Exame de Suficiência. uma abordagem histórica. Conselho Federal de Contabilidade Comissão do Exame de Suficiência

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1 Exame de Suficiência uma abordagem histórica onselho Federal de ontabilidade omissão do Exame de Suficiência

2 FIH TLOGRÁFI 755c onselho Federal de ontabilidade Exame de suficiência : uma abordagem histórica / onselho Federal de ontabilidade. -- rasília: F, p. 1. História - Exame de suficiência ontabilista. I. Título. U 657(091) Ficha atalográfica elaborada pela ibliotecária Lúcia Helena lves de Figueiredo R 1/1.401

3 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica Sumário Prefácio Mensagem da Presidente do F Resoluções do F Resolução nº 853/99 Resolução nº 928/02 Resolução nº 933/02 Resolução nº 994/04 onteúdos Programáticos acharel Técnico Questões por Área de onhecimento ontabilidade Geral om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Princípios Fundamentais de ontabilidade e Normas rasileiras de ontabilidade om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Teoria da ontabilidade om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidasa ontabilidade Pública om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas ontabilidade de ustos om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas ontabilidade Gerencial om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas uditoria ontábil om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Perícia ontábil om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Legislação e Ética Profissional om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Noções de ireito Público e Privado om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas onhecimentos Sociais, Econômicos e Políticos do País om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Português om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas Matemática om respostas desenvolvidas Sem respostas desenvolvidas nexos nexo I - ados Estatísticos do Exame de Suficiência nexo II - omissões de Elaboração de Provas do Exame de Suficiência no Sistema F/Rs

4 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica Prefácio riado em 1999, o Exame de Suficiência teve sua primeira edição no ano té o ano de 2004, mais de 150 mil profissionais da ontabilidade se inscreveram para o Exame. Não bastasse sua importância, o Exame de Suficiência produziu em seu período de vigência resultado imediato na formação de profissionais aptos a atuar no mercado de trabalho. Para elaboração desta obra foram pesquisadas cerca de questões, sendo delas concretamente trabalhadas nas provas, no decorrer dos 10 Exames de Suficiência aplicados no rasil. Professores de todos os estados brasileiros contribuíram para a realização deste trabalho. Extremamente rico, o livro torna-se importante ferramenta de ensino e aprendizagem nas Instituições de Ensino do País. Vale ressaltar que as comissões que fizeram parte da elaboração destas provas com a responsabilidade de balizar conhecimentos médios e com a finalidade de permitir os novos profissionais de ingressar na profissão sempre quiseram publicar o conteúdo aqui apresentado. om tiragem de 5 mil exemplares, o livro apresenta 570 das questões aplicadas na vigência do Exame. O critério de escolha das questões partiu de temas e conteúdos de relevante importância para a classe contábil brasileira. obra possui, ainda, as resoluções do onselho Federal de ontabilidade que regulamentam o Exame de Suficiência; os conteúdos programáticos atualizados; e questões acompanhadas de seus respectivos gabaritos. Gráficos que retratam o histórico de aprovação de técnicos em ontabilidade e de bacharéis em iências ontábeis, também são apresentados e, ao final, as portarias das omissões de Elaboração de Provas do Exame de Suficiência. Espera-se que este livro seja utilizado no rasil pelas Instituições de Ensino, por profissionais de contabilidade, professores de iências ontábeis e alunos que tenham sede de aprender. omissão. 7

5 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica MENSGEM PRESIENTE O F O onselho Federal de ontabilidade, no momento em que comemora com muitas e justificadas razões os 60 anos de regulamentação da profissão, tem consciência dos desafios a serem enfrentados para assegurar a evolução da classe contábil. Estamos passando pela transição do trabalho operacional para um serviço com maior capacidade intelectual. Hoje, quando os contabilistas são chamados a contribuir na gestão dos negócios de seus clientes, quanto mais preparados estiverem, maiores serão as suas oportunidades. preocupação do onselho Federal de ontabilidade (F) com a sólida formação dos contabilistas, no sentido de garantir um patamar elevado de conhecimento teórico aos profissionais, tem sido constante. Entre as muitas ações que o F tem tomado nessa direção, a instituição do Exame de Suficiência destaca-se como estratégica, pelo alcance dos seus resultados. O Projeto de Lei que alterava o artigo 12 do ecreto-lei nº 9.295/46 e instituía o Exame de Suficiência foi aprovado na âmara dos eputados e no Senado Federal e encaminhado à asa ivil para a sanção presidencial. ntes, porém, foi submetido à avaliação do Ministério do Trabalho e Emprego, que, fazendo uma avaliação equivocada do texto, sugeriu o veto presidencial. ssim, em 15 de dezembro de 2005, por meio da Mensagem no 857, houve o veto integral do presidente da República à versão final do Projeto de Lei. Fatos marcantes foram diagnosticados pelo onselho Federal de ontabilidade quando da exigência do exame. Por exemplo, as instituições de ensino ampliaram os estudos de ética e de Normas rasileiras de ontabilidade e houve uma demanda crescente dos futuros profissionais por obras técnicas. Para atender essa demanda, o F editou e publicou vários livros, distribuindo cerca de 380 mil exemplares. aplicação do Exame Suficiência, nos 5 anos de sua vigência, muito contribuiu para a melhoria do processo de ensinar-eaprender. qui, destacam-se as 570 questões aplicadas, que corroboram a racionalidade do processo de avaliação. O presente livro é, pois, uma contribuição do F às Instituições de Ensino Superior, no esforço conjunto de elevar a qualidade do profissional da ontabilidade formado neste País. Por entender que a realização do Exame de Suficiência, como condição para o registro profissional, contribui de forma efetiva para a melhoria dos cursos de graduação já que busca garantir os conhecimentos mínimos indispensáveis ao exercício profissional em consonância com as exigências do mercado e vai ao encontro dos anseios da sociedade brasileira, o F mantém o propósito de lutar por sua instituição legal. 9

