LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO DE MATA SECA SEMIDECÍDUA EM ÁREA DE RESERVA LEGAL DO MUNICÍPIO DE DIORAMA, REGIÃO OESTE DE GOIÁS, BRASIL

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1 LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO DE MATA SECA SEMIDECÍDUA EM ÁREA DE RESERVA LEGAL DO MUNICÍPIO DE DIORAMA, REGIÃO OESTE DE GOIÁS, BRASIL Vania Sardinha dos Santos-Diniz 1 & Tatiane Duarte de Sousa 2 1.Professora do Curso de Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Goiás, UnU de Iporá. Av.R-2, s/n, CEP: , Iporá, Goiás, Brasil. 2.Acadêmica do Curso de Graduação em Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Goiás, UnU Iporá. Av. R-2, s/n, CEP: , Iporá, Goiás, Brasil. Data de recebimento: 02/05/ Data de aprovação: 31/05/2011 RESUMO O Cerrado é um dos domínios morfoclimáticos com maior diversidade e mais ameaçados do planeta, e conhecer a diversidade vegetal de fragmentos torna-se importante, pois, a maior parte desse domínio é representado por pequenas áreas fragmentadas. Para avaliar a composição e a estrutura da comunidade vegetal nativa de um fragmento florestal do Oeste Goiano, o presente trabalho teve como objetivo fazer o levantamento florístico e fitossociológico em área de Reserva Legal, de mata seca semidecídua da fazenda Jacaré, município de Diorama, GO. A Reserva Legal da fazenda possui 45,0604ha. Foram demarcadas 50 parcelas de 10x20m (um hectare) nas quais foram registrados indivíduos com diâmetro dos troncos iguais ou superior a 5 cm, na altura de 30cm do solo. Foi feita a análise dos valores absolutos e relativos de: densidade, frequência e dominância. Foi calculado o Valor de Importância (VI) e o Índice de Shannon (H ). Foram registradas no levantamento florístico 49 espécies distribuídas em 45 gêneros, 28 famílias, sendo duas espécies não identificadas. A densidade total da área amostrada no levantamento fitossociológico, foi de 1463 plantas/hectare -1. Essas plantas perfazem 47 espécies, 43 gêneros, 27 famílias e duas espécies não identificadas. A família Fabaceae foi a que apresentou o maior número de espécies. As cinco espécies com maior VI foram Curatella americana, Heteropterys byrsonimifolia, Luehea grandiflora, Qualea parviflora e Pseudobombax longiflorum. O padrão de distribuição dos indivíduos nos intervalos de classes de diâmetro foi no formato J invertido. O Índice de Diversidade (H') foi igual a 3,49, índice considerado alto quando comparado com outros fragmentos de Cerrado. PALAVRAS-CHAVE: Diversidade, Cerrado, Formação Florestal. FLORISTIC AND PHYTOSOCIOLOGICAL IN FLOREST AREA OF LEGAL RESERVE OF THE CITY DIORAMA, WEST GOIAS REGION, BRAZIL ABSTRACT The Cerrado (Brazilian savannah) is one of the areas with the greatest diversity morphoclimatic and most threatened of the planet and experience the diversity of ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 1

2 plant fragments becomes important, because most of this area is represented by small fragmented areas. To evaluate the composition and structure of the native plant community of a forest west of Goiás, this study aimed to survey the flora and in phytosociological Legal Reserve area of dry forest semideciduous Jacaré farm, municipality of Diorama, Goiás.The legal reserve of the farm has hectares. There were 50 plots of 10x20m (1hectare) in which individuals were registered with trunk diameters equal to or greater than 5cm in height of 30cm of soil. Was the analysis of absolute and relative density, frequency and dominance. We calculated the Importance Value Index (VI) and the Shannon (H '). Were recorded in the floristic survey 49 species distributed in 45 genus, 28 families including two unidentified species. The total density of the sampled area in the phytosociological was 1463 specimens/hectare distributed in 47 species, 43 genus, 27 families and two unidentified species. The Fabaceae family was the one with the largest number of species. The five species with the highest VI were Curatella americana, Heteropterys byrsonimifolia, Luehea grandiflora, Qualea parviflora and Pseudobombax longiflorum. The pattern of distribution of individuals within the ranges of diameter classes was in the shape inverted "J". The Diversity Index (H ') was equal to 3.49, a rate considered high when compared with other fragments of the cerrado. KEYWORDS: Diversity, Brazilian savannah, Forest formation. INTRODUÇÃO O Cerrado é o segundo maior domínio do Brasil, superado apenas pela Amazônia e ocupa praticamente todo o Planalto Central brasileiro (CARUSO, 1997), estendendo-se por uma área de 1,7 a 1,9 milhões de Km² (AB SABER, 2003). Sua região é um ponto de encontro entre as regiões Amazônica, o Nordeste e o Sul. O planalto, revestido de Cerrado é recortado pelos rios das três grandes bacias brasileiras (Amazonas, Paraná e São Francisco) acompanhadas de Mata de Galeria (BARBOSA & SCHMIZ, 1998). Este domínio abrange os estados de Goiás, Tocantins, Distrito Federal e porções dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, parte do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Pará e Rondônia, com pequena inclusão no Paraguai e na Bolívia (BUSCHBACHER, 2000). O clima predominante no Cerrado é tropical sazonal (COUTINHO, 2002), com uma marcada alternância entre uma estação seca (abril a setembro) e outra chuvosa (outubro a março). A precipitação média anual varia em torno de 1.500mm, dos quais quase 75% distribuem-se no período de novembro a janeiro. A temperatura média anual varia entre 18 C a 20ºC. A umidade do ar varia de 70% a 85% no verão e parte da primavera, caindo para cerca de 50% a 65% durante o inverno, quando valores menores que 20% podem ser registrados. A evapotranspiração anual varia de 1700 a 1800mm e sempre resulta em déficits hídricos (SILVA JÚNIOR et al., 2001). Os solos são tipicamente latossolos vermelhos ou amarelos, com muito, médio ou pouco conteúdo de argila. Até 90% do solo em estado natural é bem drenado, porque a argila é agregada em grãos do tamanho de areia. Os solos do Cerrado originam-se de quase todos os tipos de ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 2

