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2 DIÁRIO DO GRANDE ABC Região vende R$ 900 mi em imóveis no semestre 05/08/ :30 Demanda aquecida e grande oferta de crédito são dois dos pilares que sustentaram a boa fase do mercado de imóveis verticais novos, durante o primeiro semestre, na região. As empresas do setor atingiram unidades vendidas em Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Mauá, contra no mesmo período do ano anterior. Com isso, conseguiram crescimento de 6,15% em relação aos primeiros seis meses de O número de vendas foi o suficiente para colocar cerca de R$ 900 milhões nos cofres do segmento. O resultado, porém, está longe dos registros de 2007 e 2008, anos em que foram comercializados nos semestres, consecutivamente, e imóveis. Na época, o cenário era conhecido como o boom imobiliário. Os dados foram divulgados ontem pela Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC. A pesquisa representa, aproximadamente, 85% do mercado da região e não considera as informações de Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. O presidente da Acigabc, Milton Bigucci, disse estar surpreso com os resultados, mesmo que eles tenham sido inferiores aos de 2007 e "Naquela época tínhamos cenário novo iniciando", argumentou, sobre o boom imobiliário. Ele se referiu ao fenômeno de abertura de capital de várias construtoras e incorporadoras que ocorreu na época. E com ações na Bolsa de Valores, essas companhias tinham que apresentar resultados aos seus acionistas. Um dos caminhos foi a enxurrada de lançamentos. "E é claro, as vendas acompanharam o crescimento do volume de imóveis no mercado", afirmou. Outro motivo citado foi o aumento de crédito imobiliário. "Antes de 2007, poucas pessoas conseguiam financiamento nos bancos. Hoje está muito fácil", disse. São Bernardo teve o maior número de vendas de imóveis novos verticais do grupo das cinco cidades. Foram unidades. Em seguida figuram Santo André (700), Mauá (459), São Caetano (417) e Diadema (147). LANÇAMENTOS - O setor está confiante com os resultados, tanto que lançou unidades, 9,4% a mais do que no primeiro semestre de 2010 e recorde na série histórica de cinco anos. É a primeira vez que Mauá aparece na pesquisa semestral, mas mesmo descontando os 224 imóveis lançados no município, o registro ainda é o maior captado pela pesquisa. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 2

3 EXAME O que pode frear a alta do preço dos imóveis Para coordenador do índice FipeZAP, recursos da poupança serão insuficientes para sustentar a expansão do crédito imobiliário no atual ritmo o que vai segurar os preços 05/08/ :30 São Paulo A economia brasileira passou por um processo de desaceleração nos últimos meses, a Europa e os Estados parecem caminhar para um período longo de baixo crescimento e as bolsas mundiais não acham o fundo do poço. Só o preço dos imóveis que não para de subir no Brasil. Divulgado na última quarta-feira, o índice FipeZAP, principal indicador brasileiro dos preços dos imóveis residenciais no Brasil, apontou uma valorização de 17% apenas nos sete primeiros meses deste ano. Ainda que o ritmo de alta esteja em desaceleração (+2,7% em abril, +2,6% em maio, +2,3% em junho e +2,1% em julho), os preços continuam a avançar a um passo bem mais acelerado que o do principal indicador de inflação no país, o IPCA. Para entender por que o preço dos imóveis persiste em subir tão rapidamente e o que poderia frear esse movimento no futuro, EXAME.com conversou com Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fipe e coordenador do índice FipeZAP. Leia a seguir um resumo de sua visão para o mercado imobiliário brasileiro: O preço dos imóveis tem registrado forte valorização desde meados da década passada. A alta acima da inflação foi de cerca de 70%. Mas uma boa parte dessa valorização aconteceu devido ao fato de que os preços praticados anteriormente eram muito baixos. Houve uma forte correção, mas a partir de uma base de comparação excessivamente baixa. A explicação para esse movimento é econômica e, basicamente, inclui quatro grandes fontes de pressão sobre a demanda. O primeiro foi o controle da inflação, sem o qual não haveria incentivo ao planejamento financeiro e a poupança necessária para a compra de um imóvel. Não acredito que o atual governo esteja disposto a colocar em risco o controle dos preços. Outro fator que alimentou e continuará a alimentar a demanda por imóveis é demográfico. A cada ano, surgem brasileiros interessados em comprar mais 1,5 milhão de novas residências. Parte disso vem do crescimento populacional, mas não é só isso. Mais pessoas estão saindo da casa dos pais para viver sozinhas ou em famílias pequenas. Uma pesquisa do IBGE mostra que o número de pessoas em cada residência caiu de 3,7 para 3,2 na A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 3

