A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS"

Transcrição

1 A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

2 Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde e de como prevenir doenças Melhoria de condições de saúde da população aumento da expectativa de vida maior sobrevivência de indivíduos com doenças graves e crônicas Novos métodos e técnicas de detecção, diagnóstico, tratamento e reabilitação maior disponibilidade de tratamentos de saúde para a população. aumento da complexidade da assistência à saúde exigindo a especialização dos médicos surgimento de outros profissionais de saúde não médicos pacientes passam a ter contato com vários profissionais de saúde Aumento crescente dos custos da assistência à saúde e necessidade de controle de custos mudança modelo da atenção à saúde

3 Mudança no modelo assistencial implica necessidade de intercâmbio Gestão da assistência Gestão do cuidado Gestão Da Saúde Medicina coletiva Regulaçãp Pressão de custos Inicial Fee-for-service, sob demanda Hoje Transição capitação baseada no caso Antecipada Preventiva, Continuidade do cuidado Baseada em resultados

4 Porém Setor de saúde defasado da Era da Informação comunicação eletrônica B2B, B2C Modelo de intercâmbio de informação baseado em papel Informação na saúde suplementar totalmente fragmentada entre os profissionais de saúde, operadoras e prestadores de serviço Falta de interoperabilidade entre os softwares: falha no mercado Falta de padronização das informações administrativas, demográficas e clínicas, inclusive em uma única organização: sistemas não interoperáveis O paciente não é o centro da arquitetura dos softwares

5 O papel do governo na era digital Adotar, manter e apoiar o desenvolvimento de padrões de informação em saúde e promover a implantação do Registro Eletrônico em saúde no Brasil, de forma integrada, contextualizada e holística, para facilitar o acesso oportuno à informações contidas num registro longitudinal dos pacientes, que possam dar suporte aos diversos usos, primários e secundários, das informações em saúde no país.

6 Para que os Sistemas permitam que a informação Seja coletada uma única vez, na ponta, e re-utilizada muitas vezes Coletada com consistência e com capacidade de comparação Armazenada no contexto correto Utilizada com o mínimo de transformação Baseada em padrões 6

7 Padrões Promovem a padronização da práticas e os processos de trabalho Possibilitam a interoperabilidade entre sistemas independentes Diminuem os custos com o desenvolvimento e mantutenção de softwares São um ótimo mecanismo para a regulação

8 Mas no estágio atual Softwares atuais coletam e gerenciam a informação de diferentes maneiras A maioria dos padrões atuais são genéricos, necessitam ser customizados Os padrões existentes se superpõem e competem entre si O design dos relatórios exigidos (governo, operadoras, clínicos) não levam ao uso efetivo dos dados coletados, conduzindo a uma transcrição inexata e potencialmente insegura da informação, a conclusões errôneas e decisões equivocadas(banana-maçã) O uso secundário da informação não se baseia nos dados primários

9 Há necessidade de harmonização Para remover inconsistências e cobrir insuficiências e possibilitar: o desenvolvimento de Softwares em saúde baseados em padrões para modelo de referência, modelo de interface, conceitos clínicos e demográficos, e conjunto de terminologias a Interoperabilidade a nível de conhecimento arquétipos Separação do domínio e desenvolvimento de TI

10 Padrões de informação em saúde Padrões de informação em saúde se dividem, basicamente, em 4 categorias: conteúdo e estrutura, representação de conceitos em saúde, comunicação e, segurança e privacidade. O padrão de representação dos conceitos em saúde constitui conjunto padronizado de terminologias, códigos e descrições utilizados no RES. A adoção de vocabulários controlado é fundamental para garantir a qualidade dos dados e a interoperabilidade semântica entre sistemas de informação.

11 Terminologia Clínica- o que é? Uma terminologia clínica é uma lista estruturada de conceitos e as descrições a estes associadas para uso na prática clínica. Conjunto de termos que representam um sistema de conceitos no âmbito de um domínio especificado, neste caso,a a prática clínica.

