Imposto de Renda. Conceito de Renda: - Constituição Federal. - Código Tributário Nacional

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2 Imposto de Renda Conceito de Renda: - Constituição Federal Art Compete à União instituir impostos sobre: (...) III- renda e proventos de qualquer natureza; - Código Tributário Nacional Art. 43. O imposto, de competência da União, sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem como fato gerador a aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica; I de renda, assim entendido o produto do capital, do trabalho ou da combinação de ambos; II de proventos de qualquer natureza, assim entendidos os acréscimos patrimoniais não compreendidos no inciso anterior. Art. 44. A base de cálculo do imposto é o montante real, arbitrado ou presumido, da renda ou dos proventos tributáveis.

3 Sistemática para determinação do lucro Lucro Real Lucro Presumido Lucro Arbitrado RET

4 Lucro Real Fórmula básica do Lucro Real Na tributação pelo método do lucro real chegase à base de cálculo do imposto através do lucro contábil da empresa (receita despesas), ajustado pelas adições, exclusões e compensações previstas pela legislação.

5 Lucro Real IRPJ: alíquota de 15% e adicional de 10% sobre o que exceder R$ ,00 por mês no período de apuração; CSLL: alíquota de 9%; Período de apuração: trimestral ou anual; Regime de apuração das receitas: competência; Possibilidade de utilização do custo orçado (empresas dos setor imobiliário).

6 Reconhecimento da Receita Regime de Competência O regime de competência significa que a receita é considerada no momento do nascimento do direito do contribuinte recebê-la. Regime de Caixa O regime de caixa significa que a receita é contabilizada quando efetivamente recebida ou paga em dinheiro. As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real devem reconhecer os resultados das receitas pelo regime de competência.

7 Lucro Real - REF Diferimento da tributação: Nas vendas a prazo ou a prestações com previsão contratual de recebimento (total ou parcial) para depois do período base da venda, o lucro poderá ser reconhecido proporcionalmente à receita da venda recebida. O lucro bruto será controlado, neste caso, na conta Resultados de Exercícios Futuros - REF. Regime de caixa?

8 Novo Paradigma de Patrimônio Sistema da Lei / PATRIMÔNIO CONTÁBIL = PATRIMÔNIO JURÍDICO* PATRIMÔNIO CONTÁBIL* (leitura econômica) = PATRIMÔNIO JURÍDICO * complexo de relações jurídicas, de uma pessoa, dotadas de valor econômico (CC) * direitos decorrentes de operações que transfiram à companhia os benefícios, riscos e controle desses bens.

9 Novo Paradigma de Patrimônio Aproximação da legislação brasileira às normas contábeis do IASB (International Accounting Standards Board); A Lei determinou que a demonstração contábil e fiscal atendem a fins diferentes: transparência da situação econômica da empresa e situação das relações jurídicas sobre o patrimônio, situação já bastante transparente no setor imobiliário. Art. 177, 7º da Lei das S/A: Os lançamentos de ajuste efetuados exclusivamente para harmonização de normas contábeis, nos termos do 2º deste artigo, e as demonstrações e apurações com eles elaboradas não poderão ser base de incidência de impostos e contribuições nem ter quaisquer outros efeitos tributários.

10 Normas IASB Para o setor de construção civil, a norma IAS 11 prevê dois métodos diferentes de reconhecimento de receitas e despesas contábeis, dependendo da confiabilidade da estimativa do desfecho do contrato: Se os dados forem confiáveis, reconhecidos como receitas e despesas na proporção da medição da execução da obra ao final do período-base; Se os dados não forem confiáveis, as receitas serão reconhecidas até o ponto em que os custos sejam recuperáveis, e os custos serão considerados despesas no período em que incorridos; Em todo caso, a perda esperada nos contratos em que o custo exceder a receita serão automaticamente reconhecidos como despesa.

