Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul,

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e-mail: karlafunf@ifcriodosul.edu.br"

Transcrição

1 TELHADO VERDE E A INFLUÊNCIA NO CONFORTO TÉRMICO EM UMA EDIFICAÇÃO DE MADEIRA NO IFC CAMPUS RIO DO SUL Karla Fünfgelt 1 ; Alexandra Goede de Souza 2 ; Eduardo Augusto Tonet 3 ; Samuel Fachini 4. 1 Professora Orientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, 2 Professora coorientadora - Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, 3 Aluno 2ª série do Curso de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul, e- mail: 4 Aluno 2ª série do Curso de Agroecologia do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, e- mail: 1 INTRODUÇÃO A expressão telhado verde tem como significado o uso de espécies vegetais variadas sobre a cobertura de edificações, com a finalidade de proporcionar maior conforto térmico no interior da edificação, reduzindo assim, os gastos com energia para aquecimento ou resfriamento dos ambientes. O conforto térmico em uma edificação é um fator determinado, em parte, pela sua cobertura. Nesse aspecto o telhado verde pode se apresentar como auxiliar na melhoria do conforto térmico de uma edificação. Tornando a cobertura mais densa, com o uso do substrato e a própria vegetação, é possível fazer com que o calor transmitido ao ambiente seja menor nos períodos mais quentes, assim como a perda de calor pela cobertura seja menor nos períodos mais frios, mantendo assim a temperatura interna estável, podendo assim diminuir o consumo energético da edificação para o condicionamento térmico (HENEINE,2008). O objetivo central da pesquisa foi então, avaliar as possíveis alterações de temperatura em ambientes internos de edificações cobertas com telhado verde, que pudessem proporcionar maior conforto térmico, utilizando como experimento um protótipo de madeira com cobertura de fibrocimento preexistente setor de Floresta do Instituto Federal catarinense Campus Rio do Sul. 2 MATERIAL E MÉTODOS O projeto proposto teve como objetivo, além da verificação de alterações na temperatura, a utilização de garrafas PET (politereftalato de etila), buscando com isso uma reutilização de material que normalmente é descartado na própria escola. Assim, foram propostos dois tipos de cobertura, uma utilizando como base para a colocação do substrato o PET, e outro sem utilização do PET, assentando o substrato acima do telhado de fibrocimento, protegido somente por uma base de tela de sombreamento para evitar o escorregamento do substrato. Além do uso de diferentes tipos de cobertura, foram utilizados dois tipos de espécies vegetais, as gramíneas e as crassuláceas. A disposição das diferentes coberturas no experimento foi estabelecida através de sorteio. Para a comparação de dados de temperatura foram deixados protótipos sem cobertura vegetal, os quais foram denominados testemunhas. O protótipo utilizado para o experimento foi construído em chapas de madeira, dividido em 14 módulos de 1m³, possuindo uma abertura frontal para verificação da temperatura interna por módulo, cobertura de fibrocimento e piso de concreto. Nos módulos em que se utilizaram as garrafas PET como base, foram primeiramente colocadas as mesmas já previamente cortadas ao meio no sentido longitudinal, e perfuradas na base possibilitando a drenagem da água das chuvas, encaixadas pelo bico em um semicírculo feito no fundo da garrafa com diâmetro de 25 mm. As garrafas foram fixadas umas nas outras e no telhado de fibrocimento através de uma malha de fios de nylon presa nas extremidades da 1

2 estrutura de madeira. A seguir, receberam uma camada drenante de brita e uma camada de substrato composto por solo, cama de aviário e casca de arroz queimado. Figura1: Colocação garrafas PET Fonte: Arquivo pessoal Nos módulos que não receberam a cobertura com o PET, foi colocada a tela de sombreamento diretamente sobre a cobertura de fibrocimento, e logo após uma camada de 5 cm de substrato na mesma formulação já citada. No momento seguinte foi efetuado o plantio das mudas de acordo com a distribuição feita no sorteio, sendo 2 repetições de cada tipo de cobertura e espécie vegetal, totalizando 8 repetições. Figura 2: Colocação substrato e plantio espécies Fonte: Arquivo pessoal Duas semanas após o plantio começaram a serem realizadas as medições de temperatura, utilizando um termômetro digital. Ao chegar ao local onde estavam instalados os protótipos, os termômetros eram deixados em repouso por 3 minutos, após leitura do aparelho eram anotados os valores da temperatura externa, máxima e mínima. Em cada protótipo havia uma abertura frontal na qual era introduzido o termômetro, que ficava pendurado em uma haste metálica em forma de gancho. Depois de instalado o termômetro no protótipo, a abertura era fechada e reaberta somente 3 minutos após para leitura e anotação da temperatura interna, máxima e mínima. 2