3 rocha, como arenito, ardósia, folhelho, quartzo, quartzito, granito, xisto, micaxisto e certas formas de gnaisse, ou de matéria de solo depositado (EITEN, 1993). O presente domínio foi classificado como um dos pontos quentes de biodiversidade, devido a dois importantes aspectos: sua alta concentração de espécies endêmicas (sobretudo vegetal) e o acentuado grau de perda de habitats, sendo considerado um domínio de absoluta importância para a conservação por sua alta riqueza biológica e pela alta pressão antrópica a que vem sendo submetido (MYERS et al., 2000). A vegetação apresenta fisionomias que englobam as formações florestais: Mata Ciliar, Mata de Galeria, Mata Seca e Cerradão; as formações savânicas: Cerrado sentido restrito, Parque de Cerrado, Palmeiral e Vereda; e as campestres: Campo Sujo, Campo Limpo e Campo Rupestre. A Mata Seca é uma formação florestal caracterizada por diversos níveis de caducifolia durante a estação seca, dependentes das condições químicas, físicas e principalmente da profundidade do solo. A Mata Seca não possui associação com cursos de água, ocorrendo nos interflúvios em solos geralmente mais ricos em nutrientes. Em função do tipo de solo, da composição florística e, em consequência da queda de folhas no período seco, a Mata Seca pode ser de três subtipos: Mata Seca Sempre-Verde, Mata Seca Semidecídua, a mais comum, e Mata Seca Decídua. Em todos esses subtipos a queda de folhas contribui para o aumento da matéria orgânica no solo, mesmo na Mata Seca Sempre-Verde (RIBEIRO & WALTER, 2008). As formações florestais têm mostrado que, embora variável de local para local, exibem composição florística semelhantes com padrões taxonômicos definidos. Por outro lado, a estrutura fitossociológica e a importância das espécies tem apresentado variações mais conspícuas, evidenciando que fatores locais de clima, solo e sociabilidade específicas são de grande importância (RIBEIRO & WALTER, 1998). Os levantamentos florísticos permitem comparações relativamente simples, mas, eficientes entre um grande número de áreas (VAN DEN BERG & OLIVEIRA-FILHO, 2000) e os estudos fitossociológicos fornecem, além da composição florística da vegetação que se deseja estudar, as relações quantitativas entre os táxons e a estrutura horizontal e vertical da comunidade. É útil não só para o diagnóstico atual sobre o estado da vegetação em áreas submetidas a impactos, mas, também oferece subsídios para futuros projetos de recuperação de áreas degradadas (VUONO, 1985). Assim, o presente trabalho teve como objetivo fazer o levantamento florístico e fitossociológico de uma área de Mata Seca Semidecídua em Reserva Legal do Município de Diorama, localizado na Região Oeste do Estado de Goiás, a fim de contribuir para o maior conhecimento da estrutura da vegetação das formações florestais do domínio Cerrado. METODOLOGIA O estudo foi realizado na Fazenda Jacaré, Município de Diorama, região Oeste do estado de Goiás, em um hectare da área de Reserva Legal constituída por 45,0604 hectare, que apresenta como fitofisionomia Mata Seca Semidecídua. A área está localizada entre as coordenadas de 16º S e 1º W, com altitude ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 3

