Produção e germinação de sementes do estilosantes em função da época de colheita 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Produção e germinação de sementes do estilosantes em função da época de colheita 1"

Transcrição

1 Produção e germinação de sementes do estilosantes em função da época de colheita 1 Itamar Pereira de Oliveira 2, Hernane Marques Arantes 3, Kátia Aparecida de Pinho Costa 4, Resumo: A melhor época de colheita tem sido estudada para se conseguir sementes com vigor e alto poder germinativo. Ambas as características, quando em seus maiores valores, resultam em culturas com altas populações de plantas e maiores produtividades das leguminosas. Este trabalho tem como objetivo avaliar a emergência dos germoplasmas Stylosanthes macrocephala, bem como a variação na percentagem de sementes germinadas. Os germoplasmas foram distribuídos em campo no delineamento totalmente casualizado com três repetições. As médias foram submetidas à análise de regressão (R2). A colheita das sementes foi feita aos 46, 50, 54, 58, 62, 66 e 70 dias após o início da floração DAIF. Considerou-se início de floração, quando 5 % das plantas emitiam as primeiras flores. Os germoplasmas 1582, 1511 apresentaram maior percentagem de sementes emergidas aos 61 DAIF e o 1587 apresentou uma curva crescente com o DAIF. A curva do MZ foi praticamente linear com muito pouca inclinação da reta. Os germoplasmas MZ, 1587, 1582, 1511 mostraram máximos de emergência pelo teste de 10 dias de incubação quando colhidas aos 53, 59, 61 e 63 DAIF. Palavras chaves: adaptação de leguminosa, cerrado, germoplasma, Latossolo vermelho escuro, Stylosanthes macrocephala. Production and seed germination of stylosanthes in relation to harvest time Abstract: The best crop time has been studied to get high robustness seeds and high rate of germination. Both characteristics when present in their high values, result in high population crops and high production leguminous. This research had the objective to evaluate the germplasm emergency of "Stylosanthes macrocephala", as well the variation of germinated seed. The germplasm was totally distributed in field in randomized block design with three replications. The averages were submitted to regression analysis (R2). The seed harvest was made at 46, 50, 54, 58, 62, 66 and 70 days after flower starting (DAFS). The flower beginning was considered when 5% of the plants emitted the first flowers. The germplasms 1582, 1511 presented bigger percentage of emerged seeds at 61 DAFS and 1587 presented increasing lineal curves with DAFS. Also, the response curves of MZ was practically lineal with very little inclination of straight line. The germoplasmas MZ, 1587, 1582, 1511 showed bigger emergency by 10 days incubation test at 53, 59, 61 and 63 DAFS. Key words: Dark Red Latosol, germplasm legume, adaptation, savannah, Stylosanthes macrocephala. 1 Trabalho realizado na Pontifícia Universidade Católica de Goiás e apresentado na Faculdade Montes Belos ara publicação. 2 Professor PhD, Orientador da Faculdade Montes Belos. 3 Formando da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. 4 Professora Doutora do Instituto Federal do Estado de Goiás.

2 2 1. Introdução Dentre as diversas espécies de leguminosas adaptadas à região do Cerrado, destacam-se as do gênero Stylosanthes. Buscando acessos mais adaptados e utilizando técnicas avançadas, é possível obter exemplares deste gênero com características ideais para uma forrageira nas condições de cerrado. Características como adaptação para solos ácidos e de baixa fertilidade, resistência à doenças, valor nutritivo e produção de sementes tornam o "Stylosanthes macrocephala", uma espécie de forrageira com uma potencialidade maior em relação às outras leguminosas. Considerando as qualidades desta espécie, o estudo de adaptação de germoplasmas torna uma necessidade avaliar suas características e conhecer seu potencial de utilização como forrageira. A qualidade das forragens pode ser atingida cultivando forrageiras leguminosas consorciadas com gramíneas com capacidade para fixar nitrogênio do meio ambiente. Tem sido relevante, o estudo da dinâmica de persistência que está diretamente ligado ao aumento do nitrogênio disponível no solo influenciando o teor de proteína da pastagem e esta, à dieta animal (CADISH et al. 1993). Estudos mostram que o "Stylosanthes macrocephala" pode ser utilizado tanto em bancos de proteína, quanto em consórcio com gramíneas, por possuir um excelente potencial de produção de sementes, adaptação ao clima tropical, tolerância ao alumínio, produtividade, vigor, persistência sob pastejo ou corte, tolerância à pragas e doenças, valor nutritivo e/ou aceitabilidade e retenção de folhas verdes durante a seca (CIAT, 1993; NASCIMENTO et al, 1998). Especialista em pastagem têm declarado que a espécie Sylosanthes macrocephala constitui uma das opções de forrageiras promissoras para a agropecuária na região dos Cerrados. Este trabalho tem como objetivo avaliar o efeito da época de colheita do "Stylosanthes macrocephala" na produção de sementes e germinação uma vez que exixtem poucos estudos sobre a germinação desta espécie. 2. Revisão bibliográfica Vilela (2011) caracterizou a espécie Stylozantes macrocephala possui hábito de crescimento decumbente, em estande puro, podendo tornar-se mais ereto, em condições de competição por luz. Sua altura pode também atingir um metro. Suas folhas são mais estreitas que as de S. capitata e mais pontiagudas. O florescimento, nas condições de Campo Grande, MS, ocorre a partir da segunda quinzena de abril. As flores são, em sua maioria, amarelas, podendo ser encontrados exemplares com tonalidade bege. A maturação das sementes ocorre no final da segunda quinzena de maio e a colheita deve ser iniciada quando houver o máximo de sementes maduras, antes do início da queda dos capítulos, fenômeno muito comum nesta espécie. Artigos técnicos relatam que os novos híbridos e linhas produzidas, na atualidade, são melhoradas para melhor adaptação e maior produção de massa, além das qualidades alimetares, como o estilosantes Campo Grande que é originado de uma mistura física de duas espécies de leguminosas, Stylosanthes capitata e S. macrocephala, coletadas em solos de Areia Quartzosa e de baixa fertilidade, remanescentes de experimento anterior, que, após vários