11 Lucro Real - REF Item 7.1 do Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP 01, de 14 de fevereiro de 2007, da Comissão de Valores Mobiliários: 7.1 Demonstrações Contábeis das Companhias Abertas do Setor Imobiliário Companhias que atuam no setor imobiliário têm a opção de registrar as vendas dos seus empreendimentos com base em orientação contábil fixada na legislação fiscal, que pressupõe, basicamente, o reconhecimento das receitas na medida em que a mesma é recebida, caracterizando a utilização do regime de caixa em detrimento do regime de competência de exercícios preconizado no artigo 177 da lei societária. reconhece a opção do contribuinte adotar regime contábil de caixa para o reconhecimento de receitas.

12 Lucro Real - REF Item 7.1 do Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP 01, de 14 de fevereiro de 2007, da Comissão de Valores Mobiliários: b) Venda a Prazo de Unidade não Concluída Neste caso o resultado na venda deverá ser apropriado ao longo daobra, da mesma forma em que são apropriados os contratos de fornecimento de bens, obras e serviços de longo prazo, ou seja, com base no progresso físico ou nos custos incorridos.

13 Reconhecimento da Receita Condição Suspensiva: Conceito: É suspensiva a condição que subordine a aquisição do direito à verificação ou ocorrência do fato nela previsto, tal como a cláusula que faça a eficácia da operação de compra e venda dependente de financiamento do saldo devedor do preço, ou a que sujeita essa eficácia à liberação de hipoteca que esteja gravando o bem negociado Pode haver outros exemplos de condição suspensiva que não a acima descrita. Havendo a existência de cláusula suspensiva, os valores recebidos são contabilizados no Passivo Circulante; Somente são oferecidos à tributação quando da implementação da cláusula (evento futuro e incerto).

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15 Definição Custo Orçado O contribuinte poderá computar como custo do imóvel vendido (se a venda for contratada antes de concluído o empreendimento), além dos custos pagos, incorridos ou contratados, os custos orçados que estiver obrigado contratualmente a realizar. O custo orçado será baseado nos custos usuais no tipo de empreendimento imobiliário a preços correntes de mercado na data que o contribuinte optar por ele, e corresponderá à diferença entre o custo total previsto e os custos pagos incorridos ou contratados até a mencionada data. (Instruções Normativas 84/79 e 23/83 da SRF e Artigo 412 do Regulamento do Imposto de Renda)

16 Custo Orçado / Sanção Se a execução da obra a que se obrigou o contribuinte se estender além do período de apuração da venda e o custo efetivamente realizado for inferior, em mais de 15 %, ao custo orçado, o contribuinte fica obrigado a pagar juros de mora sobre o valor do imposto postergado pela dedução de custo orçado excedente ao realizado. (412, 2º do Regulamento do Imposto de Renda)

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18 Conceitos Iniciais - PIS e COFINS Regime Cumulativo Lei 9.718/98: regime cumulativo: incide sobre todas as etapas da cadeia; incidência sobre totalidade das receitas; excluem-se da base de cálculo (não são receitas): receitas decorrentes das vendas canceladas, descontos incondicionais, a receita decorrente da venda de bens do ativo permanente etc. Incidência: PIS - alíquota = 0,65% COFINS - alíquota = 3% (LC 70/91 = 2% sobre faturamento) Base de cálculo = faturamento = receita bruta = totalidade de receitas*

19 Conceitos Iniciais - PIS e COFINS Regime Não-Cumulativo Leis nº /02 e nº /03: regime não-cumulativo: tenta incidir somente sobre o valor agregado (economicamente) em cada etapa da cadeia produtiva; incidência sobre todas as receitas, com desconto de créditos arrolados na lei; Incidência: PIS - alíquota = 1,65% COFINS - alíquota = 7,6% Base de cálculo = faturamento = receita bruta de bens e serviços e demais receitas auferidas pela pessoa jurídica

20 Sistemática não-cumulativa Receitas x 9,25% - Créditos = x 9,25% PIS e COFINS a pagar Créditos: bens para revenda insumos energia elétrica* aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos leasing máquinas depreciação Não dão direito a crédito: mão de obra - pessoa física despesas financeiras despesas a não residentes depr. de bens adquiridos antes de 30/04/04 aluguel de bens que já pertenceram à empresa Insumo (pessoa física) * Energia elétrica consumida no estabelecimento da pessoa jurídica