4 última década. Sem falar no déficit habitacional que ainda existe no Brasil e que vai gerar demanda por vários anos. O terceiro fator, que assim como os demais deve continuar a existir, é o crescimento dos salários e do emprego. Muitas categorias tiveram e continuar a conseguir aumentos reais de renda. Aliado a subsídios governamentais para a compra de imóveis pela população de renda mais baixa, isso faz com que mais gente tenha condições de realizar o sonho da casa própria. Em minha opinião, o único impulso à valorização dos imóveis que deverá perder força é o crédito. Tenho muitas dúvidas se a expansão dos financiamentos imobiliários vai se manter no ritmo atual. A explicação é financeira: os bancos não terão dinheiro para conceder crédito com as taxas de juros atuais. O crédito habitacional é o mais barato entre todas as modalidades concedidas para as pessoas físicas porque há uma espécie de subsídio implícito criado pelo governo. Os recursos da caderneta de poupança são a principal fonte de financiamento para que os bancos possam oferecer empréstimos para que a população compre casas. Os bancos captam dinheiro via caderneta e pagam aos poupadores uma remuneração anual de 6% a 7%. Em seguida, emprestam esse dinheiro a taxas que geralmente vão de 11% a 12% ao ano para quem deseja comprar uma casa. Esse tipo de operação é suficiente para cobrir eventuais perdas com inadimplência e ainda garante um pequeno lucro aos bancos. O problema é que os recursos da caderneta de poupança devem se esgotar em meados de Hoje o estoque da poupança soma quase 310 bilhões de reais. Desse total, 65%, ou cerca de 200 bilhões de reais, devem ser obrigatoriamente direcionados para o crédito imobiliário do contrário, se transformam em depósitos compulsórios recolhidos junto ao Banco Central. Os números divulgados pela Abecip nesta quarta-feira (03/08) mostram que o estoque de crédito imobiliário já soma cerca de 160 bilhões de reais. Apenas no primeiro semestre, foram concedidos mais 37 bilhões em crédito imobiliário. A previsão para os 12 meses de 2011 é de que 85 bilhões sejam liberados. Olhando para esses números e mesmo considerando o rendimento da poupança, eventuais novas captações e amortizações de empréstimos para a compra de casas, acredito que em algum momento de 2012 vai acabar o dinheiro da caderneta que poderá ser usado no financiamento da expansão do crédito imobiliário. E isso muda tudo. Os bancos terão de buscar no mercado outras formas de financiamento para conceder esses empréstimos. Existem várias opções, mas nenhuma delas inclui o subsídio implícito da caderneta de poupança. Quando a fonte de recursos se tornar mais cara, acho que o custo será repassado ao consumidor e o crédito imobiliário também vai se tornar mais A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 4

5 caro. Os juros mais altos devem fazer com que a compra de imóveis deixe de caber no bolso de algumas pessoas. Nessas condições, menos gente conseguirá fechar negócios. Não estou dizendo que o preço dos imóveis vai parar de subir a partir desse momento, mas acho que vamos observar variações de preço menos intensas. Um dos principais estudiosos de preços de imóveis e outros ativos é o economista americano Robert Schiller. Ele inclusive é um dos responsáveis pelo índice Case-Shiller, um dos principais termômetros do mercado imobiliário americano, e também é bastante famoso por ter previsto, desde 2005, o estouro da bolha hipotecária. Em um de seus estudos bastante conhecidos, Shiller avaliou os preços dos imóveis nos Estados Unidos desde 1890 e demonstrou que as variações são muito grandes, mas que, na média, crescem a um ritmo parecido com a inflação americana. Aos grandes ciclos de alta seguem-se, portanto, ciclos de baixa que anulam parte da valorização anterior, e assim por diante. O índice FipeZAP, na verdade, já demonstra certa desaceleração no ritmo de aumento dos preços dos imóveis, mas os preços ainda sobem bem acima da inflação. Não sei se essa será a tendência para os próximos meses. O que estou querendo dizer é que, a partir do momento em que o crédito ficar mais caro, haverá uma motivação econômica para que os preços dos imóveis avancem a um passo mais lento. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 5

