UE Inventário Schengen

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UE Inventário Schengen"

Transcrição

1 PT CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA SECRETARIADO-GERAL DG H UE Inventário Schengen Volume 3 EMISSÃO DE VISTOS: recomendações e melhores práticas Março de 2003

2 UE Inventário Schengen Volume 3 EMISSÃO DE VISTOS: recomendações e melhores práticas Março de 2003

3 Prefácio A Grécia, que exerce a Presidência do Conselho da União Europeia desde 1 de Janeiro de 2003, reconhece que o procedimento de concessão de vistos pelas missões diplomáticas e postos consulares de carreira, juntamente com o correcto funcionamento da cooperação consular local, constituem factores de extrema importância para avaliar a ameaça da imigração ilegal. Tendo presente que os Conselhos Europeus de Tampere, Laeken e Sevilha, bem como a sessão extraordinária do Conselho (Justiça, Assuntos Internos e Protecção Civil) de 20 de Setembro de 2001, apelaram aos Estados-Membros para que continuassem a desenvolver a sua política comum de vistos, usassem do maior rigor no processo de concessão de vistos e reforçassem a cooperação consular local entre as suas representações nos países terceiros, a Grécia saudou a iniciativa da então Presidência Dinamarquesa de criar um subgrupo encarregado de identificar as melhores práticas em matéria de concessão de vistos e de cooperação consular. O subgrupo assim constituído, presidido pela Áustria, redigiu o presente "Inventário de recomendações para a correcta aplicação do acervo de Schengen e melhores práticas". Este Inventário não tem por objectivo dar uma definição exaustiva da totalidade do acervo de Schengen, mas sim clarificar e especificar o acervo e apontar recomendações e melhores práticas, à luz da experiência adquirida pelo Grupo de Avaliação de Schengen não só na verificação da correcta aplicação do acervo na Alemanha, na França, na Bélgica, nos Países Baixos e no Luxemburgo, mas também na avaliação da Grécia e dos países nórdicos. É com grande satisfação que o Conselho da União Europeia apresenta este instrumento de trabalho que, saliente-se, não pretende introduzir novos requisitos. Trata-se de um indicador da maneira como deverá ser aplicado na prática o acervo em matéria de vistos e de cooperação consular, e, neste contexto, deverá ser lido sempre em articulação com as Instruções Consulares Comuns. A Presidência Grega gostaria de agradecer mais uma vez a todos os que participaram na redacção do presente Inventário, e confia em que este será mais um instrumento para assegurar que a integração dos novos membros da União seja bem sucedida, atempada e adequada. Bruxelas, 16 de Março de 2003

4 QUARTA PARTE: EMISSÃO DE VISTOS ÍNDICE INTRODUÇÃO... 7 RECOMENDAÇÕES/MELHORES PRÁTICAS ACESSO AO CONSULADO SEGURANÇA DO EDIFÍCIO APRESENTAÇÃO DOS PEDIDOS TRATAMENTO DO PEDIDO PREENCHIMENTO DA VINHETA DE VISTO NOTIFICAÇÃO DE INDEFERIMENTO SEGURANÇA (OS ASPECTOS RELATIVOS À SEGURANÇA DO EDIFÍCIO SÃO TRATADOS NO CAPÍTULO 2) EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TI EM GERAL EQUIPAMENTO DE DETECÇÃO DE DOCUMENTOS FALSOS VISTOS CONCEDIDOS EM REPRESENTAÇÃO COOPERAÇÃO CONSULAR... 26

5 Introdução A lista de recomendações e de melhores práticas constante do presente documento foi elaborada por especialistas em matéria de vistos dos Estados Schengen (vd. infra) e da Comissão Europeia com base nas Instruções Consulares Comuns (ICC). Os resultados das recentes avaliações de vários consulados serviram também de valiosa base para este trabalho. O quadro jurídico para o tratamento dos pedidos de visto continua a ser as ICC, sendo o objectivo das "melhores práticas" o de aprofundar sempre que possível a harmonização das práticas e também quando as disposições das ICC têm um carácter mais genérico. As recomendações e melhores práticas foram redigidas para uma representação consular fictícia, situada numa zona de alto risco, e à qual é apresentada uma grande quantidade de pedidos de visto. Embora possa ser difícil atingir em todo o Mundo o nível preconizado, recomenda-se porém, tendo em conta as diversidades das circunstâncias locais, que estas normas sejam o mais possível observadas e mantidas. A questão do seguro obrigatório, de saúde ou de viagem, não consta desta lista, visto um estudo recente ter demonstrado que actualmente não existem melhores práticas neste domínio. Dado a cooperação consular local constituir uma importante fonte de informação, recomenda-se que as iniciativas levadas a cabo e a experiência adquirida com base nas presentes melhores práticas no âmbito da cooperação consular local sejam comunicadas às autoridades centrais para que possam servir de base para a melhoria e a adaptação da actual legislação. Nas páginas que se seguem, entende-se por "Estados Schengen"/"Estados" os Estados que aplicam integralmente as disposições do acervo de Schengen.

6 / Recomendações 1. Acesso ao consulado a) Informações por escrito Para evitar que os pedidos de visto apresentados sejam incompletos e que os requerentes venham repetidas vezes à secção de vistos, haverá que divulgar o mais amplamente possível as informações pertinentes. Para além de informação geral sobre vistos Schengen, deverá ser disponibilizada informação em diversas línguas, pelo menos na do país de acolhimento e na do país da missão, acerca do modo como os vistos são requeridos. Essa informação deverá estar amplamente disponível e ser afixada no exterior do edifício ou suas imediações. b) Contacto telefónico Tanto quanto possível, as informações sobre vistos deverão ser só dadas por pessoal da secção de vistos, quer através de uma linha específica funcionando a horas fixas, quer através de um atendedor de chamadas que dê informações em diversas línguas. c) Formulários de pedido de visto Para evitar o comércio de formulários de pedido de visto, estes deverão ser gratuita e amplamente disponibilizados nas agências de viagens e nos balcões das companhias aéreas, assim como nos escritórios de representação de associações comerciais, institutos culturais, etc. Haverá que afixar exemplos de formulários correctamente preenchidos (e se possível publicá- -los na Internet). Nos principais pontos de contacto no país de acolhimento encontram-se disponíveis, em quantidade suficiente, prospectos que contêm orientações destinadas aos requerentes de visto, e que estão também publicados no website da missão, quando existe. Dão informações pormenorizadas sobre: as diferentes categorias de vistos a morada e n.º de telefone/fax da secção de vistos o horário de atendimento qual o país responsável pela concessão de cada categoria de vistos (em conformidade com as ICC) os emolumentos a pagar pelo tratamento de pedidos de visto, o respectivo montante e o momento em que devem ser pagos. É expressamente indicado que não é preciso pagar nenhum outro emolumento e que em caso de indeferimento do pedido o emolumento pago não será reembolsado o horário de atendimento da linha telefónica específica de informações sobre vistos, caso exista. Quando tecnicamente possível, encontra-se instalado um sistema telefónico de escolha múltipla que permite às pessoas que telefonam solicitar informações, em diferentes línguas, adequadas aos seus planos específicos de viagem, quer por selecção das teclas do telefone quer por comando vocal. Nos pontos de contacto e nas instituições pertinentes no país de acolhimento encontram-se disponíveis formulários de pedido de visto acessíveis também on-line, de modo que os requerentes os possam preencher e enviar por via electrónica antes de se apresentarem pessoalmente na secção de vistos. Encontram-se afixados exemplos de formulários correctamente preenchidos para orientação dos requerentes.

