16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL REGULAMENTO GERAL

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1 Capítulo I - Dos Princípios Gerais 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL REGULAMENTO GERAL Art. 1º- A 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL tem a cooperação técnica da Confederação Brasileira de Handebol e pessoas físicas e/ou jurídicas convidadas para tal fim. Art. 2º- Para todos os fins, os participantes da 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL serão considerados conhecedores das Leis Desportivas e das normas específicas contidas nesse Regulamento, adotadas pelos promotores, ficando submetidos a todas as disposições e penalidades que delas possam emanar. Art. 3º- A 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL tem como objetivos, fomentar a prática do Handebol na Região Nordeste do Brasil; promover o intercâmbio entre atletas, técnicos, dirigentes e árbitros; estimular as relações interpessoais entre os praticantes da modalidade e promover o turismo em nossa cidade e no estado. Capítulo II - Da Organização Art. 4º- Constituirão poderes da 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL: a) Direção Geral; b) Direção Técnica; c) Direção Administrativa; d) Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva TÍTULO I - DA DIREÇÃO GERAL Art. 5º - A Direção Geral será responsabilidade do Professor Marcos Valério, cabendo-lhe a função de executor e dirigente administrativo da competição, e o poder de convidar, quando julgar necessário, pessoas para prestar assessoria técnica e logística. Art. 6º- Compete à Direção Geral: a)divulgar o evento e convidar os participantes; b)providenciar os meios necessários à realização do evento; c)autorizar pagamentos e outras despesas; d)indicar todos os integrantes das diversas funções. TÍTULO II - DA DIREÇÃO TÉCNICA E DE ARBITRAGEM Art. 7º- A Direção Técnica será formada por 01 (um) Diretor e Coordenadores de Ginásios. Art. 8º- Compete à Direção Técnica: a) Organizar e dirigir a competição; b) Designar, com o apoio da Confederação Brasileira de Handebol, os oficiais e árbitros para realização dos jogos; c) Providenciar, junto a Direção Administrativa, o material necessário e as instalações para a realização do evento; d) Tomar conhecimento de ocorrências verificadas no local da competição e solucioná-las; e) Emitir informações sobre o desenrolar das competições; f) Receber dos coordenadores de ginásios o relatório da rodada com resultados e ocorrências; g) Elaborar o relatório final do evento.

2 TÍTULO III - DA DIREÇÃO ADMINISTRATIVA Art. 9º- A Direção Administrativa será formada por 01(um) Diretor; 01(um) Coordenador de Hospedagem/alimentação; e 01(um) Coordenador de Transporte/Lazer/ Cerimonial. Art. 10º- Compete à Direção Administrativa: a) Coordenar as atividades inerentes à recepção, alojamento e alimentação das equipes convidadas; b) Organizar e dirigir as solenidades de abertura e de premiação; c) Dar condições de segurança, higiene e primeiros socorros nos lugares de competição; d) Dar suporte e infra-estrutura às demais Diretorias; e) Prestar contas à Diretoria Geral da receita e despesas do evento. TÍTULO IV - DA COMISSÃO DISCIPLINAR DE JUSTIÇA DESPORTIVA Art. 11- A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva será constituída de 03(três) membros, indicados pelo Diretor Geral. 1º - Junto à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva atuarão 02(dois) membros em cada ginásio, designados pelo seu Presidente. 