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7 Resoluções do F

8 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica RESOLUÇÃO F Nº 853/99 Institui o Exame de Suficiência como requisito para obtenção de Registro Profissional em R. O ONSELHO FEERL E ONTILIE, no exercício de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais, ONSIERNO que o art. 12 do ecreto-lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946, prescreve que o exercício da profissão de ontabilista somente poderá ocorrer após o deferimento do Registro Profissional em onselho Regional de ontabilidade; ONSIERNO que a estrutura federativa do onselho de ontabilidade coloca o onselho Federal de ontabilidade investido na condição de órgão coordenador do SISTEM F/R, cabendo-lhe, por esse motivo, manter a unidade de ação; ONSIERNO que a instituição do Exame de Suficiência vem sendo analisada e discutida, há longa data, nos eventos de ontabilistas e de ontabilidade, como uma necessidade decorrente do interesse da lasse de resguardar a qualidade dos serviços prestados aos seus usuários; ONSIERNO que o objetivo do exame de suficiência implica o atendimento de um nível mínimo de conhecimento necessário ao desempenho das atribuições deferidas ao ontabilista; ONSIERNO que o exame de suficiência como requisito para obtenção de Registro Profissional em R se reveste da função de fiscalização do exercício profissional, em caráter preventivo; ONSIERNO que o inciso XXXII do art. 17 do Estatuto dos onselhos de ontabilidade (Resolução F nº 825/98) declara que ao onselho Federal de ontabilidade compete dispor sobre o exame de suficiência profissional como requisito para concessão de registro profissional, RESOLVE: I INSTITUIÇÃO rt. 1º Instituir o Exame de Suficiência como um dos requisitos para a obtenção de registro profissional em onselho Regional de ontabilidade. onforme dispõe a Resolução F nº 991, de 11 de dezembro de 2003, será concedido o registro profissional de Técnicos em ontabilidade aos que ingressarem, ou estiverem cursando, no urso de Técnico em ontabilidade até o exercício de 2004, independentemente do ano de conclusão do curso. II ONEITO rt. 2º Exame de Suficiência é a prova de equalização destinada a comprovar a obtenção de conhecimentos médios, consoante os conteúdos programáticos desenvolvidos no curso de bacharelado em iências ontábeis e no urso de Técnico em ontabilidade. III FORM E ONTEÚO rt. 3º O Exame de Suficiência será composto de uma prova para os Técnicos em ontabilidade e uma para os bacharéis em iências ontábeis, a serem aplicadas na mesma data e hora em todo território nacional, ajustando-se para isso as diferenças de fuso horário, e se dividirá em: a) Prova para os Técnicos em ontabilidade, abrangendo as seguintes áreas: ontabilidade Geral; ontabilidade de ustos; Noções de ireito Público e Privado; Matemática; Legislação e Ética Profissional; Princípios Fundamentais de ontabilidade e Normas rasileiras de ontabilidade; Português. b) Prova para os acharéis em iências ontábeis, abrangendo as seguintes áreas: ontabilidade Geral; ontabilidade de ustos; ontabilidade Pública; ontabilidade Gerencial; Noções de ireito Público e Privado; 13

