PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT"

Transcrição

1 7º SIMPÓSIO NACIONAL DE BIOCOMBUSTÍVEIS PROCESSO DE CONVERSÃO À BAIXA TEMPERATURA - CBT Prof. Dr. Francisco Ferreira Dantas Filho Universidade Estadual da Paraíba - UEPB 2014

2 Pirólise Definição: Degradação térmica de qualquer material orgânico na ausência parcial ou total de oxigênio. Características: Reação endotérmica. Processo energeticamente auto-sustentável. Faixa de temperatura: 300 a 1000 C Reação em fase gasosa (reações radicalares, reações de hidrogenação e de condensação). Produtos: sólido, líquido e gás.

3 Tabela 1 Classificação dos processos pirolíticos Parâmetros Pirólise lenta Pirólise rápida Pirólise flash Temperatura da pirólise ( C) Taxa de aquecimento ( C.s 1 ) 0, >1000 Tamanho de partícula (mm) 5 50 <1 <0,2 Tempo de residência do sólido (s) ,5 10 <0,5 Fonte: DERMIBAS; ARIN (2009)

4 Conversão à Baixa Temperatura A Conversão à Baixa Temperatura (CBT): é um processo termoquímico que ocorre entre ºC, em atmosfera inerte. Ou seja, uma pirólise a baixa temperatura, com taxa de aquecimento de 15ºC/min, em um período de 2 horas. Produtos da CBT: Óleo (Óleo de Pirólise); Carvão pirolítico; Água de Pirólise; Gases (material não condensável).

5 BIOMASSAS GRUPOS GRUPO 1 Biomassas agrícolas GRUPO 2 Lodos de ET GRUPO 3 Borras GRUPO 4 Resíduos industriais GRUPO 5 Outros

6 LES Energia renovável Processo de Conversão à Baixa Temperatura - CBT

7 LES

8 Tabela 2 Caracterização físico-química do LES Parâmetros LES Umidade (%) 80 Tabela 4.1 Caracterização físico-química do LES ph 7,5 Cinzas (%) 56 Poder calorífico (MJ/Kg) 20,97

9 Análise elementar (C,N e H) presentes no LES Tabela 3 Dados obtidos da análise elementar do LES Amostra C (%) N (%) H (%) O (%) LES 18,84 2,41 3,53 75,22

10 Análise química do LES por fuorescência de raios X por energia dispersiva (EDX) Tabela 4 Composição elementar da fração inorgânica do LES obtido pela análise de EDX Compostos Concentração decompostos inorgânicos no LES (% em peso) SiO 2 33,729 Al 2 O 3 15,690 SO 3 14,774 Fe 2 O 3 13,703 CaO 10,791 P 2 O 5 6,239 K 2 O 2,387 TiO 2 1,418 BaO 0,599 ZnO 0,392 MnO 0,122 CuO 0,098 Cr 2 O 3 0,044 MoO 3 0,013

11 LODO SECO

12 OBTENÇÃO DO BIO-ÓLEO Heraeus R/O Forno 2 Biomassa / LES 3 Lã de vidro 4 Controlador de Temperatura 5 Suprimento de N 2 6 Condensador 7 Funil de Separação 8 Lavagem de Gases 9 Proveta de Recolhimento Fonte: Romeiro (2009)

13 Procedimentos utilizados para obtenção do bio-óleo através do Processo - CBT Biomassa/LES Secagem (80º C em estufa) Conversão à Baixa Temperatura CBT ( ºC) Fração Orgânica (Bio-óleo) Fração Sólida (Carvão) Fração Aquosa (Água de Pirólise) Fração Gasosa (Gás de Pirólise)

14 Separação do bio-óleo da fração aquosa

15 Produtos obtidos através do processo de Conversão à Baixa Temperatura (CBT) (a) (b) Bio-óleo (a) e carvão (b) obtidos através da Conversão à Baixa Temperatura do LES

16 Tabela 5 Rendimento médio dos produtos obtidos da pirólise do LES em base úmida e seca Base Fração Rendimento (%) Carvão 33,6 Úmida Bio-óleo 3,8 Gás 7,6 Água de pirólise 55,2 Carvão 57 Seca Bio-óleo 9 Gás 14,22 Água de pirólise 19,55

17 Composição dos óleos de Pirólise São misturas de moléculas de tamanhos diferentes; são derivados da despolimerização e fragmentação da celulose, hemicelulose e lignina; Varia de acordo com os parâmetros utilizados durante a pirólise; De uma forma geral pode se dizer que o bio-óleo é uma mistura complexa, altamente oxigenada com uma grande quantidade de moléculas de alta massa molecular, que são quase todas compostos orgânicos oxigenados, como ésteres, éteres, aldeídos, cetonas, fenóis, ácidos carboxílicos e álcoois.

