Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano

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1 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano Alcides Carneiro 2 Lucia Santos 3 Palavras Chaves: Metodologia científica; análise estatística; Idoso Introdução Monitorar as condições de saúde da população idosa carioca e fatores de risco para a organização da atenção à saúde deste grupo. Obetivo Geral: Aproveitar Campanha de Vacinação contra Gripe no ano de 2006, para pesquisar a população com 60 anos ou mais residente na Cidade do Rio de Janeiro. Obetivos Específicos: construir instrumento de coleta de dados e estratégia operacional para realização do trabalho de campo. Metodologia/Resultados Em 2004/2005, definidos os obetivos da pesquisa e questionário abordando: Capacidade Funcional; Morbidades Referidas; Percepção da Saúde; Redes de Apoio; Atividade Física; Condições de Saúde Bucal; satisfação com a vacina contra gripe e condição sócio-econômica. Em proeto piloto. Em 2006, pesquisa em cinco dias alternados durante a Campanha, nos postos de vacinação (PV). Amostra em 3 estágios:1º - estratificada por 10 Áreas de Planeamento da Cidade; 2º sistemática nos 49 PV sorteados; 3º - sistemática na seleção dos idosos para entrevista. 67 entrevistas/dia/pv, realizadas por 170 estudantes universitários. Tempo médio de duração das entrevistas - 8 minutos; equipes de entrevistadores - 2 a 9 por PV; dinâmica da campanha de vacinação determinou alterações dos padrões de salto estabelecidos para seleção dos idosos entrevistados; o ritmo da campanha dita alterações no trabalho de campo por problemas de infraestrutura ou pela dinâmica da participação da população. Conclusões: ações de monitoramento da saúde dos idosos devem ser sistemáticas para avaliação na mudança de perfis. Identificação de condições marcadoras capacidade funcional, morbidade referida e percepção. A realização da pesquisa durante a campanha de vacinação contra gripe permite alcançar grande número de idosos com custos reduzidos. 1 1 Trabalho apresentado no XVI Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú- MG Brasil, de 29 de setembro a 03 de outubro de (IPP DIG/PCRJ) 3 (IPP DIG/PCRJ)

2 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 Para a execução desta pesquisa foi necessária a elaboração de algumas etapas que permitiriam o desenvolver da análise científica sobre o tema proposto, a saber: o Trabalho de Campo; a determinação do tamanho da amostra e o Cálculo dos fatores de expansão da amostra e Cálculo das estimativas sobre a expansão da amostra. A elaboração cuidadosa de cada uma destas etapas foi o que permitiu o desenvolvimento do trabalho completo com as mais diversas análises das mais diversas áreas que compõe o processo saúde-doença da população idosa. Trabalho de Campo 4 Levantamento de uma amostra representativa da população idosa (60 anos ou mais). A pesquisa foi feita durante a campanha de vacinação contra gripe no ano de A equipe trabalhou em dias alternados entre 24/04/06 e 05/05/06, nos postos de vacinação da rede municipal de saúde, captando aproximadamente 77% da população idosa da cidade. A amostra foi determinada em dois estágios de seleção e desmembrada para as 10 Áreas de Planeamento em Saúde (AP), que foram consideradas como Unidade Primária de Seleção - UPA: 1º Estágio: foi selecionada uma amostra sistemática sem reposição com probabilidade proporcional ao tamanho (ppt) de população da UPA correspondente, definindo como Unidade Secundária de Seleção - USA as 49 unidades de saúde representadas pelos postos de vacinação (PV), distribuídas de forma a garantir a desagregação pelas UPA; 2º Estágio: amostra sistemática, considerando-se como Unidade Terciária de Seleção - UTA os idosos selecionados para entrevista em cada PV. Neste estágio o padrão de salto obedeceu à freqüência de vacinação verificada no PV em Durante os cinco dias alternados do trabalho de campo foram realizadas 67 entrevistas por PV, totalizando entrevistas, anteriormente se estabeleceu para o tamanho da amostra um total de entrevistas. Do total de entrevistas realizadas foram validadas, as eliminações ocorreram por inconsistências de preenchimento, principalmente relacionadas à idade fora do grupo alvo e a não residência na Cidade do Rio de Janeiro. Alguns PV foram sorteados mais de uma vez por centralizarem um grande número de idosos vacinados, garantindo a distribuição de PV em cada UPA, resultando em um total de 60 locais de coleta distribuídos em 49 PV. Em face de problemas operacionais, não foi possível realizar a coleta de dados em dois PV. Para evitar desequilíbrio na distribuição amostral, suas entrevistas foram redirecionadas para outras unidades da mesma UPA e foi também estabelecido um dia extra de trabalho de campo (04/05) para compensar entrevistas não realizadas. Outra alteração ocorreu no padrão de salto pré-estabelecido, em algumas unidades teve que ser ampliado ou reduzido, em função de diferenças do ritmo de vacinação entre 205 e 2006, da duração da entrevista e da variação na freqüência dos idosos aos postos entre os turnos. 4 Questionário utilizado na pesquisa em anexo.

