ITR - Informações Trimestrais - 30/09/ CYRELA BRAZIL REALTY SA EMPRS E PARTS Versão : 1. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

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1 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 3 Balanço Patrimonial Passivo 4 Demonstração do Resultado 6 Demonstração do Resultado Abrangente 7 Demonstração do Fluxo de Caixa 8 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2013 à 30/09/ DMPL - 01/01/2012 à 30/09/ Demonstração do Valor Adicionado 11 DFs Consolidadas Balanço Patrimonial Ativo 12 Balanço Patrimonial Passivo 13 Demonstração do Resultado 15 Demonstração do Resultado Abrangente 17 Demonstração do Fluxo de Caixa 18 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido DMPL - 01/01/2013 à 30/09/ DMPL - 01/01/2012 à 30/09/ Demonstração do Valor Adicionado 21 Comentário do Desempenho Comentário Sobre o Comportamento das Projeções Empresariais 159 Outras Informações que a Companhia Entenda Relevantes 160 Pareceres e Declarações Relatório da Revisão Especial - Sem Ressalva 164 Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras 166 Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores Independentes 167

2 Dados da Empresa / Composição do Capital Número de Ações (Mil) Trimestre Atual 30/09/2013 Do Capital Integralizado Ordinárias Preferenciais 0 Total Em Tesouraria Ordinárias Preferenciais 0 Total PÁGINA: 1 de 167

3 Dados da Empresa / Proventos em Dinheiro Evento Aprovação Provento Início Pagamento Espécie de Ação Classe de Ação Provento por Ação (Reais / Ação) Assembléia Geral Ordinária 30/04/2013 Dividendo 28/06/2013 Ordinária 0,50390 PÁGINA: 2 de 167

4 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e Equivalentes de Caixa Aplicações Financeiras Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Outras Contas a Receber Demais Contas a Receber Estoques Imoveis a Comercializar Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Despesas Antecipadas Despesas Antecipadas Outros Ativos Circulantes Outros IR, CS, PIS E COFINS Diferidos Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Estoques Imoveis a Comercializar Tributos Diferidos IR, CS, PIS e COFINS Diferidos Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Controladas Outros Ativos Não Circulantes Impostos a Compensar Contas Cor. Parceiros nos Empreendimentos Demais Contas a Receber Investimentos Participações Societárias Participações em Coligadas Participações em Controladas Imobilizado Imobilizado em Operação Intangível Intangíveis PÁGINA: 3 de 167

5 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Sociais Obirgações Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Impostos Taxas e Contribuições Impostos Taxas e Contribuições Diferidos Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Debêntures Debêntures Certificados de recebíveis imobiliários -CRI Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Controladas Outros Dividendos e JCP a Pagar Contas Cor. Parceiros nos Empreendimentos Adiantamento de Clientes Demais Contas a Pagar Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Em Moeda Estrangeira Debêntures Debêntures Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Impostos e contribuições diferidos Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisões Previdenciárias e Trabalhistas Outras Provisões Demais Contas a Pagar Patrimônio Líquido Capital Social Realizado Capital Social (-) Gastos na Emissão de Ações Reservas de Capital PÁGINA: 4 de 167

6 DFs Individuais / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ Opções Outorgadas Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Retenção de Lucros Ações em Tesouraria Lucros/Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes PÁGINA: 5 de 167

7 DFs Individuais / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Despesas da Administração Honorarios da Administração Outras Receitas Operacionais Outros Resultados nos Investimentos Outras Receitas Líquidas Resultado de Equivalência Patrimonial Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Diferido Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo do Período Lucro por Ação - (Reais / Ação) Lucro Básico por Ação Trimestre Atual 01/07/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/07/2012 à 30/09/2012 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ ON 0, , , ,01956 PÁGINA: 6 de 167

8 DFs Individuais / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 01/07/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/07/2012 à 30/09/2012 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Lucro Líquido do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes por conversão de investimentos Resultado Abrangente do Período PÁGINA: 7 de 167

9 DFs Individuais / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 6.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Depreciação de Bens do Ativo Imobilizado e Intangivel Amortização de Ágio Equivalência Patrimonial Juros, Variações Monetárias sobre Empréstimos Impostos diferidos Lucro Líquido do Período antes do IR e CS Provisão para garantia Diminuição (aumento) em conta corrente com parceiros nos Empreendimentos Aumento (diminuição) de impostos e contribuições a recolher Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Provisão para processos judiciais Variações nos Ativos e Passivos Diminuição (aumento) em contas a receber Diminuição (aumento) imovéis comercializar Diminuição (aumento) em partes relacionadas Diminuição (aumento) nos demais ativos Aumento (diminuição) contas a pg por aquisição de imóveis Aumento (diminuição) de tributos a pagar Aumento (diminuição) em outros passivos Outros Juros pagos Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de bens do ativo imobilizado Baixa de bens do ativo imobilizado e intangível Recebimento de dividendos Aquisição de investimento Aquisição de bens do ativo intangível Diminuição (aumento) em aplicações financeiras Caixa Líquido Atividades de Financiamento Ingresso de novos empréstimos e financiamentos Aquisição de Debêntures Baixa de Debêntures Pagamento de empréstimos e financiamentos Distribuição de Dividendos Certificados de recebíveis imobiliários Ações em Tesouraria Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 8 de 167

10 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2013 à 30/09/2013 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Ações em Tesouraria Adquiridas Ações em Tesouraria Vendidas Dividendos Programa de Pagamento de Ações Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Reclassificações para o Resultado Ajustes de Instrumentos Financeiros Saldos Finais PÁGINA: 9 de 167

11 DFs Individuais / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 30/09/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Ações em Tesouraria Adquiridas Programa de Pagamento de Ações Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Reclassificações para o Resultado Ajustes de Instrumentos Financeiros Saldos Finais PÁGINA: 10 de 167

12 DFs Individuais / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Outras Amortização de Ágio no investimento Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Outros Outros Resultados em Investimentos Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Outros Comissão sobre Vendas Honorarios de Diretoria Participação de empregados nos Lucros Impostos, Taxas e Contribuições Federais Remuneração de Capitais de Terceiros Juros Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período PÁGINA: 11 de 167

13 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Ativo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ Ativo Total Ativo Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa Caixa e Equivalentes de caixa e aplicações financeiras Aplicações Financeiras Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Outras Contas a Receber Demais Contas a Receber Estoques Imoveis a Comercializar Tributos a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Tributos Correntes a Recuperar Despesas Antecipadas Despesas Antecipadas Outros Ativos Circulantes Outros IR, CS, PIS E COFINS Diferidos Despesas com Venda a Apropriar Ativo Não Circulante Ativo Realizável a Longo Prazo Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo Aplicações Financeiras Contas a Receber Clientes Estoques Imoveis a Comercializar Tributos Diferidos IR, CS, PIS e COFINS Diferidos Créditos com Partes Relacionadas Créditos com Controladores Outros Ativos Não Circulantes Impostos a Compensar Contas Cor. Parceiros nos Empreendimentos Demais Contas a Receber Investimentos Participações Societárias Participações em Coligadas Imobilizado Imobilizado em Operação Intangível Intangíveis PÁGINA: 12 de 167

