ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL. CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTiSTICA RESTAURADORA CIMENTOS RESINOSOS

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1 F mum.44 co ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL SECÇÃO SANTA CATARINA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTiSTICA RESTAURADORA CIMENTOS RESINOSOS Monografia apresentada ao Curso de Especialização em Dentistica Restauradora-ABO, como parte dos requisitos para obtenção do titulo de Especialista em Dentistica -Restauradora. Orientador: Professor Gilberto Arcari C "-- Rosi Contti Bones Florianópolis

2 isnnococa i'7(11"-`fti L) Agradecimentos Agradeço de coração a minha mãe pelo amor, compreensão e apoio; Ao meu marido, por entender minha constante ausência e por ter despendido tanto do seu tempo para me auxiliar, demonstrando toda a sua dedicação por mim; Ao Alan que, sempre, mostrou boa vontade e paciência para me ensinar as coisas que fugiam da minha compreensão; Aos meus amigos Jocelita Luvison e Fernando Massa por serem tão espontâneos e generosos; E, finalmente, agradeço a todos os professores do curso de especialização, em especial, ao meu orientador Gilberto Arcari, os quais me surpreenderam com tamanha humildade e cuja relação consistiu de trocas de informação e amizade, fazendo eu me sentir uma colega de trabalho e, não, simplesmente como uma aluna.

3 ÍNDICE INTRODUÇÃO 06 1 CIMENTOS RESINOSOS Classificação dos cimentos resinosos Classificação quanto ao tamanho das partículas Classificação quanto ao tipo de polimerização Propriedades dos cimentos resinosos Classificação dos cimentos resinosos quanto As suas propriedades Propriedades mecânicas Limite proporcional / resiliência Módulo de elasticidade Espessura da película Resistência ao desgaste Absorção de água Radiopacidade Classificação dos cimentos resinosos quanto às propriedades estéticas Estabilidade da cor 18 2 VANTAGENS, DESVANTAGENS E INDICAÇÕES DOS CIMENTOS RESINOSOS Vantagens Desvantagens 2.3 Indicações "?0 3 PROPRIEDADES IDEAIS DOS AGENTES CIMENTANTES

4 4 3.1 Propriedades biológicas Bicompatibilidade Inibição de cáries ou placas Microinfiltração 3.2 Propriedades mecânicas Resistência e outras propriedades mecânicas -) Baixa solubilidade / degradação Módulo de elasticidade Deformação plástica Absorção de água Adesão Baixos estresses de presa material Resistência ao desgaste Propriedades estéticas Estabilidade da cor Radiopacidade 3.4 Propriedades de trabalho Espessuras de peliculas e viscosidade Tempo de trabalho e de presa 79 4 MANIPULAÇÃO 31 5 REMOÇÃO DA "SMEAR LAYER" TRATAMENTO DA SUPERFÍCIE DAS RESTAURAÇÕES 34 7 SELEÇÃO DOS MATERIAIS 16 8 SENSIBILIDADE PÓS-OPERATÓRIA 38 9 TÁTICAS OPERATÓRIAS 44

5 5 10 REVISÃO DA BIBLIOGRAFIA Propriedades biológicas, físicas e mecânicas dos cimentos resinosos DISCUSSÕES 67 CONCLUSÃO 66 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 67

6 INTRODUÇÃO Atualmente, a preocupação com a conservação da estrutura dentária associada crescente exigência estética, por parte de profissionais e, principalmente, dos nossos pacientes, tem levado à execução cada vez mais freqüente de tratamentos restauradores estéticos indiretos, tanto na região anterior como também no setor posterior da cavidade bucal. (Furukawa et al.2002). Este processo é inteiramente dependente de procedimentos de adesão à estrutura dentária e aos diferentes materiais restauradores, o qual é obtido com a utilização de cimentos resinosos associados aos seus respectivos sistemas adesivos. Esse tipo de agente cimentante tornou-se bastante atraente, porque devido à união ao dente e à restauração, promove reforço das estruturas envolvidas e. conseqüentemente aumenta a resistência à fratura, diminuindo a microinfiltração, além de apresentar propriedades físicas e mecânicas superiores em relação aos cimentos tradicionais como o fosfato de zinco e ionômero de vidro, fato este suportado por grande quantidade de pesquisas clinicas. No entanto, o bom desempenho clinico, estético e a longevidade dessas restaurações devem levar em consideração o correto diagnóstico, a correta indicação dos tratamentos, as propriedades e o tipo de agentes cimentantes a serem utilizados, suas vantagens assim como o respeito por suas limitações. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho será abordar as

7 7 propriedades, características. indicações, vantagens e desvantagens dos cimentos resinosos. que são destaque na apresentação deste estudo.

8 1 CIMENTOS RESINOSOS Um grande número de tratamentos dentários é feito com restaurações indiretas que precisam ser unidas aos dentes por meio de um cimento. Essas restaurações incluem aquelas feitas com metal, resina, metalo-plástica, metalo- cerâmica e cerâmica; restaurações provisórias; facetas laminadas para dentes anteriores; aparelhos ortodõnticos e núcleos e pinos usados para reter as restaurações. A palavra cimentação é definida como o uso de uma substancia modeldvel que tem como objetivo selar ou cimentar duas partes, mantendo-as juntas. Existe uma variedade de materiais, dentre eles, incluem-se o cimento de fosfato de zinco, o de policarboxilato de zinco, os ionõmeros de vidro (convencional e modificado por resina), os de óxido de zinco eugenol (ZOE), os cimentos resinosos e o compósito resinoso modificado por polidcido (compõmero). Como as propriedades dos vários cimentos diferem entre si, a escolha de um cimento é feita com maior prioridade em função das necessidades funcionais e biológicas que se apresentam em uma situação clinica em particular. (Anusavice, 1998 ; Garcia, 2002). Embora os cimentos a base de resinas tenham sido introduzidos nos anos 50, somente agora eles são aceitos como agentes de cimentação para coroas e próteses parciais fixas. Os primeiros materiais tinham em sua composição inicial o metacrilato de metila que conferia a esse material propriedades físicas relativamente pobres e tendiam a sofrer deformação plástica, absorver água e desintegrar-se mais rapidamente. (White, 1993). Seu emprego foi muito restrito, a tal ponto que essa espessura de película foi considerada inaceitável. Isso ocorreu, em decorrência de sua grande contração de polimerização.