3 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Os dados foram tabelados com auxilio do Microsoft Office Excel, aonde foram observadas todas as medições por protótipo. A tabela foi organizada de acordo com o tipo de cobertura conforme segue: Tabela 1 Organização e distribuição das coberturas em cada protótipo Nº Tipo de Cobertura Sigla Protótipo 1 Testemunha T1 6 2 Testemunha T Crassulácea C1 3 4 Crassulácea C Gramínea G1 5 6 Gramínea G PET com Crassulácea CP1 4 8 PET com Crassulácea CP2 8 9 PET com Gramínea GP PET com Gramínea GP2 9 Na Tabela 2 foram inseridos os dados de temperatura interna por protótipo e foram calculadas as médias de temperatura, do período do experimento, de cada protótipo. Com estes dados foi possível observar a variação de temperatura, ainda que pequena, de acordo com o tipo de cobertura e espécie vegetal utilizada no protótipo. Tabela 2 Temperaturas por protótipo e média. DIA T1 T2 C1 C2 G1 G2 CP1 CP2 GP1 GP2 18\abr 24,7 24, ,9 23,9 24,9 24,6 24,7 24,6 20\abr 19,9 20,2 19,6 20,5 19,8 20,4 19,8 20,3 20,2 20,2 23\abr 17,5 19,5 17,9 20,1 18,1 21,2 17,2 19,2 20,5 17,2 25\abr 20, ,2 19,3 20,8 19,2 20,3 19, ,3 27\abr 23,7 23,1 22,8 23,1 23,7 22,9 23,1 23,4 23,6 23,3 30\abr 22,8 22,2 23,6 22,2 23,1 22,2 23,3 22,4 22,7 22,3 02\mai 21,8 22,4 21,2 22,4 21,4 22,4 21,3 22, ,3 04\mai 24,7 25,4 23,1 25,5 24,3 25,6 23,9 25,1 24,9 25,3 16\mai 17, ,7 18,2 17,6 18,3 17,7 17,9 17,8 17,9 18\mai 17,2 17,8 17,4 17,8 17,2 17,8 17,4 17,6 17,6 17,6 21\mai 19,5 20, ,7 19,4 20,8 19,1 20,3 19,9 20,5 23\mai 19,3 20,4 19,1 20,5 19,3 20,6 19,1 20,1 19,7 20,3 25\mai 19,3 17, ,5 20, ,3 18,1 18,3 17,7 30\mai 16,8 16, ,5 16, ,8 15,4 01\jun 21 21, ,8 21,3 21,5 21, ,1 21,8 04\jun 24, ,9 20,1 20, ,2 20, \jun 16,9 17,2 20,1 18,8 17,8 20, ,5 16,3 16,2 08\jun 18,3 18, ,3 18,2 18,2 18,1 17,9 18, \jun 19,3 19, ,5 19,1 19,5 19,1 19,2 19,2 19 3

4 13\jun 20,2 20, ,4 20,2 20,4 20,1 20,3 20,3 20,1 15\jun 14,1 14, ,1 14,2 14,1 14,2 14, ,3 18\jun 16,2 16,4 16,1 16, ,4 16,2 16,1 16,1 16,3 20\jun 16,7 16,9 16,8 16,9 16,8 16,9 16, ,7 16,8 22\jun 18 18, ,3 18,1 18,3 18,1 18,2 18,2 18,2 Média 19,6 19,61 19,35 19,71 19,47 19,8 19,42 19,48 19,49 19,35 Os protótipos 1 e 2, considerados como testemunhas do projeto, serviram como base para a comparação, elas exemplificam o comportamento das edificação que usam cobertura de fibrocimento. Figura 02 Médias por protótipo. Através do gráfico abaixo foi possível visualizar as variações de temperatura ao se comparar a temperatura interna dos protótipos testemunha com os demais protótipos. Figura 03 Diferença de temperatura entre testemunhas e demais protótipos 4

5 Já o gráfico abaixo busca demonstrar a variação de temperatura média que cada tratamento proporcionou para a edificação, sendo 1 a cobertura com Crassulácea, 2 a cobertura com gramínea, 3 a cobertura com crassulácea e PET e 4 a cobertura com Gramínea e PET. 4 CONCLUSÃO Figura 04 Variação média de alteração de temperatura por método utilizado. Conclui-se com base nos dados acima citados, que, 6 dos 8 protótipos que receberam o telhado verde apresentaram uma queda na temperatura média interna em relação as testemunhas, dentre elas todas as que apresentavam PET como base para o substrato. Aquelas que apresentavam PET tiveram os melhores resultados, com uma variação de em média de - 0,17ºC em relação às testemunhas. Com relação ao tipo de vegetação as gramíneas apresentaram uma média de diminuição de temperatura maior que aquelas que receberam as crassuláceas, quando utilizado o PET. A partir da análise dos dados observou-se que alguns fatores influenciaram diretamente nos resultados da pesquisa, por uma questão de locação do experimento, o qual já pré-existia anteriormente à execução deste trabalho, os fatores de exposição ao sol, vento e umidade, não se aplicaram igualmente sobre todos os protótipos. Os protótipos eram unidos em uma só estrutura sem nenhum isolante térmico, propiciando a transferência de calor de um protótipo ao outro. Outro fator deveu-se a pouca profundidade do substrato e a exposição direta às intempéries, fazendo com que as mudas apresentaram dificuldade na pega, isso fez com que elas não cobrissem completamente a superfície da cobertura, durante o período de coleta de dados. Todas essas variáveis podem ter ocasionado respostas diferentes daquelas esperadas na pesquisa. 5 REFERÊNCIAS HENEINE, Maria Cristina Almeida De Souza. Cobertura Verde (Monografia). Belo Horizonte: Universidade federal de Minas Gerais, Escola de Engenharia,

6 LENGEN, Johan Van. Manual do Arquiteto Descalço. São Paulo: Editora Empório do Livro, KREBS, Lisandra Fachinello. Coberturas vivas extensivas: analise da utilização em projetos na região metropolitana de Porto Alegre: UFRS, 2005 Tese (mestrado Profissionalizante em Engenharia), Curso de Mestrado Profissionalizante em Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, OLIVEIRA, Eric. Telhados Verdes para habitação de interesse social: retenção das águas pluviais e conforto térmico. (Dissertação). Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Faculdade de Engenharia, SILVA, Neusiane da Costa. Telhado Verde: Sistema construtivo de maior eficiência e menor impacto ambiental. (Monografia). Universidade Federal de Minas Gerais/UFMG, Belo Horizonte,

TELHADO VERDE INTRODUÇÃO

TELHADO VERDE INTRODUÇÃO TELHADO VERDE Tonet, Jordi Arnon 1 ; Beber, José Carlos 2 ; May, Pedro Antonio Comandoli 3 ; Fünfgelt, Karla 4 Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC INTRODUÇÃO O telhado verde é uma técnica de bioconstrução