18 Tabela 6 Solubilidade do bio-óleo Solvente Hexano Benzeno Clorofórmio Diclorometano Etanol Metanol Acetato de etila Solubilidade Parcialmente solúvel solúvel solúvel solúvel solúvel solúvel solúvel

19 Cromatografia com espectrometria de massa (CG/MS) do bio-óleo Tabela 7 Substâncias identificadas no bio-óleo por Cromatografia com Espectrometria de massa CG/EM no bio-óleo T.R. # Tempo de Retenção Pico % Fórmula molecular T.R.* (min) 1 12,95 C 10 H 22 3, ,91 C 11 H 24 4,96 3 9,26 C 6 H 12 O 10, ,69 C 15 H 26 O 11, ,41 C 10 H 14 13,90 6 4,18 C 16 H 24 14, ,26 C 18 H 35 N 15, ,09 C 10 H 21 N 15, ,35 C 12 H 22 O 17, ,75 C 24 H 38 O 4 21, ,46 C 29 H 52 S 23, ,67 C 29 H 52 S 23,617 T.R.# Tempo de Retenção

20 Tabela 8 Análises físico-químicas e elementar CHNS do bio-óleo Propriedades Físico-Químicas Unidades Bio-óleo de pirólise Diesel de petróleo Método de ensaio ph - 7,1 potenciométrico Viscosidade cinemática a 40ºC cst (mm 2 /s) 15,6 mm 2 /s 2,5-5,5 ASTM D445 Ponto de Nevoa ºC Não detectado - ASTM D6371 Ponto de Fluidez ºC 4,0ºC ASTM D4809 C %massa 71 H %massa 8,1 N %massa 5,6 S %massa 0 Estabilidade à Oxidação a 110 C PetroOXY, h:min:s 15,6 ABNT NBR 10441

21 Utilização dos óleos de Pirólise As propriedades observadas no óleo de pirólise como os altos teores de oxigenados e água, a alta viscosidade, a instabilidade térmica e a corrosividade, inviabilizam a utilização direta desse óleo como um biocombustível; Otimização desses processos redução da quantidade de subprodutos indesejáveis. ASTM D O óleo de pirólise produzidos a partir de biomassa pode ser utilizado em fornos industriais. Este tipo de biocombustível não é destinado ao uso em aplicações de aquecedores residenciais, pequenas caldeiras comerciais, motores, ou aplicações marítimas.

22 CARVÃO DE PIRÓLISE

23 Tabela 9 Parâmetros físico-químicos e análise elementar do carvão Outros Trabalhos Parâmetros Analíticos (%) Pedroza (2011) Hossain et al.; (2009) Pokorna et al.; (2009) Umidade 7,9 9,2 1,0 - Cinzas 70,1 68,7 81,8 - Material volátil 16,8 18,1 15,3 - Carbono fixo 4,2 4,0 1,9 - C 28,00-16,20 24,50 H 3,30-0,54 12,10 N 3,70-1,84 19,80 S 4, O 60,

24 Obrigado!

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 8 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA UNESP/CENTRO DE

Leia mais

Substâncias puras e misturas; análise imediata

Substâncias puras e misturas; análise imediata Segmento: Pré-vestibular Resoluções Coleção: Alfa, Beta e Gama Disciplina: Química Volume: 1 Série: 5 Substâncias puras e misturas; análise imediata 1. C Considerando as ilustrações, temos: I. Mistura

Leia mais

I. INTRODUÇÃO III. MATERIAL E MÉTODOS. A. Amostras Utilizadas no Processo de Conversão a Baixa Temperatura

I. INTRODUÇÃO III. MATERIAL E MÉTODOS. A. Amostras Utilizadas no Processo de Conversão a Baixa Temperatura Geração de Energia Elétrica a partir de Combustível Inovador Proveniente da Conversão a Baixa Temperatura de Biomassas e Resíduos e Análise de Desempenho em Motores R.G. Pereira 1 ; G. A. Romeiro 2 ; R.

Leia mais

Tecnologias de Produção de Biocombustíveis: Transesterificação e Pirólise

Tecnologias de Produção de Biocombustíveis: Transesterificação e Pirólise Tecnologias de Produção de Biocombustíveis: Transesterificação e Pirólise ¹Gláucia Eliza Gama Vieira ²Maria Alzira Garcia de Freitas 3 Aymara Gracielly Nogueira Colen Fritz 3 Glecymara Sousa Gomes 3 Maristhela

Leia mais

Matéria Orgânica do solo (m.o.s)

Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Matéria Orgânica do solo (m.o.s) Objetivos Proporcionar conhecimentos básicos sobre a origem e dinâmica da m.o. do solo; Conhecer suas características e propriedades; Discutir como algumas propriedades

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Caracterização

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Universidade Federal do Ceará Biomassa Professora: Ruth Pastôra Saraiva

Leia mais

Fração. Página 2 de 6

Fração. Página 2 de 6 1. (Fgv 2014) De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (AIE), aproximadamente 87% de todo o combustível consumido no mundo são de origem fóssil. Essas substâncias são encontradas em diversas

Leia mais

Química D Extensivo V. 3

Química D Extensivo V. 3 Química D Extensivo V. 3 Exercícios 01) Alternativa correta: A 5 4 3 2 1 CH 3 CH 2 CH CH CH 2 OH CH 3 CH 3 metil metil 02) Alternativa correta: D 8 7 6 5 4 3 2 1 CH 3 C = CH CH 2 CH 2 CH CH 2 CH 2 OH CH

Leia mais

UNESP- 2013- Vestibular de Inverno

UNESP- 2013- Vestibular de Inverno UNESP- 2013- Vestibular de Inverno 1-Compostos de crômio têm aplicação em muitos processos industriais, como, por exemplo, o tratamento de couro em curtumes e a fabricação de tintas e pigmentos. Os resíduos

Leia mais

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica

Aproveitamento da Biomassa para a Geração de Energia Elétrica Geração de Energia Elétrica 1º Seminário sobre a Utilização de Energias Renováveis veis para Eletrificação Rural do Norte e Nordeste do Brasil Dr. Osvaldo Stella Martins Centro Nacional de Referência em