7 d) Indicações e avisos Haverá que afixar avisos para informar os interessados que não têm outros encargos a pagar por exemplo pelos formulários ou pela sua admissão para além dos emolumentos pagos no guiché de vistos. Deverão também ser postas indicações para orientar os interessados para a porta ou guiché correcto. À entrada da representação e também à entrada da secção de vistos, estão afixados mais avisos, na língua do país de acolhimento, com informação destinada aos interessados. A representação informa os requerentes sobre os emolumentos a pagar pelo tratamento do pedido de visto, respectivo montante e momento em que devem ser pagos. É também expressamente indicado que não é preciso pagar nenhum outro emolumento e que em caso de indeferimento do pedido o emolumento pago não será reembolsado. Mediante indicações, ou através dos funcionários locais ou agentes da segurança da representação, os requerentes de visto são orientados para a porta correcta e, nas grandes secções, para a bicha adequada. Deve ser dada informação na imprensa local acerca dos períodos de ponta, para incitar os requerentes a apresentarem os pedidos de visto fora desses períodos de maior actividade. e) Controlo preliminar dos pedidos Enquanto os requerentes aguardam a sua vez, os formulários que vão entregar deverão ser controlados por um funcionário local da representação ou por um elemento da segurança, para confirmar que se encontram bem preenchidos, devidamente assinados e acompanhados da necessária documentação. Nas grandes secções de vistos é feito um controlo preliminar dos pedidos a entregar pelos requerentes enquanto estes aguardam a sua vez. Nas secções de vistos mais pequenas com pessoal e instalações suficientes, todos os requerentes que se apresentam durante as horas de expediente podem entregar eles próprios os seus pedidos. Nas secções de vistos de tamanho médio há um sistema de números, em que é dado ao requerente um "número de entrevista" para e entrega do pedido. Estão a ser envidados grandes esforços no sentido de evitar o "comércio" de números. Quando têm que ser atendidos numerosos requerentes de visto, é instaurado um sistema de marcação de entrevistas. O prazo de espera para obter uma entrevista é acordado no âmbito da cooperação consular local, para evitar o surgimento de "visa shopping".

8 f) Gestão do acesso Recomendações Deverá evitar-se a existência de longas bichas fora da secção de vistos, assim como os "golpes" ou o "comércio" de lugares na bicha. 2. Segurança do edifício O pessoal e as instalações técnicas são suficientes para permitir que todos os requerentes se apresentem pessoalmente durante as horas de expediente para entregar os seus pedidos, sem terem que esperar mais tempo do que é hábito a nível local. a) Particularidades da segurança 1. Exterior do edifício Nas grandes secções de vistos sem sistema de entrevistas marcadas, podem ser usadas barreiras amovíveis, por forma a obrigar as pessoas a manterem-se ordenadamente na bicha. Deverá recorrer-se à assistência das forças policiais locais e estabelecer-se um sistema de rotação para estes agentes. Recomenda-se que o pessoal do serviço possa entrar e sair do edifício da secção de vistos por um acesso separado. 2. Sala de espera Nalguns casos as salas de espera podem situar-se no interior do edifício da embaixada, sem entrada separada ou sem a possibilidade de um acesso separado ou supervisionado às diferentes partes do edifício. Nestes casos, os visitantes e os seus haveres devem ser objecto de um controlo de segurança à entrada. Sempre que possível, os contactos entre o pessoal da secção de vistos e os requerentes deverão ter lugar em guichés protegidos por vidro. No fim do período de funcionamento, a sala de espera deverá ser inspeccionada por um agente da segurança para controlar quaisquer objectos aí deixados. A sala de espera dos visitantes da secção de vistos é facilmente acessível por uma entrada separada. Quando não dispõe de entrada separada, a sala de espera não deve ter nenhuma porta de ligação com a secção de vistos. Aconselha-se, se possível, que haja uma separação clara entre a sala de espera e os guichés.

9 3. Guichés de vistos Recomendações Os guichés deverão estar equipados com uma separação de vidro de segurança, permitindo a passagem dos documentos sem qualquer perigo para os funcionários e o estabelecimento fácil e discreto da comunicação. Deverá haver um sistema para garantir que os requerentes sejam atendidos de acordo com a lista de marcações ou por ordem de chegada. - É usado vidro anti-bala. - A parte de baixo da separação de vidro dos guichés está equipada com gavetas de passagem estanques e anti-bala adequadas a documentos de formato A4. - Está instalado equipamento adequado para permitir uma comunicação fácil e discreta, por ex. um sistema de intercomunicação com microfone e altifalante ou auscultadores para o funcionário da secção de vistos, e microfone (incorporado no vidro para não ser tapado pelos documentos) e auscultador(es) para o visitante. - Entre os guichés há divisórias de material absorvente de som situadas aproximadamente à altura da cabeça. - Em frente a cada guiché há uma zona de discrição claramente assinalada. - Nalguns países são tomadas medidas especiais para os casos que requerem particular discrição (cabine com porta própria e assentos para os visitantes). - Para garantir que os pedidos sejam tratados na devida ordem, os requerentes podem ser chamados por exemplo através de um altifalante instalado na sala de espera ou pelo aparecimento do número de senha num ecrã comandado pelo funcionário dos vistos. - As janelas do rés-do-chão têm grades. - Estão instalados sistemas de alarme adequados. - O acesso efectua-se por sistema de porta única ou dupla que só pode ser aberta por controlo à distância. 4. Edifício propriamente dito O edifício deverá estar protegido contra assaltos ou outros actos de violência. Deverá ser instalado à entrada um sistema de fechadura com controlo de acesso. Deverá haver equipamento para controlar os visitantes e seus haveres (vide supra). Os visitantes deverão entrar por um pórtico detector de metais ou pelo menos ser controlados com um detector portátil.

10 b) Controlos de segurança 1. Fora da secção de vistos Os visitantes deverão entrar por um pórtico detector de metais ou pelo menos ser controlados com um detector portátil. Deverão ser feitos controlos de segurança dos visitantes e seus haveres, pelo menos por amostragem, na entrada principal antes da admissão. Há agentes de segurança, recrutados directamente ou a partir de uma empresa local de segurança, responsáveis pela manutenção da ordem nas instalações da secção de vistos. Deverão estar funcionários à entrada para receber/encaminhar os funcionários. 2. Acesso ao edifício principal Deverá haver funcionários a receber os visitantes que entram nas instalações. 3. Apresentação dos pedidos a) Comparência pessoalmente b) Vistos diplomáticos e de serviço Regra geral, todos os requerentes comparecem pessoalmente para a entrevista na representação consular. Esta regra aplica-se também aos menores e às pessoas sob custódia, bem como a todas as pessoas incluídas no passaporte do requerente principal. Os vistos diplomáticos e de serviço só devem ser apostos em passaportes diplomáticos e de serviço para viagens oficiais. Só nos casos em que não existam passaportes diplomáticos e de serviço é que podem ser apostos vistos noutros tipos de passaportes.

11 4. Tratamento do pedido a) Entrega dos pedidos Em entra em vigor a Decisão do Conselho relativa ao formulário harmonizado de pedido de visto Schengen, vide ICC, Anexo XVI [vd. Decisão de 25 de Abril de 2002, do Conselho, relativa à adaptação da parte III e à criação de um Anexo XVI das Instruções Consulares Comuns (2002/354/CE)]. A duração da estada requerida deverá corresponder à finalidade da estada. As respostas às perguntas do formulário deverão ser completas e coerentes. O formulário incluirá uma fotografia tipo passe do requerente de visto e indicará, na medida do possível, o destino principal da estada. O formulário harmonizado é traduzido para as principais línguas dos países onde são entregues os pedidos. O formulário é traduzido no âmbito da cooperação consular local. O formulário harmonizado estará disponível on- -line. As representações aceitarão formulários harmonizados de outros Estados Schengen. O formulário é pormenorizadamente preenchido (p. ex. o requerente deverá indicar a morada completa das pessoas de referência). O formulário é assinado pessoalmente pelo requerente, que é responsável pela exactidão da informação. Se o requerente for menor ou incapacitado, o formulário é assinado pelo seu representante legal. Procede-se à verificação de que a fotografia entregue com o pedido ou que consta do passaporte: é uma verdadeira fotografia do requerente é a cores tem fundo claro é uma fotografia de grande plano suficientemente clara para se verem os pormenores apanha a cara toda tem 3,5 x 4,5 cm é recente foi tirada em cabelo permite ver claramente as principais características do rosto do indivíduo. O queixo, o nariz, as maçãs do rosto, os olhos e as sobrancelhas não podem estar tapados. A testa deverá estar a descoberto para que a forma da face seja visível. No momento da entrega do pedido de visto é preciso pagar um emolumento que cobre o tratamento do pedido. Entrega-se um recibo ao requerente e recorda-se que o indeferimento não dá direito ao reembolso do emolumento.