14 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ Passivo Total Passivo Circulante Obrigações Sociais e Trabalhistas Obrigações Sociais Obrigações Trabalhistas Fornecedores Fornecedores Nacionais Obrigações Fiscais Obrigações Fiscais Federais Impostos Taxas e Contribuições Impostos Taxas e Contribuições Diferidos Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Debêntures Debêntures Certificados de Recebiveis Imobiliarios - CRI Outras Obrigações Passivos com Partes Relacionadas Débitos com Coligadas Outros Dividendos e JCP a Pagar Contas Cor. Parceiros nos Empreendimentos Adiantamento de Clientes Contas a Pagar por Aquisição de Imoveis Demais Contas a Pagar Passivo Não Circulante Empréstimos e Financiamentos Empréstimos e Financiamentos Em Moeda Nacional Debêntures Debêntures Certificados de Recebiveis Imobiliarios - CRI Tributos Diferidos Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos Provisões Provisões Fiscais Previdenciárias Trabalhistas e Cíveis Provisões Previdenciárias e Trabalhistas Outras Provisões Contas a Pagar por Aquisição de Imoveis Fornecedores Adiantamento a Clientes Demais Contas a Pagar Patrimônio Líquido Consolidado Capital Social Realizado Capital Social PÁGINA: 13 de 167

15 DFs Consolidadas / Balanço Patrimonial Passivo (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 30/09/2013 Exercício Anterior 31/12/ (-) Gastos na Emissão de Ações Reservas de Capital Opções Outorgadas Reservas de Lucros Reserva Legal Reserva de Retenção de Lucros Ações em Tesouraria Lucros/Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Participação dos Acionistas Não Controladores PÁGINA: 14 de 167

16 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 3.01 Receita de Venda de Bens e/ou Serviços Custo dos Bens e/ou Serviços Vendidos Resultado Bruto Despesas/Receitas Operacionais Despesas com Vendas Despesas com Vendas Despesas Gerais e Administrativas Despesas da Administração Honorarios da Administração Outras Receitas Operacionais Outros Resultados nos Investimentos Outras Receitas líquidas Resultado de Equivalência Patrimonial Equivalência Patrimonial Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos Resultado Financeiro Receitas Financeiras Despesas Financeiras Despesas Financeiras Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Corrente Diferido Resultado Líquido das Operações Continuadas Lucro/Prejuízo Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores Lucro por Ação - (Reais / Ação) Trimestre Atual 01/07/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/07/2012 à 30/09/2012 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/2012 PÁGINA: 15 de 167

17 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Lucro Básico por Ação Trimestre Atual 01/07/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/07/2012 à 30/09/2012 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ ON 0, , , ,98654 PÁGINA: 16 de 167

18 DFs Consolidadas / Demonstração do Resultado Abrangente (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Trimestre Atual 01/07/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Igual Trimestre do Exercício Anterior 01/07/2012 à 30/09/2012 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Lucro Líquido Consolidado do Período Outros Resultados Abrangentes Ajustes por conversão de investimentos Resultado Abrangente Consolidado do Período Atribuído a Sócios da Empresa Controladora Atribuído a Sócios Não Controladores PÁGINA: 17 de 167

19 DFs Consolidadas / Demonstração do Fluxo de Caixa - Método Indireto (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta 6.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais Caixa Gerado nas Operações Depreciação de bens do ativo imobilizado e Intangivel Amortização de Ágio Equivalência patrimonial Juros, variações monetárias sobre empréstimos Impostos diferidos Ajuste a Valor Presente Lucro Líquido do Período antes do IR e CS Provisão para garantia Provisão para processos judiciais Variações nos Ativos e Passivos Diminuição (aumento) em contas a receber Diminuição (aumento) em conta corrente com parceiros nos empreendimentos Diminuição (aumento) em partes relacionadas Diminuição (aumento) nos demais ativos Aumento (diminuição) contas a pg por aquisição de imóveis Aumento (diminuição) de impostos e contribuições a recolher Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Diminuição (aumento) imovéis comercializar Aumento (diminuição) de tributos a pagar Aumento (diminuição) em outros passivos Outros Imposto de renda e contribuição social pagos Juros pagos Caixa Líquido Atividades de Investimento Aquisição de bens do ativo imobilizado Baixa de bens do ativo imobilizado e intangível Recebimento de dividendos Aquisição de investimento Aquisição de bens do ativo intangível Diminuição (aumento) em aplicações financeiras Caixa Líquido Atividades de Financiamento Ingresso de novos empréstimos e financiamentos Aquisição de Debêntures Pagamento de Debêntures Pagamento de empréstimos e financiamentos Distribuição de Dividendos Certificados de recebíveis imobiliários Recebimentos/pagamentos de capital dos não controladores Ações em Tesouraria Aumento (Redução) de Caixa e Equivalentes Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes Saldo Final de Caixa e Equivalentes PÁGINA: 18 de 167

20 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2013 à 30/09/2013 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Ações em Tesouraria Adquiridas Ações em Tesouraria Vendidas Dividendos Programa pagamento de ações Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Reclassificações para o Resultado Ajustes de Instrumentos Financeiros Saldos Finais PÁGINA: 19 de 167

21 DFs Consolidadas / Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido / DMPL - 01/01/2012 à 30/09/2012 (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Capital Social Integralizado Reservas de Capital, Opções Outorgadas e Ações em Tesouraria Reservas de Lucro Lucros ou Prejuízos Acumulados Outros Resultados Abrangentes Patrimônio Líquido Participação dos Não Controladores Patrimônio Líquido Consolidado 5.01 Saldos Iniciais Saldos Iniciais Ajustados Transações de Capital com os Sócios Aumentos de Capital Ações em Tesouraria Adquiridas Dividendos Programa pagamento de ações Resultado Abrangente Total Lucro Líquido do Período Reclassificações para o Resultado Ajustes de Instrumentos Financeiros Saldos Finais PÁGINA: 20 de 167

22 DFs Consolidadas / Demonstração do Valor Adicionado (Reais Mil) Código da Conta Descrição da Conta Acumulado do Atual Exercício 01/01/2013 à 30/09/2013 Acumulado do Exercício Anterior 01/01/2012 à 30/09/ Receitas Vendas de Mercadorias, Produtos e Serviços Outras Receitas Insumos Adquiridos de Terceiros Custos Prods., Mercs. e Servs. Vendidos Materiais, Energia, Servs. de Terceiros e Outros Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciação, Amortização e Exaustão Outras Amortização de Ágio no Investimento Valor Adicionado Líquido Produzido Vlr Adicionado Recebido em Transferência Resultado de Equivalência Patrimonial Receitas Financeiras Outros Outros resultados em Investimentos Valor Adicionado Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal Remuneração Direta Outros Comissão sobre Vendas Honorarios de Diretoria Participação de empregados nos lucros Impostos, Taxas e Contribuições Federais Remuneração de Capitais de Terceiros Juros Remuneração de Capitais Próprios Lucros Retidos / Prejuízo do Período Part. Não Controladores nos Lucros Retidos PÁGINA: 21 de 167