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011

RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 RESOLUÇÃO DA PROVA DE QUÍMICA DA UFRGS 2011 Questão 26 Como a questão pede a separação do sólido solúvel do líquido, o único processo recomendado é a destilação simples. Lembrando que filtração e decantação

Leia mais

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil ESTUDO TERMOANALÍTICO DE COMPÓSITOS DE POLI(ETILENO-CO-ACETATO DE VINILA) COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR Carla R. de Araujo, Igor B. de O. Lima, Cheila G. Mothé Departamento de Processos Orgânicos - Escola

Leia mais

01/04/2015. Métodos Instrumentais Farmacêuticos FENÔMENOS DE SUPERFÍCIE. Cromatografia. Parte 2 CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE CROMATOGRAFIA

01/04/2015. Métodos Instrumentais Farmacêuticos FENÔMENOS DE SUPERFÍCIE. Cromatografia. Parte 2 CROMATOGRAFIA E ELETROFORESE CROMATOGRAFIA Métodos Instrumentais Farmacêuticos FENÔMENOS DE SUPERFÍCIE Cromatografia CROMATOGRAFIA Plano de Aula -Princípios da separação de moléculas -Cromatografia: Classificação e mecanismos de separação -Cromatografia

Leia mais

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS

MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS MÉTODOS CROMATOGRÁFICOS Aula 1 - Introdução a Cromatografia Profa. Daniele Adão DEFINIÇÃO Conjunto de técnicas de separação cujo princípio depende da distribuição diferenciada dos componentes de uma mistura

Leia mais

Unidade de Medida A0010

Unidade de Medida A0010 Código de Identificação de Resíduos Tipo de Resíduo Descrição Unidade de Medida A0010 RESIDUO DE RESTAURANTE (RESTOS mġ DE ALIMENTOS) A0020 RESIDUO GERADO FORA PROCESSO mġ INDUSTRIAL (EMBALAGENS, ESCRI)

Leia mais

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO

MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO Centro Universitário de Brasília Disciplina: Química Tecnológica Geral Professor: Edil Reis MECANISMOS BÁSICOS DE CORROSÃO No estudo dos processos corrosivos devem ser sempre consideradas as variáveis

Leia mais

Apresentação Geral W2E Bioenergia. Empresa Produtos Soluções Tecnologia Diferenciais Meio Ambiente. www.w2ebioenergia.com.br

Apresentação Geral W2E Bioenergia. Empresa Produtos Soluções Tecnologia Diferenciais Meio Ambiente. www.w2ebioenergia.com.br Apresentação Geral W2E Bioenergia Empresa Produtos Soluções Tecnologia Diferenciais Meio Ambiente 1 www.w2ebioenergia.com.br 1 - A Empresa A W2E Bioenergia foi criada em 2010 tendo como base um desafio

Leia mais

- CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF)

- CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF) - CROMATOGRAFIA EM CAMADA FINA (CCF) Técnica de identificação e separação de compostos orgânicos Aplicações: - Identificação de componentes de uma mistura - Acompanhamento da evolução de uma reação - Análise

Leia mais

http://www.oc-praktikum.de SO 4 O 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1)

http://www.oc-praktikum.de SO 4 O 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1) NP 5012 Síntese do ácido acetilsalicílico (aspirina) a partir do ácido salicílico e anidrido acético CH CH + H H 2 S 4 + CH 3 CH C 4 H 6 3 C 7 H 6 3 C 9 H 8 4 C 2 H 4 2 (120.1) (138.1) (98.1) (180.2) (60.1)

Leia mais

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS

SUBSTÂNCIAS E MISTURAS SUBSTÂNCIAS E MISTURAS 1. ELEMENTO QUÍMICO É um conjunto de átomos de mesmo número atômico(z). 1 2 3 H H H 1 1 1 2. SUBSTÂNCIA Z Todo material formado por um tipo apenas de componente (molécula ou aglomerado

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@gmail.com INTRODUÇÃO: Um dos mais importantes campos de estudo no

Leia mais

Energias Renováveis BIODIESEL

Energias Renováveis BIODIESEL Energias Renováveis BIODIESEL Profª Elisa Helena Siegel Moecke UNISUL Universidade do Sul de Santa Catarina Apresentação Com o Protocolo de Kyoto (1997) muitos países se comprometeram com a redução da

Leia mais

PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em Diesel Índice de Acidez Titulação

PETRÓLEO Métodos Analíticos empregados em Diesel Índice de Acidez Titulação Índice de Acidez Titulação mg KOH g-1 amostra; p-naftolbenzeína; mistura de solvente (tolueno:isopropanol:água); solução de KOH alcoólico. potenciométrica. Aparência e Odor em geral indica a contaminação

Leia mais

Separação de Compostos Orgânicos por Cromatografia em Papel e Extração por Solventes.

