AVALIAÇÃO DE HORÁRIOS ALTERNATIVOS PARA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA PARA O CONTROLE DA FERRUGEM ASIATICA DA SOJA

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1 AVALIAÇÃO DE HORÁRIOS ALTERNATIVOS PARA APLICAÇÃO DE FUNGICIDA PARA O CONTROLE DA FERRUGEM ASIATICA DA SOJA Étore Francisco Reynaldo 1, Thiago Martins Machado 2, Leandro Taubinger 3, Dionathan de Quadros 4 1 Pesquisador da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária Entre Rios - PR - Brasil 2 Professor Doutor do Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais da Universidade Federal de Mato Grosso Campus Sinop - Sinop - MT - Brasil 3 Pesquisador Junior da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária Entre Rios PR - Brasil 4 Auxiliar técnico da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária Entre Rios PR - Brasil Recebido em: 08/09/2015 Aprovado em: 14/11/2015 Publicado em: 01/12/2015 DOI: RESUMO A aplicação de defensivos é uma das etapas agrícolas mais exigentes, quando executada de forma inadequada é sinônimo de prejuízo, pois gera desperdício e consequentemente aumenta o custo de produção. O objetivo deste ensaio foi a avaliação de horários alternativos para a aplicação de produtos fitossanitários no controle de ferrugem asiática da soja e sua interação com o orvalho. A aplicação foi realizada utilizando-se pulverizador portátil com cilindro de CO 2 de alumínio, com 2,5 metros de comprimento de barras e porta bicos espaçados a 0,50 metros. A ponta de pulverização utilizada em todos os tratamentos foi a TTVP O ensaio foi realizado em delineamento fatorial, sendo quatro volumes de aplicação e quatro horários de aplicação. As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa SAS 9.3. Após, os resultados obtidos foram submetidos à estatística pelo teste F e as médias foram comparadas pelo teste Tukey ao nível de 5 % de significância. Não houve diferença significativa de produtividade em relação aos horários de aplicação de fungicida. O volume de aplicação de fungicida menor que 115 l ha -1 demonstra queda de produtividade na cultura da soja. PALAVRAS-CHAVE: Pulverizador, tecnologia de aplicação, taxa de aplicação ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

2 EVALUATION OF TIME ALTERNATIVE FUNGICIDE APPLICATION ON ASIAN SOYBEAN RUST CONTROL ABSTRACT The application of pesticides is one of the most demanding agricultural stages, when performed improperly is synonymous with prejudice because it generates waste and consequently increases the cost of production. The objective of this trial was to evaluate alternative schedules for the application of plant protection products on Asian rust control soybean and its interaction with dew. The application was performed using a portable sprayer with CO 2 aluminum cylinder 2.5 meters long bars and port nozzles spaced 0.50 meters. The spray tip used in all treatments was TTVP The test was conducted in factorial design, with four application volumes and four application times. Statistical analyzes were performed using SAS 9.3 software. After the results were statistically by F test and the means were compared by Tukey test at 5% significance level. There was no significant difference in productivity in relation to fungicide application schedules. The fungicide application volume less than 115 l ha -1 shows productivity drop in soybean. KEYWORDS: Sprayer, technology application, rate of application INTRODUÇÃO A ferrugem Asiática é uma das doenças mais severas que incide na cultura da soja (YORINORI et al., 2005) e o principal problema fitossanitário da soja no Brasil NASCIMENTO et al. (2013). O dano ocasionado pela ferrugem asiática é a desfolha precoce, que pode impedir a completa formação dos grãos, e consequentemente implica na redução da produtividade (ROCHA et al., 2009). A utilização de fungicidas é a principal ferramenta de controle da ferrugem asiática da soja (AUGUSTI et al., 2014). O controle de doenças em plantas deve integrar métodos culturais, genéticos e químicos (KLINGELFUSS & YORINORI, 2001). Os agrotóxicos, também denominados defensivos agrícolas ou produtos fitossanitários, constituem parte integrante do manejo fitossanitário de culturas agrícolas e não-agrícolas. O uso racional desses produtos associado a outras práticas agrícolas têm minimizado o impacto ambiental, além de contribuir para a oferta de alimentos mais saudáveis à população (RAETANO, 2011). O princípio básico da tecnologia de aplicação é a divisão do líquido a ser aplicado em gotas ( processo de pulverização ), multiplicando o número de partículas (gotas) que carregam os princípios ativos em direção aos alvos da aplicação (FAGGION & ANTUNIASSI, 2010). A tecnologia de aplicação, como momento de aplicação e o tipo de ponta utilizada nas pulverizações influenciam o controle químico (SILVA et al., 2005). A aplicação adequada é aquela que, realizada no momento correto, horário adequado, que proporcione cobertura suficiente do alvo e nele deposita a quantidade de defensivo necessária para eliminar ou abrandar, com segurança, um determinado problema (MATUO, 1990). Outro parâmetro fundamental para o sucesso do tratamento é a adequação da tecnologia de aplicação às condições climáticas. Para a maioria dos casos, devem ser evitadas aplicações com umidade relativa inferior a 50% e temperatura ambiente maior que 30 0 C. No caso do vento, o ideal é que as aplicações ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