Leia mais

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Douglas Vaciliev Vacilikio 1 ; Luciano Fleischfresser 2 1 Aluno de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Tecnológica

Leia mais

TELHADOS VERDES COMO UM MEIO SUSTENTÁVEL NAS CIDADES: PROPOSTAS RECICLÁVEIS DE PRODUÇÃO

TELHADOS VERDES COMO UM MEIO SUSTENTÁVEL NAS CIDADES: PROPOSTAS RECICLÁVEIS DE PRODUÇÃO TELHADOS VERDES COMO UM MEIO SUSTENTÁVEL NAS CIDADES: PROPOSTAS RECICLÁVEIS DE PRODUÇÃO Tales Gonçalves Visentin (*), Alcindo Neckel 2, Anaise Breda 3 * Faculdade Meridional IMED. Acadêmico o Curso de

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS

MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO TÉRMICO DE SISTEMAS CONSTRUTIVOS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. MÓDULO DIDÁTICO PARA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Leia mais

Estado de Santa Catarina. Prefeitura Municipal de Garopaba. Setor de Engenharia PONTO DE ÔNIBUS COM TELHADO VERDE

Estado de Santa Catarina. Prefeitura Municipal de Garopaba. Setor de Engenharia PONTO DE ÔNIBUS COM TELHADO VERDE Estado de Santa Catarina. Prefeitura Municipal de Garopaba. Setor de Engenharia PONTO DE ÔNIBUS COM TELHADO VERDE Praça Governador Ivo Silveira, 296 Centro Garopaba/SC. CEP 88.495-000 Fone/Fax: (048) 3254.8100

Leia mais

CONSTRUÇÃO CIVIL E IMPACTOS AMBIENTAIS

CONSTRUÇÃO CIVIL E IMPACTOS AMBIENTAIS Construção Uso de energia: extração das matérias primas produção e transporte de materiais CONSTRUÇÃO CIVIL E IMPACTOS AMBIENTAIS Uso de energia: iluminação e condicionamento ambiental Uso Decisões de

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC

REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC REFORMA EDIFICAÇÃO PRINCIPAL INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CÂMPUS AVANÇADO IBIRAMA IBIRAMA/SC MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO 1 ÍNDICE 1 Informativos gerais 2 Apresentação 3 Tabelas e especificações

Leia mais

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor.

Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Estudo comparativo do comportamento térmico de quatro sistemas de cobertura. Um estudo experimental para a reação frente ao calor. Francisco Vecchia Departamento de Hidráulica e Saneamento Escola de Engenharia

Leia mais

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental

Eco Houses / Casas ecológicas. Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental Eco Houses / Casas ecológicas Juliana Santos Rafaela Castilho Sandra Aparecida Reis Sislene Simões Curso:Tecnologia em Gestão Ambiental IDHEA - INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DA HABITAÇÃO ECOLÓGICA Conceito:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM HABITAÇÕES POPULARES NO MUNICÍPIO DE AMORINÓPOLIS GO: período de inverno. 1

AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM HABITAÇÕES POPULARES NO MUNICÍPIO DE AMORINÓPOLIS GO: período de inverno. 1 AVALIAÇÃO DO CONFORTO TÉRMICO EM HABITAÇÕES POPULARES NO MUNICÍPIO DE AMORINÓPOLIS GO: período de inverno. 1 Valdir Specian¹; Priscilla Daiane Soares Martins²; Elis Dener Lima Alves³ ¹Orientador, docente

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹

DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ DIMENSIONAMENTO DE TELHADOS VERDES EM UM PONTO CRÍTICO DE SANTA MARIA - RS¹ BINS, Fernando Henrique²; TEIXEIRA, Laís³; TEIXEIRA, Marília 4 ; RIBEIRO, Mariana 5 1 Trabalho de pesquisa_unifra ² Acadêmico

Leia mais

AQUECIMENTO SOLAR DE PISCINAS: A S S P. Elaborado por SoSol - Sociedade do Sol. MANUAL DO USUÁRIO Versão Beta Dezembro 2008

AQUECIMENTO SOLAR DE PISCINAS: A S S P. Elaborado por SoSol - Sociedade do Sol. MANUAL DO USUÁRIO Versão Beta Dezembro 2008 AQUECIMENTO SOLAR DE PISCINAS: MANUAL DE INSTRUÇÃO DE MANUFATURA E INSTALAÇÃO EXPERIMENTAL DO AQUECEDOR SOLAR SIMPLIFICADO DE PISCINAS A S S P Elaborado por SoSol - Sociedade do Sol MANUAL DO USUÁRIO Versão

Leia mais

Componentes para telhas Brasilit

Componentes para telhas Brasilit Componentes para telhas Brasilit Selamax Selante Selante elástico para elástico colagem para e vedação colagem e vedação SolarMaxxi Manta impermeável, térmica e acústica LitFoil e LitFoil Plus Mantas térmicas

Leia mais

Sistemas de Impermeabilização

Sistemas de Impermeabilização Sistemas de Impermeabilização Projecto de Construção CET Seia Eng. Sá Neves Eng. Sá Neve Sistema invertido ou tradicional : Os sistemas em cobertura invertida são os mais aconselháveis devido a maior durabilidade

Leia mais

ECOTELHADO. Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados.

ECOTELHADO. Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados. ECOTELHADO Segundo pesquisador da Lawrence Berkley National Laboratory (CA, EUA), cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados. TRANSMISSÃO DE CALOR por condução térmica através de materiais

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL. Aplicação da ecologia na engenharia civil ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com

GESTÃO AMBIENTAL. Aplicação da ecologia na engenharia civil ... Camila Regina Eberle camilaeberle@hotmail.com ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL GESTÃO AMBIENTAL Aplicação da ecologia na engenharia

Leia mais

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo.

