istockphoto/m. Boncina A Europa da livre circulação: o espaço Schengen Assuntos Internos

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1 istockphoto/m. Boncina A Europa da livre circulação: o espaço Schengen Assuntos Internos 1

2 Espaço Schengen em 19 de dezembro de 2011 Estados-Membros da União Europeia pertencentes ao espaço Schengen Estados-Membros da União Europeia não pertencentes IS ao espaço Schengen Países terceiros pertencentes ao espaço Schengen AT BE BG CH CY CZ DE DK EE EL ES FI FR HU IE IS IT LI LT LU LV MT NL NO PL PT RO SE SI SK UK Áustria Bélgica Bulgária Suíça Chipre República Checa Alemanha Dinamarca Estónia Grécia Espanha Finlândia França Hungria Irlanda Islândia Itália Listenstaine Lituânia Luxemburgo Letónia Malta Países Baixos PT Noruega Polónia Portugal Roménia Suécia Eslovénia Eslováquia Reino Unido ES IE UK FR NL BE LU CH LI NO DK DE IT SE CZ AT SI MT PL SK HU FI EE LV LT RO BG EL MADEIRA (PT) AÇORES (PT) CANARIAS (ES) CY

3 Em 1985 iniciou-se a supressão dos controlos nas fronteiras internas em toda a União Europeia. O Acordo de Schengen veio possibilitar a mais de 400 milhões de europeus viajar sem passaporte. Com apenas cinco membros iniciais, o espaço Schengen engloba hoje 26 países. Os cidadãos do espaço Schengen fazem anualmente mais de milhões de viagens turísticas, podendo visitar os seus amigos e familiares por toda a Europa sem se deparar com entraves burocráticos nas fronteiras internas. Quanto à economia da União Europeia, a livre circulação é fulcral para o êxito do mercado único e um fator determinante do crescimento europeu. A criação do espaço Schengen é um dos resultados mais palpáveis, mais populares e com maior êxito da União Europeia, uma conquista que devemos proteger e, se possível, melhorar. A Comissão Europeia procura atualmente consolidar as regras de Schengen, a fim de tornar mais sólida esta cooperação. Para que Schengen possa funcionar adequadamente, os Estados-Membros da União Europeia devem dar provas de confiança mútua. Estou firmemente empenhada em proteger essa confiança recíproca, utilizando todos os instrumentos ao nosso dispor para garantir a livre circulação de que todos queremos desfrutar. Boas viagens! Cecilia Malmström, comissária para os Assuntos Internos Siga-me no istockphoto/c.g. Colombo 3

4 4 istockphoto/s. Vasic

5 O espaço Schengen garante a liberdade de circulação num território que engloba 26 países, com mais de 400 milhões de cidadãos. Um espaço sem fronteiras internas Atualmente, o espaço Schengen abrange 26 países europeus (22 dos quais são Estados-Membros da União Europeia): Bélgica, República Checa, Dinamarca, Alemanha, Estónia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Hungria, Malta, Países Baixos, Áustria, Polónia, Portugal, Eslováquia, Eslovénia, Finlândia e Suécia, assim como a Islândia, o Listenstaine, a Noruega e a Suíça. Fazer parte do espaço sem controlos nas fronteiras internas significa que estes países: deixam de efetuar controlos nas suas fronteiras internas (ou seja, as fronteiras entre dois estados Schengen); intensificam os controlos nas suas fronteiras externas (ou seja, as fronteiras com países que não façam parte do espaço Schengen), satisfazendo critérios claramente definidos. Consequentemente, tanto os cidadãos da União Europeia como os nacionais de países terceiros podem circular livremente dentro do espaço Schengen. Nas fronteiras internas as pessoas não podem ser sujeitas a controlos fronteiriços; os Estados-Membros da União Europeia devem eliminar todos os obstáculos ao fluxo de tráfego rodoviário, nomeadamente os limites de velocidade desnecessários; podem ser efetuados controlos policiais, mas apenas com base em informações policiais sobre eventuais ameaças à segurança pública e para combater o crime transnacional; podem ser efetuados controlos de segurança nos portos e aeroportos, mas apenas para verificar a identidade da pessoa; caso uma pessoa considere que foi sujeita a um controlo ilegal, pode apresentar uma denúncia à Comissão Europeia: ec.europa.eu/eu_law/your_rights/your_rights_forms_pt.htm 5