9 Resoluções do F Matemática Financeira; Teoria de ontabilidade; Legislação e Ética Profissional; Princípios Fundamentais de ontabilidade e Normas rasileiras de ontabilidade; uditoria ontábil; Perícia ontábil; Português; onhecimentos sociais, econômicos e políticos do País. Parágrafo único. O onselho Federal de ontabilidade providenciará a elaboração e divulgação dos conteúdos programáticos das respectivas áreas, que serão exigidos nas provas para os Técnicos em ontabilidade e os bacharéis em iências ontábeis. IV SISTEMÁTI S PROVS rt. 4º s provas devem ser elaboradas para respostas objetivas podendo, ainda, incluir questões com respostas dissertativas. V PROVÇÃO E PERIOIIE rt. 5º O candidato será aprovado se obtiver, no mínimo, 50% (cinqüenta por cento) dos pontos possíveis. rt. 6º O exame será aplicado 2 (duas) vezes ao ano, simultaneamente, em todo território nacional, nos meses de março ou abril e setembro ou outubro, em data e hora a serem fixadas por deliberação do Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com antecedência mínima de 90 (noventa) dias. rt. 6º com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de VI PRZO E VLIE ERTIÃO E PROVÇÃO rt. 7º Ocorrendo a aprovação no Exame de Suficiência, o candidato terá o prazo de até 2 (dois) anos, a contar da data da publicação do resultado oficial no iário Oficial da União (OU), para requerer o Registro Profissional, nas categorias de ontador ou Técnico em ontabilidade, em qualquer onselho Regional de ontabilidade; rt. 7º, caput, com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de Parágrafo único. O onselho Regional de ontabilidade emitirá a ertidão de provação desde que solicitada pelo candidato, devendo constar a categoria profissional e a data de validade prevista neste artigo. Parágrafo único criado pela Resolução F nº 933, de 21 de março de VII MUNÇ E TEGORI PROFISSIONL rt. 8º O Técnico em ontabilidade que requerer a alteração da categoria profissional para ontador deverá se submeter ao Exame de Suficiência, na prova específica. VIII OMISSÕES E EXMES rt. 9º Serão constituídas 3 (três) omissões com a finalidade de implantar o Exame de Suficiência: a) omissão de oordenação; b) omissão de Elaboração de Provas; c) omissão de plicação de Provas. línea c com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de º omissão de oordenação será integrada por 6 (seis) onselheiros do F, com mandato de 2 (dois) anos, não podendo ultrapassar o término do mandato como onselheiro, devendo coordenar a realização do Exame de Suficiência e aprovar o conteúdo das provas organizadas pela omissão de Elaboração de Provas. omissão será presidida pelo Vice-presidente de esenvolvimento Profissional. 1º com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de º. omissão de Elaboração de Provas será integrada por 7 (sete) profissionais da ontabilidade e igual número de suplentes, onselheiros ou não, de reconhecida capacidade e experiência profissional, aprovados pelo Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução, tendo por finalidade a elaboração das provas e a apreciação de recursos em primeira instância, homologados pelo onselho Federal de ontabilidade, cabendo-lhe, ainda, escolher o oordenador da omissão. 14

10 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica 2º com redação dada pela Resolução F nº 994, de 19 de março de º omissão de plicação de Provas será integrada por, no mínimo, 3 (três) membros e igual número de suplentes, conselheiros ou não, aprovados pelo Plenário de cada onselho Regional, presidida por um dos Vice-Presidentes de R, tendo por finalidade a aplicação das provas e preparação e encaminhamento dos recursos ao onselho Federal de ontabilidade. 3º com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de º Os onselhos Regionais de ontabilidade poderão enviar questões sobre os tópicos elencados nas alíneas a e b do art. 3º, para formar bancos de dados que poderão ser utilizados pela omissão de Elaboração de Provas. 5º O onselho Federal de ontabilidade, em casos excepcionais, poderá disciplinar a extensão da competência da omissão de plicação e orreção de Provas, instituída pelo onselho Regional de ontabilidade, à jurisdição de outros onselho Regionais. rt. 10 omissão de oordenação supervisionará, em âmbito nacional, o processo de aplicação das provas de Exame de Suficiência. rt. 10 com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de IX REURSOS rt. 11 O candidato inscrito no Exame de Suficiência poderá interpor recurso do resultado divulgado, sem efeito suspensivo, no prazo de 30 (trinta) dias: a) à omissão de Elaboração de Provas, em primeira instância, a contar do dia seguinte à aplicação da prova; línea a com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de b) à omissão de oordenação, em última instância, a contar da ciência da decisão de primeira instância. línea b com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de X PREPRÇÃO E NITOS: IMPEIMENTO rt. 12 O onselho Federal de ontabilidade e os onselhos Regionais de ontabilidade, seus conselheiros efetivos e suplentes, seus empregados, seus delegados e os integrantes das omissões de oordenação, de Elaboração de Provas e de plicação e orreção de Provas não poderão oferecer, participar ou apoiar, a qualquer título, os cursos preparatórios para os candidatos ao Exame de Suficiência, sob pena de infração ética. XI IVULGÇÃO O EXME E SUFIIÊNI rt. 13 O onselho Federal de ontabilidade desenvolverá campanha publicitária, no sentido de esclarecer e divulgar o Exame de Suficiência, sendo de competência dos Rs o reforço dessa divulgação nas suas jurisdições. XII SUGESTÕES E QUESTÕES PR O EXME E SUFIIÊNI rt. 14 O onselho Federal de ontabilidade solicitará aos onselhos Regionais de ontabilidade sugestões sobre questões para o Exame de Suficiência que abrangem os conteúdos estabelecidos nos tópicos que poderão compor o banco de dados. ISPOSIÇÕES FINIS rt. 15 o onselho Federal de ontabilidade caberá adotar as providências necessárias ao atendimento do disposto na presente Resolução, competindo-lhe interpretá-la. rt. 16 Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. rt. 16 com redação dada pela Resolução F nº 933, de 21 de março de rasília, 28 de julho de ontador JOSÉ SERFIM RNTES Presidente 15