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Manual de instalação Ultrasolar Tel: (11) 3361 3328 Fax: (11) 3361 5810 www.ultrasolar.com.br Aquecedor Solar de Agua. Os aquecedores solares de água a vácuo Ultrasolar,

Leia mais

Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO. Orientador(es) ADRIANA PETITO DE ALMEIDA SILVA CASTRO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1.

Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO. Orientador(es) ADRIANA PETITO DE ALMEIDA SILVA CASTRO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE COBERTURAS DE POLICARBONATO E ACRÍLICO: ESTUDO DE CASO NO CAMPUS DA UNIMEP EM SANTA BÁRBARA DOESTE Autor(es) ROSIMARY COUTO PAIXÃO

Leia mais

Proposta de uma rotina para calculo da área necessária de uma placa coletora solar

Proposta de uma rotina para calculo da área necessária de uma placa coletora solar Proposta de uma rotina para calculo da área necessária de uma placa coletora solar André Felipe Brescovici Nunes (UNIOESTE) andre_lipaum@hotmail.com Eduardo César Dechechi (UNIOESTE) dechechi@pti.org.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA ENG03108 MEDIÇÕES TÉRMICAS ANÁLISE DA EFICIÊNCIA TÉRMICA DE ISOLAMENTOS EM AQUECIMENTO E RESFRIAMENTO

Leia mais

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis Engenharia A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis A construção sustentável é um novo conceito que está surgindo dentro da engenharia civil. A construção sustentável além de tornar a obra ecológica,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS

ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS ASSOCIAÇÃO TECNOLOGIA VERDE BRASIL - ATVerdeBrasil MINUTA DE PROJETO DE LEI A SER SUGERIDA AOS PODERES PÚBLICOS PROJETO DE LEI DO LEGISLATIVO Dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de telhados verdes

Leia mais

Melhorias Construtivas. Sustentáveis

Melhorias Construtivas. Sustentáveis Melhorias Construtivas Sustentáveis O que é sustentabilidade? O Projeto Melhorias Habitacionais Sustentáveis na Bomba do Hemetério, foi criado com o objetivo de reduzir o consumo e melhor aproveitar os

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO PARA ALÍVIO DE TENSÕES DE COMPONENTES DE COLUNA DE DIREÇÃO

IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO PARA ALÍVIO DE TENSÕES DE COMPONENTES DE COLUNA DE DIREÇÃO ILHA SOLTEIRA XII Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 22 a 26 de agosto de 2005 - Ilha Solteira - SP Paper CRE05-TC08 IMPLEMENTAÇÃO DE MELHORIAS NO PROCESSO DE TRATAMENTO TÉRMICO

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

RELATÓRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca CEFET/RJ Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação DIPPG Coordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos COPET RELATÓRIO FINAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO SOBRE OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS DO TELHADO VERDE E DO TELHADO CONVENCIONAL

ESTUDO COMPARATIVO SOBRE OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS DO TELHADO VERDE E DO TELHADO CONVENCIONAL ESTUDO COMPARATIVO SOBRE OS BENEFÍCIOS ECONÔMICOS E AMBIENTAIS DO TELHADO VERDE E DO TELHADO CONVENCIONAL Débora Helen dos Reis 1, Érica Reis Costa Carvalho 1 1 Colégio Técnico Antônio Teixeira Fernandes,

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO EM PAREDES DE CONCRETO:

SISTEMA CONSTRUTIVO EM PAREDES DE CONCRETO: SISTEMA CONSTRUTIVO EM PAREDES DE CONCRETO: Adequações frente às s normas de desempenho. Marcelo Moacyr Diretor de Engenharia, Construção e Relacionamento 1 Escolha do Sistema Construtivo 2 Avaliações

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 PRODUÇÃO DE TELHA SEM AMIANTO USANDO FIBRAS DE COCO VERDE E CINZAS DE CANA-DE-AÇÚCAR. Ana Paula dos Santos Rodrigues¹; Daiene Lemes Pinto 2, Fernanda Luiza Mendonça Oliveira³, Guilherme Vitor Batista Correia

Leia mais

ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS

ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS I Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental - I COBESA ASPECTOS CONSTRUTIVOS E AMBIENTAIS DE TELHADOS VERDES EXTENSIVOS Matheus Paiva Brasil (1) Graduando em Engenharia Sanitária e Ambiental

Leia mais

COMPARATIVO ENTRE ISOLANTES TÉRMICOS PARA COBERTURAS DO TIPO MANTA DE ALUMÍNIO E TELHADO VERDE (GREENROOF)

COMPARATIVO ENTRE ISOLANTES TÉRMICOS PARA COBERTURAS DO TIPO MANTA DE ALUMÍNIO E TELHADO VERDE (GREENROOF) UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA COMPARATIVO ENTRE ISOLANTES TÉRMICOS PARA COBERTURAS DO TIPO MANTA DE ALUMÍNIO E TELHADO VERDE (GREENROOF)

Leia mais

Sistema Laminar Alto. Ecotelhado

Sistema Laminar Alto. Ecotelhado Sistema Laminar Alto Sistema Laminar Alto Objetivo O Sistema Laminar Alto tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio

Leia mais

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física

Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Abel Júlio Manuel Correia Djairosse Sairosse Mujanje DISPOSITIVO DE AQUECIMENTO DE ÁGUA USANDO A ENERGIA SOLAR. Mestrado Em Ensino de Física Universidade Pedagógica de Moçambique. Beira 2011 Abel Júlio

