Comentários da prova da 2ª Fase do X Exame Unificado da OAB

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1 1 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ Comentários da prova da 2ª Fase do X Exame Unificado da OAB ÍNDICE DIREITO ADMINISTRATIVO... 2 DIREITO CIVIL DIREITO CONSTITUCIONAL DIREITO EMPRESARIAL DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL DIREITO DO TRABALHO E PROCESSUAL DO TRABALHO DIREITO TRIBUTÁRIO... 48

2 2 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ X EXAME UNIFICADO DA OAB DIREITO ADMINISTRATIVO QUESTÃO 1 PEÇA: Contestação ENDEREÇAMENTO : EXMO SR. DR. JUIZ FEDERAL... DA VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO 3ª. REGIÃO FRANCISCO, já qualificado nos autos da AÇÃO INDENIZATÓRIA, DE RITO ORDINÁRIO, de número em epígrafe, que lhe ajuizou MATHEUS, vem, por seu procurador, nos termos do artigo 297 do Código de Processo Civil, oferecer CONTESTAÇÃO, pelo que expõe e requer a Vossa Excelência o seguinte. I. BREVE RELATO DA AÇÃO PROPOSTA Francisco, servidor público que exerce o cargo de motorista do Ministério Público Federal da 3ª Região, localizada em São Paulo, há tempo vinha alertando o setor competente de que alguns carros oficiais estavam apresentando constantes problemas na pane elétrica e no sistema de frenagens, razão pela qual deveriam ser retirados temporariamente da frota oficial até que tais problemas fossem solucionados. Contudo, nesse ínterim, durante uma diligência oficial, em razão de tais problemas,

3 3 Francisco perdeu o controle do veículo que dirigia e acabou destruindo completamente a moto de Mateus, estudante do 3º período de Direito, que estava estacionada na calçada. Mateus, por essa razão, assim que obteve sua inscrição como advogado nos quadros da Ordem dos Advogados, ingressou, em causa própria, perante este juízo a presente ação, de responsabilidade civil, com fulcro no Art. 37, 6º, da CF/88 em face de Francisco e da União Federal, com o intuito de ser ressarcido pelos danos causados à sua moto No entanto, como será demonstrado a seguir, não merece prosperar a pretensão do Autor em relação ao requerido que ora contesta. II. PRELIMINARMENTE (Da Preliminar) Da Ilegitimidade passiva (alegar que a responsabilidade do agente público é regressiva, e, portanto não há legitimidade para figurar no polo passivo da ação juntamente com a União cuja responsabilidade é primária, teoria da dupla garantia.) Art 37 6º, CF As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Lei 8112/90 Art A responsabilidade civil decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros. 1 o A indenização de prejuízo dolosamente causado ao erário somente será liquidada na forma prevista no art. 46, na falta de outros bens que assegurem a execução do débito pela via judicial. 2 o Tratando se de dano causado a terceiros, responderá o servidor perante a Fazenda Pública, em ação regressiva. Desde logo, requer a Vossa Excelência a extinção do processo, nos termos do artigo 267 do Código de Processo Civil, uma vez que parte não é legítima e, consequentemente, está configurada a carência de ação em relação ao réu que ora contesta. Todavia, caso Vossa Excelência não entenda dessa forma, o que se admite apenas para argumentar, no mérito também não procede o pedido do Autor.

4 4 III. DO MÉRITO III.1. Da prescrição ( argumentar a tese de que em se tratando de responsabilidade civil, sendo o prazo do código civil mais benéfico à fazenda pública o artigo 206, 3º, II, IV e V, do Código Civil prescreve ser tão somente de 03 (três) anos o prazo prescricional para as pretensões relativas à reparação civil, seria incoerente, como dito, que a prescrição contra a Fazenda Pública tivesse prazo superior a este, sob pena de restar afastado o interesse público de proteção ao erário, no mínimo em condições idênticas à tutela dos interesses privados. A prescrição das dívidas particulares, portanto, jamais poderia ter prazo inferior àqueles previstos em relação aos débitos da Fazenda Pública, eis que tal fato resultaria em ofensa ao Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o interesse particular. Assim passados quatro anos do fato estaria a ação de reparação de danos, prescrita II. 2. Do Direito Sendo a responsabilidade do agente subjetiva, não resta configurada pela falta do elemento culpa, ainda que seja inequívoca a relação de causa e efeito entre o ato do agente e o dano causado ao requerente, não agiu o agente com dolo ou culpa. IV. DO REQUERIMENTO Por todo o exposto, requer a Vossa Excelência seja julgado IMPROCEDENTE o pedido formulado pelo Autor, com a condenação do Autor ao pagamento dos honorários advocatícios de sucumbência, bem como o reembolso das despesas processuais adiantadas, nos termos do artigo 20 do Código de Processo Civil. O Réu provará o alegado por todos os meios em Direito admitidos. Termos em que pede deferimento. Local e data. / Nome e assinatura do advogado.