6 EXAME Valor do aluguel chegou ao limite, diz especialista Capacidade de pagamento das famílias não acompanha alta do mercado e negociações caem pelo 4º mês 05/08/ :57 Alugar um imóvel residencial na cidade de São Paulo ficou, em média, 4,97% mais caro em junho, comparando com os valores cobrados no mês anterior. O aumento dos preços é a provável causa da redução de 8,97% no número de casas e apartamentos alugados - o quarto mês seguido de baixa na locação residencial na capital. "Essa situação pode estar indicando que se chegou ao fundo do poço na relação entre capacidade de pagamento das famílias e os valores pedidos pelos proprietários", avalia José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Para ele, a mensagem por trás desse comportamento do mercado é a de que o aluguel está caro. Em junho, apartamentos de 3 dormitórios situados em bairros como Cambuci, Saúde e Tucuruvi, na Zona de valor C, foram alugados em média por R$ 2.569,00, o equivalente a 4,7 salários mínimos. "E ainda há o custo do condomínio, o que eleva essa conta para mais de cinco salários mínimos, que fica salgada para muitas famílias", observa Viana Neto. Somente em bairros muito afastados do centro, como Capão Redondo e Campo Limpo, na Zona E, é possível encontrar imóvel cujo aluguel pode ser pago com um salário mínimo - apartamentos de 1 dormitório que eram alugados em junho por R$ 450,00 em média. Sem perspectiva de redução "Mesmo que a capacidade de pagamento das famílias tenha batido no teto, nada indica que os aluguéis começarão a baixar nos próximos meses", avalia o presidente do Creci-SP. "Eventualmente, como é típico no mercado, pode haver meses em que eles baixem, mas a tendência é que eles continuem caros ou subam até mais por causa do desequilíbrio entre oferta e demanda expresso no déficit de mais de um milhão de moradias no Estado". Em junho, o aluguel que mais baixou foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros da Zona E (Campo Limpo, Capão Redondo, Itaim Paulista, Itaquera etc.) - o aluguel médio caiu de R$ 1.325,00 em maio para R$ 865,00 em junho, uma redução de 34,72%. Por outro lado, o aluguel que mais subiu - 57,82% - foi o de casas de 2 dormitórios situadas em bairros da Zona A, que reúne bairros mais A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 6

7 valorizados, como Campo Belo, Cidade Jardim e Higienópolis - o aluguel médio passou de R$1.172,22 em maio para R$1.850,00 em junho. O perfil de imóvel que as pessoas procuram para alugar, no entanto, tem valor de locação mensal até R$1.000,00. Essa faixa correspondeu a 55,62% do total de novos contratos. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 7

8 VEJA Construtores projetam recorde de lançamentos de imóveis no Rio em 2011 Ademi prevê criação de 25 mil unidades novas no município do Rio. No Leblon, bairro mais valorizado, metro quadrado chegou a reais no 1º semestre. 05/08/ :13 A Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ) apresenta, nesta sexta-feira, uma pesquisa inédita sobre o mercado da construção civil no país com foco no Rio de Janeiro. Os dados foram obtidos a partir do cruzamento de informações do IBGE, da Fundação Getúlio Vargas, da prefeitura do Rio e de bancos de financiamento do setor. A partir de alguns índices conhecidos do setor como o aumento de 11,6% no PIB da Construção em 2010, acima dos 7,5% do PIB nacional geral e dados das empresas, o presidente da entidade, José Conde Caldas, estima um recorde para o setor em 2011, com estimativa lançamento de 25 mil unidades. Em 2009, foram lançadas 19 mil imóveis na capital. Os dados, divulgados em um encontro que homenageará o prefeito do Rio, Eduardo Paes, incluem também um retrato da expansão do crédito imobiliário: o volume de financiamentos, que era de 49,6 bilhões de reais em 2009, atingiu 83,1 bilhões no ano passado. A projeção da entidade para 2011 é de que o total de financiamentos chegue a 115 bilhões. O Rio de Janeiro, impulsionado pelos investimentos em reurbanização, trazidos principalmente pelos projetos que visam a atender as demandas geradas pela Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, fechou o ano de 2010 com crescimento de 30% de imóveis novos. O Valor Geral de Vendas (VGV) das unidades lançadas na capital do Rio em 2009 passou de 3,6 bilhões de reais, em 2009, para 4,5 bilhões de reais em 2010 uma elevação de 25%. Quando analisada toda a região metropolitana, em 2009 o total de vendas chegou a 6,6 bilhões de reais em A Ademi mapeou também o desempenho da construção civil e o mercado em cada bairro da cidade. O valor médio do metro quadrado no Leblon, bairro mais valorizado do Rio, passou de 8 mil reais, em 2009, para reais no primeiro semestre de Na Barra da Tijuca, zona oeste, onde há mais espaço para construções novas e, portanto, maior número de lançamentos, o metro quadrado no mesmo período saltou de reais para reais. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 8