Leia mais

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves²

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² ¹Professor do Curso de Geografia da UnU Iporá. - UEG ² Bolsista PBIC/UEG, Acadêmico do

Leia mais

OS REQUISITOS DE DESEMPENHO TÉRMICO DA NBR 15575 E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DO PROCEL SOB O PONTO DE VISTA DO PROJETO DE ARQUITETURA

OS REQUISITOS DE DESEMPENHO TÉRMICO DA NBR 15575 E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DO PROCEL SOB O PONTO DE VISTA DO PROJETO DE ARQUITETURA OS REQUISITOS DE DESEMPENHO TÉRMICO DA NBR 15575 E A ETIQUETAGEM ENERGÉTICA DO PROCEL SOB O PONTO DE VISTA DO PROJETO DE ARQUITETURA Prof. ENEDIR GHISI UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Departamento

Leia mais

g= 10 m.s c = 3,0 10 8 m.s -1 h = 6,63 10-34 J.s σ = 5,7 10-8 W.m -2 K -4

g= 10 m.s c = 3,0 10 8 m.s -1 h = 6,63 10-34 J.s σ = 5,7 10-8 W.m -2 K -4 TESTE DE FÍSICO - QUÍMICA 10 º Ano Componente de Física A Duração do Teste: 90 minutos Relações entre unidades de energia W = F r 1 TEP = 4,18 10 10 J Energia P= t 1 kw.h = 3,6 10 6 J Q = mc θ P = U i

Leia mais

DISCIPLINA: SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO PROFESSOR: CÁSSIO FERNANDO SIMIONI

DISCIPLINA: SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTO PROFESSOR: CÁSSIO FERNANDO SIMIONI ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA

Leia mais

TÍTULO: ANALISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA NA IMPLANTAÇÃO DE COBERTURAS VERDES E COBERTURAS CONVENCIONAIS COMPOSTA POR MADEIRAS E TELHAS DE CERÂMICA

TÍTULO: ANALISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA NA IMPLANTAÇÃO DE COBERTURAS VERDES E COBERTURAS CONVENCIONAIS COMPOSTA POR MADEIRAS E TELHAS DE CERÂMICA TÍTULO: ANALISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA NA IMPLANTAÇÃO DE COBERTURAS VERDES E COBERTURAS CONVENCIONAIS COMPOSTA POR MADEIRAS E TELHAS DE CERÂMICA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

Leia mais

Aquecimento/Arrefecimento de Sistemas

Aquecimento/Arrefecimento de Sistemas Aquecimento/Arrefecimento de Sistemas Plano de Aula 24 De Março 2009 Sumário: Actividade Laboratorial 1.3: Capacidade Térmica Mássica. A aula iniciar-se á com uma breve revisão sobre o conceito de capacidade

Leia mais

Contextualizando... 42% do consumo de energia em edificações é destinado a operação e manutenção das edificações + promoção de conforto

Contextualizando... 42% do consumo de energia em edificações é destinado a operação e manutenção das edificações + promoção de conforto CASA EFICIENTE Edificações e consumo total de energia elétrica 42% do consumo de energia em edificações é destinado a operação e manutenção das edificações + promoção de conforto Evolução dos Consumos

Leia mais

Q t. Jornal de Física Único Jornal do Pará www.fisicapaidegua.com

Q t. Jornal de Física Único Jornal do Pará www.fisicapaidegua.com A condição necessária para que haja propagação do calor de um ponto para outro é que exista diferença de temperatura entre os pontos. O calor pode se propagar de três maneiras: condução, convecção e irradiação.

Leia mais

Apresentação. Conceito

Apresentação. Conceito Apresentação Apresentamos um novo conceito de Mercado para a Distribuição e Venda Direta de Produtos e Serviços para o Setor da Construção Civil; Com Ênfase em atender principalmente, construtoras, lojas

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA Projeto:... REFORMA POSTO DE SAÚDE Proprietário:... PREFEITURA MUNICIPAL DE IRAÍ Endereço:... RUA TORRES GONÇALVES, N 537 Área a Reformar:... 257,84

Leia mais

PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO

PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT FICHA TÉCNICA DO PRODUTO PRODUTO DA MARCA SEVENCOAT É uma tinta isolante térmica, composta de polímeros acrílicos elastoméricos, microesferas de cerâmicas, e aditivos especiais

Leia mais

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO É dito no ditado popular que os olhos de uma pessoa são as janelas de sua alma, trazendo este pensamento para uma residência, podemos entender que as janelas

Leia mais

Sistema Hidromodular. Ecotelhado

Sistema Hidromodular. Ecotelhado Sistema Hidromodular Sistema Hidromodular Objetivo O Sistema Hidromodular tem como objetivo proporcionar a laje, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio com a

Leia mais

Condensação. Ciclo de refrigeração

Condensação. Ciclo de refrigeração Condensação Ciclo de refrigeração Condensação Três fases: Fase 1 Dessuperaquecimento Redução da temperatura até a temp. de condensação Fase 2 Condensação Mudança de fase Fase 3 - Subresfriamento Redução

Leia mais

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO ANALISANDO A RIGIDEZ DO ENGASTAMENTO ENTRE VIGAS E PILARES E UTILIZANDO

Leia mais

Telha TopSteel. Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência.

Telha TopSteel. Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência. Telha TopSteel Telhas termoacústicas. Leveza e conforto aliados à eficiência. Telha TopSteel Leveza e conforto aliados à eficiência. As novas telhas termoacústicas TopSteel da Brasilit são de fácil transporte

Leia mais

TopComfort Brasilit. Temperatura agradável e muito mais conforto.

