Qualidade e Gestão da Doença Crónica

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Qualidade e Gestão da Doença Crónica"

Transcrição

1 Qualidade e Gestão da Doença Crónica Alexandre Lourenço Director Coordenador de Financiamento e Contratualização saude.pt

2

3 Perspectiva do Comprador Capacidade para pagar Qualidade de Cuidados Perspectiva do Cidadão Valor Qualidade Clínica Perspectiva Clínica Adaptado de Wallace P, 2004.

4 Evolução da despesa em saúde em percentagem do PIB OCDE, 2009

5 Carga económica da Doença Crónica População Custos anuais 1% 25% 5% 50% 10% 66% Berk ML, Monheit AC. Health Aff 1992;11: Berk ML, Monheit AC. Health Aff 2001;20:9-18. Yu W, Ezzati-Rice T. Expenditure Panel Survey Agency for Healthcare Medical Research and Quality Zuvekas SH, Cohen JW. Health Aff (Millwood) 2007;26:

6 Problema 5/50 ou 10/70

7 Carga económica da Doença Crónica (RU) % da Despesa % das consultas de MGF Department of Health, 2004.

8 Peso da doença e óbitos das doenças crónicas na região europeia da OMS (2005) Grupo de causas Doenças crónicas seleccionadas DALYs (x 1000) Peso da Doença Proporção entre todas as causas (%) Número (x 1000) Mortes Proporção entre todas as causas (%) Doenças cardivasculares Condições neuropsiquiátricas Cancro Doenças digestivas Doenças respiratórias Doenças de órgão sensoriais Doenças musculo-esqueléticas Diabetes mellitus Condições orais Todas as doenças não comunicáveis Todas as causas Adaptado de Busse, 2009

9 Peso da doença crónica - diabetes 20, , ,0 Taxa de Mortalidade padronizada pela idade 14,0 12,0 10,0 8,0 6, DALYs padronizada pela idade 4,0 2, OMS, 2004 Taxa de Mortalidade padronizada pela idade DALYs padronizada pela idade

10 Carga epidemiológica (OMS Europa) Em 2030; 25% mortes associadas a alergias/ asma/ DPOC (doenças crónicas pulmonares) 33% mortes associadas a diabetes 50% mortes associadas a demência World Health Organization; 2006

11 Passado Administração Central Nunca fazem o planeado! Fazem planos que nunca consideram as condições no terreno! Ponto de Prestação de Cuidados

12 Invariavelmente

13 Convergência por resultados em saúde Administração Central Ponto de Prestação de Cuidados Cidadão

14 Organização tradicional dos sistema de saúde C. Terciários Cuidados Secundários a a ARS Distrito Cuidados Primários a Centros de Saúde

15 Adaptado de Sakellarides C, 2009.

16 Compra de produção e financiamento Orçamento Global Incentivos (5%) Internato Médico Contrato Programa Hospitalar P. Verticais

17 Modalidades de pagamento PREVENÇÃO PRESTAÇÃO/ PRODUÇÃO DE SERVIÇO CONTENÇÃO DE CUSTOS PAGAMENTO POR SERVIÇO +/ DIÁRIA +/ POR EPISÓDIO (E.G. DRG) +/ ORÇAMENTO GLOBAL CAPITAÇÃO Adaptado de Langenbrunner JC, 2002.

18 Modalidades de pagamento Pagamento por serviço * Doentes graves habitualmente atractivos * Sobre-prestação de cuidados * Sub-referenciação * Sem incentivos à qualidade Pagamento por caso/episódio * Doentes graves não são atractivos * Tendência à prestação média * Fracos incentivos qualidade Capitação * Doentes graves não são atractivos * Sub-prestação de cuidados * Sobre-referenciação * Qualidade: maus resultados - > mais trabalho Adaptado de Busse, 2009.

19 Novas modalidade de pagamento Pagamento anual para uma carteira de cuidados por indivíduo com uma condição crónica (DK) Bónus por doente aos médicos que actuem como gatekeepers e apliquem protocolos clínicos a doentes com doenças crónicas (F) bónus por recrutamento e documentação de doentes para DMPs (A) 1% do orçamento da saúde dedicado à integração de cuidados (A) Bónus por atingir metas de estrutura, de processo e de resultado (RU) Bónus pay-for-performance (EUA)

20 Portugal Estratégias paralelas Iniciativas políticas Objectivos/mecanismos Criação de Unidades Locais de Saúde Constituição da Rede Nacional de Cuidados Continuados, criado pelos Ministérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Saúde Desenvolvimento do modelos de gestão integrada da doença, promovendo a criação de centros de elevada diferenciação e centros de tratamento, tal como a aplicação ao nível do financiamento à insuficiência renal crónica Reforma dos cuidados de saúde primários Aumentar a coordenação da prestação entre níveis de cuidados, e aumentar a eficiência da prestação Melhorar a prestação cuidados de saúde e de apoio social a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência e com perda de autonomia. Criação de Unidades de Saúde Familiar, baseadas na autonomia das equipas através de cartas de compromisso e pagamento por desempenho.