5 5 Número de inscrição na OAB Endereço para intimações QUESTÃO 1: Deve a entidade privada sem fins lucrativos prestar contas quando receber repasse de Subvenção Social, não o fazendo, caracterizada a omissão do dever de prestar contas, caberá a imputação de débito, no montante repassado Em relação ao controle externo, o Tribunal de Contas tem dúplice competência, de auxiliar a atividade do Poder Legislativo e de realizar, ele próprio, o controle dos atos da administração. Nos casos em que auxilia o Legislativo, cinge se a emitir parecer que se sujeita a apreciação pelo órgão controlador. Porém nos casos, em exerce a sua competência própria, a eficácia de suas decisões prescinde de aprovação. Este o texto da Constituição da República, na parte em que trata da competência de controle da Administração própria dos Tribunais de Contas, e de sua eficácia, para o caso em apreço: Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete: (...) IV realizar, por iniciativa própria, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, de Comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, e demais entidades referidas no inciso II; (...) VIII aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em

6 6 lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário; (... 3º As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo. (grifos não constantes do roiginal) No mesmo sentido, o texto da Constituição de nosso Estado: Art. 71 O controle externo, a cargo da Assembléia Legislativa, será exercido com auxílio do Tribunal de Contas, ao qual compete, além das atribuições previstas nos arts. 71 e 96 da Constituição Federal, adaptados ao Estado, emitir parecer prévio sobre as contas que os Prefeitos Municipais devem prestar anualmente. (grifos não constantes do original) Evidentemente que, não sendo de natureza judicial esta atividade, e sim administrativa, está também ela sujeita ao controle judicial, exercido por todos os meios admissíveis, como no caso, por meio dos embargos opostos à execução fiscal.questão 2: Enunciado 36 FVC IMN: art. 22 do CDC princípio da continuidade do serviço público não impede corte de energia na hipótese de inadimplência Enunciado 36 FVC IMN: "O princípio da continuidade do serviço público, tal como previsto no art. 22 do CDC, não impede o corte no fornecimento de energia elétrica em caso de inadimplência do consumidor, desde que notificado previamente". Justificativa: A questão do corte de fornecimento de energia elétrica tem ocupado os debates nas cortes judiciárias. Diante do inadimplemento do consumidor, parte da jurisprudência inclinou se por inadmiti lo, ao argumento da essencialidade do bem em questão e da característica de

7 7 continuidade do serviço de fornecimento de energia elétrica, com apoio no art. 22 do CDC (Lei 8.078/90), que consagra o princípio da continuidade dos serviços públicos essenciais. O Poder Público ou seu delegado só ficaria autorizado a proceder à cobrança executiva do débito, sob pena de infringir o art. 42 do mesmo diploma, que proíbe o uso de expedientes constrangedores na cobrança de dívidas a consumidores. Essa corrente prevaleceu durante algum tempo na Primeira Turma do STJ, tendo o Min. José Augusto Delgado sido o relator do acórdão padrão que resultou no assentamento desse entendimento (ver o acórdão proferido no ROMS 8915 MA, unânime, j , DJ ). Todavia, o direito à continuidade do serviço público, como está assegurado ao consumidor no art. 22 (bem como no 1o do art. 6o, da Lei 8.987/95), não significa que não possa haver corte do fornecimento, mesmo na hipótese de inadimplência do consumidor. A continuidade, aqui, tem outro sentido, significando que, já havendo execução regular do serviço, a Administração ou seu agente delegado (concessionário ou permissionário) não pode interromper sua prestação, sem um motivo justo, a exemplo das excludentes de força maior ou caso fortuito. O dispositivo nem sequer obriga a Administração a fornecer o serviço, mas, desde que implantado e iniciada sua prestação, não poderá ser interrompida se o consumidor vem satisfazendo as exigências regulamentares, aí incluído o pagamento da tarifa ou preço público. O art. 6o, par. 3º, inc. II, da Lei 8.987/95 ("Lei das Concessões dos Serviços Públicos"), deixa isso bem claro, ao dizer que "não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após aviso prévio", em caso de "inadimplemento do usuário, considerado o interesse público". Como se vê, o corte de energia elétrica é um direito que assiste ao Poder Público ou a seu concessionário, no caso de inadimplência do usuário. Decorre de disposição legal e, por isso mesmo, jamais poderia ser considerado um expediente constrangedor ou qualquer tipo de ameaça ou infração a direitos do consumidor. Essa questão, no entanto, encontra se superada, diante do novo posicionamento do STJ, considerando legítimo o corte no caso de inadimplemento do usuário, não caracterizando descontinuidade do serviço essa hipótese (ver, e.g., o acórdão proferido no REsp MG, rel. Min. Humberto Gomes de Barros, j , DJ de ).

