11. Empresas de base tecnológica

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1 1 11. Empresas de base tecnológica 11.1 Fontes de captação de recursos das empresas Conforme já foi visto anteriormente, uma empresa S.A. aberta pode financiar seus projetos de investimentos com empréstimos de terceiros e/ou de recursos próprios, através de suas ações ordinárias, preferenciais e lucros retidos. Ativos Fonte: Gitman, 2000 Balanço Passivo Circulante Exigível de Longo Prazo Patrimônio Líquido. Ações preferenciais. Ações ordinárias. Lucros retidos Fontes de Recursos de Longo prazo Apesar de o país contar com um sistema financeiro bem desenvolvido, devido às altas taxas de juros praticadas pelos bancos privados, nacionais e estrangeiros, a captação de recursos financeiros de longo prazo no Brasil torna-se muitas vezes proibitiva até para as empresas de grande porte. A razão destas altas taxas cobradas deve-se principalmente à pressão exercida pelo Governo Federal no financiamento do seu déficit público (Folha de São Paulo, 23/02/03) Investimentos em empresa de base tecnológica De forma genérica, os estágios de investimentos em empresas de base tecnológica, desde a sua criação até a sua fase de consolidação são representados no esquema a seguir:

2 2 Estágios de Investimentos em empresas emergentes Fonte: adaptação de Inovar, 2000 (Dornelas; 2001) 1. Fase pré-inicial ou da idéia: Uma quantidade inicial de capital, proveniente do próprio empreendedor, de amigos, investidor pessoa física (angels), etc., é investida para validar a idéia e finalizar o desenvolvimento do produto, desenvolver o protótipo, etc. Muitas empresas incubadas encontram-se nesta fase. 2. Fase inicial (start-up): A empresa já está constituída, o produto está sendo melhorado e a aceitação piloto em alguns mercados está sendo analisada. Nesta fase, devido ao alto risco envolvido, os recursos (seed money) normalmente virão dos investidores privados (angels). A empresa geralmente tem menos de um ano de existência. 3. Expansão: A empresa já está se desenvolvendo e precisa de um aporte maior de capital para financiar seu crescimento. Esse capital necessário virá da primeira rodada de investimento de venture capital (capital de risco), o first round. A empresa geralmente estará com dois a três anos de existência. 4. Consolidação e saída dos angels e capitalistas de risco: Nesta fase a empresa busca uma expansão ainda maior, negocia uma aquisição, parcerias, outras rodadas de investimento com outros fundos etc., e começa a gerar os resultados almejados pelos investidores iniciais que realizam seus lucros, saindo da empresa. Começa um novo ciclo da empresa, com a consolidação do negócio e a possibilidade de abrir o capital em bolsa de valores, o chamado IPO Inicial Public Offering (oferta pública inicial de ações)

3 Venture capital Venture capital, algumas vezes chamado de capital de risco, é um investimento em companhias privadas, que não possuem ações negociadas no mercado acionário. O relatório The Nat West (veja NatWest BAnk [1991]) define venture capitalist como: uma organização (ou indivíduos) que está apta a investir financiamento de risco de longo prazo para o start-up e desenvolvimento de pequenas e médias empresas fechadas, que possuem um significativo potencial de crescimento. Denomina-se venture capital clássico o investimento de participação 1 em jovens empresas, de rápido crescimento na área de inovação. O venture capital clássico soluciona os dois maiores problemas dos fundadores das empresas: a falta de recursos financeiros e a experiência gerencial. A figura a seguir descreve o mercado de venture capital clássico. Uma empresa de venture capital obtém capital de investidores externos e investe em projetos por conta desses investidores. A empresa de venture capital deve identificar oportunidades e procurar pelos melhores projetos. Uma característica muito importante, que distingue o venture capital clássico de outros instrumentos de financiamentos é de que os venture capitalist não somente fornecem capitais, mas também se envolvem de forma muito ativa nas operações da empresa. Os retornos dos investimentos como ganhos de capital são obtidos ao término do investimento, ao invés de retornos de dividendos ao longo do mesmo. O Mercado de Venture Capital Investidores. Fornece capital Fundos de V/C. Identifica oportunidades. Faz negócios. Provê formas de controle. Realiza ganhos de capital Empresas. Utiliza capital. Utiliza assistência. Ganha credibilidade. Divisão de risco Na maioria dos casos, o principal problema da transformação de uma idéia inovadora em um projeto realizável é a falta de capital. Esta conclusão está presente em diversos estudos e pesquisas. Os mais recentes estudos no nível da firma descobriram que restrições de financiamento existem de forma especial para pequenas empresas. Um recente estudo feito pela BVR (Bundesverband der Deutschen Volksbanken und Raiffeisenbanken), datado de 1998 mostrou que 49% dos fundos de empresas na Alemanha, o principal problema é a falta de fontes de financiamento. 1 Investiment equity