21 ULS e capitação C. Terciários a ARS Cuidados Secundários Cuidados Primários a Unidade Local de Saúde

22 Modelo conceptual - GID Uniformização da prática clínica Auto-Gestão na Doença Criação de comparadores públicos Decisão baseada na evidência Ganhos em Saúde Melhoria do acesso Qualidade dos cuidados Gestão Clínica Sistemas de Informação Organização dos Cuidados Financiamento Adequação dos níveis de prestação Normalização de procedimentos administrativos Racionalização da oferta Estabilidade orçamental Melhor distribuição dos recursos Criação de comparadores públicos Associação entre financiamento e resultados

23 Evolução dos modelos de pagamento

24 Evolução dos modelos de pagamento

25 Evolução dos modelos de pagamento

26 Relação entre a despesa de saúde e nível de cuidados Menos episódios Auto-cuidado ou cuidado por amigos & familiares C Saúde Primários C Saúde CS Terciários Secundários Cuidados Primários Menos custos

27 Pirâmide de Kaiser Nível 3 Doentes complexos (5%) Nível 2 Doentes de alto risco (15 20%) Nível 1 População com doença crónica (70 80%)

28 Compra de valor Sistema de Informação robusto Sistema de indicadores estandardizados Indicadores de acordo com programas de saúde: processo e resultado Publicação de metodologias Transparência e publicitação de resultados Publicação de resultados Modalidades de pagamento Modelo de capitação ajustado pelo risco morbilidade Gestão da doença Pagamento por resultados

29

Gestão Integrada da Doença

Gestão Integrada da Doença Gestão Integrada da Doença Anabela Coelho Candeias Chefe de Divisão de Gestão Integrada da Doença & Inovação Departamento da Qualidade na Saúde anabelacandeias@dgs.pt Modelo Global ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO:

Leia mais

Ética e os Custos com Cuidados de Saúde

Ética e os Custos com Cuidados de Saúde Ética e os Custos com Cuidados de Saúde Simpósio de Ética, 11 de Novembro de 2011 Alexandre Lourenço www.acss.min-saude.pt Sumário Pontos de vista Contextualização do Sistema de Saúde Português Perspectivas

Leia mais

Jornadas de Cuidados Continuados Integrados

Jornadas de Cuidados Continuados Integrados WWW.ACSS.MIN-SAUDE.PT 2 May 2016 Jornadas de Cuidados Continuados Integrados Para onde caminhamos? Rede de cuidados continuados como estrutura nacional: evolução, atualidade, futuro e Sustentabilidade

Leia mais

Valor & Preço. Financiamento & Contratualização.

Valor & Preço. Financiamento & Contratualização. Valor & Preço Financiamento & Contratualização Objectivos do Sistemas de Saúde Melhorar a saúde Responder compreensivamente às necessidades Justiça contributiva/ equidade da prestação Sistema de saúde

Leia mais

Caracterização do ACES LISBOA NORTE

Caracterização do ACES LISBOA NORTE Caracterização do ACES LISBOA NORTE 2013 ACES Lisboa Norte Quem somos e onde estamos Missão Prestar Cuidados de Saúde Primários de qualidade, com eficiência e eficácia, à população da sua área geográfica

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. Ministério da Saúde. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte. Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo

CARTA DE MISSÃO. Ministério da Saúde. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte. Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: 2016-2020 1. Missão do Organismo

Leia mais

NOTA TÉCNICA N. º 1/ACSS-POPH/2013

NOTA TÉCNICA N. º 1/ACSS-POPH/2013 NOTA TÉCNICA N. º 1/ACSS-POPH/2013 Tipologias de Intervenção 3.6, 8.3.6 e 9.3.6 Qualificação dos Profissionais da Saúde I Prioridades a considerar na seleção de candidaturas para 2013 Concurso n.º13/2013

Leia mais

Os desafios da oncologia: a sociedade, o sistema, o doente. Gabriela Sousa Oncologia Médica IPO Coimbra

Os desafios da oncologia: a sociedade, o sistema, o doente. Gabriela Sousa Oncologia Médica IPO Coimbra Os desafios da oncologia: a sociedade, o sistema, o doente Gabriela Sousa Oncologia Médica IPO Coimbra Na União Europeia, e tendo como base apenas o envelhecimento da população, é previsto um aumento dos

Leia mais

Relatório Final. Os cidadãos no centro do sistema Os profissionais no centro da mudança

Relatório Final. Os cidadãos no centro do sistema Os profissionais no centro da mudança Relatório Final Os cidadãos no centro do sistema Os profissionais no centro da mudança 21-Nov-2011 1 Abordagem Conceptual para a Reforma Hospitalar 1 Diagnóstico 2 Transformação 3 Implementação 2 M Eur

Leia mais

Alto Comissariado da Saúde

Alto Comissariado da Saúde Alto Comissariado da Saúde QUAR 2010 Projecto de Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do Ministério da Saúde) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da Direcção-Geral da Saúde Setembro

Leia mais

Orçamento do Estado 2016

Orçamento do Estado 2016 Orçamento do Estado 2016 Programa Orçamental da Saúde 25 de fevereiro de 2016 1 1. Orçamento do Estado 2016 2 ORÇAMENTO DO ESTADO 2016 RESPONSÁVEL CONSTITUCIONAL VALORIZA OS PROFISSIONAIS PROMOVE A EQUIDADE

Leia mais

GUIÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO CURRICULUM VITAE (CV)

GUIÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO CURRICULUM VITAE (CV) GUIÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DO CURRICULUM VITAE (CV) 1 O documento designado como curriculum vitae é um misto de CV e de PERFIL DE PRÁTICA. A OM tem mais do que um modelo (publicações de 14/09/2012 e

Leia mais

Ganhos em Saúde na Região do Algarve

Ganhos em Saúde na Região do Algarve Ganhos em Saúde na Região do Algarve Factos Governo de 15 Janeiro 1971 Ministro Dr. Baltazar Rebello de Souza Secretário de Estado Professor Gonçalves Ferreira Traziam no seu programa o projecto da reorganização

Leia mais

Como formar uma USF?

