Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Ministério da Administração Interna

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1 Plano de ação sectorial de racionalização das TIC no Horizonte Grupo de Projeto para as Tecnologias de Informação e Comunicação 1

2 Título: Plano de Ação Sectorial de racionalização das TIC no Autoria: DGIE / SG-MAI Francisco Baptista Data de edição: 28 de Julho de 2014 Versão 14 Julho

3 SUMÁRIO EECUTIVO Com este documento pretende-se apresentar as medidas do Ministério da Administração Interna que se enquadram no plano de ação de racionalização das TIC. No âmbito das tecnologias de informação e de comunicação que servem de suporte à atividade do, foram formuladas medidas inovadoras que aumentam a eficácia e a eficiência permitindo potenciar as competências atribuídas ao MAI racionalizando meios. No MAI, as tecnologias de informação e de comunicações representam um vetor critico na função de garantir a operacionalidade em todos os serviços, de prestar um serviço ao cidadão de excelência, e de ainda intensificar a cooperação e integração com sistemas europeus, através de uma mesma infraestrutura: a rede nacional de segurança interna (RNSI). Assim, apresentam-se medidas com objetivo de melhorar os mecanismos de governance existentes na Administração Pública, como a implementação e operacionalização do Centro Operacional de Segurança Informática; com a intenção de redução de custos, através de vários tipos de racionalização como migração da RNSI para fibra ótica, migração de serviços aplicacionais, consolidação do Centro de Dados do MAI no Porto, e também a eliminação dos circuitos analógicos de suporte ao Fax. De modo a estimular a utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa e também a implementação de soluções TIC comuns, o MAI propôs-se a implementar novos sistemas de informação como a PIIC assim como integrar e cablar 206 postos da GNR. Finalmente e para contribuir para o estímulo ao crescimento económico e diminuição dos custos operacionais, pretende-se implementar soluções Open Source. Todas as medidas apresentadas concedem ao MAI uma posição estratégica na área das tecnologias de informação e comunicações no alinhamento com os demais estados membros da EU, bem como com os sistemas europeus. 3

4 ÍNDICE SUMÁRIO EECUTIVO INTRODUÇÃO LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC PROJECTO PILOTO SITAI CENTRO OPERACIONAL DE SEGURANÇA INFORMÁTICA COSI MIGRAÇÃO DE TODA A RNSI PARA FIBRA ÓTICA EVOLUÇÃO DAS COMUNICAÇÕES DE DADOS E MULTISERVIÇOS DA RNSI MIGRAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO DO RECENSEAMENTO ELEITORAL (SIGRE) NO SEF PARA O CENTRO DE DADOS DO MAI (SG-MAI TICS) PROJETO-PILOTO DE COMUNICAÇÕES UNIFICADAS COM O CEGER ELIMINAÇÃO DOS SISTEMAS DE FA NO MAI PLATAFORMA DE INTEROPERABILIDADE DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL (PIIC) PILOTO OPEN SOURCE INTEGRAR E CABLAR OS POSTOS (206) DA GNR QUE AINDA NÃO SE ENCONTRAM NA RNSI IMPLEMENTAÇÃO DO CONOR 112.PT INSTALAÇÃO DOS SISTEMAS ALTERNATIVOS DAS DIFERENTES ENTIDADES MAI NO CENTRO DE DADOS DO MAI (CONTUMIL - PORTO) MIGRAÇÃO DO VOIP DA PSP PARA A RNSI (PSP) INVESTIGAÇÃO POLICIAL ATUANTE - IPA (PSP) SER ONLINE SERVIÇOS ONLINE DA PSP PLATAFORMA LOGÍSTICA DE APOIO À ACTIVIDADE OPERACIONAL (PSP) PROJETO PARA UMA SOCIEDADE MAIS SIMPLES E SEGURA 1ª FASE (PSP) EVOLUÇÃO DA PKI DOS DOCUMENTOS DE VIAGEM (SEF) PASSE - DIVULGAÇÃO E DIFUSÃO DO SISTEMA DE CONTROLO DE FRONTEIRAS (SEF) EVOLUÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLO DE FRONTEIRAS - PASSE VERSÃO 2 (SEF) EVOLUÇÃO DO SISTEMA RAPID (VERSÃO 2) RECONHECIMENTO AUTOMÁTICO DE PASSAGEIROS IDENTIFICADOS DOCUMENTALMENTE (SEF) PASSE MÓVEL (SEF) EVOLUÇÃO DO SISTEMA DE ATENDIMENTO AO UTENTE - SIGAP VERSÃO 2 (SEF) EVOLUÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRABALHO PADRÃO DO SEF IMPLEMENTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES VOIP (ANPC)