Separação de Compostos Orgânicos por Cromatografia em Papel e Extração por Solventes. Unidade 3 ( 6ª. e 7ª. Semanas): Separação de Compostos Orgânicos por Cromatografia em Papel e Extração por Solventes. Nessa Unidade, o experimento deverá ser realizado pelo Aluno em sua Casa envolvendo:

Leia mais

Uso da Palha da Cana vs Emissões de GEE

Uso da Palha da Cana vs Emissões de GEE Uso da Palha da Cana vs Emissões de GEE Luis Augusto B. Cortez e Manoel Regis Lima Verde Leal Oficina de Trabalho Sustentabilidade do Bioetanol Brasília, 25 e 26 de Fevereiro de 2010 Conteúdo da Apresentação

Leia mais

Tecnologias de Produção de Hidrogênio

Tecnologias de Produção de Hidrogênio Programa de Pós-Graduação em Bioenergia Tecnologias de Produção de Hidrogênio Prof. Helton José Alves Palotina, 19/05/14 O HIDROGÊNIO - Elemento mais abundante do universo (95% em número de átomos e 75%

Leia mais

MEDIÇÃO E MONITORAMENTO

MEDIÇÃO E MONITORAMENTO ISO 14001 4..1 OHSAS 18001 4..1 2/0/2010 1/ Introdução A SAMARCO monitora os parâmetros associados ao desempenho de vendas, ao relacionamento com o cliente, processo produtivo, aspectos ambientais significativos,

Leia mais

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão.

A) Escreva a equação que representa a semi-reação de redução e seu respectivo potencial padrão. QUÍMICA QUESTÃ 01 Aparelhos eletrônicos sem fio, tais como máquinas fotográficas digitais e telefones celulares, utilizam, como fonte de energia, baterias recarregáveis. Um tipo comum de bateria recarregável

Leia mais

Obtenção de benzeno a partir do gás natural utilizando catalisadores Fe-Mo/ZSM-5

Obtenção de benzeno a partir do gás natural utilizando catalisadores Fe-Mo/ZSM-5 Obtenção de benzeno a partir do gás natural utilizando catalisadores Fe-Mo/ZSM-5 L. P. MALLMANN 1 e O. W. P. LOPEZ 1 1 Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Departamento de Engenharia Química E-mail

Leia mais

Cromatografia Gasosa. Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman. Thomson Learning; ISBN: 0030020786. Departamento de Química

Cromatografia Gasosa. Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman. Thomson Learning; ISBN: 0030020786. Departamento de Química Capítulo X-5 Cromatografia Gasosa Principles of Instrumental Analysis Skoog, West, Holler, Nieman Thomson Learning; ISBN: 0030020786 1 Na cromatografia de fase gasosa (GC) a amostra é volatizada e injectada

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta Questão 1 Os componentes principais dos óleos vegetais são os triglicerídeos, que possuem a fórmula genérica ao lado: Nessa fórmula, os grupos R, R e R representam longas cadeias de carbono, com ou sem

Leia mais

caso especial de micelas:= microfase/pseudofase/fase microdispersa/fase pseudo-estacionária

caso especial de micelas:= microfase/pseudofase/fase microdispersa/fase pseudo-estacionária Cromatografia Separação de solutos de uma solução por diferenças de coeficientes de partição Princípio: partição de um soluto entre duas fases sendo uma sólida ou estacionária e outra móvel, líquida ou

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015 Informações de Tabela Periódica CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015 Folha de Dados Elemento H C N O F Al Cl Zn Sn I Massa atômica (u) 1,00 12,0 14,0

Leia mais

Química. Resolução das atividades complementares. Q50 Forças intermoleculares

Química. Resolução das atividades complementares. Q50 Forças intermoleculares Resolução das atividades complementares 4 Química Q50 Forças intermoleculares p. 15 1 (Unifor-CE) Considerando a natureza das ligações químicas intermoleculares existentes nas substâncias: Etanol C 2 H

Leia mais

química 2 Questão 37 Questão 38 Questão 39 alternativa C na alternativa B. Sabendo-se que a amônia (NH 3)

química 2 Questão 37 Questão 38 Questão 39 alternativa C na alternativa B. Sabendo-se que a amônia (NH 3) química 2 Questão 37 Questão 38 abendo-se que a amônia (N 3) é constituída por moléculas polares e apresenta boa solubilidade em água. o diclorometano (2 2) não possui isômeros. ua molécula apresenta polaridade,

Leia mais

Resumo das Funções Orgânicas e nomenclatura

Resumo das Funções Orgânicas e nomenclatura Resumo das Funções Orgânicas e nomenclatura EXERCÍCIOS As questões 2 e 3 referem-se aos textos abaixo. Em diversos países, o aproveitamento do lixo doméstico é quase 100%. Do lixo levado as usinas de compostagem,

Leia mais

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA - 1997 - TARDE

QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA - 1997 - TARDE QUÍMICA PRIMEIRA ETAPA - 1997 - TARDE QUESTÃO 01 Um estudante listou os seguintes processos como exemplos de fenômenos que envolvem reações químicas: I adição de álcool à gasolina. II fermentação da massa

Leia mais

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE

USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE USO DE BIOMASSA NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NA INDÚSTRIA DE CELULOSE 1 Wanderlei David Pereira, 2 João Lages Neto 1 Gerente de Recuperação e Utilidades Fibria Unidade Aracruz. 2 Especialista de Meio

Leia mais

nome de Química do C1. De uma maneira geral é possível dividir estes produtos em três categorias:

nome de Química do C1. De uma maneira geral é possível dividir estes produtos em três categorias: ,1752'8d 2 O gás natural é composto, principalmente, de metano (até 98%) e por alguns hidrocarbonetos de maior peso molecular (de C 2 a C 6 ) além dos diluentes N 2 e CO 2. Com o uso crescente de petróleo

Leia mais

O cimento CP V ARI PLUS teve sua caracterização físico-químico realizada na Fábrica Ciminas Holcim (Tab. A.I.1).