12 b) Análise dos pedidos de visto Verifica-se se o requerente permanece ou reside legalmente no país no qual é apresentado o pedido. É dada especial atenção às pessoas: - cujo passaporte contenha um carimbo de pedido de visto, uma menção relativa a expulsão, uma anulação de autorização de residência, um prazo para abandono de território ou uma saída registada. - que requeiram um visto de trânsito pelo território Schengen, quando a entrada no país terceiro não está garantida ou quando não é evidente que o trânsito se devia efectuar pelo território dos Estados Schengen. - que apresentem recomendações ou convites de empresas, organizações, associações, etc. que não sejam conhecidas da representação ou cuja credibilidade não seja geralmente reconhecida. - em relação às quais se possa pressupor que não têm condições para pagar a estadia ou que não tenham quem lha ofereça. - titulares de passaportes para estrangeiros, documentos para refugiados ou outros documentos de viagem que não sejam passaportes. - que requeiram um visto para uma duração superior à que parece normal para a finalidade declarada da estada. - conhecidas por ou suspeitas de envolvimento em actividades criminosas e/ou em relação às quais se possa supor que cometerão um crime ou se dedicarão à prostituição após a sua entrada. Em caso de dúvida, é solicitado aos requerentes que apresentem um certificado de registo criminal. - em relação às quais a representação, após apreciação dos seus antecedentes, do objectivo da estada e da sua situação financeira, não possa afirmar que não haja o risco de perturbarem a ordem pública e de não regressarem antes do fim da validade do visto. É prestada atenção às relações que o requerente tenha com o seu país natal ou de residência, por exemplo, relações de parentesco, propriedade, trabalho.

13 c) Verificação dos documentos A missão deverá apor uma marca nos documentos não oficiais para evitar que os mesmos voltem a ser utilizados. Os documentos justificativos são minuciosamente controlados e os documentos (ou cópias dos mesmos) relacionados com a decisão de concessão do visto são conservados no processo. Sempre que pertinente, os documentos emitidos localmente são verificados pelas entidades locais competentes. Para melhorar a detecção de documentos falsos e falsificados, procede-se à troca de informações no âmbito da cooperação consular local. d) Tipos de vistos e) Arquivo Quando é concedido um visto, o pedido deverá ficar arquivado pelo menos um anos após a sua data de expiração e quando o pedido é indeferido, este deverá ficar arquivado pelos menos cinco anos. Sempre que possível e/ou oportuno, as representações contactam as autoridades locais, os bancos, etc. quando são detectados documentos falsos e falsificados. O visto concedido deve corresponder ao perfil e às necessidades do requerente, de forma a evitar o abuso do visto, precaver/evitar pedidos repetidos e desnecessários, bem como a emissão desnecessária de VVTLs como procedimento de emergência. Sempre que o perfil e as necessidades do requerente revelarem claramente que vão ser necessárias mais do que duas entradas dentro do período/validade, o visto é concedido sob a forma de visto de entradas múltiplas com uma duração correspondente às necessidades do requerente. Não são concedidos vistos de entradas múltiplas a quem requerer vistos pela primeira vez. Verifica-se também se os vistos Schengen concedidos anteriormente foram correctamente utilizados, bem como os carimbos de entrada e de saída. Os pedidos de visto são arquivados nos registos da representação consular. São arquivadas todas as páginas do pedido de visto. Se o pessoal não tiver acesso electrónico aos ficheiros, quando é concedido o visto é guardada uma cópia da respectiva vinheta nos ficheiros da representação. Os documentos comprovativos (originais ou cópias) são guardados nos processos.

14 5. Preenchimento da vinheta de visto a) Generalidades Regra geral, os vistos não podem ser concedidos com uma antecedência superior a três meses antes do início da sua validade. A vinheta de visto deverá ser preenchida antes de ser aposta no passaporte. O carimbo e a assinatura deverão ser apostos na vinheta logo que esta tenha sido colada no passaporte ou no documento de viagem. Na zona reservada às menções nacionais, há uma zona destinada a ser digitalizada. Esta zona é constituída por duas linhas de 36 caracteres. O tipo de letra utilizado (OCRB 1) permite a leitura óptica com equipamento próprio utilizado nas fronteiras externas para facilitar o controlo. Só as missões diplomáticas e as representações consulares que têm o necessário equipamento informático é que podem imprimir electronicamente a zona digitalizada. Nesta zona não se pode escrever ou apor nada. A impressora utilizada para imprimir a vinheta de visto deve permitir uma reprodução de alta qualidade da fotografia a cores (pelo menos a partir de ). A vinheta de visto é colocada no passaporte de forma a tapar o carimbo de identificação do pedido. Essa página não deve conter nenhumas outras menções nem carimbos. Em caso de problemas técnicos, a vinheta é preenchida manualmente. b) Zona de leitura óptica A zona de leitura óptica será preenchida por todas as "representações Schengen". O número de controlo deverá ser inscrito na vinheta de visto de acordo com as recomendações da ICAO. c) Utilização do carimbo da autoridade emissora Caso seja utilizado, o carimbo deverá ser aposto no rectângulo entre o lado esquerdo da vinheta e a zona "Averbamentos" e a zona de impressão calcográfica a digitalizar. Quanto às vinhetas que contêm uma fotografia, o carimbo deverá ser colocado no lado direito da rubrica "Averbamentos"; uma parte do carimbo deverá apanhar a página do passaporte ou do documento de viagem. O tamanho e o conteúdo do carimbo e a tinta a usar deverão ser determinados pelas disposições nacionais dos Estados Schengen.

15 d) Assinatura Recomendações Quando a legislação ou a prática de um Estado Schengen exigirem uma assinatura, a vinheta afixada na página do passaporte deverá ser assinada pelo funcionário responsável para o efeito. A assinatura é colocada no lado direito da rubrica "Averbamentos"; uma parte da assinatura deverá apanhar a página do passaporte ou do documento de viagem, mas não deverá vir para cima da zona a digitalizar. A administração central do Estado-Membro em causa conserva espécimes das assinaturas dos funcionários autorizados a assinar os vistos desde o início do período de emprego desses funcionários. e) Entrega de vistos concedidos O passaporte ou o documento de viagem deverá ser devolvido pessoalmente ao requerente ou entregue à pessoa ou agência de viagem para o efeito autorizada pelo requerente. A missão diplomática ou representação consular certifica-se de que o passaporte e os documentos de viagem são devolvidos ao seu legítimo titular. f) Destruição do visto Sempre que um visto é destruído, haverá que destruir o kinegrama OVD. Se se constatar um erro quando a vinheta tiver sido colada no passaporte, o kinegrama OVD deverá também ser destruído. Todas as informações sobre vistos invalidados ou destruídos deverão ser registadas no registo de vistos. As informações deverão ficar disponíveis no sistema comum de vistos. 6. Notificação de indeferimento O requerente é informado oralmente ou por escrito do indeferimento do seu pedido de visto, dentro de um prazo razoável, de acordo com as disposições da legislação nacional. Em conformidade com as ICC, são dadas as razões jurídicas e de fundo que levaram ao indeferimento do pedido de visto. É facultada informação sobre as possibilidades de recurso (administrativo e judicial) e indicam-se os prazos para interposição do mesmo. É dada informação sobre se um requerente a quem foi recusado o visto pode apresentar um segundo pedido caso tenha sido interposto recurso sobre o indeferimento do primeiro pedido e a decisão sobre esse recurso ainda esteja pendente.

