AULA 09. O tema chegou ao STF e o Ministro Moreira Alves exarou decisão favorável ao fisco, podendo sim haver a revogação.

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1 Turma e Ano: Master A (2015) Matéria / Aula: Direito Tributário / Aula 09 Professor: Vanessa Siqueira Monitora: Evellyn Nobre AULA 09 Conteúdo da aula: Contribuições da Seguridade Social. COFINS A lei complementar 70/91 criou a COFINS e estabeleceu uma isenção, temos uma renúncia de receita para as sociedades civis prestadoras de serviços profissionais. 5 anos depois, no ano de 96 adveio a lei ordinária 9430/96, revogando essa isenção. Então há uma lei ordinária revogando isenção criada por lei complementar, os contribuintes começaram a reclamar, o STJ deu razão aos contribuintes encampando a súmula 276. AS SOCIEDADES CIVIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS SÃO ISENTAS DA COFINS, IRRELEVANTE O REGIME TRIBUTÁRIO ADOTADO. O tema chegou ao STF e o Ministro Moreira Alves exarou decisão favorável ao fisco, podendo sim haver a revogação. A lei complementar criadora da COFINS é materialmente uma lei ordinária, não havia necessidade de lei complementar para criar a COFINS, porque o faturamento já eram materialidades arroladas no art. 195 CF. A Constituição exige lei complementar para criação de contribuição social da seguridade social residual, ou seja, para criação de contribuição cuja materialidade não esteja arrolada no rol do art. 195 CF. Assim, o STF tornou sem validade o verbete da súmula 276 do STJ. Art. 195, 4º c/c art. 154, I CF As contribuições residuais não poderão ostentar bases de cálculos próprias das já arroladas no art. 195 CF.

2 Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: 4º A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social, obedecido o disposto no art. 154, I. Art A União poderá instituir: I mediante lei complementar, impostos não previstos no artigo anterior, desde que sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição; O Conselho Federal da OAB, que demandou o Professor Luis Roberto Barroso a confecção de um parecer expondo os motivos pelos quais essa decisão merecia uma modulação dos efeitos. Esse pedido de modulação não se fundamentaria no art. 27 da lei 9868/99, mas diretamente na regra constitucional da irretroatividade, de acordo com o art. 150, III, a CF. Tratando se de norma nova somente poderia ser aplicada prospectivamente dali para frente. Art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios: III cobrar tributos: a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado; PIS e COFINS Faturamento/receita bruta Art. 195, I, b CF Antes entendia se por faturamento o resultado da venda daquilo que constituísse objeto social da empresa.

3 Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) b) a receita ou o faturamento; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) O Art. 2º da LC 70/91 definiu o faturamento como o resultado da receita bruta das vendas de mercadorias, de mercadorias e serviços e de serviços de qualquer natureza. Art. 2 A contribuição de que trata o artigo anterior será de dois por cento e incidirá sobre o faturamento mensal, assim considerado a receita bruta das vendas de mercadorias, de mercadorias e serviços e de serviço de qualquer natureza. Parágrafo único. Não integra a receita de que trata este artigo, para efeito de determinação da base de cálculo da contribuição, o valor: a) do imposto sobre produtos industrializados, quando destacado em separado no documento fiscal; c) das vendas canceladas, das devolvidas e dos descontos a qualquer título concedidos incondicionalmente. Lei 9718/98 alargando a noção de faturamento, encarando o faturamento como receita bruta, conforme o art. 3º da referida lei. O faturamento passa a ser concebido como tudo aquilo que por ventura ingressasse na contabilidade da empresa, o faturamento passou a ser encarado como receita bruta a luz dessa lei. Art. 3º O faturamento a que se refere o art. 2o compreende a receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto Lei no 1.598, de 26 de dezembro de Os contribuintes começaram a reclamar alegando que não podia uma lei alargar a base de cálculo de 2 contribuições, vindo uma lei de encontro a noção de faturamento plasmada no art. 195, I, b CF.

4 Foi promulgada a emenda constitucional 20/98, essa emenda alterou a noção de folha de salários, ou seja, eles procuraram adequar a letra da Constituição a letra da lei. Mas o STF, disse que aqui no Brasil não existe a figura da constitucionalidade superveniente. Então o STF declarou inconstitucional, o art. 3, 1º da lei 9718/98. Sendo essa lei inconstitucional a União passou a ter que exigir os tributos de acordo com a noção anterior de faturamento. A União editou leis para exigir o PIS e COFINS com lastro na receita bruta, com base de cálculo alargada. Para o PIS criou a lei 10637/02 art. 1º e para COFINS a lei 10833/03 art. 1º. Art. 1º lei 10833/03 A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social Cofins, com a incidência não cumulativa, incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. Art. 1º lei 10637/02 A Contribuição para o PIS/Pasep, com a incidência não cumulativa, incide sobre o total das receitas auferidas no mês pela pessoa jurídica, independentemente de sua denominação ou classificação contábil. (Redação dada pela Lei nº , de 2014) Os valore pagos pela empresa a título de ICMS eles compõem a base para o cálculo da COFINS e PIS. Ação declaratória 18 ação ajuizada pelo Presidente da República com o escopo de obter a declaração de constitucionalidade do 2º, I do art. 3º da lei 9718/98. Art. 3º O faturamento a que se refere o art. 2o compreende a receita bruta de que trata o art. 12 do Decreto Lei no 1.598, de 26 de dezembro de (Redação dada pela Lei nº , de 2014) (Vigência) 2º Para fins de determinação da base de cálculo das contribuições a que se refere o art. 2º, excluem se da receita bruta: I as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos; (Redação dada pela Lei nº , de 2014) (Vigência)