3 sejam realizadas com vento entre 3 e 10 km/h. Ausência de vento também pode ser prejudicial, em função da chance de ocorrer ar aquecido ascendente (inversão térmica), o que dificulta a deposição das gotas pequenas. Estes limites, entretanto, devem ser considerados e eventualmente podendo ser flexíveis de acordo com a tecnologia de aplicação que será utilizada (ANDEF, 2013). A eficiência da aplicação também é maior quando é respeitada a pontualidade da mesma, ou seja, quanto mais perto da data ideal da aplicação esta for realizada, maior a probabilidade de sucesso. Essa pontualidade nem sempre é possível de ser respeitada devido à capacidade operacional limitada, pelo restrito número de horas em que esses limites climáticos são atendidos. Assim, realizando aplicações em horários alternativos, pode-se otimizar o tempo, além de melhorar a pontualidade da aplicação, tornando a mesma mais viável. O objetivo deste ensaio foi a avaliação de horários alternativos para a aplicação de fungicida no controle de ferrugem asiática da soja e sua interação com o orvalho. MATERIAL E METÓDOS O ensaio foi conduzido na Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária FAPA, em Entre Rios, munícipio de Guarapuava PR, localizada na seguinte coordenada geográfica: latitude ' 24" e longitude ' 55". A altitude média é de 1124 metros em relação ao nível médio dos mares. A cultivar de soja semeada para o ensaio foi a AFS 110 RR, semeada em 21/11/2012. A densidade populacional foi de 350 mil plantas por hectare. A adubação de base de 250 kg ha -1 na formulação O fungicida utilizado para associação com os adjuvantes avaliados, no controle da ferrugem asiática da soja foi Opera, na dose de 0,5 l ha -1. A aplicação foi realizada na fase de R 5.2 nos dias 23 e 24/03/2013. A variação do volume de aplicação foi feita através da variação da velocidade, mantendo-se sempre a mesma faixa de pressão de trabalho do sistema, de forma a não variar as características de tamanho e distribuição das gotas. A aplicação foi realizada utilizando-se pulverizador portátil com cilindro de CO 2 de alumínio, marca HERBICAT, modelo pesquisa, com 2,5 metros de comprimento de barras e porta bicos espaçados a 0,50 metros. A ponta de pulverização utilizada em todos os tratamentos foi a TTVP da Teejet. O ensaio foi realizado em delineamento fatorial sendo cinco horários e quatro vazões diferentes. As parcelas possuíam área de 140 m 2 (7 metros de largura x 20 metros de comprimento). Para a determinação da produtividade, foram colhidas ao longo de cada parcela, subparcelas, com área útil de 9,0 m² (1,8 m de largura x 5 metros de comprimento). Na Tabela 1 têm-se os tratamentos utilizados no ensaio de avaliação de horários alternativos de aplicação de fungicida no controle da ferrugem asiática da soja, e as vazões utilizadas. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