9 DCI/ SP Setor imobiliário está em expansão na cidade 05/08/2011 DCI / SP, Milton Paes O Grupo Home Hunters, com sede em Campinas, acaba de firmar sociedade com a Brasil Brokers, o maior grupo de consultoria e intermediação imobiliária da América Latina, presente em 16 estados do Brasil. Com a parceria, a Brasil Brokers tem 55% do capital acionário da linha imobiliária do Grupo Home Hunters, que são: a Home Hunters, a Farm Hunters, a Home Class e a Home Hunters Lançamentos Imobiliários, de imóveis na planta. O Grupo Home Hunters atua há 16 anos no mercado imobiliário e atualmente trabalha com a maior carteira de administração da região metropolitana de Campinas: mais de dois mil imóveis. O diretor do Grupo Home Hunters, Mauro Vanti Macedo, disse que a sociedade será de fundamental importância para a expansão das empresas negociadas. "Uma coisa interessante que eu fiz - e não foi fácil, porque geralmente esses grupos grandes querem ter o controle quase total da empresa - foi manter um percentual alto sozinho. Acima de 60% você tem patrão, e de 51% a 60% a questão muda de figura. O investimento e os custos eles dominam, mas não podem fazer fusões e aquisições sem a minha assinatura. A gestão aqui é 100% minha. Disso eu não abri mão, e eles concordaram", disse. Segundo Mauro Macedo, a Brasil Brokers tinha um grande interesse na marca registrada, conhecida em todo o Brasil, e no perfil de Macedo como executivo para tocar o negócio na região de Campinas. "Nosso objetivo é lançar 15 unidades da Home Hunters na região metropolitana em três anos. A parceria com a Brasil Brokers ampliará a nossa visibilidade", diz. O valor do investimento a ser feito ao longo de cinco anos é estimado em R$ 8,8 milhões, sendo R$ 3,1 milhões em valor inicial e o restante em três parcelas anuais atreladas a futuros resultados. A parceria da Brasil Brokers com empresas do Grupo Home Hunters marca o investimento na área de locação. "A Home Hunters tem a maior carteira de clientes de locação e administração de Campinas", afirma Macedo. Mauro Macedo destacou que o interesse da Brasil Brokers na Home Hunters foi em áreas que para eles têm sinergia dentro do setor imobiliário. A Farm Hunters é uma intermediação imobiliária de propriedade rural e a Brasil Brokers tem fazendas em todo o País, com 23 parceiros dos quais o capital de 22 é 100% da Brasil Brokers. Com a aquisição da Farm Hunters a idéia é centralizar todas essas empresas da área rural. A Farm Hunters foi criada com o objetivo de modificar a forma de se comercializarem propriedades A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 9

10 rurais no Brasil. A empresa oferece ao empresário do campo ou ao profissional de outro ramo de atividade a compra orientada de um imóvel rural, etapa fundamental para o sucesso do negócio. Atendimento especializado A Home Class conta com um grupo especializado no atendimento a um público de alto padrão que não quer se expor na intermediação de compra e venda de imóveis de valor acima de R$ 1,5 milhão na qual todo o serviço prestado é mantido sob sigilo com total discrição, de forma que essas pessoas através desse serviço diferenciado e exclusivo só participem no momento do registro do imóvel em cartório para assinatura. Na prestação desse serviço a Home Class assina uma termo de confidencialidade. Na avaliação de Mauro Macedo a parceria com a Brasil Brokers, que está presente em 16 estados do País, também ampliará a o relacionamento com parceiros. "Poderemos trabalhar em con junto com as mais de 23 empresas imobiliárias pertencentes a Brasil Brokers", afirma. "O principal benefício será participar, em conjunto com outros parceiros, dos lançamentos - pois poderemos atuar em outras áreas do Brasil", acrescenta. A expansão do Grupo para cidades da região metropolitana de Campinas, segundo o diretor, também foi um ponto forte na parceria. "O Grupo Home Hunters tem uma marca consolidada na região. Com a expansão da nossa marca em outras cidades, também levaremos o nome da Brasil Brokers", acrescenta. Outras empresas da Home Hunters Estão fora da negociação com a Brasil Brokers. As demais empresas do grupo Home Hunters são: a BR Destination Services, a holding Jack Mac Participações Ltda, responsável por administrar o patrimônio pessoal do diretor do Grupo Home Hunters, Mauro Macedo, e a Lar Cred, uma empresa especializada em análise de crédito criada há menos de um ano e normalmente contratada para atender os bancos nesse serviço. Através do site o cliente pode fazer uma simulação de crédito disponibilizando idade, o valor que se quer financiar para um imóvel e o tempo de financiamento, e em segundos o site apresenta a melhor prestação nos principais bancos, fornecendo o valor exato da primeira e da última prestação. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 10