3 Software Utilizados Para a elaboração do questionário e implementação de entrada de dados, foi utilizado o software EPINFO-2002 revisão 2, de aneiro de Para o processamento dos dados, elaboração e apresentação dos resultados na forma de relatórios, tabelas, gráficos e mapas foram utilizados os software, SAS 9.1, SPSS v13, ARC GIS 9.2 da ESRI e o Excel. Imagem 1 Imagem Arcview Imagem 2 Imagem SAS

4 Imagem3 Imagem SPSS

5 Determinação do Tamanho da Amostra e Cálculo de sua Expansão Em inquéritos realizados com desenhos amostrais complexos, faz-se necessário uso do fator de expansão com suas inferências. A utilização de fatores de expansão não apenas corrige possíveis distorções propositalmente provocadas pelo desenho de amostragem empregado em um ou mais estágios do plano amostral, como também serve para atualizar as inferências com relação a mudanças nos perfis populacionais. Dependendo do desenho amostral idealizado, resultados obtidos a partir do uso dos fatores de expansão podem ser razoavelmente diferentes dos resultados obtidos sem aplicar algum sistema de ponderação, portanto o uso da ponderação de acordo com os fatores de expansão é de suma importância. Notação Utilizada A notação adotada nas fórmulas relacionadas à determinação da amostra e cálculo do fator de expansão é: S = número de áreas de planeamento (Unidade Primária) AP, no caso S = 10; M = número de postos de vacinação na população (Unidade Secundária) PV; N = número de idosos na população (Unidade Terciária); Os tamanhos de amostra serão denotados da seguinte maneira. n = tamanho da amostra de sueitos; m = tamanho da amostra de postos de vacinação; De acordo com o plano amostral proposto inicialmente para este inquérito, o tamanho ideal da amostra seria n= Ainda de acordo com tal plano amostral, m=60. Em seguida o restante da notação é definido. N = número de idosos vacinados no -ésimo posto de vacinação visitado da amostra, de acordo com a penúltima campanha de vacinação (=1,2,,...,m); N = número real de idosos vacinados no -ésimo posto de vacinação visitado da amostra, de acordo com a campanha de vacinação (=1,2,...,m); n = tamanho da amostra de idosos no -ésimo posto de vacinação (=1,2,...,m); De acordo com o plano amostral elaborado para este inquérito, n = n = 67 (=1,2,...,m), ou sea no 2º estágio de amostragem o mesmo número de idosos foi sorteado para responder o questionário, em cada posto de vacinação selecionado para compor a amostra do 1º estágio. O desenvolvimento das fórmulas a seguir considera que a relação é relativamente n = m n mais simples do que a do número de unidades secundárias sorteadas no 2º estágio, considerando em cada UPA sorteada no 1º estágio suas especificidades. Permitindo ao desenho amostral não sofrer influências negativas por perda de entrevistas.

6 Cálculo do Peso para a Expansão da Amostra Em cada estágio do plano amostral, define-se como peso da unidade da amostra no estágio o inverso da probabilidade de extração daquela unidade da população, considerando o processo de seleção aleatória adotado. Em suma, o peso reflete o número de unidades populacionais representadas por aquela unidade amostral naquele estágio do desenho amostral. Tendo a amostra deste inquérito sido realizado em dois estágios de seleção, em cada um a probabilidade de uma unidade correspondente àquele estágio pode ser facilmente calculado a partir do respectivo método de seleção aleatório adotado e previamente idealizado no desenho amostral. Os pesos nos dois estágios são usados posteriormente para calcular os fatores de expansão das unidades amostrais. Neste desenho amostral o tamanho do posto de vacinação foi aferido em termos do número de vacinas aplicadas em Portanto, o peso correspondente ao posto de vacinação selecionado neste estágio de amostragem será dado aproximadamente pela seguinte expressão: p 1 N = m N ( = 1,2,..., m) No 2º estágio de amostragem um número fixo de unidades, 67 indivíduos, foi sorteado por amostragem aleatória sistemática sem reposição e com probabilidade igual de seleção. Assim o peso correspondente a cada idoso sorteado no 2º estágio será o mesmo. Este peso é determinado pela expressão abaixo. p N 2 i = ( = 1,2,..., m; i = 1,2,..., n) n Finalmente, o fator de expansão é calculado multiplicando-se os pesos de todos os estágios da amostragem. Este cálculo é feito a seguir. Fator de Expansão Os fatores de expansão relativos aos indivíduos são dados a seguir. Fator de expansão N N ω = ( = 1,2,..., m) i n Tal resultado é obtido, multiplicando os pesos N dos respectivos estágios, a saber: O próximo passo na construção do sistema de ponderação da amostra consiste em obter uma expressão para a soma dos fatores de expansão correntes. N = m N Soma dos fatores de expansão: p 1 p N ou 2i Nˆ = N m m = 1 N N N n N = m n Estes resultados são obtidos da seguinte maneira. N N = N n N N

