ligações às UEO) e Core (ligações entre nós do sistema de comunicações) e representa a camada inferior (camada 1 e 2 do Modelo OSI) na arquitectura do SIC-O. A Rede de Comutação de Voz do Exército (Fig. 3) é constituída por 84 Centrais Telefónicas digitais que suportam cerca de telefones e 300 faxes. As centrais telefónicas estão classificadas em centrais de trânsito ou nodais e centrais locais (UEO). As primeiras asseguram o trânsito e encaminhamento das comunicações de voz entre centrais locais, sendo que são as últimas que garantem a comunicação local (UEO), interligando-se com o domínio Exército através das centrais de trânsito. A central de trânsito instalada no RTm assegura as comunicações de voz para o MDN, EMGFA e Ramos. Presentemente já existe em produção no RTm, um Call Manager, que garante ligações de voz para as FND e para órgãos do Exército, cujo acesso ao SIC-O é estabelecido através de circuitos dedicados, alugados a operadores públicos. Todas as centrais dispõem de acessos alugados a operadores públicos, que garantem a interligação ao domínio civil e são um meio alternativo para a ligação ao SIC-O, no caso de ocorrer alguma falha no meio de transmissão que permite o acesso à RTE. A Rede de Dados do Exército (Fig. 4) assenta na utilização do protocolo Internet Protocol (IP), na qual o fluxo de informação é assegurado pela RTE. O encaminhamento (routing) da informação é assegurado por uma Wide Area Network (WAN), constituída por um conjunto de equipamentos activos designados por routers, que formam uma malha nacional constituída por 10 routers de área, que formam o Segmento Core da RDE, e 72 routers locais para apoio das UEO (Segmento Acesso). As Redes Locais de Dados (Local Area Network LANs) das UEO são fundamentalmente constituídas por duas componentes activa e passiva. A componente activa é genericamente constituída por um conjunto de equipamentos activos de rede (switches) e equipamentos de suporte de energia, que garantem aos utilizadores o acesso à RDE e consequentemente acesso aos serviços disponibilizados pela rede (serviços de rede, dados, voz e vídeo). A componente passiva é genericamente constituída por infra-estruturas de subsolo, cablagem Fig. 3 Rede de Comutação de Voz do Exército Fig. 4 Rede de Dados do Exército 9

10 estruturada de fibra óptica e cablagem estruturada de cobre. Sistemas de informação Na área dos Sistemas de Informação, sobre a RDE correm os Serviços de Informática Operacional, os Serviços de Rede, os Portais de Intranet/Internet e os Serviços de Informática de Gestão Local. No que se refer aos Serviços de Informática Operacional, estes integraram-se nos sistemas utilizados para a transmissão e difusão de informação de carácter operacional entre os diferentes escalões da estrutura de comando do Exército. Actualmente, os Sistemas de Informática Operacional em produção no SIC-O são o correio electrónico seguro e não seguro, o webmail, a videoconferência e os sistemas de mensagens militares (MMHS 2, SCAMM 3 e TerRAS 4 ), bem como o SICCE5. Os serviços de rede constituem a componente base vital para o eficaz funcionamento de todos os sistemas da Rede de Dados do Exército, estando esses serviços actualmente instalados nos Servidores Locais ou de Rede. No que concerne aos serviços de rede deverão ser incluídos os seguintes: Distribuição automática de endereços IP (DHCP); Sincronização horária (NTP); Resolução de nomes (DNS); Qualidade de serviço (QOS); Update automático de software (WSUS); Segurança (Auditoria, NAC 6, IDS/IPS, antivírus e antimalware); Serviços de directoria (Active Directory 7 da Microsoft); Partilha de ficheiros; Impressão de rede 2 MMHS Military Message Handling System 3 SCAMM Sistema de Comutação Automático de Mensagens Militares 4 TerRAS Terminais de Redes de Alta Segurança 5 SICCE Sistema Integrado de Comando e Controlo do Exército 6 NAC Network Access Control 7 Directório de informação e gestão relativa a utilizadores, recursos, políticas de segurança, e todo e qualquer tipo de objectos definidos por utilizadores. Fig. 5 Portais da Intranet e Internet Outros serviços extremamente importantes para o Exército são os Portais da Intranet e Internet (Fig. 5) que se constituem cada