8 8 "ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA. MUNICÍPIO INADIMPLENTE. SUSPENSÃO DO SERVIÇO. PREVISÃO LEGAL. POSSIBILIDADE. PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE. 1. A interrupção no fornecimento de energia por inadimplemento do usuário, conforme previsto no art. 6o., par. 3o., II, da Lei n /95, não configura descontinuidade na prestação do serviço para fins de aplicação dos arts. 22 e 42 do CDC. 2. Demonstrado nos autos que a fornecedora, ao suspender o serviço de energia elétrica, teve o cuidado de preservar os serviços essenciais do município, não há que se cogitar tenha o corte afetado os interesses imediatos da comunidade local. 3. Destoa do arcabouço lógico jurídico que informa o princípio da proporcionalidade o entendimento de que, a pretexto de resguardar os interesses do usuário inadimplente, cria embaraços às ações implementadas pela fornecedora de energia elétrica com o propósito de favorecer o recebimento de seus créditos, prejudicando, em maior escala, aqueles que pagam em dia as suas obrigações. 4. Se a empresa deixa de ser, devida e tempestivamente, ressarcida dos custos inerentes às suas atividades, não há como fazer com que os serviços permaneçam sendo prestados com o mesmo padrão de qualidade (STJ 2a. Turma, Resp SP, rel. p/ o acórdão Min. João Otávio de Noronha, j , DJ ). QUESTÃO 3 Trata se de ocupação temporária, indenizável em caso de dano, artigo 36 do DL3365/41 Questão 4: A competência para instituir regras gerais sobre a a matéria é da união, contudo não se exclui a competência dos entes federativos para legislar sobre regras específicas de licitações e contratos desde que não contrarie a regra geral, mantendo se no que é necessário ao cumprimento das suas competências constitucionais. A PPP pressupõe o pagamento de remuneração, ou sua complementação, por parte da administração pública ao ente particular em até 35 anos, e por isso a vantagem sobre o regime

9 9 tradicional de licitação de obra, que exige um desembolso de caixa quase imediato, e sobre o contrato de prestação de serviços à administração, cujo prazo é limitado a cinco anos. Não, artigo 7º. Lei /11

10 10 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ X EXAME UNIFICADO DA OAB DIREITO CIVIL QUESTÃO 1: PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL Trata se de Embargos de Terceiros tendo em vista que José Afonso não faz parte da relação jurídico processual e foi esbulhado em sua posse. A peça deve ser elaborada da seguinte maneira: EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE ITAPERUNA/RJ Distribuição por dependência ao processo n.º: 6002/2011 JOSÉ AFONSO, nacionalidade, solteiro, engenheiro, portador da carteira de identidade n.º..., inscrito no CPF sob o nº..., residente e domiciliado na Rua Central n.º 123, Bairro Funcionários, Murici, Espírito Santo, por seu advogado, com endereço profissional sito na..., para fins do artigo 39, I do Código de Processo Civil, vem, opor EMBARGOS DE TERCEIRO pelo rito especial, em face de CARLOS BATISTA, nacionalidade, contador, solteiro, portador da carteira de identidade n.º..., inscrito no CPF sob o n.º..., residente e domiciliado na Rua Rio Branco n.º 600, Itaperuna, e Rio de Janeiro, pelos fatos e fundamentos a seguir aduzidos.

