Vice-presidente Técnicado ConselhoFederal de Contabilidade(CFC)

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1 Verônica SoutoMaior Vice-presidente Técnicado ConselhoFederal de Contabilidade(CFC)

2 AÇOES DO CFC -CRIAÇÃO DE UM GT GRUPO DE TRABALHO: CONSIDERANDO o processo de convergência das Normas Brasileiras de Contabilidade aos padrões internacionais; CONSIDERANDO que a contabilidade enquanto ciência social tem suas bases definidas pelos Princípios de Contabilidade e, como tal, não pode admitir que o registro de um fato patrimonial seja diferente de uma entidade para outra, em face de suas características constitutivas ou do volume de recursos movimentados na consecução de seus objetivos;

3 AÇOES DO CFC -CRIAÇÃO DE UM GT GRUPO DE TRABALHO: CONSIDERANDO que a edição pelo CFC da NBC TG 1000 Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (Resolução CFC nº 1.255/09) tornou obrigatória a adoção dessa Norma por todas as micro, pequenas e médias empresas brasileiras; CONSIDERANDO que a Câmara Técnica do CFC identificou a necessidade da melhor disseminação do conceito de PME (previsto na Norma) e da emissão de Interpretações Técnicas, visando melhor orientar os profissionais na aplicação/adoção da NBC TG 1000.

4 AÇOES DO CFC -CRIAÇÃO DE UM GT GRUPO DE TRABALHO: CONSIDERANDO a reivindicação dos Profissionais de Contabilidade atuantes no segmento das microempresas e empresas de pequeno porte, o CFC criou um Grupo de Trabalho para analisar os possíveis ajustamentos na implantação no Brasil da IFRS para as Pequenas e MédiasEmpresas; CONSIDERANDO que a convergência adotada no Brasil é resultado de um processo, que está sujeito a revisões e adequações visando a sua melhoria constante, e a implementação das correções que se façam necessárias;

5 AÇOES DO CFC -CRIAÇÃO DE UM GT GRUPO DE TRABALHO: CONSIDERANDO que alguns países adotaram um tratamento diferenciado parao caso das empresas consideradas muito pequenas ou microempresas, sem com isso comprometer a convergência ao padrão internacional adotado pelo país; MISSÃO: ESTUDAR ALTERNATIVAS E APRESENTAR PROPOSTAS

6 ITG 1000 MODELO ITG 1000 CONTÁBIL MODELO SIMPLIFICADO CONTÁBIL LPARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUNEO PORTE Breve Histórico(convergênciaconvergência aos padrões internacionais): 1. No Brasil o processo de convergência aos padrões internacionais ocorreu (marco inicial obrigatório em2010) de forma ampla: ContabilidadeSocietária, Auditoria e Setor Público*. 2. IFRS Documentosdo CPC NBC TG = Contabilidade Geral NBC TG Full NBC TG Simplificada (NBC TG 1000) A Pequena e Média têm o crescimento como caminho natural e no futuro deverão aplicar o full IFRS. IAS NBC TA = Auditoria IPSAS NBC TSP Contabilidade Aplicada ao Setor Público * Obrigatoriedadede de forma gradativa: União, Estados e Municípios( ) 2014)

7 Breve Histórico(convergênciaconvergência aos padrões internacionais): 3. O CFC ao alterar o padrão local (BRGAAP), alinhando-o substancialmente ao padrão IFRS para todas as Empresas, pretendeu manter a mesma linguagem (padrões contábeis) para todas as empresas brasileiras. 4. As bases da simplificação primaram por conservar o reconhecimento e a mensuraçãoexistentes no conjunto completo. A NBC TG 1000 buscou eliminarprincípios sobre operações/transações que raramente existiriam nas PMES, bem como reduziro tamanho e a complexidade do requerimento de divulgação.

8 NORMAS DO CFC Vigentes NBCTG 1000 Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas ITG 2000 Escrituração Contábil Revogadas NBC T NBC T Escrituração Contábil Simplificada para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.

9 ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL (ITG 2000) A ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DEVE SER REALIZADA COM OBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE. O NÍVEL DE DETALHAMENTO DA ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DEVE ESTAR ALINHADO ÀS NECESSIDADES DE INFORMAÇÃO DE SEUS USUÁRIOS E ÀS EXIGÊNCIAS DOS ORGÃOS REGULADORES. O DETALHAMENTO DOS REGISTROS CONTÁBEIS É DIRETAMENTE PROPORCIONAL À COMPLEXIDADE DAS OPERAÇÕES DA ENTIDADE E DOS REQUISITOS DE INFORMAÇÃO A ELA APLICÁVEIS E, EXCETO NOS CASOS EM QUE UMA AUTORIDADE REGULADORA ASSIM O REQUEIRA, NÃO DEVEM NECESSARIAMENTE OBSERVAR UM PADRÃO PRÉ- DEFINIDO.