4 4 Tem-se evidenciado para nós que uma grande dificuldade é vivenciada por pequenas e médias empresas no levantamento de capital que elas possam freqüentemente necessitar, mesmo quando a garantia para a obtenção do respectivo crédito é totalmente segura. O gasto para uma emissão publica é grande demais em proporção ao capital que se deseja levantar e, por conseguinte, é difícil atrair o investidor comum. Na medida em que a maioria das jovens empresas de inovação é gerenciada pelos seus donos, o segundo obstáculo para um início ou expansão dessas firmas é uma ineficiente experiência gerencial de seus fundadores. Freqüentemente os fundadores dessas empresas são cientistas com nenhuma experiência em negócios. De acordo com Kulicke (1987), 78,8% dos sócio-fundadores de empresas na Alemanha tem experiência em P&D, mas somente 31,6% em vendas e 27,6% na produção. Na medida em que a falta de competência empresarial é a principal razão para o insucesso dos negócios, as atividades de controle e consultoria das firmas de venture capital clássicas são muito importantes. Elas aumentam de forma significativa as chances de sobrevivência de jovens empresas Venture capital e o financiamento às inovações Para um investidor externo, financiar uma jovem firma de inovação é um projeto muito arriscado, na medida em que a incerteza em relação aos resultados é muito grande. Especialmente firmas engajadas em atividades de base científica estão tipicamente associadas com mais incertezas sobre o valor potencial de seus investimentos do que firmas de indústrias tradicionais. Esta incerteza adicional surge devido ao risco de imitação e incerteza relacionada à realização da inovação. Existe uma grande incerteza em financiar uma jovem firma de inovação e ao mesmo tempo há pouco ou não há ativos que possam ser oferecidos como garantia de crédito. Entretanto, a grande maioria dos fundadores não possui fontes próprias suficientes para financiar projetos. Mesmo que um fundador tivesse capital suficiente, provavelmente não estaria disposto a investir seu patrimônio em um projeto, na medida que, no caso de fracasso, ele perderia tudo. Sem o oferecimento de algum tipo de garantia, ele preferiria permanecer empregado e manter seu salário. Portanto, intermediários que possam investir em mais projetos para dividir o risco deveriam se envolver. Problemas potenciais provenientes de assimetria de informações entre os fundadores e o venture capitalist incluem moral hazard 2, a escolha adversa, o problema do hold-up 3, o free-riding, o window dressing 4, etc. O problema típico de moral hazard pode resultar, por exemplo, do reduzido esforço para a utilização de bonificações ou em se assumir riscos demasiados, por parte do empreendedor. O problema da escolha adversa decorre do fato de que os empreendedores na maioria das vezes conhecem melhor o seu próprio projeto do que o investidor. 2 Risco moral 3 Obstrução ou retardo 4 Meios de melhorar a aparência ou criar uma falsa impressão favorável