2º - A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva reunir-se-á sempre que for necessário e deliberará com a maioria dos seus membros. Art Compete à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva processar e julgar: a) Todo e qualquer membro participante diretamente do evento; b) Todo e qualquer litígio entre os participantes da competição; c) Todo e qualquer recurso interposto contra suas próprias decisões, quando não unânimes e/ou contra decisões dos diversos poderes dirigentes e/ou executores do evento; d) Em se tratando de evento onde o resultado dos jogos tem importância direta no andamento da competição, todos os protestos serão resolvidos imediatamente e só serão aceitos até 01(uma) hora após o fato ter ocorrido, mediante pagamento de uma taxa equivalente ao valor da inscrição de uma equipe na competição. Art A Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva reger-se-á pelo CBJD - Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Capítulo II - Das Inscrições Art As Inscrições serão feitas de acordo com as instruções emanadas pelos promotores do evento, quando da divulgação do mesmo e consequente convite para a participação na competição. 1º - As equipes serão constituídas por 14 (quatorze) atletas no máximo, exceto no pré-mirim que estas deverão ser constituídas por no máximo 10 (dez) atletas. 2º - Após o início da competição as equipes só poderão completar os 14 (quatorze) atletas inscritos até a primeira partida da competição. Mas os critérios para inscrição permanecerão inalterados. Capítulo IV - Dos Participantes Art Poderão participar da 16ª TAÇA CAMPINA DE HANDEBOL, todos os atletas inscritos por sua respectiva entidade. Art Para as inscrições dos atletas, deverão ser observadas as seguintes categorias para os nascidos em: a) 2003/04 - Pré-Mirim Masculino e Feminino b) 2001/02 - Mirim Masculino e Feminino c) 1999/ Infantil Masculino e Feminino d) 1997/98 - Cadete Masculino e Feminino

3 e) 1995/96 - Juvenil Masculino e Feminino f) 1992/93/94 - Junior Masculino g) 1993/94 Júnior Feminino h) Até Adulto Masculino i) Até 1992 Adulto Feminino Parágrafo Único - Cada atleta só poderá participar por uma entidade na sua categoria e uma categoria acima, desde que o nome do mesmo conste na relação de ambas. O atleta de 1995 só poderá participar da categoria adulta se sua entidade não estiver inscrita na categoria júnior. O atleta deverá apresentar documento oficial com foto para cada jogo. Art Os dirigentes deverão estar devidamente uniformizados para permanecerem no local do jogo e dirigir sua equipe, não sendo permitido ficar descalço, usar: sandálias, camiseta regata ou algum tipo de calçado que possa prejudicar o piso da quadra. Art As equipes deverão estar devidamente uniformizadas de acordo com as regras e normas da CBHb. Parágrafo Único - A equipe citada em 1º lugar na tabela oficial (mando de campo) deverá, em caso de coincidência de cores dos uniformes, utilizar o segundo uniforme da equipe, ou coletes. Art.19 - É permitido o uso de esparadrapo para isolar qualquer objeto de acordo com as regras (brincos, prendedores de cabelo, pulseiras, etc). Art Não será aceito o uso de fita adesiva ou esparadrapo para numerar as camisas dos jogadores. Art A numeração deverá ser a mesma para toda a competição. Qualquer mudança deverá ser comunicada com antecedência à coordenação e será aceita se o motivo for realmente de extrema necessidade. Capítulo III - Do Congresso Técnico Art O Congresso Técnico será realizado no dia 04.11, às 10h00, no auditório da Universidade Federal de Campina Grande. Art O Congresso Técnico será dirigido pelo Diretor Técnico e/ou pelo Diretor Geral em função das orientações oficiais do evento. Art Durante a realização do Congresso Técnico, só terão direito a participar dos trabalhos, dirigentes devidamente credenciados e/ou notadamente reconhecidos de suas respectivas equipes. Art Na reunião do Congresso Técnico serão conhecidas todas as normas que regerão a competição, não havendo, portanto outra reunião para tratar do assunto. Capítulo IV - Das Competições Art As competições da 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL serão realizadas de acordo com o que se segue: a) Para 03 (três) equipes: turno e returno, os campeões dos turnos fazem a final e 3º lugar sai por critério técnico. b) Para 04 (quatro) e 05 (cinco) equipes: Jogam entre si. Fazem o jogo de confirmação (final) com vantagem do empate para a equipe classificada em 1º lugar na fase.