O cimento CP V ARI PLUS teve sua caracterização físico-químico realizada na Fábrica Ciminas Holcim (Tab. A.I.1). Anexo I A.I Caracterização dos materiais A. I.1 Cimento A. I.1.1 Cimento ARI O cimento CP V ARI PLUS teve sua caracterização físico-químico realizada na Fábrica Ciminas Holcim (Tab. A.I.1). A.I.1.2 Cimento

Leia mais

Potencial das Fontes de Energias Renováveis e Eficiência Energética

Potencial das Fontes de Energias Renováveis e Eficiência Energética Potencial das Fontes de Energias Renováveis e Eficiência Energética Rodolfo Tasca A matriz de energia renovável no Brasil é imensa, estima-se que cerca de 45% da energia utilizada no Brasil vem de fontes

Leia mais

TRATAMENTO FISICO QUIMICO DA VINHAÇA COM USO DE CARVÃO ATIVADO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR

TRATAMENTO FISICO QUIMICO DA VINHAÇA COM USO DE CARVÃO ATIVADO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR TRATAMENTO FISICO QUIMICO DA VINHAÇA COM USO DE CARVÃO ATIVADO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR Hebert Henrique Souza LIMA 1 ; Alexandre Freire BEZERRA 2 ; Elisangela Garcia Santos RODRIGUES 1 ; Emerson Freitas

Leia mais

Energia Primária da Biomassa e Reconversão do CO₂ em Energia. Autor: Eng. Raymond Guyomarc h Palestrante: Eng. Hely de Andrade SEE BRASIL

Energia Primária da Biomassa e Reconversão do CO₂ em Energia. Autor: Eng. Raymond Guyomarc h Palestrante: Eng. Hely de Andrade SEE BRASIL Energia Primária da Biomassa e Reconversão do CO₂ em Energia Autor: Eng. Raymond Guyomarc h Palestrante: Eng. Hely de Andrade 1 Índice : 1. Matérias combustíveis utilizáveis 2. A secagem com CO₂ - SEE

Leia mais

2. (Ifsc 2014) A reação abaixo representa este processo: CO 3H H COH H O ΔH 12 kcal/mol

2. (Ifsc 2014) A reação abaixo representa este processo: CO 3H H COH H O ΔH 12 kcal/mol 1. (Uel 2014) A gasolina é uma mistura de vários compostos. Sua qualidade é medida em octanas, que definem sua capacidade de ser comprimida com o ar, sem detonar, apenas em contato com uma faísca elétrica

Leia mais

Exercícios com gabarito de Química Hidrocarbonetos e Petróleo

Exercícios com gabarito de Química Hidrocarbonetos e Petróleo Exercícios com gabarito de Química Hidrocarbonetos e Petróleo 1. (Fuvest 2013) O craqueamento catalítico é um processo utilizado na indústria petroquímica para converter algumas frações do petróleo que

Leia mais

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101

MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira MÁQUINAS TÉRMICAS AT-101 M.Sc. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Uma das formas mais empregadas para produção

Leia mais

A resposta correta deve ser a letra B.

A resposta correta deve ser a letra B. ITA - 1999 1- (ITA-99) Assinale a opção CORRETA em relação à comparação das temperaturas de ebulição dos seguintes pares de substâncias: a) Éter dimetílico > etanol; Propanona > ácido etanóico; Naftaleno

Leia mais

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014

Aluno (a): Nº. Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 Lista de Exercícios Aluno (a): Nº. Professora: Núbia de Andrade Série: 1º ano (Ensino médio) Turma: Disciplina: Química Goiânia, / / 2014 01) A mudança de fase denominada sublimação ocorre quando a) o

Leia mais

Balanço de Massa e Energia Aula 4

Balanço de Massa e Energia Aula 4 Gases e Vapores Na maioria das pressões e temperaturas, uma substância pura no equilíbrio existe inteiramente como um sólido, um líquido ou um gás. Contudo, em certas temperaturas e pressões, duas ou mesmo

Leia mais

DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS

DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS DZ-1314.R-0 - DIRETRIZ PARA LICENCIAMENTO DE PROCESSOS DE DESTRUIÇÃO TÉRMICA DE RESÍDUOS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 2 968, de 14 de setembro de 1993 Publicada no DOERJ de 05 de outubro de

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Faculdade de Ciências e Tecnologia UNIVERSIDADE NVA DE LISBA Faculdade de Ciências e Tecnologia Síntese de ácido acetilsalicílico (aspirina). Análise por TLC do produto obtido. 1. Cromatografia Misturas de compostos podem ser separados

Leia mais

A Questão da Energia no Mundo Atual

A Questão da Energia no Mundo Atual A Questão da Energia no Mundo Atual A ampliação do consumo energético Energia é a capacidade que algo tem de realizar ou produzir trabalho. O aumento do consumo e a diversificação das fontes responderam

Leia mais

TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS

TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS TÉCNICAS CROMATOGRÁFICAS Técnicas cromatográficas Termo cromatografia são atribuídos ao botânico Mikhael Tswett, em 1906. Chrom cor Graphe escrever Reed (Inglaterra) e Day (EUA) Petróleo Época Moderna

Leia mais

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii)

QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier. Prática 09 Síntese do cloreto de pentaaminoclorocobalto(iii) UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC QIE0001 Química Inorgânica Experimental Prof. Fernando R. Xavier Prática 09 Síntese do cloreto

Leia mais

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DO ÓLEO DE FRITURA: UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL.

PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DO ÓLEO DE FRITURA: UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL. PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DO ÓLEO DE FRITURA: UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL. M. A. C. BUMBA 1, R. K.OI 2 e H. YAMAMURA 3 1 Universidade Católica de Santos, Departamento de Engenharia de Produção 2 Universidade

Leia mais

Cromatografia em camada delgada: Análise qualitativa da composição. de analgésicos. Alunos: Paula Gomes Paulo Sanches

Cromatografia em camada delgada: Análise qualitativa da composição. de analgésicos. Alunos: Paula Gomes Paulo Sanches Cromatografia em camada delgada: Análise qualitativa da composição Alunos: Paula Gomes Paulo Sanches Professores: Prof. Dr. José Eduardo de Oliveira Profa. Dra. Angela Regina Araújo de analgésicos Cromatografia

Leia mais

Asfalto. Informações Técnicas

Asfalto. Informações Técnicas Informações Técnicas A Assistência Técnica Petrobras tem por objetivo prestar suporte técnico aos clientes, com foco na adequação ao uso e corretos manuseio, condicionamento e armazenagem dos produtos

Leia mais

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA

FOSFATO DISSÓDICO DE DEXAMETASONA FSFAT DISSÓDIC DE DEXAMETASNA Dexamethasoni natrii phosphas H H H P Na Na F H C 22 H 28 FNa 2 8 P 516,41 02821 Fosfato dissódico de 9-fluoro-11β,17 diidroxi-16α-metil-3, 20- dioxopregna- 1,4 dieno-21-il

Leia mais

BIOCOMBUSTÍVEIS AVIAÇÃO

BIOCOMBUSTÍVEIS AVIAÇÃO BIOCOMBUSTÍVEIS PARA AVIAÇÃO PONTO DE SITUAÇÃO JORGE LUCAS MAIO 2014 1 O processo de produção de biocombustíveis pode dividir-se em 3 grandes áreas: 1. Matérias-primas; 2. Tecnologias de transformação

Leia mais

Anexo II. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Laudo Técnico Ambiental Laboratório Multiusuário II

Anexo II. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Laudo Técnico Ambiental Laboratório Multiusuário II Programa de Prevenção de Riscos Ambientais Anexo II Laudo Técnico Ambiental Laboratório Multiusuário II CAMPUS AVANÇADO DE POÇOS DE CALDAS Instituto de Ciência e Tecnologia Diretor do Instituto Prof. Cláudio

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC BACHARELADO EM QUÍMICA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO BEATRIZ PATINETI CALATAYUD QUERALT ORIENTADORA: PROFA. DRA. ANA MARIA PEREIRA NETO CARACTERIZAÇÃO FÍSICO QUÍMICA

Leia mais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais

Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Produção Mais Limpa: Melhores Técnicas de Destinação de Resíduos Industriais Legislação Classificação dos Resíduos NORMA ABNT 10.004 CLASSE I - PERIGOSOS CLASSE II - NÃO PERIGOSOS classe II A não inertes

Leia mais

Pisos em PU-KRETE. Espatulado. Descrição geral. Vantagens. Aplicações. Padarias Armazéns Centros de distribuição

Pisos em PU-KRETE. Espatulado. Descrição geral. Vantagens. Aplicações. Padarias Armazéns Centros de distribuição Pisos em PU-KRETE Espatulado Descrição geral Padarias Armazéns Centros de distribuição Vantagens Uma linha de soluções desenvolvida em poliuretano cimentício, que alia extrema resistência mecânica e térmica.

Leia mais

IVPU-Z IBIRÁ é fabricada em poliuretano com reforço de espiral em aço zincado. Possui alta flexibilidade, ótima resistância à abrasão.

IVPU-Z IBIRÁ é fabricada em poliuretano com reforço de espiral em aço zincado. Possui alta flexibilidade, ótima resistância à abrasão. VU-Z vácuo-ar 100% U Ficha Técnica Edição 00-08/05/015 VU-Z BRÁ VU-Z BRÁ Mangueira 100% U Descrição dos produtos Campos de Aplicação Dados do produto Metodologias Utilizadas: VU-Z BRÁ é fabricada em poliuretano

Leia mais

Número CC004/2015. Fornecedor. Pregão. Item Descrição do Material UF Quantidade Preço Unitário Preço Total Marca / Modelo Prazo Entrega

Número CC004/2015. Fornecedor. Pregão. Item Descrição do Material UF Quantidade Preço Unitário Preço Total Marca / Modelo Prazo Entrega Folha 1 1 AGUA destilada, para solucao injetavel. Embalagem: ampola com 20 ml conteendo a impressao " venda proibida pelo comercio." registro dos produtos na Anvisa e Certificado de Boas Praticas, Fabricacao

Leia mais

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.

Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com. Av. Dr. Léo de Affonseca Netto n 750 Jd. Novo Horizonte Lorena / SP CEP: 12605-720 Fone/Fax: (12) 3157-4244 E-mail: rm@rm-gpc.com.br PROBEM Programa Biomassa Energia Materiais Refinaria de Biomassa Érica

Leia mais

Controle da população microbiana

Controle da população microbiana Controle da população microbiana Microbiologia Prof a. Vânia Taxa de Morte Microbiana Quando as populações bacterianas são aquecidas ou tratadas com substâncias químicas antimicrobianas, elas normalmente

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS O que é biomassa? - É toda matéria orgânica proveniente das plantas e animais. Como se forma a biomassa? - A biomassa é obtida através da fotossíntese realizada pelas plantas.

