1- MOTIVOS QUE IMPULSIONARAM O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO: Crise do comércio português com as Índias

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2 1- MOTIVOS QUE IMPULSIONARAM O INÍCIO DA COLONIZAÇÃO: Crise do comércio português com as Índias Agravamento da crise econômica portuguesa; Descoberta do ouro na América espanhola; Interesse de outros países europeus por colônias; EXPEDIÇÃO DE MARTIM AFONSO DE SOUZA 1530 Proteção da costa; Fundação de vilas; Construção de fortificações no litoral; Iniciar o cultivo da cana-de açúcar;

3 2- CAPITANIAS HEREDITÁRIAS Aproveitamento da experiência portuguesa nas Ilhas Atlânticas (Ilhas de Madeira e Açores); Promovia a defesa da colônia contra invasões estrangeiras; Terceirização do Brasil: utilização do capital particular para viabilizar a colonização - já que a Corte estava falida;

4 Capitães donatários - pequena nobreza, burocratas e comerciantes ligados à coroa; Pequena fidalguia portuguesa torna-se donatário através da CARTA DE DOAÇÃO ou CARTA DE SESMARIA; FORAL fixava os direitos e deveres dos donatários perante o Rei; CONCESSÃO DE GRANDE PRIVILÉGIOS E PODERES AO DONATÁRIO (fundação de vilas, nomeação de autoridades, exercer comando militar e conceder sesmarias lotes de terras);

5 2.1- O FRACASSO DO SISTEMA: Donatários não tinham recursos para o empreendimento endividamento de muitos; Muitos capitães nem vieram ao Brasil, Dificuldades na colônia, Somente as Capitanias de São Vicente e Pernambuco prosperaram: produção de cana-de-açúcar.

6 3- GOVERNO GERAL (Regimento de 1548 ou Regimento de Tomé de Sousa) Manutenção das capitanias hereditária. Objetivos: Centralizar a defesa do território e a administração da colônia; Combate aos invasores e tribos indígenas resistentes; Arrecadar impostos e fazer justiça; Fundar vilas e povoados. Organização administrativa: Capitania da Bahia de Todos os Santos sede do governo colonial, Provedor-mor (responsável pela cobrança de impostos e distribuição dos cargos), Ouvidor-mor (responsável pela aplicação da justiça), Capitão-mor da costa (responsável pela defesa da colônia) Primeiros Governos

7 Tomé de Sousa Implementação da estrutura administrativa funcionários; Chegaram os 1º jesuítas; Resistência de algumas capitanias. Duarte da Costa Escravidão indígena colonos X jesuítas; Tentativa de implementação da França Antártica no Rio de Janeiro. Men de Sá Expulsão dos franceses; Paz com jesuítas; Construção da cidade do Rio de Janeiro defesa militar e consolidação da presença portuguesa na região divisão administrativa da colônia: Brasil do norte sede: Salvador, Brasil do sul sede: Rio de Janeiro.

8 3.2- Obstáculos para a centralização: Economia de exportação; Comércio interno precário; Vias de comunicação praticamente inexistentes Atuação das Câmaras Municipais: administração municipal, execução de obras públicas, conservação de ruas, limpeza urbana, fixar valor das moedas, estabelecer impostos e regulamentar o comércio. Composição: homens bons - aquele que não estava ligado a nenhuma atividade manual. "[...] A Coroa via com frequência suas ordens canceladas ou ignoradas, o que era provavelmente inevitável dado o tamanho da colônia e os escassos recursos disponíveis a ela. Embora tendo jurado lealdade à Coroa, [...] administradores com frequência usavam sua própria autoridade para enriquecer a si e a sua família. O contrabando, por exemplo, predominava, em especial nas fronteiras do Norte e do Sul, subtraindo à Coroa ganhos valiosos. [...]" SKIDMORE, Thomas E. Uma história do Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

9 Casa de Câmara e Cadeia Cachoeira - Bahia

10 Sec. XVII Portugal reduziu poderes Câmaras Municipais Conselho Ultramarino de promovia a administração de todo o império ultramar = "ministério" colonial Características da economia colonial moldes mercantilista O caráter de complementaridade; Estrutura latifundiária e utilização da mão-de-obra escrava; Implementação do pacto colonial; Estrutura monocultora dependente dos investimentos externos; A proibição da instalação de manufaturas na colônia,