vez mais um repositório de informação e de colaboração organizacional, inter e intra domínio público e privado. O Portal de Intranet é composto por mais de 150 áreas de conteúdo institucional e 28 sites para trabalho colaborativo, assumindo-se assim, como um poderoso meio de comunicação, sendo por excelência uma área trabalho colaborativo, reunindo num mesmo espaço virtual indivíduos geograficamente distantes. O Portal de Internet é constituído por mais de 80 áreas de conteúdo institucional e possui duas versões parciais em Inglês e Francês, constituindo-se assim, num veículo de divulgação e fortalecimento da imagem da instituição junto da sociedade global. No que diz respeito aos Serviços de Informática de Gestão Local, consideram-se a administração de bases de dados, a implementação e apoio à administração de aplicações de gestão documental/correspondência, de gestão de pessoal, gestão financeira e gestão materiais, essenciais ao apoio das tarefas diárias necessárias ao cumprimento da missão por parte das UEO. O contínuo aumento do número de utilizadores da RDE, associado à modernização d o Exército neste domínio, implicou um crescimento exponencial não só do 10

11 Fig. 6 Rede de Servidores do Exército O segundo nível, de carácter regional, disponibilizará os serviços para conjuntos de UEO dispersas geograficamente. Este conjunto de equipamentos destina-se a instalar um cluster de Base de Dados, um cluster de Correio Electrónico, um Controlador de Domínio e dois Servidores Aplicacionais, dispostos por site com uma arquitectura regional, no total de seis sites (Norte, Centro, Lisboa, Sul, Açores e Madeira) e servirão todas as UEO da respectiva área. Além destes serviços, disponibilizarão mecanismos de Backup, Serviços de Ficheiros e Aplicacionais, Serviços de distribuição de antivírus e antimalware, actualização de software, replicação de bases de dados, virtualização de serviços, implementação de QoS (qualidade de serviço), entre outros. Um dos objectivos principais na implementação deste sistema é garantir a capacidade de backup da informação armazenada nos Servidores Locais e a capacidade tecnológica necessária para a implementação de serviços ao nível da RDE que necessitam de plataformas de hardware tecnologicamente evoluídas e que garantam um elevado nível de fiabilidade e sustentabilidade a longo prazo. volume de informação processada e armazenada bem como do nível de processamento que lhes está associado e que é exigido à infra-estrutura tecnológica de suporte aos SI do Exército. Tendo em consideração estes factos, foi aprovado um novo modelo da infra-estrutura tecnológica dos SI do Exército, cujos trabalhos de implementação deverão iniciar-se no início de Este novo modelo para a Rede de Servidores do Exército (Fig. 6) baseia-se em dois níveis, com soluções de hardware e software muito específicas para os serviços que disponibilizam no âmbito local e regional. O primeiro nível, de carácter local (Servidor Local), deverá disponibilizar todos os serviços de rede necessários para que as UEO possam continuar a trabalhar localmente com todos os serviços de rede, nomeadamente serviços de autenticação, busca e directório, resolução de nomes, configuração IP, entre outros. Estes equipamentos disponibilizarão às UEO serviços de rede, bases de dados, serviços de impressão e armazenamento de ficheiros, serviços de actualização de software de segurança tais como antivírus e antimalware e suportarão a aplicação de gestão de correspondência, propriedade do Exército e implementada nas mais diversas UEO, garantindo alta disponibilidade de armazenamento dos documentos digitalizados. Assegurarão ainda cópias de segurança (Backup) para utilização na Rede Local, de forma eficaz e tecnologicamente avançada, com alta capacidade de armazenamento e rapidez de processamento da informação salvaguardada. Sistemas de gestão A implementação de Sistemas de Gestão é uma necessidade transversal a todo o SIC-O, possibilitando a monitorização e diagnóstico de falhas, configuração, medições de desempenho dos vários equipamentos, redes e sistemas das várias camadas permitindo assim uma resposta em tempo real na resolução de falhas/ avarias graves, na execução