Como formar uma USF? Como formar uma USF? Apresentação Numa palavra USF? e formar uma USF https://www.youtube.com/watch?v=5ztm-iyupm4 Quem e como se pensou sns? Baseados em cuidados primários efectivos Médicos generalistas

Leia mais

O MODELO DE SAÚDE CATALÃO Uma experiência de reforma Principais conceitos e instrumentos. CHC - Consorci Hospitalari de Catalunya Setembro 2011

O MODELO DE SAÚDE CATALÃO Uma experiência de reforma Principais conceitos e instrumentos. CHC - Consorci Hospitalari de Catalunya Setembro 2011 O MODELO DE SAÚDE CATALÃO Uma experiência de reforma Principais conceitos e instrumentos CHC - Consorci Hospitalari de Catalunya Setembro 2011 O SNS Espanhol Evolução 1975-2009 Da segmentação na coordenação

Leia mais

Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário

Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário Mais e melhores empregos nos serviços de apoio domiciliário Robert Anderson Seminário: Apoio domiciliário e trabalho doméstico: perspetivas de emprego 29 de novembro de 2013, Lisboa Panorâmica Os profissionais

Leia mais

Registo Oncológico Pediátrico Português. 1º Seminário de Oncologia Pediátrica Lisboa,1 Novembro de 2014

Registo Oncológico Pediátrico Português. 1º Seminário de Oncologia Pediátrica Lisboa,1 Novembro de 2014 Registo Oncológico Pediátrico Português 1º Seminário de Oncologia Pediátrica Lisboa,1 Novembro de 2014 CANCRO Importante problema de saúde pública no mundo 1ª ou 2ª causa de morte na maioria dos países

Leia mais

CRIAÇÃO DE VALOR - A FARMÁCIA DO FUTURO - A Visão do Serviço Nacional de Saúde APMGF Rui Nogueira

CRIAÇÃO DE VALOR - A FARMÁCIA DO FUTURO - A Visão do Serviço Nacional de Saúde APMGF Rui Nogueira A Visão do Serviço Nacional de Saúde APMGF Rui Nogueira A Visão do Serviço Nacional de Saúde Uma Visão de Médico de Família Rui Nogueira Médico de Família, CS Norton de Matos Coordenador do Internato MGF

Leia mais

NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015

NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015 Seminário NOVASInterações com os Serviços de Saúde 26 de junho de 2015..Resultados em Saúde.. O Programa do XVII Governo reconheceu os Cuidados de Saúde Primários como o pilar central do sistema de saúde.

Leia mais

Orientações Programáticas

Orientações Programáticas Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e Resistências aos Antimicrobianos Orientações Programáticas 1 - Enquadramento As infeções associadas aos cuidados de saúde dificultam o tratamento adequado

Leia mais

AS REDES DE ATENCÃO À SAÚDE EUGENIO VILAÇA MENDES

AS REDES DE ATENCÃO À SAÚDE EUGENIO VILAÇA MENDES AS REDES DE ATENCÃO À SAÚDE EUGENIO VILAÇA MENDES A TRANSIÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE ELAS SE DÃO NO CONTEXTO DOS SISTEMAS DE SAÚDE POR MEIO DE QUATRO MOVIMENTOS DE TRANSIÇÃO CONCOMITANTES: A TRANSIÇÃO

Leia mais

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 Ministério da Saúde

Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) - SIADAP 1 Ministério da Saúde MISSÃO DO ORGANISMO: regulamentar, orientar e coordenar as atividades de promoção da saúde e prevenção da doença, definir as condições técnicas para adequada prestação de cuidados de saúde, planear e programar

Leia mais

Estratégias para a Saúde

Estratégias para a Saúde Estratégias para a Saúde V.1) Cadernos do PNS Acções e Recomendações Promoção da Cidadania em Saúde (Versão Discussão) ESTRATÉGIAS PARA A SAÚDE V.1) CADERNOS DO PNS - ACÇÕES E RECOMENDAÇÕES PROMOÇÃO DA

Leia mais

Portugal 2020 Inovar na Administração Pública

Portugal 2020 Inovar na Administração Pública Portugal 2020 Inovar na Administração Pública Jaime S. Andrez Vogal da Comissão Diretiva Lisboa 29 de abril de 2015 1 Driver da Competitividade Ambiente favorável aos negócios Emprego e Valor económico

Leia mais

O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 1980 a 2012: tendência e padrões de sazonalidade

O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 1980 a 2012: tendência e padrões de sazonalidade O Risco de morrer por doença crónica em Portugal de 198 a 212: tendência e padrões de sazonalidade Baltazar Nunes Departamento de Epidemiologia Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge IV Congresso

