PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO

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1 AGENDA PROGRAMA PRÓ CABOTAGEM POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO

2 O PROGRAMA PROGRAMA PARA DESENVOLVIMENTO DA CABOTAGEMNO BRASIL, COM A PARTICIPAÇÃO DOS ORGÃOS INTERVENIENTES, ATRAVÉS DE UM GRUPO DE TRABALHO NO ÂMBITO DO CONIT

3 OBJETIVOS DO PROGRAMA Estabelecer diretrizes para políticas públicas de incentivo à cabotagem; Definir objetivos específicos e metas de curto, médio e longo prazos para o crescimento da cabotagem; Desenvolver e implementar um plano de ação coordenado para alcance dos objetivos e metas estabelecidos.

4 Metodologia de Trabalho Definição da Política Setorial Objetivos Diretrizes Proposta de metas indicadores Proposição e avaliação de ações Definição de critérios Estabelecimento de prioridades

5 IMPLEMENTAÇÃO Priorização de ações Detalhamento e plano de ação para implementação. Construção de indicadores de resultados. Acompanhamento de implementação. Verificação da eficácia Reavaliação das ações

6 Objetivos da Política Setorial Mudança de modal Menores custos Logísticos Menores custos de infraestrutura Redução de acidentes em rodovias Menor impacto ambiental Redução do Custo Brasil Transferência dos ganhos para o preço dos produtos Maior competitividade

7 DIRETRIZES Garantir e ampliar a oferta e a qualidade dos serviços portuários Garantir e ampliar a oferta e a qualidade de Transporte intermodal (cabotagem porta a porta) Ampliar a eficiência, reduzir custos e melhorar processos ( Transporte intermodal, serviços portuários) Equilibrar assimetrias entre os modais Estimular e facilitar a migração de modal (start-up) Fomentar o Desenvolvimento local e regional Disseminar a cultura da cabotagem

8 AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA Política Tecnologia EXTERNO INTERNO PROCESSOS Economia Meio ambiente Legislação

9 POTENCIAL DA CABOTAGEM PARA O AGRONEGÓCIO

10 CARGAS DOMÉSTICAS COMODITIES AGRÍCOLAS COM POTENCIAL PARA A CABOTAGEM ARROZ TRIGO MILHO

11 QUADRO DE OFERTA E DEMANDA SAFRA 2010/11 e 2011/12 PRODUTO ALGODÃO EM PLUMA ARROZ EM CASCA FEIJÃO MILHO SOJA EM GRÃOS FARELO DE SOJA ÓLEO DE SOJA TRIGO SAFRA ESTOQUE DE PASSAGEM - ALGODÃO, FEIJÃO, MILHO E SOJA: 31 de Dezembro - ARROZ: 28 de Fevereiro - TRIGO: 31 de Julho ESTOQUE INICIAL PRODUÇÃO IMPORTAÇÃO SUPRIMENTO CONSUMO EXPORTAÇÃO ESTOQUE FINAL 2010/11 76, ,8 144, ,0 900,0 758,3 521,7 2011/12 521, ,5 15, ,2 910,0 970,0 607,2 2010/ , ,1 825, , , , ,5 2011/ , ,8 800, , ,5 800, ,8 2010/11 366, ,8 207, , ,0 20,5 686,3 2011/12 686, ,4 150, , ,0 4,0 269,7 2010/ , ,9 686, , , , ,6 2011/ , ,7 300, , , , ,3 2010/ , ,3 41, , , , ,5 2011/ , ,3 50, , , , ,8 2010/ , ,5 24, , , , ,5 2011/ , ,0 35, , , , ,5 2010/11 541, ,8 126, , , ,0 946,4 2011/12 946, ,5 50, , , ,0 734,9 2011/ , , , , , , ,7 2012/ , , , , , , ,0 FONTE: CONAB - Levantamento: Maio/2012.

12 ARROZ C E NE P-1.224,8 C-2982,3 T O 1.524, ,5 SE P-158,5 C-4.499,6 S P ,1 C-1.538,6 (mil toneladas) Fonte: Conab

13 TRIGO -MI T O C E PR P RS P SP P-110,7 SC P-235,6 S P-5.478,8 250 SE P-200,8 (mil toneladas) Fonte: Conab

14 TRIGO -MI Estado/Região de Origem Fluxos do Mercado Interno de trigo (mil toneladas) Estado/Região de destino Quantidade produzida no Estado/Região de origem Quantidade escoada para o Estado de Destino RS SC RS CO RS SP PR SP Fonte: Conab