16 No caso de a recusa se dever a "indicação no SIS", é feita menção da existência de uma "indicação no SIS". Se o requerente solicitar mais informações sobre os seus dados pessoais constantes do SIS, é-lhe facultada informação sobre a autoridade competente em matéria de protecção de dados. As razões da recusa de visto a um familiar de um cidadão da UE/do EEE são comunicadas ao interessado, a menos que a isso se oponham motivos respeitantes à segurança do Estado (Directiva 221/64, artigo 6.º). 7. Segurança (os aspectos relativos à segurança do edifício são tratados no capítulo 2) a) Pessoal 1. Repartição de tarefas entre funcionários expatriados e funcionários locais As tarefas estão claramente repartidas entre pessoal expatriado e pessoal local: O pessoal local pode: atender ao guiché e contactar com os requerentes sob supervisão de um funcionário expatriado verificar se os documentos apresentados estão completos preparar o tratamento electrónico do pedido (p. ex. inserir os dados na base) imprimir a vinheta entregar os vistos e receber as taxas e/ou emolumentos Por razões de segurança, deverá ser instaurado um regime de rotatividade para o pessoal local. O pessoal expatriado e o pessoal local com nacionalidade da UE/do EEE pode: receber respostas negativas do SIS e das bases de dados nacionais receber respostas negativas às consultas do Anexo V das ICC decidir se são necessárias mais informações ou entrevistas

17 O pessoal expatriado pode: decidir da concessão ou da recusa de um visto estabelecer contacto com os parceiros locais, se for necessário em casos particulares 2. Verificações no âmbito do recrutamento e posterior avaliação Todo o pessoal é submetido a um controlo antes de ser recrutado, sendo pelo menos verificado o seu registo criminal, por parte dos serviços nacionais do Estado que recruta. Em caso de dúvida sobre a lealdade de um funcionário, são feitos novos controlos. 3. Abuso da situação profissional O pessoal local que abusar da sua situação profissional será retirado da secção de vistos ou licenciado, dependendo da gravidade da infracção. Se for possível e/ou aplicável, deverá ser apresentada queixa às autoridades locais. O pessoal expatriado que abusar da sua situação profissional deverá ser sancionado com processo disciplinar ou judicial, instaurado em cooperação com as respectivas autoridades nacionais. 4. Contactos não autorizados com as autoridades locais e relações com organizações criminosas 5. Protecção dos funcionários Os contactos não autorizados com autoridades locais e as relações com organizações criminosas são comunicados ao funcionário responsável pela segurança da representação. Aquando do contacto com os requerentes, os funcionários estão protegidos por uma separação física (vd. capítulo 2). O pessoal local é informado das consequências de contactos não autorizados com as autoridades locais, organizações criminosas, máfia local, etc. Se uma dada área se tornar numa área de risco, os funcionários são retirados temporária ou permanentemente da área perigosa.

18 b) Documentos 1. Transporte Recomendações As vinhetas de visto deverão ser transportadas por mala diplomática. 2. Armazenagem Os vistos deverão ser imediatamente armazenados num cofre quando chegam à representação consular. Só deverá ser retirado o número necessário para ser impresso. 3. Acesso Apenas um número restrito de pessoas da representação consular tem acesso ao referido cofre (p. ex. chanceler/chefe da secção de vistos e substituto). O restante pessoal apenas recebe a quantidade de vinhetas necessária para um dia de trabalho, devendo as vinhetas não utilizadas ser devolvidas no fim do dia de trabalho. 4. Controlo do stock O controlo do stock deverá ser feito através de meios informáticos. Deverá ser possível em qualquer momento determinar quantos vistos estão efectivamente armazenados na representação e quantos vistos foram usados e como. c) IT 1. Entrada no sistema (Login) As senhas deverão ser alteradas regularmente. 2. Entrada/acesso não autorizado 3. Cifragem A entrada no sistema TI de vistos faz-se através de um código de identificação do utilizador e de uma senha O acesso ao sistema TI consular é regulado pelas instruções nacionais A entrada não autorizada é controlada através do sistema de entrada no sistema (login). As estações de trabalho são colocadas em salas de servidores especialmente protegidas, dentro de uma zona controlada das representações às quais o público não tem acesso. Todas as comunicações devem ser cifradas por forma a garantir um elevado nível de protecção da comunicação.

19 4. Protecção de dados Recomendações Todos os tratamentos de dados pessoais são registados num ficheiro de registo cronológico que pode ser consultado em caso de suspeita de violação das orientações nacionais ou da UE em matéria de protecção de dados. Esses ficheiros de registo cronológico são conservados pelo menos durante cinco anos. 8. Educação e formação a) Formação em serviço 1. Pessoal expatriado: O pessoal expatriado poderá ser formado a nível local durante o exercício das suas funções. Os futuros funcionários a destacar para desempenharem funções relacionadas com a concessão de vistos deverão ser formados pelo respectivo departamento da autoridade central. 2. Pessoal local (incluindo nacionais da UE e do EEE) O pessoal expatriado deverá formar o pessoal local. O pessoal local poderá ser formado a nível local durante o exercício das suas funções. b) Formação em TI O pessoal expatriado é formado pelas autoridades centrais. São ministrados ao pessoal expatriado programas de formação adaptados às circunstâncias locais. Além da formação normal, as autoridades centrais ministram ao pessoal expatriado uma formação "multidisciplinar" adaptada às circunstâncias locais. Em zonas de risco, é ministrada ao pessoal uma formação de base em matéria de detecção de documentos falsos ou falsificados (por exemplo, como utilizar equipamento especializado) Nas zonas de risco, é também recomendada a existência ou a disponibilização de peritos em documentação ou outro pessoal qualificado em matéria de detecção de documentos falsos ou falsificados. São ministrados ao pessoal local programas de formação adaptados às circunstâncias locais. Além da formação normal, as autoridades centrais ministram ao pessoal local uma formação "multidisciplinar" adaptada às circunstâncias locais. 1. Pessoal expatriado O pessoal expatriado deverá conhecer o sistema de registo. O pessoal expatriado deverá estar apto a entrar/consultar o SIS e as suas autoridades centrais. 2.Pessoal local (incluindo nacionais da UE e do EEE) O pessoal local deverá estar apto a registar pedidos em bases de dados e a proceder a controlos sobre a situação.

20 9. TI em geral a) Acesso a bases de dados, SIS A implementação de um sistema de informação que dá apoio a um procedimento coerente e eficaz de processamento de dados devia ser organizada a partir de uma base de dados comum e ser bem integrada em sistemas adjacentes. Deve ser dado aos utilizadores acesso directo a informações actualizadas da base de dados. As ferramentas informáticas de apoio comuns devem ter acesso directo à base de dados SIS ou a partes da mesma e devem também ser integradas num sistema de gestão da remissão de vistos de acordo com as regras Vision. Um sistema informático separado de gestão elabora estatísticas baseadas nas informações da base de dados. Essas informações são compiladas e enviadas às autoridades centrais. b) Distribuição das informações (CD-ROM, actualizações, acesso directo, visualização) Deverá ser dado a todos os utilizadores acesso directo aos suportes informáticos centrais comuns através de uma interface baseada na web, o que requer a instalação de um navegador web. As informações da base de dados são actualizadas pelo menos uma vez por mês. Em caso de problemas técnicos, é aconselhável pedir assistência no âmbito da cooperação consular local. c) Regras de acesso ao sistema O utilizador deve fazer parte de um grupo de autorização da base de dados e ser identificado com o procedimento de entrada no sistema (login). O código de identificação e as senhas do utilizador são pessoais e não podem ser comunicados a outras pessoas. Têm de ser conservados de modo a que nenhuma pessoa não autorizada a eles tenha acesso. As regras de autorização deverão ser aplicadas e deverá ser criado um sistema de controlo das autorizações. Só os utilizadores autorizados deverão ter acesso ao sistema. d) Cópia de segurança (back-up) e situações de emergência Um sistema de controlo das autorizações regula aquilo que os diferentes grupos de utilizadores podem fazer e o que podem consultar na base de dados central sobre estrangeiros. O sistema contém diferentes grupos de autorização para o pessoal das representações diplomáticas, a autoridade central responsável pela Imigração e a polícia. Cada nível de autorização dá acesso a diferentes partes do sistema (pesquisa de informações na base de dados, actualização e aditamento de informações à base de dados, etc.). O acesso pode ser limitado ao nível do campo de dados e a informações relativas a uma missão diplomática específica. A estrutura das cópias de segurança tem de responder aos requisitos aplicáveis, tais como a pesquisa nas bases de dados e a comunicação Vision.