Leia mais

Boas Práticas no domínio da Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crónicas na Europa: a experiência atual do Projeto JA-CHRODIS

Boas Práticas no domínio da Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crónicas na Europa: a experiência atual do Projeto JA-CHRODIS Boas Práticas no domínio da Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças Crónicas na Europa: a experiência atual do Projeto JA-CHRODIS Luciana Costa Departamento de Promoção da Saúde e Prevenção de Doenças

Leia mais

Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Um ponto de situação. Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha

Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Um ponto de situação. Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha Perfil de Saúde e Plano Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Reunião de Delegados de Saúde Caldas da Rainha 25.02.2010 Plano da sessão Objectivo: Efectuar um ponto de situação relativamente àelaboração

Leia mais

Descentralização orçamental: questões de autonomia e responsabilização. Linda Gonçalves Veiga Universidade do Minho EEG / NIPE

Descentralização orçamental: questões de autonomia e responsabilização. Linda Gonçalves Veiga Universidade do Minho EEG / NIPE Descentralização orçamental: questões de autonomia e responsabilização Linda Gonçalves Veiga Universidade do Minho EEG / NIPE 1 Estrutura da apresentação Motivação Racionalidade económica da descentralização

Leia mais

SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF

SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF 1988-2011 CLÁUDIA COSTA; RITA SANTOS; ADRIANA LOUREIRO; PAULA SANTANA Intervenção do IMVF Perfil Instituto

Leia mais

PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016

PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016 PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS 2015-2020 Departamento da Qualidade na Saúde Março de 2016 PLANO ANUAL 2016 ESTRATÉGIA INTEGRADA PARA AS DOENÇAS RARAS 2015-2020 A comissão interministerial

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO A Administração Regional de Saúde (ARS), representada pelo seu Presidente, Dr. e a Unidade de Saúde Familiar (USF), representada pelo seu Coordenador, Dr., constituída com base na homologação pelo Conselho

Leia mais

PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL

PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE E SUA IMPLEMENTAÇÃO LOCAL 19 de setembro de 2016 Palácio dos Marqueses da Praia e de Monforte Parque da Cidade Loures Médico SP, Chefe de Serviço. Responsável pelo PLS Loures Odivelas

Leia mais

RNCCI ANÁLISE SWOT. Análise SWOT da RNCCI

RNCCI ANÁLISE SWOT. Análise SWOT da RNCCI Análise SWOT da RNCCI PONTOS FORTES Convergência de esforços entre a Saúde e Segurança Social, no sentido da implementação de um modelo de intervenção multisectorial (integração da RNCCI no SNS e SS);

Leia mais

Acesso à inovação terapêutica. Política coerente ou maratona de obstáculos? Tânia Furtado

Acesso à inovação terapêutica. Política coerente ou maratona de obstáculos? Tânia Furtado Acesso à inovação terapêutica. Política coerente ou maratona de obstáculos? Tânia Furtado III Conferência VIH Portugal, Auditório Tomé Pires - INFARMED Lisboa, 22 de Novembro 2013 Agenda 1. Investimento

Leia mais

GNT Saúde Suplementar. Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017

GNT Saúde Suplementar. Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 GNT Saúde Suplementar Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 Goiânia, 31 de Março e 01 de Abril de 2017 DRG e sua aplicabilidade na Saúde Suplementar GOLDETE PRISZKULNIK Executiva Médica em Gestão

Leia mais

A crise e a saúde em Portugal

A crise e a saúde em Portugal A crise e a saúde em Portugal Jorge Simões Lisboa, 29 de Novembro de 2013 1 Agenda 1. Contexto político, demográfico e económico 2. Política de saúde recente 3. Desempenho do sistema 2 Agenda 1. Contexto

Leia mais

A implantação do Modelo de Atenção às Condições Crônicas para organização da Rede Hiperdia Minas.

A implantação do Modelo de Atenção às Condições Crônicas para organização da Rede Hiperdia Minas. A implantação do Modelo de Atenção às Condições Crônicas para organização da Rede Hiperdia Minas. Palestrante: Flávia Gomes de Carvalho Coordenadora de Hipertensão e Diabetes do Estado de Minas Gerais

Leia mais

Plano Local de Saúde. Região Oeste Norte

Plano Local de Saúde. Região Oeste Norte Plano Local de Saúde Região Oeste Norte Triénio 2014/2016 PROGRAMA 2: SAÚDE MENTAL EQUIPAS MULTIDISCIPLINARES DE Nova Pirâmide de Maslow A OMS estima que, em 2011, cerca de 10% dos anos de vida corrigidos

Leia mais

Programa Nacional de Saúde Ocupacional:

Programa Nacional de Saúde Ocupacional: Programa Nacional de Saúde Ocupacional: 2º Ciclo 2013/2017 Carlos Silva Santos Coordenador do PNSOC A OIT (1) estima que no ano 2008 mais de 2,34 milhões tenham morrido por acidente de trabalho ou doença

Leia mais

Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes

Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes Objectivos do Programa num horizonte temporal de 10 anos: Reduzir a morbilidade e mortalidade por diabetes; Atrasar o início das complicações major

Leia mais

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 28 de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O FUTURO - CAPITAL HUMANO PARA O CRESCIMENTO E O EMPREGO CONTRIBUTO DO POPH (ANOS 2013 E 2014)