3 3 multicruzamentos, teve sua seleção definida (SILVA, 2011). Ambas as espécies podem chegar a mais de um metro de altura e seu florescimento ocorre nos meses de Abril a Maio, respectivamente, e a principal característica da sua persistência é a ressemeadura natural, já que as suas plantas são predominantemente anuais e bianuais. O estilosantes é uma forrageira rica em proteína e executa uma função importante de transformar o nitrogênio encontrado na atmosfera e fixá-lo biologicamente no solo, reduzindo os investimentos em insumos agrícolas, contribuindo para a redução dos impactos ambientais e possibilitando maior ganho de peso nos animais. Além das características de bom fixador de nitrogênio no solo e seu alto teor protéico, o estilosante Campo Grande possui ainda grande adaptação a solos arenosos e de baixa fertilidade; alta produtividade de sementes; alta capacidade de ressemeadura natural; resistente a cigarrinha das pastagens, antracnose e ao percevejo castanho. Diminui a infestação de carrapatos, por antibiose e antixenose. Resistente a solos mal drenados; auxilia na recuperação de áreas degradadas; boa digestibilidade e palatabilidade; pode ser consorciado com diversos tipos de pastagens ou plantado solteiro em banco de proteínas; versatilidade na alimentação, ou seja, pode ser oferecido in natura, como feno, silagem e em pelets. Tolerante a desfolha natural e ambientalmente correto (SILVA & ZIMMER, 2004). A importância de estudar materiais resultantes de cruzamentos, nos campos, das leguminosas pode ser observada nas pesquisas de Barros et al. (2005) que tem verificado que utilizando marcadores moleculares do tipo SIG (sistema de informação geográfica) e RAPD (random amplified polymorphic DNA) permitem verificar diferenciação entre acessos de Stylosanthes macrocephala, evidenciando a alta variabilidade genética. A diversidade genética entre os acessos de S. macrocephala mostra a importância desta coleção em futuros trabalhos de caracterização agronômica e de melhoramento genético. O SIG permite atualizar e gerar novos descritores ecológicos para acessos de S. macrocephala analisados, cujas informações são úteis na identificação de suas características adaptativas. A análise conjunta da diversidade genética e dos descritores ecológicos mostra tendência de regionalização da variabilidade genética por bacia hidrográfica. 3. Material e Métodos O ensaio foi realizado no município de Goiânia-GO, no Campus II do Departamento de Zootecnia da Universidade Católica de Goiás, utilizando o Stylosanthes macrocephala em monocultivo. Foram avaliadas quatro germoplasmas de Stylosanthes macrocephala, denominado de MZ, 1582, 1511 e O preparo do solo constou de uma aração e gradagem. A adubação foi realizada com a incorporação de 300 kg/ha de calcário filler, 200 kg/ha de superfosfato simples e 50 kg/ha de cloreto de potássio aplicados no sulco. Cada parcela teve uma área de seis metros quadrados, com quatro linhas espaçadas de meio metro. O espaçamento entre as parcelas foi de dois metros. Na semeadura foram utilizados quatro kg/ha de sementes puras, descascadas e escarificadas. A colheita das sementes foi feita aos 46, 50, 54, 58, 62, 66 e 70 dias após o início da floração (DAIF), manualmente, feito nas

4 PRODUÇÃO (Kg/ha) 4 linhas centrais das parcelas, usando-se três amostragens de um metro quadrado por parcela. Considerou-se início de floração quando 5% das plantas emitiam as primeiras flores. Os germoplasmas foram distribuídos em campo no delineamento totalmente casualizado com três repetições. As médias foram submetidas a análise de regressão (R), após verificação da significância entre os tratamentos, observadas pela análise de variância. 4. Resultados e Discussão A Figura 1 representa o rendimento de sementes em relação às datas de colheita, caracterizado como, dias após o início da floração (D. A. I. F) do Stylosanthes macrocephala. A variação de produção foi observada nas quatro variedades, que se comportaram de maneiras distintas, com o ponto máximo de produção em datas variadas (Quadro 1). Nota-se que as linhas MZ e 1511 obtiveram um pico de produção mais precoce em relação às outras linhas, porém com uma menor variação de produção, consequentemente, tendo um ponto de colheita mais prolongado. As linhas 1587 e 1582 se comportaram mais tardias em relação às outras, com uma variação de produção maior, sendo menor o tempo de colheita das sementes destas variedades. Linhas que possuem uma produção satisfatória e uma menor oscilação de produção no seu processo de maturação, tornam-se mais atrativa para o seu beneficiamento e comercialização. Segundo Vieira (2000) para se determinar a melhor época de colheita, deve-se levar em conta dois aspectos básicos: a maturação fisiológica da semente e a maturação de colheita. A primeira é caracterizada no período em que a planta cessa a translocação de nutrientes para a semente, tendo neste ponto, um acúmulo de matéria seca. A maturação de colheita é o período ideal, no qual o teor de umidade já se encontra num nível adequado, para colheita segura, levando em consideração a desuniformidade de maturação inerente à espécie. 350 y(1582) = -0,8802x ,149x ,4 R 2 = 0,9871 y(mz) = -0,5045x ,557x - 897,13 R 2 = 0, y(1511) = -0,2418x ,167x - 186,72 R 2 = 0, y(1587) = -3,0625x ,5x ,7 R 2 = 0,

5 % DE GERMINAÇÃO Figura 1: Curvas de regressão representativas da produtividade de sementes (kg/ha) das quatro linhas de Stylosanthes macrocephala em função da época de colheita (dias após o início da floração - D.A.I.F.). 5 Sabendo-se que as linhas MZ e 1511 possuem um período mais prolongado de produção, aumentamse as chances de se obter maiores quantidades de sementes no período de maturação de colheita, consequentemente obtendo maior número de sementes de melhor qualidade. Quadro 1: Valores de D.A.I.F. das quatro linhas de Stylosanthes macrocephala. que permitem a produção máxima de grãos. LINHAS Datas MZ Relacionando a porcentagem de germinação com as épocas de colheita (Figura 2), a variedade MZ, apresentou um período de maturação de sementes mais curto, em torno de 53. Ao mesmo tempo, as variedades 1587, 1511 e 1582 apresentaram um ponto de máxima germinação, em torno de 61, 78 e 131 respectivamente, sendo estes mais tardios quanto ao período de maturação de suas sementes. 100,0 y(1587) = -0,0967x ,773x - 269,8 R 2 = 0,952 y(mz) = -0,2283x ,347x - 565,96 R 2 = 0, ,0 80,0 70,0 y(1582) = -0,0061x 2 + 1,5971x + 10,476 R 2 = 0, ,0 y(1511) = -0,0087x 2 + 1,3575x + 34,914 R 2 = 0, ,0 Figura 2: Curvas de regressão representativas % germinaçãio de sementes (kg/ha) das quatro linhas de Stylosanthes macrocephala em função da época de colheita (dias após o início da floração - D.A.I.F.).