10 Contextualização Ambiente Brasileiro: 1. Todas as Empresasindependentementedasuanatureza, porte, número de funcionários, segmento de negócio, complexidade e/ou volume de operações são obrigadas* a manter escrituração contábil emconformidadecom ospc s e as NBC s (PREMISSA PREMISSA). 2. A permissão legal de adotar uma escrituração contábil simplificada (concedidapeloartigo27 dalei Complementarno. 123/06) não desobriga a microempresa e a empresa de pequeno porte, optantes pelo Simples Nacional, a manter escrituração contábil uniforme dos seus atos e fatos administrativos que provocaram e possa vir a provocar alteração do seu patrimônio. * Lei no /10, além de outras exigências legais.

11 Contextualização Ambiente Brasileiro: 3. De acordocom a Resoluçãono. 28/2008 do ComitêGestordo Simples Nacional, a apresentação da escrituração contábil simplificada de acordo com as normas emanadas pelo Conselho Federal de Contabilidade supriu a faculdade contida no artigo 27 da Lei Complementar no. 123/06, estabelecendo que a apresentação daescrituraçãocontábilemespecial do livrodiárioe do livrorazão, dispensa a apresentação do livro caixa.

12 AÇÕES DE OUTRAS ENTIDADES MDIC Criação de Grupode Trabalhoparaa elaboraçãode estudos, análisesde mudançase proposiçãode açõesparaa melhoraplicaçãode regrasde contabilidadeparaa Micro e Pequenas Empresas de que trata a Portaria MDIC 193, de 21/07/2011.

13 AÇÕES DE OUTRAS ENTIDADES MDIC PORTARIA Nº 25, DE 28 DE SETEMBRO DE 2011 I- Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC II- Conselho Federal de Contabilidade-CFC III- Confederação Nacional da Indústria- CNI IV-ConfederaçãoNacionaldoComérciodeBens,ServiçoseTurismo-CNC V- Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas- CNDL VI- Serviço Brasileiro de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte- SEBRAE VII - Federação Nacional das empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas- FENACON VIII- Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte- COMICRO IX- Confederação Nacional da Micro e Pequena Empresa- CONAMPE X- Confederação Nacional do Transporte- CNT XI - Secretaria de Estado da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária do Distrito Federal- SMPES/GDF XII - Associação Comercial do Rio de Janeiro

14 PROPOSIÇÕES: Desobrigar as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte da adoção da NBC TG 1000 Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas. Elaborar minuta para edição, pelo CFC, de uma NBC TG ou ITG, de adoção obrigatória,baseada no modelo contábil simplificado proposto pela ONU para microempresas: SMEGA Nível 3 Orientações para a Contabilidade de Pequenas e Médias Empresas (SMEGA Level3 AccountingandFinancial Reporting Guidelines for Small and Medium-sized Enterprises) ; Definir quais empresas poderão adotar o modelo simplificado, a partir da adoção não obrigatória da NBC TG 1000.

15 PROPOSIÇÕES: Para fins de NÃO APLICAÇÃO OBRIGATÓRIA danbc TG 1000, considera-se microempresa e empresade pequeno porte aquelas empresascujareceitabrutaanualsejaigualouinferior a R$ ,00, observando-se as exigênciaslegais. Critérios Válidos(Utilizados Utilizados): a) Volume de NegóciosouValor dareceita(*); b) Valor do Ativo; e c) Número de Empregados. (*) O CFC elegeu como critério para definir microempresa e empresa de pequeno porte parafins daitg 1000, o valor dareceitaanual, tendocomobase a definiçãoutilizada no Estatuto da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte (Lei 123/96 com suas alterações).

16 PROPOSIÇÕES: Pequena e MédiaEmpresa(com Receitasuperior a R$ 3,6 milhões): No âmbito docfc: a) Elaboração e distribuição de guias práticos de implementação da NBC TG 1000edas seções mais aplicáveis relevantes para obrasil. b) Exercício da fiscalização preventiva na forma de orientação nos próximos dois anos. No âmbito dafenacon: a) Execução em âmbito nacional de programas para capacitação/qualificação dos profissionais, em modelo e conteúdo a ser definido conjuntamente com o CFC. b) Realização de campanhas institucionais especialmente relacionadas a utilização dos Guias Práticos desenvolvidos.

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