6 istockphoto/ooyoo Embora não façam parte de Schengen, o Reino Unido e a Irlanda participam em alguns aspetos da cooperação Schengen, designadamente a cooperação policial e judiciária e o Sistema de Informação de Schengen. Isto significa que um voo entre Paris e Berlim é considerado O que é preciso para um país poder aderir ao espaço Schengen? Para aderir ao espaço Schengen, os países têm de preencher uma série de requisitos prévios, designadamente: assumir a responsabilidade pelo controlo das fronteiras externas do espaço Schengen em nome dos outros países membros, assim como pela emissão de vistos uniformes de curta duração (vistos Schengen); cooperar eficazmente com os outros países Schengen, no sentido de manter um elevado nível de segurança após a supressão dos controlos nas fronteiras internas; aplicar o conjunto de regras de Schengen, nomeadamente as normas em matéria de controlos nas fronteiras terrestres, marítimas e aéreas, de emissão de vistos, de cooperação policial e de proteção dos dados pessoais; ligar-se e utilizar o Sistema de Informação de Schengen. Os países candidatos são sujeitos a uma avaliação destinada a garantir que aplicam corretamente o acervo de Schengen. um voo doméstico (não sujeito a quaisquer controlos fronteiriços), enquanto um voo entre Paris e Londres ou Dublim está sujeito a esse tipo de controlos. O espaço Schengen foi criado pelo Acordo de Schengen de 1985, que estabeleceu a supressão gradual dos controlos nas fronteiras comuns. O acordo foi complementado, em 1990, pela Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen, que estabeleceu os termos da supressão definitiva do controlo nas fronteiras internas, bem como uma série de medidas complementares necessárias. Esta Convenção contribuiu, nomeadamente, para reforçar o controlo nas fronteiras externas, definir procedimentos uniformes para a emissão de vistos, criar o Sistema de Informação de Schengen, reforçar a cooperação policial nas fronteiras internas e tomar medidas contra o tráfico de estupefacientes. J Weyrich - Archives Luxemburger Wort 6

7 Um espaço seguro Para garantir a segurança dentro do espaço sem fronteiras, os países Schengen têm de reforçar a cooperação policial, em especial através do direito de perseguição e de vigilância transnacional, bem como do Sistema de Informação de Schengen. A «perseguição transnacional» permite aos agentes da polícia de um país Schengen, que descubram um criminoso em flagrante delito a cometer uma infração grave, persegui-lo através da fronteira e detê-lo no território de outro país Schengen. Corolário da perseguição, a «vigilância transnacional» permite aos agentes da polícia continuarem, através das fronteiras internas do espaço Schengen, a vigilância de pessoas suspeitas de terem cometido uma infração grave. As regras de Schengen autorizam ainda as autoridades nacionais a reintroduzirem, a título excecional e temporário, os controlos nas fronteiras internas em caso de ameaça grave à sua segurança. Desde o início de 2012, encontra-se em curso um debate sobre a reforma do sistema, a fim de prevenir eventuais pontos fracos na gestão da fronteira externa da União e decidir, coletivamente, a nível da União Europeia, em que casos podem ser reintroduzidos controlos nas fronteiras internas. O que é o Sistema de Informação de Schengen (SIS e SIS II)? O Sistema de Informação de Schengen (SIS) está no cerne da cooperação Schengen e permite às autoridades nacionais responsáveis pelo controlo das fronteiras, assim como às autoridades aduaneiras e policiais responsáveis pelos controlos efetuados dentro do espaço Schengen, fazer circular alertas sobre pessoas procuradas ou desaparecidas ou ainda sobre veículos ou documentos furtados. O SIS compensa, assim, a supressão dos controlos nas fronteiras internas, permitindo a livre circulação de pessoas dentro do espaço Schengen. Está atualmente a ser desenvolvido um Sistema de Informação de Schengen de segunda geração (SIS II), que irá substituir o SIS. Esse sistema beneficiará dos últimos desenvolvimentos em matéria de tecnologias da informação, disponibilizando novas funções, como a possibilidade de armazenar fotografias e identificadores biométricos, nomeadamente impressões digitais. 7