5 Não cumulatividade do PIS e COFINS, serve no máximo como um objetivo a ser atingido. Porque não temos como imaginar mecanismos exatos de ressarcimento. Então não há paralelo entre a não cumulatividade que reveste o ICMS e o IPI e a não cumulatividade que reveste o PIS e COFINS, essa não cumulatividade trazida para o PIS por intermédio da lei 10637/02 e para COFINS por intermédio da lei 10833/03. E não há paralelo porque os fatos tributários que originam essas exações são completamente distintos. A não cumulatividade no ICMS e IPI visa evitar a tributação em cascata. A técnica empregada no PIS e COFINS para materializar a não cumulatividade se dá diante da redução para o cálculo dessas 2 contribuições. Lei 10637/02 art. 2º, art. 3º, II: Art. 2º Para determinação do valor da contribuição para o PIS/Pasep aplicar se á, sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento). Produção de efeito (Vide Medida Provisória nº 497, de 2010) Art. 3º Do valor apurado na forma do art. 2o a pessoa jurídica poderá descontar créditos calculados em relação a: Produção de efeito (Vide Lei nº , de 2008) (Produção de efeitos) (Vide Medida Provisória nº 497, de 2010) (Regulamento) II bens e serviços, utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes, exceto em relação ao pagamento de que trata o art. 2o da Lei no , de 3 de julho de 2002, devido pelo fabricante ou importador, ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições e da TIPI; (Redação dada pela Lei nº , de 2004) Lei 10833/03 art. 2º, art. 3º, II: Art. 2º Para determinação do valor da COFINS aplicar se á, sobre a base de cálculo apurada conforme o disposto no art. 1o, a alíquota de 7,6% (sete inteiros e seis décimos por cento).

6 Art. 3º Do valor apurado na forma do art. 2o a pessoa jurídica poderá descontar créditos calculados em relação a: (Regulamento) II bens e serviços, utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda, inclusive combustíveis e lubrificantes, exceto em relação ao pagamento de que trata o art. 2o da Lei no , de 3 de julho de 2002, devido pelo fabricante ou importador, ao concessionário, pela intermediação ou entrega dos veículos classificados nas posições e da Tipi; (Redação dada pela Lei nº , de 2004) De acordo com as leis tem a previsão de aproveitamento de bens ou serviços utilizados como insumos na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda ou na prestação de serviços. A técnica utilizada para imprimir concretude a não cumulatividade no ICMS e IPI, tem a regra de compensação. No COFINS e PIS não é possível, mas a lei permite que o empresário deduza da base de cálculo alguns créditos, ou seja, os insumos poderão ser abatidos da base de cálculo do PIS e COFINS. Insumos para fins de dedução é uma celeuma, a lei deveria ter delimitado o conceito de insumo. Por isso, há três correntes: 1ª corrente entende que insumo é correspondente ao da legislação do IPI e ICMS. 2ª corrente insumo deve corresponder ao Imposto de renda da pessoa jurídica. 3ª corrente encampada pelo CARF, que considera como insumo são bens e serviços que sejam indispensáveis ou essenciais ao processo produtivo ou a prestação de serviços corrente majoritária. Contribuição do empregador rural para a seguridade social incide sobre receita bruta da comercialização da produção rural RE Art. 195, I, c CF CSSL contribuição social sobre o lucro liquido Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos

7 Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: I do empregador, da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei, incidentes sobre: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) c) o lucro; Lucro é o resultado positivo da atividade econômico, lucro é o faturamento menos despesas. Há um bis in idem em relação ao Imposto de Renda, mas o STF diz que não há. Art.195, I c/c 9 CF 9 A União tem a possibilidade de estabelecer alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas não só ao sabor da atividade econômica ou da utilização intensiva de mão de obra como também ao sabor do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. 9º As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas, em razão da atividade econômica, da utilização intensiva de mão deobra, do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 47, de 2005) Art.195, I, b c/c 12 CF 12 atribuiu a lei a tarefa de definir setores de atividades econômicas em relação aos quais essas contribuições incidiriam sobre a receita bruta ou faturamento. 12. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I, b; e IV do caput, serão não cumulativas. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de )

8 Art.195, II CF Art A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: II do trabalhador e dos demais segurados da previdência social, não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. 201; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 1998) No art. 195, I, a CF a contribuição previdenciária é paga pelo empregador. Já no art. 195, II CF a contribuição previdenciária é paga pelo trabalhador. Aqui o fato gerador é de taxa. Essa contribuição não se confunde com a contribuição paga pelos servidores públicos. Assim, cada ente político tem o seu regime de previdência próprio, para custear a previdência de seus respectivos servidores. Aqui o aposentado não pode pagar contribuição sobre proventos e nem o pensionista sobre a pensão, porque há uma imunidade no bojo do art. 195, II CF. Art. 195, III CF É aquela contribuição sobre a receita de concurso de prognósticos. Concurso de prognósticos é todo e qualquer sorteio de números ou quaisquer outros símbolos, loterias, apostas de qualquer natureza, prado de corridas em âmbito, estadual, federal ou municipal. Essas contribuições são calculadas com base na renda liquida desses concursos ou com lastro no movimento global de apostas em prado de corridas. III sobre a receita de concursos de prognósticos.

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