TributAção. Dezembro de Edição nº 77. Os principais temas tributários em 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TributAção. Dezembro de 2012 - Edição nº 77. Os principais temas tributários em 2013"

Transcrição

1 TributAção Dezembro de Edição nº 77 Os principais temas tributários em 2013 Confira mais detalhes a respeito dos principais temas que serão destaque em 2013 na página 2. LEGISLAÇÃO Receita Federal do Brasil edita a Instrução Normativa nº 1.300/12, que trata das regras de restituição, ressarcimento e compensação de tributos federais (pág. 2) Receita Federal do Brasil esclarece do conceito de receita para fins do Plano Brasil Maior (pág. 3) Governo Federal reduz prazo de empréstimos externos sujeitos ao IOF (pág. 3) Nota Técnica da Nota Fiscal Eletrônica estabelece alíquota de 4% nas operações interestaduais com produtos importados (pág. 4) Estado do Espírito Santo edita o Decreto nº R que altera o FUNDAP e estende os benefícios aos casos em que a alíquota interestadual do ICMS é de 4% (pág. 4) TRIBUNAIS STF reconhece repercussão geral da questão de créditos de ICMS sobre ativos fixos ou bens de uso e consumo (pág. 7) STJ finaliza o julgamento a respeito da incidência do ISS nas operações de leasing (pág. 7) TST afasta contribuição previdenciária sobre indenização decorrente de cláusula de non compete (pág. 8) STJ confirma a não incidência do ICMS sobre serviços acessórios de telecomunicações (pág. 9) Corte Especial do TRF da 4ª Região julga inconstitucional a inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e da COFINS- Importação (pág. 10) SOLUÇÕES DE CONSULTA Desconto de créditos de PIS e COFINS no âmbito da sistemática não-cumulativa (pág. 5) Definição das regras para o rateio de despesas entre empresas (pág. 6) Direito Comentado A não incidência do ICMS sobre encargos de transmissão e distribuição de energia elétrica (pág. 11) Este Boletim foi redigido meramente para fins de informação e debate, não devendo ser considerado opinião legal para qualquer operação ou negócio específico. TRIBUTAÇÃO é elaborado mensalmente pela Área Tributária de PINHEIRO NETO ADVOGADOS, composta por 114 integrantes, sendo 14 sócios, 4 consultores, 59 associados e 37 estagiários.

2 OS PRINCIPAIS TEMAS TRIBUTÁRIOS EM 2013 A assunção do Ministro Joaquim Barbosa à presidência do STF reacendeu as expectativas de julgamentos de vários temas tributários com repercussão geral reconhecida, além da continuidade de outras discussões tributárias travadas em sede de Ações Diretas de Inconstitucionalidade ( ADI ). O novo Presidente fez questão de manter discussões importantes sobre o seu comando, tendo inclusive já liberado alguns Recursos Extraordinários para julgamento. Dentre os temas tributários prontos e sob relatoria do Presidente Joaquim Barbosa, vale destacar os seguintes: (i) estorno de créditos de ICMS por iniciativa unilateral de entes federados sob o argumento de que se trata de benefício fiscal inválido gerado no contexto da guerra fiscal; (ii) incidência de IR e CSLL sobre os lucros gerados por sociedades controladas e coligadas sediadas no exterior; e (iii) determinação do sujeito ativo do ICMS, incidente sobre operação de importação de matéria-prima que será industrializada por estabelecimento localizado em Minas Gerais, porém desembaraçada por estabelecimento sediado em São Paulo e que é o destinatário do produto acabado, para posterior comercialização. Além dos casos com repercussão geral, que ultrapassam 100, o STF deverá retomar em 2013 discussões importantes, tais como (i) constitucionalidade da Resolução 13/2012 do Senado Federal, que trata da redução das alíquotas interestaduais de ICMS incidente sobre mercadorias importadas; e (ii) constitucionalidade de lei e decretos editados pelo Estado de São Paulo que estabelecem incentivos fiscais à produção de tablets em seu território por meio de tratamento tributário diferenciado quanto ao ICMS. Cabe mencionar que, antes de assumir a Presidência, o Ministro Joaquim Barbosa era quem contava com o maior número de casos tributários de repercussão geral sobre sua relatoria. Tal estatística deverá influenciar a pauta do Plenário do STF, de modo que a expectativa é que muitos dos debates tributários sejam apreciados em 2013 pelo Colegiado. ALTERAÇÕES LEGISLATIVAS RELEVANTES Instrução Normativa nº 1.300/12 regulamenta procedimentos de restituição, ressarcimento e compensação de tributos federais A Secretaria da Receita Federal editou a Instrução Normativa nº 1.300, de , que revogou a Instrução Normativa nº 900, de A nova Instrução consolida as regras de restituição, ressarcimento e compensação de tributos federais. Dentre as diversas alterações, vale destacar as seguintes: (i) no caso de compensação de créditos reconhecidos por decisão judicial transitada em julgado, o contribuinte deve apresentar previamente Pedido de Habilitação de crédito, devendo ainda anexar uma série de documentos que comprovam o direito -2-

3 creditório e atestam a desistência da execução do título judicial. A nova Instrução Normativa permite que o contribuinte apresente simples declaração pessoal de inexecução do título judicial, desde que devidamente protocolada na Justiça Federal a fim de comprovar tal desistência; (ii) caso o Pedido de Habilitação seja indeferido, a nova Instrução Normativa prevê que o contribuinte tem a possibilidade de interpor Recurso Hierárquico contra tal decisão no prazo de 10 dias; e (iii) em relação à retificação de Pedido de Restituição, Pedido de Ressarcimento e Declaração de Compensação, a nova norma esclarece que a retificação, quando cabível, somente poderá ser efetuada antes da intimação do contribuinte para apresentação de documentos comprobatórios. Confira os detalhes dessas e das demais alterações no Anexo BI nº Receita Federal do Brasil esclarece o conceito de receita para fins do Plano Brasil Maior A RFB publicou o Parecer Normativo nº 3/12 para tratar da composição da receita bruta que deve ser de base de cálculo para a nova contribuição previdenciária criada pelo Plano Brasil Maior, instituído pela Lei nº /11. Um dos pontos relevantes do Parecer é que a definição do conceito de receita bruta é exatamente aquele adotado no âmbito da legislação do PIS e da COFINS. Desse modo, não houve inovação quanto ao conceito em questão. A adoção do conceito de receita bruta traz maior segurança jurídica para os contribuintes e ainda servirá como base para defender, eventualmente, alguns ajustes específicos realizados para equiparar a base de cálculo da contribuição previdenciária com a do PIS e da COFINS -- por exemplo, a exclusão das receitas relativas a devolução de mercadorias, uma vez que tal exclusão não consta expressamente da Lei nº /11, mas consta da legislação do PIS e da COFINS. Ressaltamos que os contribuintes deverão ficar atentos aos impactos dessa nova manifestação da RFB. Governo Federal reduz prazo de empréstimos externos sujeitos ao IOF de 6% O IOF/Câmbio está entre os mecanismos mais utilizados pelo Governo Federal nos últimos anos para incentivar ou inibir a entrada de moeda estrangeira no País. Em março de 2011, o Governo Federal aumentou a alíquota do IOF/Câmbio para 6%, sempre que empréstimos externos fossem contratados com prazo médio de amortização inferior a 360 dias, isentando aqueles que superassem esse prazo. Logo em seguida, observando as reações do mercado e os fluxos de moeda estrangeira ao País, o Governo Federal aumentou esse prazo para 720 dias, depois para 3 anos, depois ainda para 1800 dias e, mais recentemente, em junho de 2012, o havia reduzido novamente para 720 dias. No último dia , o Governo Federal publicou o Decreto nº 7.853/12, reduzindo novamente o prazo acima mencionado para 360 dias, ou seja, sujeitando ao IOF/Câmbio de 6% apenas as operações de empréstimo -3-