11 11 DOS FATOS O embargante em 02/05/2011 adquiriu por meio de compromisso de compra e venda imóvel sito na Rua Central n.º 123, Bairro Funcionários, Murici, Espírito Santo, pelo preço de R$ ,00, quitado de uma única vez, por meio de depósito bancário, de Lúcia Maria, como faz prova documento anexo à exordial. Dez meses após a aquisição do imóvel, ao fazer o levantamento das certidões necessárias para lavratura da escritura, qual não foi sua surpresa ao descobrir que o imóvel adquirido havia sido penhorado, por decisão do juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Itaperuna, em razão da execução de título extrajudicial em que figuram como partes o embargado e Lúcia Maria. Importante salientar que o cheque ensejador da execução de título extrajudicial foi emitido quatro meses após o compromisso de compra e venda, devendo ser observado que a penhora sobre seu imóvel por indicação expressa do embargado, tendo este ignorado a existência de outros imóveis livres e desimpedidos de titularidade de Lúcia Maria, cidadã de posses da cidade em que reside. Alternativa não restou ao embargante a não ser a oposição do presente. DOS FUNDAMENTOS Considera se terceiro que, não sendo parte no processo, sofrer turbação ou esbulho na posse de seus bens por ato de apreensão judicial, como nos casos de penhora, em consonância com o artigo do Código Civil. No presente caso, o embargante é possuidor do imóvel objeto da penhora e por tal razão pode opor embargos de terceiro fundado em alegação de posse advinda de compromisso de compra e venda de imóvel, ainda que desprovido de registro, em conformidade com o verbete 84 da súmula do Superior Tribunal de Justiça. DO PEDIDO Desta forma razão não assiste ao embargado. a) A concessão da distribuição por dependência ao processo n.º 6002/2011; b) A expedição de mandado de manutenção de posse em favor do embargante; c) A citação do embargado; d) O acolhimento dos presentes embargos, desconstituindo se a penhora que recai

12 12 sobre o imóvel Rua Central n.º 123, Bairro Funcionários, Murici, Espírito Santo; e) A condenação do embargado aos ônus sucumbenciais. DAS PROVAS Indica como provas a serem produzidas as de caráter documental, testemunhal e depoimento pessoal na amplitude do artigo 332 do Código de Processo Civil. DO VALOR DA CAUSA: R$ 100,00. Local e data. Advogado OAB QUESTÃO 2 Joaquim estava irresignado porque não encontrava mais seu vinho favorito à venda. Conversando com Manuel, dono de um estabelecimento comercial perto de sua residência, o mesmo lhe informou que aquele vinho não era mais entregue pelo fornecedor, mas que vendia outro muito bom, melhor que o apreciado por Joaquim. O vinho não possuía qualquer informação no rótulo além de seu nome, mas Joaquim resolveu comprá lo diante dos elogios feitos por Manuel. Chegando à sua residência, ao tentar abrir a bebida, o vidro se estilhaça e atinge o olho de Joaquim, causando lhe uma lesão irreparável na córnea. Joaquim tenta conversar com Manuel sobre o ocorrido, mas o mesmo afirma que não possui qualquer responsabilidade. Ajuíza, então, ação em face de Manuel, pleiteando reparação

13 13 por danos materiais. Oferecida a defesa, Manuel alega que não possui qualquer responsabilidade e que não seria parte legítima, por ser apenas o vendedor do produto. A respeito desta hipótese, responda, fundamentadamente: A) Merecem prosperar as alegações de Manuel? (Valor: 0,75) B) Se Joaquim falecesse no curso do processo, como os herdeiros poderiam pleitear inclusão na relação processual? (Valor: 0,50) A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não pontua. RESPOSTA A) Como se trata de fato do produto, realmente o comerciante não responde (art.13 CDC). Trata se de responsabilidade do fabricante do produto em razão do disposto no art. 12, do mesmo diploma. B) O instituto processual aplicável é o pedido de habilitação, na forma do art a 1.062, CC. QUESTÃO 3 Luzia sempre desconfiou que seu neto Ricardo, fruto do casamento do seu filho Antônio com Josefa, não era filho biológico de Antônio, ante as características físicas por ele exibidas.