de configurações necessárias ao bom desempenho do sistema e no garante do fornecimento de serviços de voz, vídeo e dados de alta qualidade. Neste âmbito, está implementado o sistema Network Node Manager (Fig. 7) que possibilita a monitorização e o diagnóstico de falhas em ambientes multitecnologia, é transversal a todas as camadas e consolida num único interface gráfico outras ferramentas de gestão de rede ou sistemas. No âmbito da gestão de configuração e medições de desempenho está implementado o sistema CiscoWorks LMS (Fig. 8) para a RDE e o sistema NMS 100 para os equipamentos PDH da RTE. Segurança das redes e da informação A segurança das redes é extremamente importante nos sistemas de comunicações que servem as instituições militares, sendo fundamental a protecção da informação contra ameaças externas (SIGINT) e ameaças internas (HUMINT e pessoal não autorizado). As estruturas INFO- SEC são baseadas em hardware, software e em directivas 11

12 Em meados de 2008, iniciou-se um processo de estudo de necessidades ao nível da segurança da rede, no âmbito dos Serviços de Rede, que irá culminar no inicio de 2010, com a instalação de sistemas NAC e IDS/IPS, com o objectivo de controlar o acesso e detectar/prevenir intrusões na RDE. Sustentação do SIC-O Fig. 7 Network Node Manager e devem proteger o SIC-O ao nível de todas as camadas do sistema OSI, através das seguintes práticas: Encriptação e NAC ao nível da camada 2 (Transmissão); Instalar, Gerir e Sustentar o Sistema de Informação e de Comunicações Operacionais (SIC-O) do Exército é parte da missão atribuída ao Batalhão de Comunicações e Sistemas de Informação (BCSI) do RTm. Para assegurar o cumprimento da missão, o BCSI organicamente é constituído por um Centro de Gestão de Sistemas (CGS), uma Companhia de Estruturas e Apoio de Sistemas (CEAS) e cinco Destacamentos de Comunicações e Sistemas de Informação (DestCSI) Norte, Centro, Sul, ZMA e ZMM (Fig. 9). Os DestCSI Norte, Centro e Sul estão na dependência hierárquica do BCSI/RTm e os DestCSI ZMA e ZMM na dependência funcional e técnica. Firewalls, VPN 8, IDS/IPS 9 e ACL 10 ao nível da camada 3 (Rede); Autenticação e auditoria ao nível das restantes camadas; As informações dos sistemas de segurança também devem ser geridas por um sistema de gestão (correlação de eventos). Cmd BCSI CCS Chefia Sec TCR CEAS Cmd Pel Est Com Dest CSI Norte Dest CSI Centro Dest CSI Dest Sul CSI ZMA Dest CSI ZMM Sec Infor Op Pel Ap Sist Sec Portais Nota: TCR Transmissão, Comutação e Redes IP Sec Ap UEO/Utilizador Fig. 9 Organigrama funcional do BCSI/RTm Fig. 8 CIsco Works LMS 8 VPN Virtual Private Network 9 IDS/IPS Intrusion Detection System/Intrusion Prevention System 10 ACL Access Control List Major Reis 12

13 As Transmissões no Teatro de Operações do Kosovo As forças nacionais destacadas (FND) compreendem nos seus quadros orgânicos um módulo de transmissões. A sua orgânica específica pode variar, para melhor se poder adaptar a força em que se integram, mas a missão é semelhante em todas elas. Na FND do Kosovo, o módulo de transmissões que integra a força é constituído por um oficial de transmissões, 3 sargentos e 10 praças. O oficial tem como missão planear os apoios de transmissões às operações levadas a cabo pela força, e integrar o Estado-Maior da força, com o objectivo de aconselhar o comandante da força nas questões específicas da sua área. O oficial de transmissões é ainda o custódio de material cripto da força, tanto do material nacional como do material entregue pela KFOR. Os sargentos de transmissões que integram a força são um de cada especialidade existente para os sargentos de transmissões. Um técnico de electrónica e equipamentos rádio, um técnico de comutação e redes e um técnico de sistemas de informação e mensagens. As missões do sargento técnico de electrónica e equipamentos rádio são: Efectuar manutenção de 3º escalão dos equipamentos rádio; Efectuar montagens rádio nas viaturas; Efectuar montagem e manutenção de repetidores em situações de campanha se necessário; Dar apoio em situações de campanha, efectuando manutenção do 2º escalão quando necessário; Efectuar o controlo de cargas de material na sua área de especialidade. As missões do