23 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 MENSAGEM DA ADMINISTRAÇÃO O ano de 2013 está praticamente no final e, ao longo do terceiro trimestre, assistimos a sinais diversos em nosso país, tanto no aspecto econômico como social. Se por um lado o país presenciou movimentos sociais reivindicando melhorias nas condições de vida do brasileiro, o lado econômico apresentou sinais distintos: previsão de crescimento do PIB cada vez menor para 2013 (2,4% no final do trimestre segundo boletim Focus), o crescente déficit fiscal, mas uma maior preocupação do Governo em conter a alta da inflação, o que se pode perceber com a alta sucessiva da Selic e uma taxa de desemprego estabilizada em patamares historicamente baixos de 5,4%. Já no cenário externo, a principal notícia foi a manutenção dos estímulos monetários nos Estados Unidos com a consequente postergação do ciclo de alta das taxas de juros americanas. Um fato positivo para o setor foi a alteração, no mês de setembro, do limite para uso do FGTS na compra de imóveis no valor de até R$ 500 mil para R$ 750 mil, refletindo o reajuste natural dos preços sobre as unidades de média renda e ampliando as fontes de recursos para esse segmento. Diante do cenário apresentado, a Cyrela permanece cautelosa, porém bastante otimista. O mercado tem mostrado que produtos bons em praças certas continuam vendendo muito bem e a velocidade de venda da empresa demonstra um desempenho bastante saudável. Ao longo dos últimos trimestres, a Companhia vem apresentando resultados financeiros bastante consistentes, mas não estamos satisfeitos. É possível intensificar o potencial de cada praça de atuação, adequando o modelo e as prioridades. É o momento de aproveitar o nosso posicionamento estratégico e a nossa solidez financeira para ir além. O principal objetivo da empresa continua sendo o aumento da rentabilidade, com crescimento moderado, excelência de execução e desenvolvimento de pessoas com base na cultura Cyrela. Agradecemos a clientes e acionistas pela confiança que depositam na Cyrela e os colaboradores e fornecedores pela dedicação e comprometimento com nossa geração de valor para a sociedade. 1 PÁGINA: 22 de 167

24 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 PRINCIPAIS INDICADORES 3T13 3T12 3T13 x 3T12 2T13 3T13 x 2T13 9M13 9M12 9M13 x 9M12 Lançamentos (1) Número de Lançamentos ,1% 23-43,5% ,0% VGV Lançado - R$ milhões (100%) ,7% ,0% ,0% VGV Lançado - R$ milhões (%CBR) ,2% ,1% ,6% Participação CBR 73,9% 60,2% 13,7 p.p. 71,0% 2,9 p.p. 68,9% 71,7% -2,8 p.p. VGV Permutado - R$ milhões (100%) ,1% ,9% ,9% Preço Médio por m² (R$) (ex-loteamentos) ,4% ,4% ,9% Área útil lançada (m²) ,9% ,4% ,3% Unidades Lançadas ,1% ,4% ,5% Vendas (2) Vendas Totais Contratadas - R$ milhões (100%) ,5% ,6% ,2% Vendas Totais Contratadas - R$ milhões (%CBR) ,1% ,3% ,3% Participação CBR 75,3% 73,1% 2,2 p.p. 67,4% 7,9 p.p. 70,3% 77,0% -6,7 p.p. Preço Médio por m² (R$) (ex-loteamentos) ,4% ,8% ,1% Unidades Vendidas ,5% ,7% ,1% Vendas de Lançamentos (2) Vendas Contratadas de Lançamentos do ano - R$ milhões (100%) ,5% ,8% ,1% Vendas Contratadas de Lançamentos do ano - R$ milhões (%CBR) ,4% ,0% ,9% Participação CBR 64,2% 65,4% -1,2 p.p. 57,0% 7,2 p.p. 61,0% 72,2% -11,2 p.p. Preço Médio por m² (R$) (ex-loteamentos) ,3% ,7% ,6% Unidades Vendidas ,2% ,7% ,5% Entregas VGV Entregue - R$ milhões (100%) ,7% ,6% ,5% Unidades Entregues ,6% ,6% ,3% Banco de Terrenos VGV potencial com permuta - R$ milhões (100%) ,1% ,8% ,1% VGV potencial sem permuta - R$ milhões (100%) ,7% ,1% ,7% Estoque de Terreno (mil m²) ,9% ,0% ,9% % Permuta sobre valor do terreno 79,0% 83,4% -4,4 p.p. 79,3% -0,3 p.p. 79,0% 83,4% -4,4 p.p. % CBR 82,8% 86,0% -3,2 p.p. 85,1% -2,2 p.p. 82,8% 86,0% -3,2 p.p. Indicadores Financeiros Receita Líquida (R$ milhões) ,3% ,6% ,2% Lucro Bruto (R$ milhões) ,8% 448 2,1% ,2% EBITDA (R$ milhões) ,5% 274 4,6% ,3% Lucro Líquido (R$ milhões) ,1% 183-4,4% ,5% Margem Bruta 32,8% 31,7% 1,1 p.p. 32,6% 0,2 p.p. 32,7% 30,9% 1,8 p.p. Margem EBITDA 20,6% 18,2% 2,3 p.p. 20,0% 0,6 p.p. 20,6% 17,8% 2,7 p.p. Margem Líquida 12,5% 11,1% 1,4 p.p. 13,3% -0,8 p.p. 13,5% 9,8% 3,7 p.p. Lucro por Ação (R$) (³) 0,42 0,37 15,2% 0,44-4,4% 1,30 1,00 29,6% Geração / Queima de Caixa (4) (35) 90 n.a % ,6% Backlog 30/09/ /06/2013 Var. Receitas Líquida a Apropriar (R$ milhões) ,45% Resultado Bruto a Apropriar (R$ milhões) ,6% Margem a Apropriar 38,3% 38,2% 0,1 p.p. (1) incluindo as unidades permutadas (2) líquido de rescisões (3) O Lucro por Ação é calculado excluindo-se as ações em tesouraria (4) geração de caixa desconsidera recursos destinados à recompra de ações e aquisição de participações societárias 2 PÁGINA: 23 de 167