6 % DE GERMINAÇÃO Avaliando os valores máximos da curva de regressão das quatro variedades (Quadro 2), nota-se que MZ e 1587 apresentaram uma porcentagem de germinação mais adiantada, enquanto que, as variedades 1582 e 1511 são mais tardias em relação à data de colheita. Quadro 2: Valores máximos de x (datas de colheita) de acordo com as curvas de regressão, em relação a porcentagem de germinação. LINHAS Valores máximos de x (D.A. I.F) MZ A porcentagem de germinação foi considerada, a somatória da porcentagem de sementes germinadas (Figura 7) com a porcentagem de sementes duras (Figura 4). Segundo Popinigis (1985) são quatro os fatores básicos que afetam a germinação: água, temperatura e oxigênio. A variação da quantidade, tempo de exposição e as relações entre esses fatores são responsáveis pela variação da porcentagem de germinação. Figura 3: Curvas de regressão representativas % germinaçãio de sementes (kg/ha) das quatro linhas de Stylosanthes macrocephala em função da época de colheita (dias após o início da floração - D.A.I.F.). 100,0 y(1587) = -0,0967x ,773x - 269,8 R 2 = 0,952 y(mz) = -0,2283x ,347x - 565,96 R 2 = 0, ,0 80,0 70,0 y(1582) = -0,0061x 2 + 1,5971x + 10,476 R 2 = 0, ,0 y(1511) = -0,0087x 2 + 1,3575x + 34,914 R 2 = 0, ,0

7 % DE SEMENTES MORTAS 40,00 y(1511) = 0,0087x 2-1,3575x + 65,086 35,00 R 2 = 0,7132 y(1587) = 0,0967x 2-11,773x + 369,8 R 2 = 0,952 30,00 y(1582) = -0,0137x 2 + 0,7122x + 25,003 25,00 R 2 = 0, ,00 15,00 10,00 5,00 y(mz)= -0,0627x 2 + 6,9717x - 167,32 R 2 = 0, Figura 4: Teor de sementes duras em relação às épocas de colheita de quatro variedades de S. macrocephala. Outro fator, que influencia diretamente na germinação, é a dormência das sementes, que em leguminosas apresentam uma maior frequência. As sementes da maioria das leguminosas controlam a entrada de água, pelo motivo da casca serrecoberta, ou constituída de substâncias cerosas que exercem diretamente o papel de obstar a água (CARVALHO, 1980). Em Stylosanthes sp. a dormência ocorre da mesma forma sendo necessário a utilização de métodos para a quebra de dormência, objetivando reduzir o número de sementes duras, que nesta espécie pode apresentar superior a 20% (SOUZA, 1996). O tratamento com ácido sulfúrico concentrado, o tratamento mecânico e o tratamento térmico utilizando água quente, são métodos mais utilizados para a quebra de dormência das sementes de Stylosanthes sp. Sendo optativa a escolha do método, levando em consideração, mão de obra, material disponível e quantidade de sementes a ser escarificada. O tratamento escolhido para a quebra de dormência do S. macrocephala, foi o térmico, utilizando água quente, devido o fácil manuseio, menor risco e disponibilidade de material e mão de obra.

8 % DE SEMENTE DURAS 8 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 y(1511) = 0,0581x 2-5,5101x + 173,21 R 2 = 0,8635 y(1587) = 0,0302x 2-1,1393x + 23,261 R 2 = 0,7037 y(mz) = -0,0832x ,861x - 296,86 R 2 = 0,9274 y(1582) = -0,1094x ,308x - 344,08 R 2 = 0, ,00 D. A. I.F Figura 5: Teor de sementes duras em relação às épocas de colheita de quatro variedades de S. macrocephala. Esse tratamento possui uma eficiência em torno de 73,33% (dados obtidos em testes) e demonstrou uma certa seletividade das sementes. Nas amostras de sementes colhidas no início do período (D. A. I.F), consideradas imaturas, o grau de resistência do tegumento das sementes era baixo, ocorrendo assim uma maior porcentagem de sementes mortas (Figura 3), e nas amostras de sementes que foram colhidas nas datas mais adiantadas, a podem influir decisivamente, não só no estabelecimento de uma população inicial no campo, como também sobre todo ciclo da planta e sobre a produtividade. Uma dessas características fisiológicas é denominada de vigor das sementes. O vigor é importante na avaliação da qualidade das sementes, pois detecta modificações mais sutis resultante do avanço da deterioração, não revelados no teste de germinação porcentagem de sementes duras, foi maior (Figura 4). De acordo com Popinigis (1985) existem outras características fisiológicas da semente que

9 % de sementes emergidas 7 dia A avaliação da emergência, portanto, fornece após a semeadura apresenta uma tendência para maior dados relativos ao vigor do lote das sementes, como vigor nas sementes colhidas mais tardias (a partir do mostra a Figura 5 o vigor das sementes aos sete dias 54 ). 9 50,00 45,00 40,00 y(mz) = 0,0268x 2-3,1762x + 104,42 R 2 = 0,9425 y(1511) = -0,0377x 2 + 4,5873x - 122,55 R 2 = 0, ,00 30,00 y(1587) = 0,0238x 2-0,9714x - 2,5333 R 2 = 0, ,00 20,00 15,00 10,00 5,00 y(1582) = -0,0556x 2 + 6,7302x - 183,33 R 2 = 0,6179 0,00 Figura 6. Avaliação da emergência das variedades de S. macrocephala, 10 dias após a semeadura em relação as datas de colheita (). Quadro 4. Valores máximos da porcentagem de emergência observado 10 dias após a semeadura das variedades de S. macrocephala. Variedade Valor máximo P(x) MZ P(x) 1582 P(x) 1511 P(x)

10 % DE SEMENTES GERMINADA 10 50,00 45,00 y(1511) = -0,0668x 2 + 6,8676x - 138,3 R 2 = 0, ,00 35,00 30,00 25,00 20,00 15,00 y(mz) = -0,0055x 2-1,1088x + 107,83 R 2 = 0, ,00 y(1582) = -0,0603x 2 + 7,0877x - 164,94 R 2 = 0,6563 y(1587) = -0,2131x ,717x - 564,21 R 2 = 0,7939 Figura 7: Variação na quantidade de sementes germinadas em relação ao dias após início da floração. A porcentagem de sementes germinadas (Figura 7) variou muito entre as variedades, possuindo um valor máximo de 46% na variedade 1582 e um valor mínimo em de 14% em MZ, demonstrando assim que nas mesmas condições, as variedades se comportaram de maneira diferente. A variedade 1582 foi a que apresentou melhores resultados, pois são valores altos e não oscilantes em comparação com as demais variedades. 5. Conclusão 1. Os germoplasmas MZ e 1587 são mais precoces nos testes de emergência com 10 dias de incubação. 2. O germoplasma 1582, é o que apresenta melhores resultados com valores maiores e não oscilantes nos testes de emergência. 6. Referências Bibliográficas BARROS, A. M.; FALEIRO, F.G.; KARIA, C.T.; SHIRATSUCHI, L.S.; ANDRADE, R.P.; LOPES, K.B. Variabilidade genética e ecológica de Stylosanthes macrocephala determinadas por RAPD e SIG. Pesq. agropec. bras., Brasília, v.40, n.9, p , set CADISH, G.; CARVALHO, E.F.; SUHET, A.R. Importance of legume nitrogen fixation in sustainability of pastures in the cerrados of Brasil. In: INTERNATIONAL GRASSLAND, 17, Rockhampton. Proceedings... Rockhampton: NZGA/ TGSA/ NZSAP/ ASAP/NZIAS, p CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes. Ciência, Tecnologia e Produção. Fundação Cargil. Campinas, p CIAT- CENTRO INTERNACIONAL DE AGRICULTURA TROPICAL. Informe Anual Progra de Pastos Tropicales. Cali, Colômbia p. NASCIMENTO, M.P.S.C.B.; NASCIMENTO, H.T.S., FERNANDES, C.D. Avaliação Agronômica de Acessos de Stulosanthes. In: REUNIÃO ANUAL

