PLANO DE ESTUDO INDIVIDUALIZADO - RECUPERAÇÃO DA 2ª ETAPA CONTEÚDOS A SEREM ESTUDADOS:

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1 ENSINO FUNDAMENTAL II Disciplina: Produção de Texto Assunto: Revisão de conteúdo 2ª etapa Professor(a): Cimeny Maciel Franco Estudante: Data da avaliação: 24/09/2016 Turma: 7º Ano Período de estudo: 12/09 a 21/09 Valor:35,0 RECUPERAÇÃO - 2ª ETAPA PLANO DE ESTUDO INDIVIDUALIZADO - RECUPERAÇÃO DA 2ª ETAPA CONTEÚDOS A SEREM ESTUDADOS: 1- ASPECTO GRÁFICO E REVISÃO DE TEXTO Letra Parágrafo Indicações de parágrafos Margens Ausência de rasuras 2- COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL 3- ADEQUAÇÃO A NORMA PADRÃO 4- NARRAÇÃO - (Estudar os elementos da narrativa enredo, personagens, espaço, tempo, narrador-observador e narrador-personagem). 5- Material de estudo: Folha xerocada e links para pesquisas Aspectos gráficos e revisão de texto Revisar e reescrever um texto, alternando por meio de acréscimos, reduções, ampliações, substituições, não é tarefa muito fácil. Exige, além de disciplina, o domínio de várias possibilidades de organização, bem como dos recursos que a língua oferece para transmitir uma informação. Trata-se de ferramentas básicas que você possa ler, reler e reescrever com segurança o próprio texto. Ao fazer a revisão, analise o texto sobre vários aspectos: Edição; Concisão; Coerência; Coesão; Adequação à norma-padrão.

2 Quando falamos em edição de um texto, estamos nos referindo aos aspectos gráficos (letra, paragrafação, margem, ausência de rasuras) que ajudam a dar legibilidade ao texto. Muitas vezes, o leitor não entende o que você escreveu porque não consegue ler, pois o texto está parcialmente ou totalmente ilegível. No ambiente escolar, o texto é escrito à mão. Para ser bem entendido pelos leitores, o texto manuscrito exige que os autores tenham alguns cuidados: na letra; na indicação de parágrafos na margem na organização do texto evitando rasuras. Letra O problema central da letra, num texto manuscrito é a ilegibilidade. Para ser legível na comunicação a letra deve ser legível, não necessariamente bonita. Letra legível é aquela que um leitor consegue ler sem dificuldade, sem precisar deduzir o que está escrito. A letra pode ser ilegível por vários motivos: letras muito pequenas ou muito grandes. Os espaços entre as letras são pequenos (as letras quase se sobrepõem umas a outras) ou muito grandes (não se sabe onde uma palavra termina e quando começa outra). Parágrafo O parágrafo é uma unidade de composição formada por uma ou mais frases relacionadas a uma ideia central. Para o escritor o uso do parágrafo facilita a tarefa de dividir o texto em partes. Para o leitor, permite acompanhar os diferentes estágios de desenvolvimento do texto. Indicações de parágrafos Para indicar o começo de um parágrafo, faz-se, na primeira linha, um ligeiro afastamento da margem esquerda. Muitos textos manuscritos apresentam, em relação à indicação de parágrafos, dois tipos de problemas: - não é dado espaço na margem esquerda, na primeira linha do parágrafo; - falta de uniformidade nesses espaços. Ao dar a redação final do seu texto, na indicação dos parágrafos, procure manter sempre o mesmo espaço. Margens Ao escrever seu texto definitivo, tenha, em relação às margens, os seguintes cuidados: - manter uma pequena distância à direita e a esquerda: - faça margens regulares; - separe corretamente as sílabas. Ausência de rasuras A edição final de um texto deve ser muito bem cuidada, quanto ao aspecto estético. Além de se preocupar em fazer letra legível, indicar adequadamente os parágrafos, fazer margens regulares, você deve evitar rasuras. A apresentação é um cartão de visita. Um texto rabiscado e rasurado pode causar no leitor uma impressão negativa.