5 3.26. GEORREFERENCIAÇÃO DE TERMINAIS RÁDIO SIRESP (ANPC) GEORREFERENCIAÇÃO DE MEIOS AÉREOS (ANPC) SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SIG (ANPC) PLATAFORMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS EM EDIFÍCIOS SCIE (ANPC) MELHORIA DA INFRAESTRUTURA DE COMUNICAÇÕES DA ANPC EPANSÃO DO SISTEMA CICLOPE (ANPC) REESTRUTURAÇÃO DOS ARQUIVOS DOS E-GOVERNOS CIVIS NO MAI (SG-MAI) CENTRALIZAÇÃO DOS SITIOS INSTITUCIONAIS DAS ENTIDADES MAI NUMA PLATAFORMA ÚNICA MAI (SG-MAI TICS) IMPLEMENTAÇÃO DA CLOUD DO MAI (SG-MAI TICS) ARQUIVO MULTIMEDIA MAI (SG-MAI) MONITORIZAÇÃO DAS TIC NO MAI (SG-MAI TICS) SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE ACIDENTES DE VIAÇÃO SIAV (ANSR) SISTEMA NACIONAL DE CONTROLO DE VELOCIDADE SINCRO (ANSR) PORTAL DE CONTRAORDENAÇÕES (ANSR) ASSINATURA DIGITAL QUALIFICADA A DISPONIBILIZAR PELA AMA E A UTILIZAR NO SIGA E NO SCOT (ANSR) SISTEMA DE VIDEOCONFERENCIA PARA SUPORTE AO PROCESSO DE INQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHAS (ANSR) PROJETO DE GESTÃO DOCUMENTAL MULTI-ORGANIZAÇÕES (SG-MAI) PARAMETRIZAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DA APLICAÇÃO DE GESTÃO PATRIMONIAL / ORÇAMENTAL GERFIP NO MAI (SG-MAI) SISTEMA DE DESPACHO, ARQUIVO E GESTÃO DOCUMENTAL SDAGD (GNR) PLATAFORMA DE INTEGRAÇÃO E GESTÃO OPERACIONAL PIGO (GNR) PLATAFORMA INTEGRADA DE GESTÃO DE RECURSOS INTERNOS DA GNR (PIGRI) SISTEMA ESTRATÉGICO DE GESTÃO E APOIO DA ATIVIDADE POLICIAL E INFORMAÇÃO CRIMINAL - SEG2APIC (GNR) ESTAÇÃO DE TRABALHO PADRÃO OPERATIVA DA GNR - ETPOG SISTEMA DE COMANDO CONTROLO E COORDENAÇÃO OPERACIONAL DA GUARDA SC3OG (GNR) SISTEMA DE TELEPRESENÇA DA GNR HARMONIZAÇÃO DAS INFRAESTRURAS DE REDES RÁDIO HIRR (GNR) INTEGRAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES VOIP DA GNR NO PLANO DE NUMERAÇÃO DO MAI (GNR) VIGILÂNCIA DAS FRONTEIRAS ETERNAS DA EU (VFEUE-OPE) (GNR) DEPENDÊNCIAS E IMPACTO GLOBAL DAS MEDIDAS PROPOSTAS ALINHAMENTO DE MEDIDAS SECTORIAIS COM PLANO GLOBAL ESTRATÉGICO DE RACIONALIZAÇÃO E REDUÇÃO DE CUSTOS NAS TIC, NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

6 5. PRINCIPAIS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ANEOS A. ORÇAMENTO EECUTADO DAS TIC EM 20 - MAI

7 1. INTRODUÇÃO A Administração Interna tem como suporte à sua atividade, para além de toda a interoperabilidade com outros sistemas dentro e fora da administração pública, sistemas informáticos de dimensão nacional que garantem: A operacionalidade dos diversos serviços: o sistema de informação operacional (SIIOP) de suporte à Guarda Nacional Republicana, o sistema de integrado de informação (SIISEF) de suporte ao SEF, o sistema estratégico de informação (SEI), de suporte à Polícia de Segurança Pública, o sistema de apoio à decisão operacional (SADO) de suporte à Autoridade Nacional de Proteção Civil, o sistema de Informação e gestão de autos (SIGA) e o sistema de contra ordenações de trânsito (SCOT), de suporte à ANSR; Serviços ao cidadão: o sistema de emergência 112.pt, o sistema de informação do passaporte eletrónico português (SIPEP) e o sistema de informação e gestão do recenseamento eleitoral (SIGRE); Cooperação e integração com sistemas europeus: Sistema de Informação Schengen (SIS), sistema de informação de vistos (VIS); com âmbito de atuação ao nível do cidadão, das forças e serviços, do país e da europa, suportados em plataformas individualizadas com interação automáticas entre eles, explorados sobre a mesma infraestrutura a rede nacional de segurança interna (RNSI). Sistema Integrado de Informações Operacionais de Policia (SIIOP) O Sistema Integrado de informações Operacionais de Policia (SIIOP), em harmonia com o Decreto Regulamentar Nº 2/95, de 25 de Janeiro, é uma Base de Dados de Informação Policial que foi desenvolvida com a finalidade de inovar, simplificar, desmaterializar e tornar mais eficientes todos os processos funcionais em todas as áreas da Atividade Operacional da GNR, garantindo uma superior qualidade de atendimento ao cidadão, bem como uma racionalização da gestão que permita a redução de custos global, a adoção de uma administração eficaz e a efetiva materialização de redes de partilha e de interoperabilidade com outros organismos nacionais e internacionais. A implementação do SIIOP, enquanto tecnologia de Informação e conhecimento de suporte à atividade operacional, constitui-se como uma necessidade estrutural essencial ao funcionamento e modernização da Guarda Nacional Republicana. 7