Leia mais

CONCEITO CONCEITO HISTÓRIA 21/03/2013

CONCEITO CONCEITO HISTÓRIA 21/03/2013 CONCEITO Cromatografia é um processo físico de separação, no qual os componentes a serem separados distribuem-se em duas fases: fase estacionária e fase móvel. PROFA. ALESSANDRA GUEDES SALVADOR, 2013.

Leia mais

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 8 Compostagem. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015.

Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos. 8 Compostagem. Professor: Sandro Donnini Mancini. Sorocaba, Março de 2015. Campus Experimental de Sorocaba Disciplina: Tratamento de Resíduos Sólidos e Efluentes Gasosos Graduação em Engenharia Ambiental 8 Compostagem Professor: Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Março de 2015.

Leia mais

GERAÇÃO POR BIOMASSA. Tatiana Gonsalves Diretora Comercial da América do Sul Nexsteppe Sementes do Brasil tgonsalves@nexsteppe.

GERAÇÃO POR BIOMASSA. Tatiana Gonsalves Diretora Comercial da América do Sul Nexsteppe Sementes do Brasil tgonsalves@nexsteppe. GERAÇÃO POR BIOMASSA Tatiana Gonsalves Diretora Comercial da América do Sul Nexsteppe Sementes do Brasil tgonsalves@nexsteppe.com 19 33245007 Matriz Energética Brasileira 87% é de fontes renováveis, enquanto

Leia mais

Prof. Carlos E. Matos. Maio - 2013

Prof. Carlos E. Matos. Maio - 2013 Elaboração de Ficha com Dados de Segurança de Resíduos químicos (FDSR) e rotulagem (ABNT-NBR 16725) Resíduos perigosos: classificação (ABNT- NBR 10004 e transporte) Prof. Carlos E. Matos Maio - 2013 FISPQ

Leia mais

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Determinação de Carbamato de Etila em Bebidas Alcoólicas Destiladas por CG-EM

INSTRUÇÃO DE TRABALHO Determinação de Carbamato de Etila em Bebidas Alcoólicas Destiladas por CG-EM Página: 1 de 9 Elaboração: Nome Função Assinatura Data Zelita de Oliveira Lopes Brasil RT substituta Adriana Cândida Faustino Nishi Colaboradora Análise crítica: Nélio Fleury Filho Colaborador Aprovação:

Leia mais

Utilização do óleo vegetal em motores diesel

Utilização do óleo vegetal em motores diesel 30 3 Utilização do óleo vegetal em motores diesel O óleo vegetal é uma alternativa de combustível para a substituição do óleo diesel na utilização de motores veiculares e também estacionários. Como é um

Leia mais

QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO

QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO QUÍMICA TAISSA LUKJANENKO SUBSTÂNCIA PURA MISTURA ESTUDO DAS SUBSTÂNCIAS E MISTURAS SUBSTÂNCIA: material formado por moléculas quimicamente iguais. Substância simples: é constituída de uma molécula formada

Leia mais

Avaliação dos equipamentos a serem utilizados; Análise de riscos para execução das atividades; Análise da qualificação dos líderes operacionais;

Avaliação dos equipamentos a serem utilizados; Análise de riscos para execução das atividades; Análise da qualificação dos líderes operacionais; 2014 Avaliação dos equipamentos a serem utilizados; Análise de riscos para execução das atividades; Análise da qualificação dos líderes operacionais; Relatório diário das atividades executadas; Caracterização

Leia mais

Os proprietários no Brasil podem ser: Empresas concessionárias de serviço público de geração;

Os proprietários no Brasil podem ser: Empresas concessionárias de serviço público de geração; GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DEFINIÇÃO A geração distribuída de eletricidade consiste na produção da eletricidade no local de seu consumo, ou próximo a ele; Eventuais excedentes desta geração podem ser vendidos

Leia mais

Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota)

Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota) Eficiência Energética e Cuidados Ambientais em Empreendimentos a Carvão - a experiência da UTE CANDIOTA III - 350 MW (Fase C da Usina de Candiota) Apresentação 2 Thermal Energy LatAm Rio de Janeiro, 01/02/2012

Leia mais

REPERSIL XN PRODUTO: www.rejuntabras.com.br

REPERSIL XN PRODUTO: www.rejuntabras.com.br INDICAÇÕES: Eficiente na restauração e preservação de monumentos históricos. Pode ser usado como primer para tinta imobiliária em paredes, fachadas e telhas. COMO UTILIZAR MELHOR O SEU PRODUTO: Ao hidrofugar

Leia mais

http://www.quimica.net/emiliano 1

http://www.quimica.net/emiliano 1 Resolução da Prova de Química Vestibular Verão UPF 2004 Professor Emiliano hemello www.quimica.net/emiliano emiliano@quimica.net Questões Resolução: B Resoluções Em 1875, rookes colocou gases muito rarefeitos

Leia mais

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 13/04/2013

P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 13/04/2013 P1 - PROVA DE QUÍMICA GERAL 13/04/2013 Nome: Gabarito Nº de Matrícula: Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão 1 a 2,5 2 a 2,5 3 a 2,5 4 a 2,5 Total 10,0 Dados R = 0,0821 atm L mol -1 K -1 T (K)