Leia mais

Seminários TIC/SI ENSP

Seminários TIC/SI ENSP Seminários TIC/SI ENSP 09-05-2015 Agenda SClínico: Hospitalar e Cuidados de Saúde Primários PCE: Hospitalar e Cuidados de Saúde Primários Novo PCE único 2 O sistema de informação SClínico é um sistema

Leia mais

Smart Cities Benchmark Portugal 2015

Smart Cities Benchmark Portugal 2015 Smart Cities Benchmark Portugal 2015 Contexto Mais de 50% da população do mundo vive hoje em zonas urbanas (34% em 1960). 1 Mais de 80% da populção da Europa Ocidental irá viver em zonas em 2020. 2 80%

Leia mais

Identificação da empresa. Missão. Objetivos. Políticas da Empresa. Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães, E.P.E.

Identificação da empresa. Missão. Objetivos. Políticas da Empresa. Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães, E.P.E. Identificação da empresa Hospital da Senhora da Oliveira - Guimarães, E.P.E. Missão O Hospital da Senhora da Oliveira tem como missão prestar os melhores cuidados de saúde, com elevados níveis de competência,

Leia mais

MODELO DE GESTÃO E DE ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO HOSPITALAR "Acesso e Regulação"

MODELO DE GESTÃO E DE ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO HOSPITALAR Acesso e Regulação MODELO DE GESTÃO E DE ORGANIZAÇÃO DO CUIDADO HOSPITALAR "Acesso e Regulação" 31º Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Renata Martello Gestora Hospitalar CONTEXTO TRANSIÇÃO

Leia mais

[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes]

[José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] [José Manuel Boavida Director do Programa Nacional para a Diabetes] Desafio do Dr. José António Freire Soares Contributo e informação recolhida a partir da base de dados de GDH s / ACSS na elaboração dos

Leia mais

Tópicos. Cenário Atual. Estratégias e custo efetividade. Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011

Tópicos. Cenário Atual. Estratégias e custo efetividade. Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011 Tópicos Cenário Atual Metas para redução de Doenças Crônicas Não- Transmissíveis (DCNT) 2011 Estratégias e custo efetividade Envelhecimento Populacional Mais Idade Mais DCNT Mortalidade DCNT = 63% dos

Leia mais

Resposta pandémica: serviços de atendimento da gripe LÚCIO MENESES DE ALMEIDA

Resposta pandémica: serviços de atendimento da gripe LÚCIO MENESES DE ALMEIDA www.arscentro.min-saude.pt Resposta pandémica: estratégias de mitigação e serviços de atendimento da gripe LÚCIO MENESES DE ALMEIDA PLANO DE CONTINGÊNCIA DA REGIÃO CENTRO PARA A PANDEMIA DE GRIPE GRUPO

Leia mais

Financiamento: inovação e sustentabilidade

Financiamento: inovação e sustentabilidade Financiamento: inovação e sustentabilidade Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa http://ppbarros.fe.unl.pt Objectivo central: Saúde da população Como? Garantindo que quem

Leia mais

Alto Comissariado da Saúde

Alto Comissariado da Saúde Alto Comissariado da Saúde QUAR 2010 Projecto de Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do Ministério da Saúde) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da Administração Regional de Saúde

Leia mais

INDICADORES DE I&D - COMPARAÇÕES INTERNA CIONAIS OCT Observatório das Ciências e das Tecnologias

INDICADORES DE I&D - COMPARAÇÕES INTERNA CIONAIS OCT Observatório das Ciências e das Tecnologias INDICADORES DE I&D - COMPARAÇÕES INTERNA CIONAIS 1999 OCT Observatório das Ciências e das Tecnologias 2001 Índice Comparações Internacionais Despesa total em I&D em percentagem do PIB (1982-1999) (Gráfico)

Leia mais

O desenvolvimento da Cirurgia de Ambulatório como objectivo estratégico do Hospital

O desenvolvimento da Cirurgia de Ambulatório como objectivo estratégico do Hospital O desenvolvimento da Cirurgia de Ambulatório como objectivo estratégico do Hospital Cirurgia do Ambulatório 15. 12. 2005 CIRURGIA DE AMBULATÓRIO 1 Organização. Manual de Boas práticas 1. Estrutura Organizacional

Leia mais

Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS julho

Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS julho Resumo da monitorização mensal da atividade assistencial no SNS julho 2015 www.acss.min-saude.pt Monitorização do Serviço Nacional de Saúde http://benchmarking.acss.min-saude.pt/benchmarking.aspx 2 Monitorização

Leia mais

ORIGINAL: INGLÊS DECLARAÇÃO DE BRAZZAVILLE SOBRE A PREVENÇÃO E O CONTROLO DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS

ORIGINAL: INGLÊS DECLARAÇÃO DE BRAZZAVILLE SOBRE A PREVENÇÃO E O CONTROLO DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS ORIGINAL: INGLÊS DECLARAÇÃO DE BRAZZAVILLE SOBRE A PREVENÇÃO E O CONTROLO DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS ORIGINAL: INGLÊS Nós, os Ministros da Saúde e Chefes de Delegação da Região

Leia mais

Coordenadores: Conceição Gomes e José Igreja Matos Horas: 35

Coordenadores: Conceição Gomes e José Igreja Matos Horas: 35 Plano Curricular UC 1: Governação e organização do sistema de justiça Coordenadores: Conceição Gomes e José Igreja Matos Horas: 35 Objetivos: Refletir sobre o papel e as funções dos tribunais nas sociedades

Leia mais

Encontro Regional de Cuidados de Saúde Primários. Cuidados na Comunidade e UCC. Que desafios?