8 Sistema Estratégico de Informação (SEI) O Sistema Estratégico de Informação, Gestão e Controlo Operacional (SEI), decorre do Plano Estratégico dos Sistemas de Informação (PESI) englobado no continuado processo de modernização da Polícia de Segurança Pública (PSP). O PESI foi aprovado em 2002 e ainda hoje mantém a sua atualidade estratégica no âmbito das TIC na PSP. O objetivo core do SEI é dotar todo o dispositivo da PSP de um sistema de informação integrado, capaz de suportar todos os seus processos operacionais e que, em simultâneo, seja catalisador da uniformização e racionalização de procedimentos, e de uma operação cada vez mais eficaz e eficiente. O SEI encontra-se dividido em módulos, que agrupam conjuntos de funcionalidades pertencentes a atividades operacionais da PSP. Esta divisão pretende contribuir para uma maior facilidade de navegabilidade na aplicação e para uma melhor compreensão dos conceitos associados a cada funcionalidade disponibilizada. Destacam-se os módulos de registo de processos (denúncias/queixas criminais, contraordenações, ocorrências policiais), de registo de acidentes de viação, de registo de pedidos de entidades externas, de gestão de grandes eventos e de gestão meios operacionais. Sistema de Informação Integrado do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SIISEF) Sistema de Informação onde são registados todos os dados e processos relativos à entrada, permanência e afastamento de cidadãos estrangeiros em território nacional, incluindo o pessoal do corpo diplomático acreditado em Portugal. Este sistema desenvolvido em tecnologia aberta inclui informação biográfica, biométrica e documental e é composto por vários módulos onde se incluem os Processos de Emissão e Renovação de Vistos, os Processos de Residência de Cidadãos Estrageiros Comunitários e de Países Terceiros, os Processos de Asilos e Refugiados, outros processos de Direitos de Igualdade de Estatuto e Deveres, os Processos de obtenção de Nacionalidade Portuguesa, os Processos de Abandono Voluntário e de Expulsão, as Medidas Cautelares, as Indicações de Documentos e Contraordenações. Inclui ainda uma componente extensa de estatística e de integração com sistemas de outras entidades públicas. 8

9 Processo Automático e Seguro de Saídas e Entradas (PASSE) Sistema de Informação que com a integração total dos 3 módulos que o constituem, Frontoffice, Backoffice e Consultas, automatiza, de forma segura, todo o processo de passagem e controlo de fronteiras, em especial as relacionadas com os controlos documentais e de pessoas dos cidadão estrangeiros de países terceiros. Este sistema está relacionado não só com os sistemas verificadores da existência de medidas cautelares do SEF, SIS e da INTERPOL mas engloba, também, através da consolidação e integração de dados, com o RAPID, Sistema Automático de Controlo de Fronteiras. Sistema de Informação dos Boletins da Alojamento (SIBA) Este sistema permite a comunicação eletrónica do alojamento, por vários modos de envio processos, entre as unidades hoteleiras e o SEF, desmaterializando todo o processo, agilizando e simplificando a concretização desta obrigação legal, possibilitando a verificação automatizada de dados enviados e permitindo a rápida transmissão da informação, ao mesmo tempo que garante as necessárias condições de segurança. Sistema Automático de Pedidos de Agendamento (SAPA) Este sistema permite ao cidadão estrangeiro comunicar com o SEF para agendar as suas deslocações aos seus postos de atendimento possibilitando economias de recursos, preparação e otimização de processos. Sistema de Apoio à Decisão Operacional (SADO) Sistema de informação de suporte às atividades operacionais da ANPC. Permite registar e gerir toda a informação relacionada com as ocorrências de proteção civil e a gestão dos meios e entidades envolvidas. Integra-se com o sistema GMO (abaixo descrito) e tem a capacidade de georreferenciação das ocorrências e meios de socorro envolvidos. Permite ainda a integração com outros sistemas, nomeadamente os sistemas dos Corpos de Bombeiros e 112.PT, bem como a análise estatística da atividade operacional. Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses (RNPB) Tem o objetivo de reunir e sistematizar toda a informação relativa aos Bombeiros, tornando possível: Conhecer, com dados fiáveis, os meios humanos disponíveis; Dotar os 9