sargento técnico de comutação e redes são: Efectuar manutenção de 2º escalão aos equipamentos das redes de voz e dados; Efectuar manutenção de material informático; Efectuar a montagem de pequenas redes informáticas e telefónicas em situações de campanha; Efectuar o controlo de cargas de material na sua área de especialidade. As missões do sargento técnico de sistema de informação e mensagens são: Chefiar o centro de comunicações e sistemas de informação da FND, zelando para o correcto uso de cada meio de transmissão ao dispor; Administrar localmente a rede informática; Ser o custódio de material cripto substituto. As 10 praças que constituem o módulo exercem função de operadores no centro de comunicações, tendo também outras especialidades: 1 Auxiliar de técnico de electrónica e equipamentos rádio; 4 auxiliares de técnico de comutação e redes; 5 operadores de RAPC. 13

14 plano de numeração 4604xx gerido por uma central telefónica P-TTC 101, com a possibilidade de realização de chamadas confidenciais com o sistema STU IIB e a Rede de Dados do Exército, com servidores de e de partilha de dados. Para transmissão de mensagens existem os sistemas, STM3, MMHS e fax. Os meios disponíveis para campanha são os rádios da família 425, estando actualmente a ser substituídos pelos equipamentos da família 525, telefones P/BLC 101, central telefónica de campanha P/CD 132 bem como material de redes informáticas de pequena dimensão e capacidade para a montagem nos Postos de Comando avançados em operações. Para além de todas as missões operacionais atrás descritas o módulo de transmissões da FND do Kosovo gere ainda uma rede de dados para ligação a internet, com a colocação de pontos de rede em todos os alojamentos, ajudando assim a ocupação dos tempos livres e ao moral e bem-estar de todos os elementos da força. Para que todos estes meios sejam operados e mantidos de forma eficaz, é preciso que seja ministrada a todos operadores e técnicos constante instrução e treino. Os estágios realizados pelos diferentes módulos de transmissões no Regimento de Transmissões são assim de grande importância, permitindo a todos os elementos que constituem o módulo tomar contacto com todos os equipamentos da rede de transmissões permanente do Exército. A FND do Kosovo está dotada de todos os meios de transmissão os meios de comunicações permanentes e de campanha actualmente existentes no Exército. A nível de comunicações permanentes, estão presentes a Rede de Comutação de Voz do Exército, com o 1.º Sargento Machado 14

15 As Transmissões no Teatro de Operações do Líbano O Líbano é o histórico berço dos fenícios, cuja cultura floresceu por mais de dois mil anos, a partir de 2700 A.C. Invadido por muitos povos (hititas, egípcios e persas), o território é conquistado por Alexandre o Grande em 332 A.C., ficando sob domínio grego até 63 A.C., quando se torna província romana. Em 395 é anexado pelo Império Bizantino. No sul do Líbano, junto à pequena localidade de Shama, a cerca de 7 km da fronteira com Israel, encontra-se o Ubique Camp onde, actualmente, está instalada a Unidade de Engenharia 5. Trata-se de uma Unidade de Escalão Companhia com 141 militares, constituída pelo Comando e Secção de Comando, um Destacamento de Apoio de Serviços e uma Componente de Engenharia a dois Pelotões de Construções. Como Unidade de Engenharia desempenha missões na sua área específica, apoiando as unidades da UNIFIL presentes no Teatro de Operações (TO) bem como a população local. Também o Império Turco-Otomano invadiu e anexou o território em Durante o domínio Turco, crescem os conflitos entre drusos e cristãos maronitas. Em 1858, camponeses maronitas são massacrados em rebelião contra o sistema feudal, facto que levou a França a aumentar a sua influência na região. Após a derrota dos turcos na I Guerra Mundial, o Líbano fica sob mandato francês. A Constituição de 1926, patrocinada pela França, torna o país uma República Parlamentarista, estabelecendo, desde então, um frágil equilíbrio político-religioso na governação do país. A França concede a independência ao Líbano em 22 de Novembro de Depois da derrota dos exércitos árabes, entre os quais o libanês, na guerra da criação do Estado de