12 Terminologia Clínica- para que serve? As terminologias clínicas são utilizadas para descrever o processo de cuidado em saúde e cobrem vários temas relacionados a área de saúde, tais como doenças, tratamentos, drogas e procedimentos administrativos, entre outros. Através do uso de terminologias clínicas um sistema computadorizado pode registrar de forma consistente as informações assistenciais o que permite uma comunicação eficiente, e sem ambigüidade, entre diferentes organizações.

13 Terminologia Clínica- por quê? a oferta de serviços em saúde depende hoje, em grande parte da tecnologia da informação; torna-se cada vez mais necessária a viabilização de interoperabilidade entre os diversos sistemas de informação em saúde de forma que a perda de significado das informações seja mínima colaborando para uma oferta de serviços em saúde que seja mais segura e eficiente.

14 Benefícios do Uso de Vocabulários Controlados Possibilitam que observações clínicas relevantes sejam capturadas de forma detalhada, requisito fundamental na construção de um sistema de informação centrado no paciente. Possibilitam que diferentes locais e diferentes prestadores possam enviar e receber dados relacionados ao processo de cuidado em saúde (Desde que eles inter-operem!) de forma inteligível, agilizando o atendimento do paciente e reduzindo a duplicação de pedidos de exames e de prescrições. Possibilitam que as informações coletadas possam ser efetivamente utilizadas para melhorar a performance clínica, administrativa e financeira.

15 Benefícios do Uso de Vocabulários Controlados (cont.) Possibilitam que os computadores possam manipular as dados padronizados identificando informações relevantes para um dado paciente levando à emissão de recomendações baseadas em protocolos clínicos, alertas e lembretes automáticos que contribuem para implementação de mecanismos de segurança do paciente. (Ah, o futuro... E os RES, os sistemas de apoio à decisão) Permitem a construção de bases de dados de alta qualidade para a realização de estatísticas de saúde, a confecção de relatórios e o monitoramento da saúde de grupos. Facilitam a identificação de fraudes e práticas abusivas.

16 Terminologia unificada em saúde suplementar A TUSS é o resultado do trabalho do grupo de terminologias em saúde e representa um grande avanço no processo de implementação do padrão TISS. Faz parte da estratégia da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), para a evolução do Padrão eletrônico de troca de informações entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço e profissionais de saúde na saúde suplementar. de forma segura, com privacidade dos dados e interoperável - instituir o ambiente de e-saúde no Brasil

17 Evolução do padrão TISS PADRÃO DE CONTEÚDO E ESTRUTURA 1. Modelo de Referência para a construção de softwares: modelos demográficos e clínicos Demográficos: conceitos sobre pacientes, operadoras, planos de saúde, prestadores de serviço (CNES) e suas identificações Clínicos: estabelecer um conjunto nacional de informações clínicas incluindo todas as especialidades médicas e todos os profissionais de saúde 2. Definir um conjunto estruturado de documentos clínicos para os prestadores de serviço; e padronização entre eles e suas fontes pagadoras (SUS INCLUSIVE) 3. Analisar padrões internacionais como HL7, ASTM, CEN e ISO/TC215 ( , TR ) 4....

18 Evolução do padrão TISS Padrão de Terminologias 1. TUSS procedimentos médicos, outros profissionais, OPMs, Materiais, Taxas e Aluguéis, Medicamentos 2. SNOMED-CT 3. LOINC 4. Serviços de Terminologia: um servidor que centralize as terminologias e suas manutenções, permita consultas diversas, construções de agrupamentos, etc) 5....

19 Evolução do padrão TISS Padrão de Comunicação 1. Mensagens do TISS: elegibilidade, autorização e faturamento 2. Mensagens clínicas 3. Mensagens para o repositório central de informações do paciente 4. Analisar mensagens utilizadas internacionalmente (HL7 v2,v3, CDA, CCR, etc) 5....