10 Corpos de Bombeiros (CB s) com um instrumento de gestão dos seus efetivos; Permitir/facilitar aos bombeiros a consulta dos seus dados pessoais. Sistema de Informação de Planeamento de Emergência (SIPE) Plataforma informática na qual se encontram alojados e disponíveis, em formato digital, todos os Planos de Emergência de Proteção Civil de segunda geração, aprovados pelas autoridades territorialmente competentes. Este Sistema destina-se à partilha de informação no domínio do planeamento de emergência. Georreferenciação de Meios Operacionais (GMO) O conhecimento da localização dos meios envolvidos nas operações de proteção e socorro é um aspeto muito relevante para a gestão operacional e para a segurança dos operacionais. Este sistema permite conhecer a localização e os percursos dos meios envolvidos, o que auxilia na decisão de quais os meios mais eficazes para a intervenção. Sistema de Informação e Gestão de Autos (SIGA) O Sistema de Gestão de Contraordenações (SIGA) é um sistema de informação baseado na gestão integrada do processo de contraordenação que proporciona à ANSR, a gestão do ciclo de vida da contraordenação, desde o seu registo, garantindo o controlo de cobranças (interface com SIBS e CTT), o controlo e emissão das decisões proferidas pela ANSR e o cumprimento das sanções acessórias proferidas. Gerir o ciclo de vida da contraordenação, desde o seu registo, garantindo o controlo de cobranças (interface com SIBS e CTT), o controlo e emissão das decisões proferidas pela ANSR e o cumprimento das sanções acessórias proferidas. O SIGA envolve as seguintes entidades: Autoridade Nacional Segurança Rodoviária (ANSR); Prevenção Rodoviária Portuguesa (PRP); Polícia de Segurança Públia (PSP); Guarda Nacional Republicana (GNR); Polícias e Entidades Municipais; o Cidadão; Entidades Cobradoras SIBS e CTT e suporta os seguintes processos: Gestão os Processos de Contraordenações de Trânsito levantados pelas diversas entidades autuantes (ANSR, PSP, GNR, Polícias e Entidades Municipais), após a notificação do infrator; 10

11 Integrações com o IMTT informando o processo de Emissão de Títulos de Condução bem como a integração com o Sistema de Cadastro do Infrator (SRIC) e integra com sistemas das diversas Entidades Autuantes; Gestão de Cobranças e Reembolsos e emissão de Ofícios e Autos de Entrega de Documentos; Tramitação dos Autos de Contraordenação e Controlo da sua evolução pelas várias fases do processo contraordenação; Controlo de Pagamentos, recebendo informação de cobranças diretamente da SIBS e CTT e permitindo registar pagamentos efetuados às Entidades Autuantes; Controlo das Inibições de Conduzir: entregas dos documentos de condução, cauções de inibição ou frequências de ações de formação, informando o Registo Individual do Condutor. Sistema de Contraordenações de Trânsito (SCOT) Aplicação de suporte aos processos operacionais de emissão e gestão de Contraordenações de Trânsito. (PSP e GNR e Entidades Municipais) Suporte a tarefas do processo contraordenacional desenvolvidas pelas Forças de Segurança, destacando-se: Registo de Contraordenações; Suporte à gestão de todo o tipo de expediente complementar ao auto de contraordenação, (ex. autos de apreensão, testes do álcool, guias de substituição de documentos); Suporte aos processos administrativos decorrentes do processo contraordenacional, designadamente gestão de documentos apreendidos, a emissão de guias de depósito das cobranças efetuadas e a gestão de ofícios destinados a outras entidades. No capítulo da integração aplicacional, cumpre referir que as atividades suportadas pelo SCoT que obrigam a interação com outras aplicações da ANSR ou de organizações externas estão com nível elevado de automatização. O SCoT tem desenvolvidas integrações com sistemas do IMTT, do Instituto dos Registos e do Notariado (IRN) e com o SIGA que é propriedade da ANSR. 11