11 Resoluções do F RESOLUÇÃO F Nº 928/02 ltera a Resolução F n 853/99, que institui o Exame de Suficiência como requisito para obtenção de registro profissional em R. O ONSELHO FEERL E ONTILIE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais; ONSIERNO que a aplicação do ato normativo que institui o Exame de Suficiência como requisito para obtenção de registro profissional em R, registrou algumas deficiências em termos do alcance do seu objetivo; ONSIERNO que há necessidade de aprimorar os procedimentos do onselho Federal, na qualidade de órgão coordenador do SISTEM F/Rs, para melhor atender o interesse da classe, RESOLVE: rt. 1º À Resolução F n.º 853/99 dê-se a seguinte redação: I o item V PROVÇÃO E PERIOIIE rt. 6º, dê-se a seguinte redação: rt. 6º O Exame será aplicado 2 (duas) vezes ao ano, simultaneamente em todo o território nacional, nos meses de março ou abril e setembro ou outubro, em data e hora a serem fixadas por deliberação do Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com antecedência de 90 (noventa) dias. II o item VI PRZO E VLIE ERTIÃO E PROVÇÃO rt. 7º, dê-se a seguinte redação: rt. 7º Ocorrendo aprovação no Exame de Suficiência, o candidato terá o prazo de um ano, a contar da data da publicação do resultado oficial no iário Oficial da União (OU), para requerer o registro profissional, nas categorias de ontador ou de Técnico em ontabilidade, em qualquer onselho Regional de ontabilidade. Parágrafo único. O onselho Regional de ontabilidade emitirá a ertidão de provação, desde que solicitado pelo candidato, devendo constar a categoria profissional e a data de validade prevista neste artigo. III o item VIII OMISSÕES E EXMES rt. 9º, alínea c, 1º e 3º e rt. 10º, dê-se a seguinte redação: rt. 9º...(omissis)... a)...(omissis)... b)...(omissis).. c) omissão de plicação de Provas. 1º omissão de oordenação será integrada por 6 (seis) onselheiros do F, com mandato de dois anos, não podendo ultrapassar o término do mandato como onselheiro, deverá coordenar a realização do Exame de Suficiência e aprovar o conteúdo das provas organizadas pela omissão de Elaboração de Provas. omissão será presidida pelo Vice-presidente Operacional. 2º...(omissis)... 3º omissão de plicação de Provas será integrada de, no mínimo, 3 (três) membros e igual número de suplentes, conselheiros ou não, aprovados pelo Plenário de cada onselho Regional, presidida por um dos Vice-presidentes do R, tendo por finalidade a aplicação das provas e a preparação e encaminhamento dos recursos ao onselho Federal de ontabilidade. 4º...(omissis)... 5º...(omissis)... rt. 10. omissão de oordenação supervisionará, em âmbito nacional, processo de aplicação das provas do Exame de Suficiência. V o item IX REURSOS, rt. 11, alíneas a e b, dê-se a seguinte redação: rt (omissis)... a) à omissão de Elaboração de Provas, em primeira instância, a contar do dia seguinte à aplicação da prova; b) à omissão de oordenação, em última instância, a contar da ciência da decisão de primeira instância. 16

12 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica o art. 16, dê-se a seguinte redação: rt. 16. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. rt. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. rasília, 4 de janeiro de ontadorleino GOMES ROS Presidente 17

13 Resoluções do F RESOLUÇÃO F Nº 933/02 ltera a Resolução F nº 853/99, que institui o Exame de Suficiência como requisito para obtenção de registro profissional, e o inciso iii do art. 34 e art. 44 da Resolução F nº 867/99; revoga a Resolução F nº 928/02 e dá outras providências. O ONSELHO FEERL E ONTILIE, no exercício de suas atribuições legais, estatutárias e regimentais; ONSIERNO que a aplicação do ato normativo que instituiu o Exame de Suficiência como um dos requisitos para a obtenção de Registro Profissional em onselho Regional de ontabilidade exibiu algumas deficiências em temos do alcance do seu objetivo; ONSIERNO que há necessidade de aprimorar os procedimentos do onselho Federal de ontabilidade para melhor atender ao interesse da classe; ONSIERNO que após a aprovação da Resolução F nº 928, de 4 de janeiro de 2002, que introduziu alteração na Resolução F nº 853/99, foram suscitadas novas situações que justificariam adaptações redacionais; ONSIERNO que a técnica legislativa impõe a consolidação dos atos normativos para melhor entendimento, interpretação e aplicação; ONSIERNO que a alteração do prazo de validade da ertidão de provação em Exame de Suficiência e modificação do procedimento para a concessão do restabelecimento do Registro Profissional baixado a pedido de ontabilista ou efetuada ex officio por iniciativa do onselho Regional de ontabilidade, RESOLVE: rt. 1º À Resolução F nº 853/99 dê-se a seguinte redação: I - o item V PROVÇÃO E PERIOIIE -, art. 6º, dê-se a seguinte redação: rt. 6º O exame será aplicado 2 (duas) vezes ao ano, simultaneamente, em todo o território nacional, nos meses de março ou abril e setembro ou outubro, em data e hora a serem fixadas por eliberação do Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com antecedência de 90 (noventa) dias. II o item VI PRZO E VLIE ERTIÃO E PROVÇÃO -, art. 7º, dê-se a seguinte redação: rt. 7º Ocorrendo aprovação no Exame de Suficiência, o candidato terá o prazo de até 2 (dois) anos, a contar da data da publicação do resultado oficial no iário Oficial da União (OU), para requerer o Registro Profissional, nas categorias de ontador ou Técnico em ontabilidade, em qualquer onselho Regional de ontabilidade. Parágrafo único. O onselho Regional de ontabilidade emitirá a ertidão de provação, desde que solicitada pelo candidato, devendo constar a categoria profissional e a data de validade prevista neste artigo. III o item VIII OMISSÕES E EXMES -, art. 9º, alínea c, 1º, 2º e 3º e art. 10, dê-se a seguinte redação: rt. 9º...(omissis)... a)...(omissis)... b)...(omissis)... c) omissão de plicação de Provas. 1º omissão de oordenação será integrada por 6 (seis) onselheiros do F, com mandato de dois anos, não podendo ultrapassar o término do mandato como onselheiro, devendo coordenar a realização do Exame de Suficiência e aprovar o conteúdo das provas organizadas pela omissão de Elaboração de Provas. comissão será presidida pelo Vice-presidente de esenvolvimento Profissional. 2º omissão de Elaboração de Provas será integrada por 7 (sete) profissionais da ontabilidade e igual número de suplentes, onselheiros ou não, de reconhecida capacidade e experiência profissional, aprovados pelo Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução, tendo por finalidade a elaboração das provas e a apreciação de recursos em primeira instância, homologados pelo onselho Federal de ontabilidade, cabendo-lhe, ainda, escolher o oordenador da omissão. 2º com redação dada pela Resolução F nº 994, de 19 de março de