11 DA SACIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA. Anais... Botucatu SP p POPINIGIS, F. Fisiologia da semente. Brasília: Agiplan, p. SILVA, M. P. Estilosantes - Stylosanthes spp. Fauna e Flora do Cerrado, Campo Grande, Junho Disponível em series/flora/estilo/ estilosantes.htm. Acesso em 09 Ago SILVA, M.P. Germinação de Stylosanthes macrocephala.disponível em www. academicoo.com/tese-dissertacao/germinacao-destylosanthes-macrocephala Acesso em 08/08/2010. SILVA, M. P.; ZIMMER, A. H. Avaliação agronômica de consorciações de braquiárias e Andropogon gayanus com novos acessos de 11 estilosantes sob pastejo. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Zootecnia. Campo Grande, MS p. SOUZA, F.H.D. Preparo das sementes de estilosantes Mineirão para semeadura. Comunicado Técnico, n 53, janeiro/1966. VIEIRA, S.R. Geoestatística em estudo de variabilidade espacial do solo. In: NOVAIS, R.F.; ALAVARES, V.V.H.; SCHAEFER, C.E.G.R. (ed.). Tópicos em ciência do solo. Viçosa:SBCS, v.1. p VILELA, H. Série Leguminosas Tropicais Gênero Stylozantes - (Stylozantes multilinea Stytilozantes Campo Grande). Disponível em com.br/conteudo/artigos/artigos_leguminosas_tropicais_st ylozanthes_multilinea.htm. Acesso em 06/08/2011.

Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café

Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café Efeitos da adubação nitrogenada de liberação lenta sobre a qualidade de mudas de café Gabriel Avelar LAGE 1 ; Sheila Isabel do Carmo PINTO²; Iul Brinner Expedito de SOUZA³; Marcus Vinicius SANTOS 3 ; Guilherme

Leia mais

DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A PESQUISA E USO DE LEGUMINOSAS EM PASTAGENS TROPICAIS: UMA REFLEXÃO. Sila Carneiro da Silva 1

DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A PESQUISA E USO DE LEGUMINOSAS EM PASTAGENS TROPICAIS: UMA REFLEXÃO. Sila Carneiro da Silva 1 DESAFIOS E PERSPECTIVAS PARA A PESQUISA E USO DE LEGUMINOSAS EM PASTAGENS TROPICAIS: UMA REFLEXÃO Sila Carneiro da Silva 1 O interesse pela produção animal em pastagens tem crescido bastante nos últimos

Leia mais

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: .

PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: <http://www.pubvet.com.br/texto.php?id=359>. PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Disponível em: . Desempenho agronômico de cultivares de Leucena nos cerrados de Rondônia Newton de Lucena

Leia mais

Patologia, Tamanho de Grão, Poder Germinativo e Teor de Micotoxina em Genótipos de Cevada Produzidos em Ambiente Favorável a Doenças de Espigas

Patologia, Tamanho de Grão, Poder Germinativo e Teor de Micotoxina em Genótipos de Cevada Produzidos em Ambiente Favorável a Doenças de Espigas Patologia, Tamanho de Grão, Poder Germinativo e Teor de Micotoxina em s de Cevada Produzidos em Ambiente Favorável a Doenças de Espigas Maria Imaculada Pontes Moreira Lima 1 ; Euclydes Minella 1 ; Martha

Leia mais

Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente

Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 9., 2, Belo Horizonte 1 Adubação orgânica do pepineiro e produção de feijão-vagem em resposta ao efeito residual em cultivo subsequente Carlos Henrique

Leia mais

Adubação com composto de farelos anaeróbico na produção de tomate orgânico cultivado sobre coberturas vivas de amendoim forrageiro e grama batatais.

Adubação com composto de farelos anaeróbico na produção de tomate orgânico cultivado sobre coberturas vivas de amendoim forrageiro e grama batatais. Adubação com composto de farelos anaeróbico na produção de tomate orgânico cultivado sobre coberturas vivas de amendoim forrageiro e grama batatais. RESUMO O trabalho foi conduzido na Área de Pesquisa

Leia mais

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran

Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Estudo sobre a dependência espacial da dengue em Salvador no ano de 2002: Uma aplicação do Índice de Moran Camila Gomes de Souza Andrade 1 Denise Nunes Viola 2 Alexandro Teles de Oliveira 2 Florisneide

Leia mais

O USO DE ESTILOSANTES CAMPO GRANDE EM CONSÓRCIO COM BRAQUIARINHA (Brachiaria decumbens)

O USO DE ESTILOSANTES CAMPO GRANDE EM CONSÓRCIO COM BRAQUIARINHA (Brachiaria decumbens) O USO DE ESTILOSANTES CAMPO GRANDE EM CONSÓRCIO COM BRAQUIARINHA (Brachiaria decumbens) GARCIA, Fernando Manfrin¹ BARBOSA, Rogério Zanarde¹ GIATTI JR., Nilson Oliveira¹ 1 Acadêmicos do curso de Engenharia

Leia mais

Proposta de ajuste de modelos não lineares na descrição de germinação de sementes de café

Proposta de ajuste de modelos não lineares na descrição de germinação de sementes de café Proposta de ajuste de modelos não lineares na descrição de germinação de sementes de café Iábita Fabiana Sousa 1 Joel Augusto Muniz 1 Renato Mendes Guimarães 2 Taciana Villela Savian 3 1 Introdução Um

Leia mais

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO

Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo

Leia mais

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau

Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau Alunos: Nota: 1-2 - Data: Obtenção Experimental de Modelos Matemáticos Através da Reposta ao Degrau 1.1 Objetivo O objetivo deste experimento é mostrar como se obtém o modelo matemático de um sistema através

Leia mais

NOVO MAPA NO BRASIL?

NOVO MAPA NO BRASIL? NOVO MAPA NO BRASIL? Como pode acontecer A reconfiguração do mapa do Brasil com os novos Estados e Territórios só será possível após a aprovação em plebiscitos, pelos poderes constituídos dos respectivos

Leia mais

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Larisse PEREIRA 1,2, ; André DuarteVIEIRA 1,3 ; Vanessa Daniella ASSIS 2 ; André Luís da Costa PAIVA 4 ; Rafael Bastos TEIXEIRA

Leia mais

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA Cláudia Santos Silva (1), Américo Iorio Ciociola Júnor (2), José Mauro Valente Paes (2),

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES >ATO Nº. 3, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005.