4 externo que ingressem no País a partir daquela data, por um prazo médio de amortização de até 360 dias, ficando isentas desse tributo as operações cujo período médio de amortização seja superior àquele prazo. Nota técnica da Nota Fiscal Eletrônica estabelece alíquota de 4% nas operações interestaduais com produtos importados Em janeiro de 2013 entrará em vigor a Resolução nº 13/12, editada pelo Senado Federal. Visando evitar a concessão de incentivos fiscais sem respaldo em Convênio do Conselho Nacional de Política Fazendária ( CONFAZ ), tal Resolução reduziu a alíquota do ICMS para 4% nas operações interestaduais efetuadas com produtos importados ou produtos industrializados no Brasil que contenham elevado conteúdo de importação (acima que 40%). Com o objetivo de regulamentar a referida Resolução, o CONFAZ editou os Ajustes SINIEF nºs 19 e 20, que dispõem sobre os procedimentos e obrigações acessórias a serem observados pelos contribuintes, e que geraram diversos questionamentos em relação à sua aplicabilidade prática. A Nota Técnica NF-e 2012/005 editada pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais ( ENCAT ) e publicada em determina que o sistema de preenchimento da Nota Fiscal Eletrônica não aceitará alíquota superior a 4% em qualquer operação interestadual (e não apenas na primeira operação da cadeia econômica) com os produtos importados submetidos às disposições da Resolução nº 13/12. Um ponto controverso do novo regime é a necessidade dos contribuintes revelarem a sua margem de lucro na Nota Fiscal Eletrônica para cumprir com as determinações do Ajuste SINIEF nº 19. A esse respeito, entendemos que essa determinação poderá ser questionada em juízo pelos contribuintes que se sentirem prejudicados, pois fere diversas garantias constitucionais, entre elas os direitos ao sigilo fiscal e de exercer livremente a atividade privada. Estado do Espírito Santo publicou Decreto nº R que altera o FUNDAP e estende os benefícios aos casos em que a alíquota interestadual do ICMS é de 4% O Estado do Espírito editou o Decreto nº R, de , que alterou o Programa de Financiamento que concede incentivos fiscais à importação no Estado ( FUNDAP ). Em síntese, o Decreto estendeu a aplicação do Programa também aos casos em que a alíquota interestadual do ICMS é de 4%. Segundo o inciso I do 1º do artigo 2º do Decreto, mercadorias comercializadas com alíquota interestadual de 4% terão o financiamento equivalente a 3%, ou seja, 75% do valor do imposto será financiado. Antes da edição da Resolução do Senado nº 13/12, que unificou a alíquota do imposto a 4% na importação, o mencionado Programa financiava 8% da alíquota interestadual do imposto (12%), ou seja, 66% do imposto devido na operação de saída da mercadoria do estabelecimento importador. -4-

5 Trata-se da primeira reação dos Estados que concedem incentivos fiscais à unificação da alíquota do ICMS na importação. A princípio, parece que os Estados continuarão a oferecer incentivos fiscais em seus territórios. Porém, os incentivos fiscais serão financeiramente reduzidos, cabendo aos contribuintes avaliar a conveniência do local em que realizam suas operações em vista dos benefícios ali concedidos. SOLUÇÕES DE CONSULTA Desconto de créditos de PIS e COFINS no âmbito da sistemática não-cumulativa A Secretaria da Receita Federal editou a Solução de Consulta nº 172, de , por meio da qual estabeleceu que a empresa que optar pela apropriação dos créditos de PIS e COFINS sobre os encargos de depreciação dos bens integrantes do seu ativo imobilizado à razão de 1/48 ao mês, mas realizar a venda desses bens antes do decurso do mencionado prazo, poderá continuar a apurar os créditos das contribuições sociais mesmo após a saída de tais bens. A Solução de Consulta é importante porque trata de situação que não está prevista na legislação tributária. A esse respeito, as Leis nºs /02 e /03 que cuidam da sistemática não-cumulativa do PIS e da COFINS, determinam que a pessoa jurídica sujeita a tal sistemática poderá descontar créditos relacionados a máquinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado, adquiridos ou fabricados para locação a terceiros, ou para utilização na produção de bens destinados à venda ou na prestação de serviços, e edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, utilizados nas atividades da empresa. Nos termos da legislação, o referido crédito de PIS e COFINS será determinado mediante aplicação da alíquota das contribuições sociais sobre o valor dos encargos de depreciação e amortização dos bens do ativo imobilizado mencionados acima. Opcionalmente, no caso de máquinas e equipamentos destinados ao ativo imobilizado, a legislação estabelece que o contribuinte poderá calcular os créditos sobre o valor de aquisição de tais bens no prazo de 4 (quatro) anos, mediante aplicação, a cada mês, da alíquota das contribuições sociais sobre o valor correspondente a 1/48 (um quarenta e oito avos) do valor de aquisição do bem. Assim, com base na mencionada Solução de Consulta, o contribuinte que realizar a venda dos bens do ativo imobilizado poderá manter o desconto dos créditos de PIS e COFINS. A nosso ver, o entendimento firmado na Solução de Consulta confirma a nossa interpretação no sentido de que os créditos de PIS e COFINS estão vinculados essencialmente às despesas com a aquisição de insumos e outros bens. Assim, se o contribuinte incorreu no momento inicial com tais despesas, tem direito a descontar créditos de PIS e COFINS sobre os valores correspondentes. -5-

6 Definição das regras para rateio de despesas A Coordenação Geral de Tributação ( COSIT ), órgão responsável por consolidar o entendimento da Receita Federal, editou a Solução de Consulta nº 8/12, por meio da qual indicou os critérios que considera válidos para o rateio de despesas, para fins de apuração do lucro real e do lucro líquido, que constituem a base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Primeiramente, a referida Solução de Consulta considera como dedutíveis as despesas administrativas rateadas desde que (i) comprovadamente corresponderem a bens e serviços efetivamente pagos e recebidos; (ii) forem necessárias, usuais e normais nas atividades das empresas; (iii) o rateio se der mediante critérios razoáveis e objetivos, previamente ajustados, devidamente formalizados por instrumento firmado entre os intervenientes; (iv) o critério de rateio for consistente com o efetivo gasto de cada empresa e com o preço global pago pelos bens e serviços, em observância aos princípios gerais de Contabilidade; e (v) a empresa centralizadora da operação de aquisição de bens e serviços apropriar como despesa tãosomente a parcela que lhe couber segundo o critério de rateio. Cumpre destacar que a Solução de Consulta segue a linha adotada pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais ( CARF ), que também vem se manifestando no sentido de que a dedutibilidade das despesas depende não apenas da comprovação da efetividade, necessidade, usualidade ou normalidade, mas também da existência de critérios claros de rateio, pré-estabelecidos em contrato entre as empresas. Além disso, a Solução de Consulta estabelece que deverá ser aplicado o Método dos Preços Independentes Comparados ( PIC ) ou o Método do Custo de Produção Mais Lucro ( CPL ), caso se comprove que as disposições do contrato de rateio sejam inconsistentes. A esse respeito, vale destacar que, segundo o entendimento adotado pela RFB, se não houver clara definição dos critérios (que podem ser diretos ou indiretos, desde que suficientemente claros no sentido de identificar divisão de custos, riscos, participação de cada parte, etc.), o contrato perderá sua natureza de rateio e os valores serão tratados como receitas decorrentes de prestação de serviços, de modo que se torna necessário aplicar as regras brasileiras de preços de transferência -- no caso de rateio com partes vinculadas estrangeiras. Nessa hipótese, destaque-se que as Autoridades Fiscais poderão exigir a tributação no Brasil de uma margem mínima de lucro sobre o custo dos serviços. Por fim, a Solução de Consulta ainda destaca que a sub-contratação de atividades identificada num contrato de rateio de custos submete-se ao tratamento tributário de remessas de valores em decorrência de prestação de serviços. Cabe observar que a RFB não invalida o contrato de rateio que disponha sobre subcontratações (atividades não diretamente relacionadas aos custos e despesas compartilhados), mas determina que o seu tratamento deve se dar de forma separada; ou seja, o valores rateados podem ser tratados como reembolsos e os valores das subcontratações devem ser tributados como receitas de prestação de serviços. -6-