9 9 dificuldades de manipulação, irritabilidade pulpar, microinfiltração e grande espessura de película. A partir do desenvolvimento das resinas compostas para restaurações, com a comprovação cientifica da eficácia do ataque ácido para a união da resina ao esmalte e de novas moléculas apresentando propriedades adesivas à dentina, surgiram diversos cimentos resinosos cujas composições à base de BIS-GMA eram muito similares as resinas para restaurações. (Pagani). A composição básica dos cimentos resinosos é similar à das resinas compostas usadas como material restaurador, ou seja, apresentam uma matriz orgânica e uma matriz inorgânica unidas pelo silano (Conceição). A base é o sistema monomérico Bisfenol A-metacrilato de Glicidila (BIS-GMA) ou Uretano Dimetacrilato (UEDMA), em combinação com outros monômeros de baixo peso molecular como o Trietileno Glicol Dimetacrilato (TEGMA). A adoção de grupamentos funcionais hidrófilos, nos quais estão incluídos os sistemas organofosfonatos, hidroxietil metacrilato (HEMA) e 4 META (4 - metacriloxietil trimetilano anidro) modificou a composição orgânica dos cimentos resinosos em relação às resinas compostas e, ainda, propiciou a possibilidade de união com a surperficie da dentina, que freqüentemente fica exposta na maioria dos dentes preparados. (Anusavice, 1998; Góes, 1998). E ainda para completar a composição, a resina aglutinante é combinada com partículas cerâmicas e silica coloidal. (Anusavice, 1998; Góes, 1998). As partículas inorgânicas apresentam-se nas formas angulares, esféricas e arredondadas, com conteúdo em peso variando entre 36% a 77% e diâmetro médio entre 10 a 15 micrómetros, dependendo do produto. (Anusavice, 1998; Góes, 1998; Prakki. 2001). A diferença esta no menor percentual volumétrico de partículas que é incorporado na resina aglutinante com o objetivo de adequar a viscosidade do material as condições especificas desejáveis para a função do cimento resinoso. (Góes, 1998).

10 10 Os cimentos resinosos apresentam propriedades superiores comparativamente aos cimentos odontológicos tradicionais, corno o fosfato de zinco e o cimento de ioneimero de vidro. Atualmente, os cimentos resinosos têm sido amplamente empregados em função da possibilidade de união, tanto à estrutura dental quanto ao material restaurador indireto, através da associação com os sistemas adesivos. Isso possibilita a realização de uma cimentação adesiva que pode contribuir para aumentar a resistência à fratura do dente restaurado e minimizar a ocorrência de microinfiltração. Outro aspecto interessante são as diferentes opções de cores presentes em algumas marcas comerciais, que podem auxiliar na obtenção de um resultado estético mais favorável da restauração indireta, em particular, dos laminados de porcelana. Como há uma grande variedade de marcas comerciais de cimentos resinosos disponíveis no mercado, é importante que o profissional saiba classificar e identificar os mecanismos de ativação e as propriedades destes cimentos, a fim de selecioná-los, adequadamente, para as diversas situações clinicas. 1.2 Classificação dos cimentos resinosos Classificação quanto ao tamanho das partículas a) Cimentos resinosos microparticulados: são aqueles cimentos que apresentam partículas inorgânicas com tamanho médio de 0,04 micrometros e o percentual inorgânico é de aproximadamente 46 a 48% em volume. São exemplos de marcas comerciais de cimentos resinosos microparticulados: Duolink (Bisco) e Dual Cement (Vivadent).

11 11 b) Cimentos resinosos micro-híbridos: representam a maioria dos cimentos resinosos disponíveis no mercado. São constituídos por microparticulas tamanho médio de 0,04 micrometros e por partículas inorgânicas maiores. Apresentam um tamanho de carga inorgânica entre 0,6 e 2,4 micrômetros e percentual inorgânico em torno de 52 a 60% em volume ou 60 a 80% em peso. São exemplos de marcas comerciais de cimentos resinosos micro-hibridos: Lute-it (Jeneric-Pentron), Resin Cement (3M), Nexus (kerr), Twinlook (Kulzer), Variolink II (Vivadent), Enforce (Dentsply), All Bond C&B (Bisco), Cement-it (Jeneric-Pentron), Comspan (Dentsply), Opal (3M). (Conceição) Classificação quanto ao tipo de polimerização A polimerização pode ser obtida pelo sistema convencional de indução peróxido amina ou por fotoativaçao. 0 primeiro sistema culmina com a presença do peróxido de benzoila que tem o papel de iniciador, o qual se associa, quando da mistura dos componentes do cimento resinoso, com a amina tercidria que tem o papel de ativadora da reação de polimerização. (Anusavice, 1998; Góes, 1998; Pagani). De acordo com a reação de polimerização, os cimentos resinosos classificam-se em: a) Cimentos resinosos quimicamente ativados ou autopolimerizáveis: apresentam uma reação peróxido-amina que se inicia com a mistura das duas pastas bases e catalisadoras, limitando o tempo de trabalho para o profissional, ou seja, para assentar e remover os excessos da restauração. No entanto, são muito úteis para cimentar restaurações que não permitem a ação da luz fotopolimerizadora, como as metálicas. Normalmente não têm características estéticas, já que, a maioria das marcas comerciais são opacas ou com apenas uma coloração disponível. Sao indicados também para cimentação de restaurações de grande espessura, tais como coroas cerâmicas, inlays e onlays, nas quais a luz de fotopolimerização