20 Evolução do padrão TISS Padrão de Segurança e privacidade 1. Transparência, Coleta e uso de informações pessoais de saúde, controle individual, segurança, auditoria, prestação de contas e tecnologia e privacidade 2. Levantamento de legislações vigentes 3. Levantamento de regras de segurança da informação em saúde, privacidade, etc.., em outros países 4. Necessidades de novas legislações 5. Políticas de consentimento 6. Certificação e assinatura digital 7....

21 Outras necessidades 1. Projeto de engenharia/arquitetura de software: componentes precisam ser desenvolvidos? Qual a melhor arquitetura? 2. Capacitação e Treinamento Parcerias com universidades Projetos de fomento de bolsas de estudos para mestrado e doutorado Parcerias com agências/entidades/organizações internacionais 3. Envolvimento das empresas desenvolvedoras de software em saúde 4. Certificação de Software Qual o melhor modelo para certificação? 5. Desenvolver roadmap para o desenvolvimento de softwares de gestão de operadoras e prestadores de serviço (boas práticas)

22 Outras questões Aonde deverá residir o RES? Em banco de dados governamentais, em operadoras, secretarias de saúde ou outras organizações confiáveis (data center) Quem é responsável pelo RES? O paciente (consentimento) SUS ou Operadora/Prestador? Como desenvolver modelos de sistemas de apoio à decisão? Banco de dados padronizado e com grande potencial de estudos, análises e alertas

23 Principais fases Avaliar as experiências mundiais em e-saúde Estabelecer os princípios (modelagem) / engenharia Criar um roteiro de implantação Construir protótipos (regionais) Desenvolver um framework comum através da experiência de campo e da colaboração de experts Publicar modelos de implantação, o roteiro de implantação e a Normas Promover a capacitação de Operadoras, Prestadores, Empresas de Softwares e Beneficiários

24 TISS visão de futuro: A comunidade de saúde conectada (e-health) Centrada no paciente Sistemas de Informação independentes unidos através de uma arquitetura de informação compartilhada Laboratórios Modelo de atenção colaborativo Todos os prestadores poderem acessar informações completas e atualizadas sobre o paciente Farmácias Hospitais is Paciente Fontes pagadoras Euqipe de Saúde

25 Reinventar a roda?

26 TUSS onde encontrar?

27 OBRIGADA!

TISS. I Implanta TISS Prestadores e Operadoras em direção à padronização

TISS. I Implanta TISS Prestadores e Operadoras em direção à padronização TISS I Implanta TISS Prestadores e Operadoras em direção à padronização Roteiro Panorama da Saúde Padrão TISS Reflexões Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema

Registro Eletrônico de Saúde Unimed. Números do Sistema Números do Sistema Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas 1 Confederação Nacional 1 Confederação Regional 1 Central

Leia mais

Unimed do Brasil. Projeto Registro Eletrônico de Saúde

Unimed do Brasil. Projeto Registro Eletrônico de Saúde Unimed do Brasil Projeto Registro Eletrônico de Saúde Novembro /2015 Sistema Unimed Números do Sistema 36 Prestadoras 300 Operadoras (30% das operadoras de saúde) 15 Federações Institucionais 351 Cooperativas

Leia mais

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013.

REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013. Regulação e Qualidade no Setor de Saúde Suplementar - 18/06/2013. REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR 18 de junho de 2013 1 Informação para a Regulação da Qualidade da Saúde Suplementar Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais pela UNESP, Doutorado

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014

Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO. Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde para a Odontologia 9º SINPLO Painel Tecnológico 09 de maio de 2014 Registro Eletrônico de Saúde 9º SINPLO SP 09/05/2014. 1 Marizélia Leão Moreira Graduada em Ciências Sociais

Leia mais

Por que criar um padrão?