11 IMÓVELCLASS Fusões e aquisições no setor imobiliário aumentaram mais de 30%, segundo KPMG As transações no setor de Imobiliário no Brasil tiveram um aumento de 30,77% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a pesquisa Fusões e Aquisições da KPMG. De janeiro a junho de 2011, foram realizados 17 negócios na área, enquanto que, nos primeiros seis meses de 2010 foram feitos 13, variação de 30,8% no período. Em relação às operações em todos os setores pesquisados, entre janeiro e junho foi atingido o patamar recorde para um primeiro semestre de 379 transações no país, 8% a mais do que no mesmo período de 2010, quando aconteceram 351 operações. Segundo Luis Motta, sócio da área de F&A da KPMG no Brasil, as companhias estrangeiras voltaram de forma definitiva ao cenário de Fusões e Aquisições (F&A), embora a maior parte das operações tenha sido realizada entre empresas nacionais (11 ao todo). Elas estão apostando na aquisição de companhias brasileiras. Mesmo assim, as brasileiras estão ativas no mercado e promovendo negócios. No geral, a perspectiva para o ano, se mantido o ritmo deste primeiro semestre, é de um novo recorde de operações, acima das 726 transações de 2010, quando foi estabelecida a marca, afirma. Outro dado que reforça o cenário positivo do mercado foi divulgado hoje pela Abecip, associação que representa o setor no país. Segundo ela, os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para financiamento imobiliário atingiram um recorde de R$ 37 bilhões de janeiro a junho, alta de 55% sobre o mesmo período de A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 11

12 JORNAL DIÁRIO DE NATAL/ RN FEIRÃO IMOBILIÁRIO // UM LUGAR PARA CHAMAR DE SEU :41 Cerca de 70% dos 30 mil imóveis oferecidos no Feirão Imobiliário das Construtoras, que acontece até domingo no Centro de Convenções de Natal, enquadram-se no perfil do programa "Minha Casa, Minha Vida". Não por acaso, este tem sido o tipo de imóvel mais procurado por quem visita o evento, seja para realizar o sonho da casa própria ou mesmo para investir. Os empreendimentos disponíveis abrangem toda a Grande Natal e é possível encontrar projetos que se enquadram no programa Minha Casa Minha Vida, além de imóveis comerciais, condomínios fechados e de alto padrão. Os contadores Francisco Melo e Juliana Fernandes vão casar e estão procurando o primeiro apartamento. Eles querem pagar uma entrada e financiar o restante do valor do imóvel, aproveitando os benefícios do Minha Casa, Minha Vida, como o subsídio oferecido, que pode chegar a R$ 17 mil. "É uma ótima forma de começar nossa vida juntos. Investindo o que podemos e ainda garantindo um bem que vale para a vida toda". Para concretizar o casamento, adquirir acasa própria também é prioridade nos planos da estudante Agnes Lira e do oficial de máquinas Messias Natalino. Eles pretendem casar e procuram por um terreno em condomínio fechado para construir. "Queremos esse perfil de imóvel para que possamos passar mais tempo nele. Um apartamento poderia ser temporário e a nossa ideia é aproveitar muitos anos juntos na nossa casa. Mas ainda estamos pesquisando", contou Messias. Ao todo, cerca de 150 empresas integram o Feirão Imobiliário das Construtoras. A expectativa é de que 20 mil pessoas visitem o evento. A proposta é oferecer oportunidades para todos os públicos, desde investidores até os que desejam adquirir o primeiro imóvel próprio. Será possível adquirir casas e apartamentos que variam de R$ 62,9 mil até R$ 3 milhões. A expectativa é de que o Feirão movimente R$ 300 milhões em negócios. Ambientação exclusiva, ideias que reforçam o conceito de sustentabilidade, maquetes gigantes, eventos direcionados. Tudo é possível na hora de atrair os compradores e chamar a atenção para os produtos. "Cada atrativo mostra como as empresas estão preparadas para atrair público e destacar os diferenciais de cada produto. Quem ganha é o cliente, que tem ainda a oportunidade de comparar e comprar o imóvel que se encaixa no seu perfil", avaliou o coordenador do Feirão, Ocimar Damásio. Além do financiamento que pode ser negociado diretamente com as construtoras, um dos atrativos é a facilidade oferecida pela Caixa Econômica, que está presente no evento com estande. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 12