12 1") não consegue penetrar satisfatoriamente. São exemplos de marcas comerciais: All Bond C&B (Bisco), Cement-it (Jeneric-Pentron) e Comspan (Dentsply). (Conceição; Góes, 1998; Pagani). b) Cimentos resinosos fotopolimerizáveis ou polimerizados pela emissão de luz visível: Apresentam fotoiniciadores corno a canforoquinona, que é ativada em presença de luz corn comprimento de onda em torno de 470 nanômetros, desencadeando a polimerização do material. Permitem um tempo de trabalho bastante longo, facilitando assim as etapas de assentamento e de remoção de excessos da restauração (Conceição). são indicados para cimentação de restaurações delgadas como as facetas laminadas (Pagani). São exemplos de marcas comerciais: Lute-it (Jeneric-Pentron), Nexus (Kerr). Enforce (Dentsply), Opal (3M). c) Cimentos resinosos duais ou de polimerizacio dupla: A partir da mistura da pasta base e da pasta catalisadora, inicia-se a reação de polimerização deste tipo de cimento resinoso. Entretanto, com a ativação pela luz do aparelho fotopolimerizador há uma conversão maior dos monômeros em polimeros, o que confere melhores propriedades a esse tipo de material. Portanto, sempre deve ser realizada a fotoativação. Esses são os cimentos resinosos mais populares, pois podem ser usados para fixar todos os tipos de restauração indireta, em especial as estéticas devido As variedades de cores presentes em muitas marcas comerciais. Além disso, muitos cimentos resinosos apresentam um sistema Try-in. Ou seja, uma pasta solúvel que pode ser aplicada para a prova da restauração em boca, sendo removida antes da cimentação definitiva. (Conceição). Marcas comerciais: Foto e Dual: Lute-it (Jeneric-Pentron), Nexus (Kerr), Enforce (Dentsply), Opal (3M). Dual: Resin Cement (3M), Duolink (Bisco), Twinlook (Kulzer), Variolink II (Vivadent), Dual Cement (Vivadent).

13 1:3 1.3 Propriedades dos cimentos resinosos Os cimentos resinosos apresentam propriedades superiores comparativamente aos cimentos odontológicos tradicionais, como o Fosfato de Zinco e o Cimento de Ionômero de Vidro. Suas propriedades fisicas são determinadas pelo tipo, distribuição e conteúdo das partículas inorgânicas. Também sofrem influência do grau de conversão dos monômeros em polímeros. Como nas resinas compostas, a conversão dos monômeros é incompleta, mesmo sob ótimas condições de polimerização. Em regiões mais profundas ou onde a opacidade e espessura do material restaurador impedem a transmissão de luz são utilizados os cimentos que também possuem o sistema de auto-polimerização. A ação dos sistemas de ativação aumenta o grau de conversão dos monômeros em polimeros e melhora as propriedades físicas do cimento. (Góes, 1998). Portanto, uma completa polimerização de cimentos resinosos é essencial para a resistência, a retenção e a longevidade das restaurações. (McComb, 1996) Classificação dos cimentos resinosos quanto its suas propriedades a) Adesão O fenômeno da adesão união de moléculas diferentes é o principal fator para se solucionar a microinfiltração de peças protéticas. (Garcia, 2002). Agentes de união à dentina atuais usados com cimentos resinosos promovem a criação de rugosidades microscópica, propiciando uma interação intima entre as superfícies dos substratos (estrutura dentária e restauração indireta). (Góes, 1998). Essa união é forte o suficiente para manter a adesão à estrutura dentária apesar das forças de contração de polimerização. (White, 1993).

14 14 Os cimentos resinosos apresentam os maiores valores de resistência adesiva e permitem uma distribuição mais uniforme das forças aplicadas ao longo da interface dente/restauração, oferecendo portanto. reforço da restauração e maior resistência à fratura. Muitos dos cimentos de resina se propõem a serem, efetivamente, adesivos a. dentina e metal. Os cimentos de resina proporcionam uma resistência à fratura adicional, comparados ao cimento quebradiço e não adesivo fosfato de zinco. (Fernandes, 2001). Tanto os cimentos dual como químicos apresentam um aumento significante na resistência de unido após um período de 24 horas da sua ativação. Trata-se do período de "maturação" do cimento. Entretanto, os cimentos de dupla polimerização atingem resistência adesiva relativamente alta, nos primeiros 10 minutos, após a sua fotoativação, ao contrário dos cimentos químicos, que requerem cuidados na remoção dos excessos e principalmente quanto a esforços mastigatórios até ao menos a primeira hora após a inserção da peça. (Prakki. 2001). b) Solubilidade Cimentos resinosos quando combinados com procedimentos de adesão são considerados uma unidade quase insolúvel nos fluidos orais. (McComb, 1996). Sua baixa solubilidade (0,05% em peso). (Góes, 1998), pode variar de um produto para outro de acordo com as diferenças de composição. (Pagani). 1.4 Propriedades mecânicas Os cimentos resinosos são materiais que apresentam resistência à compressão e tração diametral entre 100 e 200 MPa e 50 Mpa, respectivamente. Sao propriedades consideradas superiores aos cimentos tradicionais. Por outro lado, apresentam baixa rigidez e propriedades visco-elásticas. (Góes, 1998).

15 Limite proporcional / resiliência Estresses intra-orais fazem o maior papel no sucesso de agentes de cimentação. As falhas podem ocorrer por formação de micro-rachaduras e ingresso bacteriano ou por grave fratura e deslocamento da restauração. As propriedades mecânicas dos cimentos são relacionadas aos mecanismos de falha. ti reconhecido que os estresses são concentrados nas margens das restaurações. Ingresso bacteriano pode ser uma forma de falha muito mais insidiosa e micro-rachadura e deformação do cimento podem ser o tipo de falha mais importante a prevenir. Isto é melhor executado. usando um material com alto limite proporcional e resiliência. Cimentos resinosos de ion6mero de vidro modificado por resina e ionômero de vidro convencional tem limite proporcional e resiliência ligeiramente mais altos do que os cimentos de policarboxilato e fosfato de zinco. A resistência maxima e resistência à fratura fazem um papel secundário na prevenção de micro-rachadura e deformação do cimento. (Platt, 1999) Módulo de elasticidade O módulo de elasticidade do cimento é importante na minimização dos estresses nas interfaces restauração-cimento e cimento-dentina. 0 valor intermediário para o módulo do material restaurador e para aquele da dentina seria preferível. Cimentos resinosos e cimentos de ionômero de vidro modificado por resina têm modo de elasticidade baixos quando comparados à dentina, o que faz deles materiais menos atrativos. (Platt,1999) Espessura de película Os cimentos resinosos indicados para a cimentação de restaurações indiretas alcançam uma espessura de película em torno de 13 a 20 micrômetros. (Pagani).