12 Sistema de Informação Passaporte Eletrónico Português (SIPEP) Sistema de Informação de fácil utilização e eficaz central de suporte, em segurança, de todos os processo de recolha, gestão, controlo administrativo, controlo financeiro e emissão de todos os tipos de Passaporte Eletrónico Português, desde o pedido efetuado, de forma desmaterializada, pelo cidadão até à entrega do documento o local por si definido. Este sistema acede aos sistemas de informação do Ministério da Justiça para validação da identificação e de medidas cautelares e da INCM para gestão da informação relacionada com a produção dos documentos. Sistema de Informação de Gestão Automático de Processos (SIGAP) Este sistema informatiza, através das suas componentes de gestão documental e workflow, de forma eficaz, eficiente e económica, as atividades de atendimento nos postos do SEF, desmaterializando a recolha da informação necessária e possibilitando uma melhoria significativa no desempenho e controlo das tarefas relacionadas com instrução e decisão do processo de legalização do cidadão estrangeiro, aumentando a segurança e servindo de interface para o Sistema Integrado de Informação do SEF (SIISEF). Sistema de Informação e Gestão do Recenseamento Eleitoral (SIGRE) A Lei n.º 47/2008, de 27 de Agosto, alterando a Lei n.º 13/99, de 22 de Março, veio estabelecer o novo regime jurídico do recenseamento eleitoral e consagrar medidas de simplificação e modernização que asseguram a atualização permanente do recenseamento eleitoral introduzindo melhorias e otimizações nos processos de gestão da base de dados do recenseamento eleitoral (BDRE). Com o novo enquadramento legal foi instituído o Sistema de Informação e Gestão do Recenseamento Eleitoral (SIGRE), que garante a inscrição e atualização automática dos eleitores na BDRE e a disponibilização dessa informação às comissões recenseadoras, ao serviço SMS RE para o 3838 e ao Portal do Recenseamento. O SIGRE assegura a Implementação da gestão do Recenseamento Eleitoral (RE) automático promovendo: A alocação automática de cada eleitor à circunscrição eleitoral e ao posto de recenseamento correspondente à sua residência oficial de acordo com a comunicação efetuada pelo respetivo sistema de identificação; 12

13 A atribuição automática do n.º de eleitor (sequencialmente por comissão recenseadora e posto de recenseamento) de acordo com a residência oficial do cidadão carreada para os respetivos sistemas de identificação (ITIJ/GNR/FA s); O SIGRE assegura ainda: A promoção a efetivas de inscrições de acordo com a capacidade eleitoral do cidadão (ao completar 18 anos, ao obter a nacionalidade portuguesa, ) bem como as operações de suspensão do recenseamento por ocorrência de atos eleitorais e a geração e emissão cadernos de recenseamento, eleitorais e de outras listagens e relatórios previstos na lei; O SIGRE assegura às comissões recenseadoras: A inscrição e atualização da informação relativa aos eleitores a quem é concedida a inscrição voluntária bem como a manutenção da informação relevante para a definição da área geográfica dos postos de recenseamento, o acesso permanente à informação atualizada do recenseamento correspondente à respetiva área geográfica, a emissão de certidões de eleitor e ainda a impressão dos cadernos de recenseamento e eleitorais e a obtenção e impressão de outras listagens e relatórios previstos na lei. O SIGRE assegura o acesso pelo cidadão à informação atualizada do RE (identificação da comissão recenseadora, posto e número de inscrição no recenseamento) correspondente à sua inscrição, permitindo a sua validação e fiscalização quer no Portal do Recenseamento quer no serviço SMS RE para o Sistema de Informação de Schengen (SIS) O SEF é responsável pela disponibilização eficiente e segura do Sistema de Informação de Schengen às Forças e Serviços de Segurança, através da sua componente nacional, denominada SISone4ALL, por forma iterativa ou por serviços WEB que possibilitam a interoperabilidade com outros sistemas de informação. A solução é simples e permite, a 14 países da União Europeia, a implementação da Convenção de Schengen, possibilitando a liberdade de circulação com segurança aos cidadãos. 13

14 Visa Information System (VIS) O Sistema Nacional de Vistos do SEF e o Registos de Pedidos de Vistos (RPV) do MNE interligam-se com o Visa Information System Central da União europeia através da gateway VIS que controla todas as mensagens de pedidos de vistos do tipo C, deferimentos e indeferimentos efetuadas por Portugal Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI) A Rede Nacional de Segurança Interna surge com o objetivo de uniformizar e melhorar as infraestruturas de comunicações de dados e potenciar dessa forma a interoperabilidade entre todos os Organismos do MAI, com melhoria na interação entre pessoas e aplicações. Alavancado nessa premissa, foi igualmente definido que seriam criados dois centros de dados (assumindo um deles a função de Disaster Recovery), privilegiando aspetos como a Segurança e a Alta Disponibilidade, que permitiriam disponibilizar central e transversalmente um conjunto de infraestruturas e serviços aplicacionais de valor acrescentado, seja de âmbito mais operacional, seja de âmbito mais administrativo. A RNSI foi concebida numa lógica de serviços partilhados e como tal resultou da consolidação de serviços de diversos organismos. RNSI opera de forma a responder aos requisitos dos seus clientes internos, reconhecendo como sua missão a prestação de serviços de excelência. É uma rede de comunicações IP segura, integrada, de alto débito, totalmente fiável e capaz de suportar a comunicação de dados, voz e imagens entre todas as instalações (sites) de todos os Organismos do (MAI). A RNSI tem como uma das suas principais características, a uniformização de normas e procedimentos na componente do transporte da informação e que se reflete em comunicações mais rápidas, mais eficazes e mais seguras. 14