Israel ( ) começou o êxodo de centenas de milhar de palestinianos para território libanês, culminando, em 1970, com o estabelecimento do Quartel-General da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), na capital do país, Beirute. A OLP passa a atacar o norte de Israel a partir do Líbano, originando diversos conflitos entre os dois Estados e provocando o desmoronar do frágil equilíbrio de forças que participavam na governação do Líbano. Em Março de 1978, as Resoluções 425 e 426 do Conselho de Segurança da ONU mandataram esta Organização para a implementação da Missão de Paz no Líbano, a UNIFIL (United Nations Interim Force in Lebanon). A partir de 1995, o Hezbollah, organização política e militar de resistência contra Israel, intensifica os seus ataques e atentados, levando este Estado a diversas incursões militares no território libanês. A última delas ocorreu no Verão de 2006, quando invadiu o sul do país. Em Agosto do mesmo ano o Conselho de Segurança da ONU, através da Resolução 1701, reforçou o efectivo da UNIFIL e reformulou a sua missão que actualmente decorre. Em NOV06 é destacada uma Força Portuguesa para a UNIFIL. Para o apoio de Comunicações, o quadro Orgânico desta força contempla um Módulo de Transmissões (ModTm) inserido no Destacamento de Apoio. O ModTm é constituído por um Oficial, três Sargentos e quatro Praças de Transmissões que operam, instalam e mantêm todos os meios existentes no TO, em coordenação com as entidades competentes no Território Nacional. A missão das Transmissões neste TO contempla quatro áreas fundamentais: CENTRO DE PROCESSAMENTO DE MENSAGENS (CPM) Compete ao ModTm a exploração de todos os meios existentes no CPM. Existe neste a possibilidade de expedir e receber mensagens por três sistemas distintos: Fax, SCAMM e MMHS. O operador deste centro tem ainda a seu cargo operar a central telefónica. TSF Está instalada uma rede de operações que apoiada num repetidor permite uma cobertura 15

16 destas redes, o ModTm dá apoio interno à operação dos meios HF e VHF da UNIFIL, utilizados para a ligação ao escalão superior no TO. A manutenção dos meios rádio nacionais é executada localmente até ao nível da Manutenção Intermédia de Apoio Directo, com excepção dos rádios da família 525. quase total da Área de Operações (AO). Esta rede destina-se a apoiar os movimentos na AO. Todas as viaturas da Unidade estão equipadas com rádios da família 425 ou 525 tendo algumas destas, equipamento de comunicação satélite (NERA). As redes rádio internas de Segurança e do Plano de Defesa UBIQUE são guarnecidas por equipamentos de VHF, os E/R CS-F51 (ICOM) e Motorola GP360 e GM360, estes últimos cedidos pela UNIFIL. Além TPF Encontra-se instalada uma central telefónica neste TO, constituída por dois Comutadores Digitais P/CD-132 configurados para Expansão de Sistema. Actualmente estão em funcionamento cinquenta e cinco terminais dos cinquenta e seis possíveis com a actual configuração. Para ligação à rede telefónica do Exército são disponibilizados oito canais através do RearLink (Link satélite dedicado com 256Kbps). Existe um terminal telefónico para ligações de voz seguras, o STU II-B. Compete ainda ao Módulo de Transmissões dar apoio na utilização dos meios instalados pela UNIFIL para a ligação desta unidade com a sua rede telefónica. INFORMATICA Neste TO encontra-se instalada uma rede informática, constituída por vinte e oito estações de trabalho, dois servidores e uma firewall (IxBox). A rede local está ligada à Rede de Dados do Exército através do RearLink e à internet através de um link de satélite (4Mbps de Down load e 1Mbps de Upload). Este link de satélite permite, através de um ISA Server (Internet Security and Acceleration Server) o acesso à internet a 133 computadores particulares dos militares da Força. A manutenção, instalação e configuração das estações de trabalho é feita localmente pelo ModTm, sendo os servidores mantidos, geridos e configurados através de uma acção conjunta com as entidades responsáveis no Território Nacional (TN), Regimento de Transmissões. Além destas quatro áreas, a missão do ModTm passa ainda pela instalação de sistemas de som e de projecção de vídeo utilizado em apoio do Comando em cerimónias militares ou mesmo em acções de carácter cultural levadas a efeito no Ubique Camp. Capitão Adérito Fonseca 16