21 Receita Financeira na sistemática não - cumulativa Decreto 5.442/05 Art. 1 Ficam reduzidas a zero as alíquotas da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social COFINS incidentes sobre as receitas financeiras, inclusive decorrentes de operações realizadas para fins de hedge, auferidas pelas pessoas jurídicas sujeitas ao regime de incidência não-cumulativa das referidas contribuições. Parágrafo Único: O disposto no caput: I - não se aplica aos juros sobre capital próprio; II aplica-se às pessoas jurídicas que tenham apenas parte de suas receitas submetidas ao regime de incidência não-cumulativa da Contribuição ao PIS/PASEP e da COFINS.

22 Receita Financeira na sistemática cumulativa Art. 3º, 1º da Lei nº 9.718/98: modificou o conceito de faturamento para fazer coincidir com o conceito de receita bruta, o que ampliou a base de cálculo das contribuições para a totalidade das receitas auferidas pelas pessoas jurídicas; O STF declarou inconstitucional o significado atribuído ao termo faturamento. É inconstitucional o 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98, no que ampliou o conceito de receita bruta para envolver a totalidade das receitas auferidas por pessoas jurídicas independentemente da atividade por elas desenvolvidas e da classificação contábil adotada (RE )

23 Receita de atividade imobiliária Lei /03 x IN 458/04: Lei /03 - Excluiu as receitas decorrentes da construção civil da sistemática nãocumulativa. IN 458/04 - submeteu à sistemática nãocumulativa as receitas de incorporação civil, desconsiderando a amplitude do termo construção civil SECOVI possui medida judicial contra a IN SRF nº 458/04.

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25 Lucro Presumido Apuração da Base de Cálculo Não se estende a todas as empresas. Algumas são obrigadas à apuração pelo lucro real. A empresa poderá subtrair de sua receita bruta os valores relativos a vendas canceladas, descontos concedidos incondicionalmente e aos impostos não cumulativos incidentes sobre a venda, cobrados destacadamente (IPI e ICMS desubstituição) Exclusão do ICMS da Base de Cálculo do Lucro Presumido tal como da Base de Cálculo do PIS/COFINS? (RE STF)

26 Lucro Presumido Estão obrigadas à apuração pelo lucro real e impedidas de utilizarem o lucro presumido as pessoas jurídicas: I - cuja receita total, no ano-calendário anterior seja superior ao limite de R$ ,00 (quarenta e oito milhões de reais), ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a 12 (doze) meses; II - cujas atividades sejam de instituições financeiras, inclusive sociedades decrédito imobiliário; III - que tiveram lucros, rendimentos ou ganhos de capital oriundos doexterior; IV - que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução do imposto; V - que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamento mensal pelo regime de estimativa, na forma do art. 2º da Lei nº 9.430, de 1996; VI - cujaatividade seja de factoring.

27 Lucro Presumido CUSTO ORÇADO - VEDAÇÃO: A pessoa jurídica que de dedica à compra e à venda, ao loteamento, ao desmembramento, à incorporação ou à construção de imóveis, está impedida de optar pelo lucro presumido enquanto não concluídas as operações imobiliárias para as quais haja registro orçado. (Solução de Consulta 32/04, IN 25/99, IN 31/01 SRF) Acórdão do STJ (REsp de 14 de fevereiro de 2006): afasta aplicabilidade da IN 25/99 da SRF tendo em vista que ela afronta o princípio da legalidade (restrição imposta não prevista em lei).

28 Possui duas etapas: Lucro Presumido apuração da base de cálculo mediante aplicação de coeficiente específico sobre receita operacional da empresa; cálculo do imposto através da multiplicação do valor encontrado na primeira etapa pela alíquota estipulada pela legislação. Não se pode confundir os coeficientes utilizados para a apuração da base de cálculo do imposto com a alíquota do tributo. Atenção: Apesar de as despesas não serem dedutíveis quando o contribuinte opta pelo Lucro Presumido, pagamentos que não identifiquem o real beneficiário dos rendimentos sujeitam-se ao IRfonte à alíquota de 35%. (Art. 674 do RIR/99, Ac. 1º CC /00)

29 Lucro Presumido Apuração da Base de Cálculo Percentuais de presunção (coeficientes): 1,6% revenda de combustível a consumidor final; 8% indústria, comércio, transporte de carga e serviços hospitalares, setor de construção civil por empreitada com emprego de materiais; 16% serviços de transporte; 32% prestação de serviços em geral, intermediação de negócio e administração e locação de bens móveis e imóveis e direitos de qualquer natureza.

