CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM CANA-DE-AÇÚCAR

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1 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS EM CANA-DE-AÇÚCAR Prof. Mauro Wagner de Oliveira Agricultura I CECA/UFAL As plantas daninhas competem com a cultura da cana-de-açúcar, durante a fase de crescimento, por água, luz, nutrientes, podendo exsudar compostos de ação fitotóxica (alelopatia) e hospedar pragas e doenças (Procópio et al, 2003, Oliveira et, 2007). A cana-de-açúcar apresenta metabolismo C 4, o que a torna relativamente mais competitiva na assimilação do CO 2 atmosférico e no uso de nutrientes, porém diversas plantas daninhas são da mesma família da cana e, portanto, apresentam o mesmo metabolismo. Por ocasião da colheita, a presença de plantas daninhas continua a causar prejuízos, pois, quando o corte da cana é realizado manualmente e sem a queima prévia, a presença de mato diminui o rendimento do trabalhador e o torna mais vulnerável às picadas de cobras e escorpiões. Na colheita mecanizada da cana, especialmente na sem queima prévia, a infestação de plantas daninhas diminui o rendimento das colhedeiras e eleva o teor de impurezas vegetais e minerais da cana. A longevidade do canavial, também, diminui quando não se realiza um controle eficiente das plantas daninhas. Por estes motivos, a cultura deve ser mantida livre de matocompetição durante todo o seu ciclo (Oliveira et, 2007). 1. MÉTODOS DE CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Há várias formas de se controlar as plantas daninhas, entretanto, as associações mais comuns são de métodos culturais, com os mecânicos e os químicos (Procópio et al, 2003, Oliveira et, 2007). Os métodos culturais são práticas que visam tornar a cultura da cana mais competitiva em relação às plantas daninhas e englobam a redução de espaçamentos de plantio, cultivos intercalares ou rotação de cultura com soja, amendoim, milho e adubos verdes e, o uso de variedades de alto perfilhamento que sombreiam o solo mais rapidamente (Procópio et al., 2003). Em pesquisas conduzidas pelos autores em áreas densamente infestadas com capim marmelada, a semeadura de crotalaria juncea por ocasião da reforma do canavial teve grande efeito supressor, devido ao sombreamento causado no capim, reduzindo o número de sementes produzidas pela gramínea. No controle mecânico utilizam-se arados e grades por ocasião da reforma do canavial e este método é de grande eficiência, dependendo da umidade do solo, da radiação solar e das espécies predominantes na área. Para o controle de mato na entrelinha da cana são usados cultivadores tratorizados, nas grandes lavouras e, tração animal, nas pequenas e médias propriedades. A capina manual, outrora utilizada, hoje se restringiu às áreas experimentais. O cultivo mecânico apresenta limitações especialmente por não controlar o mato da entrelinha da cana e, mesmo para o da linha, sua eficiência pode ser grandemente diminuída, dependendo das condições climáticas e das plantas infestantes, como algumas do gênero brachiaria, que se multiplicam de forma vegetativa. O método químico tem sido o mais utilizado tanto por pequenos, quanto médios e grandes produtores, havendo no mercado herbicidas que são utilizados na pré-emergência do mato, ou na pósemergência, com as plantas daninhas em estágios iniciais ou muito desenvolvidas. 2. MECANISMOS DE AÇÃO DOS HERBICIDAS O mecanismo de ação de um herbicida pode ser definido como sendo as primeiras reações químicas ou bioquímicas causadas pelo produto, que resultam em distúrbio no metabolismo da planta 1