14 14 Vindo Antônio a falecer, Luzia pretende ajuizar uma ação negatória de paternidade. A respeito do fato apresentado, responda aos seguintes itens, de forma fundamentada. A) Tem Luzia legitimidade para propor a referida ação? (Valor: 0,50) B) Caso Antônio tivesse proposto a ação negatória e falecido no curso do processo, poderia Luzia prosseguir com a demanda? Qual o instituto processual aplicável ao caso? (Valor: 0,75) A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não pontua. RESPOSTA A) Tal qual determina o art , CC, a negatória de paternidade somente pode ser ajuizada por Antônio, cabendo aos herdeiros, dar prosseguimento à ação caso ela já tenha sido ajuizada antes da morte do suposto pai. Ademais, segundo o Enunciado 520, da V Jornada de Direito Civil, o conhecimento da ausência de vínculo biológico e a posse de estado de filho obstam a contestação da paternidade presumida. Portanto, somente Antônio poderia sustentar e provas o erro em que trilhou ou a inexistência dos laços sócio afetivos, não cabendo ninguém expressar sua vontade e sentimentos íntimos. B) Sim, na forma do próprio art , CC. Nesta hipótese, teria Luiza de comprovar que assumiria a vocação hereditária se declarada a ausência de laços de filiação entre Antônio e Ricardo. O instituto processual aplicável é o pedido de habilitação, na forma do art a 1.062, CC. QUESTÃO 4 Gabriel, proprietário de um apartamento localizado na Rua Boa Sorte, nº 168, Bairro Vila Madalena, São Paulo/SP, celebrou com Mário, em , contrato escrito de locação

15 15 pelo prazo de um ano. Restou acordado que pela locação Mário pagaria R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais) mensais, mais os encargos referentes a impostos e ao condomínio. Estabeleceu se, ainda, como modalidade de garantia, a fiança, no ato, prestada por Júlio, cunhado de Mário. Findo o prazo de um ano, Mário continuou na posse do imóvel sem oposição de Gabriel e, por força de lei, mesmo sem que tenha havido qualquer aditivo ao acordo, o contrato de locação de imóvel urbano transformou se em contrato por prazo indeterminado. Face aos fatos narrados, indaga se: a) Caso Júlio desentenda se com Mário e resolva se exonerar da fiança prestada, como deverá proceder? Fundamente. (Valor: 0,60) b) Considerando que no contrato de locação não consta que a fiança se estenderá até a entrega do imóvel, qual a consequência que a prorrogação da locação por prazo indeterminado trará para a fiança prestada? Fundamente de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. (Valor: 0,65) A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não pontua. RESPOSTA a) Caso Júlio desentenda se com Mário e resolva se exonerar da fiança prestada, como deverá proceder? Fundamente. (Valor: 0,60) Considerando que o contrato de fiança ficou prorrogado por tempo indeterminado, haja vista a manutenção dos efeitos da locação após o vencimento do prazo fixado, Júlio terá de notificar o fiador para lhe dar ciência da resilição do contrato, ficando vinculado a garantir o pagamento dos encargos locatícios e aluguéis por 120 dias a contar da notificação, segundo art. 40, X, da Lei 8.245/91 (alterada pela Lei /2009).

16 16 b) Considerando que no contrato de locação não consta que a fiança se estenderá até a entrega do imóvel, qual a consequência que a prorrogação da locação por prazo indeterminado trará para a fiança prestada? Fundamente de acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. (Valor: 0,65) O entendimento adotado pelo Superior Tribunal de Justiça é no sentido de que, havendo no contrato de locação cláusula expressa prevendo a responsabilidade do fiador até a entrega definitiva das chaves ao locador, esse responde pelas obrigações contratuais decorrentes da prorrogação do contrato até a efetiva entrega das chaves do imóvel. Logo, como no caso não havia tal previsão expressa, a prorrogação sem a anuência expressa do fiador implica em sua automática desoneração. QUESTÃO 5 No dia por volta das 17 horas, Roberto, trafegando normalmente com seu veículo na BR 101, Km 20, via de duplo sentido, foi surpreendido por uma manobra brusca realizada pelo carro de Jonas, que dirigia imprudentemente, no mesmo sentido de direção. Em razão desse fato, o veículo de Roberto invadiu a pista contrária, vindo a atingir o ciclista Marcelo, que sofreu amputação da perna esquerda e fraturas nos braços. Face aos fatos narrados, indaga se: a) A conduta praticada por Roberto tem o condão de obrigá lo a reparar os danos causados a Marcelo? Fundamente de acordo com a atual jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. ( Valor: 0,65) b) Na hipótese de Marcelo ter ajuizado ação pleiteando compensação dos danos morais sofridos em decorrência do sinistro e faleça no curso do processo, os herdeiros terão direito de receber a indenização por danos morais requerida por Marcelo? Fundamente de acordo