15 2. LINHAS ESTRATÉGICAS PARA A RACIONALIZAÇÃO DAS TIC As medidas de racionalização das TIC, explicitadas neste plano, encontram-se alinhadas com a plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP conforme explicitado na Figura 1. Figura 1 Visão orientadora do plano global estratégico de racionalização e redução de custos nas TIC, na AP 15

16 3. MEDIDAS DE RACIONALIZAÇÃO SECTORIAIS NA AFETAÇÃO DE RECURSOS TIC Medida PROJECTO PILOTO SITAI CENTRO OPERACIONAL DE SEGURANÇA INFORMÁTICA COSI MIGRAÇÃO DE TODA A RNSI PARA FIBRA ÓTICA MIGRAÇÃO DOS SERVIÇOS APLICACIONAIS DO SEF NOS CENTROS DE DADOS DO MAI PROJETO-PILOTO DE COMUNICAÇÕES UNIFICADAS COM O CEGER ELIMINAÇÃO DOS SISTEMAS DE FA NO MAI PLATAFORMA DE INTEROPERABILIDADE DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL PILOTO OPEN SOURCE INTEGRAR E CABLAR OS POSTOS (206) DA GNR QUE AINDA NÃO SE ENCONTRAM NA RNSI IMPLEMENTAÇÃO DO CONOR112.PT Resumo Este projeto tem como objetivo a implementação de um modelo de Sistema de Informação Geográfica (SIG) do MAI, utilizando o protótipo desenvolvido pela (DGAI) SG-MAI. Evolução do Serviço de Pré-Prevenção de Ataques de Negação de Serviço no Backbone para o serviço COSI (Centro de Operações de Segurança Informática) com equipa residente no MAI. O objetivo deste projeto é a migração de todos os Sites Pequenos da RNSI que atualmente estejam suportados em tecnologia de acesso xdsl, para acessos suportados em Fibra Ótica. Pretende-se com este projeto garantir ao MAI e ao SEF a alta disponibilidade e resiliência necessária aos sistemas críticos do Estado que prestam um serviço direto aos Cidadãos. Este piloto pretende disponibilizar entre o MAI/RNSI e o CEGER/RING serviços de comunicações em tempo real, tais como mensagens instantâneas (chat), informações de presença, telefonia (incluindo telefonia IP), videoconferência, controle de chamadas e reconhecimento de fala com os serviços de comunicação real-time, como unificado mensagens (integrados de voz, , SMS e fax). Este projeto pretende eliminar os sistemas analógicos de fax no MAI, iniciando-se com uma redução de 40% dos circuitos analógicos e caminhando progressivamente para a sua eliminação total. Este projeto contempla o fornecimento e instalação de uma solução escalável e redundante de Fax Server dedicado para o MAI, o FACSys Enterprise. A PIIC é uma plataforma para o intercâmbio de informação criminal por via eletrónica entre os órgãos de polícia criminal. Montagem do laboratório e de uma imagem open source. Realização de um piloto de testes, com ferramentas de produtividade livres e gratuitas, envolvendo a colaboração de várias entidades do MAI, para recolha de informação relevante destinada à tomada de decisão quanto à sua adoção como plataforma tecnológica alternativa. Implementação de infraestruturas de rede que permitam cumprir os requisitos de ligação à RNSI das Unidades da GNR de 10 distritos nacionais, por forma a sanar a assimetria de cobertura digital da GNR e o suporte tecnológico á modernização administrativa preconizada pelo MAI, com enfase no suporte ao SIIOP/GNR (Sistema Integrado de Informações Operacionais de Policia). A implementação do CONOR112.PT permite a criação de condições para efetuar o atendimento 112 dos nove distritos a Norte de Coimbra e a garantir a necessária redundância ao Centro Operacional 112.pt Sul. 16

