ASSEMBLEIA NACIONAL. Senhores Presidentes dos Parlamentos Nacionais. Senhoras e senhores profissionais da Comunicação Social

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1 ASSEMBLEIA NACIONAL DISCURSO DO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA NACIONAL, ENGº JORGE PEDRO MAURÍCIO DOS SANTOS, NA 9ª CONFERÊNCIA DOS PRESIDENTES DOS PARLAMENTOS AFRICANOS Senhor Presidente do PAP, Dr. Roger Nkodo Dang Senhores Presidentes dos Parlamentos Regionais Senhores Presidentes dos Parlamentos Nacionais Senhoras e senhores Deputados Senhoras e senhores profissionais da Comunicação Social Minhas senhoras e meus senhores Constitui para mim, em representação da Assembleia Nacional de Cabo Verde, motivo de satisfação, honra e orgulho, poder usar da palavra nesta ocasião solene da abertura dos trabalhos da IX Conferência dos Presidentes dos Parlamentos Africanos. 1

2 Agradeço muito profundamente, ao Presidente do Parlamento Pan-africano, o meu amigo e companheiro, Nkodo Dang, por esta oportunidade, que ficará seguramente registada na memória do Parlamento cabo-verdiano. Esta reunião de alto nível parlamentar, acontece quatro meses depois de V. Excia ter visitado oficialmente o nosso país e ter sido recebido em Sessão Solene de boas vindas no nosso Parlamento, contando com forte participação e interesse político de todas as forças políticas nacionais e de sua Excia o Presidente da República de Cabo Verde. Saúdo igualmente, todos os colegas Presidentes dos Parlamentos Nacionais e representantes, que, com a sua presença neste importante encontro, demonstram o interesse e engajamento na construção e afirmação do Parlamento Pan-Africano e da Uniao Africana. Efetivamente, a diplomacia parlamentar pode e deve ser encarada como um elemento complementar de relevo no quadro do sistema de relações externas dos Governos de todo o continente, na promocao da tao desejada e necessaria cooperacao Sul-Sul. Os Parlamentos, pela sua natureza de representação democratica e papel nos sistemas políticos, podem desempenhar 2

3 um papel estruturante na construção do diálogo e da concertação estratégica ao nível do nosso continente, ajudando as próprias instituições continentais a se afirmarem como espaços de concertação política a nível mundial, num contexto de ameaças e desafios permanentes, quais sejam, os conflitos armados, segurança, tráficos ilicitos terrorismo, alterações climáticas, etc. diversos, luta contra o Os desafios de um país insular, como Cabo Verde, são gigantescos. As nossas instituições nacionais já deram sinais claros e inequívocos quanto à necessidade da aproximação e integracao do nosso pais arquipelagico ao espaço da CEDEAO e ao continente africano. Cremos que é incontornável o nosso processo de integração política e económica no continente. Este desafio de Cabo Verde é igualmente um desafio que se coloca a todos os países insulares, estejam no Atlântico ou no Índico ( Cabo Verde, Madagascar, Mauricias, Comores, Seichelles entre outros). Os países insulares, pela sua natureza e posicionamento geoestratégico, podem desempenhar um papel extraordinariamente importante na ligação do continente com 3

4 diferentes espaços políticos e económicos e na salvaguarda da segurança e combate a tráficos ilicitos diversos. Torna-se imperioso a definicao de uma agenda especifica a nivel do Parlamento pan-africano e da Uniao Africana para uma melhor e maior integracao continental dos Paises insulares focalizado na promocao do desenvolvimento dinamico e sustentavel. A partilha e a generosidade dos Estados e das suas autoridades políticas são princípios que devem nortear as relações externas, garantindo sempre a sua coerência, previsibilidade e sentido estratégico. Neste jogo, onde se cruzam interesses e objetivos diversos e, não raras vezes, antagónicos, deve prevalecer o espírito de comunhão e de prossecução comum dos desafios que se nos colocam para se garantir um futuro de estabilidade, prosperidade e paz. Os nossos vínculos históricos e culturais comuns constituem um alicerce importante para a construção dos necessários entendimentos em questões globais fundamentais, tendo como princípios fundacionais, o Estado de Direito, as liberdades, a dignidade da pessoa humana, a tolerância, a transparência e a boa governação. Cabo Verde e um Pais insular mas portador de experiências que podem inspirar muitos dos nossos povos africanos. 4

5 As conquistas realizadas pelo nosso país a nível da construção da democracia e da boa governação devem ser permanentemente consolidadas, contando com a convergência de todos os atores políticos e da sociedade civil, residente nas nossas ilhas e na imensa e pujante diáspora e dos nossos parceiros bilaterais e multilaterais. Sr Presidente do PAP Minhas senhoras e meus senhores Esta IX Conferência dos Presidentes dos Parlamentos Africanos tem como tema central aproveitando o dividendo demográfico através do investimento na juventude. Parabenizo o Parlamento Pan-africano pela centralidade e importância estratégica que tem atribuído às questões e ao futuro da juventude africana. A história e os desafios estratégicos de África aconselham-nos a uma forte aposta nas novas gerações, que terão a missão de inverter a tendência negativa e construir uma África de paz e de prosperidade, com igualdade de oportunidades para todos, independentemente da sua origem regional, social ou religiosa. 5

6 A estrutura demográfica dos nossos países e do continente na sua globalidade, aponta para uma forte camada jovem em idade de trabalhar no horizonte Aparentemente, esta realidade demográfica, pode constituir uma preocupação para os nossos Governos, mas ela é incontornável, devendo ser vista como uma janela de oportunidades para o Continente, apostando fortemente na sua juventude, portadora de novos valores, atitudes e potencialidades. Podemos sim aproveitar este ganho demográfico para estimular a produção agrícola e industrial, para promover mais empregos qualificados através da aposta na educação, no ensino técnico-profissional, na sociedade do conhecimento, nas tecnologias de informacao e comunicacao, na qualificação das nossas instituições, garantindo, ao contrário de muitas projeções menos animadoras, uma maior fixação dos jovens nas suas comunidades, proporcionando maior equilíbrio social e regional e coesão ambiental, para não falar na necessária contribuição das novas gerações na problemática das alterações climáticas. Entendo, Senhor Presidente, caros companheiros, que devemos por fim ao tempo das lamentações e construir uma visão positiva 6

7 do futuro de África, promovendo a educação, o Estado de Direito Democrático, a meritocracia, o diálogo e a tolerância. Só assim, podemos, no futuro afirmar e reconhecer que terá valido a pena os nossos esforços que hoje, que temos de obrigatoriamente consentir e construir. Um muito obrigado pela vossa atenção e interesse. 7

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