4 de 390m, cujo acesso se dá pela GO 060 (sentido Barra do Garças) e distando cerca de 65km da cidade de Iporá, Goiás. A área de Reserva Legal é um percentual da área da propriedade rural, estabelecida pelo Código Florestal (Lei 4.771/1965), necessária para a conservação dos recursos naturais. Nas áreas determinadas como Reserva Legal, a vegetação não pode ser desmatada, podendo apenas ser utilizada sob regime de manejo florestal sustentável (AQUINO & OLIVEIRA, 2006). Os dados foram coletados entre o mês de julho de 2009 a agosto de Para o levantamento fitossociológico foram demarcadas 50 parcelas de 10 x 20m, totalizando um hectare. Estas foram demarcadas com barbantes amarrados em estacas fincadas no solo em cada um dos vértices. Dentro de cada parcela foram considerados todos os indivíduos com diâmetro dos troncos igual ou superior a cinco cm, a uma altura de 30cm do solo. As alturas foram medidas com barbante e fita métrica, considerando a projeção da copa até o solo, e para isso os indivíduos tinham que possuir cinco cm ou mais de diâmetro, e altura igual ou superior a 30cm. Os indivíduos foram identificados in loco de acordo com o sistema de classificação Angiosperm Phylogeny Group II (APG II, 2003). Também coletou-se ramos férteis (contendo flores e/ou frutos), para a montagem de exsicatas que foram enviadas ao Herbário da Universidade Estadual de Goiás (HUEG), Unidade de Anápolis. Os dados coletados foram utilizados para análise fitossociológica através dos cálculos de densidade, área basal, dominância, frequência (MUELLER- DOMBOIS & ELLEMBERG (1974): a) Densidade Total por Área (DTA): representa o número total de indivíduos de todas as espécies, por unidade de área, normalmente expressa em relação a 1 ha, calculada pela fórmula: DTA = N / 1ha, onde: N = número total de indivíduos amostrados. b) Densidade Específica Relativa (DR s ): representa a proporção percentual do número de indivíduos de uma determinada espécie, em relação ao número total de indivíduos amostrado de todas as espécies, calculada pela formula: DR s = (n s / N). 100, onde: n s = número de indivíduos amostrados da espécie s; N = número total de indivíduos amostrados. c) Área Basal Individual (ABI s ) = representa a área ocupada pelo tronco de cada indivíduo, assumindo-se que o tronco tem forma cilíndrica. Desse modo, corresponde à área da secção transversal do tronco. ABI s = D 2 π / 4, onde: D = diâmetro de cada indivíduo da espécie s. d) Área Basal Média por Espécie (AB s ) = representa a média das áreas basais dos indivíduos de uma espécie. espécies. AB s = Σ ABI s / n s, onde: n s = número de indivíduos amostrados da ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 4

5 e) Dominância por Área (DoA s ) = segundo o conceito mais usual, baseia-se no espaço ocupado pelos troncos das árvores de cada espécie, utilizando, portanto, os valores da área basal. DoA s = DR s. AB s, onde: DR s = densidade por área da espécies; AB s = área basal média da espécie s. f) Dominância Relativa por Espécie (DoR s ) = representa a relação percentual entre a área basal total de uma espécie e a área basal total de toda as espécies amostradas. DoR s = (Σ ABI s / ABT). 100, onde ABI = área basal de cada indivíduo da espécie s; ABT = soma das áreas basais de todas as espécies amostradas (= Σ ABI). g) Frequência Absoluta (FA s ) = representa em que grau a espécie ocorre nas parcelas de amostragem. FA s = (P s / P t ). 100, onde: P s = número de parcelas ou pontos com ocorrência da espécie s; P t = número total de parcelas ou pontos. h) Frequência Relativa (FR s ) = obtida da relação entre a frequência absoluta de cada espécie e a soma das frequências absolutas de todas as espécies amostradas. FR s = (FA s / FAT). 100, onde: FA s = frequência absoluta da espécie s;fat=frequência total (soma das FA s de todas as espécies amostradas). Para avaliar o Valor de Importância (VI) que indica em que grau a espécie se encontra estabelecida na comunidade, foi utilizada a fórmula segundo KENT & COKER (1992): VI = DR s + FR s + DoR S, onde: DRs=densidade relativa, FRs=frequência relativa, DoRs= dominância relativa por espécie Para a obtenção de uma estimativa da heterogeneidade florística da área estudada, utilizou-se o Índice de Diversidade de Shannon (H ) (MAGURRAN, 1988) dado pela equação: H = - Σ P s x Ln(P s ), onde: P s = n s /N, onde: n s = número de indivíduo da espécie s; N= número total de indivíduos e Ln é o logarítimo neperiano. As alturas e os diâmetros foram divididos em intervalos de classe para a observação da estrutura etária da comunidade. Os intervalos foram de três centímetros para o diâmetro e de dois metros para altura. Os cálculos foram realizados com o auxílio do Microsoft Office Excel Windows XP. Juntamente com o levantamento fitossoiológico foi feito o levantamento florístico onde foram coletadas e identificadas as espécies que não constaram no ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 5