17 INSTALAÇÃO DOS SISTEMAS ALTERNATIVOS DAS DIFERENTES ENTIDADES MAI NO CENTRO DE DADOS DO MAI (PORTO) PSP I M-PSP MIGRAÇÃO DO VOIP DA PSP PARA A RNSI EVOLUÇÃO DA PKI DOS DOCUMENTOS DE VIAGEM DIVULGAÇÃO E DIFUSÃO DO SISTEMA DE CONTROLO DE FRONTEIRAS PASSE RAPID - RECONHECIMENTO AUTOMÁTICO DE PASSAGEIROS IDENTIFICADOS ELETRONICAMENTE INTEGRAÇÃO DOS QUADROS E FUNÇÕES INFORMÁTICAS DA SGMAI E SEF NA DGIE, Pretende-se com este projeto garantir ao MAI e aos organismos MAI (PSP, GNR, SEF; DGAI; ANSR, ANPC) a alta disponibilidade e resiliência necessária aos sistemas críticos do Estado e que prestam um serviço direto e indireto aos Cidadãos. A PSP pretende desenvolver e implementar uma Plataforma de TIC - e-esquadra acrónimo PSPI. O PSPI consiste numa plataforma tecnológica para suportar todos os serviços da PSP e a interoperabilidade de sistemas com entidades externas, para criar um ambiente sustentável, de fácil acesso e que satisfaça as necessidades do público. A evolução da capacidade tecnológica tem potenciado o uso das tecnologias móveis profissionais que endereçam os principais fatores críticos das organizações com equipas móveis, como é o caso da PSP. A adoção da tecnologia móvel em contexto organizacional engloba tipicamente a captura, transferência e gestão de informação core, no momento e local de atividade. Pretende-se com o m-psp iniciar o paradigma de recolha de informação no momento mais eficaz e eficiente, nomeadamente nos acidentes rodoviários. Migração de 40 locais com VOIP (zona de Lisboa) que estão na rede da PSP para a RNSI. Participação do MAI na Public Key Directory (PKD) da ICAO Permitindo a partilha das chaves públicas da Entidade Certificadora dos Documentos de Viagem de Portugal (Entidade certificadora Raiz) com todas as entidades certificadora e inspetora de todo o mundo. Este sistema já se encontra instalado em: -Cabo Verde - Em todos os aeroporto e portos internacionais; -Guiné - No Aeroporto internacional; -São Tomé e Príncipe: Em todos os Aeroportos e Portos internacionais; -Timor - No Aeroporto Internacional e nos postos de controlo terrestre com a Indonésia. O RAPID é um equipamento eletrónico que realiza de forma automática e sem intervenção humana os procedimentos de Controlo de Fronteira, daí o nome: Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente. É um novo conceito ao nível dos Serviços de Controlo de Fronteira. O sistema RAPID, concebido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e produzido pela empresa portuguesa Vision- Box, configura hoje o primeiro sistema do mundo que permite o controlo automatizado de passageiros munidos apenas com o seu passaporte eletrónico. Este sistema integra as funções de leitura e controlo dos passaportes eletrónicos com uma inovadora unidade de validação e verificação de dados biográficos, numa primeira fase e de dados biométricos, numa segunda fase. Em cada uma das fases há um que controlo direto sobre o automatismo de abertura das portas, reduzindo o processo de passagem de fronteira para uma duração média inferior a 20 segundos, garantindo um significativo aumento no fluxo dos passageiros ao nível do controlo de fronteira. Neste projeto trata-se de integrar os quadros e funções informáticas da SGMAI e SEF na DGIE, racionalizando e 17