7 DIREITO TRIBUTÁRIO NOS TRIBUNAIS STF reconhece repercussão geral da questão de créditos de ICMS sobre ativos fixos ou bens de uso e consumo O STF reconheceu repercussão geral no Recurso Extraordinário RS, em que se discute o direito ao aproveitamento imediato de créditos de ICMS nas aquisições de bens de uso e consumo e ativo fixo quando forem operações que antecedem uma operação de exportação. No passado, vale notar que os contribuintes discutiram em juízo o direito à tomada de créditos de ICMS sobre ativo fixo e bens de uso e consumo sob o argumento de que a Lei Complementar, no caso a Lei Kandir nº 87/96, não poderia restringir seu aproveitamento em razão do princípio constitucional absoluto da não-cumulatividade. No entanto, os Tribunais Superiores não acolheram essa tese sob o fundamento de que não haveria saída posterior relacionada a estas aquisições e, caso fosse garantido o direito por lei, seria um benefício fiscal. Ressalte-se que, a partir da Lei Complementar nº 102/00, foi autorizado o creditamento fracionado de bens do ativo fixo, mas com relação aos bens de uso e consumo o direito aos créditos foi prorrogado para 2020, nos termos da Lei Complementar nº 138/10. Nesse contexto, o STF pretende agora analisar o direito aos créditos de ICMS sobre ativo fixo e bens de uso e consumo nas operações de exportação. O argumento desenvolvido, acolhido pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul seria de que a Constituição Federal, em seu artigo 155, 2º, inciso X, alínea a, (alterado pela Emenda Constitucional nº 42/03), teria assegurado a manutenção e o aproveitamento do crédito de ICMS sobre as operações de exportação, o que impediria, portanto, que lei infraconstitucional vedasse o seu aproveitamento imediato na aquisição de ativo fixo e bens de uso e consumo desde que relacionados à exportação. A nosso ver, a questão discutida é nova e pode ter um desdobramento diferente da tese anteriormente defendida pelos contribuintes. STJ finaliza o julgamento a respeito da incidência do ISS nas operações de leasing A Primeira Seção do STJ pôs fim a uma controvérsia que se arrastava há muitos anos. Trata-se da discussão acerca do local da incidência do ISS nas operações de arrendamento mercantil ( leasing ): se no local da sede da empresa arrendatária ou do arrendador. Destaque-se que o arrendamento mercantil é um contrato por intermédio do qual a empresa arrendadora (empresa de leasing ) adquire um bem escolhido por seu cliente (o arrendatário) para, em seguida, alugá-lo a este último, por um prazo determinado. Ao término do contrato, o arrendatário pode optar por (i) renová-lo por mais um período, (ii) devolver o bem arrendado à arrendadora (que pode exigir do arrendatário, no contrato, a garantia de um valor residual); ou (iii) adquirir o bem, pelo valor de mercado ou por -7-

8 um valor residual previamente definido no contrato. No final de maio de 2012, o Plenário do STJ iniciou o julgamento do Recurso Especial nº /SC, sujeito à sistemática dos recursos repetitivos. O Relator Ministro Napoleão Maia reconheceu que, na vigência do Decreto-lei nº 406/68, o ISS deve ser exigido pelo Município onde o estabelecimento prestador do serviço de leasing está situado,e, a partir da vigência da Lei Complementar nº 116/2003, o ISS deve ser cobrado pelo Município onde está situada a unidade econômica ou profissional responsável pela prestação de serviço. No entendimento do Relator, o fato gerador do ISS no contrato de leasing se dá no local onde se finaliza a decisão do contrato. O Ministro Asfor Rocha antecipou seu voto para acompanhar o Relator. Em razão de sucessivos pedidos de vista, o julgamento teve seu fim somente no final de novembro e, à unanimidade, a Primeira Seção do STJ concluiu que o ISS deve ser exigido pelo município que sedia a empresa de leasing. Esperamos que o precedente judicial, julgado em sede de recurso repetitivo, seja observado pelo Poder Judiciário e por todos os Municípios para que o contencioso judicial e administrativo sobre o tema acabe definitivamente. TST afasta contribuição previdenciária sobre indenização decorrente de cláusula de non compete Recentemente, ao julgar o Agravo de Instrumento em Recurso de Revista n , o Tribunal Superior do Trabalho ( TST ) entendeu que a verba intitulada indenização de não competição (cláusula de non compete) não está sujeita à contribuição previdenciária. Vale destacar que a Lei nº 8.212/91 define, como base de cálculo da contribuição previdenciária, a totalidade dos rendimentos pagos, a qualquer título, durante o mês, destinados a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa. Não haverá incidência de contribuição previdenciária somente sobre as verbas de natureza nitidamente indenizatória, bem como sobre as verbas que estiverem expressa e taxativamente indicadas como isentas na Lei nº 8.212/91. Frise-se assim que a legislação específica não exclui expressamente da base de cálculo da contribuição previdenciária os valores pagos em decorrência do compromisso de não concorrência assumido pelo empregado. Não obstante, no entendimento firmado pelo TST, a verba em questão (i) não tem caráter -8-

9 sinalagmático, ou seja, não há prestação de serviço e contraprestação pecuniária, conforme previsto nos artigo 195, inciso I, a da Constituição Federal e 28, inciso I da Lei n 8.212/91; e (ii) tem natureza indenizatória, visto que é parcela que destina a recomposição do patrimônio do empregado em razão do prejuízo que lhe foi causado. Portanto, entendemos que a decisão do TST é um importante precedente que afasta a tributação sobre os valores pagos a título de non compete. STJ confirma a não incidência de ICMS sobre serviços acessórios de telecomunicações Em , a Primeira Seção do STJ rejeitou o Recurso Especial nº /RJ interposto pelo Estado do Rio de Janeiro, que pretendia rediscutir o tema acerca da incidência do ICMS sobre diversos serviços acessórios à telecomunicação. Vale ressaltar que esse tema já havia sido anteriormente definido pela Primeira Seção do STJ favoravelmente aos contribuintes quando do julgamento do Recurso Especial nº /MG, ocorrido em Naquela ocasião, o STJ se manifestou pela não configuração do fato gerador do ICMS no caso dos serviços acessórios ou suplementares ao serviço de comunicação, com a função de apenas proporcionar as condições materiais necessárias à implementação do serviço comunicacional, bem como a sua manutenção. O Recurso Especial nº /RJ debatia a tributação de serviços como habilitação, troca de titularidade do aparelho celular, fornecimento de conta detalhada, substituição de aparelho, alteração de número, religação, mudança de endereço de cobrança de conta -9- telefônica, troca de área de registro, alteração de plano de serviço e bloqueio de DDD e DDI. O Relator Ministro Napoleão Nunes Maia Filho votou pelo provimento do recurso, por entender que a tributação deveria incidir sobre todos os serviços, inclusive os preparatórios. Os ministros Mauro Campbell Marques e Benedito Gonçalves acompanharam o voto do relator. Contudo, a divergência foi iniciada pelo ministro Teori Albino Zavascki que, em , votou pela não incidência do ICMS, pois, em sua opinião, os serviços em discussão ou tem natureza de serviços preparatórios aos serviços de comunicação propriamente dito (habilitação, religação), ou sequer guardam relação com a comunicação telefônica (...). Após o voto-vista do Ministro Teori, os Ministros Mauro Campbell Marques e Benedito Gonçalves mudaram de posição e refizeram seus votos para acompanhar a divergência em favor dos contribuintes. Com isso, a Seção, por maioria, vencido o Ministro Napoleão Nunes Maia Filho, encerrou