5 5 Venture capitalists utilizam mecanismos que diminuem o problema da assimetria de informação e torna o financiamento de inovações possíveis. Existe uma ampla literatura relacionada com estes problemas, tanto em nível geral como no caso particular do venture capital. Em Keuschnigg, Strobel e Tykyová (1999), podem ser encontrados os mais recentes e possíveis mecanismos de contratos compatíveis de incentivos. A falta de reputação e de ativos para garantia de créditos, altos riscos bem como problemas de moral hazard diminuem as chances de jovens empresas de inovação obterem empréstimos bancários. Por um lado, o setor bancário não deseja tomar riscos extremos com essas empresas e por outro, não pode desempenhar as funções de consultor. Além disto, na medida em que pagamentos de juros e amortizações de alguma forma diminuiriam a expansão de jovens empresas, um empréstimo não é um bom instrumento de financiamento para uma firma de inovação em expansão Principais programas de venture capital no país As principais instituições no país de fomento à constituição de fundos de venture capital são o BNDES, através do BNDESPAR, FINEP e o SEBRAE, que em diversos programas podem eventualmente atuar de forma conjunta. Suas respectivas políticas de investimento serão apresentadas a seguir BNDESPAR/BNDES O BNDESPAR, empresa de investimentos do Sistema BNDES tem como uma de suas metas de atuação o desenvolvimento do mercado de capitais nacional. Neste contexto, entre os seus principais objetivos estão o desenvolvimento da indústria de fundos fechados no país e o apoio às pequenas e médias empresas, através da concessão de capital de risco. Para consecução desses objetivos o BNDESPAR vem desenvolvendo programas de apoio direto às empresas fechadas e os indiretos, através de investimento em fundos fechados de terceiros, explicitados a seguir (

6 6 Programas de apoio direto a empresas fechadas Programa de Capitalização de Empresas de Base Tecnológica - Contec O Programa de Capitalização de Empresas de Base Tecnológica - CONTEC tem por objetivo estimular o fortalecimento das pequenas e médias empresas de base tecnológica, através de subscrição de ações ou debêntures conversíveis até um volume máximo de R$ 2 milhões e com uma participação máxima de 30% do capital da empresa. Como pré-requisito as empresas devem ter um faturamento máximo de R$ 15 milhões/ano. Programa de Apoio a Pequenas Empresas - Contec Simplificado O Programa de Capitalização de Pequenas Empresas - CONTEC Simplificado, tem por objetivo estimular o fortalecimento das pequenas e médias empresas de base tecnológica, através de subscrição de ações ou debêntures conversíveis até um volume máximo de R$ 1 milhão e com uma participação máxima de 30% do capital da empresa. Como pré-requisito as empresas devem ter um faturamento máximo de R$ 7 milhões/ano. Programa de Investimento em Empresas Emergentes O Programa de Investimento em Empresas Emergentes, não necessariamente de base tecnológica, visa contribuir para o crescimento e fortalecimento de empresas emergentes. Conforme a Instrução CVM 363, de 02/04/2002, entende-se por Empresa Emergente aquela que apresentou faturamento líquido anual inferior a R$ 100 milhões no último exercício e que, além disto, não pertença ao grupo de sociedades de fato ou de direito, com patrimônio líquido consolidado superior a R$ 200 milhões. A implantação deste programa é por intermédio de subscrição de ações ou debêntures, com uma participação máxima de 35% do capital futuro da empresa. Como pré-requisito as empresas devem ter um faturamento máximo de R$ 100 milhões/ano.