15 TRIGO -ME Importação NE (mil toneladas) Fonte: Conab

16 MILHO MI NE P- 6,2 T O C E 0,75 0,5 SE P- 11 S P- 21,6 (milhões de toneladas) Fonte: Conab

17 Potencial x realizado Realizado Potencial Arroz * -* Trigo Milho Total (13%) (3,7%) mil tons

18 FATORES PARA REDUÇÃO DE FRETES EMBARQUES REGULARES GRANDES LOTES CONTRATOS DE LONGO PRAZO

19 EMBARQUES REGULARES Q Produção e consumo Safra verão Safra inverno Consumo = Abastecimento Estoques reguladores na origem T

20 GRANDES LOTES

21 Serviços de Cabotagem CONTEINERES GRANELEIROS BARCAÇAS OCEÂNICAS ROLL ON ROLL OFF

22 CONTEINERES SERVIÇO REGULAR PORTA A PORTA CONTRATO POR EMBARQUE ADMITE PEQUENOS LOTES ( 1 TEU ) OFERTA EM CRESCIMENTO FROTA EM RENOVAÇÃO + ADEQUADO PARA CARGAS EMBALADAS / UNITIZADAS UNIDADES ADAPTÁVEIS PARA GRANÉIS

23 CONTEINERES DIRECIONADO PARA CARGAS DE > VALOR AGREGADO DEMANDA S-SE/ NE-N PRÓXIMO DA SATURAÇÃO VALOR DO FRETE 80 A 90% DO RODOVIÁRIO DEMANDAM PORTOS COM INFRA E SUPERESTRUTURA EFICIENTES OPORTUNIDADE : OCIOSIDADES SAZONAIS

24 GRANELEIROS FROTA NACIONAL ANTIGA GRANDES LOTES SERVIÇO PORTO A PORTO OFERTA LIMITADA (EBN) DIFICULDADE DE ACESSO AO MERCADO INTERNACIONAL DE AFRETAMENTO CONTRATOS POR VIAGEM OU TEMPO

25 BARCAÇAS OCEÂNICAS CARGAS DEDICADAS CONTRATOS DE LONGO PRAZO SERVIÇO PORTO A PORTO CARGA SOLTA, GRANÉIS, CONTEINERES, VEÍCULOS LOTES INTERMEDIÁRIOS ( 10 A 15 MIL TONS) INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA SIMPLES PEQUENO CALADO PORTOS REGIONAIS

26 BARCAÇAS OCEÂNICAS NOVAS TECNOLOGIAS BAIXO CUSTO AQUISIÇÃO ( 50 % CONVENCIONAL) RAPIDEZ DE CONSTRUÇÃO ESTALEIROS DE MENOR PORTE TRIPULAÇÃO REDUZIDA BAIXO CONSUMO FLEXIBILIDADE VELOCIDADE OPERACIONAL MENOR

27 BARCAÇAS OCEÂNICAS

28 ROLL ON ROLL OFF ESTRADAS DO MAR SERVIÇO INEXISTENTE NO BRASIL SERVIÇO REGULAR ( EU ) PORTA A PORTA PEQUENOS LOTES 1 VEÍCULO DE CARGA TRABALHA EM SINERGIA COM TRANSPORTE RODOVIÁRIO TRANSPORTA CARGAS E PASSAGEIROS CARGA ROLANTE, CONTEINERES, CARGAS DE PROJETO

29 ROLL ON ROLL OFF ESTRADAS DO MAR CARGA DE RETORNO, UNIDADES RODOVIÁRIAS VAZIAS, PASSAGEIROS E SEUS VEÍCULOS VELOCIDADES OPERACIONAIS ELEVADAS ATENDE DISTÂNCIAS MAIS CURTAS P AVI CAPACIDADES MENORES MAIOR FREQUÊNCIA INFRAESTRUTURA PORTUÁRIA SIMPLES POUCO CALADO PORTOS REGIONAIS ALTOS CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS DIFICULDADE DE AFRETAMENTO DE EMBARCAÇÕES ESTRANGEIRAS DISPONÍVEIS

30 ROLL ON ROLL OFF ESTRADAS DO MAR

31 FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO Transporte Multimodal - Cabotagem Navios Custos competitivos Flexibilidade no manuseio de cargas Terminais Portuários Com berços dedicados à cabotagem Custos baixos e processos simplificados Eficiência operacional Centros de Distribuição Retro-portuários Recepção e armazenagem de carga Integração eficiente com modais rodoviários e ferroviários Simplicidade Documental e Controles Equivalente aos modais concorrentes

32 PRÓXIMOS PASSOS Detalhamento dos fluxos Identificação de sazonalidades Características da Cadeia de Suprimentos Avaliação de Competitividade entre os modais Proposição de Solução Reengenharia do sistema logístico Redesenho do sistema de distribuição Novas alternativas de transporte Intermodal

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