25 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 Desempenho Operacional LANÇAMENTOS No 3T13 os lançamentos somaram Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 1.234,2 milhões, volume 18,7% menor que o do mesmo período do ano anterior. Neste trimestre, assim como em 3T12, não houve lançamentos dentro do Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida, por meio da Cury, joint venture na qual a Cyrela possui 50% de participação. VGV Lançado (em R$ milhões 100%) Trimestral -18,7% Os lançamentos dos segmentos médio e alto padrão (MAP) somaram VGV total de R$ 967,8 milhões, volume 7,1% superior ao Econômico + MCMV realizado no 3T12 e que representou 78,4% do total de lançamentos da Companhia no trimestre. TOTAL 3T12 60,2% %CBR 3T13 73,9% Os lançamentos de loteamentos no trimestre somaram R$213,4 milhões e representaram 17,3% do volume lançado no trimestre vs. uma representatividade de 13,8% no 3T12. Eco + MCMV 80,3% %CBR 70,9% Anual +13,0% A participação da Cyrela (%CBR) nos lançamentos do 3T13 foi de 73,9%, sendo superior à apresentada no 3T12 (60,2%), reflexo da maior representatividade de projetos MAP que tipicamente possuem o %CBR mais elevado que produtos econômicos, MCMV e loteamentos. Econômico + MCMV No ano os lançamentos somaram R$ 3.951,7 milhões, um incremento de 13,0% vs o mesmo período do ano anterior (R$ 3.497,1 milhões). O lançamento de produtos MAP no acumulado do ano 9M12 9M13 TOTAL 71,7% %CBR 68,9% Eco + MCMV 84,2% %CBR 67,6% alcançaram VGV total de R$ 2.409,2 milhões e representam um crescimento de 11,0% sobre os R$ 2.171,2 milhões do mesmo período do ano passado, refletindo a estratégia da Companhia de focar nos produtos desse segmento. Em relação aos loteamentos a Companhia já atingiu volume de lançamento de R$ 413,0 milhões vs R$ 210,0 milhões lançados no mesmo período de 2012 o que representa um aumento de 96,6%. O percentual CBR no volume lançado do ano foi de 68,9% vs 71,7% no 9M12. Essa redução no indicador do ano é consequência da maior participação de projetos Minha Casa, Minha Vida ( MCMV ) no volume de lançamento, além da maior participação dos loteamentos no volume lançado que também aumentou no ano. No trimestre destacam-se os lançamentos dos empreendimentos 925 Independência (MAP Sul), o loteamento Bosque do Horto (Loteamento SP - Interior) e Duetto Residencial & Lazer (MAP RJ) todos com bom desempenho de vendas. 3 PÁGINA: 24 de 167

26 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 Lançamentos por região 2013 Lançamentos por produto 2013 São Paulo - Interior 32,2% 25,0% Rio de Janeiro MCMV 1 17,6% MCMV 2 e 3 3,4% 3,5% Outros 6,1% Sul Econômico 18,0% 61,0% MAP 33,2% São Paulo 4 PÁGINA: 25 de 167

27 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 VENDAS As vendas contratadas no trimestre alcançaram R$ 1.360,6 milhões, uma redução de 22,5% sobre o volume do 3T12. A participação da Companhia foi de 75,3%, frente aos 73,1% registrados no mesmo trimestre do ano anterior. As vendas dos produtos MAP somaram R$ 893,3 milhões no 3T13, montante 22,0% inferior ao terceiro trimestre de 2012 e representaram 65,7% das vendas totais da Companhia no período. A participação CBR nas vendas desses projetos foi de 76,6% no 3T13. As vendas de loteamentos no trimestre somaram R$ 108,4 milhões e representaram 8,0% das vendas totais da Companhia no período vs uma representatividade de 13,6% no 3T12 quando o volume de vendas desses produtos havia sido de R$ 238,4 milhões. Econômico + MCMV TOTAL Eco + MCMV Trimestral Vendas Contratadas (em R$ milhões 100%) T12-22,5% 73,1% %CBR T13 75,3% 83,6% %CBR 67,5% Anual +14,2% No ano as vendas contratadas somaram R$ 4.900,4 milhões, um incremento de 14,2% vs o mesmo período do ano passado. As vendas dos produtos MAP no ano alcançaram R$ 2.828,3 milhões, crescimento de 0,8% sobre 9M12. As vendas acumuladas de loteamentos totalizaram R$ 313,5 milhões no ano, um aumento de 31,5% Econômico + MCMV sobre o volume de R$ 238,4 milhões do 9M12. 9M12 9M13 O %CBR nas vendas totais do ano foi de 70,3% vs 77,0% no ano anterior, em decorrência principalmente do volume vendido de TOTAL 77,0% %CBR 70,3% Eco + MCMV 81,5% %CBR 66,2% projetos assinados dentro do MCMV Faixa 1 (em que a Companhia possui participação de 50%). As vendas acumuladas dos produtos MAP responderam por 57,7% do total vendido pela Companhia no ano vs uma representatividade de 65,4% no mesmo período de Das vendas totais no trimestre, R$ 823,3 milhões foram vendas de estoque, representando 60,5% do total vendido. Deste montante, R$ 154,7 milhões referem-se a vendas do estoque pronto, representando 18,4% da oferta destes produtos no inicio do trimestre. As vendas de lançamentos do trimestre totalizaram R$ 537,3 milhões, ou 39,5% do total do volume vendido enquanto as vendas de lançamentos do ano totalizaram R$ 2.550,5 milhões representando 52% do total vendido no ano. 5 PÁGINA: 26 de 167

28 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 A distribuição das vendas no ano por geografia e segmento pode ser vista abaixo: Vendas por região 2013 Vendas por produto 2013 São Paulo 31,5% 23,7% São Paulo - Interior 21,2% Econômico 5,7% 21,3% 4,4% Nordeste 8,3% 1,0% Rio de Janeiro Sul 2,0% 2,1% Centro Oeste Minas Gerais Norte Espírito Santo MAP 57,7% 6,9% MCMV 2 e 3 14,2% MCMV 1 6 PÁGINA: 27 de 167

29 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 VELOCIDADE DE VENDAS (VSO) Em 12 meses, o VSO (Vendas Sobre Oferta) totalizou 54,0% (ante 55,7% no 2T13 e 53,0% no 3T12). Excluindo-se os contratos Faixa 1, o VSO anual totalizou 48,8%. VSO (12 meses) 53,0% 49,6% 50,9% 55,7% 54,0% 3T12 4T12 * 1T13 * 2T13 * 3T13 * *Excluindo o Faixa 1, o VSO LTM do 4T12 foi de 47,1%, 50,1% no 1T13, 50,8% no 2T13 e 48,8% no 3T13. Analisando uma parte maior do ciclo comercial, percebe-se que a safra lançada no terceiro trimestre do ano anterior alcançou, ao final do 3T13, 67% de vendas, enquanto a safra lançada no 4T12 já alcançou 72%. Mesmo desconsiderando as vendas do MCMV Faixa 1, a Companhia vendeu 62% dos lançamentos do 4T12, 65% dos lançamentos do 1T13 e 65% dos lançamentos do 2T13, o que é considerado saudável. No trimestre vendemos 44% do volume lançado. Velocidade de vendas 100% com permuta Cyrela 3T12 26% 23% 7% 6% 5% 67% 4T12 1T13 52% 56% 8% 7% 4% 72% (62% Ex-Faixa 1) 16% 1% 73% 2T13 62% (65% Ex-Faixa 1) 13% 75% 3T13 44% (65% Ex-Faixa 1) Em 3 meses Em 6 meses Em 9 meses Em 12 meses Em 15 meses 7 PÁGINA: 28 de 167