6 levantamento fitossociológico por não apresentarem as medidas estabelecidas para coleta dos dados. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foram registradas no levantamento florístico 49 espécies distribuídas em 45 gêneros, 28 famílias, sendo duas espécies não identificadas (Quadro 1). A família Fabaceae foi a que apresentou o maior número de espécies (9), seguida por Bignoniaceae (4), Malvaceae (4), Anacardiaceae (3) (Figura 1). QUADRO 1- Espécies encontradas no levantamento florístico e fitossociológico em área de Mata Seca Semidecídua da Reserva Legal da Fazenda Jacaré, Município de Diorama, GO, Brasil. FAMÍLIA ESPÉCIE NOME POPULAR Anacardiaceae Anacardium humile Mart. Cajú-do-cerrado Astronium graveolens Jacq. Myracrodruon urundeuva (Engler) Fr. Allem Guaritá Aroeira Asteraceae Vernonia polyanthes Less. Assapeixe branco Bignoniaceae Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hooker f. ex. Moore Caraíba Tabebuia chrysotricha (Mart. ex. DC.) Standl var. obovota Tabebuia roseo-alba (Ridl.) Sandwith Tabebuia sp. Ipê amarelo Taipoca Ipê Bixaceae Cochlospermum regium (Mart. ex Scharank.) Algodãozinho do campo Burseraceae Protium heptaphyllum March. Amesca Caryocaraceae Caryocar brasiliense St. Hil. Pequi Celastraceae Plenkia populnea Ressek. Marmelo Chrysobalanaceae Licania cf. spicata Hook.f Cafezinho Clusiaceae Kielmeyera coriacea Mart. & Zucc. Pau Santo Combretaceae Terminalia argentea Mart. & Succ. Capitão do mato Dilleniaceae Curatella americana L. Lixeira Ebenaceae Diospyros sp. Olho de boi ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 6

7 Euphorbiaceae Cnidoscolus urens (L.) Arthur Urtiga Fabaceae Acosmium dasycarpum (Vog.) Yakovlev Chapadinha Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan Bauhinia longifolia (Bong.)Steud. Bowdichia virgilioides Kunth. Dipteryx alata Vogel Hymenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne Mimosa pudica L. Piptadenia gonoacantha (Mart.) J. F. Macbr Vataiera macrocarpa (Benth.) Ducke Angico branco Pata de vaca Sucupira - preta Barú Jatobá-do-cerrado Dormideira Pau Jacaré Amargosa Icacinaceae Emmotum nitens (Benth.) Miers Sobro Loganiaceae Strychnos sp. Quineira Lythraceae Lafoensia pacari St. Hill. Didal Physocalymma scaberrimum Pohl. Nó-de-porco Malpighiaceae Byrsonima pachyphylla A. Juss. Murici Heteropterys byrsonimifolia A Juss. Murici macho Malvaceae Eriotheca pubescens (Mart.& Zucc.) Schott & Endl. Paineira-docerrado Guazuma ulmifolia Lamb. Luehea grandiflora Mart. & Zucc. Pseudobombax longiflorum (Mart. & Zucc.) A. Robyns Mutamba Açoita cavalo Umburuçu Moraceae Brosimum gaudichaudii Trécul. Mama-cadela Myrtaceae Psidium sp. Goiabinha Proteaceae Euplassa inaequalis (Pohl.) Engl. Fruto de morcego Rubiaceae Alibertia sessilis (Vell.) K. Shum Marmelada Genipa americana L. Jenipapo ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 7

8 Salicaceae Casearia sylvestris SW. Erva de Lagarto Sapindaceae Dilodendron bipinnatum Radkl. N. Maria pobre Sapindaceae Magonia pubescens A. St. Hil. Tingui Sapotaceae Pouteria ramiflora (Mart.) Radlk. Curriola Solanaceae Solanum atropurpureum at. Jena Botanical Garden Juá Vochysiaceae Qualea grandiflora Mart. Pau terra de folha grande Qualea parviflora Mart. Pau terra de folha miúda Não identificado Número de Espécies Fabaceae Bignoniaceae Malvaceae Anacardiaceae Lytharaceae Malpighiaceae Rubiaceae Sapindaceae Vochysiaceae Asteraceae Bixaceae Burseraceae Caryocaraceae Celastraceae Chrysobalaceae Clusiaceae Com breataceae Dilleniaceae Ebenaceae Euphorbiaceae Icacinaceae Loganiaceae Moraceae Myrtaceae Proteaceae Solicaceae sapotaceae Solanaceae Famílias FIGURA 1-. Número de espécies por família botânica em área de Mata Seca Semidecídua da Fazenda Jacaré no município de Diorama, GO. Fonte: pesquisa dos autores. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 8