TopComfort Brasilit. Temperatura agradável e muito mais conforto. TopComfort Brasilit Nova telha térmica de fibrocimento Temperatura agradável e muito mais conforto. TopComfort Telhas Térmicas de Fibrocimento A Brasilit inovou outra vez. Agora, a linha de fibrocimento

Leia mais

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO TRATAMENTO ACÚSTICO DA COBERTURA METÁLICA DO GINÁSIO NILSON NELSON BRASÍLIA DF

APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO TRATAMENTO ACÚSTICO DA COBERTURA METÁLICA DO GINÁSIO NILSON NELSON BRASÍLIA DF APLICAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM NO TRATAMENTO ACÚSTICO DA COBERTURA METÁLICA DO GINÁSIO NILSON NELSON BRASÍLIA DF Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. José Renato Pandolfo Atividade

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo FIPAI FUNDAÇÃO PARA O INCREMENTO DA PESQUISA E DO APERFEIÇOAMENTO INDUSTRIAL UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Arquitetura e Urbanismo Relatório Avaliação pós-ocupação

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Nível II Módulo IV Aula 01 1. Introdução Vamos estudar as torres de refrigeração que são muito utilizadas nas instalações de ar condicionado nos edifícios, na

Leia mais

DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO

DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO DESENHO ARQUITETÔNICO PROFESSORA ELIZABETH CORREIA SUMARA QUERINO ROBERTO DÁLESSANDRO COBERTURA -TELHADOS Cobertura: É a parte superior da construção e serve de proteção contra o sol, a chuva, intempéries,

Leia mais

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO

INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL RESUMO INCENTIVO AO ATERRAMENTO ELÉTRICO RESIDENCIAL Fernando Nascimento 1-21370122 Gabriela Sampaio Rêma 2-21370051 Marcos Vinícius Lemos da Silva 3-21270116 Paula da Silva Nogueira 4-21370049 RESUMO Poucas

Leia mais

A EFICIÊNCIA DOS TELHADOS VERDES

A EFICIÊNCIA DOS TELHADOS VERDES ESTUDOS SOBRE AS CONDIÇÕES TERMOHIGROMÉTRICAS QUANDO UTILIZADO OS TELHADOS VERDES Prof. Dr. Humberto Catuzzo Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri UFVJM/Diamantina-MG hcatuzzo@yahoo.com

Leia mais

Resumo. Introdução. Telhados Verdes

Resumo. Introdução. Telhados Verdes - 1 - Telhados de Cobertura Verde e Manejo de Águas Pluviais Dr. Walter Kolb Instituto Estadual de Viticultura e Horticultura do Estado de Bavéria, Departamento de Paisagismo Endereço para correspondência:

Leia mais

Determinação da condutividade térmica do Cobre

Determinação da condutividade térmica do Cobre Determinação da condutividade térmica do Cobre TEORIA Quando a distribuição de temperatura de um corpo não é uniforme (ou seja, diferentes pontos estão a temperaturas diferentes), dá-se expontaneamente

Leia mais

COLÉGIO. Internacional. Escola verde Green School

COLÉGIO. Internacional. Escola verde Green School Escola verde Green School Sobre o Colégio Positivo Início das aulas: 18 de fevereiro de 2013 Lançamento oficial: 26 de março de 2013 Proposta de ensino bilíngue (português/inglês) Cerca de 350 alunos,

Leia mais

Sistema Construtivo em PAREDES DE CONCRETO PROJETO

Sistema Construtivo em PAREDES DE CONCRETO PROJETO Sistema Construtivo em PAREDES DE CONCRETO PROJETO Arnoldo Wendler Sistema Construtivo 1 Sistema Construtivo 2 Sistema Construtivo Sistema Construtivo 3 Sistema Construtivo Comunidade da Construção DIRETRIZES

Leia mais

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura,

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, Infinite Cursos. Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA OCUPAÇÃO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO Angelina D. L. Costa (1); Eduardo R. V. de Lima (2); Joel S. dos Santos (3); Neusa Paes Leme (4); Rayssa A. de Lira (5); Caroline M. Cevada

Leia mais

Aula 6 : Desenho Arquitetônico Coberturas

Aula 6 : Desenho Arquitetônico Coberturas Aula 6 : Desenho Arquitetônico Coberturas Cobertura: representa a última planta do nível superior e é uma vista em planta sem cortes - além do aspecto funcional tem diversos materiais e processos construtivos

Leia mais

A brisa do mar está ótima!

A brisa do mar está ótima! A brisa do mar está ótima! Mais um fim de semana. Cristiana e Roberto vão à praia e convidam Maristela para tomar um pouco de ar fresco e de sol, e tirar o mofo! É verão e o sol já está bem quente. Mas

Leia mais

CALORIMETRIA, MUDANÇA DE FASE E TROCA DE CALOR Lista de Exercícios com Gabarito e Soluções Comentadas

CALORIMETRIA, MUDANÇA DE FASE E TROCA DE CALOR Lista de Exercícios com Gabarito e Soluções Comentadas COLÉGIO PEDRO II PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA PROGRAMA DE RESIDÊNCIA DOCENTE RESIDENTE DOCENTE: Marcia Cristina de Souza Meneguite Lopes MATRÍCULA: P4112515 INSCRIÇÃO: PRD.FIS.0006/15

Leia mais

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção.

Estruturas de Madeira. Telhados. É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Estruturas de Madeira Telhados É a parte superior das construções, destina-se a dar-lhes proteção. Funções básicas: Proteção das partes internas da instalação, contra o sol excessivo, chuva, neve, etc.