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES >ATO Nº. 3, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SEMENTES E MUDAS SCS - Edifício BARACAT Sala 0 Brasília DF CEP 0.0-00 Fones/Fax: (0) -0 / -880 / -0 e-mail: abrasem@abrasem.com.br TEMÁRIO: Ato nº., de 8 de Novembro 00.

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ANDRADINA NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO: SUBTÍTULO DO TRABALHO, SE HOUVER ANDRADINA/SP 2016 NOME DO(S) AUTOR(ES) EM ORDEM ALFABÉTICA TÍTULO DO TRABALHO:

Leia mais

Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada

Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada Nivel de Lisina nas Rações de Frangos de Corte Exigência de Lisina Atualizada Disponível em nosso site: www.lisina.com.br A atualização das exigências dos nutrientes nas formulações de rações é importante

Leia mais

Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro UNIDADE DE PESQUISA PARTICIPATIVA

Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro UNIDADE DE PESQUISA PARTICIPATIVA Desenvolvimento Rural Sustentável em Microbacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro setembro/2014 UNIDADE DE PESQUISA PARTICIPATIVA DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO DAS PROPRIEDADES LEITEIRAS VISANDO À

Leia mais

MATEMÁTICA. Professor Diego Viug

MATEMÁTICA. Professor Diego Viug MATEMÁTICA Professor Diego Viug PORCENTAGEM QUESTÃO 1 Os dados do gráfico foram coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Supondo-se que, no Sudeste, 14900 estudantes foram entrevistados

Leia mais

AULA 4 DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL)

AULA 4 DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL) AULA 4 DELINEAMENTO EM QUADRADO LATINO (DQL) Características Utiliza-se de três princípios básicos da experimentação: repetição, casualização e controle local. Possui um controle local mais eficiente que

Leia mais

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Feijão. Nome Cultura do Feijão Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 7 10/16/aaaa 11:19 Culturas A Cultura do Nome Cultura do Produto Informação Tecnológica Data Maio -2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do feijão José Salvador

Leia mais

EFEITO DO INTERVALO DE CORTE NA CONCENTRAÇÃO DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5

EFEITO DO INTERVALO DE CORTE NA CONCENTRAÇÃO DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5 EFEITO DO INTERVALO DE CORTE NA CONCENTRAÇÃO DE MACRO E MICRONUTRIENTES DA BRACHIARIA BRIZANTHA cv. MG5 MAURÍCIO AUGUSTO DE OLIVEIRA 1, KÁTIA APARECIDA DE PINHO COSTA 2, RODRIGO BASÍLIO RODRIGUES 3, MARCOS

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF.

ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. ANÁLISE COMPARATIVA DOS DADOS METEOROLÓGICOS NAS ESTAÇÕES AUTOMÁTICAS E CONVENCIONAIS DO INMET EM BRASÍLIA DF. Sidney Figueiredo de Abreu¹; Arsênio Carlos Andrés Flores Becker² ¹Meteorologista, mestrando

Leia mais

MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS

MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 266 MODELOS INTUITIVOS DE VIGAS VIERENDEEL PARA O ESTUDO DO DESEMPENHO ESTRUTURAL QUANDO SUJEITAS A APLICAÇÃO DE CARREGAMENTOS

Leia mais

ondagem Industrial Edição Especial Falta Trabalhador FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA

ondagem Industrial Edição Especial Falta Trabalhador FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA Edição Especial Falta Trabalhador ondagem O termômetro da indústria tocantinense Palmas, Tocantins abril de 2014 FALTA DE TRABALHADOR QUALIFICADO NA INDÚSTRIA Análise Econômica A conjuntura econômica recente

Leia mais

USO DE HORMÔNIOS INDUTORES DE OVULAÇÃO (GnRH e hcg) SOBRE A TAXA DE RECUPERAÇÃO EMBRIONÁRIA EM ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR

USO DE HORMÔNIOS INDUTORES DE OVULAÇÃO (GnRH e hcg) SOBRE A TAXA DE RECUPERAÇÃO EMBRIONÁRIA EM ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR 317 USO DE HORMÔNIOS INDUTORES DE OVULAÇÃO (GnRH e hcg) SOBRE A TAXA DE RECUPERAÇÃO EMBRIONÁRIA EM ÉGUAS MANGALARGA MARCHADOR Lucas Reis Vieira¹, Giancarlo Magalhães dos Santos², Gilberto Guimarães Lourenço³

Leia mais

FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS

FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS FUNGOS: UMA ANÁLISE EXPERIMENTAL SOBRE OS AGENTES CAUSADORES DE PROBLEMAS AOS PRODUTOS TÊXTEIS Júlia Carla de Queiroz 1, Veronica Rodrigues de Mendonça 2, Ammanda Adhemer Albuquerque Bandeira 3, Etienne

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR. Ano Letivo 2014/2015-1.º Período

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR. Ano Letivo 2014/2015-1.º Período Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares Direção de Serviços da Região Centro RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ ESCOLAR Ano Letivo 04/05 -.º Período A Coordenadora Francisca Oliveira

Leia mais

Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A

Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A Título: PREÇO INTERNACIONAL E PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL DE 1995 A 2003. Magali Simoni Azevedo 1 Resumo O estudo sobre o preço internacional e a produção de soja no Brasil de 1995 a 2003 teve como objetivo

Leia mais

Manual Groasis Waterboxx para legumes

Manual Groasis Waterboxx para legumes Manual Groasis Waterboxx para legumes 1. Use uma estufa de acordo com o desenho como se mostra na figura abaixo, com a possibilidade de ventilar os lados e com uma tela/sombra dupla de cor branca no topo

Leia mais

Modelos de Regressão Linear Simples - Erro Puro e Falta de Ajuste

Modelos de Regressão Linear Simples - Erro Puro e Falta de Ajuste Modelos de Regressão Linear Simples - Erro Puro e Falta de Ajuste Erica Castilho Rodrigues 2 de Setembro de 2014 Erro Puro 3 Existem dois motivos pelos quais os pontos observados podem não cair na reta

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS

TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS TIJOLOS DE ADOBE ESCOLA DE MINAS / 2015 / PROF. RICARDO FIOROTTO / MARTHA HOPPE / PAULA MATIAS Este projeto tem como objetivo a fabricação de tijolos de adobe destinados à construção de casas através da

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica 385 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO E DO MÓDULO DE ELASTICIDADE DO CONCRETO QUANDO SUBMETIDO A CARREGAMENTO PERMANENTE DE LONGA DURAÇÃO (Dt = 9 dias) Wilson Ferreira Cândido 1,5 ;Reynaldo Machado