2 daninha, levando-a à morte. Os herbicidas utilizados na cultura da cana-de-açúcar têm diferentes mecanismos de ação e podem ser agrupados segundo Laca-Buendia (1982), Procópio et al. (2003), Rodrigues e Almeida (1998) e Souza (1985) em: reguladores de crescimento, inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS), inibidores da enzima 5-enolpiruvilshikimate-3-fosfato sintase (EPSPs), inibidores da divisão celular, inibidores dos fotossistemas I (FSI) e II (FSII), inibidores da síntese de pigmentos, destruidor de membrana e inibidores de respiração HERBICIDAS REGULADORES DE CRESCIMENTO Os herbicidas reguladores de crescimento, auxinas sintéticas, designadas genericamente de fenoxiacéticos ou 2,4 D, causam distúrbios bioquímicos e metabólicos nas plantas, atuando principalmente nos sistemas enzimáticos carboximetil celulase e RNA polimerase, alterando a plasticidade da membrana plasmática e o metabolismo de ácidos nucléicos. Altas concentrações dessas auxinas nas regiões meristemáticas da parte aérea ou das raízes diminuem a síntese de ácidos nucléicos em plantas sensíveis, por outro lado, em baixas concentrações, da ordem de mg/kg, estimulam esses processos e, conseqüentemente, há intenso crescimento celular. O acúmulo anormal de DNA, RNA e proteínas nas plantas resulta em divisão descontrolada das células, sendo facilmente notada a epinastia das folhas e do caule. Há formulações com sais de amina ou de éster, sendo os ésteres mais potentes, porém, mais voláteis. Os herbicidas reguladores de crescimento são eficazes apenas no controle de dicotiledôneas, e recomenda-se aplicá-los em pré ou pós-emergência, isoladamente ou associados à inibidores do fotossistema II e da respiração. As principais marcas comerciais desses herbicidas são: Aminol 806, Capri, DMA 806 BR, Herbi D-480, Tento 867 CS e U 46 D- Fluid INIBIDORES DA ENZIMA ACETOLACTATO SINTASE (ALS) Esse grupo de herbicidas inibe de forma não competitiva a enzima acetolactato sintase (ALS) na rota de síntese dos aminoácidos valina, leucina e isoleucina, resultando na interrupção da divisão celular e no crescimento da planta. Os principais grupos químicos dos ALS são as sulfoniluréias, as imidazolinonas e as sulfoanilidas. As principais marcas comerciais dos herbicidas inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS) são: Sempra, Katana, Plateau e Contain INIBIDORES DA ENZIMA 5-ENOLPIRUVILSHIKIMATE-3-FOSFATO SINTASE (EPSPs) O mecanismo de ação destes herbicidas é a inibição da enzima 5-enolpiruvilshikimate-3-fosfato sintase (EPSPs), por competição como o fosfoenolpiruvato, impedindo a transformação do shikimato em corismato. Desta forma, não há síntese dos aminoácidos aromáticos fenilalanina, tirosina e triptofano e outros metabólitos e, por outro lado, estimula a produção de etileno. Por não serem herbicidas seletivos, os principais usos em cana-de-açúcar são em aplicações de jato dirigido, em plantas daninhas de difícil controle ou que escaparam dos herbicidas pré ou pósemergentes, bem como para a eliminação das rebrotas da cana por ocasião da reforma do canavial. As principais marcas comerciais dos EPSPs são: Agrisato 480 CS, Glifosato 480 Agripec, Glifosato Fersol, Glifosato Nortox, Glion, Gliz 480 SAqC, Roundup, Trop e Zapp QI INIBIDORES DA DIVISÃO CELULAR Esses herbicidas pertencem ao grupo químico das dinitroanilinas e seu principal mecanismos de ação é a ligação à tubulina, proteína dos microtúbulos, impedindo sua polimerização e, 2

3 conseqüentemente, a formação dos microtúbulos, os quais orientam os cromossomos durante a anáfase na mitose. Desta forma, não ocorre a divisão dos cromossomos, resultando em células multinucleadas, com número anormal de cromossomos. Os herbicidas deste grupo são o pendimenthalin, o oryzalin e o trifularin, comercializados, respectivamente, como: Herbadox 500 CE, Surflan 480 e Trifluralina Nortox e outros INIBIDORES DOS FOTOSSISTEMAS I (FSI) E II (FSII) Os herbicidas inibidores do fotossistema I são produtos não seletivos, utilizados em jato dirigido. Esse grupo de herbicidas é constituído pelo Paraquat e Diquat, produtos de alta toxicidade, pertencentes ao grupo químico do bipiridilio. Na presença de luz o íon bipiridilio é reduzido a bipiridilio, que na presença de água oxida-se novamente, voltando à forma inicial, mas liberando no processo água oxigenada ou peróxido de hidrogênio (H ). Assim, o herbicida produz continuamente peróxido de hidrogênio, o qual causa destruição das membranas e morte da planta. Os bipiridilios são rapidamente absorvidos pela folhagem das plantas e a ocorrência de chuva, cerca de trinta minutos após a aplicação, não interfere na eficiência do herbicida, porém a translocação da molécula de Paraquat e Diquat dentro da planta é pequena, sendo sua ação notadamente de contato. As principais marcas comerciais dos inibidores do fotossistema I são: Reglone e Gramoxone. As triazinas e as uréias substituídas são o grupo de herbicidas que inibem o fotossistema II, interrompendo o fluxo de elétrons entre o fotossistema II e I, por competirem com a plastoquinona parcialmente reduzida. Nesse grupo químico estão muitos dos herbicidas utilizados na cultura da canade-açúcar: ametrina, diuron, hexazinone, metribuzin e tebuthiuron. Gesapax, Herbipax e Metrimex constituem as ametrinas mais comercializadas, enquanto, as principais marcas comerciais do diuron são: Cention, Diuron Nortox, Herburon e Karmex. Os herbicidas Combine, Perflan e Tebuthiuron Sanachem são as marcas comerciais do Tebuthiuron e, esses produtos apresentam persistência no solo, nas doses comercialmente recomendadas, de cerca de dois anos e, portanto, não devem ser utilizados nos últimos dois cortes da cana quando, por ocasião da reforma do canavial, se pretender cultivar leguminosas. Por outro lado, o Sencor, marca comercial do metribuzin, é pouco persistente no terreno e deve ser utilizado somente quando houver umidade no solo INIBIDORES DA SÍNTESE DE PIGMENTOS Esse grupo de herbicidas inibe a biossíntese dos compostos isoprenóides precursores dos pigmentos fotossintéticos, determinando redução dos níveis de caroteno e fitol e, conseqüentemente, de clorofila, uma vez que o caroteno protege a clorofila da fotodecomposição, pois na ausência dos carotenos a clorofila não dissipa o excesso de energia, ocorrendo sua fotooxidação. As plântulas que absorveram esses herbicidas emergem albinas e morrem em pouco tempo. O Gamit e o Provence são duas marcas comerciais de inibidores de biossíntese de carotenóides DESTRUIDOR DE MEMBRANA O mecanismo de ação desse herbicida é a ruptura da membrana plasmática, por peroxidação dos ácidos graxos insaturados da plasmalema, o que provoca rápida desidratação das plântulas. O principal herbicida deste grupo é o Boral 500 SC INIBIDORES DE RESPIRAÇÃO O mecanismo de ação dos inibidores de respiração não é totalmente conhecido, mas supõem-se que ocorra degradação acelerada do amido nos órgãos de reserva. Esses herbicidas são recomendados 3

