LEI N 3.994, DE 18 DE MARÇO DE 2014.

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1 LEI N 3.994, DE 18 DE MARÇO DE FIA. Dispõe sobre o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PALHOÇA, Estado de Santa Catarina. Faço saber a todos os habitantes deste Município, que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1 Esta Lei estabelece os parâmetros para o funcionamento do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente instituído pela Lei 2.119, de 05 de novembro de 1991, alterada pelas Leis nº de 08 de julho de 1992 e Lei nº 2.755, de 21 de dezembro de Art. 2º O Fundo é um fundo especial cujas receitas se vinculam à realização dos objetivos e ações prioritárias fixadas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, órgão formulador, deliberativo e controlador das ações de implementação da política dos direitos da criança e do adolescente no Município, nos termos do artigo 88, inciso IV, da Lei Federal n º 8.069, de 13 de julho de Parágrafo único. Por ser um fundo especial, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente providenciará a inscrição do Fundo no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ no prazo de trinta dias contados da publicação desta lei, em cuja titularidade será aberta, em estabelecimento bancário oficial, no prazo de trinta dias da concessão do CNPJ, a conta corrente de que trata o artigo 260-G, I da Lei Federal n 8.069, de Art. 3º O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente é o órgão responsável por gerir o Fundo, fixar o plano de aplicação dos seus recursos e os critérios para sua utilização, podendo adotar normas peculiares de aplicação dos recursos, conforme o disposto no 2º do art. 260 da Lei Federal n 8.069, de 1990 e no artigo 71 da Lei Federal nº 4.320, de 17 de março de º O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, responsável pela administração do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, deve: do Fundo; I - manter conta bancária específica destinada exclusivamente a gerir os recursos II - manter controle das doações recebidas; e III - informar anualmente à Secretaria da Receita Federal do Brasil as doações recebidas mês a mês, identificando os seguintes dados por doador: a) nome, CNPJ ou CPF; 1

2 b) valor doado, especificando se a doação foi em espécie ou em bens. 2º Para que o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente possa exercer suas atribuições de gestor do Fundo, o Poder Executivo designará servidores públicos para atuar na Secretaria Executiva do Conselho como gestor e/ou ordenador de despesas do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, autoridade de cujos atos resultará emissão de empenho, autorização de pagamento, suprimento ou dispêndio de recursos do Fundo; Municipal. 3º A execução e o controle contábil subordina-se ao Gabinete do Prefeito Art. 4º Constituirão patrimônio e receitas do Fundo: a) recursos financeiros específicos consignados na lei orçamentária anual do Município e os adicionais que a referida lei estabelecer no transcorrer de cada exercício; b) legados ou doações de pessoas físicas ou jurídicas, livres ou com encargo de aplicação em programas e projetos previamente aprovados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; c) multas estabelecidas como sanções, nos termos da citada lei federal nº8.069/90; d) auxílios, contribuições, subvenções e transferências diversas, bem como receitas advindas de convênios, acordos e contratos firmados pelo Município, em favor do Fundo; f) produto da arrecadação de outras receitas oriundas do financiamento de atividades econômicas e de prestações de serviços; da lei; g) resultado das aplicações financeiras dos recursos do Fundo, realizadas na forma h) saldos dos exercícios anteriores; i) outras receitas que venham ser instituídas, legalmente. Art. 5º Os recursos do Fundo serão utilizados para o financiamento ou cofinanciamento de programas de defesa de direitos e de atendimento de crianças e adolescentes, executados por entidades públicas ou privadas no Município de Palhoça, conforme normas e plano de aplicação de recursos aprovados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. 1º Na definição das prioridades a serem atendidas com os recursos captados pelo Fundo, serão consideradas as disposições do Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar, bem como as regras e princípios relativos à garantia do direito à convivência familiar previstos na Lei Federal 8.069, de º O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente fixará critérios de utilização, através de planos de aplicação das doações subsidiadas e demais receitas, aplicando necessariamente percentual para incentivo ao acolhimento, sob a forma de guarda, de 2