10 o julgamento e reiterou o posicionamento já consolidado do Tribunal no sentido de que não incide o ICMS sobre os serviços acessórios aos serviços de telecomunicações. Cumpre destacar que o julgamento do Recurso Especial nº /RJ se deu pela sistemática dos recursos repetitivos, o que significa que os demais Tribunais do país deverão seguir o entendimento firmado pelo STJ. A exemplo de outras já proferidas pelo STJ, essa decisão retrata a posição consolidada pelo Tribunal acerca dos limites do conceito de serviço de comunicação que vem sendo reiteradamente infringido pelas Autoridades Fiscais Estaduais. Corte Especial do TRF da 4ª Região julga inconstitucional a inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e COFINS Importação Em , a Corte Especial do TRF da 4ª Região concluiu o julgamento da Arguição de Inconstitucionalidade nº /PR, em que se discutia a constitucionalidade do artigo 7º, inciso II, da Lei nº /04. Tal dispositivo determina a inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e da da COFINS - Importação incidente na importação de serviços. De acordo com o Ministro Relator que conduziu o voto vencedor, o PIS e a COFINS - Importação têm como base de cálculo o valor aduaneiro, que não inclui os tributos incidentes na importação, em decorrência do próprio conceito de valor aduaneiro já definido em acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. Nesse sentido, vale relembrar que a matéria relativa à inclusão de tributos na base de cálculo dessas contribuições está sendo discutida pelo STF nos Recursos Extraordinários nºs /SC e /PR, que tiveram repercussão geral reconhecida. Cumpre observar que até o momento não houve pronunciamento do STF sobre a matéria nestes recursos. De qualquer forma, até que a questão seja definitivamente enfrentada pelo STF, a recente decisão da Corte Especial do TRF da 4ª Região representa vitória importante para os contribuintes que enfrentam a questão no Poder Judiciário. -10-

11 DIREITO TRIBUTÁRIO COMENTADO A não incidência do ICMS sobre os encargos de transmissão ( TUST ) e distribuição ( TUSD ) de energia elétrica Luiz Roberto Peroba Vinicius Jucá Alves José Roberto Oliva Junior Sócio e associados de Pinheiro Neto Advogados A discussão quanto à não incidência do ICMS sobre o TUST e o TUSD teve desdobramentos favoráveis recentes no Superior Tribunal de Justiça ( STJ ). Por esse motivo, os contribuintes, especialmente os consumidores que arcam com o valor do imposto, estão ingressando com medidas judiciais para questionar a cobrança. No Brasil, a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica são reguladas pela Agência Nacional de Energia Elétrica ( ANEEL ). De acordo com a legislação que trata do assunto, existem 2 tipos de consumidores de energia: (i) o consumidor cativo (aquele que obrigatoriamente deve comprar energia do distribuidor local por exemplo, o consumidor residencial); (ii) o consumidor livre, que pode escolher seu fornecedor de energia, desde que tenha demanda igual ou superior a 3 MW (no caso de consumidores de energia incentivada e.g. energia eólica e solar o limite da demanda para se tornar livre é menor, 500 kw). O consumidor livre precisa firmar mais de um contrato quando decide adquirir energia elétrica, pois empresas diferentes promovem geração, transmissão e distribuição de energia elétrica: (i) contrato de venda de energia elétrica; (ii) contrato de conexão ao sistema de distribuição de energia elétrica ( CCD ) ou contrato de conexão ao sistema de transmissão ( CCT ); e (iii) contrato de uso do sistema de distribuição ou transmissão de energia elétrica quando o consumidor está ligado ao sistema de distribuição (fornecimento em tensão de até 138 kv), assina o Contrato de Uso do Sistema de Distribuição ( CUSD ). Quando o consumidor está ligado à rede básica (fornecimento em tensão igual superior a 230 kv), assina o de Contrato de Uso do Sistema de Transmissão ( CUST ). Especificamente no que interessa à presente discussão, a tarifa paga pela transmissão prevista no CUSD é chamada Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição ( TUSD ) e a tarifa prevista no CUST é a TUST. A discussão é saber se incide o ICMS sobre essas tarifas. Entendemos que a Constituição Federal prevê apenas a incidência do ICMS sobre a venda de energia elétrica. A TUSD e a TUST não remuneram a energia elétrica, mas tão somente o direito de usar o sistema de transmissão, para trazer a energia elétrica da geradora até o estabelecimento consumidor. Recentemente, o STJ proferiu duas decisões importantes sobre o tema. Na primeira delas, a Segunda Turma foi expressa em afirmar que o STJ possui entendimento no sentido de que a Taxa de Uso do Sistema de Transmissão de Energia Elétrica TUST e a Taxa de Uso do Sistema de Distribuição de Energia Elétrica TUSD não fazem parte da base de cálculo -11-

12 do ICMS (Agravo Regimental nos Embargos de Declaração no Recurso Especial nº /MG. Relator Ministro Herman Benjamin, decisão publicada em ). A segunda decisão importante foi tomada pela Primeira Seção do Tribunal, e diz respeito a um aspecto processual. De acordo com o STJ, o consumidor sempre poderá ingressar com medida judicial para questionar a incidência do ICMS sobre a TUST e da TUSD, não importando quem é obrigado pela legislação de cada Estado a recolher o tributo sobre a TUST e a TUSD -- o consumidor ou o distribuidor, por exemplo (Recurso Especial /SC, Relator Ministro Cesar Asfor Rocha. Primeira Seção, decisão publicada em , sujeita ao regime de recursos repetitivos previsto no artigo 543-C do CPC). Diante acima exposto, é possível concluir que as recentes decisões do STJ confirmam que existem ótimos argumentos para defender o direito dos consumidores questionarem a incidência do ICMS sobre a TUSD e a TUST pagos. O Informativo TributAção é desenvolvido mensalmente pelos profissionais que integram a Área Tributária de Pinheiro Neto Advogados. Sócios da Área Tributária: São Paulo: José Roberto Pisani, Sérgio Farina Filho, Marcelo Mazon Malaquias, Ricardo Luiz Becker, Luciana Rosanova Galhardo, Mauro Berenholc, Eduardo Carvalho Caiuby, Luiz Roberto Peroba Barbosa, Tércio Chiavassa, Marcelo Marques Roncaglia e Giancarlo Chamma Matarazzo. Rio de Janeiro: Carlos Henrique T. Bechara e Marcos de Vicq de Cumptich. Colaboraram com esta edição: Giancarlo Chamma Matarazzo, Luiz Roberto Peroba, Jorge N.F. Lopes Junior, Rodrigo Corrêa Martone, Vinicius Jucá Alves, José Roberto Oliva Junior, Cristiane I. Matsumoto, Fernanda Ramos Pazello, Ana Carpinetti, Saul Tourinho Leal, William Roberto Crestani, Felipe Cerrutti Balsimelli, Gabriela Conca, Mariana Monte Alegre de Paiva, Rubens Barrionuevo Biselli, Gabriela Fischer Junqueira e Bruno Matos Ventura. RUA HUNGRIA, 1.100, SÃO PAULO, SP T.: +55 (11) F.: +55 (11) BRASIL RUA HUMAITÁ, 275, 16º ANDAR RIO DE JANEIRO, RJ T.: +55 (21) F.: +55 (21) BRASIL SAFS QUADRA 2, BLOCO B, 3º ANDAR, ED. VIA OFFICE, , BRASÍLIA, DF T.: +55 (61) F.: +55 (61) BRASIL R -12-

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 Maio de 2012 NOVIDADE NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA "GUERRA DOS PORTOS" - ICMS NAS IMPORTAÇÕES - RESOLUÇÃO DO SENADO Nº 13, DE 26 DE ABRIL DE 2012 DECISÕES JUDICIAIS PARTICIPAÇÃO

Leia mais

A nova Consolidação das Regras para Compensação de Tributos Federais: In nº 1.300/12

A nova Consolidação das Regras para Compensação de Tributos Federais: In nº 1.300/12 Anexo Biblioteca Informa nº 2.235 A nova Consolidação das Regras para Compensação de Tributos Federais: In nº 1.300/12 Autores Luiz Roberto Peroba Rodrigo Martone Mariana Monte Alegre de Paiva Sócio e

Leia mais

O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA

O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA O JUDICIÁRIO E A CARGA TRIBUTÁRIA NO SETOR ELÉTRICO ISABEL LUSTOSA Agosto de 2007 Tópicos da Apresentação Questões tributárias já decididas pelo Judiciário Questões tributárias pendentes de apreciação

Leia mais

11 Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública

11 Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública TREINAMENTO: ASPECTOS TRIBUTÁRIOS DOS CONTRATOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO REGULADA ACR E AMBIENTE DE CONTRATAÇÃO LIVRE - ACL PROGRAMA 1 Aspectos dos Contratos da

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Aspectos Tributários dos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente de Contratação Regulada ACR e Ambiente de Contratação Livre - ACL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Aspectos dos Contratos da

Leia mais

TributAção. Novembro de 2014 - Edição nº 97. STJ e Guerra Fiscal: jurisprudência favorável aos contribuintes (pag. 04).