Pedido de Visto Schengen

Pedido de Visto Schengen Pedido de Visto Schengen FOTO Este impresso é gratuito 1. Apelido PARTE RESERVADA À ADMINISTRAÇÃO 2. Apelido quando do nascimento (apelido anterior) Data do pedido: 3. Nome(s) próprio(s) Número do pedido

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 15 14-4-2003 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 405 澳 門 特 別 行 政 區 第 5/2003 號 行 政 法 規 入 境 逗 留 及 居 留 許 可 規 章 行 政 長 官 根 據 澳 門 特 別 行 政 區 基 本 法 第 五 十 條 ( 五 ) 項, 經 徵 詢 行 政

Leia mais

ANEXO. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

ANEXO. Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 26.5.2016 COM(2016) 304 final ANNEX 1 ANEXO da Proposta de DECISÃO DO CONSELHO que determina a posição a tomar em nome da União Europeia no âmbito do Comité Misto criado pelo

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 175. o, 25.6.2003 L 156/17 DIRECTIVA 2003/35/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Maio de 2003 que estabelece a participação do público na elaboração de certos planos e programas relativos ao ambiente

Leia mais

ACTOS APROVADOS AO ABRIGO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE

ACTOS APROVADOS AO ABRIGO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE 7.4.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 93/23 ACTOS APROVADOS AO ABRIGO DO TÍTULO VI DO TRATADO UE DECISÃO-QUADRO 2009/315/JAI DO CONSELHO de 26 de Fevereiro de 2009 relativa à organização e ao conteúdo

Leia mais

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA

NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA NEGOCIAÇÕES DE ADESÃO DA BULGÁRIA E DA ROMÉNIA À UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 31 de Março de 2005 (OR. en) AA 15/2/05 REV 2 TRATADO DE ADESÃO: ACTO DE ADESÃO, ANEXO II PROJECTO DE ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 11 de Julho de 2007 (18.07) (OR. en) 11722/07 SCH-EVAL 131 SIRIS 133 COMIX 659 NOTA de: para: Assunto: Presidência Grupo de Avaliação de Schengen Projecto de decisão

Leia mais

26.8.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 220/9

26.8.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 220/9 26.8.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 220/9 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 859/2011 DA COMISSÃO de 25 de Agosto de 2011 que altera o Regulamento (UE) n. o 185/2010 que estabelece as medidas de

Leia mais

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012

I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH. LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 LEGAL FLASH I SOCIETÁRIO LEGAL FLASH I 14 de AGOSTO, 2012 Lei n.º 29/2012, de 9 de Agosto Novo Regime de Autorização de Residência para Estrangeiros Investidores 2 LEI N.º 29/2012 NOVO REGIME DE AUTORIZAÇÃO

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO

PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO 27.4.2001 PT Jornal Oficial das Comunidades Europeias L 118/41 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) PARLAMENTO EUROPEU E CONSELHO RECOMENDAÇÃO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO

Leia mais

29.12.2004 Jornal Oficial da União Europeia L 385/1. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

29.12.2004 Jornal Oficial da União Europeia L 385/1. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 29.12.2004 Jornal Oficial da União Europeia L 385/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 2252/2004 DO CONSELHO de 13 de Dezembro de 2004 que estabelece normas

Leia mais

Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro

Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro Portaria n.º 1416-A/2006 de 19 de Dezembro O Decreto-Lei n.º 76-A/2006, de 29 de Março, aprovou um vasto conjunto de medidas de simplificação da vida dos cidadãos e das empresas. Destas, destacam-se a

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 10 de Dezembro de 2004 (OR. en) 15152/04 VISA 209 COMIX 716

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 10 de Dezembro de 2004 (OR. en) 15152/04 VISA 209 COMIX 716 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 10 de Dezembro de 2004 (OR. en) 15152/04 VISA 209 COMIX 716 ACTOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS Assunto: Regulamento do Conselho que estabelece normas para os

Leia mais

Artigo 1.º Imunidade de jurisdição e insusceptibilidade de busca, apreensão, requisição, perda ou qualquer outra forma de ingerência

Artigo 1.º Imunidade de jurisdição e insusceptibilidade de busca, apreensão, requisição, perda ou qualquer outra forma de ingerência Resolução da Assembleia da República n.º 21/2002 Decisão dos Representantes dos Governos dos Estados- Membros da União Europeia, reunidos no Conselho, de 15 de Outubro de 2001, Relativa aos Privilégios

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia 19.12.2003 C 310/1. (Comunicações) CONSELHO

Jornal Oficial da União Europeia 19.12.2003 C 310/1. (Comunicações) CONSELHO 19.12.2003 C 310/1 I (Comunicações) CONSELHO INSTRUÇÕES CONSULARES COMUNS DESTINADAS ÀS MISSÕES DIPLOMÁTICAS E POSTOS CONSULARES DE CARREIRA (2003/C 310/01) ÍNDICE Página I. Disposições gerais... 5 1.

Leia mais

DIRECTIVA 2003/86/CE DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativa ao direito ao reagrupamento familiar

DIRECTIVA 2003/86/CE DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativa ao direito ao reagrupamento familiar L 251/12 DIRECTIVA 2003/86/CE DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativa ao direito ao reagrupamento familiar O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia

Leia mais

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004

L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 L 375/12 Jornal Oficial da União Europeia 23.12.2004 DIRECTIVA 2004/114/CE DO CONSELHO de 13 de Dezembro de 2004 relativa às condições de admissão de nacionais de países terceiros para efeitos de estudos,

Leia mais

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011

CONSILIUM. Schengen. A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 PT CONSILIUM Schengen A porta para a sua liberdade de circulação na Europa JUNHO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO 1 LIVRE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS 2 COOPERAÇÃO POLICIAL E ADUANEIRA 2 Fronteiras internas 2 Fronteiras

Leia mais

REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO

REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO REGRAS DE EXECUÇÃO DA DECISÃO N.º 32/2011 RELATIVA AO REEMBOLSO DAS DESPESAS DE VIAGEM DOS DELEGADOS DOS MEMBROS DO CONSELHO Bruxelas, 1 de Março de 2011 SN 1704/11 1. INTRODUÇÃO O presente documento descreve

Leia mais

Conheça os seus direitos em caso de: Recusa de embarque Cancelamento de voo Atrasos prolongados Colocação em classe inferior Viagens organizadas

Conheça os seus direitos em caso de: Recusa de embarque Cancelamento de voo Atrasos prolongados Colocação em classe inferior Viagens organizadas OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO AS NOVAS REGRAS Dia 17 de Fevereiro entra em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que

Leia mais

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II

Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II P6_TA(2005)044 Sistema de Informação Schengen - acesso pelos serviços de emissão de certificados de matrícula dos veículos ***II Resolução legislativa do Parlamento Europeu referente à posição comum adoptada

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à conclusão do Acordo entre a União Europeia e a Geórgia sobre a facilitação da emissão de vistos

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à conclusão do Acordo entre a União Europeia e a Geórgia sobre a facilitação da emissão de vistos PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 5.5.2010 COM(2010)198 final 2010/0106 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à conclusão do Acordo entre a União Europeia e a Geórgia sobre a facilitação da

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO. Decreto n. o 4 /2004 de 7 de Maio REGULARIZAÇÃO DE ESTRANGEIROS EM TERRITÓRIO NACIONAL

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO. Decreto n. o 4 /2004 de 7 de Maio REGULARIZAÇÃO DE ESTRANGEIROS EM TERRITÓRIO NACIONAL REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO Decreto n. o 4 /2004 de 7 de Maio REGULARIZAÇÃO DE ESTRANGEIROS EM TERRITÓRIO NACIONAL A Lei de Imigração e Asilo N. 9/2003 de 15 de Outubro (LIA), veio definir

Leia mais

AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N

AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N DECRETO N.º 36/VIII AUTORIZA O GOVERNO A ALTERAR A ESTRUTURA ORGÂNICA E AS ATRIBUIÇÕES DO SERVIÇO DE ESTRANGEIROS E FRONTEIRAS, REVOGANDO O DECRETO-LEI N.º 440/86, DE 31 DE DEZEMBRO, ESPECIALMENTE PARA