8 O espaço Schengen tem quilómetros de fronteiras marítimas e quilómetros de fronteiras terrestres. istockphoto/r. Razvan Um espaço com uma fronteira externa comum Os nacionais de certos países terceiros precisam de visto para poderem atravessar a fronteira externa do espaço Nas fronteiras externas os cidadãos da União Europeia e os membros das respetivas famílias são sujeitos a um mínimo de controlos para verificar a sua identidade com base nos documentos de viagem; os nacionais de países terceiros têm de apresentar um documento de viagem e um visto válidos, se necessário, assim como documentos que justifiquem o objetivo da estada e comprovem que dispõem dos meios de subsistência necessários. Schengen e entrar no território de um país Schengen. As regras de Schengen preveem procedimentos e condições comuns para a emissão de vistos Schengen, que são válidos em todo o espaço Schengen. Esses vistos permitem uma estada de três meses no território dos países Schengen durante um período consecutivo de seis meses. As regras de Schengen preveem igualmente um regime local para o pequeno tráfego fronteiriço, facilitando a passagem das fronteiras externas da União Europeia pelos nacionais de países terceiros que residam em zonas fronteiriças. Os Estados-Membros da União Europeia podem assim celebrar acordos com países vizinhos que não sejam membros da União, permitindo aos residentes na zona de fronteira que tenham de atravessar a fronteira externa com frequência fazê-lo sem ser sujeitos a controlos ou sem precisarem de um visto Schengen. 8

9 Quais as consequências para os viajantes? Os cidadãos europeus fazem anualmente mais de 1,25 mil milhões de viagens turísticas dentro do espaço Schengen. O que sucede quando se trata de nacionais dos países da União Europeia? A Francesca é uma estudante italiana que gostaria de visitar a Suécia com os amigos. Embora já tenha adquirido o bilhete de InterRail não sabe ainda quais os documentos de viagem necessários ou se é preciso cumprir determinadas formalidades legais específicas. Enquanto cidadã da União Europeia, a Francesca tem o direito de entrar em qualquer Estado-Membro da União mediante a apresentação de um passaporte ou bilhete de identidade válido, mas não precisa de fazê-lo quando se desloca dentro do espaço Schengen. Todavia, deve levar com ela um bilhete de identidade ou passaporte válido, pois as autoridades podem exigir que prove a sua identidade. O Peter é austríaco. Gostaria de ir à Noruega, mas não sabe se na Noruega se aplicam as mesmas regras em matéria de vistos e de passaportes vigentes nos Estados- -Membros da União Europeia. Embora não faça parte da União Europeia, a Noruega é membro do espaço económico europeu e do espaço Schengen. Por conseguinte, Peter só precisa de ter um bilhete de identidade ou passaporte válido, para poder provar a sua identidade, caso tal lhe seja solicitado. istockphoto/y. Arcurs istockphoto/e: Elmest A Danuta é polaca e trabalha em Bruxelas. Dentro de um mês, tem de participar numa reunião de trabalho em Varsóvia, a sua cidade natal, onde vivem os pais. Danuta quer levar a filha Eva a passar algum tempo com istockphoto/l. Turay os avós. Enquanto cidadãs da União Europeia, têm o direito de viajar para qualquer lugar na União Europeia e no espaço Schengen. Este direito não depende das circunstâncias, quer viajem por motivos profissionais, quer privados. A Danuta só deve certificar-se de que ambas possuem passaporte ou bilhete de identidade. O Angel é espanhol. Vai à Bulgária todos os meses visitar a namorada. Embora a Bulgária faça parte da União Europeia ainda não faz parte do espaço Schengen, à semelhança de quatro outros países da União Europeia (Irlanda, Chipre, Roménia e Reino Unido). Isto significa que ao entrar e sair da Bulgária terá de apresentar o passaporte e sujeitar-se às formalidades normais, os controlos fronteiriços mínimos para os cidadãos da União Europeia. istockphoto/dny59 Sabia que? Pode encontrar informações práticas sobre viajar na Europa no portal «A sua Europa», no seguinte endereço: ec.europa.eu/youreurope. O serviço de informação Europe Direct pode responder a todas as suas perguntas por telefone ( ) ou por correio eletrónico: europa.eu/europedirect. 9

