COMPUTAÇÃO GRÁFICA #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPUTAÇÃO GRÁFICA #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO"

Transcrição

1 COMPUTAÇÃO GRÁFICA #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO Que é Computação Gráfica Quais as Áreas da Computação Gráfica Dimensões 2D e 3D Primitivas Gráficas Imagem Matricial e Imagem Vetorial Rasterização e Renderização Tamanho da Imagem e Resolução 1. INTRODUÇÃO, CONCEITUAÇÃO E TERMINOLOGIA Computação Gráfica (CG) é uma área da Ciência da Computação. Está presente em diversos segmentos da atividade humana, nas artes, na medicina, arquitetura, segurança pública, propaganda, processamento de dados, lazer, educação, etc... e a cada dia surgem mais aplicações para esta caixa de ferramentas tecnológica. Praticamente tudo que poderíamos realizar por meios tradicionais usando imagens pode ser tratado com mais rapidez e eficiência com a CG. Contudo, para o usuário final, a CG não se constitui em um fim em si. O domínio de sua tecnologia não fará do indivíduo um artista, um médico, ou arquiteto, mas nas mãos de tais profissionais, o domínio de suas ferramentas pode levá-lo à realizações inimagináveis anteriormente. Por outro lado, para o cientista da computação, engenheiro, ou o analista de sistemas de informação a CG pode ser vista como um fim em si, pois cabe a esses profissionais o desenvolvimento e a integração das ferramentas que virão a ser utilizadas por outros profissionais no desenvolvimento de seus produtos. Assim, podemos definir a Computação Gráfica de várias maneiras, mais ou menos abrangentes: "Computação Gráfica é a área da Ciência da Computação que trata a geração, manipulação e interpretação de modelos matemáticos, na forma de imagens, utilizando o computador." "A Computação Gráfica consiste no conjunto de métodos e técnicas de converter dados para um dispositivo gráfico, via computador." A computação gráfica é a área da ciência da computação que estuda a transformação dos dados em imagem. Esta aplicação estende-se à recriação visual do mundo real por intermédio de fórmulas matemáticas e algoritmos complexos. <pt.wikipedia.org> Sendo uma das grandes área da Ciência da Computação podemos subdividir a Computação Gráfica, didaticamente, em três subáreas a saber: Síntese de Imagens Processamento (Manipulação) de Imagens Análise de Imagens (Visão Computacional) Para alguns autores, a Visão Computacional seria uma quarta subárea da CG. Cada uma dessas subáreas, embora interligadas e, muitas vezes, sobrepostas, goza de certa independência das demais, requerendo o desenvolvimento de competências específicas. Na SÍNTESE DE IMAGENS consideramos as representações visuais de objetos criados pelo computador a partir de especificações geométricas e visuais de seus componentes, ou seja, da 1

2 representação gráfica da informação. Exemplos: elaboração de um gráfico representativo da distribuição de freqüências de um determinado evento registrado em uma planilha, o registro digital de uma imagem por meio de um scanner ou câmera, a criação de imagem de uma cena para um filme de animação. O PROCESSAMENTO DE IMAGENS considera o tratamento da imagem em sua forma digital, suas transformações e melhoramentos. Exemplos: A restauração de uma fotografia antiga utilizando meios digitais, o realce de detalhes de uma imagem de uma câmera de segurança, a vetorização de uma imagem cartográfica (isso já não seria objeto da área de análise?). Já a ANÁLISE DE IMAGENS considera a especificação dos componentes da imagem a partir de sua representação visual. Exemplos: o reconhecimento de caracteres em um texto digitalizado (OCR Optical Character Recognition), o estudo de manchas urbanas, áreas de desmatamento, levantamento topográfico, etc.... a partir de imagens de satélite ou aerofotogrametria. Para os autores que consideram a VISÃO COMPUTACIONAL como uma quarta subárea da CG, sua utilização amplia as aplicações em computadores, como por exemplo, navegação móvel por robô, tarefas complexas de manufatura, etc. procurando oferecer, de modo mais eficiente possível, uma vasta quantidade de informações ao sistema computacional para que este possa agir como esperado. O reconhecimento de padrões está engajado no campo da visão computacional com atuações e perspectivas importantíssimas para alcançar e realizar a "máquina inteligente". PRÁTICA REFLEXIVA: Escreva com suas próprias palavras uma definição de Computação Gráfica, considerando as três definições já sugeridas acima 2. DIMENSÃO O conceito de dimensão permite várias interpretações, conforme a área de aplicação ou interesse. No sentido comum, dimensão pode se referir ao tamanho de um objeto, referindo-se às diferentes medidas de tamanhos ou extensões de um objeto (comprimento, largura, altura, profundidade...). Em Matemática a dimensão de um espaço é o número de parâmetros necessários para identificar um ponto dentro de um determinado espaço (2, 3, 4 dimensões, etc...). Nesse caso, por exemplo, um simples ponto (point) possui dimensão zero (não há espaço dentro de um ponto!), enquanto que uma linha, seja ela reta ou curva, possui dimensão 1 (o seu comprimento). Uma área superficial possui duas dimensões (largura e altura), enquanto que um certo volume é tridimensional (largura, altura e profundidade). Em CG, como na Matemática, o conceito de dimensão assume a interpretação de DIMENSÃO DO ESPAÇO. Se uma representação (imagem ou objeto) é realizada sobre uma superfície plana ela é dita ser de 2 dimensões (ou 2D), uma vez que o espaço plano requer dois parâmetros (normalmente x e y) para identificar seus pontos. Se desejamos representar objetos dispostos espacialmente então dizemos que a imagem é de 3 dimensões (ou 3D). Uma vez que os dispositivos de saída gráfica mais comuns são dispositivos bidimensionais, como as telas dos monitores CRT, LCD e etc..., mesmo as cenas manipuladas tridimensionalmente devem ser reduzidas, matematicamente por projeção, para imagens bidimensionais. PRÁTICA REFLEXIVA: Aqui temos duas questões para refletir: a) Cada um dos nossos olhos possui uma área (2D) onde a imagem se forma, a retina. Então como os dois olhos juntos podem formar EM NOSSO CÉREBRO uma imagem tridimensional da realidade exterior. 2