11 5- ORGANIZAÇÃO ECONÔMICA DA COLÔNIA CICLO DO AÇÚCAR MOTIVOS DA IMPLANTAÇÃO DA AGROMANUFATURA AÇUCAREIRA: Especiaria amplamente valorizada na Europa - usada como moeda, herança e dote de casamento; Despertava interesses financeiros Veneza monopolizava o comércio do açúcar na Europa; Larga experiência portuguesa no plantio nas ilhas de Açores e Madeira quadro pg. 25; Boas condições geoclimáticas clima quente e úmido, solo qualificado e terras disponíveis; A DIFICULDADE: Crise econômica portuguesa falta de investimentos. PARTICIPAÇÃO HOLANDESA sec. XVII potência européia Financiamento no empreendimento açucareiro; Maiores lucros.

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13 5.2- PLANTATION COLONIAL Plantation grande propriedade agrária especializada em monocultura tropical destinada à exportação. Geralmente ligada a produtos como cana-de-açúcar, fumo ou algodão, cultivados com a utilização da mão-deobra escrava. Cultivo extensivo destruição da Mata Atlântica e empobrecimento e esgotamento do solo; Grande propriedade a sesmaria era doada a quem tinha posse; Monocultura açucareira Agro-exportação; Escravismo baixa produtividade e baixa expectativa de vida; Havia mão de obra livre em alguns trabalhos especializados

14 ENGENHO ERA A UNIDADE BÁSICA DA PRODUÇÃO COLONIAL. TIPOS DE ENGENHO: Trapiche Movidos por tração animal (bois ou cavalos); Eram movidos por sessenta bois, dispostos em turmas de doze, que faziam revezamentos, trabalhando um total de quinze a dezesseis horas.

15 Dividiam-se em "copeiros", "meio-copeiros" e "rasteiros", conforme a altura da queda da água. Deve-se ressaltar que os engenhos reais eram bem mais produtivos do que os "trapiches", embora, em épocas de seca duradoura, se mostrassem menos eficientes. Real Movimentados por força hidráulica;

16 5.3 Sociedade colonial açucareira Mestiçagem sec. XVI a XVIII Variações: Natureza da atividade econômica; Localização geográfica; Proximidade dos portos; Zona urbana ou rural. Grupos étnicos: Brancos origem: Portugal / heterogeneidade cultural e religiosa; Índios nativos / diversidade étnica e religiosa; Negros diversidade étnica, cultural e de origem.

17 Estrutura patriarcal Quase não havia mobilidade social; Vida rural; Estrutura mantida pelo direito de primogenitura; Clientelismo; Escravos:... os pés e as mãos dos senhores de engenho... BRECHA CAMPONESA Denominação dada pelos estudiosos atuais à prática dos senhores de conceder porções de terras aos seus escravos, para que nelas cultivassem lavoura e criassem animais. Normalmente, o cultivos dessas terras era feito aos domingos e dias santos (...). Ao que tudo indica, essa prática foi comum no período colonial, especialmente no nordeste açucareiro. Adotada em regiões escravistas da América Central e sul dos Estados Unidos, ficou conhecida na época como costume do Brasil.

18 AÇÃO DA IGREJA CATÓLICA Ação da Igreja Católica para os colonos: Instalação de construções religiosas; Controle religioso e moral da sociedade Tribunal do Santo Ofício. Escravidão indígena X Interesses da Igreja Católica Bula veritas ipsa (1537) alma indígena garantia do direito à catequese e batismo; 1538 Regimento português reconhece o direito dos índios às suas terras; Missões espalhadas por todo o território. Escravidão indígena negócio pouco eficaz Resistência nativa; Fuga para áreas do interior ou amazônica; Inadequação ao trabalho na lavoura; Interesses da burguesia mercantil no tráfico de escravos. Encarecimento do índio cativo

19 ESCRAVIDÃO NEGRA Tráfico negreiro: Prisioneiros de guerra = cativos; Objetos de troca: cavalos, aguardente, tabaco e zimbo. Segundo registros históricos, muito antes da época colonial utilizava-se em Angola colares formados por rodelas de conchas de caracóis e outras conchas, furadas no centro e enfiadas em fios de fibras têxteis, como instrumento de troca. Todavia, apesar da variedade de conchas, foi o Zimbo, pequeno búzio cinzento, um dos mais importantes e dos primeiros instrumentos de troca constituindo funcionalmente autêntica moeda local

20 Viagem nos tumbeiros Seiscentas peças barganhei - Que pechincha! No Senegal! A carne é rija, os músculos de aço, Boa liga do melhor metal. Em troca dei só aguardente, Contas, latão um peso morto! Eu ganho oitocentos por cento Se a metade chegar ao porto.