7 7 Programa de Apoio às Novas Sociedades Anônimas; O Programa de Apoio às Novas Sociedades Anônimas visa aumentar o apoio para pequenas e médias empresas, não necessariamente de base tecnológica, através de operações de capital de risco e estimular a adoção de práticas adequadas de governança corporativa. Operam através da subscrição de ações ou debêntures conversíveis em ações e tem como alvo empresas de faturamento líquido anual de até R$ 100 milhões no último exercício. A participação máxima é de 35% no capital futuro. Como condições de participação a empresa se compromete a realizar a abertura de seu capital no "Novo Mercado" da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), através da emissão de ações ordinárias, forma que deverá ser seguida a partir daí nas novas emissões. O Conselho de Administração deverá ter mandato unificado com prazo de gestão não superior a um ano, permitida a reeleição. Programas de atuação indireta Através de investimento minoritário em fundos fechados, administrados por terceiros, o BNDESPAR busca alavancar suas aplicações nas empresas. Tais fundos são constituídos em parcerias com administradores privados e co-investidores. Tem como objetivos principais propiciar efeito multiplicador do investimento do BNDESPAR, atrair investidores institucionais nacionais e externos para capitalização de empresas no país e estimular a adoção de políticas de governança corporativa, de transparência, de comunicação e de bom relacionamento com os acionistas minoritários. Além disto, desenvolver administradores com competência na gestão de fundos de capital de risco. O programa se desenvolve através da subscrição de quotas de fundos fechados, sendo que a proposta de formação de um fundo pode partir de um administrador, um investidor ou do próprio BNDESPAR. Os fundos estruturados, apoiados pelo BNDESPAR, têm em geral um foco, isto é, fazem aplicações em empresas que possuam uma característica relevante em comum, como a base tecnológica, região, setor ou cadeia produtiva etc. Até o presente já estão constituídos os seguintes fundos: Fundos regionais voltados para pequenas e médias empresas de base tecnológica Têm como objetivo a promoção do desenvolvimento de fundos especializados em empresas de base tecnológica. São consideradas de base tecnológica aquelas empresas cujo ativo mais importante é uma nova tecnologia de processo ou produto.

8 8 O BNDESPAR estruturou e participa como cotista de quatro fundos nesta modalidade: o RSTec, o SCTec, o SPTec e MVPTec com área de atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Os fundos RSTec e SCTec são administrados pela Companhia Riograndense de Participações (CRP). O SPTec é administrado pela SP Administração de Fundos Ltda e o MVPTec pela Mercatto Venture Partners. Investidores institucionais relevantes como o BID, o Sebrae e fundos de pensão estaduais também são cotistas destes fundos. O patrimônio previsto de cada fundo é de R$ 24 milhões e a participação do BNDESPAR de até 40%. Fundos regionais de empresas emergentes Realizam aplicações em empresas emergentes localizadas em um determinado Estado ou região geográfica. Foram estruturados três fundos nesta modalidade, dos quais o BNDESPAR participa como cotista. São eles: o SC-FIEE e o MG-FIEE, contemplando os Estados de Santa Catarina e Minas Gerais, respectivamente, administrados pelo Banco Fator, e o Fundo Rio Bravo Nordeste I - FIEE, administrado pela Rio Bravo Investimentos, com atuação na Região Nordeste do Brasil. O patrimônio previsto para cada fundo é da ordem de R$ 30 milhões, R$ 40 milhões e R$ 20 milhões, respectivamente, dos quais o BNDESPAR participa com R$ 9 milhões, R$ 11 milhões e R$ 6 milhões. A fase de investimento do SC-FIEE e do MG-FIEE fundo já foi concluída. Fundos de private equity Visam atrair investidores institucionais para aplicar capital de risco em empresas maiores, com permanência no mercado entre 5 e 10 anos e que apresentem boa perspectiva de crescimento e valorização. Conforme se segue, o BNDESPAR estruturou e é cotista de quatro fundos nesta modalidade, sendo que três deles já encerraram a fase de investimento e o quarto, recentemente criado, tem seu foco nos setores Saúde e Educação. - O Patrimônio Brasil Private Equity II - Saúde e Educação, Fundo de Investimentos em Títulos e Valores Mobiliários é administrado pela Patrimônio Investimento e Participação Ltda, administradora de recursos com experiência no mercado. Como os demais fundos já estruturados pelo BNDESPAR, esse é de retorno a longo prazo, tendo um prazo de duração de até dez anos. - Brasil Private Equity, um fundo multi-setorial administrado pelo Credit Suisse First Boston Garantia, que realizou investimentos em cinco empresas de diversos setores. Este fundo já concluiu a fase de investimento.