30 Lucro Presumido Alíquota A alíquota do Imposto de Renda incidente sobre o lucro das pessoas jurídicas é de 15%, independente da forma de apuração. Adicional do IR A parcela do lucro da pessoa jurídica que exceder ao montante de R$ ,00 por mês do período de apuração, em qualquer forma de apuração, estará sujeita a incidência do adicional do IR, à razão de 10%. CSLL Alíquota de 9%.

31 Lucro Presumido Período de apuração: A apuração do IRPJ pelo lucro presumido deve ser realizada trimestralmente, podendo o imposto ser recolhido em quota única, ou em até três parcelas iguais e sucessivas. Regime de apuração de receitas: Opção caixa ou competência. PIS e COFINS cumulativas: 3,65% sobre a receita bruta, incluindo financeiras (discussão sobre a Lei nº 9.718/98, acolhida pelo STF).

32 Lucro Presumido Opção pelo Lucro Presumido: Pagamento da primeira ou única quota do imposto no primeiro período de apuração do ano-calendário (Abril); Base legal: Art. 26 1º Lei 9.430/96 Opção pelo Lucro Presumido será definitiva para todo o ano-calendário; Base legal: Art. 13 1º Lei 9.718/98 Será indeferido pedido para retificação de Darf que pretenda alterar o regime de tributação do IRPJ; (Art. 11, V IN 672/06 SRF)

33 Lucro Presumido Construção Civil: Emprego de materiais - 8% Prestação de serviço geral - 32% O percentual a ser aplicado pela pessoa jurídica prestadora de serviços na área de construção civil será de 8% sobre a receita bruta para fins de apuração do lucro presumido, quando houver emprego de material em qualquer quantidade. Aplica-se o percentual de 32%, referente à prestação de serviço em geral, quando a pessoa jurídica executar obras de construção civil mediante emprego unicamente de mão-de-obra. (SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 52, 8ª Região Fiscal, DE 7 DE MARÇO DE 2005) OBS: A Receita Federal, através do Ato Declaratório Normativo COSIT n 06/97, reconheceu que o coeficiente aplicado, quando do emprego de materiais na construção civil, é de 8%.

34 Lucro Presumido Diferença Efetiva (IRPJ, CSLL, PIS e COFINS) Coeficiente do LP Carga Tributária 32% 14,53% 8% 6,73% *PIS/COFINS 3,65%

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36 Segregação do Empreendimento Vantagens: Diminuição de riscos; Apuração de forma individualizada do lucro de cada empreendimento; Possibilidade de economia tributária.

37 Sociedade em Conta de Participação Feita sem maiores formalidades, podendo ser provada por qualquer forma admitida em Direito (não há obrigatoriedade de registro comercial nem inscrição no CNPJ); Não tem personalidade jurídica; Existência de sócio participante e sócio ostensivo (pode haver mais de um sócio ostensivo); Sócio ostensivo é responsável pelo recolhimento dos tributos (utiliza o seu próprio CNPJ). Base legal: 991/996 do CC

38 Sociedade em Conta de Participação Vantagens: Pode apurar o IR de forma diferente do sócio ostensivo; Ex: sócio ostensivo: lucro real; SCP: lucro presumido (IN 31/01 SRF) ; Desvantagens: Eventuais prejuízos não podem ser compensados com o lucro de outras SCPs ou do sócio ostensivo.

39 Sociedade em Conta de Participação Situações em que se deve analisar a possibilidade de SCP: Sócios investidores PFs e PJs; Sócios estrangeiros BACEN; Possibilidade de opção pelo lucro presumido; (Há situações em que o sócio ostensivo está impedido)

40 Sociedade de Propósito Específico Vantagens: Pode assumir qualquer tipo societário (limitada, S/A, etc.); Pode apurar o IR de forma diferente dos sócios; Lucros distribuídos como dividendos, isentos de IR. Desvantagens: Eventuais prejuízos não podem ser compensados com o lucro dos sócios. Há solidariedade entre os sócios no limite do capital social do empreendimento.