Leia mais

INOVAÇÃO PARA O CONFORTO TÉRMICO: ANÁLISE DAS POTENCIALIDADES DA TINTA REFLETIVA

INOVAÇÃO PARA O CONFORTO TÉRMICO: ANÁLISE DAS POTENCIALIDADES DA TINTA REFLETIVA INOVAÇÃO PARA O CONFORTO TÉRMICO: ANÁLISE DAS POTENCIALIDADES DA TINTA REFLETIVA Guilherme Ribeiro de Moura 1 ; Lucas Miranda Santos 2 ; Mauro Jose de Souza Araújo 3 RESUMO: Quer-se pesquisar acerca do

Leia mais

FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO 25.899/2015

FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO 25.899/2015 FORMULARIOS ANEXO I E II DO DECRETO.99/0 ANEXO 0 GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS ( Subtotal de 9Ptos =.6 % ) Declarada 6 9 Uso de equipamentos economizadores de água ( torneiras com arejadores, spray e/ou

Leia mais

Instruções de Montagem / Operação / Manutenção. Porta de Explosão

Instruções de Montagem / Operação / Manutenção. Porta de Explosão Intensiv-Filter do Brasil Ltda. Av. Água Fria, 648 - Sala 01 CEP 02332.000 - Santana - São Paulo - Brasil Fone: +55 11 6973-2041 / Fax: +55 11 6283 6262 e-mail: intensiv@intensiv-filter.com.br Instruções

Leia mais

Armário Outdoor com. Free Cooling ou Ar Condicionado. www.facemate.net

Armário Outdoor com. Free Cooling ou Ar Condicionado. www.facemate.net Armário Outdoor com Free Cooling ou Ar Condicionado NOTAS Os armários outdoor estão desenhados para instalação em ambientes de exterior sujeitos a condições de chuva, vento, calor ou radiação solar. O

Leia mais

Capitulo 3 Horta Orgânica

Capitulo 3 Horta Orgânica ASSOCIAÇÃO SOCIOAMBIENTALISTA SOMOS UBATUBA Conteúdo Pedagógico Capitulo 3 Horta Orgânica Organização Parceria Convênio Horta Orgânica Introdução Esta etapa é composta por atividades ligadas pelas relações

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO EM AQUECIMENTO SOLAR ABRAVA/DASOL 2011 MÓDULO 2 Projetista SAS Pequeno Porte Passo a Passo de Instalação ABRAVA -São Paulo,Maio de 2011 Luciano Torres Pereira Leonardo Chamone Cardoso

Leia mais

A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO

A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO A ILHA DE CALOR EM BELO HORIZONTE: UM ESTUDO DE CASO M. L. de Abreu (1), Assis, W. L. (1) Departamento de Geografia IGC / Universidade Federal de Minas Gerais / Cx. P. 702, Pampulha Belo Horizonte MG (Brazil)

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO Sistema Construtivo Fabricado de acordo com a ISO 9002 Conforto as normas ASTM( EUA) e ABNT (Brasil). Comprovada em testes de desempenho realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo

Leia mais

Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE

Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE Aquecedor Solar de Baixo Custo SEM RESERVATÓRIO DE ÁGUA QUENTE Projeto: Eng.º Thomas Ulf Nilsson Revisão 1. 20/01/2015 Aquecedor solar BC de cano grosso de PVC www.thomasnilsson.com.br 1 CONTEÚDO: 1. Base

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO Rio Branco, Acre Brasil

MEMORIAL DESCRITIVO Rio Branco, Acre Brasil MEMORIAL DESCRITIVO Rio Branco, Acre Brasil ÍNDICE DO MEMORIAL DESCRITIVO 1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O PROJETO 2. CONSTRUÇÃO 3. INSTALAÇÕES 4. COBERTURA 5. DISPOSIÇÕES FINAIS 1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE

Leia mais

Saiba mais sobre Condicionadores de AR.

Saiba mais sobre Condicionadores de AR. Saiba mais sobre Condicionadores de AR. O ar-condicionado está na vida das pessoas: em casa, no carro e no trabalho. Apesar de ser um alívio contra o calor, este equipamento pode ser um meio de disseminação

Leia mais

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas

Cobertura com telhas asfálticas. Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas Cobertura com telhas asfálticas A cobertura conhecida como shingle é uma manta asfáltica composta por elementos descontínuos. A telha possui, na composição, camadas à base

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ Gisele dos Santos Alves (1); Célia Maria Paiva; Mônica Carneiro Alves Xavier (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

ATPS. Exercícios resolvidos. Engenharia de Controle e Automação Fenômenos de Transporte I

ATPS. Exercícios resolvidos. Engenharia de Controle e Automação Fenômenos de Transporte I ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Engenharia de Controle e Automação Fenômenos de Transporte I ATPS Exercícios resolvidos DESAFIO II Julio Cesar Moreira Jonatan Wemerson Andre Alexandre de Barros Célio

Leia mais

Todos os elementos são montados sobre rodas e retraem-se uns dentro dos outros. Por isso o funcionamento é muito flexível.

Todos os elementos são montados sobre rodas e retraem-se uns dentro dos outros. Por isso o funcionamento é muito flexível. Índice 1 Modelos... 2 2 Detalhes Técnicos... 11 3 Materiais Utilizados... 17 4 Principais Benefícios... 17 5 Segurança... 18 6 10 Boas Razões para escolher CZN-Coberturas Telescópicas... 18 7 CZN-Coberturas

Leia mais

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013

CLIMATOLOGIA. Profª Margarida Barros. Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA Profª Margarida Barros Geografia - 2013 CLIMATOLOGIA RAMO DA GEOGRAFIA QUE ESTUDA O CLIMA Sucessão habitual de TEMPOS Ação momentânea da troposfera em um determinado lugar e período. ELEMENTOS

Leia mais

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa

SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa SISTEMA DE CAPTAÇÃO, ARMAZENAMENTO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Francisco Pereira de Sousa Universidade Federal de Campina Grande RESUMO A busca por sistemas alternativos para o suprimento

Leia mais

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO

TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Curso Técnico de Edificações Profª Engª Civil Alexandra Müller Barbosa EMENTA Estudos de procedimentos executivos: Estruturas portantes, Elementos vedantes, Coberturas, Impermeabilização,

Leia mais

COMPORTAMENTO DAS MANTAS AUTOPROTEGIDAS AO IMPACTO NAS CHUVAS DE GRANIZO.