4 c) Para 06(seis) e 07(sete) equipes: 2 Chaves de 3 para 06 (seis) equipes e 1 Chave de 3 e 1 Chave de 4 para 7 (sete) equipes e seguem o critério que segue: 2ª FASE - C - 2º Ch. "A" X 3º Ch. "B" / D - 2º Ch. "B" X 3º Ch. "A" - Nesta fase as equipes 2º A e 2º B jogam com a vantagem do empate. 3ª FASE - E - 1º Ch. "A" X 1º Ch. "D" / F - 1º Ch. "B" X 1º Ch. "C" -Nesta fase as equipes 1º Ch. A e 1º B jogam com a vantagem do empate. FINAL - 3º e 4º = Perd. Ch. E X Perd. Ch. F / 1º e 2º = Venc. Ch. E X Venc. Ch. F - Nesta fase não há vantagem do empate. d) Para 08(oito) equipes: 2 Chaves de 4 equipes, sai 2 de cada chave, fazem a semifinal e final. e) Para 09(nove) equipes: 1 Chave de 4 e 1 chave de 5 equipes, sai 2 de cada chave, fazem a semifinal e final. f) Para 10(dez) equipes: 2 Chaves de 5 equipes, sai 2 de cada chave, fazem a semifinal e final. g) Para 11(onze) equipes: 1 Chave de 3 (três) equipes e 02 chaves de 4 (quatro) e segue o sistema de disputa abaixo: 2ª FASE - D - 2º Ch. "A" X 3º Ch. "B" / E - 2º Ch. "B" X 3º Ch. "C" / F 2º Ch. "C" X 3º Ch. "A" - Nesta fase as equipes 2º A, B e C jogam com a vantagem do empate. 3ª FASE - G - 1º Ch. "A" X 1º Ch. "E" / H - 1º Ch. "B" X 1º Ch. "F" / I - 1º Ch. "C" X 1º Ch. "D" - Nesta fase as equipes 1º Ch. A, B e C jogam com a vantagem do empate. TRIANGULAR FINAL - J - 1º Chave "G" X 1º Chave "H" / K 1º Chave "I" X Perd. Chave"J" / L - 1º Chave "I" X Venc. Chave"J" - Caso o jogo da Chave "J" saia empatado, o 1º Chave H joga na chave K. h) Para 12 (doze) e 13 (treze) equipes: rodízio simples dentro das quatro chaves. 2ª FASE - E - 2º Ch. "A" X 3º Ch. "B" / F - 2º Ch. "B" X 3º Ch. "A" / G- 2º Ch. "C" X 3º Ch. "D" / H 2º Ch. "D" X 3º Ch. "C" - Nesta fase as equipes 2º A, B, C e D jogam com a vantagem do empate. 3ª FASE Quartas de finais - I - 1º Ch. "A" X 1º Ch. "H" / J - 1º Ch. "B" X 1º Ch. "G" / K - 1º Ch. "C" X 1º Ch. "F" / L - 1º Ch. "D" X 1º Ch. "E" - Nesta fase as equipes 1º Ch. A, B, C e D jogam com a vantagem do empate. SEMIFINAIS E FINAIS - M - 1º Chave "I" X 1º Chave "L" / N 1º Chave "J" X 1º Chave "K" / O - Perd. "M" X Perd. "N" / P Venc. "M" x Venc. "N" - Os jogos não podem acabar empatados. i) Para 14 (catorze) e 15 (quinze) equipes: rodízio simples dentro das quatro chaves. 2ª FASE - E - 2º Ch. "A" X 3º Ch. "B" / F - 2º Ch. "B" X 3º Ch. "A" - Nesta fase as equipes 2º A e B jogam com a vantagem do empate. 3ª FASE Quartas de finais - G - 1º Ch. "A" X 2º Ch. "D" / H- 1º Ch. "B" X 2º Ch. "C" / I - 1º Ch. "C" X 1º Ch. "E" / J - 1º Ch. "D" X 1º Ch. "F" - Nesta fase as equipes 1º A, B, C e D jogam com a vantagem do empate. SEMIFINAIS E FINAIS - K - 1º Chave "G" X 1º Chave "J" / L 1º Chave "H" X 1º Chave "I" / M - Perd. "K" X Perd. "L" / N Venc. "K" x Venc. "L" - Os jogos não podem acabar empatados. Capítulo V - Dos Jogos e Seus Horários Art Para a 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL, serão aplicadas as regras adotadas e aprovadas pela Confederação Brasileira de Handebol, sendo, entretanto necessária a adoção de medidas especiais, de acordo com as características do evento. 1º - Os jogos terão a duração de 20 (vinte) minutos (4x5') para a categoria pré-mirim e 30 (trinta) minutos (2x15') para as demais categorias. 2º - Devido às características da competição, haverá tantos jogos por dia quantos forem necessários para cada equipe. Art Os jogos terão seus inícios fixados na programação geral. 1º- Todos os jogos terão seus horários individualmente marcados;