9 9 - CVC-Opportunity, um fundo destinado ao setor de infra-estrutura, administrado pelo Banco Opportunity. Este fundo realizou investimentos em cinco empresas, todas provenientes da privatização. A fase de investimento deste fundo já foi concluída. - Santander Private Equity, um fundo multi-setorial administrado pelo Grupo Santander. A fase de investimento deste fundo já foi concluída. Fundos de liquidez ou governança Estes fundos têm como objetivo agrupar pequenos lotes de ações, pertencentes a dois ou mais investidores institucionais, e assim formar blocos com tamanho suficiente para eleger representantes nos Conselhos de Administração ou Conselhos Fiscais para proporcionar melhor acompanhamento e governança das empresas investidas. O BNDESPAR estruturou e participa como cotista de três fundos nesta modalidade: - Fundo Fator Sinergia com patrimônio previsto de R$ 250 milhões, é administrado pelo Banco Fator. - Fundo Dynamo Puma com patrimônio previsto de R$ 270 milhões, é administrado pela Dynamo Administração de Recursos Ltda. - Fundo Bradesco Templeton com patrimônio previsto de R$ 350 milhões, é administrado pelo Bradesco Templeton Asset Management. Segundo o BNDESPAR, tais fundos têm exercido um papel relevante na governança das empresas em que são investidores, contribuindo para a disseminação do conceito de governança corporativa, e na observância dos direitos dos acionistas minoritários. Fundos de petróleo e gás O BNDESPAR criou um Programa, juntamente com a Petros, para participar de fundos de private equity destinados a empreendimentos da cadeia produtiva de petróleo e gás. O Programa compreende a constituição de três fundos, sendo o primeiro estruturado com patrimônio previsto de R$ 200 milhões e com a administração do Banco Brascan. Tais fundos aplicarão nos segmentos de prospecção, exploração de petróleo e gás, refino, gasodutos e outras atividades relacionadas à área de petróleo e gás, além da geração de energia elétrica, via termoelétricas a gás.

10 10 Fundos de co-gestão Nestes fundos, o BNDESPAR é o único investidor. Seus objetivos são terceirizar o acompanhamento e a governança das empresas da carteira do BNDESPAR e promover o desenvolvimento de administradores de fundos de investimento especializados em empresas emergentes. Com base em dados de novembro de 2002, o compromisso total de investimentos dos membros dos fundos de investimento é de US$ 1,4 bilhões, do BNDESPARPAR, US$ 196 milhões, para um total de 136 empresas atendidas. Conforme a tabela abaixo, de um total de 17 fundos, apenas 4 são destinados às pequenas empresas de base tecnológica. Tipo Empresas - Alvo Quantidade de Administradores Base tecnológica Pequenas empresas de base tecnológica Principais Cotistas 4 SEBRAE, BID e Eccelera. Emergentes/Regionais Empresas emergentes 3 SEBRAE, BID e Fundos de Pensão Private equity Empresas de médio e grande porte 3 Fundos de Pensão Liquidez/Governança Abertas, baixa liquidez 3 Fundos de Pensão Petróleo e gás Exploração/produção/distribuição 1 Petros Co-gestão Empresas Emergentes 2 Não aplicável Private equity para Saúde e educação Fonte: BNDESPAR, dez./2002 Hospitais, clínicas e universidades 1 Definindo as fontes

11 Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) Lançado em maio de 2000, o Projeto Inovar visa impulsionar a criação e o desenvolvimento de empresas de base tecnológica. As instituições parceiras no Inovar são: Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio do Fundo Multilateral de Investimento (Fumin); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); Petros - Fundação Petrobrás de Seguridade Social; Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologias Avançadas (Anprotec); Sociedade para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); e Confederação Nacional da Indústria (CNI)/Instituto Evaldo Lodi. Entre os componentes do Projeto Inovar destacam-se a Incubadora de Fundos Inovar e o Fundo Brasil Venture, que serão vistos a seguir ( Incubadora de Fundos Inovar Formada por meio de um consórcio entre FINEP, BID/Fumim, SEBRAE e Petros, a Incubadora de Fundos Inovar é uma estrutura voltada para estimular a criação de novos fundos de Capital de Risco, direcionada para as empresas nascentes e emergentes de base tecnológica. Tem como objetivo atrair investidores institucionais, especialmente os fundos de pensão, para a atividade e disseminar as melhores práticas de análise para seleção de fundos de Capital de Risco. No seu conjunto, os parceiros da Incubadora de Fundos têm por meta investir R$ 100 milhões por ano, durante três anos, para capitalizar os fundos de investimentos selecionados e analisados conjuntamente. Dependendo da entrada de novos parceiros, este valor pode ser aumentado. Além dos investimentos dos parceiros por meio da Incubadora de Fundos Inovar, são também realizados road shows no país e no exterior para atração de investidores nacionais e estrangeiros para investimento, em fundos de capital de risco no país. Desde outubro de 2001, quando foi lançado o primeiro fundo, a ser apoiado pela Incubadora de Fundos Inovar, foram realizadas três chamadas. Como balanço, 41 propostas foram recebidas, 8 due diligences foram executadas, 4 fundos foram aprovados (Stratus VC, GP Tecnologia, SPTec e Latintech Ventures, estando o último em fase de captação), e mais 2 encontram-se em fase final de análise.