COMPORTAMENTO DAS MANTAS AUTOPROTEGIDAS AO IMPACTO NAS CHUVAS DE GRANIZO. COMPORTAMENTO DAS MANTAS AUTOPROTEGIDAS AO IMPACTO NAS CHUVAS DE GRANIZO. Flávia Previatto Baldini; Anderson Mendes de Oliveira; José Leonel Alves dos Santos. Sika Química Ltda. Rodovia Marechal Rondon,

Leia mais

Mantas de Isolamento termoacústico

Mantas de Isolamento termoacústico Espessura Manta 5 mm (400gr/m²) Manta 10 mm (500gr/m²) Manta Duto Manta 20 mm (700gr/m²) Capacidade de isolamento térmica elevada. Maior rendimento do ar condicionado. Cinta Duto metálico MANTA DUTO 03

Leia mais

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040

Nanotech do Brasil. Rua Curupaiti, 199 Jd. Paraíso Santo André SP CEP 09190-040 1 Rev. 3 D.U.M. 28/08/2015 Produto Nanothermic 3 Isolante térmico Nanothermic 3 é um revestimento térmico, contendo as melhores matérias primas. É um revestimento de múltiplas aplicações que soluciona

Leia mais

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES

FCTA 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES 4 TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO E AS EDIFICAÇÕES 4.1 FECHAMENTOS TRANSPARENTES Nestes tipos de fechamento podem ocorrer três tipos de trocas térmicas: condução, convecção e radiação. O vidro comum é muito

Leia mais

Manual e Especificação Técnica

Manual e Especificação Técnica Telhados verdes e jardins elevados Manual e Especificação Técnica Sistema Telhado Verde SkyGarden Paisagismo O sistema de telhado verde da SkyGarden é o resultado de décadas de pesquisas no Japão, em um

Leia mais

Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO. www.rehau.pt. Construção Automóvel Indústria

Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO. www.rehau.pt. Construção Automóvel Indústria Soluções REHAU PARA A REABILITAÇÃO Uma APLICAÇÃO PARA CADA NECESSIDADE www.rehau.pt Construção Automóvel Indústria A REABILITAÇÃO, UMA SOLUÇÃO COM SISTEMAS PARA O AQUECIMENTO E O ARREFECIMENTO POR SUPERFÍCIES

Leia mais

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial

Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Desenho e Projeto de Tubulação Industrial Módulo IV Aula 04 Isolamento térmico AQUECIMENTO DE TUBULAÇÕES Motivos Manter em condições de escoamento líquidos de alta viscosidade ou materiais que sejam sólidos

Leia mais

Sistemas de aquecimento de água residencial e o ASBC: Aquecedor Solar de Baixo Custo Por Felipe Marques Santos Aluno do curso de Engenharia de Energia Projeto Coordenado por Prof. Dr. Rogério Gomes de

Leia mais

TETO VERDE: O USO DE COBERTURAS VEGETAIS EM EDIFICAÇÕES.

TETO VERDE: O USO DE COBERTURAS VEGETAIS EM EDIFICAÇÕES. Departamento de Artes & Design TETO VERDE: O USO DE COBERTURAS VEGETAIS EM EDIFICAÇÕES. Aluna: Manoela de Freitas Ferreira Orientadores: Alfredo Jefferson de Oliveira e Fernando Betim Paes Leme Introdução

Leia mais

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo ECOTELHADO BRANCO Revestimento Reflexivo 2 Especificações Quando se trata de problemas com elevadas temperaturas devido a incidência solar e falta de estrutura para telhado verde, a refletância é a melhor

Leia mais

COMPORTAMENTO DE FRANGOS DE CORTE EM SISTEMAS DE AQUECIMENTO

COMPORTAMENTO DE FRANGOS DE CORTE EM SISTEMAS DE AQUECIMENTO ISSN 0100-8862 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves Ministerio da Agricultura e do Abastecimento Caixa Postal 21, 89700-000, Concórdia, SC Telefone:

Leia mais

O chuveiro elétrico. continua. sendo um problema no período de ponta! Demanda de energia é problema para a ANEEL. Prof. Racine T. A.

O chuveiro elétrico. continua. sendo um problema no período de ponta! Demanda de energia é problema para a ANEEL. Prof. Racine T. A. Aquecimento solar de água em habitações de interesse social Prof. Racine T. A. Prado Demanda de energia é problema para a ANEEL O chuveiro elétrico continua O chuveiro elétrico permanece um problema no

Leia mais

SOLUÇÕES FINANCEIRAS FRENTE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMA 2013/2014

SOLUÇÕES FINANCEIRAS FRENTE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMA 2013/2014 SOLUÇÕES FINANCEIRAS FRENTE AO ESTADO DE EMERGÊNCIA CLIMA 2013/2014 Cenário 2013 - Definições - 2013 foi um ano de neutralidade climática, não tivemos a presença dos fenômenos La Niña e El Niño; (Em anos

Leia mais

PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK.

PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK. PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK. Mario Henrique de Cerqueira Engenheiro de Desenvolvimento Ambiental - Tetra Pak 1. Introdução

Leia mais

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

ESTRUTURAS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto ESTRUTURAS Prof. Eliseu Figueiredo Neto PAREDES DE TIJOLO Assentamento dos tijolos: Quanto a colocação (ou dimensão das paredes) dos tijolos, podemos classificar as paredes em: cutelo, de meio tijolo,

Leia mais