4 somente em pós-emergência das plantas daninhas, com aplicação de jato dirigido, pois não são seletivos à cana-de-açúcar. A absorção pelas plantas daninhas é lenta, necessitando de um período de pelo menos oito horas sem chuva após a aplicação. Os herbicidas Ansar 720, Daconate 480 BR, Dessecan, MSMA 720 CS Sanachem e Volcane são as principais marcas comerciais dos inibidores de respiração. 3. HERBICIDAS MAIS UTILIZADOS EM CANA-DE-AÇUCAR Os herbicidas mais utilizados na cultura da cana-de-açúcar estão citados na tabela abaixo, e a eficácia desses herbicidas depende de diversos fatores, podendo citar: as características físico-químicas do produto, a dose empregada, a idade e a fisiologia da planta daninha, o estágio fenológico da cana, as técnicas de aplicação, as condições climáticas durante e algumas horas após a aplicação, bem como as propriedades físicas e químicas do solo, no caso de aplicação de herbicidas pré-emergentes (Laca- Buendia,1982; Procópio et al., 2003; Rodrigues e Almeida, 1998; Souza, 1985). Nome comum, época de aplicação e marcas comerciais dos herbicidas mais utilizados na cultura da cana-de-açúcar: Nome comum Época de aplicação Algumas marcas comerciais 2,4 D Pré ou pós-emergência Aminol 806, Capri, DMA 806 BR, Herbi D-480. Alachor Pré-emergência Alachor Nortox e Laço. Ametrina Pré ou pós-emergência Ametrina Agripec, Gesapax, Herbipax e Metrimex. Ametrina + Diurom Pré ou pós-emergência Ametron. Atrazina Pré ou pós-emergência Atrazinax, Gesaprim, Atrazina Nortox. Atrazina + Simazina Pré ou pós-emergência Extrazin, Triamex, Primatop e Herbimix. Clomazone Pré-emergência Gamit. Diuron Pré ou pós-emergência Karmex, Diuron Nortox, Cention e Netun. Flazasulfuron Pré ou pós-emergência Katana. Glifosato Pós- emergência Agrisato, Glifosato, Roundup, Trop e Zapp. Halosulfuron Pós- emergência Sempra. Hexazinone + Diuron Pré ou pós-emergência Velpar K e Advance. Imazapic Pré ou pós-emergência Plateau. Imazapyr Pré ou pós-emergência Arsenal, Contain e Chopper. Isoxaflutole Pré-emergência Provence. Metribuzin Pré ou pós-emergência Sencor. MSMA Pós- emergência Ansar, Daconate, Dessecan e MSMA Sanachem. MSMA +Diuron Pós- emergência Fortex. Oxyfluorfen Pré ou pós-emergência Goal. Paraquat Pós- emergência Gramoxone. Pendimethalin Pré-emergência Herbadox. Simazine Pré-emergência Herbazin e Sipazina. Sulfentrazone Pré-emergência Boral e Solara. Tebuthiuron Pré-emergência Combine, Perflan e Tebuthiuron Sanachem. Trifluralin Pré-emergência Trifluralina Nortox, Treflan e Premerlin. 4

5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LACA-BUENDIA, J. P. Classificação dos herbicidas. In: INFORME AGROPECUÁRIO, n. 87, Belo Horizonte. p OLIVEIRA, M. W.; FREIRE, F. M.; MACÊDO, G. A. R.; FERREIRA, J. J. Nutrição mineral e adubação da cana-de-açúcar. In: INFORME AGROPECUÁRIO, v. 28, n.239, Belo Horizonte. p PROCÓPIO, S. O.; SILVA, A. A.; VARGAS, L.; FERREIRA, F. A. Manejo de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar. Viçosa: Suprema, p. RODRIGUES, B. N.; ALMEIDA, F. S. Guia de herbicidas. Londrina: IAPAR, p. SOUZA, I. F. Mecanismos de ação de herbicidas. In: INFORME AGROPECUÁRIO, n. 129, Belo Horizonte. p

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