14 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica 3º omissão de plicação de provas será integrada por, no mínimo, 3 (três) membros e igual número de suplentes, conselheiros ou não, aprovados pelo Plenário de cada onselho Regional, presidida por um dos Vice-presidentes do R, tendo por finalidade a aplicação das provas e preparação e encaminhamento dos recursos ao onselho Federal de ontabilidade. 4º...(omissis)... 5º...(omissis)... rt. 10. omissão de oordenação supervisionará, em âmbito nacional, o processo de aplicação das provas do Exame de Suficiência. IV - o item IX REURSOS, art. 11, alínea a e b, dê-se a seguinte redação: rt (omissis...) a) à omissão de Elaboração de Provas, em primeira instância, a contar do dia seguinte à aplicação da prova; b) à omissão de oordenação, em última instância, a contar da ciência da decisão de primeira instância. V o art. 16, dê-se a seguinte redação: rt. 16. Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. rt. 2º À Resolução F nº 867/99, dê-se a seguinte redação: I O inciso III do art. 39 passa a vigorar com a seguinte redação: III ertidão de provação em Exame de Suficiência, desde que a baixa seja por período superior a 5 (cinco) anos. II O art. 44 passa a vigorar com a seguinte redação: rt. 44. O ontabilista com registro baixado, a pedido ou de ofício, ou vencido o Registro Provisório, por período superior a 5 (cinco) anos, e no caso de alteração de categoria ou suspensão por incapacidade técnica, deverá se submeter a Exame de Suficiência, independentemente de já ter sido aprovado anteriormente. rt. 3º Fica revogada a Resolução F nº 928/02, de 4 de janeiro de rt. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação. rasília, 21 de março de ontador LEINO GOMES ROS Presidente 19

15 Resoluções do F RESOLUÇÃO F Nº 994/04 ltera o 2º do art.9º da Resolução F nº 853/99. O ONSELHO FEERL E ONTILIE, no exercício de suas funções legais e regimentais, ONSIERNO que o Exame de Suficiência como requisito para a obtenção de Registro Profissional em R se reveste da função de fiscalização do exercício profissional, em caráter preventivo; ONSIERNO que o inciso XXXII do art. 17 do Regulamento Geral dos onselhos de ontabilidade, regulamentado pela Resolução F nº 825/98 e alterações posteriores, que declara que ao onselho Federal de ontabilidade compete dispor sobre o Exame de Suficiência como requisito para a concessão de registro profissional; ONSIERNO que para a consecução dos fins que o Exame de Suficiência pretende atingir em prol da classe contábil, exige o desempenho de atividades de coordenação, elaboração e execução de provas e que estas impõem a presença constante dos membros de omissões de Exame, RESOLVE: rt. 1º O 2º do art. 9º da Resolução F nº 853/99 passa a vigorar com a seguinte redação: rt. 9º (...). 2º. omissão de Elaboração de Provas será integrada por 7 (sete) profissionais da ontabilidade e igual número de suplentes, onselheiros ou não, de reconhecida capacidade e experiência profissional, aprovados pelo Plenário do onselho Federal de ontabilidade, com mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução, tendo por finalidade a elaboração das provas e a apreciação de recursos em primeira instância, homologados pelo onselho Federal de ontabilidade, cabendo-lhe, ainda, escolher o oordenador da omissão. rt. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. rasília F, 19 de março de ontador José Martonio lves oelho Presidente 20