Encontro Regional de Cuidados de Saúde Primários. Cuidados na Comunidade e UCC. Que desafios? Encontro Regional de Cuidados de Saúde Primários Unidades Cuidados Comunidade: Projetos, Programas e Recursos. Desafios! Cuidados na Comunidade e UCC. Que desafios? Apresentação da: Unidade de Cuidados

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional.

CARTA DE MISSÃO. Colaborar na elaboração do Plano Nacional de Saúde e acompanhar a respetiva execução a nível regional. CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo Cargo: Vogal do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: Período de 5 anos a contar

Leia mais

Cesar Lopes. Nov, 2015

Cesar Lopes. Nov, 2015 Cesar Lopes Nov, 2015 1 Agenda Visão geral: sistemas de saúde em outros países Visão geral: Brasil Desafios dos empregadores brasileiros 2 Natureza do envolvimento do empregador... Dependência do Estado

Leia mais

PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR

PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR - A FARMÁCIA DO FUTURO - Visão da ANF Ana Cristina Gaspar DADOS GLOBAIS EVOLUÇÃO DO MERCADO FARMACÊUTICO MERCADO MEDICAMENTOS (VALOR E VOLUME) Fonte: Sistema de Informação

Leia mais

Seminário Nacional Unimed de Medicina Preventiva

Seminário Nacional Unimed de Medicina Preventiva Seminário Nacional Unimed de Medicina Preventiva - 2009 Programa de Reabilitação Pulmonar Rosângela H. Araújo Santos Divisão Cooperados Total: 838 0,04% Gerência Executiva da Assistência e Promoção à Saúde

Leia mais

A Nova Gestão Clínica para a Doença Crónica

A Nova Gestão Clínica para a Doença Crónica A Nova Gestão Clínica para a Doença Crónica Escola Nacional de Saúde Pública 23/04/10 João Guerra A Nova Gestão Clínica para a Doença Crónica 1. Prevalência das Doenças Crónicas 2. Perspectiva clínica

Leia mais

A Nova Visão Financeira do Estado. Conferência Serviços Partilhados e Compras Públicas

A Nova Visão Financeira do Estado. Conferência Serviços Partilhados e Compras Públicas A Nova Visão Financeira do Estado Conferência Serviços Partilhados e Compras Públicas A Nova Visão Financeira do Estado AGENDA 1. Enquadramento 2. Perspetiva sobre a situação atual 3. Elementos da nova

Leia mais

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE ANEXO 3 PROGRAMA CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE 1. Conhecimentos sobre o SUS - Legislação da Saúde: Constituição Federal de 1988 (Título VIII - capítulo II - Seção II); Lei 8.080/90 e Lei 8.142/90; Norma

Leia mais

CARTA DE COMPROMISSO

CARTA DE COMPROMISSO A Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, representada pelo seu Presidente, Dr. João Pedro Pimentel e a Unidade de Saúde Familiar (USF) São Julião, representada pelo seu Coordenador, Dr. José

Leia mais

Certificação Joint Commission no Programa de Dor Torácica.

Certificação Joint Commission no Programa de Dor Torácica. Certificação Joint Commission no Programa de Dor Torácica. Enf. Ana Paula de Mattos Coelho Hemodinâmica - Hospital TotalCor E-mail: acoelho@totalcor.com.br Joint Commission Acreditação do atendimento hospitalar;

Leia mais

Declaração de Londres-Málaga sobre o. investimento na investigação da asma

Declaração de Londres-Málaga sobre o. investimento na investigação da asma Declaração de Londres-Málaga sobre o investimento na investigação da asma Introdução A asma é uma condição que afeta a vida diária de 30 milhões de europeus e de 300 milhões de pessoas em todo o mundo,

Leia mais

2 Conceitos da qualidade em saúde

2 Conceitos da qualidade em saúde 2 Conceitos da qualidade Avaliação da Satisfação do Utente/Cliente Escola Superior de Saúde do Vale do Sousa Qualidade clínica como a articulação de 4 elementos - Desempenho profissional (qualidade técnica)

Leia mais

Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte. Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008

Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte. Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008 Implementação das Vias Verdes Coronária e de AVC na Região Norte Dr. Alcindo Maciel Barbosa 30 Setembro 2008 UMA REGIÃO EM MOVIMENTO O Problema Tx(/100000) Tx(100000) 70 60 50 40 30 20 10 0 Evolução da

Leia mais

PORTUGAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE EM NÚMEROS Plano Nacional de Saúde

PORTUGAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE EM NÚMEROS Plano Nacional de Saúde PORTUGAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE EM NÚMEROS - 2014 Plano Nacional de Saúde -2016 PORTUGAL PLANO NACIONAL DE SAÚDE EM NÚMEROS - 2014 Plano Nacional de Saúde -2016 . Ministério da Saúde. Direção-Geral da