Por que criar um padrão? Tópicos Abordados Por que padronizar O que regulamenta Prazos Responsabilidades Entendendo a norma Webservices Mensagens TUSS Demonstração de uso de Webservices TISS Por que criar um padrão? Para colocar

Leia mais

A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde

A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde A Tecnologia da Informação como Ferramenta de Efetividade na Gestão da Saúde Lincoln de Assis Moura Jr, MSc, DIC, PhD lincoln.a.moura@gmail.com.br 11 8426-6276 Convicção Métodos artesanais são incompatíveis

Leia mais

Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00. 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS. 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02.

Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00. 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS. 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02. Versão 1.0 MANUAL PRÁTICO TISS 3.02.00 1. Divulgação 3.02.00 Unimed Taubaté/ANS 2. Material TISS 3.02.00 3. Componentes da TISS 3.02.00 SUMÁRIO 1. Divulgação 3.02.00 - Unimed Taubaté/ANS...2 3.2.1. Guias

Leia mais

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde)

Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Conceitos e definições da ANS (Agencia Nacional de Saúde) Demonstrativo de retorno: modelo formal de representação e descrição documental do padrão TISS sobre o pagamento dos eventos assistenciais realizados

Leia mais

PADRÃO TISS. Troca de Informação em Saúde Suplementar

PADRÃO TISS. Troca de Informação em Saúde Suplementar PADRÃO TISS Troca de Informação em Saúde Suplementar DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL Leôncio Feitosa Diretor Jussara Macedo Gerente Geral de Integração com o SUS - GGSUS A Visão da ANS/Diretoria

Leia mais

Integração de Sistemas Laboratoriais na SMS-SP. Adriana Claudia Martins adriana.martins@zilics.com.br

Integração de Sistemas Laboratoriais na SMS-SP. Adriana Claudia Martins adriana.martins@zilics.com.br Integração de Sistemas Laboratoriais na SMS-SP Adriana Claudia Martins adriana.martins@zilics.com.br Objetivo Apresentar estado atual do projeto de integração do sistema SIGA Saúde, em uso na Secretaria

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores

IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar. Visão dos Prestadores IMPLANTAÇÃO DA TABELA TUSS Terminologia Unificada em Saúde Suplementar Visão dos Prestadores HISTÓRICO 2003 TISS 2004 OFICINAS ANS TISS Porto Alegre: Importância do tema = 95,2% importante / muito importante

Leia mais

ilupas da informação e comunicação na área de Saúde entrevista

ilupas da informação e comunicação na área de Saúde entrevista ilupas Pesquisa Nacional identifica investimentos em tecnologias da informação e comunicação na área de Saúde Por Kelly de Souza O baixo grau de investimento em Tecnologias da Informação e Comunicação

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN n 114, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Estabelece padrão obrigatório para a troca de informações entre operadoras de plano privado de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde

Leia mais

E-Saúde e soluções mobile

E-Saúde e soluções mobile MINISTÉRIO DA SAÚDE GOVERNO FEDERAL E-Saúde e soluções mobile Fórum RNP O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes que assumiu o desafio de ter um sistema universal, público e gratuito

Leia mais

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG

Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM. Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário Eletrônico em MT - estado atual relacionado às exigências do CFM Cláudio de Souza Corregedor do CRMMG Prontuário médico É um documento único constituído de um conjunto de informações, sinais

Leia mais

Abordagens. Ao redor do computador. Ao redor do computador. Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com.