16 16 Alguns dos cimentos resinosos tendem a mostrar altos valores de espessura de película conforme a tabela: TABELA 1 - Demonstrativo dos principais cimentos resinosos usados para a cimentação de peps protéticas em Odontologia e espessura das películas. Tipo de cimento Resinoso Resinoso Dual Principais Produtos Espessura de película Comerciais/fabricante (II m) C & B, Bisco, Cement-It, Jeneric/Pentron, Comspan, Caulk, Panavia 21, J Morita, Variolink Ultra, Vivadent ABC Dual, Vigodent Bifix, Voco, Calibra, Dentsply, Cimento Dual, Vigodent, Cimento Resinoso, 3M Scotchbond Cimento Resinoso, Opal, 3M Compolute Aplicap, Espe, Dual Cement, Vivadent, Duo-Link, Bisco, Enforce TM, Dentsply, Fill Magic Dual, Vigodent, Insure, Cosmedent, Lute-It, Jeneric/Pentron, Nexus, Sybron Kerr, Panavia F, J. Morita, Variolink II, Vivadent, 2 Bond 2, Heraeus A espessura dos cimentos resinosos é considerada um fator critico para as restaurações cerâmicas. Quando possui aproximadamente 100 micrômetros, além da desadaptação da restauração à estrutura do dente, também dificulta a distribuição de tensões de forma homogênea sobre a restauração, tornando-a mais suscetível à fratura. Ainda, a maior espessura de película propicia a maior absorção de fluidos orais e contribui para a expansão do cimento. Como conseqüência, a interface material restaurador-estrutura dental fica mais suscetível ao desgaste e à pigmentação. Por outro lado, também existe um limite mínimo de espessura suficiente para conferir resistência necessária ao conjunto dente-material cimentante-restauração sob cargas oclusais de mastigação. 0 fato da reconstrução dental envolver materiais restauradores rígidos e friáveis corn diferentes módulos de Yong e

17 17 resiliências em relação aos tecidos dentais, contribui para a menor resistência A fratura do material restaurador quando a espessura de película do cimento resinoso não é suficiente para absorver as tensões provenientes dos esforços mastigatórios. (Góes, 1998). Foi verificada uma significante incidência de coroas desadaptadas cimentadas com um cimento resinoso, possivelmente devido A alta viscosidade da resina. (Garcia, 2002) Resistência ao desgaste 0 valor do desgaste do agente cimentante depende diretamente do desgaste do material utilizado para a confecção da restauração. Os cimentos exibiram menor desgaste, quando utilizados sob restaurações indiretas de resinas compostas e desgastes superior, quando associados à porcelana. Isto ocorre, porque as porcelanas são materiais friáveis, portanto, não absorvem forças mastigatórias e as transmitem para o material de cimentação. Testes de resistência ao desgaste mostram que os compósitos de microparticulas são mais resistentes A abrasão, devido a sua lisura superficial. Por outro lado, os cimentos resinosos de dupla polimerização compostos de microparticulas não resistem bem ao desgaste causado por contatos oclusais devido A perda de partículas pré-polimerizadas do material. Como usualmente a fenda do cimento é estreita e não submetida a forças oclusais primárias, a performance clinica dos cimentos duais é muito boa. Nos casos onde a fenda marginal é grande ou em que o paciente ocluird diretamente sobre ela, será prudente a escolha de um material com partículas de carga maiores. (Prakki, 2001) Absorção de Agua 0 cimentos de resina, especialmente os materiais com base em uretano, são suscetíveis absorção de água. (Rosenstiel, 1998).

18 Radiopacidade E desejável que os cimentos resinosos tenham valores de radiopacidade maiores do que a dentina e similares, ou maiores que o esmalte. Radiopacidade similar A. do esmalte: cimentos resinosos de dupla polimerização como Variolink, Geristore, Enforce e Nexus. Radiopacidade significativamente mais baixa que o esmalte e mais alta que a dentina: Duolink, Biomer, Panavia 21. Radiopacidade similar à dentina: Lute-it e Resinomer Radiopacidade significativamente mais alta que à do esmalte: cimentos quimicamente ativados Sealbond, Advance, Scotchbond, Cement-it, Dyract Cem. Radiopacidade significativamente mais baixa que a da dentina: C&B Metabond e Universal Post Cement. (Garcia, 2002). 1.5 Classificação dos cimentos resinosos quanto às propriedades estéticas Estabilidade da cor Os cimentos resinosos estéticos vêm ocupando uma posição de destaque, uma vez que estão disponíveis em diversas cores e pigmentos. (Garcia, 2002). 0 acelerador amina tercidria para a polimerização dupla pode causar a alteração da cor do agente de cimentação com o tempo. Portanto, muitos profissionais preferem os cimentos de resinas fotopolimerizáveis para a cimentação dos revestimentos de porcelana e outras restaurações estéticas, pois acredita-se que estes possuem uma cor mais estável. (Rosenstiel, 1998). Os cimentos resinosos apresentam uma série de vantagens e algumas limitações quando comparados aos cimentos odontológicos tradicionais.

19 2 VANTAGENS, DESVANTAGENS E INDICAÇÕES DOS CIMENTOS RESINOSOS 2.1 Vantagens - Os cimentos resinosos se unem quimicamente aos materiais restauradores de resina composta e à porcelana silanizada. (Arnold, 2000); - Os cimentos resinosos aumentam a resistência à fratura dos materiais cerâmicos que podem ser condicionados e silanizados. (Arnold, 2000). Observação: a unido química ao In-Ceram pode ser conseguida com o cimento Panavia, ao invés de retenções micromecânicas, as quais são rotineiramente usadas em outras cerâmicas. (McComb, 1996). alta resistência compressiva; resistência à tensão de fadiga. (McComb, 1996); elevada resistência à tração. (Garcia, 2002); praticamente insolúveis no meio bucal; Radiopacidade; - adesividade, pois possui a possibilidade de união ao dente (esmalte e dentina) e ao material restaurador, através do uso de sistema adesivo, tais como ligas metálicas, superficies cerâmicas e de resinas; estética superior devido as diferentes opções de cores. (Conceição); - Distribuição mais uniforme das forças aplicadas ao longo da interface dente/restauração, oferecendo, portanto, maior resistência à. fratura;

20 20 - Mais alto limite proporcional e resiliência. (Platt, 1999); - Dimensionalmente estável sem excessiva contração na polimerização ou subseqüente absorção de água com expansão imprevisível; - Baixa espessura de filme e viscosidade para assegurar a fácil manipulação clinica e completo assentamento da restauração. 2.2 Desvantagens - técnica de cimentação bastante critica; - dificil remoção de excessos comparativamente aos demais cimentos odontológicos; custo superior; contração de polimerização; possilibidade de infiltração marginal; possilibidade de sensibilidade pulpar; curto tempo de trabalho, com exceção dos cimentos fotopolimerizáveis. (Garcia, 2002; Conceição; Góes, 1998); 2.3 Indicações Os cimentos resinosos são indicados para a cimentacao de: - laminados de porcelana; veneers; inlays / onlays de cerâmica ou resina composta; - coroas de cerâmicas metal-free sem um núcleo opaco. (McComb, 1996); - próteses adesivas; - aparelhos ortodônticos;

21 21 retentores intraradiculares; coroas e próteses parciais fixas com ou sem metal; restaurações onde o problema de retenção é relevante. (Garcia, 2002).

