CONTENÇÕES EM PAREDE DIAFRAGMA, PERFIL METÁLICO E TIRANTES

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2 CONTENÇÕES EM PAREDE DIAFRAGMA, PERFIL METÁLICO E TIRANTES CONCEITOS BÁSICOS EXECUÇÃO ESTUDO DE CASOS ENGº MARCELO FERREIRA

3 003 INTRODUÇÃO INFELIZMENTE, OS SOLOS SÃO FEITOS PELA NATUREZA E NÃO PELO HOMEM E OS PRODUTOS DA NATUREZA SÃO SEMPRE COMPLEXOS. KARL TERZAGHI PRAGA, WINCHESTER,

4 004 INTRODUÇÃO PRINCIPAIS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO: 1. AÇO 2. CONCRETO 3. MADEIRA 4. ROCHA 5. SOLO FUNDAÇÕES TEORIA E PRÁTICA: ANTÔNIO DIAS F. N. NETO

5 005 CONTENÇÕES Definição ESTRUTURAS CIVIS CONSTRUÍDAS PARA SUPORTAR MACIÇOS DE SOLO OU ROCHA, SEM AS QUAIS SERIAM INSTÁVEIS.

6 006 Definição CONTENÇÕES SITUAÇÕES: CORTE ATERRO

7 007 Definição SITUAÇÕES: CONTENÇÕES

8 008 Definição SITUAÇÕES: CONTENÇÕES

9 009 Definição SITUAÇÕES: CONTENÇÕES

10 010 CONTENÇÕES Histórico A.C. MESOPOTÂMIA SÉCULO XVIII CHARLES COULOMB

11 011 Histórico CONTENÇÕES

12 012 CONTENÇÕES Histórico Brasil SÉCULO XVII FORTES SÉCULO XVIII OBRAS PORTUÁRIAS SÉCULO XIX FERROVIAS SÉCULO XX DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL: - DÉCADA DE 60 SEM SUBSOLO - DÉCADA DE 80 USUAL DOIS SUBSOLOS

13 EVOLUÇÃO DOS CENTROS URBANOS 013 AUMENTO POPULACIONAL TRANSPORTE PÚBLICO DEFICIENTE AUMENTO DA RENDA FAMILAR NÚMERO MÍNIMO DE VAGAS DE GARAGEM PREFEITURA ÁREA COMPUTÁVEL

14 014 CONTENÇÕES Tipos MURO DE GRAVIDADE SOLO REFORÇADO ESTACA PRANCHA ESTACA JUSTAPOSTA ESTACA SECANTE PAREDE DE JET GROUTING PAREDE DIAFRAGMA PERFIL METÁLICO PRANCHEADO

15 MURO DE GRAVIDADE 015

16 SOLO REFORÇADO 016

17 ESTACA PRANCHA 017

18 ESTACA SECANTE 018

19 JET-GROUTING 019

20 PAREDE DIAFRAGMA 020

21 PERFIL METÁLICO E PRANCHEAMENTO 021

22 022 Escolha CONTENÇÕES UTILIZAÇÃO SOLICITAÇÕES PERFIL GEOLÓGICO DO SOLO LOCAL ESPAÇO DISPONÍVEL PRAZOS CUSTOS NÍVEL FREÁTICO

23 NÍVEL FREÁTICO LEGISLAÇÃO CEUSO 023 INTERFERÊNCIA EXTERNA PROJETO REBAIXAMENTO FREÁTICO

24 MINUTA DE RESOLUÇÃO 024 I. NÃO SERÁ PERMITIDA A UTILIZAÇÃO DE REBAIXAMENTO PERMANENTE DO LENÇOL FREÁTICO. II. TODAS AS OBRAS QUE PREVEJAM A EXECUÇÃO DE SUBSOLOS DEVERÃO ANEXAR NO PEDIDO DE ALVARÁ DE EXECUÇÃO E MANTER À DISPOSIÇÃO DA FISCALIZAÇÃO ATÉ OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DE CONCLUSÃO:

25 RESOLUÇÃO 025 III. QUANDO A COTA DE IMPLANTAÇÃO DO ÚLTIMO SUBSOLO ESTIVER ABAIXO DO NÍVEL DO LENÇOL FREÁTICO DETECTADO NAS SONDAGENS, DEVERÃO SER OBSERVADAS AS SEGUINTES CONDIÇÕES:

26 026 PAREDE DIAFRAGMA Conceitos Básicos 14h25

27 027 PAREDE DIAFRAGMA Definição CORTINA DE CONCRETO ARMADO OU NÃO, MOLDADA NO SOLO ATRAVÉS DA EXECUÇÃO DE PAINÉIS RETANGULARES SUCESSIVOS OU ALTERNADOS, SENDO A ESCAVAÇÃO REALIZADA COM USO DE FLUÍDO ESTABILIZANTE.

28 028 PAREDE DIAFRAGMA

29 029 PAREDE DIAFRAGMA Fluido Estabilizante LAMA BENTONÍTICA. POLÍMERO.

30 030 PAREDE DIAFRAGMA

31 031 PAREDE DIAFRAGMA Bentonita Características para Utilização Densidade: 1,025g/cm³ a 1,100g/cm³ Viscosidade: 30s a 90s (Funil de Marsh) ph: 7 a 11 Teor de Areia: Até 3%

32 032 PAREDE DIAFRAGMA Polímero Características para Utilização Densidade: 1,005g/cm³ a 1,050g/cm³ Viscosidade: 35s a 120s ph: 8 a 12 Teor de Areia: Até 3%

33 033 PAREDE DIAFRAGMA Histórico MILÃO: 1938 CONCEBIDA POR VEDER E MARCONI SÃO PAULO: 1969 EDIFÍCIO PELLETRON NA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DISSEMINAÇÃO A PARTIR DAS OBRAS DO METRÔ SÃO PAULO (1968) E RIO DE JANEIRO. DESENVOLVIMENTO DOS CENTROS URBANOS.

34 034 PAREDE DIAFRAGMA Aplicação PAREDE PLÁSTICA PARA CUT OFF PAREDE ESTRUTURAL DE CONTENÇÃO ELEMENTO DE FUNDAÇÃO

35 035 PAREDE DIAFRAGMA Características ESPESSURA: 30cm a 120cm LARGURA: 250cm a 320cm PROFUNDIDADE: 60m

36 036 PAREDE DIAFRAGMA Diferenciais EXECUÇÃO COM MENOR VIBRAÇÃO E RUÍDO GRANDE CAPACIDADE ESTRUTURAL MENOR INTERFERÊNCIA NO NÍVEL FREÁTICO EXTERNO AVANÇO EM SOLOS RESISTENTES, INCLUSIVE ROCHA

37 PAREDE DIAFRAGMA - Diafragmadora a Cabo 037 Clam-Shell Guindaste principal

38 PAREDE DIAFRAGMA- Diafrag. Hidráulica 038

39 PAREDE DIAFRAGMA- Hidrofresa 039

40 PAREDE DIAFRAGMA- Conjunto Silos 040

41 PAREDE DIAFRAGMA- Desarenador 041

42 PAREDE DIAFRAGMA- Floculador 042

43 PAREDE DIAFRAGMA-Tubo Junta 043

44 PAREDE DIAFRAGMA- Tremonha 044

45 045 PAREDE DIAFRAGMA

46 046 PAREDE DIAFRAGMA

47 PAREDE DIAFRAGMA- Mureta-Guia 047

48 PAREDE DIAFRAGMA- Perfuração 048

49 PAREDE DIAFRAGMA- Fluido Estabilizante 049

50 PAREDE DIAFRAGMA-Tubo Junta 050

51 PAREDE DIAFRAGMA- Chapa Espelho 051

52 PAREDE DIAFRAGMA- Armação 052

53 PAREDE DIAFRAGMA- Tremonha e Funil 053

54 PAREDE DIAFRAGMA- Concretagem 054

55 056 PAREDE DIAFRAGMA Dimensionamento Geométrico e Estrutural a) Cargas da estrutura b) Empuxo de solo e hidrostático