4 TABELA 1 -Tratamentos realizados durante o experimento. N Trat. Horário de Aplicação Vazão (l ha -1 ) 1 00: : : : : : : : : : : : : : : : : : : : As análises estatísticas foram realizadas utilizando o programa SAS 9.3. Primeiramente foi aplicado teste de homogeneidade de variância. Após, os resultados obtidos foram submetidos à estatística pelo teste F e as médias foram comparadas pelo teste Tukey ao nível de 5 % de significância. RESULTADOS E DISCUSSÃO Na Tabela 2 estão apresentados os dados das condições climáticas no respectivo horário em que foi realizada a aplicação. Conforme era esperado, houve variação das condições nas diferentes horas do dia. No entanto, em todos os horários foram respeitados os limites das condições climáticas descritas anteriormente. Nota-se, que nos horários de 20 e 0 horas, a condição de molhamento foliar (orvalho) já presente nas folhas, possivelmente pode ter contribuído para melhorar a eficiência e ação dos fungicidas nos horários da noite, o que também já era esperado. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

5 TABELA 1 - Condições climáticas em cada horário de aplicação realizada. Condição Horário da Aplicação 00:00 04:00 12:00 16:00 20:00 Molhamento Foliar (%) Temperatura Média ( C) 17,9 16,5 21,7 23,0 18,0 Umidade Relativa (%) 91,5 92,9 73,6 68,2 90,8 Velocidade do Vento (m/s) 5,9 5,5 4,6 4,0 4,1 No gráfico da Figura 1 estão apresentados os resultados de produtividade média para cada taxa de aplicação utilizada nos diferentes horários do dia. A única taxa de aplicação que diferiu estatisticamente das demais vazões, e teve uma menor produtividade, foi a de 90 l ha -1. Isso demonstra que não há diferença na utilização de 115, 150 ou 190 l ha -1 de calda. Segundo (BRAUN et al., 2014) em experimento avaliando a qualidade de aplicação, com volume de aplicação de 60 e 170 l ha -1, concluiu que o volume de aplicação de 170 l ha -1 obteve melhor cobertura, densidade de gotas e uniformidade. Podendo ser a qualidade de gota, que interferiu na produtividade devido a menor cobertura e densidade de gotas com o volume de aplicação de 90 l ha -1. FIGURA 1 - Resultados de produtividade na média das quatro taxas de aplicação utilizadas durante os horários do dia. *Médias seguidas por letras iguais não diferem entre si, pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade. No gráfico da Figura 2 estão apresentados os resultados de produtividade média nos diferentes horários do dia. Não houve diferença estatística entre os cinco horários de aplicação utilizados, corroborando com os resultados encontrados por (NASCIMENTO et al., 2013), no qual avaliaram diferentes pontas em diferentes horários ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