TributAção. Novembro de 2014 - Edição nº 97. STJ e Guerra Fiscal: jurisprudência favorável aos contribuintes (pag. 04). TributAção Novembro de 2014 - Edição nº 97 LEGISLAÇÃO Medida Provisória 651/2014 é convertida em lei (pag. 02). Receita Federal veda créditos de PIS e COFINS na importação de bens usados destinados ao

Leia mais

TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12

TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12 TRIBUTÁRIO EM FOCO # Edição 12 Dezembro de 2012 / Janeiro 2013 NOVIDADES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA IOF - OPERAÇÕES DE CÂMBIO - EMPRÉSTIMO EXTERNO - ALÍQUOTA - ALTERAÇÃO DO PRAZO MÉDIO MÍNIMO - DECRETO Nº

Leia mais

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Julho de 2014 - Edição nº 93. MP 651 Questões tributárias (p.02)

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Julho de 2014 - Edição nº 93. MP 651 Questões tributárias (p.02) TributAção Julho de 2014 - Edição nº 93 LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS MP 651 Questões tributárias (p.02) Temas com Repercussão Geral no STF (p. 05) MP 651 Novidades na tributação do PIS/COFINS na alienação de participação

Leia mais

Tribunais reconhecem a não incidência de ICMS sobre encargos de energia elétrica

Tribunais reconhecem a não incidência de ICMS sobre encargos de energia elétrica Tribunais reconhecem a não incidência de ICMS sobre encargos de energia elétrica 22 de novembro de 2015, 9h00 Por Leonardo Augusto Bellorio Battilana Fonte: Consultor Jurídico Consumidores obtêm resultados

Leia mais

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Agosto de 2014 - Edição nº 94

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Agosto de 2014 - Edição nº 94 TributAção Agosto de 2014 - Edição nº 94 LEGISLAÇÃO Novas regras de Escrituração Contábil Fiscal (p.02) Sai regulamento do pagamento de parcelamentos tributários com prejuízo fiscal e base negativa da

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 5, ANO III MAIO DE 2011 1 ESTADO NÃO PODE RECUSAR CRÉDITOS DE ICMS DECORRENTES DE INCENTIVOS FISCAIS Fiscos Estaduais não podem autuar

Leia mais

A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN

A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN 1 A não incidência do IPI na revenda de produtos importados: aspectos processuais e reflexos do art. 166 do CTN 2 Fundamentos Legais Constituição Federal Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre:

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL GERÊNCIA DE TRIBUTAÇÃO GETRI

GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL GERÊNCIA DE TRIBUTAÇÃO GETRI 1 Interessado: 6ª DRRE/ARIQUEMES. EMENTA: Diferencial de alíquota. Bens do ativo fixo. Produtor rural. Leasing. Incidência do ICMS na opção de compra. 1. DO RELATÓRIO: A 6ª DRRE, com suporte no disposto

Leia mais

TributAção. Outubro de 2015 - Edição nº 108

TributAção. Outubro de 2015 - Edição nº 108 TributAção Outubro de 2015 - Edição nº 108 CONFAZ celebra Convênios para autorizar diversos Estados a instituir programas de anistia e parcelamento de débitos de ICMS (p. 5) LEGISLAÇÃO ICMS e Comércio

Leia mais

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I).

Imunidade O PIS e a Cofins não incidem sobre as receitas decorrentes de exportação (CF, art. 149, 2º, I). Comentários à nova legislação do P IS/ Cofins Ricardo J. Ferreira w w w.editoraferreira.com.br O PIS e a Cofins talvez tenham sido os tributos que mais sofreram modificações legislativas nos últimos 5

Leia mais

TributAção. Prazo para adesão à anistia de ICMS no Estado do Rio de Janeiro termina em 28.11.2014 (p.2) Outubro de 2014 - Edição nº 96

TributAção. Prazo para adesão à anistia de ICMS no Estado do Rio de Janeiro termina em 28.11.2014 (p.2) Outubro de 2014 - Edição nº 96 TributAção Outubro de 2014 - Edição nº 96 Prazo para adesão à anistia de ICMS no Estado do Rio de Janeiro termina em 28.11.2014 (p.2) LEGISLAÇÃO Ministério da Fazenda regulamente o novo Reintegra (p. 2).

Leia mais

Café da Manhã Técnico. PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos

Café da Manhã Técnico. PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos Café da Manhã Técnico PIS e COFINS: Aspectos Polêmicos Sumário 1. Introdução 2. Faturamento ou Receita Bruta 3. Comércio Exterior 4. Aproveitamento de Créditos Introdução Introdução PIS/COFINS Contribuições

Leia mais

TributAção TRIBUNAIS LEGISLAÇÃO DIREITO COMENTADO. Março de 2015 - Edição nº 101

TributAção TRIBUNAIS LEGISLAÇÃO DIREITO COMENTADO. Março de 2015 - Edição nº 101 TributAção Março de 2015 - Edição nº 101 LEGISLAÇÃO Ajuste fiscal, regulamentação do Reintegra e diminuição do benefício na exportação (pag. 2) Benefícios fiscais são concedidos para imóveis localizados

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI N o 6.099, DE 12 DE SETEMBRO DE 1974. Dispõe sobre o tratamento tributário das operações de arrendamento mercantil e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL

Leia mais

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA TRIBUTOS CARGA TRIBUTÁRIA FLS. Nº 1 O IMPACTO DOS TRIBUTOS NA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 1. - INTRODUÇÃO A fixação do preço de venda das mercadorias ou produtos é uma tarefa complexa, onde diversos fatores

Leia mais

TributAção. Maio de 2013 - Edição nº 81

TributAção. Maio de 2013 - Edição nº 81 TributAção Maio de 2013 - Edição nº 81 Supremo Tribunal Federal declara a inconstitucionalidade da incidência de IPI na importação de bens por pessoa jurídica que não seja contribuinte habitual do imposto

Leia mais

AULA 10 - PIS E COFINS

AULA 10 - PIS E COFINS AULA 10 - PIS E COFINS O PIS É A CONTRIBUIÇÃO PARA O PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL. A COFINS ÉA CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL. FATO DO PIS E DA COFINS SÃO OS MESMOS: a)a RECEITA

Leia mais

INFORMA TRIBUTÁRIO. ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Esta seção divulga as principais alterações na legislação tributária ocorridas no mês

INFORMA TRIBUTÁRIO. ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Esta seção divulga as principais alterações na legislação tributária ocorridas no mês INFORMA TRIBUTÁRIO Principais alterações da legislação tributária, decisões do Poder Judiciário, decisões dos Tribunais Administrativos e notícias de interesse dos contribuintes ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO

Leia mais

PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema

PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema PIS/PASEP e COFINS A definição de insumos e as recentes decisões sobre o tema Fabio Rodrigues de Oliveira Sócio-diretor da SYSTAX; Advogado; Contabilista; Mestre em Ciências Contábeis; Autor, coautor e

Leia mais

TributAção. Abril de 2012 - Edição Extraordinária

TributAção. Abril de 2012 - Edição Extraordinária TributAção Abril de 2012 - Edição Extraordinária PLANO MAIOR Governo concede novos benefícios fiscais O Governo Federal, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, avançou

Leia mais

Resolução do Senado Federal nº 13/2012: características, problemas e soluções. Marcelo Viana Salomão Mestre e doutorando PUC/SP

Resolução do Senado Federal nº 13/2012: características, problemas e soluções. Marcelo Viana Salomão Mestre e doutorando PUC/SP Resolução do Senado Federal nº 13/2012: características, problemas e soluções Marcelo Viana Salomão Mestre e doutorando PUC/SP ICMS - ICMS: imposto de conformação nacional exaustivamente regrado pela CF/88;

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica

TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica TRABALHOS TÉCNICOS Divisão Jurídica A EXCLUSÃO DO IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SERVIÇOS (ICMS) DA BASE DE CÁLCULO DE PIS/COFINS E A AÇÃO DE- CLARATÓRIA DE CONSTITUCIONALIDADE (ADC) Nº 18/2007