17 As Transmissões no Teatro de Operações do Afeganistão Foi durante o passado mês de Julho que uma equipa do RTm e da DCSI, chefiada pelo Maj Tm (Engº) Paulo Branco, deslocou-se ao Teatro de Operações (TO) do Afeganistão para reformular todo o seu apoio de Comunicações, nomeadamente os sistemas de voz e dados existentes e providenciar um Sistema de Informação capaz de responder aos mais altos níveis de exigência na acção de Comando e Controlo por parte das estruturas de Mentoria e Suporte em missão da ISAF (International Security Assistance Forces ) no Afeganistão. Actualmente o contingente do Exército Português divide-se na sua disposição geográfica em: OMLT G (Operational Mentor and Liaison Team ) de Guarnição, um Módulo de Apoio e uma Força de Protecção em Camp Warehouse, e uma OMLT KCD (Kabul Capital Division) em Kaia, aeroporto de Cabul. O processo de reformulação dos sistemas de comunicação envolveu a retirada dos equipamentos PBX TDM existentes e a sua substituição por sistemas VoIP, acrescentado assim uma capacidade Full-IP à rede existente. As tecnologias utilizadas baseiam-se em standards comerciais, permitindo a inclusão de um Gatekeeper e de duas Gateways de voz, para serviço dos telefones IP e facsimiles instalados. O Gatekeeper instalado em Cabul passou a ser um endpoint do Gatekeeper do RTm, permitindo assim um controlo eficaz de todas as chamadas originadas, e com destino, à rede de voz da ISAF PT. Adicionalmente foi colocado em produção um sistema de QoS com prioridade para os pacotes de voz, principalmente para o protocolo RTP. A integração das redes VoIP na rede telefónica da Defesa, é efectuada através de dois tributários E1 com sinalização DSS1, a partir da Gateway H323 do RTm, ligados na central de trânsito, Mitel 3300, através de duas portas PRI, conferido assim uma capacidade máxima de 60 canais de voz. Entre Camp Warehouse e Kaia foi estabelecido um link de feixes hertezianos (LoS), para permitir a integração dos serviços de voz e dados e apoiar a OMLT KCD em comunicações e sistemas de informação. Este link é suportado com os rádio Marconi NH344 a 2 Mbps, directamente ligados por interfaces E1 nos routers instalados, através de uma ligação ponto a ponto. Como referência na área da segurança foram instaladas duas zonas RED nas redes criadas, uma em Camp Warehouse, outra em Kaia, para suporte aos serviços de MMHS e Secure VoIP. A ligação satélite rear-link é suportada através dos novos modems RADYNE, com tecnologia Ethernet, permitindo assim, de uma forma rápida e eficaz a monitorização e gestão remota dos mesmos. Sendo actualmente possível a intervenção das equipas especializadas do Regimento, na parametrização e diagnóstico das COM- SAT, sem a necessidade de actuação in-loco nos equipamentos. Relativamente aos Serviços de Informação disponibilizados, é de salientar o serviço de correio electrónico do Exército, serviços de rede DHCP, DNS, Autenticação e Auditoria, Print Server e File Sharing, Anti-Vírus e Anti- Malware, actualizações de software e acesso aos portais da Intranet do Exército. É também mantida no TO uma rede de acesso à Internet, via satélite, com a capacidade de 2 Mbps download, controlada através da instalação de uma IXBOX, fornecendo serviços de Internet, quer para apoio das entidades que estabelecem com frequência contactos com o exterior, e que necessitam de informação actualizada, e sempre presente, na World Wide Web, como por exemplo a aquisição de produtos e serviços, a marcação de viagens, consulta de câmbios, o acesso a externo, etc, como também para a manutenção da moral e bem estar, através do acesso a serviços de Instant Messaging e VoIP Internet, permitindo assim um contacto mais estreito com amigos e familiares. Major Branco 17