22 3*PROPRIEDADES IDEAIS DOS AGENTES DE CIMENTAÇÃO as seguintes: Segundo Rosenstiel et al., (1998), as propriedades ideais dos agentes cimentantes são 3.1 Propriedades biológicas 3.1.1Biocompatibilidade Um agente de cimentação dentária ideal deve ser biocompativel, isto 6, precisa ter pouca interação com tecidos e fluidos corporais, não ser tóxico e ter baixo potencial alérgico. Atualmente os materiais disponíveis, em geral, demonstram boa performance biológica, embora alguns efeitos adversos sejam observados. Efeitos colaterais como a sensibilidade pós-tratamento ocorrem possivelmente devido A desidratação da dentina ou à contaminação bacteriana. A biocompatibilidade dos cimentos de resina está relacionada ao seu grau de conversão e As queixas de sensibilidade, que podem ser causadas pela polimerização incompleta da resina Inibição de cáries ou placas A cárie é uma das principais causas de falha das restaurações fundidas, por isso, o agente de cimentação ideal deve prevenir as cáries na interface dente/restauração. Um agente de cimentação dentária deve possuir além das propriedades anti-cariogenicas, propriedades

23 Li anti-microbianas, que combatem bactérias cariogenicas no dente preparado e reduzem o efeito de futuras colônias de placas nas margens da restauração. No entanto, os cimentos resinosos não dispõem dessa propriedade Microinfiltraeão Microinfiltração tem sido implicada como a causa primaria de patologia pulpar e sensibilidade. Infiltração marginal de fluidos orais fornecem caminho As bactérias para alcançar a dentina circum-pulpar e a polpa. Defeitos entre a restauração e o dente formam urn habitat favorável para as bactérias, as quais rapidamente se multiplicam preenchendo esses espaços. Pobres adaptações das restaurações e ingresso microbiano têm sido relacionados A patologia pulpar, portanto, é essencial que a infiltração seja minimizada. (White, 1993). Sistemas de resinas adesivas têm reduzida microinfiltração in-vitro e in-vivo. 3.2 Propriedades mecânicas Um agente de cimentação ideal tem propriedades mecânicas suficientes para resistir As forças funcionais no decorrer da vida da restauração. Além disso, resiste A degradação no ambiente oral e se adere A dentina subjacente. Tipicamente, propriedades como resistência, solubilidade e resistência adesiva são mensuradas in-vitro, por exemplo, de acordo com os protocolos de testes do Instituto Americano de Padrões Nacionais/Associação Odontológica Americana (ANSI/ADA) e são usados para estimar a qualidade e, portanto, a performance clinica Resistência e outras propriedades mecânicas

24 24 Para que uma restauração funcione satisfatoriamente, por muitos anos, o agente de cimentação deve ter resistência à fratura suficiente e também aos estresses cíclicos a longo prazo, provocados pela mastigação. 0 estresse compressivo tem sido usado como fator de prognóstico da performance clinica. Agentes de cimentação de resina como o C&B Metabond (Parke11 Products) exibem muita deformação plástica para serem testados desta forma. Contudo, foi demonstrada uma correlação entre a elevada resistência e o baixo desgaste marginal dos cimentos de resinas invitro. Os investigadores avaliaram outras propriedades mecânicas dos agentes de cimentação para caracterizar os materiais mais detalhadamente, a fim de uma previsão mais precisa de seu comportamento clinico. 0 trabalho incluiu a resistência flexural, resistência tênsil diametral, módulo de elasticidade, resistência a fraturas e testes de rigidez. Com relação a essas propriedades, os agentes de eimentação de resinas geralmente exibem valores mais elevados em comparação com os cimentos de resinas tradicionais Baixa solubilidade / degradação Um agente de cimentação ideal é impermeável aos fluidos orais, já que estão expostos a uma diversidade de ácidos, e tanto o ph quanto a temperatura da boca estão sujeitos as continuas flutuações e, ainda, resistem à dissolução no decorrer da vida da restauração. A solubilidade e degradação de cimentos têm sido uma preocupação primária para os dentistas, porque um espaço vazio pode resultar entre a superficie dos dentes e a restauração, o qual aumenta o risco de cárie dental e patologia pulpar. Quando a microdureza é usada para indicar a habilidade de um cimento resinoso resistir à degradação em um ambiente aquoso, uma resina de cura dual de baixa viscosidade exibe uma performance relativamente pobre comparada a uma resina de mais alta viscosidade.

25 .".1'1""'"'I'`'.. N11. mmr e C is4boorillt 25 Portanto, quanto maior a area de superfície do cimento exposta, maior será a degradação esperada Módulo de elasticidade Idealmente, módulo de elasticidade das restaurações e agentes de cimentação deveriam ser iguais ao da estrutura dentária. Assim, quando o dente restaurado é submetido ao estresse, a restauração, o agente de cimentação e a estrutura dentária sofrem a mesma quantidade de tensão, evitando alguma tendência de separação da restauração em relação ao dente Deformação plástica Agentes de cimentação deveriam resistir A. tendência de fluir sob pesada carga oclusal. Deformação plástica ou permanente resultará em perda de adaptação do agente de cimentação em relação ao dente ou restauração, a qual poderia resultar em formação de fendas, infiltração e perda de retenção. 0 efeito deletério da deformação plástica torna-se mais significante com maior espessura de filme do agente cimentante, pobre adaptação das restaurações, pobre retenção e forma de resistência e cargas oclusais maiores Absorção de Agua A absorção de água irá afetar adversamente as propriedades mecânicas da resina, embora a expansão resultante seja benéfica, pois contrapõe a contração de polimerização.os cimentos de resina, especialmente os materiais com base em uretano, são susceptíveis absorção de água.