30 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 ESTOQUES Ao final do 3T13, o estoque (todas as unidades disponíveis para venda, inclusive as lançadas no período) a valor de mercado somava R$ 6.233,5 milhões (100%) e R$ 4.889,5 milhões (% Cyrela). % CBR Estoque a Valor de Mercado (R$ MM) ,9% Estoque por Safra de Entrega Estoque a Valor de Mercado R$ MM % Concluído ,0% A Entregar ,6% A Entregar ,6% A Entregar ,5% A Entregar após ,3% Total % 3T12 4T12 1T13 2T13 3T13 Em comparação com o final de 2012, o estoque total da companhia reduziu 5,9% chegando em R$ 6.233,5 milhões neste trimestre, já incorporados os aumentos de preço devido à valorização do mercado. Variação do Estoque (R$ milhões) Breakdown Estoque Pronto 3T ,0-823,3-668, ,2 + 1,1% -537,3 196, ,5 Centro Oeste Sul 3% São Paulo 9% 16% São Paulo - Interior 9% -154,7 Nordeste 29% Estoque 2T13 Vendas Estoque Lçtos 3T13 Estoque em construção Vendas Lçtos 3T13 Estoque pronto Var. Preço Estoque 3T13 18% Rio de Janeiro 4% 0% 12% Norte Minas Gerais Espírito Santo Do total de estoque, os imóveis concluídos representam R$ 936,0 milhões (15,0%). Deste estoque pronto, os 10 maiores projetos respondem por 43%. As regiões Nordeste e Espírito Santo apresentam 41% de participação no estoque pronto total da Companhia. Em relação a esta última é importante ressaltar que o aumento de participação no estoque pronto total é consequência da entrega de R$ 78,5 milhões de VGV em estoque referente aos empreendimentos Villaggio Manguinhos, La Plage e Reserva Verde que foram lançados em 2008 e A Companhia ainda tem dois canteiros de obras ativos no Espírito Santo e, assim, não se deve esperar redução desse estoque tão rapidamente. Do volume vendido de estoque pronto no trimestre (R$ 154,7 milhões), 53,2% foi na região Nordeste 8 PÁGINA: 29 de 167

31 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 representando R$ 82,1 milhões. Outra praça com bom desempenho de vendas de estoque pronto foi o Rio de Janeiro que respondeu por 26,6% dessas vendas no trimestre. Como já alertado anteriormente, apesar da boa velocidade de vendas de estoque pronto obtida no trimestre (vendemos 18,4% do estoque pronto do início do período), não esperamos uma velocidade de vendas elevada para esse estoque nos próximos meses, principalmente devido à sua concentração em empreendimentos entregues em 2012 e 2013 pertencentes às safras problemáticas. 9 PÁGINA: 30 de 167

32 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 TERRENOS Ao final de setembro de 2013, o estoque de terrenos somava 12,4 milhões de metros quadrados de área útil comercializável, com potencial de vendas total de R$ 59,6 bilhões. A participação da Cyrela no estoque de terrenos é de 85,8%, ou o equivalente a R$ 51,2 bilhões. O banco de terrenos nos segmentos econômico e MCMV totalizou R$ 13,9 bilhões em VGV potencial, que representa 23,4% do VGV potencial da Cyrela e com participação CBR de R$ 12,8 bilhões. São R$ 3,8 milhões de metros quadrados de área útil comercializável, com estimativa de unidades a serem construídas. Ao final do 3T13, a Companhia contava com 10,3 milhões de metros quadrados de terrenos em estoque para loteamentos, com potencial de vendas de R$ 2,3 bilhões distribuídos em 29 projetos. Durante o 3T13, foram adquiridos 12 terrenos, a maior parte concentrada em São Paulo, em linha com a estratégia da empresa de reforçar seu landbank nos mercados chave. Esses terrenos possuem VGV potencial de R$ 1,5 bilhão e potencial construtivo de 3,0 mil unidades. Banco de Terrenos em 30/09/2013* Distribuição por Produto (VGV em R$ bi) Forma de Aquisição (em %) MCMV 2 e 3 Caixa Econômico 1,7 21% 12,3 45,7 MAP Permuta 79% Distribuição por Região (VGV em R$ bi) Sul Centro Oeste 6,0 Norte 1,1 Minas Gerais 0,1 2,9 6,5 Nordeste 12,6 São Paulo Rio de Janeiro 24,9 5,5 São Paulo - Interior *O VGV em landbank é baseado na última viabilidade de avaliação do terreno corrigida a INCC até a data de hoje. 10 PÁGINA: 31 de 167

33 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 OBRAS A Cyrela entregou 25 projetos no trimestre, seguindo o critério de emissão de Habite-se, com 6,2 mil unidades que representaram R$ 1.5 bilhão de VGV na data dos respectivos lançamentos. Considerando apenas os segmentos econômicos, foram entregues 3,2 mil unidades no trimestre em 12 projetos, com VGV de lançamento de R$ 375,3 milhões. Ao final de setembro de 2013, havia 199 obras em andamento, seguindo o critério de canteiros ativos, distribuídas conforme o gráfico abaixo nas visões de segmentos, execução e também a distribuição geográfica. O aumento no número de canteiros é consequência do início de 12 obras dentro do programa MCMV Faixa 1, totalizando 18 canteiros nesse segmento. Obras em andamento MAP Terceiros Próprias e JV s % 90% ES CO NORTE NE SUL RJ Eco + MCMV 103 SP 94 Segmentos Execução Região Seguindo o direcionamento estratégico para uma operação mais orgânica, a Companhia vem, desde 2012, reduzindo a participação de terceiros no controle da execução de suas obras. No fechamento deste trimestre, a participação das obras que estavam sendo geridas por equipes próprias ou JVs subiu de 88% no 2T13 para 90% no 3T13. Isso reforça o compromisso da Cyrela com a gestão de custos e qualidade dos produtos ofertados. Dos lançamentos deste trimestre, apenas uma obra será executada por terceiros. Terceiros % % % % % Próprias e JV s % % % % % Execução 3T12 Execução 4T12 Execução 1T13 Execução 2T13 Execução 3T13 11 PÁGINA: 32 de 167

34 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 Desempenho Econômico Financeiro RECEITA A receita bruta relativa à incorporação residencial, que representou 97,8% da receita total do trimestre, somou R$ milhões, montante 1,5% superior aos R$ milhões registrados no 2T13. No ano, essa receita foi de R$ milhões, sendo 6,8% inferior à registrada no mesmo período do ano passado Trimestral Receita Bruta por atividade (R$ milhões) +1,8% Na receita liquida do trimestre, a participação dos produtos Econômicos + MCMV atingiu 33,2%, vs 27,8% no 3T12. No ano, a participação foi de 29,4% vs 27,7% no mesmo período do ano passado. 2T13 3T13 A receita referente a loteamentos no 3T13 foi de R$ 11 milhões, 54,6% superior à apresentada no 2T13 e representou 0,8% da receita bruta do trimestre. A receita de prestação de serviços, que se refere às atividades da Seller (corretagem sobre vendas) e Cyrela Construtora Anual -6,3% (taxa de administração de obras), totalizou R$ 21 milhões no 3T13, montante 2,7% superior ao 2T M12 9M13 Loteamentos Prestação de Serviços Incorp Imob Residencial Por Atividade 3T13 % Part. 3T12 % Part. 3T13 x 3T12 2T13 % Part. 3T13 x 2T13 9M13 % Part. 9M12 % Part. 9M13 x 9M12 R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM Incorp Imob Residencial ,8% ,4% 1,2% ,1% 1,5% ,8% ,4% -6,8% Loteamentos 11 0,8% 9 0,6% 25,8% 7 0,5% 54,6% 31 0,8% 13 0,3% 132,8% Prestação de Serviços 21 1,5% 14 1,0% 45,4% 20 1,4% 2,7% 58 1,4% 56 1,3% 3,3% Total ,0% ,0% 1,8% ,0% 1,8% ,0% ,0% -6,3% 12 PÁGINA: 33 de 167