56 057 PAREDE DIAFRAGMA

57 058 PAREDE DIAFRAGMA Análises - Normas Brasileiras a) ESTADOS LIMITES ÚLTIMOS - ELU b) ESTADOS LIMITES DE SERVIÇO - ELS

58 059 PAREDE DIAFRAGMA Modelos de Cálculos a) Analíticos b) Discretos (Ex.: Elem. Finitos e Winkler) c) Semi-empíricos e Empíricos

59 060 PAREDE DIAFRAGMA Projeto: a) CONCEPÇÃO b) ANÁLISE / CÁLCULO (Estados limites) APLICAÇÃO DO CRITÉRIO DE SEGURANÇA

60 061 PAREDE DIAFRAGMA Critérios de segurança a) Tensões admissíveis b) Equilíbrio limite c) Coeficientes de segurança parciais d) Métodos semiprobabilísticos e) Métodos probabilísticos

61 PAREDE DIAFRAGMA- SOFTWARE GEO5 062

62 PAREDE DIAFRAGMA- SOFTWARE GEO5 063

63 PAREDE DIAFRAGMA- SOFTWARE PLAXIS 064

64 PAREDE DIAFRAGMA- SOFTWARE PLAXIS 065

65 PAREDE DIAFRAGMA- SOFTWARE PLAXIS 066

66 PAREDE DIAFRAGMA- Exemplo de obra 067

67 PAREDE DIAFRAGMA- Exemplo de obra 068

68 PAREDE DIAFRAGMA- Exemplo de obra 069

69 070 PERFIL METÁLICO Conceitos Básicos 15h05

70 071 PERFIL METÁLICO Definição SOLUÇÃO DE CONTENÇÃO ATRAVÉS DA INTRODUÇÃO DE PERFIS METÁLICOS NO SOLO, POSSIBILITANDO ESCAVAÇÃO DO TERRENO E EXECUÇÃO DO PARAMENTO.

71 072 PERFIL METÁLICO Aplicação CONTENÇÃO ACIMA DO LENÇOL FREÁTICO E EM SOLOS QUE POR UM EFEITO DE ARQUEAMENTO OU DEVIDO À SUA COESÃO, PERMANECERÁ ESTÁVEL, AO MENOS TEMPORARIAMENTE, DE MODO A PERMITIR A ESCAVAÇÃO DO TERRENO, ENTRE PERFIS, PARA INSTALAÇÃO DO PRANCHEAMENTO. A CONTENÇÃO PODE TER A FUNÇÃO TAMBÉM DE FUNDAÇÃO.