Abordagens. Ao redor do computador. Ao redor do computador. Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com. Abordagens Auditoria de Sistemas de Informação Ao redor do computador Através do computador Com o computador Everson Santos Araujo 2 Ao redor do computador Ao redor do computador Auditoria

Leia mais

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde

Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações. Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Projeto RES SUS Nacional Definição, Escopo e Ações Eduardo Mugnai Coordenador ABNT CEE 78 Informática em saúde Programação 1º DIA: 08/05/2012 - TERÇA-FEIRA Oficina RES DATASUS/MS De 08 a 10/05/2012 Brasília/DF

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Manual de Orientações Técnicas e Administrativas de Serviços em Check-up da Tempo USS - Serviços de Assistência

Manual de Orientações Técnicas e Administrativas de Serviços em Check-up da Tempo USS - Serviços de Assistência Manual de Orientações Técnicas e Administrativas de Serviços em Check-up da Tempo USS - Serviços de Assistência Maio de 2011 1. Apresentação Apresentamos o Manual de Orientações Técnicas e Administrativas

Leia mais

Sistema de Informação

Sistema de Informação Sistema de Informação Conjunto de elementos inter-relacionados que coleta, processa (manipula e armazena), transmiti e dissemina dados e informações; Manual ou informatizado; Envolve pessoas, máquinas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA 1. Número e Título do Projeto: OEI BRA09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação

Leia mais

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito Questão B.1.1 Sobre o escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar A) O escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar é igual à pratica nas empresas de outros segmentos de mercado B) Abrange

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO CONSULTAS, SOLICITAÇÕES E EXECUÇÕES DE EXAMES (SADT) HILUM 4.0.5 TISS 3.02.00

MANUAL DE UTILIZAÇÃO CONSULTAS, SOLICITAÇÕES E EXECUÇÕES DE EXAMES (SADT) HILUM 4.0.5 TISS 3.02.00 MANUAL DE UTILIZAÇÃO CONSULTAS, SOLICITAÇÕES E EXECUÇÕES DE EXAMES (SADT) HILUM 4.0.5 TISS 3.02.00 1 APRESENTAÇÃO A ANS estabeleceu um padrão de Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS para registro

Leia mais

Resolução CC-52, de 23-6-2004

Resolução CC-52, de 23-6-2004 Resolução CC-52, de 23-6-2004 ANEXO I Institui a Política e o Plano Estratégico de Uso de Software na Administração Pública Estadual O Secretário-Chefe da Casa Civil, na qualidade de Presidente do Comitê

Leia mais

Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013

Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013 Padrão TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2013 SUMÁRIO Questão 1 - Valor dos eventos de atenção à saúde, por grupo e origem... 4 Questão 2 Quantitativo e valor dos eventos de atenção à saúde por prestador...

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Halley Johanston Unysis Corporation, EUA Revista Informédica, 1 (2): 5-9, 1993. A utilização da Informática na gestão hospitalar evoluiu, nos últimos

Leia mais

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa

Web2Doctors: Saúde Fora da Caixa Com uma interface intuitiva feita com recursos da Web 2.0, pela qual se acessa um Prontuário Eletrônico do Paciente configurável com um workflow para todos os departamentos de uma clínica ou hospital,

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS

Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP): Hospital sem papel (paperless) Cláudio Giulliano Alves da Costa Presidente da SBIS 1 Contato Claudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. claudio.giulliano@gmail.com

Leia mais

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente?

2. Quais os objetivos do Programa Nacional de Segurança do Paciente? O tema Segurança do Paciente vem sendo desenvolvido sistematicamente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) desde sua criação, cooperando com a missão da Vigilância Sanitária de proteger

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS

SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS SISTEMA DE SOLUÇÕES PARA GESTÃO DE CLÍNICAS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGENS OBJETIVO DA SOLUÇÃO GERCLIM WEB A solução GERCLIM WEB tem por objetivo tornar as rotinas administrativas e profissionais de sua clínica,

Leia mais

1 O que é a TISS 3.02.00?

1 O que é a TISS 3.02.00? 1 O que é a TISS 3.02.00? O Padrão TISS possui padrão obrigatório para trocas eletrônicas de dados de atenção à saúde dos beneficiários de planos, entre os agentes da Saúde Suplementar. Tem por finalidade

Leia mais

Tecnologia gerando valor para a sua clínica.