9 Fabaceae tem sido a família mais encontrada na maioria dos levantamentos realizados no domínio Cerrado (RIBEIRO et al., 1985, SILVA & SCARIOT, 2004; VALE et al, 2006) embora outras famílias já tenham sido citadas como sendo as com maiores riquezas de espécies como Myrtaceae e Rubiaceae (SILVA et al., 2002). A predominância da Família Fabace pode estar relacionada à presença de nódulos radiculares, que funcionam como mecanismos de retenção e transferência de nutrientes no ecossistema (MARTINS, 1993), favorecendo o estabelecimento e crescimento destas espécies na área. A densidade total da área amostrada no levantamento fitossociológico, foi de 1463 plantas/hectare distribuídas em 47 espécies, 43 gêneros, 27 famílias e dois indivíduos não identificados (Tabela 2). As cinco espécies com maior VI (Valor de Importância) foram: Curatella americana (VI=34,4), seguida de Heteropterys byrsonimifolia (VI=26,9), Luehea grandiflora (VI=20,7), Qualea parviflora (VI=15,4) e Pseudobombax longiflorum (VI=15,3), juntas essas espécies totalizaram 37,5% do VI total da área. Essas espécies podem ser consideradas como as melhores adaptadas para nessa área (Tabela 2). Já as cinco espécies com maior número de indivíduos foram H. byrsonimifolia (123), C.americana (114) Q. parviflora (85), P. longiflorum (72) e Q. grandiflora Mart. (64) (Tabela 2). TABELA 1- Parâmetros fitossociológicos, ordenados de acordo com o Valor de Importância (VI) das espécies encontradas em área de Mata Seca Semidecídua da Reserva Legal da Fazenda Jacaré, Município de Diorama, Goiás, Brasil. ESPÉCIE N DRs(%) ABIs DoAs DoRs FAs FRs(%) VI Curatella americana L , , ,8 21,0 68 5,4 34,4 Heteropterys byrsonimifolia A. Juss , , ,8 13,7 60 4,8 26,9 Luehea grandiflora Mart. & Zucc. 63 4, , ,6 11,9 56 4,5 20,7 Qualea parviflora Mart. 85 5, , ,1 6,1 44 3,5 15,4 Pseudobombax longiflorum (Mart. & Zucc.) A. Robyns 72 5, , ,5 5,5 60 4,8 15,3 Terminalia argentea Mart. & Succ. 52 3, , ,9 6,9 48 3,8 14,2 Qualea grandiflora Mart. 64 4, ,8 956,6 5,2 54 4,3 13,9 Strychnos sp. 50 3, ,7 8123,3 2,3 52 4,1 9,8 Astronium graveolens Jacq. 48 3, ,9 8812,9 2,5 38 3,1 8,9 Bowdichia virgilioides Kunth. 46 3, ,8 4729,4 1,3 38 3,1 7,5 ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 9

10 Anadenathera colubrina (Vell.) Brenan 33 2, ,1 7761,2 2,2 24 2,0 6,4 Vatairea macrocarpa (Benth.) Ducke 33 2, ,2 5305,5 1,5 32 2,5 6,2 Tabebuia aurea (Manso) Benth. & Hooker f. ex Moore 24 1, ,3 8720,2 2,5 20 1,6 5,7 Dipteryx alata Vogel 23 1, ,1 6484,6 1,8 26 2,1 5,5 Byrsonima pachyphylla A. Juss. 32 2, ,1 4027,9 1,1 26 2,1 5,4 Myracrodruon urundeuva (Engler) Fr. Allen 33 2, ,8 3247,4 0,9 28 2,2 5,3 Diospyros sp. 32 2, ,3 3231,4 0,9 26 2,1 5,2 Pouteria ramiflora (Mart.) Radlk. 24 1, ,1 4713,1 1,3 28 2,2 5,1 Kielmeyera coriacea Mart. & Zucc. 27 1, ,8 2104,8 0,6 32 2,5 5 Lafoensia pacari St. Hill. 27 1, ,1 1732,6 0,5 30 2,4 4,8 Piptadenia gonoacantha (Mart.) J. F. Macbr 21 1, ,9 4437,7 1,3 22 1,7 4,4 Physocalymma scabervimum Pohl. 20 1, , ,0 18 1,5 3,9 Cnidoscolus urens (L.) Artur 26 1, ,7 1022,9 0,3 22 1,7 3,8 Protium heptaphyllum March. 20 1,4 9139,3 639,6 0,2 24 2,0 3,6 Humenaea stigonocarpa Mart. ex Hayne 21 1, ,6 1602,7 0,5 22 1,7 3,6 Eriotheca pubescens (Mart. & Zucc.) schott e Ende. 19 1, ,6 2274,7 0,6 20 1,6 3,5 Dilodendron bipinnatum Radkl. N. 20 1, ,8 1952,4 0,5 18 1,5 3,4 Psidium sp. 18 1, ,4 1038,9 0,3 22 1,7 3,2 Casearia sylvestris SW. 20 1, ,5 0,2 20 1,6 3,2 Genipa americana L. 19 1, ,7 1219,8 0,3 20 1,6 3,2 ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 10