3 b) Frequentemente, Matemáticos e Cientistas precisam elaborar representações gráficas de objetos com 4, 5 6 dimensões ou mais! Para isso, recorrem à computação gráfica fazê-lo com mais "facilidade". Contudo, humanamente não conseguimos visualizar objetos com mais de 3 dimensões, da mesma forma como a tela do computador não consegue desenhar objetos com mais de 2 dimensões. Por que isso ocorre? 3. O CONCEITO DE PRIMITIVAS GRÁFICAS O termo PRIMITIVA GRÁFICA possui duas conotações bem distintas: Primeiro, chamamos de primitivas gráficas os elementos básicos de gráficos/desenhos a partir dos quais são construídos outros objetos, mais complexos, por exemplo: Em 2D: pontos, linhas, retângulos, circunferência, elipse, etc.... Em 3D: planos, caixas, esferóides, cilindros, cones, etc.... Uma outra conotação para o termo seriam os comandos e funções que manipulam e alteram os elementos gráficos de uma imagem, como por exemplo: Em 2D: WritePixel(x,y,cor), cor = GetColor(x,y), Form1.Canvas.Pixel[x,y]:=RGB(r,g,b) Em 3D: plane{ y,0 texture{pigment{color rgb <r,g,b>}}}} PRÁTICA REFLEXIVA: a) Escolha um desenho simples ou um objeto e procure decompô-lo como uma união de formas ou objetos mais simples. b) Certamente você teve aulas de C# na disciplina de LPE. Pesquise como é possível desenhar uma primitiva gráfica nesta linguagem. 4. DUAS FORMAS DE REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM: MATRICIAL & VETORIAL Uma imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução, e seu processamento por meios eletrônicos. Há duas formas distintas de imagens em CG, cada uma com suas vantagens, desvantagens e aplicações: As imagens matriciais (raster, rasteio, ou varredura) e As imagens vetoriais Na representação matricial, a imagem é descrita por conjunto de células em um arranjo espacial bidimensional, uma MATRIZ (array). Cada célula representa um elemento da imagem matricial, ou PIXEL. Trata-se da forma mais comum de representação, utilizada em monitores (CRT, LCD, etc...) e impressoras matriciais. As principais vantagens da representação matricial são estrutura simples; operações de superposição são facilmente e eficazmente implementadas; altas variabilidades espaciais são eficazmente representadas; operações de modelagem e simulação são facilitadas porque cada unidade espacial tem a mesma forma e tamanho. Por outro lado, há desvantagens importantes na representação matricial, como que ocupa muito espaço de memória; a forma dos elementos geométricos são difíceis de serem reconhecidas; transformações de projeção consomem muito tempo; 3

4 O uso de grandes pixels, para reduzir o volume de dados, pode significar perda de informação das estruturas mais finas Figura 1: Imagem Matricial: imagem digital, binária (esquerda), imagem no dispositivo raster (direita) Na representação vetorial, a imagem é descrita em termos de elementos geométricos básicos, as primitivas gráficas, representados situados num sistema de coordenadas bi (2D) ou tridimensional (3D), e produzidos por meio de sua descrição matemática. As primitivas geométricas servem de base para a criação/composição de modelos mais complexos e elaborados e, uma vez possuindo seus pontos referenciados em X, Y e Z, para isso podem ser manipuladas por meio de operações de transformação. A principal vantagem da representação vetorial é sua estrutura de dados compacta. Por outro lado, ela tem a desvantagem dessa estrutura de dados ser complexa, dificultando a implementação de operações de superposição e, sobretudo, necessitando que a imagem ser rasterizada ou renderizada para que seja representada matricialmente nos dispositívos gráficos de saída (monitores, impressoras, etc ) PRÁTICA REFLEXIVA: Para armazenar as imagens digitais os programas se utilizam de formatos padronizados. Alguns são de domínio público, mas outros são formatos proprietários. Na Internet é comum encontrarmos formatos cujos arquivos recebem as extensões JPG, GIF e SVG. No sistema WINDOWS há o BMP, o WMF e outros. Faça uma lista de extensões mais comuns de arquivos de imagens indicando se são formatos de armazenagem de imagens matriciais ou vetoriais. Não deixe de considerar as extensões acima. 5. RASTERIZAÇÃO E RENDERIZAÇÃO Dois termos muito empregados em Computação Gráfica e Processamento de Imagens são RASTERIZAÇÃO (rastering) e RENDERIZAÇÃO (rendering). Na Wikipédia (pt.wikipedia.org) encontramos definições bastante simples para ambos: Rasterização, é a tarefa de tomar uma imagem descrita vetorialmente e convertê-la em uma imagem raster (matriz de pixel) para a saída em vídeo ou impressora. Renderização é o processo pelo qual se pode obter o produto final de um processamento digital qualquer, ou ainda, Processo de gerar uma imagem a partir de modelos em um mundo tridimensional. PRÁTICA REFLEXIVA: Por que na definição fornecida pela wikipédia a RASTERIZAÇÃO é tratada como uma TAREFA e a RENDERIZAÇÃO como um PROCESSO? 4