17 17 com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça. ( Valor: 0,60 ) A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não pontua. RESPOSTA A) O condutor do veículo tem o dever de indenizar o ciclista e posteriormente tem o direito de regresso. B) Sim, pois compõe o direito hereditário o crédito, mesmo que decorrente de evento ilícito, cuja titularidade seja do falecido. O instituto processual aplicável é o pedido de habilitação, na forma do art a 1.062, CC.

18 18 UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ X EXAME UNIFICADO DA OAB DIREITO CONSTITUCIONAL PEÇA PRÁTICO PROFISSIONAL: O Tribunal de Justiça do Estado J julgou improcedente ação direta de inconstitucionalidade proposta pelo Prefeito do município W, tendo o acórdão declarado constitucional norma da lei orgânica municipal que dispôs que o Prefeito e o Vice Prefeito não poderiam ausentar se do país, por qualquer período sem autorização da Câmara Municipal. No prazo recursal foram ofertados embargos declaratórios, improvidos. Contratado como advogado pelo Prefeito do Município, após a decisão proferida nos embargos declaratórios, apresente a peça cabível. (Valor: 5,0) Comentário: O candidato deveria redigir um Recurso Extraordinário. Entende a doutrina do Direito Constitucional que diante do controle concentrado de constitucionalidade de lei municipal em face da Constituição Estadual, quando o preceito vulnerado da Carta Estadual for repetição de regra constitucional federal, caberá Recurso Extraordinário ao STF, pois cabe a este, em última instância, analisar a Constituição Federal. QUESTÃO 1 Determinado Ministério apresentou desempenho considerado insuficiente pela imprensa e pela opinião pública, havendo sério questionamento quanto aos gastos públicos

19 19 destinados para a sua manutenção. Dessa forma, um Senador pelo Estado Y apresentou um projeto de lei no sentido de extinguir este Ministério. Tal projeto foi votado em plenário em um dia em que 32 (trinta e dois) dos 81 (oitenta e um) senadores estavam presentes, sendo aprovado pelo voto da maioria dos presentes e encaminhado à Câmara dos Deputados. Contando com forte apoio popular, a proposta legislativa foi aprovada pela maioria absoluta dos deputados federais e encaminhada ao Presidente da República, que a sancionou doze dias úteis depois de tê la recebido, determinando sua imediata publicação no Diário Oficial da União. Uma semana após a publicação da lei na imprensa oficial, a CONAMP (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público) ajuizou uma ação declaratória de constitucionalidade em que pleiteava a declaração de conformidade da nova norma legal com a Constituição. Responda justificadamente aos questionamentos a seguir, empregando os argumentos jurídicos apropriados e apresentando a fundamentação legal pertinente ao caso. A) Há algum vício que fulmine a constitucionalidade da norma em questão? (Valor: 0,80) Comentário: Sim. De acordo com o art. 61 1º,II,e da CRFB/88 é de competência privativa do Presidente da República a iniciativa de projeto de lei que extinga ministério. Cabe ressaltar que de acordo com entendimento do STF a sanção do Chefe do Executivo não supre vício de iniciativa. B) A CONAMP poderia ter ajuizado a ação declaratória de constitucionalidade? (Valor: 0,45) Comentário: A CONAMP não poderia ter ajuizado a ADC por duas razões: 1 Com o prazo de uma semana não haveria tempo suficiente para a se atender a condição da ação