Leia mais

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a

mercado de cartões de crédito, envolvendo um histórico desde o surgimento do produto, os agentes envolvidos e a forma de operação do produto, a 16 1 Introdução Este trabalho visa apresentar o serviço oferecido pelas administradoras de cartões de crédito relacionado ao produto; propor um produto cartão de crédito calcado na definição, classificação

Leia mais

USO DE DIFERENTES SUBSTRATOS E FREQUÊNCIA DE IRRIGAÇÃO NO CULTIVO DE TOMATE CEREJA EM SISTEMA HIDROPÔNICO

USO DE DIFERENTES SUBSTRATOS E FREQUÊNCIA DE IRRIGAÇÃO NO CULTIVO DE TOMATE CEREJA EM SISTEMA HIDROPÔNICO USO DE DIFERENTES SUBSTRATOS E FREQUÊNCIA DE IRRIGAÇÃO NO CULTIVO DE TOMATE CEREJA EM SISTEMA HIDROPÔNICO Rodrigo de Rezende Borges Rosa 1 ; Delvio Sandri 2 1 Eng. Agrícola, Discente do Mestrando Engenharia

Leia mais

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água

F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.17 Cobertura de redes de abastecimento de água Limitações: Requer informações adicionais sobre a quantidade per capita, a qualidade da água de abastecimento

Leia mais

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente

Figuras 3 e 4-Chuva Média e observada para o mês de fevereiro, respectivamente ANÁLISE E PREVISÃO CLIMÁTICA PARA O SEMIÁRIDO E LITORAL LESTE DO RIO GRANDE DO NORTE No monitoramento das chuvas que ocorrem sobre o Estado do Rio Grande do Norte é observado que durante o mês de Janeiro

Leia mais

USO DO BIOSSÓLIDO COMO SUBSTRATO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE AROEIRA (Schinus terenbinthifolius Raddi)

USO DO BIOSSÓLIDO COMO SUBSTRATO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE AROEIRA (Schinus terenbinthifolius Raddi) USO DO BIOSSÓLIDO COMO SUBSTRATO NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE AROEIRA (Schinus terenbinthifolius Raddi) Kelly Dayana Benedet Maas 1 ; Greyce Charllyne Benedet Maas 1 ; Cristiane Ramos Vieira 1, Oscarlina Lucia

Leia mais

III-058 - VALOR AGRÍCOLA E COMERCIAL DO COMPOSTO ORGÂNICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA USINA DE IRAJÁ, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

III-058 - VALOR AGRÍCOLA E COMERCIAL DO COMPOSTO ORGÂNICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA USINA DE IRAJÁ, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO III-058 - VALOR AGRÍCOLA E COMERCIAL DO COMPOSTO ORGÂNICO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA USINA DE IRAJÁ, MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO Jeferson de Azevedo Químico com Orientação Tecnológica pela Fundação

Leia mais

NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR MILHETO NA DIETA DE NOVILHOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS TERMINADOS EM CONFINAMENTO

NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR MILHETO NA DIETA DE NOVILHOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS TERMINADOS EM CONFINAMENTO NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR MILHETO NA DIETA DE NOVILHOS DE DIFERENTES GRUPOS GENÉTICOS TERMINADOS EM CONFINAMENTO Alexey Heronville G. da SILVA João RESTLE Juliano José R. FERNADES Ubirajara Oliveira

Leia mais

Graduanda do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA. E-mail: renatachequer@yahoo. com.br. 2

Graduanda do Curso de Nutrição FACISA/UNIVIÇOSA. E-mail: renatachequer@yahoo. com.br. 2 AVALIAÇÃO DO PERFIL DAS CONDIÇÕES ERGONÔMICAS DE TRABALHO EM UMA UNIDADE PRODUTORA DE REFEIÇÃO NA CIDADE DE VIÇOSA, MG Renata Chequer de Souza 1, Veydiana Costa Condé 2, Rayane Terezinha Teixeira 3, Cristiane

Leia mais

Aula 4-Movimentos,Grandezas e Processos

Aula 4-Movimentos,Grandezas e Processos Movimentos de Corte Os movimentos entre ferramenta e peça durante a usinagem são aqueles que permitem a ocorrência do processo de usinagem.convencionalmente se supõe a peça parada e todo o movimento sendo

Leia mais

Manual de preenchimento da planilha de cálculo do índice de nacionalização

Manual de preenchimento da planilha de cálculo do índice de nacionalização Manual de preenchimento da planilha de cálculo do índice de nacionalização Atualizado em 02/07/15 Pág.: 1/9 SUMÁRIO Introdução... 3 1. Índice de nacionalização... 3 2. Objetivo da planilha... 4 3. O preenchimento

Leia mais

Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial

Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial Experiência: Gestão Estratégica de compras: otimização do Pregão Presencial Hospital de Clínicas de Porto Alegre Responsável: Sérgio Carlos Eduardo Pinto Machado, Presidente Endereço: Ramiro Barcelos,

Leia mais

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas.

A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. A dependência entre a inflação cabo-verdiana e a portuguesa: uma abordagem de copulas. Jailson da Conceição Teixeira Oliveira 1 Murilo Massaru da Silva 2 Robson Oliveira Lima 3 Resumo: Cabo Verde é um

Leia mais

Título do Case: Categoria: Temática: Resumo: Introdução:

Título do Case: Categoria: Temática: Resumo: Introdução: Título do Case: Diagnóstico Empresarial - Vendendo e Satisfazendo Mais Categoria: Prática Interna. Temática: Mercado Resumo: Na busca por uma ferramenta capaz de auxiliar na venda de mais consultorias

Leia mais

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº06

3º Ano do Ensino Médio. Aula nº06 Nome: Ano: º Ano do E.M. Escola: Data: / / 3º Ano do Ensino Médio Aula nº06 Assunto: Noções de Estatística 1. Conceitos básicos Definição: A estatística é a ciência que recolhe, organiza, classifica, apresenta

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE CONTEÚDO DIGITAL PARA O USO NA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS Júlio César Neis 1 ; Rosangela Aguiar Adam 2 ; Tiago Lopes Gonçalves 3 ; Vera Regina Mazureck

Leia mais

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL

O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL O ESTILO DE VIDA E A PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA DOS FUNCIONÁRIOS DA REITORIA / UFAL PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE GINÁSTICA LABORAL ANDRÉA BENTO DOS SANTOS¹ CASSIO HARTMANN² (1)GRADUADA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Handhelds, Manutenção de Subestação, Tecnologia da Informação.