5 6. A MAIS PRIMITIVA DAS PRIMITIVAS GRÁFICAS EM 2D: O PONTO Em CG o PONTO matemático (point), sem dimensão, transforma-se no PIXEL, a menor unidade gráfica manipulável em um arranjo matricial (PIXEL: de PIcture ELement). Ao contrário do PONTO, o PIXEL tem forma, dimensão, (o pixel pode ser um quadrado, um retângulo, um círculo, etc...) mas estes atributos não são, em geral, manipuláveis diretamente através de funções e dependem do hardware. Por outro lado, em CG, tanto o PONTO quanto o PIXEL são primitivas de um desenho que fazemos em um espaço bidimensional. No caso do ponto matemático tal espaço (uma folha de papel) pertence ao R 2. Já o pixel é um elemento de uma matriz (tela do computador) de tamanho W x H (Width-largura e Height-altura, em pixels, da matrix do dispositivo gráfico de saída), onde W, H pertencem ao N 2. (R é o conjunto dos números reais e N é o conjunto dos naturais). Assim, podemos atribuir ao pixel duas propriedades fundamentais: COR e POSIÇÃO. Como as coordenadas do PONTO, que formam um VETOR com valores no espaço real, e as coordenadas do PIXEL são elementos de uma MATRIX, possuindo coordenadas inteiras e positivas, devemos converter os valores adequadamente (rasterização). Esse cálculo é denominado de MAPEAMENTO WINDOW-TO-VIEWPORT. (ou JANELA-TO- VIEWPORT) 7. O TAMANHO OU RESOLUÇÃO EM PIXELS RESOLUÇÃO é a capacidade que um sistema de captura/reprodução de imagens tem para reproduzir detalhes. Quanto maior a resolução, mais detalhes podem ser reproduzidos por um determinado sistema Embora o termo RESOLUÇÃO seja freqüentemente usado como uma contagem de pixels em imagens digitais (sua largura e altura em pixels), o correto é considerar como resolução a DENSIDADE, ou seja, QUANTOS PONTOS (DOTS) POR POLEGADA (dpi - dots per inch), ou quantos pixels por polegada (ppi - pixels per inch). Observe que há dois tipos de PONTOS, o ponto matemático, abstrato, em inglês point, e o PONTO físico, material, em inglês dot. Enquanto que o PONTO matemático é convertido para o PIXEL, a maioria dos dispositivos gráficos necessita de um ou mais pontos (dots) para representá-lo. Por exemplo, uma velha impressora matricial usa um sistema de agulhas para imprimir a tinta de uma fita no papel. Pois bem, cada agulha se constitui em um dot e um único pixel da tela pode requerer vária "agulhadas" para ser desenhado no papel. Mas a menos que se esteja interessado em saber qual será o TAMANHO de uma imagem impressa, o usual é descrever a RESOLUÇÃO EM PIXELS como o conjunto de dois números positivos inteiros, em que o primeiro número é a quantidade de colunas (largura) de pixels e o segundo é número de linhas (altura) de pixels; algo como 640 X 480, por exemplo. Outra forma muito popular é citar a resolução como a quantidade total de pixels na imagem, tipicamente informada como o número de megapixels, os quais podem ser calculados multiplicando-se as colunas de pixels pelas linhas de pixels e dividindo-se o resultado por um milhão (Mega). Assim, uma imagem de tamanho (ou dimensões) 800 x 600 pixels contém 0.48 megapixels (800 x 600 = pixels) e se impressos em uma impressora com resolução é de 300 ppi a imagem terá 2,67 x 2 polegadas ou 6,8 x 5 centímetros. PRÁTICA REFLEXIVA: Que é ASPECT RATIO ("Aspecto" ou "Proporção de Tela" em português) e como ele é calculado? 5

6 QUESTÕES RESOLVIDAS R1. Presente em diversos segmentos da atividade humana, como nas artes, medicina, arquitetura, segurança pública, propaganda, processamento de dados, lazer, educação, etc. a Computação Gráfica (CG) é a área da Ciência da Computação que mobiliza os recursos matemáticos para gerar, manipular e interpretar imagens com a ajuda do computador. Praticamente tudo que poderíamos realizar usando imagens por meios tradicionais pode ser tratado mais rápida e eficientemente com a CG. Uma vez entendida a real natureza desta verdadeira caixa de ferramentas tecnológica é incorreto afirmar que: (a) Computação Gráfica é a área da Ciência da Computação que trata da geração, manipulação e interpretação da informação, de maneira visual, utilizando o computador (b) Computação Gráfica é a área da Ciência da Computação que estuda representações visuais a partir de especificações geométrica de seus componentes. (c) Computação Gráfica é a área da Ciência da Computação que trata da imagem em sua forma digital, suas transformações e melhoramentos. (d) Computação Gráfica é a área da Ciência da Computação que cuida da especificação dos componentes da imagem a partir de sua representação visual. (e) Computação Gráfica é uma disciplina do curso de Ciência da Computação ou Sistemas de Informação onde se aprende a desenhar e manipular imagens através de softwares apropriados. RESP.: Alternativa (e). Embora possa haver cursos em que seja fundamental aprender a usar programas de manipulação gráfica, como cursos de nível técnico, Comunicação Visual, Design Gráfico e etc, onde a CG não é caracterizada como um fim em si, nos cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia da Computação, onde o objetivo é desenvolver os aplicativos que irão servir para manipulação gráfica, ou desenvolver pesquisa científica e tecnológica para seu avanço enquanto área da Ciência da Computação, a disciplina de CG deve enfatizar o uso da lógica de programação e algoritmos mobilizando todos os recursos matemáticos necessários para sua realização. R2. Assinale a alternativa que melhor indica os elementos fundamentais de um sistema de visualização gráfica. (a) Memória RAM e Processador (b) Processador, Controladora Gráfica e Monitor de Vídeo (c) Memória RAM, Controladora Gráfica e Monitor de Vídeo (d) Processador, Controladora Gráfica e Memória RAM (e) Memória RAM, Processador e Monitor de Vídeo RESP.: Alternativa (b). Um sistema de visualização gráfica é constituído por três elementos fundamentais: o sistema de processamento de dados, a controladora gráfica e o monitor de vídeo. O sistema de processamento de dados tem como função processar os dados relativos às imagens que pretendemos visualizar na tela do monitor de vídeo. A controladora gráfica atua como uma interface entre o processador e o monitor, tendo como principal função armazenar e converter os sinais de vídeo enviados pelo processador. O monitor de vídeo é um dispositivo de saída, que tem como função mostrar as imagens em uma tela, atuando como uma interface entre as aplicações e o usuário. 6