Leia mais

Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo

Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo Nacionalidade Portuguesa Folheto Informativo Lei da Nacionalidade Portuguesa Lei nº 37/81, de 3 de Outubro, com as alterações introduzidas pela Lei nº 25/94, 19 de Agosto Regulamento da Nacionalidade Portuguesa

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 6.11.2007 SEC(2007) 1425 DOCUMENTO DE TRABALHO DA COMISSÃO que acompanha a proposta de Decisão Quadro do Conselho que altera a Decisão Quadro 2002/475/JAI relativa

Leia mais

REGULAMENTOS. 15.9.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 243/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória)

REGULAMENTOS. 15.9.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 243/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) 15.9.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 243/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) N. o 810/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Decreto Regulamentar n.º 9/2001. de 31 de Maio

Decreto Regulamentar n.º 9/2001. de 31 de Maio Decreto Regulamentar n.º 9/2001 de 31 de Maio O presente diploma visa alterar o Decreto Regulamentar n.º 5-A/2000, de 26 de Abril (Declaração de Rectificação n.º 7-B/2000), que regulamenta o Decreto-Lei

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO PARLAMENTO EUROPEU 999 2004 Comissão das Liberdades e dos Direitos dos Cidadãos, da Justiça e dos Assuntos Internos 5 de Dezembro de 2000 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre a passagem das fronteiras externas

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Convite à apresentação n. MARKT/2003/[ref. no.]/b: Avaliação em geral e avaliação do impacto no domínio do Mercado FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Exmos. Senhores, Em anexo encontra-se a proposta de [nome do

Leia mais

Decreto Regulamentar 9/2001, de 31 de Maio-I Série B

Decreto Regulamentar 9/2001, de 31 de Maio-I Série B Decreto Regulamentar 9/2001, de 31 de Maio-I Série B Altera e republica o Decreto Regulamentar n.º 5-A/2000, de 26 de Abril, que regulamenta o Decreto-Lei n.º 244/98, de 8 de Agosto, com as alterações

Leia mais

BANCO CENTRAL EUROPEU

BANCO CENTRAL EUROPEU 9.7.2003 Jornal Oficial da União Europeia C 160/7 BANCO CENTRAL EUROPEU MODELO DE ACORDO ENTRE O BANCO CENTRAL EUROPEU E O [banco central nacional do país aderente] ( 1 ) O PRESENTE ACORDO é celebrado

Leia mais

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de

directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005

Leia mais

MANUAL SOBRE OS INSTRUMENTOS JURÍDICO-INTERNACIONAIS NOS QUAIS A DGAJ É AUTORIDADE/ENTIDADE CENTRAL

MANUAL SOBRE OS INSTRUMENTOS JURÍDICO-INTERNACIONAIS NOS QUAIS A DGAJ É AUTORIDADE/ENTIDADE CENTRAL MANUAL SOBRE OS INSTRUMENTOS JURÍDICO-INTERNACIONAIS NOS QUAIS A DGAJ É AUTORIDADE/ENTIDADE CENTRAL 1/21 1. CITAÇÕES E NOTIFICAÇÕES 2/21 1.1. Convenção da Haia, de 15.11.1965, respeitante à citação e à

Leia mais

ANEXOS. Decisão de Execução da Comissão

ANEXOS. Decisão de Execução da Comissão COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 4.9.2014 C(2014) 6141 final ANNEXES 1 to 4 ANEXOS da Decisão de Execução da Comissão que estabelece a lista de documentos comprovativos a apresentar pelos requerentes de visto

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 163 24 de Agosto de 2007 5659 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 40/2007 de 24 de Agosto Aprova um regime especial de constituição imediata de associações e actualiza o

Leia mais

VISTO DE TRATAMENTO MÉDICO

VISTO DE TRATAMENTO MÉDICO VISTO DE TRATAMENTO MÉDICO Documentos necessários: ESTRANG e O Ã E AÇ Carta do interessado, dirigida à Missão Consular de Angola, a solicitar o Visto de Tratamento Médico, com assinatura R G I reconhecida

Leia mais

Sistemas e Serviços Informáticos

Sistemas e Serviços Informáticos (Capítulo ou anexo do Regulamento Interno da Escola) Sistemas e Serviços Informáticos Artigo 1.º Princípios orientadores 1. A utilização extensiva dos recursos proporcionados pelas Tecnologias da Informação

Leia mais

Documentação PASSAPORTE

Documentação PASSAPORTE Documentação PASSAPORTE Para emissão de passaporte é necessário entrar no site da Polícia Federal, www.dpf.gov.br e seguir as instruções abaixo: Verifique a documentação necessária. Atenção: Não há renovação

Leia mais

Grupo de Protecção de Dados do artigo 29.º

Grupo de Protecção de Dados do artigo 29.º Grupo de Protecção de Dados do artigo 29.º WP134 Parecer n. 3/2007 sobre a proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho que altera as Instruções Consulares Comuns destinadas às missões diplomáticas

Leia mais

REPÚBLICA DE ANGOLA CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA PEDIDO DE VISTO TRABALHO PRIVILEGIADO PARA FIXAÇÃO DE RESIDÊNCIA

REPÚBLICA DE ANGOLA CONSULADO GERAL DA REPÚBLICA DE ANGOLA PEDIDO DE VISTO TRABALHO PRIVILEGIADO PARA FIXAÇÃO DE RESIDÊNCIA Vistos de Privilegiado Documentos necessários: Carta do interessado, dirigida à Missão Consular de Angola, a solicitar o visto, com assinatura reconhecida pelo Notário e visado por este Consulado; Formulário

Leia mais

Regulamento (CEE) nº 2299/89 do Conselho, de 24 de Julho de 1989, relativo a um código de conduta para os sistemas informatizados de reserva

Regulamento (CEE) nº 2299/89 do Conselho, de 24 de Julho de 1989, relativo a um código de conduta para os sistemas informatizados de reserva Regulamento (CEE) nº 2299/89 do Conselho, de 24 de Julho de 1989, relativo a um código de conduta para os sistemas informatizados de reserva Jornal Oficial nº L 220 de 29/07/1989 p. 0001-0007 Edição especial

Leia mais

VISTO DE FIXAÇÃO E RESIDÊNCIA. e Residência, com assinatura reconhecida no Notário e visado por este Consulado;

VISTO DE FIXAÇÃO E RESIDÊNCIA. e Residência, com assinatura reconhecida no Notário e visado por este Consulado; VISTO DE FIXAÇÃO E RESIDÊNCIA Documentos necessários: ESTRANG e O Ã E AÇ Carta do requerente, devidamente fundamentada, dirigida à Missão Consular de Angola, a solicitar o Visto de Fixação R G I IRO e

Leia mais

ARTICLE 29 Data Protection Working Party

ARTICLE 29 Data Protection Working Party ARTICLE 29 Data Protection Working Party ANEXO 1 000345/07/PT WP132 Nota informativa sucinta sobre as viagens entre a União Europeia e os Estados Unidos da América Nos termos da legislação norte-americana

Leia mais

1718 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 97 26 de Abril de 2000 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Artigo 4. o. Decreto-Lei n.