72 073 PERFIL METÁLICO Instalação no solo CRAVAÇÃO IMPLANTAÇÃO

73 074 ACESSO: ESPAÇO MENOR EM ÁREA E ALTURA. MENOR ESPESSURA DE CONTENÇÃO. CUSTO. PERFIL METÁLICO Diferenciais

74 PERFIL METÁLICO- Bate-Estacas Queda Livre 075

75 076 PERFIL METÁLICO- Bate-Estacas Queda Livre

76 PERFIL METÁLICO- Martelo Hidráulico 078

77 PERFIL METÁLICO- Martelo Hidráulico 079

78 PERFIL METÁLICO- Martelo Hidráulico 080

79 PERFIL METÁLICO- Martelo Vibratório 081

80 PERFIL METÁLICO- Martelo Vibratório 083

81 PERFIL METÁLICO- Cravação de Perfis 085

82 PERFIL METÁLICO- Escavação da Obra 086

83 PERFIL METÁLICO- Escavação entre Perfis 087

84 PERFIL METÁLICO- Detalhe de Canto 088

85 PERFIL METÁLICO- Sequência Executiva 089

86 090 TIRANTE Conceitos Básicos 15h20

87 091 TIRANTE Definição NBR 5629/2006 PEÇAS ESPECIALMENTE MONTADAS, TENDO COMO COMPONENTE PRINCIPAL UM OU MAIS ELEMENTOS RESISTENTES À TRAÇÃO, QUE SÃO INTRODUZIDAS NO TERRENO EM PERFURAÇÃO PRÓPRIA, NAS QUAIS POR MEIO DE INJEÇÃO DE CALDA DE CIMENTO (OU OUTRO AGLUTINANTE) EM PARTE DOS ELEMENTOS, FORMA UM BULBO DE ANCORAGEM QUE É LIGADO À ESTRUTURA ATRAVÉS DO ELEMENTO RESISTENTE À TRAÇÃO E DA CABEÇA DO TIRANTE.

88 092 TIRANTE

89 093 TIRANTE Histórico 1957: Primeiras aplicações Brasil e Alemanha 1968: Construção Metrô São Paulo e Rio de Janeiro Normas Técnicas 1975: NB : NBR : NBR Revisão

90 094 TIRANTE Aplicação Elemento de fundação para estruturas com esforços de tração Contenções em geral Laje de subpressão Reação para provas de carga

91 095 TIRANTE Tipo a) UTILIZAÇÃO: - Provisório - Permanente b) TRABALHO: - Passivo - Ativo

92 096 TIRANTE Tipo c) CONSTITUIÇÃO: - Monobarra - Multiplas Barras - Fios - Cordoalhas - Materiais sintéticos

93 097 TIRANTE Execução - Sequência - Preparo da armação do tirante - Perfuração - Injeção da bainha - Instalação do tirante - Injeção do bulbo de ancoragem - Protensão e ensaio

94 TIRANTE - Sequência Executiva 098

95 TIRANTE - Sequência Executiva 099

96 TIRANTE - Sequência Executiva 100

97 TIRANTE - Sequência Executiva 101

98 TIRANTE - Sequência Executiva 102

99 103 TIRANTE Dimensionamento a) Carga b) Armação c) Comprimento (Livre e ancorado)

100 F.S. NBR

101 105 TIRANTE Cálculos a) Analícos b) Discretos (Elementos finitos)

102 TIRANTE - SOFTWARE GEO5 106

103 TIRANTE - SOFTWARE GEO5 107

104 TIRANTE - SOFTWARE GEO5 108

105 TIRANTE - SOFTWARE GEO5 109

106 TIRANTE - SOFTWARE GEO5 110

107 111 TIRANTE Execução Sob Vizinhos Resolução 101/06 do CEUSO de : A obtenção de anuência de vizinhos para a execução de tirantes não deve ser exigida para a aprovação de projeto e não cabe atuação ou embargo de obras que se utilizam de tirantes provisórios para as contenções de subsolos. Lei Municipal /1992 item e o Código Civil artigo 1299.

108 113 CASO DE OBRA 15h20

109 MIS Copacabana / RJ 114 ENGº MARCELO FERREIRA 2015

110 MIS Copacabana / RJ 115

111 MIS RJ Planta Tirantes 116

112 MIS RJ Corte 117

113 MIS RJ Vista geral 118

114 MIS RJ Tirantes de fundação 119

115 MIS RJ Travamento metálico 120

116 MIS RJ Tirantes e ponteiras 121

117 MIS RJ Armação radier 122

118 MIS RJ Convretagem Radier 123

119 MIS RJ Pilares 124

120 MIS RJ Formas Estrutura 125

121 MIS RJ Estrutura 126

122 MIS RJ Concepção 127

123 128 OBRIGADO PELA ATENÇÃO! h30

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