Tecnologia gerando valor para a sua clínica. Aumente a eficiência de seu negócio O sclínica é a ferramenta ideal para a gestão de clínicas de diagnóstico. Desenvolvido a partir das necessidades específicas deste mercado, oferece uma interface inteligente,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS

GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS GSUS Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Sigla do Sistema: GSUS Nome do Sistema: Sistema de Gestão da Assistência de Saúde do SUS Responsável pelo Projeto: Antonio Francisco Peixoto Baptista

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas TEMA 4 DO PRÉ CONGRESSO CONBRASS 2012 Atualização na formatação de preços dos procedimentos por pacote e tabelas de diárias compactadas - Dra.Giuseppina Pellegrini "A vida não se abala com a nossa ignorância,

Leia mais

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Os papéis do executivo de RH Pessoas são os principais ativos de uma empresa e o executivo de Recursos Humanos (RH), como responsável por administrar

Leia mais

Registro Eletrônico de Saúde. SE / Ministério da Saúde Assessoria de TI Rogério Sugai

Registro Eletrônico de Saúde. SE / Ministério da Saúde Assessoria de TI Rogério Sugai Registro Eletrônico de Saúde SE / Ministério da Saúde Assessoria de TI Rogério Sugai Planejamento Estratégico do MS para 2008-2011 - MAIS SAÚDE - ALINHAMENTO COM O PLANO ESTRATÉGICO Mais Saúde ADERENTE

Leia mais

Manual de Instruções ODONTOLOGIA CAMED SAÚDE

Manual de Instruções ODONTOLOGIA CAMED SAÚDE Manual de Instruções ODONTOLOGIA CAMED SAÚDE AGOSTO/2014 1 SUMÁRIO 1. Introdução... 3 2. Orientações Gerais... 4 2.1 Entrega de guias... 4 2.2 Numeração de guias... 4 2.3 Pacotes - Autorização e cobrança...

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade

Gestão da Qualidade. Gestão da. Qualidade Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade 1621131 - Produzido em Abril/2011 Gestão da Qualidade A Gestão da Qualidade é um modelo de mudança cultural e comportamental, através de uma liderança persistente

Leia mais

7º Congresso de Gestão de Assistência à Saúde

7º Congresso de Gestão de Assistência à Saúde 7º Congresso de Gestão de Assistência à Saúde Estratégias de Otimização dos Custos de Operação (Administrativos) Heráclito Gomes de Brito Junior NOV/08 Agenda O setor de planos de saúde Forças de mercado

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00

Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 Relato Reunião COPISS Coordenador 19 de abril de 2012, 52ª reunião ANS, Rio de Janeiro 9h00 às 17h00 1 Resumo e considerações* A reunião apresentou bastante debate, e deliberações importantes. Alguns pontos

Leia mais

Comissão Deliberativa de Tecnologia da Informação dos Hospitais Universitários da UFC - CODETI

Comissão Deliberativa de Tecnologia da Informação dos Hospitais Universitários da UFC - CODETI Comissão Deliberativa de Tecnologia da Informação dos Hospitais Universitários da UFC - CODETI 01/07/2011 A implantação da Comissão Deliberativa de Tecnologia da Informação dos Hospitais Universitários

Leia mais

Treinamento. Gerência Técnica Especializada consultoria@bolsin.net. Janis Kotke consultoria@bolsin.net

Treinamento. Gerência Técnica Especializada consultoria@bolsin.net. Janis Kotke consultoria@bolsin.net Apresentação: Janis Kotke O objetivo deste boletim informativo técnicos é esclarecer alguns detalhes da Resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Todo o conteúdo foi extraído da sua própria fonte

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde

Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde Aplicação de técnicas e cultura de Segurança em Instituições de Saúde Arlen Feitosa Gerente de Segurança da Informação e Compliance Hospital Albert Einstein Agenda Saúde no Brasil Segurança da Informação