1718 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 97 26 de Abril de 2000 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA. Artigo 4. o. Decreto-Lei n. 1718 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 97 26 de Abril de 2000 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Decreto-Lei n. o 65/2000 de 26 de Abril O Decreto-Lei n. o 244/98, de 8 de Agosto, veio definir novo regime

Leia mais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais

5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais 5º - Regra sobre a gestão de deslocações, Nacionais e Internacionais Como se pode constatar na regra 3, a filosofia de imputação de despesas com deslocações e subsistência, está directamente relacionada

Leia mais

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL

SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL Manual de Utilização Direcção dos Serviços de Economia do Governo da RAEM Novembro de 2014 SERVIÇ OS DO PEDIDO ONLINE DA PROPRIEDADE INTELECTUAL Manual

Leia mais

Mora neste endereço? Sim Não. Nome Data de nascimento Relação

Mora neste endereço? Sim Não. Nome Data de nascimento Relação PEDIDO DE RENOVAÇÃO DE LICENÇA PARA CUIDADOS INFANTIS FAMILIARES Escreva à máquina ou use caracteres de imprensa para todas as respostas (*Informações de preenchimento obrigatório) Informações sobre si

Leia mais

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006

2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006 2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei Orgânica n. o 2/2006 de 17 de Abril Quarta alteração à Lei n. o 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade)

Leia mais

Visto de Permanência Temporária

Visto de Permanência Temporária Visto de Permanência Temporária Documentos necessários: Requerimento fundamentado, dirigido à Missão Consular de Angola, a solicitar o Visto de Permanência Temporária, com assinatura reconhecida no Notário

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho

Leia mais

Índice Geral. 1. Condições de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional

Índice Geral. 1. Condições de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional INTRODUCTION 5 Índice Geral Índice Alfabético 11 Índice Cronológico 15 Índice Sistemático 19 Nota Prévia 65 Parte I Estrangeiros em geral 1. Condições de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros

Leia mais

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial

Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia

Leia mais

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993

DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 DIRECTIVA 93/109/CE, 6 DEZEMBRO 1993 SISTEMA DE EXERCÍCIO DO DIREITO DE VOTO E DE ELEGIBILIDADE NAS ELEIÇÕES PARA O PARLAMENTO EUROPEU DOS CIDADÃOS DA UNIÃO EUROPEIA RESIDENTES NUM ESTADO-MEMBRO DE QUE

Leia mais

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 284/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória)

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 284/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) 30.10.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 284/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) n. o 987/2009 DO PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

VISTO DE TURISMO. Autorização de Viagem por parte dos tutores, com assinaturas reconhecidas; G O

VISTO DE TURISMO. Autorização de Viagem por parte dos tutores, com assinaturas reconhecidas; G O VISTO DE TURISMO Documentos necessários: ESTRNG e O Ã E Ç Formulário e ficha devidamente preenchidos, com letra de imprensa ou dactilografados com tinta preta e assina- R G I dos pelo requerente, sem rasuras

Leia mais

A NACIONALIDADE LUXEMBURGUESA

A NACIONALIDADE LUXEMBURGUESA A NACIONALIDADE LUXEMBURGUESA Lei de 23 de Outubro de 2008 NATURALIZAÇÃO RECUPERAÇÃO DA NACIONALIDADE LUXEMBURGUESA RENÚNCIA À NACIONALIDADE LUXEMBURGUESA ENDEREÇOS ÚTEIS NATURALIZAÇÃO (artigos 6, 7 e

Leia mais

Considerando a política de intensificação das relações de Portugal com a República de El Salvador;

Considerando a política de intensificação das relações de Portugal com a República de El Salvador; Decreto n.º 1/2003 Acordo entre a República Portuguesa e a República de El Salvador sobre Supressão de Vistos em Passaportes Diplomáticos, Oficiais e Especiais, assinado em Madrid em 17 de Maio de 2002

Leia mais

Anúncio de concurso. Serviços

Anúncio de concurso. Serviços 1/9 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:213932-2013:text:pt:html B-Bruxelas: Serviços de especialização de médico-assistente e de dentista-assistente junto dos

Leia mais

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html

O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html 1/6 O presente anúncio no sítio web do TED: http://ted.europa.eu/udl?uri=ted:notice:126814-2015:text:pt:html Alemanha-Karlsruhe: Serviços de gestão de projetos e planeamento para projetos de construção

Leia mais

VISTO DE PERMANÊNCIA TEMPORÁRIA

VISTO DE PERMANÊNCIA TEMPORÁRIA VISTO DE PERMANÊNCIA TEMPORÁRIA Documentos necessários: ESTRANG e O Ã E AÇ Requerimento fundamentado, dirigido à Missão Consular de Angola, a solicitar o Visto de Permanência Temporária, R G I com assinatura

Leia mais

Imigração em Portugal Enquadramento Legal Folheto Informativo

Imigração em Portugal Enquadramento Legal Folheto Informativo Imigração em Portugal Enquadramento Legal Folheto Informativo Lei de Imigração Viver em Portugal Quais os requisitos de entrada em Portugal? Para entrar em Portugal os estrangeiros devem: 1. Ser portadores

Leia mais

RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO. EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015

RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO. EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015 RPM INTERNATIONAL INC. E SUAS SUBSIDIÁRIAS E EMPRESAS OPERADORAS AVISO DE PRIVACIDADE EM PORTO SEGURO EM VIGOR A PARTIR DE: 12 de Agosto de 2015 Este Aviso estabelece os princípios seguidos pela RPM International

Leia mais

1. Concessão de Licença; Disposições Relacionadas.

1. Concessão de Licença; Disposições Relacionadas. IMPORTANTE: LEIA ESTE CONTRATO CUIDADOSAMENTE. ESTE É UM CONTRATO LEGAL ENTRE AVG TECHNOLOGIES CY, Ltd. ( AVG TECHNOLOGIES ) E O UTILIZADOR (ACTUANDO COMO UM INDIVÍDUO OU, SE APLICÁVEL, EM NOME DO INDIVÍDUO

Leia mais

Secretariado de exames. Normas para os Professores Vigilantes

Secretariado de exames. Normas para os Professores Vigilantes Secretariado de exames Normas para os Professores Vigilantes Nota: Nos termos do ponto 5.1 da norma 02/JNE/2013, o serviço de exames, nomeadamente, o exercício de funções no secretariado de exames, vigilância,

Leia mais

Regulamento de Transportes Escolares. Preâmbulo

Regulamento de Transportes Escolares. Preâmbulo Regulamento de Transportes Escolares Preâmbulo O presente regulamento tem por objectivo definir e clarificar procedimentos no âmbito dos Transportes Escolares, nomeadamente, no que concerne aos apoios

Leia mais

1 - Aprovar, para ratificação, a Convenção sobre Assistência em Caso de Acidente Nuclear ou de Emergência Radiológica, adoptada pela

1 - Aprovar, para ratificação, a Convenção sobre Assistência em Caso de Acidente Nuclear ou de Emergência Radiológica, adoptada pela Resolução da Assembleia da República n.º 72/2003 Convenção sobre Assistência em Caso de Acidente Nuclear ou Emergência Radiológica, adoptada pela Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atómica,

Leia mais

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida

Ministério Público. Guia de Consulta Rápida Ministério Público Ministério Público Guia de Consulta Rápida Versão 3 (Outubro de 2009) - 1 - ÍNDICE 1. ACEDER AO CITIUS MINISTÉRIO PÚBLICO... 4 2. BARRA DE TAREFAS:... 4 3. CONFIGURAR O PERFIL DO UTILIZADOR...

Leia mais

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto)

Capítulo I Disposições gerais. Artigo 1.º (Objecto) AVISO N.º [XX/2015] CENTRAIS PRIVADAS DE INFORMAÇÃO DE CRÉDITO Em linha com a tendência internacional, a legislação financeira nacional consagrou recentemente o figurino das centrais privadas de informação

Leia mais

Notas explicativas Regras de facturação do IVA

Notas explicativas Regras de facturação do IVA Notas explicativas Regras de facturação do IVA (Directiva 2010/45/UE do Conselho) Porquê notas explicativas? O objectivo das notas explicativas é permitir uma melhor compreensão da legislação adoptada

Leia mais

L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005. (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia)

L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005. (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia) L 68/44 Jornal Oficial da União Europeia 15.3.2005 (Actos adoptados em aplicação do título VI do Tratado da União Europeia) DECISÃO 2005/211/JAI DO CONSELHO de 24 de Fevereiro de 2005 relativa à introdução

Leia mais

CONSULADO DE PORTUGAL CURITIBA

CONSULADO DE PORTUGAL CURITIBA VISTO PARA TRABALHAR EM PORTUGAL Actividade profissional subordinado ( Artº 30) OU Actividade profissional independente ( Artº 31) Os pedidos de visto devem ser apresentados pelo requerente com uma antecedência

Leia mais

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro

Lei nº 37/81, de 3 de Outubro Lei nº 37/81, de 3 de Outubro TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.o Nacionalidade originária 1 São portugueses de origem: a) Os filhos

Leia mais

CONSELHO. (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade)

CONSELHO. (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) L 261/28 6.8.2004 II (Actos cuja publicação não é uma condição da sua aplicabilidade) CONSELHO DECISÃO DO CONSELHO de 29 de Abril de 2004 relativa à organização de voos comuns para o afastamento do território