20 20 estabelecida no art. 14, III da L. 9868/99, tal seja: a existência de controvérsia judicial relevante sobre a aplicação da disposição objeto da ação declaratória. 2 A CONAMP, de acordo com entendimento do STF, deveria demonstrar pertinência temática com o objeto discutido na ação, o que não está presente no caso concreto. QUESTÃO 2 Lei do Estado Y, editada em abril de 2012, com base no Art. 215, 1 da Constituição da República, regulamenta a chamada rinha de galo, prática popular em que dois galos se enfrentam em lutas e espectadores apostam no galo que acreditam ser o vencedor. Comumente, os dois galos saem com muitos ferimentos da contenda, e não raras vezes algum animal morre ou adquire sequelas permanentes que recomendam seu abate imediato. A Associação Comercial do Estado Y ajuíza ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal em que pleiteia a declaração de inconstitucionalidade da referida lei estadual. Em defesa da norma, parlamentar que votou pela sua aprovação, diz, em entrevista a uma rádio local, que a prática da conhecida briga de galos é comum em várias localidades rurais do Estado Y, ocorrendo há várias gerações. Além do mais, animais, especialmente aves, são abatidos diariamente para servir de alimento, o que não ocorreria com as aves destinadas para as rinhas. Responda justificadamente aos questionamentos a seguir, empregando os argumentos jurídicos apropriados e apresentando a fundamentação legal pertinente ao caso. A) Quanto ao mérito do pedido, é cabível a declaração de inconstitucionalidade da lei do Estado Y, que regulamenta a chamada rinha de galo? (Valor: 0,65)

21 21 Comentário: Sim. De acordo com o art. 102,I,a da CRFB/88 é possível ADI para controlar lei ou ato normativo estadual. Deve se desenvolver raciocínio também que valorize o desrespeito as normas constitucionais de proteção a fauna, como também ao que a doutrina denomina de dignidade dos animais não humanos. B) Há regularidade na legitimidade ativa da ação? (Valor: 0,60) Comentário: Não. De acordo com o rol taxativo de legitimados ativos para a propositura da ADI do art. 103 da CRFB/88 a associação deve ter caráter nacional. QUESTÃO 3 Proposta de emenda à Constituição é apresentada por cerca de 10% (dez por cento) dos Deputados Federais, cujo teor é criar novo dispositivo constitucional que determine a submissão de todas as decisões do Supremo Tribunal Federal, no controle abstrato de normas, ao crivo do Congresso Nacional, de modo que a decisão do Tribunal somente produziria efeitos após a aprovação da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional em sessão unicameral. A proposta é discutida e votada nas duas casas do Congresso Nacional, onde recebe a aprovação da maioria absoluta dos Deputados e Senadores nos dois turnos de votação. Encaminhada para o Presidente da República, este resolve sancionar a proposta, publicando a nova emenda no Diário Oficial. Cinco dias após a publicação da emenda constitucional, a Mesa da Câmara dos Deputados apresenta perante o Supremo Tribunal Federal ação declaratória de constitucionalidade em que pede a declaração de constitucionalidade desta emenda com eficácia erga omnes e efeito vinculante. A partir da hipótese apresentada, responda justificadamente aos questionamentos a seguir,

22 22 empregando os argumentos jurídicos apropriados e apresentando a fundamentação legal pertinente ao caso. A) Há inconstitucionalidades materiais ou formais na emenda em questão? (Valor: 1,00) Comentário: Sim. Quanto à inconstitucionalidade material, há claro desrespeito a cláusula pétrea relacionada à separação dos poderes (art. 60 4º,III da CRFB/88). Em relação às inconstitucionalidades formais temos clara afronta ao que dispõe o artigo 60,I (1/3 da Câmara e não 10%), 2º (3/5 e não maioria absoluta das Casas), 3º (não há sanção do Presidente e quem promulga as emendas constitucionais são as mesas). B) A ação declaratória de constitucionalidade poderia ser conhecida pelo Supremo Tribunal Federal? (Valor: 0,25) Comentário: Não. Pois o prazo de cinco dias não seria tempo suficiente para a se atender a condição da ação estabelecida no art. 14, III da L. 9868/99, tal seja: a existência de controvérsia judicial relevante sobre a aplicação da disposição objeto da ação declaratória. QUESTÃO 4 O Estado W, sem motivo de força maior, não repassa aos municípios receitas tributárias determinadas pela Constituição Federal, nos prazos nela determinados. O Município JJ necessita dos recursos para realizar os serviços básicos de atendimento à população. Diante do narrado, responda aos itens a seguir, de forma fundamentada. A) Quais as consequências do não repasse das verbas referidas? (Valor: 0,50) Comentário: A consequência será, de acordo com o art. 34,V,a,b da CRFB/88, a possibilidade de decretação de intervenção federal pela União no Estado W.

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