3 Para que seu texto, na edição final, apresente-se limpo e sem rasuras, é importante fazer todas as alterações que julgar necessárias no rascunho. Nele poderão ser efetuados acréscimos, cortes, rasuras. Com o objetivo de ganhar tempo, muitos alunos dispensam essa primeira etapa de escrita, que dificulta a execução de mudanças que podem ajudar a melhorar o texto. ADEQUAÇÃO A NORMA - PADRÃO Você não fala e não escreve sempre do mesmo jeito. A sua maneira de se comunicar pela fala ou pela escrita é determinada por uma série de fatores. De acordo com a pessoa com quem você conversa (interlocutor) ou para quem você escreve (leitor), o contexto (lugar) em que ocorre a comunicação, o tipo de texto, muda a maneira de falar ou de escrever. Há situação em que você se comunica informalmente: ao escrever um bilhete, ao fazer anotações, ao conversar numa sala de chat na internet. Nesses casos, não existe uma preocupação maior com a organização das frases ou com a correção gramatical. É uma escrita mais espontânea. Há outras situações, no entanto, em que a comunicação escrita se realiza mais formalmente: ao escrever um requerimento, uma notícia, um anúncio, um conto, uma poesia. Nestes casos, é preciso preocupar-se com a organização do texto e da frase e com a correção quanto à grafia, acentuação, pontuação e concordância. O seu texto deve atender às convenções e as regras da norma-padrão da língua escrita. Para que um texto fique claro, objetivo e interessante, ele precisa realçar beleza, para que sua estética seja vista de maneira plausível Fazendo parte dessa estética estão os elementos que participam da construção textual; entre eles, a coesão e a coerência. A coesão nada mais é que a ligação harmoniosa entre os parágrafos, fazendo com que fiquem ajustados entre si, mantendo uma relação de significância. Para melhor entender como isso se processa, imagine um texto sobrecarregado de palavras que se repetem do início ao fim. Então, para evitar que isso aconteça, existem termos que substituem a ideia apresentada, evitando, assim, a repetição. Falamos das conjunções, dos pronomes, dos advérbios e outros. Quando falamos sobre coerência, nos referimos à lógica interna de um texto, isto é, o assunto abordado tem que se manter intacto, sem que haja distorções, facilitando, assim, o entendimento da mensagem. Estes são apenas alguns dos requisitos para a elaboração de um texto, e estas técnicas vão sendo apreendidas à medida que nos tornamos escritores assíduos. Os gêneros textuais são fenômenos históricos profundamente vinculados à vida cultural e social. São manifestações linguísticas concretas, constituindo textos que cumprem funções diversas em diferentes situações comunicativas. NARRAÇÃO Narração é o texto que conta uma história, que narra fatos em uma sequência temporal. Pode ser literária ou não-literária. A literária apresenta enredo, personagens, tempo, lugar e ponto de vista de um narrador. São exemplos as crônicas, os contos, as novelas, os romances. Uma notícia de jornal é exemplo de narrativa não-literário. O ato de contar histórias remonta a épocas antigas dentre a história da humanidade. A verdade é que a maioria das pessoas, em um determinado momento de sua existência, já teve a