Técnicas de Cartografia Digital

Técnicas de Cartografia Digital Técnicas de Cartografia Digital Maria Cecília Bonato Brandalize 2011 Aula 8 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens Como são representados

Leia mais

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3)

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3) Introdução A possibilidade de utilizarmos imagens, gráficos, desenhos e textos artísticos

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA REPRESENTAÇÃO DE IMAGENS

COMPUTAÇÃO GRÁFICA REPRESENTAÇÃO DE IMAGENS COMPUTAÇÃO GRÁFICA REPRESENTAÇÃO DE IMAGENS Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA ARQUITETURA GRÁFICA Frame-buffer

Leia mais

Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica

Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica Ciências da Computação Disciplina:Computação Gráfica Professora Andréia Freitas 2012 7 semestre Aula 02 (1)AZEVEDO, Eduardo. Computação Gráfica, Rio de Janeiro: Campus, 2005 (*0) (2) MENEZES, Marco Antonio

Leia mais

Representação de Imagens

Representação de Imagens Representação de Imagens Primitivas Gráficas As primitivas gráficas são os elementos básicos que formam um desenho. Exemplos: Ponto, segmento, polilinha, polígono, arco de elipse, etc. Primitivas já definidas

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É?

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA SUMÁRIO O que é COMPUTAÇÃO GRÁFICA Áreas relacionadas

Leia mais

ferramentas da imagem digital

ferramentas da imagem digital ferramentas da imagem digital illustrator X photoshop aplicativo ilustração vetorial aplicativo imagem digital 02. 16 imagem vetorial X imagem de rastreio imagem vetorial traduz a imagem recorrendo a instrumentos

Leia mais

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Imagens Uma imagem é representada por uma matriz

Leia mais

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4)

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) 1 Classificação da imagem Em relação à sua origem pode-se classificar uma imagem,

Leia mais

Prof. Marcelo Henrique dos Santos

Prof. Marcelo Henrique dos Santos POR QUE ESTUDAR COMPUTAÇÃO GRÁFICA? Quem quiser trabalhar em áreas afins: Entretenimento Jogos e filmes Visualização Simulação de fenômenos físicos Arte computadorizada Educação e treinamento Processamento

Leia mais

Aula 2 Aquisição de Imagens

Aula 2 Aquisição de Imagens Processamento Digital de Imagens Aula 2 Aquisição de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira mvieira@sc.usp.br EESC/USP Fundamentos de Imagens Digitais Ocorre a formação de uma imagem quando

Leia mais

CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN

CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN CorelDRAW 11 1. UM PROGRAMA DE DESIGN Com o Corel você vai trabalhar com um dos aplicativos mais usados no campo do design e da auto-edição, já que permite operar com dois tipos de gráficos (vetoriais

Leia mais

Estão corretas: (A) I, II e IV (B) II e III (C) II e IV (D) III e V (E) I, III e V

Estão corretas: (A) I, II e IV (B) II e III (C) II e IV (D) III e V (E) I, III e V FUNDAÇÃO VISCONDE DE CAIRU FACULDADE VISCONDE DE CAIRU CURSO: ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROF.: AFONSO CELSO M. MADEIRA DISCIPLINA: COMPUTAÇÃO GRÁFICA (TACOG) 4º SEMESTRE GABARITO Segundo a

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO

COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA RESOLUÇÃO Associada à quantidade e a qualidade de

Leia mais

UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA.

UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA. UM POUCO DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA. Imagem digital é a representação de uma imagem bidimensional usando números binários codificados de modo a permitir seu armazenamento, transferência, impressão ou reprodução,

Leia mais

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica

Imagem digital - 1. A natureza da imagem fotográfica. A natureza da imagem fotográfica A natureza da imagem fotográfica PRODUÇÃO GRÁFICA 2 Imagem digital - 1 Antes do desenvolvimento das câmeras digitais, tínhamos a fotografia convencional, registrada em papel ou filme, através de um processo

Leia mais

11/06/2013. O que é Software Aplicativo? Suítes de Software. Adquirindo Software SOFTWARES APLICATIVOS

11/06/2013. O que é Software Aplicativo? Suítes de Software. Adquirindo Software SOFTWARES APLICATIVOS 2 O que é Software Aplicativo? SOFTWARES APLICATIVOS Introdução à Microinformática Prof. João Paulo Lima Software que realiza tarefa útil específica Suítes de aplicativos Softwares empresariais Softwares