Leia mais

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial

14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial 14. Convenção Relativa à Citação e à Notificação no Estrangeiro dos Actos Judiciais e Extrajudiciais em Matéria Civil e Comercial Os Estados signatários da presente Convenção, desejando criar os meios

Leia mais

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C

Legislação Farmacêutica Compilada. Portaria n.º 377/2005, de 4 de Abril. B, de 20 de Maio de 2005. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 59-C 1 Estabelece que o custo dos actos relativos aos pedidos previstos no Decreto- Lei n.º 72/91, de 8 de Fevereiro, bem como dos exames laboratoriais e dos demais actos e serviços prestados pelo INFARMED,

Leia mais

Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas:

Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas: (Não dispensa a consulta do Diário da República) Notas: I - A presente portaria encontra-se atualizada de acordo com os seguintes diplomas: - Portaria nº 562/2007, de 30 de abril; - Portaria nº 1256/2009,

Leia mais

UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de. cidadania europeia

UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de. cidadania europeia UM NOVO DIREITO PARA OS CIDADÃOS EUROPEUS PARTICIPE NA DEFINIÇÃO DA AGENDA! Guia da iniciativa de cidadania europeia Comissão Europeia Secretariado-Geral 1049 Bruxelles BÉLGICA Texto original concluído

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.978 DE 4 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 18 de Dezembro de 2003 (19.12) (OR. en) 16277/03 Dossier interinstitucional: 2003/0299 (CNS)

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 18 de Dezembro de 2003 (19.12) (OR. en) 16277/03 Dossier interinstitucional: 2003/0299 (CNS) CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 18 de Dezembro de 2003 (19.12) (OR. en) 16277/03 Dossier interinstitucional: 2003/0299 (CNS) ASIE 38 JAI 379 TOUR 20 PROPOSTA Origem: Comissão Europeia Data: 15 de

Leia mais

Consulado Geral de Angola em Caracas/Venezuela

Consulado Geral de Angola em Caracas/Venezuela REPÚBLICA DE ANGOLA Consulado Geral de Angola em Caracas/Venezuela PEDIDO DE VISTO DE ENTRADA Tratamento Médico Trabalho Ordinário Fixação de Residência Trânsito Privilegiado Permanência Temporária Turismo

Leia mais

Programa Erasmus Regras de mobilidade para alunos da ECT

Programa Erasmus Regras de mobilidade para alunos da ECT Programa Erasmus Regras de mobilidade para alunos da ECT Introdução O Programa Erasmus é uma iniciativa da União Europeia que fornece meios para a realização de períodos de mobilidade académica em instituições

Leia mais

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES

FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES FONTES DE INFORMAÇÃO EUROPEIA O PORTAL EUROPA, AS BASES DE DADOS E OS PORTAIS MAIS RELEVANTES Documentação e Informação Europeias na Internet Servidor EUROPA Apresentação da estrutura Pesquisa Eurobookshop

Leia mais

GOLDEN VISA. Autorização de Residência INFORMAÇÃO LEGAL I. AUTORIZAÇÃ O DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIDORES ESTRANGEIROS

GOLDEN VISA. Autorização de Residência INFORMAÇÃO LEGAL I. AUTORIZAÇÃ O DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIDORES ESTRANGEIROS INFORMAÇÃO LEGAL GOLDEN VISA I. AUTORIZAÇÃ O DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIDORES ESTRANGEIROS As disposições legais em vigor admitem a possibilidade de cidadãos estrangeiros não residentes na União Europeia

Leia mais

Notas sobre o formulário de pedido de registo de marca comunitária

Notas sobre o formulário de pedido de registo de marca comunitária INSTITUTO DE HARMONIZAÇÃO NO MERCADO INTERNO (IHMI) Marcas, desenhos e modelos Notas sobre o formulário de pedido de registo de marca comunitária Observações gerais 1.1 Utilização do formulário Este formulário

Leia mais

ANEXO. Recomendação da Comissão

ANEXO. Recomendação da Comissão COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 15.6.2015 C(2015) 3894 final ANNEX 1 ANEXO da Recomendação da Comissão que altera a Recomendação relativa ao estabelecimento de um «Manual prático para os guardas de fronteira

Leia mais

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária)

Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) Curriculum DeGóis Guia de preenchimento do Curriculum Vitae (Informação mínima necessária) /curriculum Julho de 2008 Versão 1.1 1 Introdução O objectivo deste guia é auxiliar o utilizador da Plataforma

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA COMISSÃO DE ASSUNTOS EUROPEUS PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 557/X/4.ª Iniciativa Europeia Proposta de Decisão - Quadro COM (2007) 654 final SEC (2007) 1422 e 1453, relativa à utilização dos dados do Registo de Identificação de Passageiros

Leia mais

PROJETO DE PARECER. PT Unida na diversidade PT. Parlamento Europeu 2014/0094(COD) 24.6.2015. da Comissão dos Transportes e do Turismo

PROJETO DE PARECER. PT Unida na diversidade PT. Parlamento Europeu 2014/0094(COD) 24.6.2015. da Comissão dos Transportes e do Turismo Parlamento Europeu 2014-2019 Comissão dos Transportes e do Turismo 2014/0094(COD) 24.6.2015 PROJETO DE PARECER da Comissão dos Transportes e do Turismo dirigido à Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

VISTO ORDINÁRIO (Pessoas Singulares ou Colectivas)

VISTO ORDINÁRIO (Pessoas Singulares ou Colectivas) VISTO ORDINÁRIO (Pessoas Singulares ou Colectivas) Documentos necessários: R G I ESTRNG e O Ã E Ç IRO Passaporte com validade superior a 9 meses e 2 folhas seguidas livres para a aposição do visto; S Duas

Leia mais

Protocolo Bilateral entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República de Angola sobre Facilitação de Vistos. Artigo 1.

Protocolo Bilateral entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República de Angola sobre Facilitação de Vistos. Artigo 1. Protocolo Bilateral entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República de Angola sobre Facilitação de Vistos Artigo 1.º (Objecto) O presente Protocolo tem por objecto a criação de um mecanismo

Leia mais

Divisão de Atos Internacionais

Divisão de Atos Internacionais Page 1 of 9 Divisão de Atos Internacionais DECRETO Nº 38.018, DE 7 DE OUTUBRO DE 1955. Promulga o Acôrdo relativo à concessão de um título de viagem para refugiados que estejam sob a jurisdição do Comité

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM CAPÍTULO 1 AMBITO Artigo 1º. Estabelecimentos de Hospedagem São considerados estabelecimentos de hospedagem, aqueles que não

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA BULGÁRIA SOBRE CONTRATAÇÃO RECÍPROCA DOS RESPECTIVOS NACIONAIS. Decreto n.º 23/2003 Aprova o Acordo entre a República Portuguesa e a República da Bulgária sobre Contratação Recíproca dos Respectivos Nacionais, assinado em Sófia em 26 de Setembro de 2002 Considerando

Leia mais

TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO

TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO TABELA DE TAXAS E DEMAIS ENCARGOS A COBRAR PELOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PREVISTOS NA LEI Nº23/2007, DE 04 DE JULHO Com as alterações introduzidas pela Lei 29/2012, de 9 de agosto PORTARIA Nº 1334

Leia mais

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares

Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E DA INDÚSTRIA Bruxelas, 1.2.2010 - Documento de orientação 1 Aplicação do Regulamento «Reconhecimento Mútuo» a suplementos alimentares 1. INTRODUÇÃO O presente

Leia mais

Regulamento das Consultas Externas. Índice

Regulamento das Consultas Externas. Índice Índice CAPÍTULO I...4 DISPOSIÇÕES GERAIS...4 ARTIGO 1º...4 (Noção de Consulta Externa)...4 ARTIGO 2º...4 (Tipos de Consultas Externas)...4 ARTIGO 3º...4 (Objectivos do Serviço de Consulta Externa)...4

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Cartão Europeu de Seguro de Doença Nº: 20/DSPCS DATA: 18/05/04 Para: Todos os serviços dependentes do Ministério da Saúde Contacto

Leia mais