Leia mais

Legal Letter. Destaques. Justiça invalida multas em pedidos. Confaz autoriza estados a excluir. Estado não pode vedar crédito de

Legal Letter. Destaques. Justiça invalida multas em pedidos. Confaz autoriza estados a excluir. Estado não pode vedar crédito de Legal Letter New York USA Destaques Justiça invalida multas em pedidos de restituição junto à SRFB Confaz autoriza estados a excluir gorjetas da base do ICMS Estado não pode vedar crédito de ICMS em casos

Leia mais

INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 13/2014

INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 13/2014 INFORMATIVO CONTÁBIL/FISCAL OCB/ES Nº 13/2014 (01 de Agosto de 2014) 01. RECEITA ESTADUAL ALERTA SOBRE RISCO DE PENALIDADE RELACIONADA A EFD. Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Espírito Santo -

Leia mais

Loddi & Ramires ADVOGADOS

Loddi & Ramires ADVOGADOS São Paulo 30/09/2010 LEGISLAÇÃO Decreto nº 7.300/2010 O Decreto em referência, publicado em 14 de setembro de 2010, alterou o Decreto nº 7.237/10, que regulamentou o processo de certificação das Entidades

Leia mais

INFORMATIVO TRIBUTÁRIO

INFORMATIVO TRIBUTÁRIO INFORMATIVO TRIBUTÁRIO RECENTES DESTAQUES LEGISLAÇÃO FEDERAL 1. REPORTO regulamentação A Instrução Normativa nº 1.370 de 28.06.2013, publicada no DOU de 01.07.2013 regulamentou as regras para habilitação/aplicação

Leia mais

Tratamento fiscal dos royalties em operações nacionais e internacionais. Giancarlo Chamma Matarazzo

Tratamento fiscal dos royalties em operações nacionais e internacionais. Giancarlo Chamma Matarazzo Tratamento fiscal dos royalties em operações nacionais e internacionais Giancarlo Chamma Matarazzo Regras Gerais de Royalties para o Descrição Celebração de contrato entre uma no a qual concede a uma no

Leia mais

Pergunte à CPA. Substituição Tributária entre os Estados de SP e MG

Pergunte à CPA. Substituição Tributária entre os Estados de SP e MG 12/06/2014 Pergunte à CPA Substituição Tributária entre os Estados de SP e MG Apresentação: Helen Mattenhauer Convênio e Protocolos CONVÊNIO: Constitui um acordo entre os Estados, cujo elaboração tem por

Leia mais

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Junho de 2014 - Edição nº 92. Para CARF, não incide PIS/COFINS sobre incentivo de ICMS (p.

TributAção LEGISLAÇÃO TRIBUNAIS DIREITO COMENTADO. Junho de 2014 - Edição nº 92. Para CARF, não incide PIS/COFINS sobre incentivo de ICMS (p. TributAção Junho de 2014 - Edição nº 92 LEGISLAÇÃO CONFAZ prorroga prazo do PEP (p. 2) SPU e PGFN com novas regras para a inscrição de débitos em dívida ativa (p. 2) Governo publica Decreto que regulamenta

Leia mais

Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS

Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS Conselho Temático Permanente da Micro e Pequena Empresa O Simples Nacional e o ICMS Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento Unidade de Política Econômica O Simples Nacional e o ICMS* Adesão ao

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA AGRAVANTE : ONDREPSB LIMPEZA E SERVIÇOS ESPECIAIS LTDA ADVOGADO : IVAR LUIZ NUNES PIAZZETA E OUTRO(S) AGRAVADO : FAZENDA NACIONAL PROCURADORES : ANGELA T GOBBI ESTRELLA

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS

EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS EXCLUSÃO DA TAXA DE ADMINSTRAÇÃO DE CARTÃO DA BASE DE CÁLCULO DO PIS/COFINS PIS Programa de Integração Social criado pela Lei Complementar n. 7/70 Contribuintes: PJ de direito privado exceções (simples);

Leia mais

TributAção. Setembro de 2012 Edição nº 74. CARF admite dedutibilidade de JCP de períodos anteriores

TributAção. Setembro de 2012 Edição nº 74. CARF admite dedutibilidade de JCP de períodos anteriores TributAção Setembro de 2012 Edição nº 74 CARF admite dedutibilidade de JCP de períodos anteriores Na sessão do último dia 11, a 2ª Turma da 4ª Câmara da 1ª Seção do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Aspectos Tributários

Aspectos Tributários Aspectos Tributários Principais Tributos IMPOSTOS Imposto sobre a Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ); Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); Imposto sobre serviços de qualquer natureza

Leia mais

ICMS Alíquota de 4% nas operações interestaduais para produtos importados

ICMS Alíquota de 4% nas operações interestaduais para produtos importados ICMS Alíquota de 4% nas operações interestaduais para produtos importados Igor Ribeiro de Oliveira Tel: +55 21 21274253 ioliveira@mayerbrown.com 22 de fevereiro 2013 Tauil & Chequer Advogados is associated

Leia mais

EMENTA ACÓRDÃO RELATÓRIO. A controvérsia foi assim relatada pelo juiz da causa:

EMENTA ACÓRDÃO RELATÓRIO. A controvérsia foi assim relatada pelo juiz da causa: PELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 5011683-79.2010.404.7200/SC RELATOR : Juiz Federal LUIZ CARLOS CERVI APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL APELADO : ALPHA TRADE IMPORTACAO DE ELETRONICOS LTDA ADVOGADO : JOSÉ

Leia mais

PARECER Nº. 277/2013/GETRI/CRE/SEFIN Processo nº: 20100060000935

PARECER Nº. 277/2013/GETRI/CRE/SEFIN Processo nº: 20100060000935 Ementa: CONSULTA À LEGISLAÇÃO - TRIBUTAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL (LEASING) E SEUS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS RELACIONADOS. 1. Relatório A encaminhou a esta Gerência de Tributação,

Leia mais

Informativo Tributário

Informativo Tributário LEGISLAÇÃO EDIÇÃO Nº 11 ABRIL 2015 Decreto Municipal, SP, nº 55.828/2015 Em abril de 2015, encerrar-se-á o prazo para a adesão ao PPI-2014 Portaria PGFN/RFB nº 1/2015 Altera a Portaria Conjunta PGFN/RFB

Leia mais

Informativo Tributário

Informativo Tributário LEGISLAÇÃO Instrução Normativa RFB nº 1.565/2015 EDIÇÃO Nº 12 JUNHO 2015 Dispõe sobre o arrolamento de bens e direitos, bem como a representação para propositura de medida cautelar fiscal Projeto de Lei

Leia mais

informa tributário ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA nº 13 / setembro de 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA ALTERA REGRAS SOBRE COMPENSAÇÃO E RESSARCIMENTO

informa tributário ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA nº 13 / setembro de 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA ALTERA REGRAS SOBRE COMPENSAÇÃO E RESSARCIMENTO nº 13 / setembro de 2010 informa tributário Nesta edição: Alterações da Legislação Tributária Decisões do Poder Judiciário ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Esta seção divulga as principais alterações

Leia mais

www.pwc.com/br Compartilhamento de atividades

www.pwc.com/br Compartilhamento de atividades www.pwc.com/br Compartilhamento de atividades 1 Agenda 1 por meio de contrato de rateio Contrato de rateio Critérios de rateio Documentação comprobatória 2 Aspectos fiscais IRPJ e CSLL ISS PIS e COFINS

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015

TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015 TRIBUTAÇÃO DE RECEITAS FINANCEIRAS PELO PIS/COFINS DECRETO 8.426/20015 Pela importância da matéria, tomamos a liberdade de lhe enviar o presente boletim extraordinário (maio de 2015). 1. INTRODUÇÃO O STJ

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 342.463 - SC (2014/0101370-3) RELATOR EMBARGANTE EMBARGADO : MINISTRO BENEDITO GONÇALVES : IPB CORRETORA DE SEGUROS LTDA : RAPHAEL DOS SANTOS BIGATON

Leia mais

ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL

ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL ICMS ANTECIPADO ESPECIAL - NÃO OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. Em que se constitui o ICMS ANTECIPADO ESPECIAL? R= Em valor correspondente à diferença entre a alíquota interna e a

Leia mais

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês;

Créditos. a. das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês; Créditos Dos valores de Contribuição para o PIS/Pasep e Cofins apurados, a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos, calculados mediante a aplicação das alíquotas

Leia mais

Identificação e recuperação de créditos

Identificação e recuperação de créditos www.pwc.com Identificação e recuperação de créditos Outubro/ 2014 Conteúdo Descrição Pág. Posicionamentos nos Tribunais Superiores quanto à não incidência de contribuição previdenciária sobre determinados

Leia mais

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?

Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação? 1 Sumário I. Introdução... 3 II. Empresa Júnior constitui ou não Instituição de Educação?... 3 III. As Imunidades Tributárias das Empresas Juniores... 4 IV. Incidência de Tributos sobre Empresas Juniores:...

Leia mais

Radar Stocche Forbes Maio 2015

Radar Stocche Forbes Maio 2015 Maio 2015 RADAR STOCCHE FORBES - TRIBUTÁRIO Recentes alterações na legislação tributária EC 87/2015 altera a incidência do ICMS sobre operações interestaduais a consumidor final Foi promulgada a Emenda

Leia mais

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 159 Conteúdo - Atos Publicados em Junho/2013 - Divulgação em Julho/2013

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 159 Conteúdo - Atos Publicados em Junho/2013 - Divulgação em Julho/2013 www.pwc.com.br IRPF - Participação nos lucros da empresa- - Lei Federal nº 12.832/2013 IOF/Câmbio -Alíquota zero nas operações no mercado financeiro por investidor estrangeiro - -Decreto Federal nº 8.023/2013

Leia mais

PONTOS POLÊMICOS DO ICMS. José Roberto Rosa

PONTOS POLÊMICOS DO ICMS. José Roberto Rosa PONTOS POLÊMICOS DO ICMS José Roberto Rosa CRÉDITO DO ICMS A Nota Fria Créditos por documento inidôneo A Polêmica do Material de Uso ou Consumo Guerra Fiscal glosa de créditos por benefícios concedidos

Leia mais

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14

Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 Principais Aspectos da Regulação da Lei 12.973/14 pela IN 1.515/14 Julio Chamarelli Sócio de Consultoria Tributária da KPMG jcepeda@kpmg.com.br Sergio André Rocha Professor Adjunto de Direito Financeiro

Leia mais

GUERRA FISCAL. Comitê Jurídico SWISSCAM 24 de maio de 2013

GUERRA FISCAL. Comitê Jurídico SWISSCAM 24 de maio de 2013 GUERRA FISCAL Comitê Jurídico SWISSCAM 24 de maio de 2013 I. Limites aos Incentivos de ICMS II. Guerra Fiscal e tipos de incentivos irregulares III. Medidas de Retaliação: Autos de Infração e outras IV.

Leia mais

Loddi & Ramires ADVOGADOS

Loddi & Ramires ADVOGADOS São Paulo 18/05/2012 Parecer Normativo nº 1/2012 - Aplicação das Regras do Preço de Transferência em 2009 e 2010 Foi publicado no Diário Oficial da União de 08 de maio de 2012, o Parecer Normativo nº 1

Leia mais

STF Inconstitucionalidade contribuição previdenciária serviços de cooperativas de trabalho

STF Inconstitucionalidade contribuição previdenciária serviços de cooperativas de trabalho Prezados Leitores: A publicação Nota Tributária tem por objetivo atualizar nossos clientes e demais interessados sobre os principais assuntos que estão sendo discutidos e decididos no âmbito do Judiciário,

Leia mais

http://www.fazenda.gov.br/confaz/ escolha opção resolução Senado Federal 13/2012

http://www.fazenda.gov.br/confaz/ escolha opção resolução Senado Federal 13/2012 Prezado cliente, As constantes mudanças na legislação fiscal têm afetado muito as empresas, os sistemas e as empresas de contabilidade, que precisam estar preparadas para atender as obrigatoriedades legais.

Leia mais

Loddi & Ramires ADVOGADOS

Loddi & Ramires ADVOGADOS São Paulo 15/10/2010 LEGISLAÇÃO Decreto nº 7.323/2010 O Presidente da República, por meio do mencionado Decreto, alterou o Regulamento do IOF para elevar, de 2% para 4%, a alíquota do IOF incidente sobre

Leia mais

INDÚSTRIA NÃO PRECISA DISCRIMINAR IMPORTADO

INDÚSTRIA NÃO PRECISA DISCRIMINAR IMPORTADO Ano III Edição Nº 159 04/04/2013 INDÚSTRIA NÃO PRECISA DISCRIMINAR IMPORTADO Por Sérgio Ruck Bueno - de Porto Alegre A Justiça de Caxias do Sul (RS) concedeu liminar para uma "tradicional indústria" da

Leia mais

PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos. Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP

PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos. Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP PIS e COFINS Receitas, Insumos e Outros Créditos Paulo Ayres Barreto Professor Associado USP TRIBUTAÇÃO SOBRE A RECEITA Tendência preocupante Problemas decorrentes da adoção do signo receita em relação

Leia mais

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ

Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia OABRJ Simples Nacional: Saiba mais sobre os benefícios para a advocacia A advocacia foi inserida no Simples Nacional por meio da Lei Complementar

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG.

CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA RURAL INCONSTITUCIONALIDADE DECLARADA PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NO RE Nº 363.852/MG. Como amplamente noticiado nestes últimos dias, o Supremo Tribunal Federal, em decisão

Leia mais

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 ASPECTOS HISTÓRICOS Em passado remoto, o Estado de São Paulo tentou instituir a cobrança do ICMS na importação de mercadorias e o fez por decreto.

Leia mais

Curso de atualização do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT) 21.8.2010

Curso de atualização do Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT) 21.8.2010 JOSÉ LUIS RIBEIRO BRAZUNA Advogado em São Paulo, Mestre em Direito Tributário pela USP e Juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo - TIT ISS Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza Curso de

Leia mais

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 Rinaldo Maciel de Freitas * Nas operações de comércio exterior, é preciso entender a existência de duas modalidades de

Leia mais

Direito Tributário (aula 4) Material confeccionado pelo Prof. Mauro Luís Rocha Lopes (especial para os alunos do Master Juris)

Direito Tributário (aula 4) Material confeccionado pelo Prof. Mauro Luís Rocha Lopes (especial para os alunos do Master Juris) MAGISTRATURA FEDERAL - 2014 Direito Tributário (aula 4) Material confeccionado pelo Prof. Mauro Luís Rocha Lopes (especial para os alunos do Master Juris) Jurisprudência recente PEDÁGIO PREÇO PÚBLICO O

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

ICMS. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Medicamentos Similares, Perfumaria, Artigos de Higiene Pessoal e Cosméticos Aspectos Tributários Relevantes

ICMS. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Medicamentos Similares, Perfumaria, Artigos de Higiene Pessoal e Cosméticos Aspectos Tributários Relevantes ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Medicamentos Similares, Perfuma, Artigos de Higiene Pessoal e Aspectos Tributários Relevantes Ricardo Bernardes Machado Consultor Tributário OAB/RS nº 44.811 ICMS - Noções

Leia mais

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL

CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL CAPÍTULO V COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Criada pela Lei Complementar nº 70/91, esta contribuição sofreu importantes alterações a partir da competência fevereiro de 1999,

Leia mais

Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas

Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas Aproveitamento de créditos de PIS/COFINS Questões Polêmicas Thais R. Bandeira de Mello Rodrigues Tel: +55 21 2127-4236 trodrigues@mayerbrown.com 19 de abril de 2013 Tauil & Chequer Advogados is associated

Leia mais

Resolução do Senado nº 13/2012 ICMS nas Operações Interestaduais com bens importados

Resolução do Senado nº 13/2012 ICMS nas Operações Interestaduais com bens importados Resolução do Senado nº 13/2012 ICMS nas Operações Interestaduais com bens importados René de Oliveira e Sousa Júnior Diretor na Secretaria Executiva do Ministério da Fazenda e Presidente da COTEPE/ICMS,

