Definir critérios de diagnóstico, prognóstico e tratamento das pneumonias do adulto adquiridas em comunidade.

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1 TE-5 REMESSA DE documentos de CAIXA, EXTRA-CAIXA E CONTABILIDADE PARA MICROFILMAGEM DIBAN/DPSAG - Depto. de Processos e Suporte às Agências Tipo Documental OBJETIVO - POPULAÇÃO ALVO Definir critérios de diagnóstico, prognóstico e tratamento das pneumonias do adulto adquiridas em comunidade. POPULAÇÃO ALVO Adultos (maiores de 16 anos) não expostos a ambiente hospitalar ou instituições de longa permanência nos últimos 30 dias. POPULAÇÃO EXCLUÍDA Crianças e adolescentes (menores de 16 anos), pacientes adultos institucionalizados ou hospitalizados nos últimos 30 dias do início do quadro clínico. DEFINIÇÃO Doença inflamatória aguda que acomete os espaços aéreos e pode ser causada por bactérias, vírus ou fungos Adquirida fora do ambiente hospitalar ou de unidades especiais de atenção à saúde ou se manifesta em até 48hs da admissão (1) RECOMENDAÇÕES PARA O DIAGNÓSTICO PT.ASS.MEDI /05/013 por

2 Radiografia de tórax PA + perfil na suspeita de PAC Pacientes de baixo risco só devem realizar RX tórax (evidência 1A) Metade dos diagnósticos de pneumonia não existem O padrão radiológico NÃO pode ser usado para predizer agente causal Tomografia de tórax: dúvidas na presença de infiltrado, detecção de complicações ou suspeita de neoplasia A radiografia só necessita ser repetida em 6 semanas em tabagistas com mais de 50 anos ou na persistência de sintomas ou alterações no exame físico EXAMES COMPLEMENTARES Oximetria Gasometria arterial Uréia (>65 mg/dl) Hemograma (leuco < 4000) Disfunções orgânicas Protocolo Sepse MARCADORES INFLAMATÓRIOS Proteína C Reativa (PCR) Valor prognóstico (< 100) Redução menor que 50% em 4 dias = não resposta ou complicações Procalcitonina Melhor valor prognóstico que PCR PT.ASS.MEDI /05/013 por

3 Maior especificidade de resposta terapêutica INVESTIGAÇÃO ETIOLÓGICA Necessária apenas em casos graves ou que não respondem ao tratamento empírico Hemocultura Cultura de escarro Aspirado traqueal Lavado broncoalveolar Testes sorológicos Antígenos urinários Reação em cadeia da polimerase Pesquisa de vírus (PCR e imunofluorescência) PT.ASS.MEDI /05/013 por

4 RECOMENDAÇÃO DE TRATAMENTO CLASSIFICAÇÃO DE GRAVIDADE I. Pneumonia severity index (PSI) PT.ASS.MEDI /05/013 por

5 II. CURB e CRB Tipo Documental C = confusão U = uréia > 50 mg/dl R = frequência respiratória > 30 B = pressão sistólica < 90 ou pressão diastólica < 60 PT.ASS.MEDI /05/013 por

6 PONTOS DE DESTAQUE Tipo Documental Diagnóstico de pneumonia em pacientes de baixo risco = suspeita clínica e RX de tórax PA/perfil (RECOMENDAÇAO A) Tomografia de tórax reservada para casos de suspeita de neoplasia, dúvida de infiltrado ou não resposta ao tratamento (RECOMENDAÇÃO A) Escolha do antimicrobiano tem a ver com a história e epidemiologia e não com a imagem (RECOMENDAÇÃO B) Investigação etiológica somente em casos graves ou que não responderam ao tratamento empírico (RECOMENDAÇÃO B) CONCLUSÃO Protocolo auxilia na definição de gravidade, internação e tratamento PAC. PT.ASS.MEDI /05/013 por

7 FLUXOS Indicação de Internação e Acionamento da Retaguarda NÃO SIM NÃO SIM NÃO SIM PT.ASS.MEDI /05/013 por

8 TRATAMENTO A antibioticoterapia para pacientes com PAC deve ser instituída o mais precocemente possível, com o potencial de reduzir as taxas de mortalidade, o tempo de permanência hospitalar e os recursos. NÃO SIM PT.ASS.MEDI /05/013 por

9 REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS Tipo Documental J Bras Pneumol. 009;35(6): Thorax 009;64(Suppl III):iii1 iii55 N Engl J Med. 1997;336(4): RESUMO Protocolo auxilia na definição de gravidade, internação e tratamento PAC. RESPONSABILIDADES Responsáveis pela elaboração: Grupo de Protocolos de Clínica Médica das Unidades de Pronto Atendimento (José Eduardo Afonso Jr., Sylvia Massue Iria Waksman, Zied Rasslan; Celso Guido Lellis Vieira Junior; Marcelo Hisato Huwakino; Marcelo Franken, Brito Marques PT.ASS.MEDI /05/013 por

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