41 Criação de SPE Lucro Presumido Cliente $ SPE 50% Dividendos A 50% B

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43 Regime Especial de Tributação - RET Adequar a tributação do patrimônio de afetação às necessidades do setor: O patrimônio de afetação das incorporações imobiliárias foi instituído pela Lei nº , de 2 de agosto de 2004, visando a criar maior estabilidade nas relações jurídicas do mercado imobiliário e, especialmente, à obtenção de crédito junto às instituições financeiras. Dentre as inovações, o referido ato legal criou o regime especial tributário RET do patrimônio de afetação, através do qual o incorporador imobiliário poderia optar por tributação incidente sobre a receita da atividade. Base legal: art. 4 da Lei /04

44 RET Incorporações imobiliárias submetidas ao patrimônio de afetação: Terreno, acessões e demais bens e direitos vinculados a determinada incorporação ficam apartados do patrimônio da incorporadora. RET: Irretratável (juntos aos adquirentes)* Opcional

45 RET - Conseqüências Recolhimento unificado IRPJ - 2,2% PIS - 0,65% Alíquota unificada 7% sobre as receitas mensais 1,5% - CSLL 3% - COFINS Base legal: art. 4 da Lei /04

46 RET Base de Cálculo: Receitas operacionais + Receitas financeiras + Variação cambial base de cálculo dos tributos é receita mensal de vendas de unidades imobiliárias do empreendimento cujo patrimônio foi afetado, bem como as respectivas receitas financeiras e variações monetárias, de acordo com o artigo 4º da Lei nº /04. Regime de reconhecimento de receitas: único para todos os tributos. Pagamento unificado: deverá ocorrer até o décimo dia útil do mês subsequente àquele em que recebidas as receitas. Os créditos tributários devidos pela incorporadora não poderão ser objeto de parcelamento. Momento da opção.

47 RET Caso a incorporadora opte pelo RET, ela deverá solicitar um novo número de CNPJ para esse empreendimento, de acordo com o inciso III da Instrução Normativa nº 568/05: (...) Art. 12 dain nº 568/05: Art. 12. III a incorporadora optante pelo RET de que trata a Lei nº , de 2004, deverá inscrever no CNPJ, na condição de filial, cada uma das incorporações objeto de opção por esse regime.

48 RET - Comparativo com o Lucro Presumido Lucro presumido: Tributo Alíquota e apuração Alíquota efetiva IRPJ lucro presumido presunção de 2,00% 8% e alíquota de 25% (15% + 10%) CSLL lucro presumido presunção de 12% e alíquota de 9% 1,08% PIS Alíquota sobre a receita 0,65% COFINS Alíquota sobre a receita 3,00% Carga tributária 6,73% Vale lembrar que o caso o empreendimento não seja optante pelo RET, seus resultados serão tributados em conjunto com os demais resultados da incorporadora.

49 RET - Comparativo com o Lucro Presumido RET: Tributo Alíquota e apuração Alíquota efetiva IRPJ Alíquota sobre a receita 2,20% CSLL Alíquota sobre a receita 1,15% PIS Alíquota sobre a receita 0,65% COFINS Alíquota sobre a receita 3,00% Carga tributária 7,00%

50 RET X Lucro Presumido Lucro Presumido RET Carga Tributária 6,73% 7% Opção definitiva Não, pode ser alterada no ano calendário seguinte Sim Limites para opção Receita de R$ 48 milhões no ano anterior Não Risco de interpretação (planejamento trib.) Baixo Inexistente

51 RET - Planejamento Fiscal Existência de 3 regimes para o setor de incorporação imobiliária: Lucro Real - Tributação: IR+ CSLL + (PIS +COFINS) 9,25% Lucro Presumido - Tributação: 6,73% -Risco Jurídico RET - 7% da receita total

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