Leia mais

Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS

Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS Do conceito de insumo e da jurisprudência do CARF relativo aos créditos de PIS e COFINS na sistemática não cumulativa Paulo Caliendo Doutor PUC/SP e Professor PUC/RS CONCEITO CONSTITUCIONAL 12. A lei definirá

Leia mais

- temas relevantes -

- temas relevantes - MARCELO MAGALHÃES PEIXOTO Membro do CARF - Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda Juiz do TIT!SP - Tribunal de Impostos e Taxas do Estado de São Paulo Mestre em Direito Tributário

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 64 - Data 7 de março de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA DE PESSOA FÍSICA - IRPF EMENTA: IRPF. ISENÇÃO. RENDIMENTOS

Leia mais

Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos

Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos Contribuição Previdenciária: folha de salário e demais rendimentos Fundamentos Constitucionais Artigo 195: A seguridade social será financiada por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos

Leia mais

IMPOSTOS SOBRE VENDAS! ICMS, PIS/COFINS, ISS e IPI! O que fazer com a CPMF?! As alterações da legislação tributária no cálculo da COFINS ASSOCIADOS

IMPOSTOS SOBRE VENDAS! ICMS, PIS/COFINS, ISS e IPI! O que fazer com a CPMF?! As alterações da legislação tributária no cálculo da COFINS ASSOCIADOS UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 46 IMPOSTOS SOBRE VENDAS! ICMS, PIS/COFINS, ISS e IPI! O que fazer com a CPMF?! As alterações da legislação tributária no cálculo da COFINS Dr. João Inácio Correia (advcor@mandic.com.br)

Leia mais

Soluções de Consulta TAX

Soluções de Consulta TAX SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 174 de 04 de Dezembro de 2012 ASSUNTO: Contribuições Sociais Previdenciárias EMENTA: CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE A RECEITA BRUTA (ART. 8º DA LEI Nº 12.546, DE 2011). BASE DE

Leia mais

Apresentação. Planejamento tributário como técnica de economizar impostos indiretos nos limites da lei. Parte I - Economia de Impostos, 1

Apresentação. Planejamento tributário como técnica de economizar impostos indiretos nos limites da lei. Parte I - Economia de Impostos, 1 Apresentação Prefácio à 11ª edição Prefácio à 10ª edição Prefácio à 9ª edição Prefácio à 8ª edição Prefácio à 7ª edição Prefácio à 6ª edição Nota à 5ª edição Prefácio Planejamento tributário como técnica

Leia mais

ILEGALIDADE NA INSTITUIÇÃO E COBRANÇA DE ICMS PELO ESTADO DO AMAZONAS: REGIME DE ESTIMATIVA E REGIME DE ANTECIPAÇÃO.

ILEGALIDADE NA INSTITUIÇÃO E COBRANÇA DE ICMS PELO ESTADO DO AMAZONAS: REGIME DE ESTIMATIVA E REGIME DE ANTECIPAÇÃO. ILEGALIDADE NA INSTITUIÇÃO E COBRANÇA DE ICMS PELO ESTADO DO AMAZONAS: REGIME DE ESTIMATIVA E REGIME DE ANTECIPAÇÃO. Júlio Yuri Rodrigues Rolim Advogado OAB/CE 27.575 O Imposto sobre Circulação de Mercadorias

Leia mais

Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de

Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação - ICMS BASE CONSTITUCIONAL E LEGAL Artigo 155,

Leia mais

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO

Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO GESTÃO TRIBUTÁRIA NOTÍCIAS - 2013 Lei 12.865 reabre Refis da crise e institui novos programas /ROTEIRO E CONDIÇÕES PARA ADESÃO A presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei de conversão resultante

Leia mais

O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA

O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA O NOVO CPC E OS PRECEDENTES EM MATÉRIA TRIBUTÁRIA Fernando Facury Scaff Professor de Direito Financeiro da USP. Doutor e Livre Docente pela mesma Universidade. Sócio de Silveira, Athias, Soriano de Melo,

Leia mais

DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE.

DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE. DIREITO TRIBUTÁRIO. CREDITAMENTO DE INSUMOS. PIS E COFINS. NÃO- CUMULATIVIDADE. SEGURO. POSSIBILIDADE. Com a instituição da sistemática da NÃO-CUMULATIVIDADE do PIS e da COFINS, respectivamente através

Leia mais

GUERRA FISCAL - Impactos da Resolução SF 13/2012

GUERRA FISCAL - Impactos da Resolução SF 13/2012 GUERRA FISCAL - Impactos da Resolução SF 13/2012 BRITCHAM 26 de março de 2013 I. Resolução SF nº. 13/2012 Intenção de eliminar a Guerra dos Portos Reduz as possibilidades de desoneração do ICMS nos Estados

Leia mais

ICMS SOBRE A DEMANDA CONTRATADA

ICMS SOBRE A DEMANDA CONTRATADA ICMS SOBRE A DEMANDA CONTRATADA 09/2008 Canal Energia Desde o acórdão proferido pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça, no Recurso Especial - RESP 222810/MG (1999/00618904), no qual decidiu

Leia mais

TributAção. Julho de 2015 - Edição nº 105

TributAção. Julho de 2015 - Edição nº 105 TributAção Julho de 2015 - Edição nº 105 STJ / Conceito de insumo: 2ª Turma reconhece o direito a créditos de PIS/COFINS sobre despesas que, direta ou indiretamente, relacionam-se às atividades da empresa

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 08, ANO IV AGOSTO DE 2012 1 TRIBUNAL PAULISTA ENTENDE QUE REEMBOLSO DE DESPESAS NÃO ESTÁ SUJEITO AO ISS TJ SP autoriza empresa a excluir

Leia mais

É o relatório, passa-se a opinar.

É o relatório, passa-se a opinar. São Paulo, 18 de outubro de 2013. A ABMI ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DA MUSICA INDEPENDENTE Ref: Parecer EC75-2013 Transmitido para o endereço eletrônico: lpegorer@abmi.com.br Prezada Sra. Luciana, O breve parecer

Leia mais

Destaque do mês de Maio

Destaque do mês de Maio Destaque do mês de Maio - Nº 22 www.cnf.org.br STJ: transporte interno de mercadorias entre o estabelecimento produtor e o porto ou aeroporto alfandegado, ainda que posteriormente exportadas, não configura

Leia mais

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1..

1. INVENTÁRIOS 1.2 INVENTÁRIO PERIÓDICO. AGENTE E ESCRIVÃO DA POLICIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Corrêa. 1.. 1. INVENTÁRIOS 1..1 Periódico Ocorre quando os estoques existentes são avaliados na data de encerramento do balanço, através da contagem física. Optando pelo inventário periódico, a contabilização das

Leia mais

Alguns questionamentos sobre a RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 13/2012

Alguns questionamentos sobre a RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 13/2012 Alguns questionamentos sobre a RESOLUÇÃO SENADO FEDERAL Nº 13/2012 DRT-05 Quando é aplicável a alíquota interestadual de 4%? Informamos que é plenamente aplicável desde 1º de Janeiro de 2.013 para as operações

Leia mais

Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco

Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco Medida Provisória 627 e o fim do RTT: R-Evolução? Uma crônica de uma profissional da área Contábil/Tributária por Terezinha Massambani - Consultora Tributária do Cenofisco Atualmente, nós, profissionais

Leia mais

ARRENDAMENTO MERCANTIL OU LEASING. (atualizado até 17/01/2014)

ARRENDAMENTO MERCANTIL OU LEASING. (atualizado até 17/01/2014) ARRENDAMENTO MERCANTIL OU LEASING (atualizado até 17/01/2014) 2 ÍNDICE 1. CONCEITOS...4 1.1. Arrendamento Mercantil ou Leasing...4 1.2. Arrendador...4 1.3. Arrendatário...4 2. SISTEMA DE TRIBUTAÇÃO...5

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos paranaenses 21/11/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente...

Leia mais

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS

TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS CONTABILIZAÇÃO DO PIS E DA COFINS 729 TIRANDO DÚVIDAS E SOLUCIONANDO PROBLEMAS Plantão Tributário Fisco e Contribuinte (*) por Silvério das Neves CONTABILIZAÇÃO DAS CONTRIBUIÇÕES NÃO-CUMULATIVAS AO PIS

Leia mais