Leia mais

DISTRITOS SANITÁRIOS

DISTRITOS SANITÁRIOS DISTRITOS SANITÁRIOS CONCEITO: É unidade mais periférica de administração sanitária, que detém responsabilidades e poder decisório ante a política local de saúde, tendo como objetivo chegar a uma integração

Leia mais

Reunião Plenária da Comissão Nacional com as CRSMCA. Anfiteatro do Infarmed Lisboa 20 de Novembro de 2013

Reunião Plenária da Comissão Nacional com as CRSMCA. Anfiteatro do Infarmed Lisboa 20 de Novembro de 2013 Reunião Plenária da Comissão Nacional com as CRSMCA Anfiteatro do Infarmed Lisboa 20 de Novembro de 2013 CRSMCA M. Cândida Rebelo Presidente Alda P. Luís Benvinda Bento Representante do CD Helena Cargaleiro

Leia mais

Apresentação aos novos Médicos MGF

Apresentação aos novos Médicos MGF Apresentação aos novos Médicos MGF Diretor Executivo Gonçalves André TORRES VEDRAS 31-05-2016 PLANO DE EXPOSIÇÃO Caracterização Geral do ACES Oeste Sul Resultados Impacto da Contratualização no desempenho

Leia mais

GRUPO TÉCNICO DE FERIDAS

GRUPO TÉCNICO DE FERIDAS Ministério da Saúde Administração Regional de Saúde do Algarve, IP GRUPO TÉCNICO DE FERIDAS grupotecnicodeferidas@arsalgarve.min-saude.pt Estudos Estudo realizado na Região em 2005 (CC Infecção/Centro

Leia mais

A importância do Varejo no Sistema Financeiro

A importância do Varejo no Sistema Financeiro A importância do Varejo no Sistema Financeiro MISSÃO ACREFI MISSÃO A Casa do Crédito ao Consumidor desde 1958 A ACREFI Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento foi

Leia mais

José Biscaia USF São Julião

José Biscaia USF São Julião Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa José Biscaia USF São Julião Patrocínio: Patrocinadores Globais O Centro de

Leia mais

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto

Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Banco Mundial Governo de Moçambique Gestão dos Projectos Bartolomeu Soto Revisão do Desempenho da Carteira de Projectos (CPPR) 18 de Setembro de 2009 Assuntos Críticos a Considerar Desafios e Recomendações

Leia mais

CONTRIBUTO PARA A SAÚDE PÚBLICA

CONTRIBUTO PARA A SAÚDE PÚBLICA CONTRIBUTO PARA A SAÚDE PÚBLICA REDUÇÃO DA MORBILIDADE E MORTALIDADE Os programas de vacinação têm tido um impacto significativo sobre a redução da mortalidade e morbilidade de inúmeras doenças infecciosas

Leia mais

João Paulo dos Reis Neto

João Paulo dos Reis Neto ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E INTERNAÇÕES POTENCIALMENTE EVITÁVEIS João Paulo dos Reis Neto Diretor-Técnico UNIDAS Condições sensíveis à atenção primária (CSAP) Compreendem grupos de problemas de saúde cujas

Leia mais

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE

ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES, DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE QUALIDADE ENCONTRO DA COMISSÃO SECTORIAL PARA A EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO CS/11 ANÁLISE SWOT DO ENSINO SUPERIOR PORTUGUÊS OPORTUNIDADES,

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO MULTISECTORIAL DE EMERGÊNCIA/TRAUMA PERÍODO Maputo 11 de Novembro de 2015

PLANO ESTRATÉGICO MULTISECTORIAL DE EMERGÊNCIA/TRAUMA PERÍODO Maputo 11 de Novembro de 2015 PLANO ESTRATÉGICO MULTISECTORIAL DE EMERGÊNCIA/TRAUMA PERÍODO 2015-2018 Maputo 11 de Novembro de 2015 Conteúdo 1. Conceitos Básicos 2. Contextualização 3. Análise da situação e Justificação 4. Visão e

Leia mais

SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA)

SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS N.º 01/ SAMA/ 2008 SISTEMA DE APOIOS À MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA (SAMA) CONCURSO GERAL E CONCURSO JUSTIÇA OPERAÇÕES INDIVIDUAIS E OPERAÇÕES TRANSVERSAIS Nos termos

Leia mais

Sessão pública de apresentação do Relatório de Actividade dos Hospitais SA

Sessão pública de apresentação do Relatório de Actividade dos Hospitais SA Sessão pública de apresentação do Relatório de Actividade dos Hospitais SA Ministério da Saúde Ministro da Saúde Luís Filipe Pereira Apresentação dos Resultados dos Hospitais SA Centro Cultural de Belém,

Leia mais

Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho Falcão. Departamento de Epidemiologia

Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho Falcão. Departamento de Epidemiologia Distribuição da Mortalidade e dos Internamentos Hospitalares por Doenças do Aparelho Circulatório em Portugal Continental: Agregação Geográfica e Determinantes Rita Nicolau Ausenda Machado José Marinho

Leia mais

REFLEXÃO ESTRATÉGICA EXPERIÊNCIA PRÁTICA. Ações de vigilância da saúde na SES-Bahia Movimentos pela integração. Junho, 2010