12 12 Fundo Brasil Venture O Fundo Brasil Venture é um acordo de investimento entre FINEP e SEBRAE para apoio prioritário a fundos de seed capital, voltados para empresas nascentes de base tecnológica, denominado Fundo Brasil Venture. O termo de compromisso entre a FINEP e o SEBRAE tem valor inicial de R$ 30 milhões. A FINEP e o SEBRAE buscam com essa iniciativa suprir uma necessidade de mercado para investimentos em empresas em estágio bem inicial (seed money e early stage). ( 26/02/03) Sebrae O Programa de Capital de Risco do Sebrae (Serviço de Apoio às Pequenas e Médias Empresas) tem como objetivos o desenvolvimento das micro e pequenas empresas e o mercado de capital de risco. Neste sentido procura utilizar a sinergia proveniente de outras ações do Sebrae, que incluem o apoio para criação e abertura da empresa, capacitação técnica e gerencial, apoio às incubadoras de empresas e linhas de financiamento para modernização tecnológica e para elaboração de planos de negócios. Atualmente o país conta com 180 incubadoras de empresas, dessas 141 são apoiadas pelo Sebrae. Em 2000 as 141 incubadoras foram responsáveis pela criação de negócios. Em 2001 o programa, com recursos da ordem de R$ 5,8 milhões, pretendeu apoiar 102 incubadoras, das quais 30 novas. É nas incubadoras de empresas, principalmente de base tecnológica, que estão as empresas mais atrativas do ponto de vista de investidores e de gestores de fundos de capital de risco. Na constituição dos fundos de capital de risco o SEBRAE procura atuar associado a outros investidores nacionais (BNDESPAR, Finep, Fundos de Pensão, investidores privados) e/ou internacionais (BID/Fumin e Bird/IFC). Os fundos de investimentos em operação são os seguintes: Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes de Base Tecnológica do Rio Grande do Sul RSTec, em parceria com o BNDESPAR, para empresas com um faturamento inferior a R$ De um total de R$ , participa com cerca de 13% das cotas do fundo. Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes de Base Tecnológica de Santa Catarina - SCTec, em parceria também com o BNDESPAR, para empresas com um faturamento inferior a R$ De um total de R$ , participa com cerca de 20% das cotas do fundo.

13 13 Fundo Brasil Venture em parceria com a FINEP, conforme visto anteriormente. REIF (Returning Entrepeneurs Investment Fund) Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes de Base Tecnológica é um fundo mútuo de investimento em empresas emergentes, sob a forma de condomínio fechado, com prazo máximo de duração de dez anos, prorrogável uma única vez, por até dois anos, contados a partir da data de autorização para funcionamento pela Comissão de Valores Mobiliários. Destina-se ao investimento em valores mobiliários de emissão de empresas emergentes, que apresentem faturamento líquido anual inferior a R$ (nove milhões de reais), apurado no balanço de encerramento do exercício anterior. ( 26/02/03)

14 14 Referência Bibliográfica - Livros e Publicações: DORNELAS, José Carlos Assis: Empreendedorismo - transformando idéias em negócios; Editora Campus; GITMAN, Lawrence J.: Princípios de Administração Financeira; Editora HARBRA; Sites:

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