PALAVRAS-CHAVE Handhelds, Manutenção de Subestação, Tecnologia da Informação. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Utilização de Computadores de Mão (Handheld) pelos Eletricistas da Manutenção de Subestação e Linhas da AES Eletropaulo no Controle de Inspeções e Ordens de

Leia mais

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016 PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016 O reitor do Centro Universitário de Brasília UniCEUB, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna público que

Leia mais

Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos

Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos Curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos O curso de Desenvolvimento de Negócios Sociais e Inclusivos visa a despertar o interesse de pessoas que queiram empreender na área social. Trata-se

Leia mais

Curso de Análise Estatística Comparação entre variáveis contínuas: correlação e regressão Linear

Curso de Análise Estatística Comparação entre variáveis contínuas: correlação e regressão Linear NÚCLEO DE ESTATÍSTICA E METODOLOGIA APLICADAS Desenvolvendo conhecimento para a excelência dos cuidados em saúde mental UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Curso de Análise Estatística Comparação entre variáveis

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE EDITAL Nº. 05, DE 21 DE Junho DE 2016 PROCESSO SELETIVO O NTI da Universidade Federal de Sergipe comunica que estarão abertas inscrições para a seleção de estudantes para atuar como bolsistas do Programa

Leia mais

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia

Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto USP Departamento de Economia Pobreza e Desigualdade 1) Que é pobreza? Inicio dos anos 1970: percepção de que as desigualdades sociais e a pobreza não estavam sendo equacionadas como resultado do crescimento econômico. Países ricos:

Leia mais

Tipologia dos Escritórios de Projeto

Tipologia dos Escritórios de Projeto Tipologia dos Escritórios de Projeto Tipologia dos Escritórios de Negócio Todos sabemos que conduzir projetos é muito mais do que uma arte e que ao Gerente de Projetos cabe a responsabilidade de gerenciar

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta Questão 1 Os componentes principais dos óleos vegetais são os triglicerídeos, que possuem a fórmula genérica ao lado: Nessa fórmula, os grupos R, R e R representam longas cadeias de carbono, com ou sem

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA COMPOSIÇÃO QUÍMICA COMPLEXA Está representada por: Substâncias inorgânicas: água e sais minerais. Substâncias orgânicas (possuem o carbono como elemento

Leia mais

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos

Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Análise Qualitativa no Gerenciamento de Riscos de Projetos Olá Gerente de Projeto. Nos artigos anteriores descrevemos um breve histórico sobre a história e contextualização dos riscos, tanto na vida real

Leia mais

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Uma Breve Introdução Mestrado em Engenharia Aeroespacial Marília Matos Nº 80889 2014/2015 - Professor Paulo

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU

2 03/11 Relatório Final R.A. O.S. O.A. PU. 1 30/09 Alterado Endereço do Terreno R.A. O.S. O.A. PU Código Rev. Folha SD.KLA.PA.RE.001 2 1/ Código do cliente Rev. 0 KLABIN S. A. PARANAGUA PR TERRENO ROCHA RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO GEOTÉCNICA FUROS DE SONDAGENS Cliente : KLABIN S. A. Obra : LEVANTAMENTO

Leia mais

ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Módulo 1 Princípios de Economia

ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Módulo 1 Princípios de Economia Opções Estratégicas Para a Implantação de Novas Políticas Educacionais ECONOMIA DA EDUCAÇÃO Módulo 1 Princípios de Economia Bob Verhine Universidade Federal da Bahia verhine@ufba.br A divulgação desta

Leia mais

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1

CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1 CONSIDERAÇÕES BÁSICAS SOBRE PROJETO DE MUSEU DE ARTES VISUAIS 1 PONTOS- CHAVE Possibilidade de expansão Circulações (atender as normas/ser espaço de transição/exposição) Armazenamento/Depósito Controle

Leia mais

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO

O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O JOVEM COMERCIÁRIO: TRABALHO E ESTUDO O comércio sempre foi considerado como porta de entrada para o mercado de trabalho sendo, assim, um dos principais setores econômicos em termos de absorção da população

Leia mais

PLURI Especial Porque estádios tão vazios? Parte 5

PLURI Especial Porque estádios tão vazios? Parte 5 PLURI Especial Porque estádios tão vazios? Parte 5 Brasil, País do ingresso mais caro do Mundo PLURI Consultoria Pesquisa, Valuation, Gestão e marketing Esportivo. Curitiba-PR Twitter: @pluriconsult www.facebook/pluriconsultoria

Leia mais

FICHA DE CONSOLIDAÇÃO DE APRENDIZAGENS

FICHA DE CONSOLIDAÇÃO DE APRENDIZAGENS AGRUPAMENTO / ESCOLA: FICHA DE CONSOLIDAÇÃO DE APRENDIZAGENS Ecossistemas: níveis de interação biológica; interações seres vivos-ambiente NOME: N.º: TURMA: ANO LETIVO: / 1. Lê o texto. A savana africana

Leia mais

3 - Bacias Hidrográficas

3 - Bacias Hidrográficas 3 - Bacias Hidrográficas A bacia hidrográfica é uma região definida topograficamente, drenada por um curso d água ou um sistema interconectado por cursos d água tal qual toda vazão efluente seja descarregada

Leia mais

Manejo de Solos. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros

Manejo de Solos. Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Manejo de Solos Curso de Zootecnia Prof. Etiane Skrebsky Quadros Aula prática: Amostragem de Solo FINALIDADES DA ANÁLISE DE SOLO Determinar a disponibilidade de nutrientes; Indicar ao agricultor o nível

Leia mais

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Sandra Terumi Yoshino 1 1. Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pós graduada em Enfermagem em

Leia mais

O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Introdução

O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Introdução 421 O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Amanda Ferreira dos Santos², Felipe Vidigal Sette da Fonseca²,

Leia mais

CARTOGRAFIA DE RISCO

CARTOGRAFIA DE RISCO CARTOGRAFIA DE RISCO Mapa de Perigosidade de Incêndio Florestal e Mapa de Risco de Incêndio Florestal A Carta de Risco de Incêndio Florestal tem como objetivo apoiar o planeamento de medidas de prevenção

Leia mais

Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008

Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008 UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Arquitecturas de Software Enunciado de Projecto 2007 2008 1 Introdução Na primeira metade da década de 90 começaram a ser desenvolvidas as primeiras

Leia mais

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714

Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714 ANÁLISE TERMOGRÁFICA DAE - Santa Barbara D'Oeste DAE 1. OBJETIVO Apresentar ao DAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Santa Barbara d'oeste 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA

Leia mais

Sondagem rotativa. Elementos de prospecção geotécnica. Apresentação dos resultados. Profa. Geilma Lima Vieira geilma.vieira@gmail.

Sondagem rotativa. Elementos de prospecção geotécnica. Apresentação dos resultados. Profa. Geilma Lima Vieira geilma.vieira@gmail. Universidade Federal do Espírito Santo Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Civil Tecnologia da Construção Civil I Elementos de prospecção geotécnica Elementos de prospecção geotécnica Profa.