10 Em 2010, foram emitidos mais de 11 milhões de vistos Schengen a cidadãos de países que não fazem parte da União Europeia que pretendiam viajar para o espaço Schengen. O que sucede quando se trata de nacionais de países terceiros? Martine, estudante canadiana, ganhou uma bolsa de estudo para passar dois meses na Universidade da Sorbonne, em Paris, onde irá fazer investigação para a sua tese. Antes de regressar ao Canadá, gostaria de viajar durante três semanas para visitar a Grécia, Espanha e Itália. Enquanto cidadã de um país terceiro, a Martine pode entrar e circular, até três meses, dentro do território dos países que aplicam plenamente as disposições de Schengen (como sucede no caso da Grécia, Espanha e Itália), desde que preencha certas condições de entrada. Em primeiro lugar, precisa de ter um passaporte válido. Precisa também de poder provar o objetivo da viagem, demonstrar que dispõe dos meios necessários para viver na Europa durante três meses e que já possui bilhete de regresso (ou dispõe do dinheiro suficiente para o comprar). Enquanto cidadã canadiana, Martine não precisa de visto para as estadas de curta duração. istockphoto/lilly3 O Punjit é indiano e está a planear passar as férias visitando vários países do espaço Schengen: Grécia, Espanha, França e Itália. Pretende ficar um mês na Europa. O Punjit precisa de um visto de curta duração para entrar na Europa, pois a Índia faz parte da lista de países terceiros cujos nacionais estão sujeitos à obrigação de visto para atravessarem as fronteiras externas do espaço Schengen. Dado que não tem um destino principal, Punjit tem de solicitar um visto na embaixada ou no consulado do Estado da União Europeia onde permanecerá mais tempo ou que corresponda ao seu primeiro ponto de entrada no istockphoto/v. Raguvashi espaço Schengen. Este visto único permitir-lhe-á viajar em todo o espaço Schengen. O Hisham é tunisino. Vive na Alemanha e passa as férias com os pais na Tunísia. Na viagem de regresso, gostaria de visitar o irmão em Portugal. Possui um título de residência válido emitido pela Alemanha, país que pertence ao espaço Schengen. O seu título de residência, juntamente com um documento de viagem, dispensam-no da obrigação de solicitar um visto Schengen. Isto significa que, mesmo sendo nacional de um país terceiro, o Hisham pode entrar em Portugal, outro país do espaço Schengen, para uma curta estada sem visto, simplesmente apresentando o passaporte e o título de residência válido emitido pela Alemanha. Se Hisham tivesse um título de residência emitido pela Irlanda ou pelo Reino Unido não poderia entrar num país Schengen, pois estes países não fazem parte do espaço Schengen. Nesse caso, precisaria de um visto de curta duração para poder deslocar-se a Portugal. A Solinas é boliviana. Gostaria de se mudar para Espanha porque arranjou um emprego em Madrid. Pretende ficar em Madrid durante mais de três meses, pelo que precisa de um visto de longa duração ou de um título de residência. Cabe aos países do espaço Schengen estabelecer os seus próprios requisitos para a emissão de vistos ou títulos de residência de longa duração. istockphoto/r. Kneschke istockphoto/m. Bowden 10 Sabia que? No sítio da Direção-Geral dos Assuntos Internos na Internet pode encontrar uma lista atualizada dos países cujos nacionais precisam de visto para entrar no espaço Schengen: ec.europa.eu/home-affairs/doc_centre/borders/ borders_visa_en.htm. Os pedidos de visto Schengen devem ser apresentados no consulado do país de destino da União Europeia, o qual pode igualmente prestar-lhe informações pormenorizadas sobre o processo de obtenção do visto. Podem ser obtidas informações práticas no portal da Imigração da União Europeia: ec.europa.eu/immigration.