Leia mais

Computação Gráfica. Introdução. Profª Alessandra Martins Coelho

Computação Gráfica. Introdução. Profª Alessandra Martins Coelho Computação Gráfica Introdução Profª Alessandra Martins Coelho março/2013 Introdução Computação gráfica (CG) é a utilização de computadores para gerar imagens (GUHA, 2013). Nos dias atuais, para não se

Leia mais

HARDWARE GRÁFICO. Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR

HARDWARE GRÁFICO. Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR HARDWARE GRÁFICO Adair Santa Catarina Curso de Ciência da Computação Unioeste Campus de Cascavel PR Mar/2012 Introdução Características do hardware Funcionalidades do hardware gráfico Influência da área

Leia mais

INFORMÁTICA PARA ADMINISTRAÇÃO I

INFORMÁTICA PARA ADMINISTRAÇÃO I CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ INFORMÁTICA PARA ADMINISTRAÇÃO I Unidade II O usuário se comunica com o núcleo do computador (composto por CPU e memória principal) através de dispositivos de entrada

Leia mais

Prof. Célio Conrado 1

Prof. Célio Conrado 1 O usuário se comunica com o núcleo do computador (composto por CPU e memória principal) através de dispositivos de entrada e saída (dispositivos de E/S). Todo objeto que faz parte do sistema e tem por

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I)

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (I) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB450 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO II PROF. DR. CARLOS ALBERTO VETTORAZZI

Leia mais

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Conteúdo s: Aspetos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais. Imagens computacionais e programas que criam ou manipulam esse tipo de imagens.

Leia mais

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens

Sistemas Multimédia. Ano lectivo 2006-2007. Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens Sistemas Multimédia Ano lectivo 2006-2007 Aula 9 Representações de dados para gráficos e imagens Sumário Gráficos e imagens bitmap Tipos de dados para gráficos e imagens Imagens de 1-bit Imagens de gray-level

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. 1 Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome PROVA DE CONHECIMENTOS

Leia mais

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress O pacote BrOffice é um pacote de escritório muito similar ao já conhecido Microsoft Office e ao longo do tempo vem evoluindo e cada vez mais ampliando as possibilidades

Leia mais

2- Quais são as características da computação gráfica?

2- Quais são as características da computação gráfica? QUESTÕES DE REVISÃO PARA A PROVA - COMPUTAÇÃO GRÁFICA 2014 1- Defina computação gráfica? A computação gráfica é a área da computação destinada à geração de imagens em geral em forma de representação de

Leia mais

Como enviar fotos de câmeras digitais

Como enviar fotos de câmeras digitais Como enviar fotos de câmeras digitais Se as fotos que você deseja enviar para o Geo-Obras foram capturadas com uma câmera digital, será necessário copiá-las para o computador. A maioria dos modelos utiliza

Leia mais

Prof. Responsável Wagner Santos C. de Jesus

Prof. Responsável Wagner Santos C. de Jesus Universidade do Vale do Paraíba Colégio Técnico Antônio Teixeira Fernandes Disciplina Desenho Técnico Aplicado a Segurança do Trabalho Material III-Bimestre Introdução e Conceito de CAD e Ferramentas,Primitivas

Leia mais

Computação Gráfica - 03

Computação Gráfica - 03 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 03 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

Os desenhos. Representação de desenhos

Os desenhos. Representação de desenhos Os desenhos 1 Os desenhos Tópicos: Representação de desenhos Edição gráfica bidimensional Representação de desenhos Formatos de desenhos: imagens Arranjos de pixels. Digitalização da imagem por papel,

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage FormatosdeImagens ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger FormatosdeImagens Índice 1 FORMATOS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Prof. Pablo Santos 4 a Aula SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA - SIG Introdução Definições Necessárias

Leia mais

DESENHO TÉCNICO AULA 01

DESENHO TÉCNICO AULA 01 DESENHO TÉCNICO AULA 01 INTRODUÇÃO Computação Gráfica A computação gráfica é a área da ciência da computação que estuda a transformação dos dados em imagem. Esta aplicação estende-se à recriação visual

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

Livro texto (Programa do Livro texto - PLT) AZEVEDO, Eduardo; CONCI, Aura. Computação Gráfica: teoria e prática. 1.ed. Rio de Janeiro: CAMPUS, 2003.

Livro texto (Programa do Livro texto - PLT) AZEVEDO, Eduardo; CONCI, Aura. Computação Gráfica: teoria e prática. 1.ed. Rio de Janeiro: CAMPUS, 2003. Computação Gráfica Apresentação da disciplina Introdução a Computação Gráfica Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com http://www.bolinhabolinha.com Prof. Rodrigo Rocha prof.rodrigorocha@yahoo.com

Leia mais

Aula 02 Hardware. Informática. Prof. Diego Pereira. Contribuições de: Álvaro Silva e Bruno Gomes. Prof. Bruno Gomes <bruno.gurgel@ifrn.edu.

Aula 02 Hardware. Informática. Prof. Diego Pereira. Contribuições de: Álvaro Silva e Bruno Gomes. Prof. Bruno Gomes <bruno.gurgel@ifrn.edu. Informática Informática Aula 02 Hardware Prof. Diego Pereira Contribuições de: Álvaro Silva e Bruno Gomes Prof. Bruno Gomes Objetivos Conhecer os componentes do computador Entender

Leia mais

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D

6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D 6. Geometria, Primitivas e Transformações 3D Até agora estudamos e implementamos um conjunto de ferramentas básicas que nos permitem modelar, ou representar objetos bi-dimensionais em um sistema também

Leia mais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais Esse artigo sobre Formatos de Arquivos Digitais é parte da Tese de Doutoramento do autor apresentada para a obtenção do titulo de Doutor em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP. Thales Trigo

Leia mais

Imagem e Gráficos. vetorial ou raster?