Leia mais

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas

2 Segmentação de imagens e Componentes conexas Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) Algoritmos II Professor: Alex Kutzke (alexk@dainf.ct.utfpr.edu.br) Especificação do Primeiro Trabalho Prático

Leia mais

IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL

IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL IMPACTO DA ATIVIDADE FISCALIZATÓRIA SOBRE A MELHORIA DA QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE DRENAGEM URBANA NO DISTRITO FEDERAL Carolinne Isabella Dias Gomes (1) Possui Bacharelado e Licenciatura

Leia mais

AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO

AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO ÍNDICE 1. NOTA PRÉVIA... 2 2. ABERTURA DA FICHA DE REGISTO PELA PRIMEIRA VEZ... 2 2.1. No Excel 2003... 3 2.2. No Excel 2007... 4 3. ESTRUTURA GERAL... 4 4. FOLHAS CULTURA... 5 4.1. Identificação (produtor

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

Processamento do azeite

Processamento do azeite Processamento Geral dos Alimentos Processamento do azeite Trabalho realizado por: Vanessa Ferraz 20090165 Ano lectivo 2009/2010 Objectivo do trabalho: Com a realização deste trabalho pretende-se fazer

Leia mais

Tecnologia da Construção Civil - I Fundações. Roberto dos Santos Monteiro

Tecnologia da Construção Civil - I Fundações. Roberto dos Santos Monteiro Tecnologia da Construção Civil - I Fundações Após a execução da sondagem, iremos definir qual o tipo de fundação mais adequada a ser utilizado no nosso empreendimento. As Fundações são elementos estruturais

Leia mais

5.0 4.8 ~4,8 Kb 4.5. ~1,4 Kb ~1,4 Kb

5.0 4.8 ~4,8 Kb 4.5. ~1,4 Kb ~1,4 Kb Kb 1 2 3 4 5 6 7 4.8 ~4,8 Kb 1,2 ~1,4 Kb ~1,4 Kb 0,5 0,4 Figura 26 - Confirmação da abertura do pfastbac HTc e do isolamento da pré-pró-renina do plasmídeo pbsren por eletroforese em gel de agarose %.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA JUSTIÇA DO TRABALHO CONSELHO SUPERIOR DA RELATÓRIO DE DIAGNÓSTICO DA QUALIDADE NO USO DO SISTEMA PROCESSO JUDICIAL ELETRÔNICO DA Fase 1 (magistrados e servidores da Justiça do Trabalho) Secretaria de Tecnologia da Informação

Leia mais

Ao considerar o impacto ambiental das empilhadeiras, observe toda cadeia de suprimentos, da fonte de energia ao ponto de uso

Ao considerar o impacto ambiental das empilhadeiras, observe toda cadeia de suprimentos, da fonte de energia ao ponto de uso Energia limpa Ao considerar o impacto ambiental das empilhadeiras, observe toda cadeia de suprimentos, da fonte de energia ao ponto de uso Empilhadeira movida a hidrogênio H oje, quando se trata de escolher

Leia mais

DISTRIBUIÇÕES ESPECIAIS DE PROBABILIDADE DISCRETAS

DISTRIBUIÇÕES ESPECIAIS DE PROBABILIDADE DISCRETAS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS E DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADES 1 1. VARIÁVEIS ALEATÓRIAS Muitas situações cotidianas podem ser usadas como experimento que dão resultados correspondentes a algum valor, e tais situações

Leia mais

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento

No contexto das ações de Pesquisa e Desenvolvimento Um método para avaliar o desempenho ótico de LEDs O LABelectron desenvolveu um método de testes para analisar influências ópticas em diferentes modos de acionamentos de LEDs André Andreta No contexto das

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

Biologia Professor: Rubens Oda 6/10/2014

Biologia Professor: Rubens Oda 6/10/2014 1. Se a exploração descontrolada e predatória verificada atualmente continuar por mais alguns anos, pode-se antecipar a extinção do mogno. Essa madeira já desapareceu de extensas áreas do Pará, de Mato

Leia mais

PESQUISA EM ANDAMENTO

PESQUISA EM ANDAMENTO ISSN 1413-0157 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agropecuária do Oeste Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR 163, km 253,6 - Trecho Dourados-Caarapó km 5 Caixa Postal

Leia mais

PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR

PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR PLANILHA ELETRÔNICA PARA PREDIÇÃO DE DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM CONJUNTO TRATOR-ENLEIRADOR NO RECOLHIMENTO DO PALHIÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR GILMAR MARTINELLI JUNIOR 1 ; CRISTIANO MARCIO ALVES DE SOUZA 2

Leia mais

Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica

Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica Audiência Pública na Câmara dos Deputados Comissão Especial sobre a Crise Hídrica Desafios do saneamento básico em face da crise hídrica Aparecido Hojaij Presidente Nacional da Assemae Sobre a Assemae

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS

INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS INSTRUÇÕES PARA INSCRIÇÕES CONGRESSISTAS Estão asseguradas as vagas dos 184 secretários municipais de saúde do Estado do Ceará, sendo necessário efetuar sua inscrição on-line no site do congresso. Havendo

Leia mais

Critério de Desenvolvimento da Embalagem de Transporte. Magda Cercan Junho/2013 São Paulo

Critério de Desenvolvimento da Embalagem de Transporte. Magda Cercan Junho/2013 São Paulo Critério de Desenvolvimento da Embalagem de Transporte Magda Cercan Junho/2013 São Paulo Magda Cercan Garcia Tecnôloga Mecânica em Processos de Produção e Projetos de Máquinas pela Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO

Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO Inteligência de negócios do laboratório DESCUBRA INFORMAÇÕES ÚTEIS DE DADOS OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS DO LABORATÓRIO AS DECISÕES SOBRE O LABORATÓRIO COMEÇAM COM A INTELIGÊNCIA

Leia mais

Feijão-vagem cultivado sob adubação orgânica em ambiente protegido.

Feijão-vagem cultivado sob adubação orgânica em ambiente protegido. Feijão-vagem cultivado sob adubação orgânica em ambiente protegido. Krolow, I.R.C. ( ;; Filho, L.O. ( ; Vitória, D. R. (2 ; Morselli, T. B (3 ( UFPEL- FAEM Estagiário em Minhocultura - Ivanrk.rk@pop.com.br,

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI)

EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI) 1 EDITAL DE SELEÇÃO PARA MESTRADO 2016 PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO (UNIFEI) O Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP) da Universidade Federal

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

RECRIA INTENSIVA ÍNDICES ZOOTÉCNICOS E RESULTADOS ECONÔMICOS

RECRIA INTENSIVA ÍNDICES ZOOTÉCNICOS E RESULTADOS ECONÔMICOS RECRIA INTENSIVA ÍNDICES ZOOTÉCNICOS E RESULTADOS ECONÔMICOS APRESENTAÇÃO: - NOME: IGOR JÁCOMO BALESTRA - EMPRESA: PECUÁRIA BALESTRA - LOCAL: INHUMAS GO - ETAPAS DA PECUÁRIA: CRIA, RECRIA E ENGORDA -

Leia mais