11 Principais datas O Acordo de Schengen deve o seu nome a uma pequena aldeia do Luxemburgo, situada no local onde este país faz fronteira com a França e com a Alemanha. Tendo começado por ser uma iniciativa de cooperação entre governos, a cooperação Schengen encontra-se atualmente incorporada na legislação e nas normas da União Europeia. istockphoto/danako 17 de junho de 1984 A fim de reforçar o processo de integração europeia, Bélgica, Alemanha, França, Luxemburgo e Países Baixos reúnem-se para definir as condições necessárias para assegurar uma verdadeira liberdade de circulação dos cidadãos, o que conduziu ao Acordo de Schengen. 14 de junho de 1985 Assinatura do Acordo de Schengen, relativo à supressão gradual dos controlos nas fronteiras comuns, por parte da Bélgica, Alemanha, França, Luxemburgo e Países Baixos. 19 de junho de 1990 Convenção de Aplicação do Acordo de Schengen, assinada pelos referidos países, confirmando as condições e as salvaguardas da livre circulação. Entrou em vigor em

12 Pode obter mais informações sobre a legislação e as regras de Schengen no sítio da Direção-Geral dos Assuntos Internos na Internet: ec.europa.eu/home-affairs/doc_centre/borders/borders_schengen_en.htm istockphoto/yurok 26 de março de 1995 Supressão dos controlos nas fronteiras entre a Bélgica, a Alemanha, a França, o Luxemburgo, os Países Baixos, Espanha e Portugal. 26 de outubro a 1 de dezembro de 1997 Primeiro passo no sentido do alargamento do espaço Schengen: Itália e Áustria começam a suprimir gradualmente os controlos fronteiriços. Este processo foi concluído em

13 1 de maio de 1999 Integração da cooperação Schengen no quadro jurídico da União Europeia, na sequência da entrada em vigor do Tratado de Amesterdão. 1 de janeiro de 2000 Segundo passo no sentido do alargamento do espaço Schengen: a Grécia começa a suprimir gradualmente os controlos fronteiriços. Este processo foi concluído em março de de maio de 2000 O Conselho da União Europeia aprova a participação do Reino Unido em certas disposições do Acordo de Schengen. Embora não faça parte do espaço Schengen, o Reino Unido participa em alguns aspetos das regras de Schengen definidas ao longo do tempo, sobretudo em matéria de cooperação policial e judiciária. A participação formal do Reino Unido nas áreas de cooperação aprovadas teve início em de março de 2001 Supressão dos controlos nas fronteiras com a Dinamarca, a Finlândia, a Islândia, a Noruega e a Suécia. 28 de fevereiro de 2002 O Conselho da União Europeia aprova o pedido apresentado pela Irlanda no sentido de participar em alguns aspetos de Schengen

14 21 de dezembro de de dezembro de 2008 Grande alargamento do espaço Schengen em virtude da supressão dos controlos nas fronteiras terrestres e marítimas com a República Checa, a Estónia, a Letónia, a Lituânia, a Hungria, Malta, a Polónia, a Eslovénia e a Eslováquia. Os controlos fronteiriços aeroportuários nos voos intra-schengen foram suprimidos em Supressão dos controlos nas fronteiras terrestres com a Suíça. Os controlos fronteiriços aeroportuários nos voos intra-schengen foram suprimidos em de dezembro de 2011 Supressão dos controlos nas fronteiras com o Listenstaine. istockphoto/jaap

15 istockphoto/franckreporter Qual a próxima etapa? Em 2011, a Comissão Europeia propôs que o espaço Schengen fosse reforçado. A proposta prevê a consolidação do sistema a nível da União Europeia para avaliar a aplicação das regras de Schengen pelo Estados-Membros e para a tomada de decisões sobre a reintrodução temporária de controlos nas fronteiras internas em caso de ameaça grave à ordem pública ou segurança interna. Além disso, a Comissão lançou debates bianuais com o Parlamento Europeu e com o Conselho sobre a governação política do espaço Schengen

16 DR PT-C ec.europa.eu/home-affairs ec.europa.eu/malmstrom Siga-nos

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