18 Apoio de Som ao Exército Cerimónia do 10 de Junho O Serviço de Som deu os primeiros passos como um serviço organizado e estruturado a partir do ano 1937 no Batalhão de Telegrafistas. Este Serviço está agora integrado no Pelotão de Apoio de Sistemas da Companhia de Estruturas e Apoio de Sistemas (CEAS) do Batalhão de Comunicações e Sistemas de Informação (BCSI). Viatura técnica de som da marca Iveco do ano de 1987 Nos últimos anos as Forças Armadas têm vindo a desenvolver um esforço significativo no âmbito da divulgação, praticando a política de porta aberta. Este facto tem fomentado a realização de eventos no exterior das Unidades Militares. A multiplicidade dos espaços provocam uma mais exigente analise das questões técnicas, nomeadamente, as que têm a ver com a acústica do ambiente e a área a sonorizar. Cada vez mais exigentes e com técnicas mais modernas, esta Secção de Som tem conseguido dar uma resposta profissional no apoio às solicitações. Conjunto JBL EON 15 G2 Microfone Sennheiser MD 431-II O Regimento de Transmissões tem como missão instalar e manter os sistemas de som temporários e permanentes, das UEO do Exército, através da Secção de Som do Pelotão de Apoio de Sistemas. Esta Secção tem realizado, ao longo dos anos, a cobertura sonora dos eventos das Unidades Militares, bem como os mais diversos desfiles militares, Juramentos de Bandeira, abertura dos anos lectivos dos estabelecimentos de ensino militar, exercícios militares, seminários e conferências. Destacamos a cerimónia militar comemorativa do 10 de Junho e também as comemorações do dia do exército. Apoia também, entidades civis e religiosas de que é exemplo a Bênção dos Finalistas Universitários e a Procissão da Nossa Senhora da Saúde. Orientação estratégica A missão da Secção de Som é: instalar e manter os sistemas de som permanentes das UEO; criação de soluções e levantamento do material necessário aos sistemas permanentes das Unidades, tendo em conta a inovação, qualidade de serviço e melhoria contínua dos sistemas; realizar apoios de som, com carácter temporário a cerimónias militares, civis e religiosas. A sua estratégia é fazer sempre melhor nos grandes e importantes momentos, com elevada dedicação e ao encontro de resultados de excelência, em colaboração com as entidades militares, civis e religiosas, contribuindo desta forma para o sucesso das mesmas. 18

19 O segredo Na realização de eventos pretendemos ser uma referência em termos de satisfação da entidade apoiada e garantir elevada prontidão e flexibilidade na resposta às solicitações. As inúmeras referências elogiosas e agradecimentos por parte das Unidades apoiadas são prova disso. Defendemos valores que passam naturalmente pelo cumprimento dos requisitos impostos pela entidade a apoiar, pela cooperação e pelo bom relacionamento entre a equipa. Actividades Cerimónia do Dia do Exército 2008 Faro A Secção de Som, no ano de 2008 realizou um total de 119 apoios de som distribuídos como mostra o gráfico. Estes apoios de som foram diversificados, alguns com grande complexidade na instalação e em condições nem sempre favoráveis, apresentando-se como elevados desafios à equipa responsável pela montagem e operação do sistema. De salientar o apoio realizado na Cerimónia Militar em Viana do Castelo nas Comemorações do 10 de Junho, cerimónia assistida por várias dezenas de milhar de pessoas. Com uma área a sonorizar de cerca de m 2, com o lançamento de cerca de 3000 m de cabo e empenho de todos os meios de que esta Secção possui. Para que uma cerimónia militar ou um outro evento seja bem sucedido, cabe à equipa de som a responsabilidade de montar um sistema adequado, com equipamentos e instalações a funcionar na sua plena capacidade. Previamente os Técnicos de som terão de ter conhecimento de alguns aspectos muito importantes para o sucesso da sonorização. Por ordem de importância temos: a área a sonorizar, o público-alvo, a acústica do ambiente e o equipamento. Área a sonorizar e público-alvo: é necessário que esteja bem definida a área a cobrir com som, a quantidade de público e a sua disposição no espaço. As pessoas precisam de ouvir bem e não em alto volume, onde quer que elas estejam posicionadas. Acústica do ambiente: é importante analisar os aspectos que provocam a reflexão do som: paredes, piso e tecto. Também o formato do espaço é muito importante e influencia muito o resultado final. Equipamento: a ter em conta o tipo de equipamento certo para o evento ou cerimónia certa. É importante perceber que o equipamento usado não está além nem aquém da necessidade. O equipamento deve suportar bem o nível de volume com qualidade e sem distorção. Por outro lado, os técnicos devem acautelar alguns requisitos, de que são exemplo a sobreposição de meios, a alimentação do sistema deve ter redundância através de energia fornecida por gerador, preferencialmente com comutação automática. Tenente Rodrigues 19