21 PERDA DA IDENTIDADE NEGRA Nomes cristãos; Separados segundo interesses comerciais. RESISTÊNCIA NEGRA Banzo, suicídios, abortos, automutilações, fingiam-se doentes; Assassinatos de senhores e seus familiares, incêndios, fugas em massa e formação de quilombos; Preservação da identidade cultural danças, rituais de feitiçaria, capoeira e música medo branco.

22 "Os novos estudos, entretanto, têm destacado novas formas de resistência como a possibilidade de os escravos comprarem, ganharem ou negociarem suas alforrias; ou a possibilidade de montarem famílias e permanecerem ligados a elas; ou ainda o direito a uma produção autônoma de alimentos (que poderiam inclusive ser vendidos no mercado), entre outras. Tentando resumir o que é impossível de ser resumido: a escravidão era um sistema violento, mas mesmo com esta violência havia espaço para negociação. Este é o cerne das grandes discussões que hoje ocorrem nas grandes universidades do país acerca da escravidão." SARAIVA, Luiz Fernando. Da pesquisa à prova. In: NOSSA HISTÓRIA. São Paulo: Vera Cruz, ano 2, n. 21, jut p. 82.

23 6- DEMAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS Pecuária: Origem: ilhas Atlânticas, Força motriz, transporte carga e pessoas, Crescimento rebanhos Carta Régia 1701 proibiu criação de gado numa extensão de 60 km da faixa litorânea expansão da atividade (rios São Francisco e Paraíba) Interiorização da colonização Tordesilhas; Desenvolvimento comércio interno posteriormente área mineradora; Utilização mão-de-obra livre Estrutura latifundiária ultrapassando limites Tratado de abastecimento área litorânea e mobilidade social;

24 Extrativismo Região Norte. Região pertencente ao domínio espanhol; Decadência comércio especiarias interesse pela região amazônica; Extrativismo vegetal; Mão de obra indígena escravizada ou não.

25 7- BRASIL HOLANDÊS 71 - União Ibérica Felipe II Espanha ocupa trono português com apoio de parte da nobreza, da burguesia e da corte 1581 Tratado de Tomar = União Ibérica. Consequência para o Brasil: Sem efeito Tratado de Tordesilhas Portugal herda inimigos espanhóis. interiorização portuguesa, Domínio espanhol sobre Países Baixos Holanda X Espanha Espanha reforça o pacto colonial utiliza açúcar como arma econômica ; Holanda: formação da Companhia das Índias Ocidentais obj.: conquista de terras na América e controle do tráfico de escravos.

26 7.2 - Invasão da Bahia Ataque surpresa e fácil dominação; Derrota holandesa envio de esquadras de Pernambuco e da Espanha. 7.3 Invasão de Pernambuco Resistência Arraial de Bom Jesus; Calabar e a fixação dos holandeses (conquista: Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte); Governo Maurício de Nassau ( ). Empréstimos recuperação de engenhos abandonados e/ou destruídos; Melhorias na cidade de Recife; Liberdade religiosa; Conquista: Ceará e Maranhão; Conquista Angola dificulta tráfico de escravos para Brasil português; Holanda X Inglaterra falta recursos para investir no Brasil pressões holandesas renúncia de Nassau.

27 7.4 - Insurreição Pernambucana Restauração portuguesa Portugal reconhece domínio holandês; Saída de Nassau e arrocho do Pacto Colonial; Lutar armada dos colonos contra holandeses. Batalhas dos Guararapes vitórias dos colonos, 1649 envio de tropas portuguesas. Expulsão dos holandeses vitória dos colonos ou acordo Portugal/Holanda?; Crise lavoura açucareira; Nativismo colonial; Ocupação terras indígenas Guerra dos Bárbaros extermínio dos índios; Repressão aos negros Guerra contra Espanha destruição quilombos; dependência portuguesa da Inglaterra.

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