26 Adesão Quando se usa um agente de cimentação não adesivo tradicional como o fosfato de zinco, a retenção é dependente da forma geométrica da preparação do dente, a qual limita as vias de deslocamento da restauração fundida. Na prática, raramente obtém-se uma convergência da parede axial adequada, e a falta de retenção é uma causa comum de falha das próteses fixas. Portanto, um agente de cimentação adesivo confidvel deve melhorar o tratamento de prótese fixa. Cimentos resinosos usados com agentes de união à dentina, por aderirem ao substrato dentário e as restaurações, promovem diminuição da microinfiltração e aumentam a retenção. A adesão a ligas, contendo ouro pode ser aumentada pela cobertura por estanho ou usando primers metálicos. Existem evidências de que o uso de uma resina adesiva em coroas totalmente cerâmicas melhora essas restaurações por incrementar sua resistência fratura. 0 mecanismo de fortalecimento não é conhecido, mas possivelmente é devido em parte à prevenção da propagação das fraturas da superficie interna pela resina adesiva Baixos estresses de presa do material Os agentes de cimentação de resina contraem, durante a presa, o que causa estresses indesejáveis no material. Podem ocorrer fendas de contração na interface dentina / cimento que variam de 1,6 a 7,1 micrômetros. Em alguma extensão esses estresses são compensados pela expansão devido A. absorção de água. Os estresses de presas no cimento de resinas são reduzidos, quando são usadas formulações ativadas quimicamente, ao invés de curadas com luz. Se os estresses são maiores que as resistências adesivas ou coesivas do agente de cimentação, ocorrerá falha.

27 Resistência ao desgaste 0 desgaste do agente cimentante é uma preocupação intimamente associada A. solubilidade e à degradação. Esses problemas são raramente significativos nas próteses fixas tradicionais. Nos inlays cerâmicos ou de compósitos existe uma preocupação, particularmente com amplas fendas dentes/restauração, embora uma investigação clinica de inlays CAD-CAM observou desgaste pouco significativo do cimento após quatro anos. Estes autores afirmaram que o desgaste do agente de cimentação foi autolimitante devido ao desgaste simultâneo da margem do esmalte. 0 desgaste está, então, mais associado com as margens oclusais de inlays do que com as margens extra-coronais. 3.3 Propriedades estéticas As propriedades estéticas dos agentes de cimentação são de considerável significância com o uso crescente de restaurações cerâmicas transluscentes, especialmente em restaurações anteriores. 0 conjunto de cimentos de resina com acessórios, matizes e múltiplas tonalidades são confeccionados para restaurações cerâmicas anteriores e permitem a correção de tonalidade. As pastas de testes solúveis em água são recomendadas e devem ser precisamente equivalentes à tonalidade do cimento. Contudo, a cor da pasta de teste pode diferir significativamente do cimento. Caso o fabricante não forneça uma pasta de teste precisa, o material de cimentação pode ser usado, mas deve-se evitar a polimerizaedo prematura. Por outro lado, as restaurações posteriores, nas quais as demandas estéticas não são grandes, normalmente são cimentadas com uma tonalidade universal. Essas tonalidades são tipicamente de cor clara e têm boa transluseência.

28 Estabilidade da cor 0 efeito de alteração de cor do cimento com o decorrer do tempo deve ser considerado. 0 acelerador amina necessário para a dupla polimerizaçâo pode causar a alteração da cor do agente de cimentação com o tempo. Portanto, muitos profissionais preferem o cimento de resina fotopolimerizáveis para a cimentação dos revestimentos de porcelana e outras restaurações estéticas, pois acredita-se que estes têm uma cor mais estável Radiopacidade Um agente de cimentação ideal deve ser radiopaco para permitir que o profissional faça distinção entre a linha do cimento e as cáries recorrentes, bem como a detecção dos excessos de cimento. É importante que os agentes de cimentação tenham maior radiopacidade do que a dentina. Desta forma, podem ser evitados problemas de interpretação sob a presença de cáries secundárias ou fendas próximas à restauração. A radiopacidade do agente cimentante para inlays cerâmicos deve ser a maior possível, a fim de se detectar excessos marginais. 3.4 Propriedades de trabalho Espessura de películas e viscosidade A espessura de película do agente de cimentação pode afetar diretamente o sucesso clinico a longo prazo. Os clínicos devem estar cientes de que o tipo de agente de cimentação selecionado pode afetar diretamente a espessura de película. As especificações da ADA para espessura de filmes recomendam espessuras menores que 25 micrômetros para prótese de precisão e menores que 40 micrômetros para outras finalidades. Diferentes cimentos podem exigir espaçamentos diferenciados para um assentamento ótimo. A elevação resultante da

29 29 coroa pode ser causada, pela viscosidade do cimento, a qual é uma propriedade tempo/dependente e que aumenta com a elevação da temperatura. Os cimentos de resina demonstraram resultar em uma incidência significativamente alta de restaurações inclinadas, revelando uma espessura desigual do cimento em relação ao cimentos tradicionais, presumivelmente, devido à elevada viscosidade da resina. A significância clinica é que, embora um cimento de resina possa ser selecionado devido As suas propriedades mecânicas e adesivas vantajosas, sua manipulação pode impor um maior risco de assentamento incompleto da restauração. Com o aumento na espessura da película, há uma redução na resistência adesiva dos cimentos As ligas fundidas. Os cimentos de resina adesivos podem ser afetados neste aspecto em maior proporção, e as espessuras de película são influenciadas por variáveis de manipulação, tais como a temperatura de mistura e proporcionamento. Em contraste, os agentes de cimentação de resina de dupla cura exibem maiores espessuras de película quando misturados em baixas temperaturas. Segundo Dietschi (1998), a contração de polimerização está diretamente relacionada As camadas de resina na cimentação. Portanto, uma espessura grande de cimento resinoso promoverá maior estresse de polimerizaçâ'o e poderá proporcionar uma movimentação da peça durante a cimentação. 0 ideal clinico é que as restaurações tenham uma boa adaptação sem retenção Tempo de trabalho e de presa Além da espessura do filme, o tempo de presa dos agentes de cimentação é influenciado pela temperatura. Normalmente esses valores são inversamente proporcionais para os agentes cimentantes, isto 6, quanto mais elevada a temperatura, menor é o tempo de trabalho e de presa, especialmente para os cimentos resinosos de dupla cura, entretanto, devemos lembrar que cada tipo de agente cimentante apresenta seu tempo de trabalho e seu

30 30 tempo e de presa característicos, podendo eventualmente serem realizados procedimentos que acelerem ou retardem o tempo de trabalho de presa. Para os agentes de cimentação de resina, a ampliação do tempo de trabalho não afeta adversamente a espessura de película, 0 tempo de trabalho dos agentes de cimentação compostos de resina de dupla cura é significativamente reduzido com o uso do adesivo de dupla cura. Segundo White et al. (1993), é necessário adequado tempo de trabalho para um agente de cimentação fluir e alcançar sua espessura de película minima, permitindo completo assentamento antes do material tomar presa.