35 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 CUSTO DOS BENS E/OU SERVIÇOS PRESTADOS O custo de incorporação imobiliária residencial, que representou 97,8% do custo total do trimestre, atingiu R$ 917 milhões e foi 1,1% superior ao registrado no 2T13. No ano, esse custo foi de R$ milhões, sendo 8,7% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. Trimestral Custo por atividade (R$ milhões) Anual ,3% ,6% T13 3T13 9M12 9M13 Loteamentos Prestação de Serviços Incorp Imob Residencial Por Atividade em R$ milhões 3T13 3T12 3T13 x 3T12 2T13 3T13 x 2T13 9M13 9M12 R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM 9M13 x 9M12 Incorp. Imob. Residencial ,9% 907 1,1% ,2% Loteamentos ,1% 4 58,2% ,8% Prestação de Serviços ,3% 14 5,4% ,0% Total ,7% 925 1,3% ,6% 13 PÁGINA: 34 de 167

36 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 MARGEM BRUTA A margem bruta total da Companhia no 3T13 foi de 32,8% sendo 0,2 p.p. superior à margem verificada no 2T13 e 1,1 p.p. superior à margem bruta do 3T12 que foi de 31,7%. No ano, a margem bruta atingiu um crescimento de 1,8 p.p. quando comparada com o mesmo período do ano passado. A margem bruta ajustada do trimestre foi de 36,4%, sendo 0,1 p.p. superior à margem do 3T12 e 1,4 p.p. superior à margem bruta ajustada do 2T13. Margem Bruta Ajustada 3T13 3T12 2T13 9M13 9M12 R$ MM R$ MM 3T13 x 3T12 R$ MM 3T13 x 2T13 R$ MM R$ MM 9M13 x 9M12 Receita Líquida ,3% ,6% ,2% Lucro Bruto ,8% 448 2,1% ,2% Margem Bruta 32,8% 31,7% 1,1 p.p. 32,6% 0,2 p.p. 32,7% 30,9% 1,8 p.p. Juros Capitalizados no Custo ,4% 32 54,2% ,8% Margem Bruta Ajustada 36,4% 36,3% 0,1 p.p. 35,0% 1,4 p.p. 35,5% 34,2% 1,3 p.p. Evolução da Margem Bruta 31,7% 32,6% 32,8% 30,9% 32,7% LB: R$ 457 milhões Margem Bruta: 32,8% 3T12 2T13 3T Margem bruta por atividade 3T13 3T12 2T13 9M13 9M12 Por Atividade R$ MM R$ MM 3T13 x 3T12 R$ MM 3T13 x 2T13 R$ MM R$ MM 9M13 x 9M12 Incorporação Imobiliária Residencial 32,7% 31,6% 1,2 p.p. 32,6% 0,2 p.p. 32,6% 30,9% 1,7 p.p. Loteamentos 47,5% 47,7% -0,2 p.p. 48,8% -1,3 p.p. 49,9% 48,0% 2,0 p.p. Prestação de Serviços 29,8% 38,2% -8,4 p.p. 31,7% -1,9 p.p. 30,5% 32,3% -1,9 p.p. Total 32,8% 31,7% 1,1 p.p. 32,6% 0,2 p.p. 32,7% 30,9% 1,8 p.p. 14 PÁGINA: 35 de 167

37 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 VENDAS A RECONHECER Ao final do segundo trimestre de 2013, a receita líquida de vendas a apropriar somava R$ milhões. A margem bruta dessa receita a apropriar, no trimestre, foi de 38,3% em linha com o valor apresentado no trimestre anterior e 2,8 p.p. acima do apresentado no mesmo período do ano passado. Vale salientar que a margem bruta de backlog (Margem REF) não contempla o efeito AVP, juros de SFH e provisão para garantia pós entrega. Tais efeitos tipicamente tem o impacto entre 4 e 5 p.p. Evolução da Margem Bruta de Backlog 38,2% 38,3% 35,5% Margem Apropriar: 38,3% 3T12 2T13 3T13 Vendas a Reconhecer (R$ mil) 3T13 2T13 3T13 x 2T13 3T12 3T13 x 3T12 Receitas de Vendas a Apropriar ,5% ,0% Impostos a apropriar (124) (122) 1,4% (142) -12,9% Receita Líquida a Apropriar ,4% ,8% Custo Orçado das Unidades Vendidas a Apropriar (3.356) (3.345) 0,4% (3.724) -9,9% Lucro Bruto a Apropriar ,6% ,5% Margem Bruta a Apropriar 38,3% 38,2% 0,1 p.p. 35,5% 2,8 p.p. 15 PÁGINA: 36 de 167

38 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 DESPESAS COMERCIAIS As despesas comerciais totalizaram R$ 113 milhões no 3T13, um aumento de R$ 2 milhões em relação ao 3T12 e aumento de R$ 10 milhões em relação ao 2T13. Em relação às vendas contratadas, a participação das despesas comerciais no trimestre foi de 8,3%, aumento de 2,2 p.p. em relação aos 6,1% ocorridos no 2T13 (excluindo o MCMV Faixa 1). No ano, as despesas comerciais totalizaram R$ 309 milhões, uma redução de R$ 20 milhões em relação ao mesmo período do ano passado. A variação das despesas comerciais em relação ao trimestre anterior ocorreu principalmente nos gastos com serviços de terceiros que englobam premiação de corretores e despesas com marketing online. A variação das despesas com mídia se deve à preparação para lançamentos que ocorrerão no quarto trimestre de T13 3T12 2T13 9M13 9M12 Despesas Comerciais 3T13 x 3T12 3T13 x 2T13 9M13 x 9M12 R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM Estande de Vendas ,4% 25 2,0% ,7% Mídia ,7% 27 5,9% ,1% Serviços de Terceiros ,0% 28 17,9% ,2% Outros ,0% 23 13,5% ,6% Total ,7% 103 9,9% ,0% 16 PÁGINA: 37 de 167