7 Se não ocorrerem mudanças nos números de vacinas aplicadas nos postos de vacinação sorteados na amostra desde a penúltima campanha, a soma total de fatores de expansão será igual ao número de vacinas aplicadas na população por ocasião da penúltima campanha, como está mostrado a seguir. N m N N = m = N m N =1 m Por outro lado, no caso de pelo menos um posto de vacinação sorteado na amostra ter aumentado ou diminuído em número de vacinas desde a realização da penúltima campanha, a razão entre os números de vacinas aplicadas por ocasião da campanha corrente e da penúltima campanha serve como fator de correção o tamanho daquele posto de vacinação, e consequentemente para o tamanho da população de sueitos como um todo. Neste caso, a soma dos fatores de expansão relativos aos sueitos será igual ao número estimado (corrente) de sueitos na população, i.e. N m M = 1 N N = Nˆ Assim, as somas dos fatores de expansão são iguais aos respectivos números estimados de unidades populacionais: no primeiro caso, o número exato de sueitos na população: e no segundo caso o número estimado (corrente) de sueitos na população. Estimativas do Coeficiente de Variação A pesquisa é baseada em amostragem probabilística, assim cada unidade primária de amostragem (UPA) selecionada, além de representar a si própria, representa também outras unidades que não foram selecionadas, tal fato ocorre porque a cada unidade se associa um fator de expansão denominado peso, permitindo assim generalizar os resultados da pesquisa para a população alvo. Em uma amostra probabilística, se torna imprescindível uma avaliação na precisão das estimativas e todas conclusões a serem obtidas da amostra expandida, por todos estes motivos além de ser uma medida relativa e permitir a comparabilidade entre diferentes variáveis, adotou-se o (CV) Coeficiente de Variação, sendo tal estimativa calculada em função das proporções. Onde σ p Erro padrão da proporção a pa ( 1 p a) σ p a = n p a Proporção amostral p número. de. sucessos p a = = n tamanho. da. amostra σ pa CV = p a 100 p = representa a proporção de indivíduos com determinada característica; (1-p) = representa a proporção de indivíduos pertencentes à população que não possuem determinada característica; n = tamanho de indivíduos da amostra com determinada característica;

8 Procedimento utilizado principalmente para análise descritiva de variáveis categóricas Tais procedimentos solicitam informações que caracterizem a amostra, como com ou sem reposição, qual o tipo de distribuição utilizado qual variável representa o cluster, os estratos e o peso. Através de métodos estatísticos permitidos em procedimentos do software SAS, utilizado na pesquisa, realizou-se cálculos de freqüências expandidas, ou sea, onde foram utilizados pesos amostrais na geração de tabelas com cruzamentos de duas duas ou mais variáveis, tabela n x m onde n representa o número de variáveis nas linhas e m o número de variáveis nas colunas da tabela. A seguir, no Quadro 4, destacamos as classes de variação para a precisão das estimativas produzidas nesta pesquisa. Quadro 1: Classificação das estimativas quanto à precisão Intervalo de Variação Nível de Precisão Precisão das Estimativas Até 5% a Ótima Mais de 5% a 15% b Boa Mais de 15% a 30% c Razoável Mais de 30% a 50% d Pouco Precisa Mais de 50% e Imprecisa Considerações Finais Os resultados finais da pesquisa só foram possíveis graças à elaboração e desenvolvimento adequados de cada uma das etapas que forneceram os métodos para coleta, organização, descrição e análise de dados. Com ênfase para o real obetivo da pesquisa, orientar a gestão dos recursos existentes na área de saúde e assistência á pessoa idosa, ou sea, trata-se de confeccionar as ferramentas necessárias para a extração dos insumos cuo potencial é o de facilitar a tomada de decisões no âmbito da Política do Idoso. Referências Bibliográficas Cochran, W G. Técnicas de amostragem, 1965 Silva, N N. Amostragem Probabilística, 1998 Murray R. S. Coleção Schawn, 1967

9 Anexo

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