18 ORGANISMO CENTRALIZADOR DA FUNÇÃO INFORMÁTICA DO MAI REESTRUTURAÇÃO DOS ARQUIVOS DO MAI CENTRALIZAÇÃO DOS SITIOS INSTITUCIONAIS DAS ENTIDADES MAI NUMA PLATAFORMA ÚNICA IMPLEMENTAÇÃO DA CLOUD DO MAI DEFINIÇÃO DE UMA ARQUITETURA EMPRESARIAL NO MAI MONITORIZAÇÃO DAS TIC NO MAI PROJETO DE GESTÃO DOCUMENTAL MULTI-ORGANIZAÇÕES PARAMETRIZAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DA APLICAÇÃO DE PATRIMONIAL / ORÇAMENTAL GERFIP NO MAI SISTEMA DE DESPACHO, ARQUIVO E GESTÃO DOCUMENTAL (SDAGD) PLATAFORMA DE INTEGRAÇÃO E GESTÃO OPERACIONAL (PIGO) PLATAFORMA INTEGRADA DE GESTÃO DE RECURSOS INTERNOS DA GNR (PIGRI) SISTEMA ESTRATÉGICO DE GESTÃO E APOIO DA ATIVIDADE POLICIAL E INFORMAÇÃO CRIMINAL (SEG2APIC) PROJETO DO SISTEMA INTEGRADO NACIONAL DE VIDEOVIGILÂNCIA FLORESTAL (SINAVIF) SISTEMA DE COMANDO CONTROLO E melhorando a gestão da função informática do MAI. Neste projeto trata-se de elaborar um instrumento único para gestão de documentos de arquivo, também eletrónico, utilizado globalmente em todo o ministério de modo transversal, e que assenta na identificação das função(ões) e atividade(s) expressa (s) no (s) documento (s) e não pela organização produtora ou recetora. Neste projeto trata-se de implementar uma plataforma que inclua todos os sítios das várias entidades do MAI, reduzindo assim os custos associados à manutenção dos diversos sítios. Operacionalização do Centro de Dados alternativo no Porto. Criação de Cloud Privada do MAI com integração dos restantes Centros de Dados dos Organismos e disponibilização de serviços non-stop e de business continuity aos sistemas mission critical dos organismos através da Cloud Privada do MAI. Em fase de estudo e avaliação para posterior decisão, de ferramentas de catalogação e gestão de arquiteturas de SI. Instituição de reuniões de acompanhamento e monitorização dos projetos TIC do MAI com periodicidade mensal e apresentação trimestral de relatórios à tutela e GPTIC. O modelo de solução de gestão documental em multiorganismo caracteriza-se pela partilha de infraestruturas e uniformidade da solução de vários organismos, permitindo o fluxo documental entre eles, garantindo no entanto, a privacidade quanto à informação que a cada uma diz respeito. A utilização da plataforma GERFIP decorre de uma imposição legal, de utilização do Plano Oficial de Contabilidade Pública nos Serviços do MAI. Esta plataforma assente em tecnologia SAP é gerida pela ESPAP. Trata-se de uma plataforma com uma componente patrimonial e financeira, de contabilidade digráfica. Com este projeto a GNR pretende criar um sistema único para gestão de despacho militar, arquivo documental geral e documentos de natureza militar e património museológico. Implementar uma única plataforma de integração transversal a todos os sistemas de informação na área da atividade operacional da GNR com elevada capacidade de partilha de informação com outros sistemas externos à Guarda. A PIGRI pretende assegurar a disponibilização de serviços essenciais para a tomada de decisão nas principais áreas da atividade administrativa/pessoal/formativa da GNR. Implementar um Sistema de Informação de natureza estratégica especialmente desenhado para permitir análise e corelacionamento de informação policial e criminal, por forma a apoiar a atividade policial. A GNR tem atribuída a responsabilidade pela Vigilância Florestal, compreendendo a deteção e alerta de incêndios florestais, devendo procurar responder à modernização tecnológica dos meios, automatizando o processo de deteção, através de um Sistema Nacional basado em Videovigilância, monitorizado nos Comandos Territoriais. A evolução das TIC, a par da sua normalização e convergência 18

19 COORDENAÇÃO OPERACIONAL DA GUARDA (SC3OG) SISTEMA DE TELEPRESENÇA DA GNR tecnológica, permite dispor ao nível dos 18 Comandos Territoriais da Guarda de centros de decisão SC3OG, continentais, potenciadores da eficácia e otimização do emprego dos meios nas zonas de ação da sua responsabilidade, com custo - benefício bastante positivo. O dispositivo da GNR abrange uma dispersão elevada, baseada numa orgânica hierárquica, que além dos Comandos Funcionais e grandes unidades de Intervenção e Reserva, Representação e Especializadas, assenta em vinte Comandos Territoriais associados às divisões administrativas dos 18 (dezoito) distritos nacionais e 2 (dois) arquipélagos, Açores e Madeira, justificando plenamente a utilização de tecnologias de comunicação audiovisual potenciadoras de uma forte poupança nas ações de comando, coordenação, instrução e formação entre outras. 19

20 3.1. PROJECTO PILOTO SITAI SUMÁRIO Este projeto tem como objetivo a implementação de um modelo de Sistema de Informação Geográfica (SIG) do MAI, utilizando o protótipo desenvolvido pela DGAI. Pretende-se criar condições para a disponibilização transversal de um Sistema de Informação Geográfica para as entidades do MAI, designado de Sistema de Informação Territorial de Administração Interna (SITAI). O SITAI permitirá disponibilizar um conjunto de ferramentas e de soluções que permitem aumentar a rapidez e eficácia na integração de dados referentes a fenómenos sociocriminais e respetiva análise dinâmica e avançada, assim como suportar a gestão e decisão. Serve ainda de apoio tático às operações policiais de combate à criminalidade em espaço público, apoio ao planeamento e definição de Políticas de Segurança Pública. Este sistema de informação de arquitetura modular, com acesso e utilização credenciados e adaptáveis às estruturas das entidades MAI, permite complementar todos os Sistemas de Informação já existentes nas Forças e Serviços de Segurança (FSS) e Serviço Nacional de Proteção Civil (SNPC), sendo por isso desenvolvido de forma coordenada com estas entidades. O conceito estratégico global do SITAI assenta na disponibilização de informação geográfica, a nível central e regional, no contexto da gestão de risco, tal como é apresentado na Lei de Bases da Segurança Interna e em alinhamento com as normas aplicáveis a nível nacional e europeu. IMPACTO ESTIMADO Impacto da Medida ao nível Baixo Médio Elevado Melhoria dos mecanismos de Governance Redução de custos Utilização das TIC para potenciar a mudança e a modernização administrativa Implementação de soluções TIC comuns Estímulo ao Crescimento Económico 20

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