39 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS As despesas gerais e administrativas do trimestre atingiram R$ 100 milhões, um aumento de R$ 8,0 milhões em relação ao 3T12 e de R$ 1 milhão em relação ao 2T13. Esse valor representa 7,2% da receita líquida reconhecida no trimestre, em linha com a participação de 7,2% apresentada no trimestre passado. No ano, as despesas gerais e administrativas atingiram R$ 290 milhões, uma redução de 10,8% em relação ao mesmo período do ano passado e representaram 7,3% da receita reconhecida no período versus 7,7% apresentados no mesmo período do ano passado. 3T13 3T12 2T13 9M13 9M12 Despesas Gerais e Administrativas 3T13 x 3T12 3T13 x 2T13 9M13 x 9M12 R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM Salários e Encargos Sociais ,2% 50 1,0% ,7% Stock Options ,5% 4 0,0% ,9% Honorários da Administração ,3% 2 0,0% 6 6 0,0% Serviços de Terceiros ,8% 12-8,3% ,0% Aluguel, viagens e representações ,6% 13-3,8% ,9% Outros ,0% 10-10,0% ,2% Participação dos Empregados ,5% 8 37,5% ,0% Total ,1% 99 1,0% ,8% 17 PÁGINA: 38 de 167

40 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 EBITDA 3T12. A margem EBITDA do trimestre atingiu 20,6%, 0,6 p.p. superior à apresentada no 2T13 e 2,4 p.p. versus passado. No acumulado do ano, a margem EBITDA foi de 20,6%, 2,8 p.p. superior ao mesmo período do ano 3T13 3T12 2T13 9M13 9M12 EBITDA 3T13 x 3T12 3T13 x 2T13 9M13 x 9M12 R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM R$ MM Lucro Líquido do Exercício das Operações Continuadas ,4% 225 1,3% ,0% (-) Resultado Financeiro (5) (3) 65,5% (9) -43,6% (24) (13) 78,7% (+) Depreciação e Amortização ¹ ,5% 25 26,2% ,4% (+) Tributos sobre o Lucro ,3% 33-1,8% ,4% EBITDA ,5% 274 4,6% ,3% Margem EBITDA (%) 20,6% 18,2% 2,4 p.p. 20,0% 0,6 p.p. 20,6% 17,8% 2,7 p.p. ¹ No valor de depreciação e amortização estão incluídas as amortizações de stand alocadas em despesas comerciais no DRE. Evolução da Margem EBITDA 18,2% 20,0% 20,6% 17,8% 20,6% EBITDA: R$ 287 milhões Margem EBITDA: 20,6% 3T12 2T13 3T13 9M12 9M13 18 PÁGINA: 39 de 167

41 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 RESULTADO FINANCEIRO O resultado financeiro do trimestre foi positivo em R$ 5 milhões, R$ 2 milhões superior ao resultado do 3T12 e R$ 4 milhões inferior ao resultado do 2T13, principalmente devido ao aumento da taxa Selic durante o ano de 2013, que passou de 7,25% a.a. no início do 2T13 para 9% a.a. no final do 3T13. R$ mil 3T13 2T13 3T12 Despesas Financeiras Juros SFH (39) (37) (17) Juros Empréstimos Nacionais e Estrangeiros (53) (47) (86) Juros Capitalizados Sub Total (37) (36) (32) Variações Monetárias sobre Financiamentos (3) (1) (3) Despesas bancárias (3) (2) (3) Outras Despesas Financeiras (2) (1) (7) Total de Despesas Financeiras (45) (40) (45) Receitas Financeiras Rendimento de Aplicações Receitas Financeiras sobre Contas a Receber Variações monetárias Outras Receitas Financeiras Total de Receitas Financeiras Resultado Financeiro PÁGINA: 40 de 167

42 Comentário do Desempenho LUCRO LÍQUIDO E MARGEM LÍQUIDA Relatório da Administração - 3T13 9M13 Como resultado do desempenho apresentado, o lucro líquido do trimestre foi de R$ 175 milhões, um decréscimo de 4,4% sobre o 2T13. No ano, o lucro líquido foi de R$ 536 milhões, um crescimento de 30,5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, devido principalmente a: (i) aumento da margem bruta de 30,9% para 32,7%, (ii) diminuição das despesas comerciais, gerais e administrativas (de R$ 654 milhões para R$ 599 milhões) e (iii) benefício do imposto sobre projetos no Regime Especial de Tributação (RET) ocorridos a partir de A margem líquida atingiu 12,5% no trimestre e, no ano, 13,5% que representa uma expansão de 3,7 p.p versus o mesmo período do ano anterior. O lucro por ação no 3T13 foi de R$ 0,4212 ante R$ 0,4408 no 2T13 e R$ 0,3657 no 3T12. Esse resultado gerou um ROE (últimos 12 meses) de 14,9%. Excluindo o benefício pontual do RET ocorrido no 4T12, o ROE seria 13,6%. Trimestral +22,3% Lucro Líquido (R$ milhões) Anual +30,5% T12 2T13 3T13 9M12 9M13 Margem Líquida 11,1% 13,3% 12,5% 9,8% 13,5% 20 PÁGINA: 41 de 167

43 Comentário do Desempenho Relatório da Administração - 3T13 9M13 Evolução da Margem Líquida +3,7 p.p. 11,1% 13,3% 12,5% 13,5% 9,8% 3T12 2T13 3T PÁGINA: 42 de 167

44 Comentário do Desempenho RELACIONAMENTO COM OS AUDITORES INDEPENDENTES Relatório da Administração - 3T13 9M13 Em atendimento à Instrução CVM nº 381/03, informamos que a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes foi contratada para a prestação dos seguintes serviços em 2013: auditoria das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e Normas Internacionais de Relatório Financeiro ( IFRS ); revisão dos controles internos; e revisão das informações contábeis intermediárias trimestrais de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR Revisão de Informações Intermediárias Executadas pelo Auditor da Entidade e ISRE Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). A Companhia contratou os auditores independentes para trabalhos referentes à prestação de serviços profissionais de aplicação de procedimentos acordados para emissão de carta-conforto em conexão com a oferta no valor de R$260 mil. As informações no relatório de desempenho sobre eventos não recorrentes, número de lançamentos, vendas totais contratadas, percentual de vendas por região e por produtos, velocidade de vendas (VSO), valor de mercado dos estoques, estoque por safra de entrega, breakdown do estoque pronto, potencial de vendas, banco de terrenos, unidades entregues e margem bruta por atividade, não foram objeto de revisão pelos auditores independentes. 22 PÁGINA: 43 de 167