4 oportunidade de se entreter em meio às encantadoras ou até mesmo às horripilantes histórias contadas pelos nossos antepassados, não é mesmo? Sabemos que toda história se faz de um encadeamento de fatos, e que estes ao serem narrados vão conferindo sentido ao enredo e envolvendo o interlocutor mediante os acontecimentos. Tal particularidade permite que o conto, didaticamente, pertença ao chamado gênero narrativo consoante aos padrões estabelecidos pela Literatura. Como dito anteriormente, o conto tem origem antiga. Sua manifestação está condicionada desde as narrativas orais dos antigos povos proferidas em noites de luar, passando pelas narrativas dos bardos (poetas) gregos e romanos, lendas orientais, parábolas bíblicas, novelas medievais, fábulas de Esopo e La Fontaine, até chegar aos livros, os quais, atualmente, fazem parte do nosso conhecimento. Enredo Trata-se da história propriamente dita, na qual os fatos são organizados de acordo com uma sequência lógica de acontecimentos. Mesmo em se tratando de fatos ficcionais (inventados), o discurso requer certa coerência, com vistas a proporcionar no leitor uma impressão de que os fatos, situados em um dado contexto, realmente são passíveis de acontecer. O enredo compõe-se de determinados elementos que lhe conferem a devida credibilidade, fazendo com que se instaure um clima de envolvimento entre os interlocutores para que a finalidade discursiva seja realmente concretizada. Vejamos: O conflito talvez seja a parte elementar de toda essa trama, pois é ele que confere motivação ao leitor/ouvinte, instigando-o a se envolver cada vez mais com a história. E para que haja essa interação, os fatos se devem a uma estruturação do próprio enredo, assim delimitada: A introdução (ou apresentação) Geralmente, constitui o começo da história, na qual o narrador apresenta os fatos iniciais, revela os protagonistas e eventualmente demarca o tempo e/ou espaço. Trata-se de uma parte extremamente importante, haja vista que tende a atrair a atenção do leitor, situando-o diante do discurso apresentado. A complicação (ou desenvolvimento) Nessa parte do enredo é que começa a se instaurar o conflito. O clímax Trata-se do momento culminante da narrativa, aquele de maior tensão, no qual o conflito atinge seu ponto máximo. O desfecho Conferidos toda essa tramitação, é chegado o momento de partirmos para uma solução dos fatos apresentados. Lembrando que esse final poderá muitas vezes nos surpreender, revelando-se como trágico, cômico, triste, alegre, entre outras formas. Tempo Revela o momento em que tudo acontece, podendo ser classificado em cronológico e psicológico. O tempo cronológico, como bem retrata a origem do vocábulo, é marcado pela ordem natural dos acontecimentos, ou seja, delimitado pelos ponteiros do relógio, pelos dias, meses, anos, séculos. Tendem a desencadear uma sequência linear dos fatos. Já o psicológico é voltado para os elementos de ordem sentimental dos personagens, revelado pelas emoções, pela imaginação e pelas lembranças do passado. Notamos que nesta ocorrência, a tendência dos acontecimentos é fugir da ordem natural em que muito se aplica uma técnica denominada de flashback, a qual consiste num fluxo de consciência em voltar ao tempo, de acordo com as experiências antes vividas. O espaço É o lugar onde se passam os fatos. Caracteriza-se como físico (geográfico), representados por ruas, praças, avenidas, cidades, dentre outros; e psicológico, referindo-se às

5 condições socioeconômicas, morais e psicológicas condizentes às personagens. Possibilitando, portanto, situá-las na época e no grupo social em que se passa a história. Personagem Não existe narrativa sem personagens. Personagens não são apenas as pessoas, mas também animais e até mesmo objetos inanimados. Até um lápis que rola pela mesa até cair no chão pode ser um personagem. Pode ser personagem qualquer ser ou objeto esteja num certo ambiente praticando (ou sofrendo) uma ação, ainda que de forma involuntária. Podemos identificar uma personagem através dos fatos abaixo: O que faz a personagem? Quem ela é? O que a personagem está falando? Qual o assunto? O que ela quer expressar? O que a personagem está sentindo? Qual a posição dela a respeito do que sente? Quais são as características físicas da personagem? Ela é baixa, alta, forte, têm cabelos claros, olhos escuros? Quais são as características psicológicas da personagem? Calma, nervosa, tranquila, humilde? Em que lugar a personagem está? Casa, fazenda, ao ar livre? As falas de uma personagem Em uma narrativa, o narrador pode apresentar a fala das personagens através do discurso direto ou do discurso indireto. No discurso direto, conhecemos a personagem através de suas próprias palavras. Para construir o discurso direto, usamos o travessão e certos verbos especiais, que chamamos de verbos "de dizer". No discurso indireto, o narrador "conta" o que a personagem disse. PROPOSTA - 1 TEMA: Meu jeito de mudar o mundo TEXTO NARRATIVO - Você deverá apontar em uma narrativa, as iniciativas que leva ou deveria levar para modificar o mundo de hoje em dia. - Aponte posturas corretas e incorretas que os jovens tomam diante da realidade vivida em nosso mundo, frente a tantas catástrofes da natureza. PROPOSTA 2 TEMA: Aprendendo a conviver - Crie um texto narrativo, onde a personagem principal se envolve em uma confusão na escola. Não se esqueça de mencionar as principais características físicas e psicológicas da personagem e as ações que ela pratica para se livrar dessa confusão. Normas: - Sua narrativa deverá ser escrita em 3ª pessoa. - Deverá obter no mínimo 4 parágrafos. - Máximo 30 mínimo 25 (caderno pequeno). - Ortografia correta. - Coesão e Coerência.

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