11 Acosmium dasycarpum (Vog.) Yakov 20 1, ,1 819,1 0,2 16 1,3 2,9 Cochlospermum regium (Mart. ex Schrank.) Pelger 19 1,3 8167,1 558,7 0,1 18 1,5 2,9 Brosimum gaudichaudii Trécul. 15 1, ,8 2787,7 0,8 14 1,1 2,9 Licania cf. Spicata Hook. F 18 1, ,8 695,7 0,2 18 1,5 2,9 Bauhinia longifolia(bong.)steud. 14 1,0 4899,2 349,9 0,1 18 1,5 2,6 Magonia pubescens A. St. Hill. 13 0, ,1 986,1 0,3 16 1,3 2,4 Euplassa inaesqualis (Pohl.) Engl. 15 1, ,4 1190,1 0,3 14 1,1 2,4 Guazuma elmifolia Lamb. 12 0, ,7 1237,9 0,4 12 1,0 2,2 Tabebiua roseo-alba (Ridl.) Sandwith 13 0, ,8 963,1 0,3 14 1,1 2,2 Anacardium humile Mart. 13 0, ,1 1029,6 0,3 12 1,0 2,1 Emmotum nítens (Benth.) Miers 10 0,7 7771,7 544,1 0,1 12 1,0 1,8 Alibertia sessilis (Vell.) K. Shum. 10 0,7 4727,1 330,9 0,1 12 1,0 1,8 Cydonia oblonga Miller 10 0,7 4310,3 301,8 0,1 10 0,8 1,6 Vernonia polyanthes Less. 13 0,8 4510,3 277,5 0,1 8 0,7 1,6 Tabebuia chrysotricha (Mart. ex DC.) Sandl var obovota 7 0,5 6731,2 480,8 0,1 10 0,8 1,4 Tabebuia sp. 8 0,5 1690,1 105,6 0,1 10 0,8 1,4 Caryocar brasiliense St. Hil. 3 0,2 2461,7 164,1 0,1 4 0,3 0,6 Não identificada 41 3, ,5 5200,5 1,4 32 2,5 6,9 Total Foi feita a comparação da composição e estrutura da comunidade arbórea de algumas áreas com a área do presente trabalho. Entre elas: de uma floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil Central (SILVA & SCARIOT, 2004), a florística e fitossociologia de uma área de Cerrado sensu stricto na região da borda do oeste do Pantanal, Corumbá, MS, Brasil (LEHN et al., 2008), a fitossociologia de um trecho de floresta estacional semidecidual em Itatinga, São Paulo, Brasil (IVANAUSKAS et al., 1999), e o levantamento florístico e fitossociológico em duas áreas de Cerrado sensu stricto no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás (SILVA et al.,2002). Comparando as famílias com maior número de indivíduos, obtivemos resultados diferentes em quase todas os estudos. Em todas essas áreas diferiu-se a posição das espécies mais e menos importantes, de acordo com VI, mostrando que tornam-se importantes estudos ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 11

12 florísticos e fitossociológicos em diferentes áreas, pois, cada uma possui condições específicas e estruturas populacionais próprias (Quadro 2). QUADRO 2. Comparações dos números de indivíduos (N), Valor de Importância (VI) e a família com maior número de espécies em estudos realizados no domínio Cerrado. Local de estudo N Espécies com maior VI Espécies com menor VI Família com maior número de espécies Curatella americana L. Caryocar brasiliense St. Hil. Área de Reserva Legal da Fazenda Jacaré Diorama,GO (presente estudo) 1463 Heteropterys byrsonimifolia A. Juss. Luehea grandiflora Mart. & Zucc. Qualea parviflora Mart. Tabebuia sp. Tabebuia chrysotricha (Mart. Ex DC.) Sandl var oborota Vernonia polyantes Less. Fabaceae Pseudobombax longiflorum (Mart. & Zucc.) Robyns Cydonia oblonga Miller Pseudobombax tomentarum (Mart. & Zucc.) A. Robyns Celtis iguanaea (Jacq.) Sarg. Floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil Central (SILVA &SCARLOT, 2004) 860 Dilodendron bipinnatum Radlk. Tabebuia impetiginosa (Mart. Standl. ) Combretum duarteanum Cambess. Priogymmanthus hasslerianus (Chodat)P. S. Green Casearia repestris Eichl. Byrsonima sp. Fabaceae Luehea divoricata Mart. Jatropha sp. Região da borda oeste do Pantanal Corumbá, MS (LEHN et al., 2008) 1449 Styrax ferrugineus Ness & Mart. Qualea parviflora Mart. Erythroxylum decideum A. St. Hil Aiouea trinervis Meissn. Vochysiaceae Vochysiaceae Davilha ellipteca A. St. Qualea sp. 2 ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 12

13 Hil Byrsonima intermedia A. Juss. Aspilia grazielae Santos Qualea grandiflora Mart. Byrsonima verbascifolia Rich. ex A. Juss. Copaifera langsdorffii Desf. Myrciaria sp. Trecho da floresta estacional semidecidual em Itatinga, Itatinga SP (IVANAUSKAS et al., 1999) 954 Matayba elaeagnoides Radlk. Lithraea molleoides (Vell.) Engl. Dendropanax cuneatum Decn. & Planch. Ocotea miarum Mez. Euterpe edulis Mart. Eugenia blastantha (Berg.) Legr. Myrtaceae Protium almecega March. Eugenia sp. Kielmeyera coriacea Mart. (área 1) Miconia sp. (área 2) Parque Estadual da Serra de Caldas Novas Caldas Novas, GO (SILVA at al., 2002) 1200 Pouteria ramiflora (Mart.) Radlk. (área 2) Qualea grandiflora Mart. (área 1) Qualea parviflora Mart. (área 2) Casearia sylvestris SW. (área 2) Andira humilis Mart. ex Benth. (área 2) Vochysia tucanonum Mart. (área 1) Vochysiaceae Caryocar brasiliense Cambess. (área 1) Psidium australe Camb. (área 1) A distribuição por classes das alturas dos indivíduos nas parcelas, mostrou a existência de uma maior frequência entre as classes de 4,1 a seis metros (563 indivíduos) e uma menor frequência entre as classes de 10,1 a 12m (seis indivíduos) (Figura 2). Já na distribuição por classes dos diâmetros houve uma maior frequência entre as classes de cinco a oito centímetros (741 indivíduos), e uma menor frequência na classe acima de 32cm com apenas um indivíduo (Figura 3). ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 13