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD

PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE. Maria Candida Guedes de Oliveira Comisionada de la CNPD PROTEÇÃO DE DADOS NA INFORMAÇÃO DE SAÚDE Comisionada de la CNPD Novas Tecnologias na Saúde Perigos potenciais do uso da tecnologia: Enorme quantidade de informação sensível agregada Aumenta a pressão económica

Leia mais

Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS

Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS Troca de Informação em Saúde Suplementar - TISS e Terminologia Unificada da Saúde Suplementar - TUSS Daiane Maciel maciel.daiane@gmail.com +55 11 8271-1523 1 Troca de Informação em Saúde Suplementar -

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor (rodrigues.yuri@yahoo.com.br)

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília AVALIAÇÃO DA ADOÇÃO DE BPM NO BRASIL: ERROS, APRENDIZADOS E BOAS PRÁTICAS Leandro Jesus INVESTIR EM PROCESSOS:

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

COMPATIBILIZANDO CADASTROS

COMPATIBILIZANDO CADASTROS COMPATIBILIZANDO CADASTROS EM PROJETO SIG Cristiane Vaz Domingues cristiane.vaz@uol.com.br FOTOGRAFIA Hoje nas instituiçõesições públicas existem: informações repetidas e/ou complementares distribuídas

Leia mais

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico AME Levando mais saúde para o cidadão Prêmio CONIP de Excelência Categoria: Administração Pública Eficiente e Eficaz - Aplicações Voltadas para o Cidadão

Leia mais

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Consultoria Técnica para a Gestão da Sinistralidade Suporte para Organização das Auditorias Operadora Consultoria Técnica em OPME Auditorias,

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo Roteiro Introdução Sistemas de Informação - SI Executive Information

Leia mais

Implantação do Padrão TISS

Implantação do Padrão TISS Implantação do Padrão TISS Como avalia o impacto da TISS no setor de atendimento de seu laboratório? Como avalia o impacto da TISS no setor de faturamento de seu laboratório? Após a TISS, o número de colaboradores

Leia mais

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

Política Ambiental das Empresas Eletrobras Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação

Leia mais

MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA

MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA MODELO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO (GC) PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA 9º Fórum de Planejamento e Gestão Prof. Dr. Fábio Ferreira Batista Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Universidade

Leia mais

Parte 1: Sistemas de Informação em Saúde I

Parte 1: Sistemas de Informação em Saúde I Curso: Sistemas de Informação para Gestão da Saúde Parte 1: Sistemas de Informação em Saúde I Beatriz de Faria Leão, MD, PhD http://www.pep.com.br/unidasabril2006 São Paulo, 6 a 7 de abril de 2006 As 4

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação. Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação Sistemas de Informação no SUS Informação para Gestão Contato Cláudio Giulliano Alves da Costa, MD, MSc. Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo Assessoria

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS

Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS Metodologia de Qualificação de Dados dos Planos Privados de Assistência à Saúde: uma experiência na ANS X Congresso Brasileiro de Informática em Saúde out/2006 - Florianópolis (SC) ANS Lei nº 9.656/1998

Leia mais

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010

Certificação SBIS/CFM. Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Certificação SBIS/CFM Euline Marcos Rodrigues - CPqD 16/04/2010 Agenda Histórico Requisitos Categorias Processo Certificação Comparativo para Discussão Histórico Ano 2002 2003 2004 2005 Eventos/Documentos

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

Números do Sistema Unimed. 354 Cooperativas Unimed. Presente em 83% dos municípios

Números do Sistema Unimed. 354 Cooperativas Unimed. Presente em 83% dos municípios Números do Sistema Unimed 354 Cooperativas Unimed 300 Operadoras de plano de saúde 37 Prestadoras de serviço 110 mil Cooperados ativos 19,5 milhões Beneficiários 2.960 Hospitais Presente em 83% dos municípios