13 ibahia Dilma vai entregar moradias do Minha Casa, Minha Vida em Juazeiro As habitações vão beneficiar mais de 7 mil pessoas de famílias com renda de até 1,6 mil reais :30 A presidente Dilma Rousseff virá a Bahia nesta sexta-feira (05) para entregar moradias do programa Minha Casa, Minha Vida. O evento está marcado para às 15h e vai contar com a presença do governador Jaques Wagner e o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda.A previsão é que estas novas habitações beneficiem mais de sete mil pessoas de famílias com renda de até R$ 1,6 mil. O residencial tem infraestrutura completa - pavimentação, meio-fio e redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e parada para transporte coletivo e teve um investimento superior a R$ 61 milhões. Cada apartamento tem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 13

14 DIÁRIO DO COMÉRCIO/ BH Locação comercial sobe 6,64% Os preços dos aluguéis residenciais em Belo Horizonte fecharam o primeiro semestre deste ano com alta de 5,08%, quase igual à inflação do período medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA- Ipead): 5,05%. Já os aluguéis comerciais tiveram aumento superior ao da média dos preços, com alta de 6,64%, o que é explicado pela menor oferta. Enquanto a disponibilidade para locação com fins comerciais cresceu 5,85%, a dos imóveis para moradia aumentou 9,58%. Esses dados são resultado de pesquisa da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), divulgada ontem. Comparados com os aumentos registrados nos seis primeiros meses de 2010, quando a alta dos residenciais foi de 7,21%, e dos comerciais de 8,85%, os números atuais evidenciam uma desaceleração. Para o presidente da CMI/Secovi-MG, Ariano Cavalcanti de Paula, o mercado passa por uma acomodação, após um período de grande recuperação dos preços entre 2004 e 2010, sob o efeito da elevação da taxa de juros (Selic). Segundo ele, o segundo semestre deve registrar números que consolidem essa desaceleração. "A acomodação é um tempo em que ganhamos força para voltar a subir depois. Por outro lado, temos um cenário mais favorável para quem procura imóvel para alugar", analisa. Cavalcanti explicou que o desempenho do imóvel comercial acima do residencial deve-se à carência de oferta. "Isso ainda sustenta os preços, mas eles vão acomodar também pois há lançamentos", explica. Investimento O diretor da Rede Invista Salão Imobiliário, Tarcísio Naves Sanglard, avaliou que o reajuste médio dos aluguéis foi atrativo para os investidores. "Não podemos pensar apenas na rentabilidade da locação, mas também na valorização patrimonial, que é alta", argumenta. O diretor-presidente da Associação dos Mutuários e Moradores de Minas Gerais, Sílvio Saldanha, afirmou que o aluguel deixou de ser um bom investimento em áreas que não sofrem grande valorização. "Antigamente era comum remunerar os donos de imóveis com 1% do valor do bem", observa. Em junho o valor do aluguel residencial subiu 1,04%, quando houve deflação na capital mineira de 0,03% e elevação da oferta em 0,73%. O A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 14

15 segmento com maior aumento é o de apartamentos (1,28%), seguido pelo de barracões (1,20%). As casas tiveram redução de preço de 0,66%. Considerando apartamentos, os bairros de classe média tiveram a maior alta (1,82%), na frente dos bairros de classe alta (1,76%), luxo (1,01%) e populares (0,37%). No mesmo mês, o valor do aluguel comercial apresentou alta de 1,35% e a oferta, de 3,43%. A variação por segmento foi o seguinte: 0,48% nos andares corridos, 1,74% nas casas comerciais, 1,23% nos galpões, 1,27% nas lojas e 1,82% nas salas. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) Página 15

Sciesp. Clipping 17.06. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s a @ s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) 3 8 8 9-5 8 9 9 Página 1

Sciesp. Clipping 17.06. A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s a @ s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) 3 8 8 9-5 8 9 9 Página 1 Sciesp Clipping 17.06 A s s e s s o r i a d e I m p r e n s a i m p r e n s a @ s c i e s p. c o m. b r ( 1 1 ) 3 8 8 9-5 8 9 9 Página 1 DESTAK FGTS amplia teto da renda para imóvel com juro menor Famílias

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