16 onteúdos Programáticos

17 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica ONTILIE GERL acharel em iências ontábeis a) Escrituração ontábil ontas patrimoniais, contas de resultado, partidas simples e partidas dobradas. Variações patrimoniais. Livros contábeis. Livros fiscais, sociais, trabalhistas. Formalidades da escrituração contábil. ontas de receitas, despesas e custos. ontas de compensação. Equação patrimonial básica. Regime de caixa e de competência. Lançamentos e suas retificações. b) Registros contábeis na constituição de entidades Tipos de entidades. onstituição, subscrição e integralização do capital nos diversos tipos de sociedades. Realização de capital com bens e direitos. c) Registros das operações típicas de uma empresa ompras e vendas. puração de resultado com mercadorias. Inventário periódico e permanente. Movimentação de estoques. usto com pessoal, serviços de terceiros, prêmios de seguros, tributos, amortizações, depreciações e exaustões. Operações financeiras ativas e passivas. Lançamentos de encerramento e de destinação do resultado. Transações envolvendo ativos imobilizados. d) Medidas preliminares à elaboração de balanços alancete de verificação. onciliações e retificações de saldos de contas. epreciações, amortizações e apropriações. Separação custo e despesa. Reclassificação de contas entre longo prazo e circulante. Provisões e diferimentos. Inventário de mercadorias e de materiais. réditos de liquidação duvidosa. e) valiação dos ativos e passivos valiação e escrituração pelo custo de aquisição. ritérios de avaliação do ativo e passivo. Valores de entrada e de saída. álculo e controle das despesas antecipadas. Reconhecimento de tivo iferido. Reavaliações. valiação de investimentos pelo método de equivalência patrimonial e método de custo. efinição de investimento relevante. Empresas coligadas e controladas. ontrole ireto e Indireto em empresas controladas. Empresas equiparadas às coligadas. valiação de coligadas. Ágio, deságio. ontabilização de dividendos. aracterísticas do Passivo Exigível. Passivos onerosos e não-onerosos. f) Elaboração das emonstrações ontábeis alanço Patrimonial - formas de apresentação, grupo de contas, critérios de agrupamento, ordem dos grupos de contas. puração do resultado e emonstração do Resultado do Exercício - formas de apresentação, participações estatutárias, distribuições do lucro. emonstração de Lucros e Prejuízos cumulados - estrutura, componentes, compensação de prejuízos. emonstração das Mutações do Patrimônio Líquido - estruturas e componentes, diferenças com LP. emonstração das Origens e plicações de Recursos - origens de recursos, aplicações de recursos, resultado líquido ajustado, outros ajustes, formas de apresentação. emonstração dos Fluxos de aixa - transações que afetam e não afetam o caixa, técnicas de elaboração, estrutura e tipo da F. Notas Explicativas às emonstrações ontábeis - evidenciações, tipos de notas, composição. onsolidação das emonstrações ontábeis - objetivos, obrigatoriedade, técnicas de consolidação, lucros não-realizados nos estoques e ativo permanente, impostos na consolidação. emonstração do Valor dicionado - onceito de valor adicionado, componentes da demonstração, criação e distribuição de valores, forma de apresentação e obrigatoriedade. g) Registros contábeis na reestruturação de empresas Registros contábeis decorrentes de operações de incorporações, fusões e cisões de empresas e suas respectivas demonstrações - processos de reorganização, aspectos legais e societários, dissolução, liquidação e extinção, aspectos fiscais e tributários das operações. ONTILIE E USTOS a) Elementos conceituais Inter-relacionamento da ontabilidade de ustos com a ontabilidade Financeira e com a ontabilidade Gerencial. Objetivo, importância e finalidade da ontabilidade de ustos. onceito de custos, despesas, investimento e gastos. Princípios e conceitos contábeis aplicados à ontabilidade de ustos. b) lassificação e nomenclatura dos custos ustos fixos e custos variáveis, custos diretos e indiretos, custos controláveis e não-controláveis. Objeto de custeio. ustos industriais e não-industriais. emonstração de resultados da indústria, nos serviços e comércio. Outras classificações dos custos. c) ontrole e registro contábil de custos. Separação entre custos e despesas. propriação dos custos diretos e indiretos. puração do usto dos Produtos, Mercadorias ou Serviços Vendidos. ustos com mão-de-obra direta e indireta. locação dos custos com mão-de-obra. ustos com Materiais iretos e Indiretos. Tratamento das perdas de materiais. locação dos custos com matéria-prima, material secundário e material de embalagem. Métodos de controle de estoques de materiais. ustos indiretos de fabricação e seus critérios de rateio. epartamentalização. entros de ustos. 23