Leia mais

Prontuário Eletrônico do Paciente

Prontuário Eletrônico do Paciente 10º AUDHOSP - Congresso Nacional de Auditoria em Saúde e Qualidade da Gestão e da Assistência Hospitalar Marcelo Lúcio da Silva Gerente Executivo e de Certificação da SBIS Águas de Lindóia-SP, 16 de setembro

Leia mais

MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR

MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR MODELAGEM DE FICHA DE ATENDIMENTO PARA CONSULTA OFTALMOLOGICA USANDO ARQUÉTIPOS OPENEHR O objetivo deste trabalho é avaliar a modelagem de arquétipos oftalmológicos, e gerar um modelo de ficha de atendimento

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011

Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 Regulamento do Programa RiSE/Porto Digital de Residência em Reuso de Software 2011 1. Apresentação A RiSE Reuse in Software Engineering e o Núcleo de Gestão do Porto Digital (NGPD), com o apoio do CNPq

Leia mais

Eliminação do Papel em Saúde

Eliminação do Papel em Saúde Eliminação do Papel em Saúde Luis Gustavo Kiatake kiatake@evaltec.com.br Coordenador GT Segurança do Comitê Informática em Saúde ABNT Representante ABNT TC-215 Health Informatics ISO Membro titular da

Leia mais

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores

Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Relacionamento entre Operadoras e Prestadores Ciclo de Debates GV Saúde 18.outubro.2006 João Alceu Amoroso Lima Vice Presidente SulAmérica Saúde 1. Panorama de Mercado 2. Ações A SulAmérica - Curto/Médio/Longo

Leia mais

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo

Leia mais

Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS

Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar PADRÃO TISS RADAR TISS Operadoras Edição 2014 ERRATA Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS. Padrão de Troca de Informações na Saúde Suplementar

Leia mais

Curso Forense Computacional

Curso Forense Computacional Curso Forense Computacional Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado de Segurança da Informação no Brasil e exterior. Os cursos são ministrados em português,

Leia mais

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015

Enquadramento. Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Enquadramento Uma vida em cada palavra 24-03-2015 Vocabulários Controlados NECESSIDADE 24/03/2015 CTC.PT - Enquadramento Vocabulários Controlados Um dos maiores desafios para os SI na saúde é a representação

Leia mais

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web

TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 01 TOPLAB VERSÃO WEB 3.0 Solução completa para o gerenciamento de laboratórios de análises clínicas Interface web Página 02 Plataforma O TOPLAB foi projetado para funcionar na web, nasceu 'respirando

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Fóruns / Listas de discussão Espaços para discutir, homogeneizar e compartilhar informações, idéias e experiências que

Leia mais

ÍNDICE TISS versão 3.0 Implantação 31/05/2014

ÍNDICE TISS versão 3.0 Implantação 31/05/2014 1 ÍNDICE 1. Visão Geral 3 2. O que é a TISS 3 3. Histórico da evolução do modelo 3 4. O que faz parte da TISS 4 5. Guias e demonstrativos 4 6. Plano de contingência 4 7. Guia de consulta 5 8. Guia de SP/SADT

Leia mais

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra.

www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. www.ctcpt.net Uma vida em cada palavra. SPMS Serviços Partilhados do Ministério da Saúde Comunicação Segura (Interoperabilidade das Tecnologias de Informação e Comunicação) Anabela Santos 23 de outubro

Leia mais

Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com.br>

Auditoria de Sistemas de Informação. Everson Santos Araujo <everson@por.com.br> Auditoria de Sistemas de Informação Everson Santos Araujo 2 Abordagens Ao redor do computador Através do computador Com o computador 3 Ao redor do computador Auditoria de documento-fonte

Leia mais

Modelo de Governança

Modelo de Governança Nome do Projeto Subproduto Responsável do Projeto / Área E-mail Desenvolvimento do Centro Nacional de Terminologia Moacyr Esteves Perche - DATASUS moacyr.perche@saude.gov.br Telefone (61) 3315-2915 Responsável

Leia mais