REFLEXÃO ESTRATÉGICA EXPERIÊNCIA PRÁTICA. Ações de vigilância da saúde na SES-Bahia Movimentos pela integração. Junho, 2010 REFLEXÃO ESTRATÉGICA EXPERIÊNCIA PRÁTICA Ações de vigilância da saúde na SES-Bahia Movimentos pela integração Junho, 2010 VIGILÂNCIA EM SAÚDE NO SUS Promoção da Saúde Vigilância Epidemiológica Vigilância

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Assunto: Risco Global Cardiovascular Nº: 06/DSPCS DATA: 18/04/07 Para: Contacto na DGS: Serviços Prestadores de Cuidados de Saúde do Serviço Nacional de Saúde

Leia mais

Tabagismo: doença crónica que carece de prevenção e tratamento

Tabagismo: doença crónica que carece de prevenção e tratamento Tabagismo: doença crónica que carece de prevenção e tratamento 1. Cigarettes and other forms of tobacco are addicting. 2. Nicotine is the drug in tobacco that causes addiction. 3. The pharmacologic and

Leia mais

O CIDADÃO E O DOENTE PERANTE AS DOENÇAS RESPIRATORIAS PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL

O CIDADÃO E O DOENTE PERANTE AS DOENÇAS RESPIRATORIAS PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL O CIDADÃO E O DOENTE PERANTE AS DOENÇAS RESPIRATORIAS PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL Maria Conceição Gomes, Pneumologista Coordenadora do CDP da Alameda Consultora da DGS Secretaria-Geral ANTDR,

Leia mais

Oficina de Trabalho sobre Desenvolvimento de Políticas de Recursos Humanos para Países Africanos de Expressão Portuguesa

Oficina de Trabalho sobre Desenvolvimento de Políticas de Recursos Humanos para Países Africanos de Expressão Portuguesa Oficina de Trabalho sobre Desenvolvimento de Políticas de Recursos Humanos para Países Africanos de Expressão Portuguesa Joint Africa Institute World Bank Institute World Health Organization Sandton, África

Leia mais

Prestação de Cuidados de Saúde na Região de Saúde do Centro

Prestação de Cuidados de Saúde na Região de Saúde do Centro Prestação de Cuidados de Saúde na Região de Saúde do Centro Administração Regional de Saúde do Centro, I.P. www.arscentro.min-saude.pt I. ENQUADRAMENTO MISSÃO: Garantir à população o acesso à prestação

Leia mais

27 de junho de Domingos Lopes

27 de junho de Domingos Lopes 27 de junho de 2016 Domingos Lopes Objetivos Temáticos OT 8. Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores assumindo como meta nacional, até 2020, o aumento

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REDUÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES EM FLORIANÓPOLIS SANTA

AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REDUÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES EM FLORIANÓPOLIS SANTA ATENÇAO PRIMÁRIA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA AVALIAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA NA REDUÇÃO DE INTERNAÇÕES HOSPITALARES EM FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA III Mostra Nacional de Produção em Saúde

Leia mais

A Farmácia em Portugal

A Farmácia em Portugal A Farmácia em Portugal Degradação do Preço do Medicamento: Ameaça à Saúde Pública? Humberto Martins VI Reunião Anual da Revista Portuguesa de Farmacoterapia Controvérsias com Medicamentos 31 de Maio de

Leia mais

Criatividade e Inovação Chaves do Sucesso

Criatividade e Inovação Chaves do Sucesso Criatividade e Inovação Chaves do Sucesso Uma resposta à crise no Distrito de Castelo Branco Promotor do Projecto: Execução do Projecto: 1. O retrato da crise no Distrito 2. A economia social no Distrito

Leia mais

Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA e Tuberculose

Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA e Tuberculose Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA e Tuberculose Dia Mundial da tuberculose 24 de março de 2015 Programa Nacional para a Tuberculose Sumário Abertura Dados nacionais provisórios (10 de março de

Leia mais

Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional

Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO DISCIPLINAS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO DISCIPLINAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CURSO DE MESTRADO DISCIPLINAS BIOESTATÍSTICA Ementa: conceitos básicos; descrição e apresentação de dados; representação gráfica; análise descritiva; introdução

Leia mais

Orçamento da UE e perspetivas financeiras

Orçamento da UE e perspetivas financeiras Orçamento da UE e perspetivas financeiras 06 de julho de 2013 José Manuel Fernandes Deputado ao Parlamento Europeu O atual modelo de financiamento As receitas e despesas orçamentais da UE estão limitadas

Leia mais

Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro

Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro Sessão de Esclarecimento e Debate sobre a Reforma da Administração Pública O SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO SIADAP * Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro 1 O SIADAP Portaria nº1633/2007

Leia mais

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES Dra Fabrícia de Oliveira Assis Cantadori Cardiologista do HUJM Cuiabá, maio de 2015 UFMT PREVENÇÃO É procurar e utilizar métodos para prevenir doenças e/ou suas complicações,

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde

Direcção-Geral da Saúde Direcção-Geral da Saúde PATOLOGIAS A INTEGRAR, PRIORITARIAMENTE, EM PROJECTOS DA GESTÃO INTEGRADA DA DOENÇA DIVISÃO GESTÃO INTEGRADA DA DOENÇA LISBOA ABRIL 2008 1. INTRODUÇÃO Os sistemas de saúde encontram-se

Leia mais