18 onteúdos Programáticos d) Métodos de custeio usteio por bsorção, usteio Variável, usteio aseado em tividades () e usteio Pleno (RKW). usto por Produto, usto por Processo, usto por tividade. e) Sistemas de cumulação de ustos cumulação de custos por ordem de produção ou encomendas. Tratamento contábil, encomendas de longo prazo de execução. cumulação de custos por processo. Equivalentes de produção, variações nas quantidades de produção. usto dos Produtos cabados. ustos dos produtos em elaboração. Equivalente de produção. ustos onjuntos. propriação dos custos conjuntos aos co-produtos e subprodutos. f) ustos para controle ustos reais (históricos), estimados e projetados. usto Padrão, componentes e análise das variações de materiais diretos, mão-deobra direta e custo indireto. ONTILIE PÚLI a) Elementos onceituais Origem, conceito, campo de aplicação e legislação. Sistema orçamentário, financeiro, patrimonial de compensação. Lei nº 4.320/64 e alterações posteriores. b) Plano de ontas onceito, estrutura e critérios de classificação econômica das contas. Sistemas de ontas - Sistema orçamentário, financeiro, patrimonial de compensação. c) Orçamento Origem e conceito. Orçamento-programa: onceitos básicos e legislação pertinente. Princípios Orçamentários. Orçamento por Programa. Orçamento ase Zero. Técnicas de elaboração orçamentária. Plano Plurianual de Investimentos - PP, Lei de iretrizes Orçamentárias - LO e Lei Orçamentária nual - LO. Movimentação de créditos e mecanismos retificadores do orçamento. d) Receita e espesa Pública Receita - conceito, classificação, estágios e legislação. Suprimento de Fundos, Restos a Pagar e espesas de Exercícios nteriores. espesa pública - conceito, classificação, estágios e legislação. e) emonstrações ontábeis alanço Orçamentário. alanço Financeiro. alanço Patrimonial. emonstração das Variações Patrimoniais. f) alanço Geral Estrutura. Legislação e prazos. g) Sistemas de ontrole Interno e Externo onceito. Legislação. uditoria. Fiscalização. valiação de Gestão. Tomada e Prestação de ontas. h) Gestão Fiscal Lei de Responsabilidade Fiscal onceitos e Noções; rimes Fiscais. ONTILIE GERENIL a) onteúdo da ontabilidade Gerencial ontabilidade Gerencial como parte da ontabilidade. Fornecimento de informações e de subsídios para a tomada de decisões. ecisões de caráter corrente e de natureza estratégica. valiações de desempenho. Fixação do preço de venda baseado no custo, no mercado e no concorrente. b) nálises alicerçadas no grau de ocupação da entidade Formação de resultado diante do comportamento dos custos fixos e variáveis. Margem de contribuição por produto e por seus fatores limitativos. Teoria das restrições. Margens de contribuição e custos fixos identificados. Margem de ontribuição e taxa de retorno. Ponto de equilíbrio contábil, econômico e financeiro. Influências das alterações dos custos e despesas fixos e variáveis no Ponto de Equilíbrio ontábil. Ponto de Equilíbrio de vários produtos. c) Gestão dos custos Problema dos custos necessários e desnecessários. Gerenciamento dos custos diante da estratégia da entidade. nálise do usto iferencial. nálise dos ustos de istribuição. Sistema de custeio baseado em atividades e sua análise. adeia de valores como centro da análise e da avaliação dos custos. usto Meta. Unidade Equivalente de Produção. d) emonstrações ontábeis na avaliação de desempenho Elaboração, interpretação e análise da estrutura do alanço Patrimonial e do alanço de Resultados. Elaboração, interpretação e análise de quocientes e índices. Elaboração, interpretação e análise dos índices de liquidez, do grau de imo- 24

19 Exame de Suficiência - uma abordagem histórica bilização do capital próprio, da margem de garantia do capital de terceiros, da rentabilidade sobre vendas e dos capitais próprios, do volume de capital de giro próprio, do prazo médio de pagamento, do prazo médio de recebimento e do prazo médio de renovação de estoques. Elaboração e interpretação da análise vertical e horizontal. Elaboração, interpretação e análise da comparabilidade da análise de balanço com a análise setorial. nálise da composição dos custos e das receitas. Elaboração, interpretação e análise da alavancagem operacional e financeira, da margem de segurança, da relação custovolume-lucro e de riscos operacionais e financeiros. Elaboração, interpretação e análise da margem operacional, margem bruta e margem líquida. e) valiação de empresas Reavaliação dos ativos e do patrimônio líquido. Fluxo de caixa descontado. Retorno de investimento. nálise de produtividade e economicidade. Valor Econômico dicionado (VE), onceito de custo de capital, cálculo do VE, Mensuração do Goodwill Value, Valor de Mercado dicionado (MV), álculo MV, comparação do MV com VPL, alanced Scorecard (S) e EIT Earnings efore Interest Rates, Taxes, epreciation and mortization. f) Orçamento e processo decisório aracterísticas, conceitos, funções, tipos. Sistemas de custeios utilizados para gestão e decisão em orçamentos. omo analisar um orçamento. nálise financeira de orçamentos, análise de variações para controles orçamentários. Responsabilidade, controle gerencial e processos de decisão. g) ustos para decisão ecisões entre comprar ou fabricar. usto de oportunidade. onseqüência do custo de oportunidade e taxa de retorno. ustos perdidos. ustos imputados. IREITO PÚLIO E PRIVO a) as Pessoas Naturais Jurídicas e omicílio. b) lasses de ens ens considerados em si mesmos. ens reciprocamente considerados. ens públicos. c) os Fatos Jurídicos Negócio Jurídico. tos Jurídicos Lícitos. tos Ilícitos. Prescrição e da ecadência. Prova. d) ireito das obrigações Modalidades das obrigações. Transmissão das obrigações. dimplemento e extinção das obrigações. Inadimplemento das obrigações. ontratos em geral. Espécies de contrato. tos unilaterais. Títulos de crédito. Responsabilidade civil. Preferências e privilégios creditórios. e) ireito de Empresa Empresário. Sociedade. Sociedade não-personificada. Sociedade em comum. Sociedade em conta de participação Sociedade personificada. Sociedade simples.sociedade em nome coletiva. Sociedade em comandita simples. Sociedade limitada. Sociedade anônima. Sociedade em comandita por ações. Sociedade cooperativa. Sociedades coligadas. Liquidação da sociedade. Transformação da incorporação, da fusão e da cisão das sociedades. Sociedade dependente de autorização. Estabelecimento. Institutos complementares. Registro. Nome empresarial. Prepostos. Escrituração. f) ireito das oisas Posse. ireitos Reais. Propriedade. Superfície. Servidões. Usufruto. Uso. Habitação. ireito do Promitente omprador. Penhor da Hipoteca e da nticrese. g) Princípios Fundamentais ireitos e Garantias Fundamentais. Organização do Estado. h) Organização dos Poderes do Estado Poder Legislativo. Poder Executivo. Poder Judiciário. Funções Essenciais à Justiça. i) Tributação e Orçamento Sistema Tributário Nacional. Finanças Públicas. Princípios constitucionais do poder de tributar, extinção, prescrição, decadência. ompetência tributária. Impostos. Taxas. ontribuição de Melhoria e ontribuição Social - istribuições de Receitas Tributárias. Obrigação Tributária. rédito Tributário - dministração Tributária. j) Ordem Econômica e Financeira Ordem Social. k) isposições onstitucionais Gerais to das isposições onstitucionais Transitórias. 25