3 criança ou adolescente órfão ou abandonado, na forma do disposto no art. 227, 3º, VI, da Constituição Federal. Art. 6º As deliberações sobre as aplicações do Fundo e a sua destinação a entidades públicas e privadas serão adotadas mediante resoluções aprovadas em reuniões do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente,e publicadas oficialmente, e terão as finalidades de: I fixar os critérios de utilização dos recursos financeiros e percentual para incentivo ao acolhimento, sob a forma de guarda, de crianças ou adolescentes, órfão ou abandonado, na forma do disposto no art. 227, parágrafo 3º, inciso VI da Constituição Federal e do artigo 260 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990; II autorizar os repasses previstos no Plano de Aplicação do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, de acordo com a proposta orçamentária anual e plano plurianual; III estabelecer os mecanismos de acompanhamento e avaliação das ações previstas no plano de aplicação em conformidade com a política de atendimento á criança e ao adolescente. Art. 7º O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente divulgará amplamente à comunidade: adolescente; I - o calendário de suas reuniões; II - as ações prioritárias para aplicação das políticas de atendimento à criança e ao III - os requisitos para a apresentação de projetos a serem beneficiados com recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; IV - a relação dos projetos aprovados em cada ano-calendário e o valor dos recursos previstos para implementação das ações, por projeto; V - o total dos recursos recebidos e a respectiva destinação, por projeto atendido, inclusive com cadastramento na base de dados do Sistema de Informações sobre a Infância e a Adolescência; e VI - a avaliação dos resultados dos projetos beneficiados com recursos do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Art. 8º Compete, ainda, ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente,na forma do seu Regimento Interno: I - regulamentar a aplicação dos recursos do Fundo e estabelecer critérios gerais de repasse dos recursos financeiros do Fundo, através de planos anuais e plurianuais; II - apreciar e aprovar, caso a caso, as propostas apresentadas por entidades governamentais e não governamentais, para financiamento de projetos e atividades, com recursos do Fundo, levando-se em conta os critérios gerais aprovados pelo próprio Conselho; 3

4 III - conceder certificados de pré-qualificação de projetos ou atividades, a entidades governamentais e não governamentais para que possam captar diretamente recursos para o Fundo junto a pessoas físicas e jurídicas, sem dispensa porém da análise dos projetos e atividades, na forma do inciso anterior; IV - autorizar as despesas decorrentes dos convênios, acordos, contratos, ajustes e similares, firmados em conformidade com os projetos e atividades aprovados; V - acompanhar e avaliar a execução orçamentária e financeira do Fundo; VI - apreciar e aprovar especificamente as contas e relatórios elaborados pelo gestor financeiro do Fundo. Art. 9º Compete à Secretaria Executiva do Conselho, enquanto gestora financeira do Fundo, através de servidor especificamente designado pelo Chefe do Poder Executivo municipal: I - manter os controles necessários à execução orçamentária do Fundo, como recebimento de receitas, realização de empenhos e pagamentos de despesas; Fundo; II - manter controle dos bens patrimoniais que estiverem sob responsabilidade do III - providenciar, ao órgão próprio do Município, os demonstrativos que indiquem a situação econômica financeira do Fundo, procedendo a sua análise e encaminhando relatórios de avaliação para o Tribunal de Contas dos Municípios, para o Ministério Público estadual e para o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; IV - preparar empenhos; V - acompanhar a dotação orçamentária e realizar a conciliação bancária; VI - preparar lançamentos das receitas e despesas mensais; VII - elaborar balancetes mensais e balanços semestrais e anuais e demais demonstrações exigidas pela legislação pertinente; VIII - elaborar a quota financeira mensal; IX - manter controle de convênios, contratos, acordos, ajustes e similares; X - preparar e assinar cheques para efetuar os pagamentos autorizados pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente; similares; XI - controlar contas bancárias; XII - controlar pagamento das parcelas de convênios, contratos, acordos, ajustes e XIII - desempenhar outras atividades correlatas. Art. 10. Compete ao Chefe do Poder Executivo: I - aprovar a programação anual e plurianual do Fundo; 4

5 II fazer constar na proposta orçamentária anual do Município recursos suficientes para o Fundo desenvolver suas ações; III - apresentar ao Poder Legislativo Municipal, por ocasião da prestação de contas anual, relatório detalhado das ações desenvolvidas pelo Fundo. Art. 11. A presente Lei será regulamentada por Decreto Municipal, no prazo de sessenta (60) dias, contados da sua publicação. em contrário. Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação e revoga as disposições Palhoça, 18 de março de Prefeitura Municipal de Palhoça REPUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL Em 28/03/2014 CAMILO NAZARENO PAGANI MARTINS Prefeito Municipal Edição nº 1456/2014 5

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