Imagem e Gráficos. vetorial ou raster? http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap1.html Imagem e Gráficos vetorial ou raster? UFF Computação Visual tem pelo menos 3 grades divisões: CG ou SI, AI e OI Diferença entre as áreas relacionadas

Leia mais

Softwares para Engenharia Eletrônica

Softwares para Engenharia Eletrônica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Curso de Engenharia Eletrônica Projeto Integrador I Iniciação Científica Softwares para Engenharia

Leia mais

Tamanho e resolução da imagem

Tamanho e resolução da imagem Tamanho e resolução da imagem Para se produzir imagens de alta qualidade, é importante compreender como é que os dados dos pixels da imagem são medidos e mostrados. Dimensões dos pixels O número de pixels

Leia mais

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso

Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Geoprocessamento e Cartografia Prof. MSc. Alexander Sergio Evaso Aula 02 Componentes de um GIS (SIE, ou SIG) Ideias dependem de pessoas. Pessoas trazem o conhecimento para uma equipe, que engendra ideias.

Leia mais

Frederico Damasceno Bortoloti. Adaptado de: Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti

Frederico Damasceno Bortoloti. Adaptado de: Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti Fundamentos de Representação Gráfica Frederico Damasceno Bortoloti Adaptado de: Claudio Esperança Paulo Roma Cavalcanti Estrutura do Curso Avaliação através de Prova Estudo / Seminário Nota parcial NP

Leia mais

Multimídia. Hardware/Software para Multimídia (Parte I) Sistemas Multimídia. Tópico. Hardware e Software para Multimídia

Multimídia. Hardware/Software para Multimídia (Parte I) Sistemas Multimídia. Tópico. Hardware e Software para Multimídia Multimídia Hardware/Software para Multimídia (Parte I) Sistemas Multimídia Tópico Hardware e Hardware para Multimídia Com a popularização dos sistemas multimídia foi criado o padrão MPC (PC Multimídia)

Leia mais

Computação Gráfica. Dispositivos de Visualização. Profa. Carolina Watanabe

Computação Gráfica. Dispositivos de Visualização. Profa. Carolina Watanabe Computação Gráfica Dispositivos de Visualização Profa. Carolina Watanabe Material elaborado pela Profa. Marcela X. Ribeiro, UFSCar, Atualizado pela Profa. Carolina Watanabe, UNIR 1 Dispositivos de Visualização/Exibição

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Fonte: Material do Prof. Robson Pequeno de Sousa e do Prof. Robson Lins Dispositivos de Entrada Teclado, Mouse, Trackball,

Leia mais

Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos. Prof.: Edson Wanderley

Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos. Prof.: Edson Wanderley Sistemas de Informações Hospitalares Imagens Armazenamentos Prof.: Edson Wanderley O que é um Sistema de Informação Hospitalar É um software que tem a finalidade de gerenciar um ou diversos setores de

Leia mais

Imagem digital 2. Resolução x dimensão da imagem

Imagem digital 2. Resolução x dimensão da imagem Uma imagem bitmapeada é formada por um conjunto de pixels. gerados no momento da digitalização da imagem (através do scanner ou câmera digital). PRODUÇÃO GRÁFICA 2 Imagem digital 2 Resolução x dimensão

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE GED. MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br. VILDEANE BORBA vildeane.borba@gmail.com

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE GED. MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br. VILDEANE BORBA vildeane.borba@gmail.com UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO CURSO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS GED MÁJORY MIRANDA majory.oliv@ufpe.br

Leia mais

15/08/2013 DIREITO DA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA

15/08/2013 DIREITO DA. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA DIREITO DA INFORMÁTICA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA 1 CONCEITOS BÁSICOS Informática infor + mática. É o tratamento da informação de forma automática Dado

Leia mais

Imagem digital. Unidade 3

Imagem digital. Unidade 3 Imagem digital Unidade 3 Objectivos Reconhecer o potencial comunicativo/ expressivo das imagens; Reconhecer as potencialidades narrativas de uma imagem; A criação de sentido nas associações de imagens

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Imagens

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Seção do Corpo Imagens IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage SeçãodoCorpo Imagens ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger SeçãodoCorpo Imagens Índice

Leia mais

Câmera Digital. Autor: Darllene Negri Nicioli

Câmera Digital. Autor: Darllene Negri Nicioli Câmera Digital Autor: Darllene Negri Nicioli 2 OBJETIVO Têm como objetivo este trabalho mostrar o princípio de funcionamento geral de uma câmera digital até as vantagens e desvantagens do produto final,

Leia mais

TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB. Professora Andréia Freitas

TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB. Professora Andréia Freitas TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET Disciplina:FERRAMENTAS E TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO WEB Professora Andréia Freitas 2012 3 semestre Aula 03 MEMORIA, F. Design para a Internet. 1ª Edição. Rio de Janeiro:

Leia mais

ETI - Edição e tratamento de imagens digitais

ETI - Edição e tratamento de imagens digitais Curso Técnico em Multimídia ETI - Edição e tratamento de imagens digitais 2 Fundamentos "Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus." 2 Timóteo 1:13

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. Dezembro de 2009

a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. Dezembro de 2009 16 a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. 17 Marca Dinâmica e evolutiva, a marca Bematech é formada pelo símbolo e logotipo. Suas elipses simbolizam a essência de uma empresa empreendedora.

Leia mais

O PaperPort 12 Special Edition (SE) possui uma grande variedade de novos e valiosos recursos que ajudam a gerenciar seus documentos.