20 onteúdos Programáticos l) Emendas onstitucionais Relativas, de Revisão e dendo Especial que interferem diretamente nos conteúdos descritos acima. m) ontratos de trabalho em relação aos empregos istinção e características. onceito, natureza jurídica. Tipos de contrato e suas características. Extinção. n) ireitos Trabalhistas Legislação. onstituição Federal. Prescrição. ecadência. o) Empregado e Empregador efinição e características, direitos e obrigações. p) Previdência Social onceito. Objeto. eneficiários. enefícios. usteio. cidente do Trabalho. Seguro esemprego. MTEMÁTI FINNEIR a) Juros Simples efinição, conceito e generalidades. álculo do juro. Homogeneidade entre a unidade de tempo, de taxa de juro e do prazo de aplicação. efinições e considerações sobre taxa proporcional, nominal e efetiva. Juros exatos. Juros comerciais pela regra dos bancos. Multiplicador fixo e ivisor fixo. Montante: definição, conceito, generalidades. esconto comercial ou por fora, desconto racional ou por dentro e suas relações. b) Juros ompostos efinição, conceito e generalidades. álculo do Montante. Tabela Financeira (Price) e Sistema de mortização onstante (S). onvenção Linear e Exponencial. Taxas proporcionais, equivalentes, nominais e efetivas. esconto racional. Equivalência de capitais: critério do desconto racional. c) nuidades Rendas certas ou anuidades. efinição e classificação. Montante e valor atual do modelo básico de anuidade (imediata e postecipada). d) Taxas Nominal, efetiva e equivalente. Montante e valor atual de uma renda postecipada, antecipada e de uma renda diferida. e) álculo do Valor Presente e Valor Futuro Pagamentos e recebimentos de mesmo valor e periodicidade. TEORI ONTILIE a) ontabilidade onceito e objetivos. iversos ramos aplicados da ontabilidade. Evolução histórica da ontabilidade. tivo e Passivo e suas mensurações. Receitas e despesas, ganhos e perdas. Impactos da não-correção monetária de balanço. b) Princípios Fundamentais de ontabilidade Princípios Fundamentais de ontabilidade como essência das doutrinas contábeis aceitas e base das Normas rasileiras de ontabilidade. onteúdo da Resolução F nº 750/93, que dispõe sobre os Princípios Fundamentais de ontabilidade e Resoluções F nos 774/94 e 900/01, que aprovam o pêndice à primeira resolução e possíveis alterações e inclusões até sessenta dias antes da realização do Exame. c) Escolas ou doutrinas na história da ontabilidade História da ontabilidade. Partidas dobradas e período pré-científico. Período científico na ontabilidade: o materialismo, o personalismo, o controlismo e o neocontismo, o reditualismo, o aziendalismo e o patrimonialismo. LEGISLÃO E ÉTI PROFISSIONL a) Ética geral e Ética Profissional onceito e sua inserção na Filosofia. ampos de Ética e da Moral. Fontes das regras éticas. Sociedade e Ética. Papel da ontabilidade na Sociedade. Ética Profissional. b) Legislação sobre a Ética profissional ódigo de Ética Profissional do ontabilista: ordenamentos e punições. Estatuto dos onselhos de ontabilidade. Normas rasileiras de ontabilidade Profissionais. Possíveis alterações ocorridas ou inclusões até sessenta dias antes da realização do Exame. c) Legislação profissional Regulamentação Profissional do ontabilista: o ecreto-lei nº 9.295/46. s prerrogativas profissionais, especialmente a Resolução F nº 560/83. Os órgãos de classe na profissão contábil. Formação profissional, Exame de Suficiência e educação continuada. Infrações técnicas. Possíveis alterações ocorridas ou inclusões até sessenta dias antes da realização das provas. 26

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