45 CYRELA BRAZIL REALTY S.A. EMPREENDIMENTOS E PARTICIPAÇÕES NOTAS EXPLICATIVAS ÀS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS INTERMEDIÁRIAS PARA O PERÍODO FINDO EM 30 DE SETEMBRO DE 2013 (Em milhares de reais - R$, exceto quando mencionado de outra forma) 1. CONTEXTO OPERACIONAL A ( Companhia ) é uma sociedade anônima de capital aberto com sede em São Paulo, Estado de São Paulo, tendo suas ações negociadas na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros - BM&FBOVESPA S.A. - Novo Mercado - sob a sigla CYRE3. A sede social da Companhia está localizada na Avenida Engenheiro Roberto Zuccolo, nº 555, 1º andar, Sala 1001, na cidade de São Paulo, no Estado de São Paulo. A Companhia tem como objeto social e atividade preponderante a incorporação e construção de imóveis residenciais, isoladamente ou em conjunto com outras entidades, através da participação em sociedades controladas, sob controle compartilhado, ou em coligadas. As sociedades controladas compartilham as estruturas e os custos corporativos, gerenciais e operacionais da Companhia ou do parceiro, conforme cada situação. 2. APRESENTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES CONTÁBEIS INTERMEDIÁRIAS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS ADOTADAS 2.1. Declaração de conformidade As informações intermediárias da Companhia compreendem: a) As informações intermediárias individuais da controladora preparadas de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 21 (R1) Demonstração Intermediária e de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR, identificadas como Individual, e b) As informações intermediárias consolidadas preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 26 (R1) Apresentação das Demonstrações Contábeis e a norma internacional IAS 1 Presentation of Financial Statements emitida pelo IASB ( IFRS ), que contempla a orientação técnica OCPC 04 sobre a aplicação da interpretação técnica ICPC 02 - Contrato de Construção do Setor Imobiliário, emitida pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), identificadas como Consolidado". As práticas contábeis adotadas no Brasil compreendem aquelas incluídas na legislação societária brasileira e nos Pronunciamentos, nas Orientações e nas Interpretações emitidas pelo CPC e aprovados pela CVM e pelo CFC. PÁGINA: 44 de 167

46 As informações intermediárias individuais apresentam a avaliação dos investimentos em controladas, em empreendimentos controlados em conjunto e coligadas pelo método da equivalência patrimonial, de acordo com a legislação brasileira vigente. Dessa forma, essas informações contábeis intermediárias individuais não são consideradas como estando conforme as IFRSs, que exigem a avaliação desses investimentos nas demonstrações separadas da controladora pelo seu valor justo ou pelo custo. Como não existe diferença entre o patrimônio líquido consolidado e o resultado consolidado, atribuíveis aos acionistas da controladora, conforme as informações intermediárias consolidadas preparadas de acordo com as IFRSs e as práticas contábeis adotadas no Brasil, e o patrimônio líquido e o resultado da controladora conforme as informações intermediárias individuais preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a Companhia optou por apresentar essas informações intermediárias individuais e consolidadas em um único conjunto. c) Exceto quanto à aplicação das práticas contábeis descritas na nota explicativa n 2, as informações referentes às bases de elaboração e apresentação das informações trimestrais, ao resumo das principais práticas contábeis e ao uso de estimativas e julgamento não sofreram alterações em relação àquelas divulgadas nas notas explicativas n 2 às Demonstrações Financeiras Anuais referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 (doravante denominadas de Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2012 ), publicadas no dia 22 de março de 2013 no jornal O Estado de São Paulo e no Diário Oficial do Estado de São Paulo, e disponibilizadas por meio dos seguintes websites: e PÁGINA: 45 de 167

47 2.2. Normas e interpretações novas e revisadas a) As International Financial Reporting Standards - IFRSs novas e revisadas a seguir, em vigor para períodos anuais iniciadas em ou após 1º de janeiro de 2013, foram adotadas nas informações contábeis intermediárias. A adoção dessas IFRSs novas e revisadas não teve nenhum efeito relevante sobre os valores reportados e/ou divulgados para os exercícios/períodos corrente e anterior. CPC IFRS/IAS Descrição IAS 1 Modificações a norma - Apresentação dos Itens de Outro Resultado Abrangente IFRS 7 Modificações a norma - divulgação compensação de ativos financeiro e passivos financeiros. CPC 46 IFRS 13 Mensuração do Valor Justo CPC 33 (R1) IAS 19 (revisada em 2011) - Benefícios a Empregados. CPC 35 (R2) IAS 27 (revisada em 2011) - Demonstrações Financeiras Separadas. CPC 18 (R2) IAS 28 (revisada em 2011) - Investimentos em Coligadas e Joint Ventures b) Normas e interpretações novas ainda não adotadas IAS 32 Compensação de Ativos e Passivos Financeiros (1). IFRS 9 Instrumentos Financeiros (2). Modificações às IFRS 9 e IFRS 7 Data de Aplicação Mandatória da IFRS 9 e Divulgações de Transição (2). (1) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de (2) Em vigor para períodos anuais iniciados em ou após 1º de janeiro de O Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC ainda não editou todos os respectivos pronunciamentos e modificações correlacionadas às IFRSs novas e revisadas apresentadas acima. Em decorrência do compromisso do CPC e do Conselho Federal de Contabilidade - CFC de manter atualizado o conjunto de normas emitido com base nas atualizações feitas pelo International Accounting Standards Board - IASB, é esperado que esses pronunciamentos e modificações sejam editados pelo CPC e aprovados pela CVM e CFC de modo que sejam aplicados a partir de sua aplicação obrigatória conforme previsto pelo IFRS. A Administração da Companhia não espera impactos significativos decorrentes da aplicação dessas novas normas e interpretações. PÁGINA: 46 de 167

48 2.2.1 Novos normativos que impactaram significativamente as informações trimestrais, referentes à consolidação, acordos de participação, coligadas e divulgações Em maio de 2011, algumas normas sobre consolidação, acordos de participação, coligadas e divulgações, foram emitidas ou revisadas pelo IASB ( International Accounting Standards Board ), e posteriormente o CPC emitiu as seguintes normas equivalentes: CPC 36 (R3) (IFRS 10) - Demonstrações Consolidadas, CPC 19 (R2) (IFRS 11) Negócios em conjunto, CPC 45 (IFRS 12) - Divulgação de Participações em Outras Entidades, CPC 35 (R2) (IAS 27) - Demonstrações Separadas e CPC 18 (R2) (IAS 28) - Investimento em Coligada, em Controlada e em Empreendimento Controlado em Conjunto. A aplicação dessas normas é relevante para a Companhia, pois existem diversas participações em Entidades que tem como objetivo a incorporação e a venda de unidades imobiliárias. Um quadro resumido e as principais exigências dessas normas estão descritas a seguir: a) De acordo com o CPC 36 (R3) (IFRS 10), existe somente uma base de consolidação, o controle. Consequentemente, o CPC 36 (R3) (IFRS 10) inclui uma nova definição de controle que contém três elementos: (a) poder sobre uma investida; (b) exposição, ou direitos, a retornos variáveis da sua participação na investida; e (c) capacidade de utilizar seu poder sobre a investida para afetar o valor dos retornos ao investidor. Orientações abrangentes foram incluídas no CPC 36 (R3) (IFRS 10) para abordar cenários complexos. b) De acordo com o CPC 19 (R2) (IFRS 11), os acordos de participação são classificados como operações conjuntas ou joint ventures, conforme os direitos e as obrigações das partes. Resumidamente, a classificação depende se o investidor tem direitos e deveres sobre o patrimônio líquido da Entidade ou se o investidor tem direitos e deveres relacionados a ativos e passivos específicos da Entidade. Consequentemente, as joint ventures devem ser contabilizadas pelo método de equivalência patrimonial e as operações em conjunto pelo método de consolidação proporcional. PÁGINA: 47 de 167

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