14 Número de indivíduos a 2 2,1 a 4 4,1 a 6 6,1 a 8 8,1 a 10 10,1 a 12 Classes das Alturas (m) FIGURA 2- Distribuição das classes das alturas (m), das espécies da área de Mata Seca Semidecídua da Reserva Legal na Fazenda Jacaré, Município de Diorama, GO Número de indivíduos a 8 8,1 a 11 11,1 a 14 14,1 a 17 17,1 a 20 20,1 a 23 23,1 a 26 26,1 a 29 29,1 a 32 Acima de 32 Classes de Diâmetros (cm) FIGURA 3- Distribuição das classes de diâmetros (cm) das espécies em área de Mata Seca Semidecídua da Reserva Legal na Fazenda Jacaré, Município de Diorama, GO. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 14

15 O padrão de distribuição dos indivíduos nos intervalos de classes de diâmetro foi o J invertido. Fala-se em J invertido quanto há uma grande concentração dos indivíduos nas primeiras classes de diâmetro, indicando uma população em equilíbrio na comunidade e com altas taxas de recrutamento para as espécies indicando que esses indivíduos formam um banco de plântulas que mantém a população auto-regenerativa (SCHIAVINI et al., 2001). O Índice de Diversidade de Shannon (H ) foi de H = 3,49, valor superior ao encontrado em outros trabalhos realizados no domínio Cerrado, como o de SILVA & SCARIOT (2004) onde o índice em uma floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil Central foi de 3,18, já em região da borda Oeste do Pantanal LENH et al. (2008) encontrou o índice de 2,51. Portanto, a área estudada pode ser comparada com áreas mais preservadas do Cerrado que segundo FELFILI et al. (2001) o Índice de Diversidade para essas áreas pode variar de 3,44 até 3,73. O índice de 3,49 indica que esse fragmento de mata do Cerrado apresenta alta diversidade e que deve continuar sendo preservado garantido a manutenção de parte da biodiversidade do Cerrado na Região Oeste do Estado de Goiás. CONCLUSÃO Neste estudo foi possível encontrar diversas espécies que caracterizam a fitofisionomia de Mata Seca Semidecidua do Cerrado, como: Curatella americana (lixeira), Heteropterys byrsonimifolia (murici-macho), Luehea grandiflora (açoitacavalo), Qualea parviflora (pau-terra) e Pseudobombax longiflorum (paineira). O Índice de Diversidade encontrado demonstrou que a área é mais preservada que a maioria das áreas estudadas deste domínio e que é uma formação que continua se regenerando, fato indicado pelo grande número de indivíduos pequenos nas primeiras classes de diâmetro, sendo, portanto, uma área de interesse para a manutenção da biodiversidade dos remanescentes de Cerrado que ainda restam na região. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AB SABER, A. N. Os domínios de Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2003, 159 p. AQUINO, F. G. & OLIVEIRA, M. C. Reserva Legal no Bioma Cerrado: uso e preservação. Planaltina: Embrapa Cerrados. Ministério da Agricultura, Pecuária e abastecimento, 2006, 25 p. APG II (Angiosperm Phylogeny Group). An update of the Angiosperm Phylogeny Group Classification for the orders and families of flowering plants: APG II. Botanical Journal of the Linnea Society, v. 16, n.2, pp , BARBOSA, A. & SCHMIZ, P. I. Ocupação Indígena do Cerrado :esboço de uma história. In: SANO, S. M. & ALMEIDA, S. P. Cerrado: Ambiente e flora. Planaltina. Embrapa CPAC, 1998, 556 p. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 15