31 4 MANIPULAÇÃO As instruções dos fabricantes devem ser seguidas exatamente. Os tempos de mistura, proporcionamentos, etc. devem ser usados, pois proporcionamentos diferentes, provavelmente, irão alterar as propriedades e, consequentemente, o desempenho clinico dos materiais. Os novos materiais tendem a ser mais sensíveis A técnica e os seus usos podem introduzir etapas adicionais que poderiam ampliar a distância entre a sua performance sob condições ideais e a sua performance na prática diária. Como exemplo, a manipulação mais critica de novos materiais de cimentação resinosos têm levado a problemas relacionados infiltração marginal e A sensibilidade da polpa.

32 5 REMOÇÃO DA "SMEAR LAYER" 0 tratamento da Smear Layer ou lama dentindria, antes da cimentação, pode ser importante para o sucesso clinico. Pois forma uma espessura de Smear Layer de 1 a 2 micrometros durante a preparação do dente. Ocorre, usualmente, uma extensão dessa smear layer (plugs) de 1 a 2 micrômetros para dentro dos taulos dentindrios, mas ocasionalmente penetram além de 10 micrômetros. A smear layer reduz a permeabilidade da dentina e limita a resistência dos agentes de união A dentina, devido As forças de coesão relativamente baixas que mantêm a smear layer junto à dentina. Sua remoção resulta em maior resistência adesiva dos adesivos dentindrios, idealmente permanecendo os "plugs" da smear layer para reduzir a permeabilidade da dentina e a sensibilidade. Contudo, ao usar um adesivo de dentina que necessita da presença de cálcio (sistemas adesivos autocondicionantes), a remoção da smear layer é indesejável. Assim, quando a smear layer foi removida, como depois de extensivo contato com condicionadores tais como, agentes hemostáticos, agentes de unido alternativos que se aderem ao coldgeno da dentina são preferíveis em relação aos tipos convencionais que se aderem na presença de cálcio. 0 esmalte também adquire uma camada fragmentada durante o corte, a qual freqüentemente é removida através do condicionamento ácido antes da aplicação do adesivo. A remoção da camada fragmentada do esmalte pode melhorar a resistência à infiltração das restaurações. E o sucesso das realizações de restaurações indiretas está indiretamente relacionadas ao desenvolvimento de agentes resinosos hidrofilicos, sendo portanto, compatível com a umidade superficial da dentina e da aplicação de soluções ácidas para a remoção da smear layer, formando assim a camada híbrida.

33 Universitária 0.40). JO- 33 Segundo Prakki et al. (2001), o esmalte é composto em 97% por mineral e em apenas 3% por matéria orgância e água, portanto, trata-se de um substrato extremamente homogêneo. A criação de microporosidades, em sua estrutura, através de um condicionamento ácido efetivo, é a chave para a obtenção de uma importante adesão. Já, diferente do esmalte, a dentina é composta em 70% por mineral, 18%, por matéria orgânica e 12% de água, dispostos em dibulos que abrigam os prolongamentos citoplasmáticos dos odontoblastos e fluido tissular pulpar. Trata-se de uma estrutura fisiologicamente dinâmica, vitalizada e com uma morfologia extremamente complexa. Por esses motivos, a qualidade da adesão obtida nesse substrato é inferior, quando comparada à do esmalte, e muitos fatores podem influenciar nesta adesão.

34 6 TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE DAS RESTAURAÇÕES Antes da cimentação definitiva das restaurações com os cimentos resinosos, é preciso realizar alguns procedimentos que melhorem a qualidade da união na interface material restaurador-estrutura dental, para que se promova efetivamente uma retenção micromecânica entre essas estruturas. Dessa forma, existe a necessidade de criação de uma superficie rugosa através de tratamentos de superficie que serão diferentes para cada substrato, como apresentados a seguir: Restauração Metálica: a retenção pode ser obtida através do condicionamento eletroquimico, químico ou jateamento com óxidos de alumínio, cuja granulação deve ser em média 50 micrômetros. Unido mecânica a ligas de metal nobre têm sido alcançada pelo revestimento com estanho dessa liga. (Platt et al.,1999). Restaurações de Porcelana: a aplicação de ácido fluoridrico a 10%, durante dois a quatro minutos, aumenta a rugosidade da região interna da restauração cerâmica pela remoção da fase cristalina e/ou vitrea. 0 tratamento da superficie condicionada da cerâmica com silano, que é uma substância monomérica, pode formar ligações químicas entre a porcelana e o cimento resinoso e, dessa forma, aumentar a resistência de união na interface. Alguns cuidados com a solução de silano devem ser tomados: 1 a solução do silano deve ser nova 2 cuidados com a exposição do silano à umidade

35 35 3 na solução de silano contaminada, os radicais reagem entre si, e o silano perde a capacidade de formar ligações químicas com a superficie da porcelana. Portanto, essa solução deverá sempre apresentar-se na forma translúcida e nunca com cor leitosa, caso contrário. deverá ser descartada. Restaurações com Polímero de Vidro (Poly Glass): é um sistema restaurador indireto originário da combinação de partículas vítreas de silicato de bário e silica coloidal distribuídas, homogeneamente, em uma matriz orgânica, contendo monõmeros multifuncionais, denominado polímero de vidro. São necessários para esse material o jateameto com óxido de alumínio, limpeza e aplicação de cimento resinoso de reação dupla. (Góes, 1998).