5 2º - Todas as equipes deverão apresentar sua documentação às autoridades competentes, pelo menos 15(quinze) minutos antes do horário estipulado para o seu respectivo jogo; 3º - Uma partida suspensa por motivo independente e alheio à vontade das equipes participantes, será reiniciada considerando-se válidos o tempo já decorrido e a contagem de gols alcançada, assim como as advertências e punições aplicadas. 4º - O reinício da partida será marcado pela Comissão Organizadora, sempre que possível dentro do prazo de 2 (duas) horas após a paralisação. 5º - A partir do momento que as entidades encontrarem-se em Campina Grande, em hipótese alguma os jogos terão horários remarcados caso as equipes se atrasem por quaisquer que sejam os motivos. Art Para o primeiro jogo da rodada de cada dia e cada ginásio, haverá uma tolerância de 15 minutos caso uma das equipes esteja com número insuficiente de atletas para o início da partida ou tenha a ausência do técnico da mesma. Capítulo VI - Da Classificação e do Desempate Art Nas fases de competição onde o sistema de disputa seja o rodízio, os jogos poderão terminar empatados: 1º - A contagem de pontos, para a classificação do rodízio, será de acordo com o que se segue: a) Por vitória = 03 pontos b) Por empate = 02 pontos c) Por derrota = 01 ponto d) Por ausência = 00 ponto 2º - No caso de ausência, será atribuído o maior placar, dentro da chave em disputa para a equipe vencedora. Caso a ausência aconteça nas fases de repescagem, quartas-de-finais, semifinais e finais, apenas será dada a vitória à equipe que compareceu para a partida. 3º - Para desempate na classificação, no sistema de rodízio, será adotado o seguinte critério: Entre 2 equipes: a) Confronto direto; b) Maior número de vitórias na fase; c) Maior saldo de gols na fase; d) Maior número de gols marcados na fase; e) Gol average, considerando-se todos os resultados obtidos na fase (maior coeficiente da divisão dos gols pró pelos contras); f) Sorteio. Entre 3 equipes: a) Contagem de pontos no confronto direto entre as equipes empatadas; b) Saldo de gols no confronto direto entre as equipes empatadas; c) Menor número de gols sofridos no confronto direto entre as equipes empatadas; d) Maior número de gols marcados no confronto direto entre as equipes empatadas; e) Maior saldo de gols na fase; f) Maior número de gols marcados na fase; g) Gol average, considerando-se todos os resultados obtidos na fase (maior coeficiente da divisão dos gols pró pelos contras); h) Sorteio. Art Nos jogos decisivos (finas 1º e 2º lugares) e semifinais se houver empate no tempo regulamentar, haverá uma prorrogação de um tempo de 5 minutos (5') sem intervalo e sem direito a tempo técnico. Persistindo o empate, haverá cobrança de tiros de 7 metros, na razão de 3x3,

6 persistindo o empate, na razão de 1x1, sendo considerada vencedora a equipe que estabelecer vantagem mínima, ou seja, uma converte o 7m e a subsequente perde o 7m. Capítulo VII - Dos Árbitros Art Os árbitros e seus auxiliares são integrantes do quadro oficial das Federações do Nordeste. 1º - Os árbitros e os coordenadores são as autoridades competentes para determinar, por motivo relevante ou de força maior, a interrupção ou suspensão de uma partida. 