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2 7 ÍNDICE INTRODUÇÃO MESSIANISMO REVOLUCIONÁRIO E EUROPEÍSMO FRANCOCÊNTRICO. A "GRANDE NAÇÃO" FRANCESA DOS ESTADOS GERAIS A SANTA HELENA A Era da Revolução: dinâmica histórica e leitura historiográfica Os primórdios do messianismo revolucionário (1789/1793). : O Directório e a Europa das "repúblicas irmãs" (1794/1799) O triunfo napoleónico: terminar a Revolução e pacificar a Europa (1799/1804) O europeísmo napoleónico: tácticas, modelos e instrumentos Da "Grande Nação" ao "Grande Império": guerra e política (1805/1814) O Império napoleónico perante os nacionalismos dos povos Santa Helena e o Mémorial do "romântico cativo" (1815/1816) Napoleão e a nova Europa do Congresso de Viena Egipto, Grã-Bretanha e Rússia: o mundo visto de Santa Helena Espanha, Itália e Alemanha: a Europa vista de Santa Helena Os ecos do bonapartismo na contemporaneidade ocidental

3 8 I A Europa Napoleónica e Portugal 2. O ANO DE 1807: O FIM DA NEUTRALIDADE EA CHEGADA DAS INVASÕES FRANCESAS A fronteira da modernidade portuguesa A diplomacia de Lisboa perante a rivalidade franco-britânica "La vache au lait de l'angleterre" (1789/1801) A neutralidade problemática (1801/1807) A contagem decrescente para a primeira Invasão Francesa O Brasil ou a maior e melhor parte da monarquia portuguesa Os dilemas do príncipe regente D. João A Convenção luso-britânica e o tratado de Fontainebleau A marcha da primeira Invasão Francesa O embarque da família real e a transferência da capital para o Brasil A chegada de Junot O princípio do fim do Antigo Regime português PORTUGAL E A GUERRA PENINSULAR ENTRE E O significado da Guerra Peninsular na história da Europa napoleónica O espaço ibérico na geoestratégia de Paris e Londres A viragem espanhola: do francesismo de Godoy ao nacionalismo do "dos de Mayo" A guerra de independência em Espanha e o efeito de Bailén Napoleão em Espanha: a reconquista de Madrid e a perseguição de John Moore Os planos da segunda Invasão Francesa de Portugal e da submissão da Andaluzia espanhola A reorganização da resistência anglo-iusa em 1808/ A construção do herói: Wellington em Portugal A tomada do Porto e o desastre da Ponte das Barcas A "realeza" de Soult e a defesa da ponte de Amarante A ofensiva anglo-lusa e a retirada de Soult As razões do fracasso da segunda Invasão Francesa A campanha da Andaluzia e o contra-ataque francês Do Porto e Talavera a Wagram: o Império napoleónico em O lugar da segunda Invasão Francesa na evolução da "úlcera" peninsular 191

4 Índice I 9 4. "PARLER LA LANGAGE DES FOULES". lunot E SOULT PERANTE A OPINIÃO PÚBLICA EM PORTUGAL (1807/1809) 1. "Corações e mentes" na Europa napoleónica A Revolução Francesa e as origens da opinião pública moderna. 3. A política de informação do Império Napoleónico. 4. "Vender" e "popularizar" a guerra: Napoleão em campanha 5. As Invasões Francesas e a modernidade jornalística em Portugal A primeira Invasão: junot perante a opinião pública de Lisboa em 1808 '. 7. A guerra de escritos: a contra-informação francófoba e a derrota de junot. 8. A segunda Invasão: Soult perante a opinião pública do Porto em O Diário do Porto entre o colaboracionismo e o francesismo 10. A relação luso-francesa: do choque de vontades ao diálogo de surdos A ÚLTIMA INVASÃO: FRANCESES E ANGLO-LUSOS ENTRE 1810 E Napoleão e a Guerra Peninsular em 1809/ Wellington e a Guerra Peninsular em 1809/ Expectativas e preparativos para a campanha de Portugal 4. As chaves da fronteira: Cidade Rodrigo, Côa e Almeida 5. A invasão de Portugal: caminhos e dispositivos 6. A batalha do Buçaco: guerra e política A inexpugnabilidade das Linhas de Torres Reinventar a invasão: Massena e os seus generais 9. Um Inverno de impasse. 10. A retirada francesa. 11. A fronteira luso-espanhola na Primavera de A última contra-ofensiva: a batalha de Fuentes d'ofioro 13. A libertação definitiva de Portugal Do improviso à derrota: as causas do fracasso de Massena em Portugal A nova face da Guerra Peninsular: Wellington em 1812/

5 10 I A Europa Napoleónica e Portugal 6. O IMPACTO DAS INVASÕES FRANCESAS NA CONSTRUÇÃO DA MODERNIDADE OITOCENTISTA PORTUGUESA As Invasões Francesas na leitura retrospectiva de Oliveira Martins Da neutralidade difícil à invasão inevitável A Corte na América e a orfandade na metrópole As Invasões Francesas: a crise político-social, a ruína económica e a perda de independência A prosperidade brasileira e a decadência portuguesa nas vésperas do Vintismo Os problemas da nova ordem liberal A militarização da política e o desacordo entre as legitimidades liberais. 8. O liberalismo português no "reinado da frase e do tiro". 9. Os instrumentos e a dinâmica da Regeneração O impacto das Invasões Francesas no século XIX português CRONOLOGIA FONTES E BIBLIOGRAFIA. ÍNDICE

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