O PaperPort 12 Special Edition (SE) possui uma grande variedade de novos e valiosos recursos que ajudam a gerenciar seus documentos. Bem-vindo! O Nuance PaperPort é um pacote de aplicativos para gerenciamento de documentos da área de trabalho que ajuda o usuário a digitalizar, organizar, acessar, compartilhar e gerenciar documentos

Leia mais

GUIA PADRONIZAÇÃO DE IMAGENS NO INDICADOR CRM

GUIA PADRONIZAÇÃO DE IMAGENS NO INDICADOR CRM GUIA PADRONIZAÇÃO DE IMAGENS NO INDICADOR CRM ÍNDICE ITEM Página 1. Objetivo... 3 2. Padrões de Proporção... 3 3. Qualidade das Imagens... 6 4. Fotos Panorâmicas... 7 5. Youtube... 8 Página 2 de 9 1. Objetivo

Leia mais

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação

Universidade de Brasília. Departamento de Ciência da Informação e Documentação Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.: Lillian Alvares Aspectos Gerais O uso da tecnologia digital traz grandes perspectivas de trabalho para os arquivos

Leia mais

Disciplina: Organização de computadores

Disciplina: Organização de computadores Disciplina: Organização de computadores Professora: Carolina D. G. dos Santos E-mail: profcarolinadgs@gmail.com Página: profcarolinadgs.webnode.com.br Unip / Prof. a Carolina 1 à Computador Conceitos Básicos

Leia mais

ATENÇÃO: * Arquivos com tamanho superior a 500 KB NÃO SERÃO ACEITOS * SOMENTE serão aceitos documentos do formato: PDF

ATENÇÃO: * Arquivos com tamanho superior a 500 KB NÃO SERÃO ACEITOS * SOMENTE serão aceitos documentos do formato: PDF TUTORIAL DE DIGITALIZAÇÃO DIRIGIDO AO USO DO PROCESSO ELETRÔNICO Adaptado do tutorial elaborado pelo colega MAICON FALCÃO, operador de computador da subseção judiciária de Rio Grande. Introdução Este tutorial

Leia mais

Imagens Digitais Tratamento de Imagens

Imagens Digitais Tratamento de Imagens Imagens Digitais Imagens de Bitmap Bitmap = Mapa de Bits ou Imagens Raster São as imagens formadas por pixels em oposição às imagens vetoriais. Imagens de Bitmap Imagem de bitmap Imagem vetorial Imagens

Leia mais

Algoritmos. Cláudio Barbosa contato@claudiobarbosa.pro.br

Algoritmos. Cláudio Barbosa contato@claudiobarbosa.pro.br Algoritmos Partes básicas de um sistema computacional: Hardware, Software e Peopleware Hardware - Componentes físicos de um sistema de computação, incluindo o processador, memória, dispositivos de entrada,

Leia mais

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora OpenGL Uma Abordagem Prática e Objetiva Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour Novatec Editora Capítulo 1 Introdução A Computação Gráfica é uma área da Ciência da Computação que se dedica ao estudo e ao desenvolvimento

Leia mais

Colorindo com Números Representação de Imagens

Colorindo com Números Representação de Imagens Atividade 2 Colorindo com Números Representação de Imagens Sumário Os computadores armazenam desenhos, fotografias e outras imagens usando apenas números. A atividade seguinte demonstra como eles podem

Leia mais

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16 Informática Prof. Macêdo Firmino Representação da Informação Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16 Introdução Estamos acostumados a pensar nos computadores como mecanismos complexos,

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Aula 3

Sistemas de Informação Geográfica Aula 3 Sistemas de Informação Geográfica Aula 3 Introdução Equipamentos de entrada de dados são dispositivos que convertem dados analógicos e mapas impressos no papel em mídia m eletrônica ou digital para serem

Leia mais

Introdução. Dados. Imagens. 1. CG Computação Gráfica. 2. Paradigmas de Abstração

Introdução. Dados. Imagens. 1. CG Computação Gráfica. 2. Paradigmas de Abstração Universidade Federal de Santa Maria Departamento de Eletrônica e Computação Prof. Cesar Tadeu Pozzer Disciplina: Computação Gráfica pozzer@inf.ufsm.br 19/03/2008 1. CG Computação Gráfica Introdução Teve

Leia mais

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG

Introdução ao SIG. Objetivos Específicos 18/11/2010. Competência: Apresentar: Utilidade de um SIG MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - MMA INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - ICMBio DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA - DIPLAN COORDENAÇÃO GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS -

Leia mais

TRATAMENTO DE IMAGENS. Elisa Maria Pivetta

TRATAMENTO DE IMAGENS. Elisa Maria Pivetta TRATAMENTO DE IMAGENS Elisa Maria Pivetta CATEGORIAS DE IMAGENS Distinguem-se geralmente duas grandes: Bitmap (ou raster) - trata-se de imagens "pixelizadas", ou seja, um conjunto de pontos (pixéis) contidos

Leia mais

O que é GED GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS (GED)

O que é GED GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS (GED) Automação em Arquivos GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS (GED) O que é GED GED é a tecnologia que provê um meio de facilmente armazenar, localizar e recuperar informações existentes em documentos e

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS DISCIPLINA: LEB210 GEOPROCESSAMENTO SEGUNDO SEMESTRE DE 2013 PROF. DR. CARLOS ALBERTO

Leia mais

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 Informática Prof. Macêdo Firmino Introdução a Informática Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 25 O Que é um Computador? É uma máquina composta de um conjunto de partes eletrônicas e