16 BUSCHBACHER, R. Expansão Agrícola e Perda da Biodiversidade no Cerrado: Origens históricas e o papel do comércio Internacional. Brasília: WWWF Brasil, 2000, 104 p. CARUSO, R. Cerrado Brasileiro: Desenvolvimento, Preservação e Sustentabilidade. Campinas: Fundação Cargill, 1997, 112 p. COUTINHO, L. M. O Bioma Cerrado. In: WARNING, E. O Cerrado Brasileiro: um século depois. São Paulo: USP, 2002, 156 p. EITTEN, G. Vegetação e o Clima do Brasil. In: PINTO, M. N. Cerrado: caracterização, ocupação e perspectivas. 2ª ed. Brasil: Editora Universidade de Brasília, 1993, 681 p. FELFILI, J. M.; SILVA-JÚNIOR, M. C. S.; SEVILHA, A. C.; REZENDE, A. V.; NOGUEIRA, P. E.; WALTER, B. M. T.; SILVA, F. C & SALGADO, M. A. S. Fitossociologia da vegetação arbórea. In: FELFILI, J. M.; SILVA-JÚNIOR, M. C. (orgs). Biogeografia do Bioma Cerrado Estudo fitofisionômico na Chapada do Espigão Mestre do São Francisco. Brasília: Universidade de Brasília, Departamento de Engenharia Florestal, p. KENT, M. & COKER, P. Vegetation Description and Analysis. Belhaven Press. London p. IVANAUSKS, N. M.; RODRIGUES, R. R. & NAVE, A. G. Fitossociologia de um trecho de Floresta Estacional Semidecídual em Itatinga, Brasil. Scientia Florestalis. São Paulo, v. 56, p , LEHN, C. R.; ALVES, F. M. & DAMASCENO JUNIOR, G. A. Florística e Fitossociologia de uma área de cerrado sensu stricto na região da borda oeste do Pantanal, Corumbá, MS, Brasil. Pesquisas Botânica, v. 59, p , MAGURRAN, A. E. Ecological diversity and its measurement. New Jersey: Princeton University Press, 1988, 179p. MARTINS, F. R. Estrutura de uma floresta mesófila. 2ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1993, 246 p. MUELLER-DOMBOIS, D. & ELLEMBERG, H. Aims and methods of vegetation ecology. J. Wiley & Sons, New York p. MYERS, N.; MITTERMEYER, C. G.; FONSECA, G. A. B. & KENT, J. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature, v. 403, p , RIBEIRO, J. F.; SILVA, J. C. S. & BATMANIAM, G. J. Fitossociologia de tipos fisionômicos de cerrado em Planaltina (DF). Revista Brasileira de Botânica.v. 8, p , ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 16

17 RIBEIRO, J. F. & WALTER, B. M. T. Fitofisionomias do bioma cerrado. In: SANO, S. M. & ALMEIDA, S. P. Cerrado: Ambiente e Flora. Planaltina: EMBRAPA CPAC, 1998, 556 p. RIBEIRO, J. F. & WALTER, B. M. T. As principais fitofisionomias do Bioma Cerrado. In: SANO, S. M.; ALMEIDA, S. P; RIBEIRO, J. F. Cerrado: Ecologia e Flora. Vol.1. Planaltina: Embrapa Cerrados, 2008, 406p. p. SCHIAVINI, I.; RESENDE, J. C. F. & AQUINO, F. G. Dinâmica de populações de espécies arbóreas em Mata de Galeria e Mata Mesófila na margem do Ribeirão Panga, MG. In: RIBEIRO, J. F.; FONSECA, C. E. L. & SOUSA SILVA, J. C. Cerrado: caracterização e recuperação de matas de galeria. Planaltina: Embrapa Cerrados, 2001, 899p. SILVA JÚNIOR, M. C.; FELFILI, J. M.; WALTER, B. M. T.; NOGUEIRA, P.E.; REZENDE, A. V.; MORAIS, R. O. & NÓBREGA, M. G. G. Análise da flora arbórea de mata de Galeria no Distrito Federal: 21 levantamentos. In: RIBEIRO, J. F.; FONSECA, C. E. L. & SOUSA SILVA, J. C. Cerrado: caracterização e recuperação de matas de galeria. Planaltina: Embrapa Cerrados, 2001, 899 p. SILVA, L. A. & SCARIOT, A. Composição e estrutura da comunidade arbórea de uma floresta estacional decidual sobre afloramento calcário no Brasil Central. Revista Árvore, v. 28, n. 1, p , SILVA, L. O; COSTA, D. A; FILHO, K. E. S.; FERREIRA, H. D. & BRANDÃO, D. Levantamento Florístico e Fitossociológico em duas áreas de cerrado sensu stricto no parque estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás. Acta Botânica Brasílica. V.16, n.1, p.43-53, VALE, F. P; BERNARDES, J. D.; CRISTOFOLI, M; LEÃO, L. L; MORAIS, F. G.; OLIVEIRA, A.A. & SANTOS-DINIZ, V.S. Levantamento Florístico do Parque Ecológico da Cachoeirinha,município de Iporá-GO. IV Seminário de Iniciação Científica. Anais...Universidade Estadual de Goiás, Anápolis, GO. p , VAN DEN BERG, E. & OLIVEIRA FILHO, A. T. Composição florística e estrutura fitossociológica de uma floresta ripária em Itutinga, MG, e comparação com outras áreas. Revista Brasileira de Botânica. São Paulo, v. 23, n.3, p , VUONO, Y. S. Inventário Fitossociológico. In: MORI, S.A.; SILVA, L. A. M.; LISBOA, S. & CORADIN, L. Manual do herbário fanerogâmico. Centro de pesquisa do cacau, Itabuna, Bahia, 1985, 97 p. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 17

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