3º Semestre. Aula 02 Introdução Roteamento

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1 Disciplina: Dispositivos de Redes I Professor: Jéferson Mendonça de Limas 3º Semestre Aula 02 Introdução Roteamento 2014/1

2 Roteiro de Aula O que é Roteamento? IP X Protocolos de Roteamento Roteamento Direto e Indireto Tipos de Roteamento Estático, Dinâmico e Default Conceitos Básicos sobre Roteamento Tipos de Protocolos de Roteamento IGP e BGP Tipos de Algoritmos de Roteamento Vetor de Distância e Estado do Enlace Princípios da Tabela de Roteamento Exercícios

3 O que é Roteamento? Um conjunto de regras que definem como dados originados em uma determinada sub-rede devem alcançar uma outra. (Filippetti, 2008 p. 231) Transferir pacotes de um nó fonte a um nó destino. (Kleinschmidt, 2011)

4 IP X Protocolos de Roteamento O protocolo IP é o responsável pelo encaminhamento dos dados na rede. Os protocolos de Roteamento são responsáveis pela divulgação das rotas e atualização das tabelas de roteamento.

5 IP(Protocolo Roteável) X Protocolos de Roteamento O protocolo IP é o responsável pelo encaminhamento dos dados na rede. Os protocolos de Roteamento são responsáveis pela divulgação das rotas e atualização das tabelas de roteamento.

6 Roteamento Direto Origem e Destino na mesma rede » Operação AND. Tabela de Roteamento Destino Gateway Switch Várias topologias Lembre-se equipamentos de nível 2 não tratam endereço IP

7 Roteamento Indireto Origem e Destino estão em redes diferentes Tabela de Roteamento Destino Gateway Router Tabela de Roteamento Tabela de Roteamento Destino Gateway Destino Gateway

8 Representação de Rotas Listando as tabelas de Roteamento

9 Ambientes de Rede

10 Tipos de Roteamento Roteamento Estático Configurado manualmente pelo Administrador de Rede Roteamento Dinâmico Utiliza-se de protocolos de roteamento para montagem das tabelas de roteamento Roteamento Default Utilizado para envio de pacotes para redes que não se encontram na tabela de roteamento

11 Conceitos Básicos do Roteamento Sistemas Autônomos (AS) Uma coleção de roteadores sob uma administração comum que compartilha uma estratégia de roteamento em comum. (CCNA2, Cisco) Uma coleção de roteadores sobre controle de uma unidade administrativa. Ex: Roteadores de um Provedor de Serviços, Universidade ou Corporação. Um AS recebe um número de 16 bits que o identifica. Este número é fornecido pela IANA.

12 Roteamento Interno (Interior Gateway IG) Roteadores em um mesmo AS. Passam informações de rotas entre roteadores em um mesmo Sistema Autônomo Roteamento Externo (Exterior Gateway EG) Roteadores em diferentes AS. Passam informações de rotas entre Sistemas Autônomos.

13 IG IG IG IG

14

15 Tipos de Protocolos Protocolos Interior Gateway Routing Information Protocol (RIP) Open Shortest Path First (OSPF) Internet Gateway Rounting Protocol (IGRP) Protocolos Exterior Gateway Border Gateway Protocol (BGP)

16 Algoritmo de Roteamento Escolhe a melhor rota até o destino. Dada uma série de roteadores interligados o algoritmo descobre um bom caminho. Um bom caminho é o que tem o menor custo.

17 Tipos de Algoritmo de Roteamento Algoritmo Distance-Vector (Vetor de Distância) Define o caminho baseado na distância até o destino, baseado no número de roteadores que passa (hops). Ex: RIP Algoritmo Link-State (Estado do Enlace) Determina a rota baseado em um número que é definido para cada rota. Este valor pode ser atraso, velocidade do link ou qualquer outra coisa que o administrador queira utilizar como parâmetro. Ex: OSPF

18 Distance Vector Vantagens Simples e fácil de implementar Exige menos processamento (CPU) Desvantagens Tráfego alto em redes grandes Convergência Lenta Difícil detectar roteadores com problemas

19 Link State Vantagens Cálculo de rotas realizado localmente Tamanho das mensagens depende do número de roteadores e não do número de sub-redes Mais fácil encontrar roteadores defeituosos Convergência mais rápida Desvantagens Exige bastante processamento (CPU) e memória Configuração mais difícil

20 Tabela de Roteamento Princípios: 1. Todos os roteadores tomam suas decisões sozinhos com base nas informações presentes em sua própria tabela de roteamento. 2. O fato de um roteador ter determinadas informações em sua tabela de roteamento não significa que todos os roteadores tenham as mesmas informações. 3. As informações de roteamento sobre um caminho de uma rede para outra não fornecem informações de roteamento sobre o caminho inverso ou de retorno. (CCNA2)

21 Exercício Introdução ao Roteamento

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