Leia mais

Introdução ao Processamento de Imagens

Introdução ao Processamento de Imagens Introdução ao PID Processamento de Imagens Digitais Introdução ao Processamento de Imagens Glaucius Décio Duarte Instituto Federal Sul-rio-grandense Engenharia Elétrica 2013 1 de 7 1. Introdução ao Processamento

Leia mais

2 Texturas com Relevo e Equações de Pré Warping

2 Texturas com Relevo e Equações de Pré Warping 2 Texturas com Relevo e Equações de Pré Warping A noção de warping de imagens é fundamental para o entendimento da técnica abordada nesta dissertação. Este capítulo apresenta definições formais para vários

Leia mais

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão 1 Diferenças entre o CCD e o Filme: O filme como já vimos, é uma película de poliéster, coberta em um dos lados por uma gelatina de origem animal com partículas

Leia mais

Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira

Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática Imagem Prof. Thales Vieira 2014 O que é uma imagem digital? Imagem no universo físico Imagem no universo matemático Representação de uma imagem Codificação

Leia mais

b) Estabilizador de tensão, fonte no-break, Sistema Operacional, memória principal e memória

b) Estabilizador de tensão, fonte no-break, Sistema Operacional, memória principal e memória CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISUTEC DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO PROF.: RAFAEL PINHEIRO DE SOUSA ALUNO: Exercício 1. Assinale a opção que não corresponde a uma atividade realizada em uma Unidade

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o funcionamento do computador Apresentar a função da memória e dos dispositivos

Leia mais

- Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização

- Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização Disciplina Bases Computacionais Aula 03 Informação, Dados, Variáveis, Algoritmos Roteiro da Aula: - Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS CURSO DE TECNOLOGIA EM NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR COMPUTAÇÃO GRÁFICA Disciplina: 08 Período: 4º José Eduardo

Leia mais

Tópicos de Ambiente Web Web Design

Tópicos de Ambiente Web Web Design Tópicos de Ambiente Web Web Design Professora: Sheila Cáceres Historia As primeiras formas comunicativas foram mediante elementos visuais. Embora o surgimento da linguagem falada, a linguagem visual continuou

Leia mais

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL F PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL Carga Horária: 96 horas/aulas Módulo 01: Desenho de observação DESCRIÇÃO: Neste módulo o você irá praticar sua percepção de linhas e formas, bem como a relação entre

Leia mais

Representação Binária de Dados

Representação Binária de Dados Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Janeiro de 2006 Representação Binária de Dados O computador utiliza

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Aula 01 Introdução Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011.1 1 Processamento de dados 2 Organização de Computadores 3 Sistemas de Numeração Processamento de dados Processamento

Leia mais

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Aspectos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais Imagens computacionais e programas que

Leia mais

MANUTENÇÃO DE MICRO. Mário Gomes de Oliveira

MANUTENÇÃO DE MICRO. Mário Gomes de Oliveira MANUTENÇÃO DE MICRO Mário Gomes de Oliveira 1 IRQ Pedido de atenção e de serviço feito à CPU, para notificar a CPU sobre a necessidade de tempo de processamento. 2 IRQ (Interrupt Request line ou Linha

Leia mais

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira PROCESSAMENTO DE IMAGENS Engenharia de Computação

AULA 01 INTRODUÇÃO. Eduardo Camargo de Siqueira PROCESSAMENTO DE IMAGENS Engenharia de Computação AULA 01 INTRODUÇÃO Eduardo Camargo de Siqueira PROCESSAMENTO DE IMAGENS Engenharia de Computação INTRODUÇÃO Processamento Digital de Imagens refere-se ao processamento imagens por meio de um computador

Leia mais

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores Autor: José Augusto Manzano Capítulo 1 Abordagem Contextual 1.1. Definições Básicas Raciocínio lógico depende de vários fatores para

Leia mais

Algoritmos Estruturas Seqüenciais. José Gustavo de Souza Paiva

Algoritmos Estruturas Seqüenciais. José Gustavo de Souza Paiva Algoritmos Estruturas Seqüenciais José Gustavo de Souza Paiva 1 Introdução Objetivo básico da computação auxiliar os seres humanos em trabalhos repetitivos e braçais, diminuindo i i d esforços e economizando

Leia mais

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS ELEMENTOS GRÁFICOS Parte 4 José Manuel Russo 2005 24 A Imagem Bitmap (Raster) As imagens digitais ou Bitmap (Raster image do inglês) são desenhadas por um conjunto de pontos quadrangulares Pixel alinhados

Leia mais

O que há de novo no PaperPort 12? O PaperPort 12 possui uma grande variedade de novos e valiosos recursos que ajudam a gerenciar seus documentos.

O que há de novo no PaperPort 12? O PaperPort 12 possui uma grande variedade de novos e valiosos recursos que ajudam a gerenciar seus documentos. Bem-vindo! O Nuance PaperPort é um pacote de aplicativos para gerenciamento de documentos da área de trabalho que ajuda o usuário a digitalizar, organizar, acessar, compartilhar e gerenciar documentos

Leia mais

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça

Leia mais

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES

INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES INSTALAÇÃO e MANUTENÇÃO de MICRO COMPUTADORES 2010/2011 1 Equipamentos informáticos Hardware e Software Hardware refere-se aos dispositivos físicos (electrónicos, mecânicos e electromecânicos) que constituem

Leia mais

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada 5.1 AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades do TerraView relativas a manipulação de dados matriciais. Como dados matriciais são entendidas

Leia mais

Fotografia Digital. Aula 1

Fotografia Digital. Aula 1 Fotografia Digital Aula 1 FOTOGRAFIA DIGITAL Tema da aula: A Fotografia 2 A FOTOGRAFIA A palavra Fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, e significa

Leia mais