CAP. 10 DIFERENTES MODELOS DE PEQUENOS GRUPOS

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1 CAP. 10 DIFERENTES MODELOS DE PEQUENOS GRUPOS

2 INTRODUÇÃO Vivemos em um mundo de constantes mudanças e, portanto, é importante saber que na evangelização se deve fazer adaptações permanentes, entre as quais incluem os pequenos grupos.

3 A GLOBALIZAÇÃO E O PROTÓTIPO Uma das características do mundo atual que se deve levar em conta na hora de realizar as adaptações é a globalização (interdependências na sociedade).

4 PROTÓTIPO DO PEQUENO GRUPO

5 PROTÓTIPO DO PEQUENO GRUPO A igreja necessita de um modelo de pequeno grupo com base na globalização; ou seja, necessitamos que o modelo principal do pequeno grupo, ou protótipo, seja integrador, relacional e globalizador.

6 O QUE É UM PEQUENO GRUPO INTEGRAL? Grupo entre 3 e 15 pessoas reunidas em um tempo específico com o propósito comum de experimentar uma transformação espiritual, desenvolver dons espirituais, crescer na comunhão com Cristo e uns com os outros, e assim também levar outros a aceitar Jesus como seu Salvador Emilio Abadla

7 CARACTERÍSTICAS DO PEQUENO GRUPO IDEAL 1. Fundamentado nos princípios bíblicos. 2. Propósito bem específico. 3. Integrado a uma rede. 4. Deve integrar todas as gerações: Crianças, jovens e adultos. 5. Deve ser relacional.

8 PROTÓTIPO DE PG E OUTROS MODELOS Além do protótipo do pequeno grupo, necessitamos também o apoio de outros modelos de pequenos grupos que complementem a tarefa do protótipo do pequeno grupo e atenda às necessidades específicas atuais.

9 POR QUE MODELOS DIFERENTES DE PEQUENOS GRUPOS? Deve-se reconhecer que nas igrejas sempre há grupos de pessoas que não se ajustarão, por diversos motivos, ao plano geral dos pequenos grupos que se pretende aplicar na igreja local, na associação, na união ou na divisão.

10 Ellen White disse: Há necessidade de homens que orem a Deus pedindo sabedoria e que, sob a orientação divina, possam pôr nova vida nos antigos métodos de trabalho e inventem novos planos e métodos modernos de despertar o interesse dos membros da igreja, alcançando os homens e as mulheres do mundo. (Evangelismo, p. 81,82)

11 Deus nos convida a usar a imaginação para melhorar, atualizar ou adaptar os planos evangélicos. Isso inclui os pequenos grupos com o objetivo de despertar o interesse de todos os membros da igreja. Se o estilo atual que você estiver utilizando não satisfaz esse objetivo, a metodologia deve ser substituída, visto que será difícil alcançar a todos com um único estilo de Pequeno Grupo

12 Não deve haver regras fixas; nossa obra é progressiva, e deve haver oportunidade para os métodos serem melhorados. (Evangelismo, p. 81)

13 REGRAS VS PRINCÍPIOS Regras: São criadas por uma pessoa ou grupo que acredita que deva seguir determinados passos para alcançar certos objetivos. Essas regras podem ser modificadas de acordo com as alterações naturais percebidas no processo de se alcançar um objetivo. Princípios: São os fundamentos que sustentam uma verdade.

14 Podemos cometer muitos erros quando pensamos que determinado estilo de pequeno grupo é o único que pode ser implementado e o vemos como um princípio. O estilo do pequeno grupo utilizado não é um princípio, apenas uma regra e, assim sendo, o estilo pode ser modificado. Não obstante, o princípio é aceitar os pequenos grupos como um estilo de vida e isso não deve ser modificado.

15 OUTROS ESTILOS DE GRUPOS PEQUENOS: Grupos de estudo da Bíblia. Grupos homogêneos. Grupos de oração. Grupos de companheirismo. Grupos missionários. Grupos da Escola Sabatina. Clube de Desbravadores, etc.

16 CONCLUSÃO Podemos desenvolver tantos estilos de pequenos grupos quanto às necessidades da igreja local. Mas não se trata de criar pequenos grupos como um fim em si mesmos, mas atender às necessidades e em seguida transformá-los em pequenos grupos centrados e orientados na missão e visão da igreja.

3. FALAR SOBRE A VOCAÇÃO

3. FALAR SOBRE A VOCAÇÃO 1 CATEQUESE VOCACIONAL 1. ACOLHIMENTO 2. ORAÇÃO INICIAL: A catequese deve iniciar sempre com uma oração conjunta: Todos de pé rezamos pedindo ao Senhor que continue a chamar jovens para a vida sacerdotal

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