20 Evoluir de uma Intranet para um Portal Corporativo Tradicionalmente, na fase inicial de implementação, uma intranet é apenas pensada por uma empresa para disseminar informação sobre os seus departamentos, habitualmente com conteúdos como manuais de normas e procedimentos, organogramas, histórico, catálogo de produtos ou serviços e resenha de imprensa com notícias seleccionadas de acordo com a relevância para o negócio. No entanto, com o decorrer do tempo, muitas acabam por atingir um ponto em que a tomada de consciência do verdadeiro potencial da tecnologia de portal, originária da Internet, as leva a procurar nesta tecnologia a alternativa viável para organizar o ambiente corporativo, respondendo não só às dificuldades resultantes do avolumar de informação que precisa de ser gerido internamente à organização, mas também àquelas resultantes das barreiras geográficas que separam os seus utilizadores. É nesta tentativa de consolidar intranet s departamentais que as empresas têm implementado portais corporativos, sendo um dos grandes atractivos desta tecnologia a sua capacidade de integrar fontes heterogéneas de informação através de uma interface única para o utilizador. Além disso, os portais permitem que os utilizadores colaborem entre si e acompanhem o andamento dos processos organizacionais através de recursos como workflow. Em função disso, os portais têm sido considerados a infra-estrutura tecnológica principal para as iniciativas de gestão do conhecimento (GC). colaboradores, ou pelo menos com potencial para o ser, e é habitualmente caracterizada devido às suas características pela sigla B2E (business to employee) em oposição às siglas utilizadas para os sistemas web de comércio electrónico como B2B (business to business) e B2C (business to consumer). A principal diferença entre estes conceitos reside na forma de comunicação utilizada. Numa intranet, esta comunicação caracteriza-se na maioria dos casos por ser quase exclusivamente unidireccional (da empresa para o funcionário) e passiva (assumindo a forma de repositório para downloads), sendo que a informação está disponível na intranet e o utilizador pode descarregá-la. Ao integrar os diferentes sistemas colaborativos com a intranet e ao permitir-se a criação de comunidades entre os utilizadores, faz-se com que a comunicação numa intranet se transforme em bidireccional e passe a ser caracterizada também pela sigla E2E (employee to employee), permitindo fornecer canais de comunicação abertos entre empregados sob a forma de fóruns de discussão ou bibliotecas de conhecimento partilhado tipo wikipédia. Devido a estes aspectos, o portal é sempre apresentado como uma evolução da intranet e são muitas as definições propostas pelos diferentes autores, mas tomese como exemplo a definição seguinte: O portal corporativo é uma interface personalizada de recursos on-line que permite que os trabalhadores do conhecimento acedam e partilhem informação, tomem decisões e realizem acções independentemente da sua localização física, do formato da informação e do local em que ela está armazenada. Quando implementados com sucesso os portais corporativos acabam com as ilhas dos Sistemas de Informação, integrando-as numa única aplicação que seria porta de entrada para todos os utilizadores do ecossistema empresarial. Para muitas organizações a intranet é na realidade o mais importante canal de comunicação entre si e os seu Página inicial do RTm na Intranet Conhecer as funcionalidades mais comuns Um primeiro passo para compreender esta evolução será sintetizar as funcionalidades existentes numa Intranet e num Portal Corporativo de modo a tornar possível a identificação daqueles que, não se encontrando implementados, seriam desejáveis para a organização. Para isso apresenta-se a tabela seguinte: 20

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