6 de aplicação, não encontrando diferenças de produtividade na soja. Já (MENDES & CABEDA, 2005) discordam dos resultados, pois obtiveram interação entre horário de aplicação e tipo de ponta. FIGURA 2 - Resultados de produtividade na média para os 5 horários do dia, considerando as 4 taxas de aplicação utilizadas. *Médias seguidas por letras iguais não diferem entre si, pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade. Analisando-se ainda o desdobramento da interação estatística entre hora de aplicação e volume de aplicação utilizada, apenas às quatro horas houve diferença estatística entre as diferentes vazões, sendo que a melhor vazão foi a de 190 l ha -1, não diferindo das vazões de 150 e 115 l ha -1. Nos demais horários, não houve diferença entre as vazões utilizadas. Ou seja, é possível trabalhar com uma vazão de até 115 l ha -1, em qualquer horário da noite, tendo-se em contrapartida, um aumento da eficiência operacional (diminuição do número de tanques por área) e aumento no número de horas possíveis de serem trabalhadas (horas dia -1 ), aumentando-se consequentemente o rendimento operacional das pulverizações de fungicidas. CONCLUSÕES Respeitando se os limites das condições climáticas, não houve diferença significativa de produtividade em relação ao horário de aplicação de fungicida. Volume de aplicação de fungicida menor que 115 l ha -1 demonstra queda de produtividade na cultura da soja. REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE DEFESA VEGETAL ANDEF. Manual de tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários. São Paulo: Línea Creativa, p. AUGUSTI, G. R.; SARI, B. G.; COSTA, I. F. D.; RODRIGUES, J. S.; GUERRA, R. C. Aplicações preventivas e erradicantes de fungicidas no controle da ferrugem asiática da soja. Summa Phytopathol, Botucatu, v. 40, n. 3, p , ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

7 BRAUN, M.; PINTO, T. C.; BIER, V. A.; MAGGI, M. F. Comparação de pulverização de baixa (60 L h -1 ) com alta vazão (170 L ha -1 ) em pulverização de barras. Acta Iguazu, Cascavel, v. 3, n. 3, p , FAGGION, F.; ANTUNIASSI, U. R. Desempenho de pontas de pulverização quanto a indução de ar nas gotas. Revista Energia na Agricultura, v. 25, n. 4, p , Disponível em: Acesso em: 03 abr KLINGELFUSS, L. H.; YORINORI, J. T. Infecção latente de Colletotrichum truncatum e Cercospora kikuchii em soja. Fitopatologia Brasileira, Brasília, v. 26, n. 2, p , MATUO, T. Técnicas de aplicação de defensivos agrícolas. Jaboticabal: FUNEP p. MENDES, C. S.; CABEDA, R. Pontas para fungicidas foliares na cultura da soja. In: TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, 3., Cascavel. Encontro... Cascavel: Grupo TA, p NASCIMENTO, J. M.; GAVASSONI, W. L.; SOUZA, C. M. A.; BACCHI, L. M. A.; SERRA, A. P.; ZACCARON, M. L. Pontas de pulverização e horários de aplicação no controle químico de ferrugem asiática da soja. Semina: Ciências Agrárias, v. 34, n. 5, p , RAETANO, C. G. In: Introdução ao estudo da tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários. ANTUNIASSI, U. R & BOLLER, W.; Tecnologia de aplicação para culturas anuais. Passo Fundo: FEPAF, p. ROCHA, C. L.; GUERRA, D. S.; RODRIGUES M. A. T.; BEGLIOMINI, E. Eficiência do fungicida piraclostrobin + metconazole (BAS 55601F) no controle da ferrugem asiática da soja. In: REUNIÃO DE PESQUISA DE SOJA DA REGIÃO SUL, 37., 2009, Porto Alegre. Resumos... Porto Alegre: UFRGS, Disponível em: <http:// www6.ufrgs.br/agronomia/materiais/xxxviirpssul. pdf.>. Acesso em: 19 jul SILVA, L. H. C. P.; CAMPOS, H. D.; SILVA, J. R. C.; RIBEIRO, G. C.; NEVES, D. L. Ferrugem asiática em Goiás: Controle químico e hospedeiros alternativos. In: WORKSHOP BRASILEIRO SOBRE A FERRUGEM ASIÁTICA, 1., Uberlândia. Anais... Uberlândia: EDUFU, cap. 14, p YORINORI, J. T.; PAIVA, W. M.; FREDERICK, R. D.; COSTAMILAN L. M.; BERTAGNOLLI, P. F.; HARTMAN, G. E.; GODOY, C. V.; NUNES JUNIOR, J. Epidemics of soybean rust (Phakopsora pachyrhizi) in Brazil and Paraguay from 2001 to Plant Disease 89: , ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.11 n.22; p

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