2º - Nos casos em que os árbitros sintam que não há garantias para o início ou continuidade de uma partida, estes poderão suspendê-la, só iniciando-a ou reiniciando-a quando julgar que haja condições de jogo. Art Não será permitido o veto a quaisquer dos oficiais dirigentes do jogo. Capítulo VIII - Dos Prêmios Art Serão concedidas medalhas de Ouro, Prata e Bronze às equipes classificadas respectivamente em 1º, 2º e 3º lugares nas suas categorias e sexos, além de troféus alusivos ao evento. O Campeão Geral da 16ª TAÇA CAMPINA GRANDE DE HANDEBOL será premiado com Troféu. Os técnicos campeões receberão troféu alusivo ao evento. Capítulo IX - Dos Protestos Art O protesto é uma forma de manifestação diante de situações irregulares decorrentes das disputas, expresso através do documento hábil, encaminhado à Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva, através do Diretor Técnico, com recolhimento de uma taxa equivalente ao valor da inscrição de uma equipe na competição. 1º - Tem competência para interpor recursos, os técnicos e/ou dirigentes responsáveis pelas equipes; 2º - O ônus da prova cabe à equipe que interpor o recurso; 3º - O Diretor Técnico, ao examinar a documentação que instrui o protesto, se julgar conveniente e as provas assim o permitir, pode optar por uma decisão administrativa, tomada imediatamente, não havendo necessidade de encaminhar para apreciação da Comissão Disciplina de Justiça Desportiva. Art Constituir-se-ão punições automáticas: a) Desqualificação ou citação em relatório por agressão física = eliminação da competição. b) Desqualificação por outros motivos, mas seguida de relatório arbitral = 1 jogo c) Atleta ou dirigente citado em súmula (mesmo que não tenha sido punido durante a partida) = 1 jogo. 1º - As desqualificações sujeitas à prática do handebol, não estarão sujeitas às punições automáticas. 2º - Para cada reincidência nas sanções de desqualificação, será adicionado 01(um) jogo, à situação inicial, configurando-se: 2ª desclassificação = suspensão de 02(dois) jogos; 3ª desclassificação = suspensão de 03(três) jogos e assim sucessivamente. 3º - O Técnico, Atleta ou Dirigentes desqualificado em um jogo deverá retirar-se do banco de reservas e colocar-se na arquibancada de lado oposto ao banco de reservas de sua equipe no último degrau na ordem crescente, sendo ainda submetido a julgamento. Capítulo X - Das Disposições Gerais Art As despesas com transporte, alimentação e hospedagem, serão de responsabilidade das próprias equipes participantes.

7 Art Não será permitida a ingestão de bebida alcoólica nos ginásios onde serão disputadas as partidas, nem a participação de atletas e dirigentes apresentando sintomas de embriaguez ou exalando odor alcoólico. Em caso de descumprimento a esta determinação o atleta(s) ou dirigente(s) infratores será automaticamente eliminado da competição. Art Os promotores do evento não se responsabilizarão por acidentes ocorridos com os participantes ou por estes ocasionados, antes, durante e depois do evento. Parágrafo Único - As despesas decorrentes de incidentes, acidentes e/ou serviços hospitalares são de inteira responsabilidade das equipes participantes. Art Para efeito do campeão geral da competição, adotar-se-á a pontuação abaixo: Campeão: 10 pontos Vice-Campeão: 06 pontos 3º Lugar: 04 pontos 4º Lugar: 03 pontos Parágrafo Único - Para se estabelecer o desempate na pontuação geral, adotar-se-ão os critérios abaixo: a) Maior número de medalhas de ouro; b) Maior número de medalhas de prata; c) Maior número de medalhas de bronze; d) Maior número de equipes inscritas na competição. Art Os casos omissos serão resolvidos, em 1ª instância, pelo Diretor Geral, e em 2ª instância pelo Diretor Técnico, podendo, se julgar necessário, ouvir a Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva. Campina Grande/PB Comissão Organizadora

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