36 7 SELEÇÃO DOS MATERIAIS Segundo Conceição, a seleção de material e técnica deve basear-se em três aspectos cruciais: a) Tipo de material restaurador empregado: de modo geral, as restaurações metálicas, as metalocerdmicas ou de porcelanas aluminizadas devem ser fixadas com cimentos resinosos quimicamente ativados em função da impossibilidade de a luz atingir o cimento resinoso. b) Tipo de restauração executada: os laminados de porcelana devem preferencialmente ser fixados com cimento resinoso fotopolimerizável devido a maior estabilidade de cor apresentada por esse tipo de material, comparativamente aos demais cimentos resinosos. Além disso, apresentam várias cores que podem auxiliar no resultado estético final do laminado e permitem tempo indeterminado para assentar a restauração e remover excessos do cimento. Os cimentos resinosos duais, apesar de poderem ser utilizados em todas as cimentações adesivas, devem preferencialmente ser usados para fixar as restaurações de porcelana sem opaco. Eles foram desenvolvidos para serem utilizados sob restaurações estéticas, pois esses materiais restauradores permitem a passagem de luz que irá iniciar a polimerização, cabendo à reação química a função de complementar a reação em regiões profundas onde a luz não é capaz de alcançar. (Prakki et al., 2001). Por sua vez, os cimentos resinosos quimicamente ativados devem ser empregados em restaurações que não possibilitam a ação da luz fotopolimerizadora, como já mencionado anteriormente.

37 37 Os cimentos resinosos duais apresentam urn tempo de trabalho médio em torno de quatro a cinco minutos. c) Adaptação da restauração ao dente preparado: restaurações metálicas, em especial as confeccionadas com ligas de ouro, apresentam uma adaptação marginal superior (40 a 50 micrometros), comparativamente às restaurações em porcelanas (120 micrômetros), por exemplo. Conseqüentemente, o dentista deve estar atento quanto à espessura de película inferior a 20 micrômetros, entretanto, outras marcas apresentam valores ao redor de 100 mirocrõmetros. Especialmente, se a restauração a ser fixada for metálica, o profissional deve optar por um cimento resinoso que forme uma espessura de película bastante fina para não prejudicar a adaptação da restauração ao dente. Contudo, se a restauração for em porcelana, esse aspecto não é tão critico, visto que as fendas dessas restaurações são em média superiores a 120 micrômetros. Porém, apesar da "tentação" que eventualmente os profissionais podem ter em "complementar" ou "selar" restaurações estéticas indiretas mal-adaptadas com o cimento resinoso, isso deve ser evitado. Caso haja uma exposição acentuada do cimento resinoso em função de apresentar uma espessura de película exagerada, pode ocorrer urn desgaste deste material, além de um manchamento do cimento resinoso na interface dente/restauração, prejudicando significativamente o resultado estético da restauração. Segundo McComb et al., (1996), como indicações para cimentos resinosos autopolimerizáveis temos ainda: cimentação de pontes unidas através de ataque ácido total; quando a resistência é requerida para coroas totais de porcelana / totalmente cerâmica ; coroas convencionais, pinos e pontes fixas com pouca retenção; recimentação de restaurações antigas com pouca precisão e retenção.

38 8 SENSIBILIDADE PÓS-OPERATÓRIA Segundo Rosenstiel et al, (1998), no nível histológico, os agentes de cimentação parecem causar pouca resposta pulpar, particularmente, se a espessura de dentina remanescente exceder 1 mm. Efeitos colaterais como a sensibilidade pós-operatória, que foi descrita como uma falta de biocompatibilidade, ocorre possivelmente devido à desidratação da dentina ou A. contaminação bacteriana. A biocompatibilidade dos cimentos de resina está relacionada ao seu grau de conversão, e as queixas de sensibilidade podem ser causadas pela polimerização incompleta da resina. Observou-se que a polimerização dos agentes de cimentação ativados por luz não pode ser realizada adequadamente através de uma restauração pré-fabricada de resina com uma espessura maior que 2mm, com exposição à luz de 90 segundos ou inferior, de forma que um produto autopolimerizavel ou de dupla polimerização deve ser escolhido. (Rosenstiel et al., 1998). Estudos clínicos de restaurações de porcelana cimentadas com materiais resinosos indicam uma incidência de sensibilidade pósoperatória, variando de 14 a 30%. A excessiva pressão na adaptação de uma restauração gera uma pressão hidráulica no dente, podendo causar reações pulpares e, conseqüentemente, sensibilidade pós-operatória. A configuração cavitaria também exerce forte influência sobre a contração de polimerização, uma vez que um maior relaxamento desse estresse acontece quando o número de faces livres da restauração é superior ao de faces aderidas, fator C baixo. Dessa forma, a situação clinica de procedimento de cimentação é caracterizada por possuir alto fator C, e a dimensão das fendas

39 39 marginais, nesses casos, atinge a proporção equivalente à espessura da linha de cimento multiplicada pelo volume da contração de polimerização. Se o cimento dual não sofrer a fotopolimerização (em caso de restaurações metálicas). poderá ocorrer uma grande reação inflamatória, uma vez que a reação química unicamente não será capaz de compensar a reação iniciada pela luz visível, levando a uma subpolimerização do material. (Prakki et al, 2001). absolutamente contra-indicado o uso de cimentos resinosos sem procedimentos de adesão ao dente, porque eles não têm propriedades terapêuticas por si, e sua inerente contração de polimerização poderia causar significante infiltração marginal e sensibilidade pós-operatória. (McComb el al, 1996). Esse agente de unido previne que substâncias químicas, potencialmente irritantes do cimento, penetrem nos tiibulos dentindrios em direção poupa dental. (Christensen, 2000). Frente a esse problema em potencial, existem várias maneiras de se prevenir a sensibilidade, como descreveremos a seguir: Formação da Camada Híbrida para proteger o complexo dentina / polpa: 0 condicionamento ácido da dentina promove a remoção da smear layer ou lama dentindria, a desmineralização da dentina subjacente e abertura da luz dos tilbulos dentindrios. Essa desmineralização expõe fibras coldgenas intra e inter-tubulares pela remoção da hidroxiapatita, a qual é substituída por água que aflora da poupa por pressão Osmótica e mantém essas fibras em posição para a penetração do sistema adesivo. Nessa fase, portanto, a dentina não poderá ficar desidratada, pois as fibras coldgenas poderão colapsar, não permitindo assim a correta penetração deste sistema. 0 sistema adesivo é hidrófilo e contém primer, que é o agente que se mistura à Agua, atingindo assim, a dentina subjacente não condicionada e leva consigo o agente adesivo. 0 primer deve ser aplicado em várias camadas e ser gentilmente secado com jatos de ar para remover algum remanescente de solvente orgânico contido em sua composição.

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