Leia mais

Matéria: Química Assunto: Materiais Prof. Gilberto Ramos

Matéria: Química Assunto: Materiais Prof. Gilberto Ramos Matéria: Química Assunto: Materiais Prof. Gilberto Ramos Química Materiais, suas propriedades e usos Estados Físicos Estado vem do latim status (posição,situação, condição,modo de estar). O estado físico

Leia mais

Escola de Engenharia de Lorena USP - Cinética Química Capítulo 05 Reações Irreversiveis a Volume Varíavel

Escola de Engenharia de Lorena USP - Cinética Química Capítulo 05 Reações Irreversiveis a Volume Varíavel 1 - Calcule a fração de conversão volumétrica (ε A) para as condições apresentadas: Item Reação Condição da Alimentação R: (ε A ) A A 3R 5% molar de inertes 1,5 B (CH 3 ) O CH 4 + H + CO 30% em peso de

Leia mais

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO: PROCESSO DE RECICLAGEM Processo de valorização de resíduos, que consiste no reaproveitamento/reciclagem

Leia mais

Projeto Container de Carbonização Rima Industrial S/A www.rima.com.br

Projeto Container de Carbonização Rima Industrial S/A www.rima.com.br Projeto Container de Carbonização Rima Industrial S/A www.rima.com.br Ricardo Antônio Vicintin José Urbano Alves Adriana de Oliveira Vilela Flávio Lúcio Eulálio de Souza Belo Horizonte, Outubro 2008 Rima

Leia mais

Princípios e Aplicaçõ

Princípios e Aplicaçõ Técnicas de Análises Térmicas: T Princípios e Aplicaçõ ções Jair C. C. Freitas Laboratório de Materiais Carbonosos e Cerâmicos (LMC) Departamento de Física - UFES Sinopse Introdução Generalidades sobre

Leia mais

O interesse da Química é analisar as...

O interesse da Química é analisar as... O interesse da Química é analisar as... PROPRIEDADES CONSTITUINTES SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS TRANSFORMAÇÕES ESTADOS FÍSICOS DOS MATERIAIS Os materiais podem se apresentar na natureza em 3 estados físicos

Leia mais

Processos Fermentativos

Processos Fermentativos CONCEITOS Reações químicas x Reações Bioquímicas Processos químicos: Realizado entre compostos químicos usando-se catalisadores químicos. Processos Enzimáticos: Transformação química realizada por catalisadores

Leia mais

Tecnologias da Biomassa para Conversão de Energia

Tecnologias da Biomassa para Conversão de Energia Tecnologias da Biomassa para Conversão de Energia Prof. Dr.Waldir A. Bizzo Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Mecânica Matriz energética mundial Matriz energética mundial Matriz

Leia mais

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria

Determinação quantitativa de amido em produtos cárneos por espectrometria Página 1 de 7 1 Escopo Este método tem por objetivo quantificar amido em produtos cárneos por espectrometria molecular no. 2 Fundamentos Baseia-se na determinação espectrofotométrica a 620 nm do composto

Leia mais

SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS. (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido

SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS. (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (Processos mecânicos de separação) Sistema sólido - sólido Separação magnética: Separa misturas do tipo sólido-sólido nas quais um dos componentes tem propriedades magnéticas

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004

RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004 RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO - ABNT NBR 10004 A classificação de resíduos sólidos envolve a identificação do processo ou atividade que lhes deu origem, de seus constituintes e características, e a comparação

Leia mais

Investigando a cinza da casca do arroz como fase estacionária em cromatografia: Uma proposta para aulas de Química Orgânica Experimental na Graduação

Investigando a cinza da casca do arroz como fase estacionária em cromatografia: Uma proposta para aulas de Química Orgânica Experimental na Graduação Investigando a cinza da casca do arroz como fase estacionária em cromatografia: Uma proposta para aulas de Química Orgânica Experimental na Graduação João R de Freitas Filho (PQ) 1, Jucleiton José Rufino

Leia mais

Tecnologia de Fabricação de Biocombustíveis. Capítulo 1b Definição, tipos e gerações dos Biocombustíveis

Tecnologia de Fabricação de Biocombustíveis. Capítulo 1b Definição, tipos e gerações dos Biocombustíveis Tecnologia de Fabricação de Biocombustíveis Capítulo 1b Definição, tipos e gerações dos Biocombustíveis Biocombustíveis Conceito Legislação Brasileira (Lei nº 9.478/97, art. 6º, inciso XXIV) Combustível

Leia mais

Autor(es) LIAN SOTO IZQUIERDO. Orientador(es) FERNANDO DE LIMA CAMARGO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução

Autor(es) LIAN SOTO IZQUIERDO. Orientador(es) FERNANDO DE LIMA CAMARGO. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução 18º Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE DIMENSIONAL DE GASEIFICADORES DO TIPO DOWNDRAFT PARA A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA EM COMUNIDADES ISOLADAS Autor(es) LIAN SOTO IZQUIERDO Orientador(es) FERNANDO

Leia mais

ESCOPO DOS PROGRAMAS DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA

ESCOPO DOS PROGRAMAS DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA BENEFÍCIOS AOS PARTICIPANTES: Sistema de gestão que opera seguindo os requisitos da norma técnica ISO/IEC 17043; 19 Programas oferecidos periodicamente, totalizando 79 serviços de avaliação da conformidade

Leia mais

Sugerencias para el uso de equipos de CLAE. Geison Modesti Costa Escola de Verão em Farmacognosia Fevereiro, 2010 Florianópolis

Sugerencias para el uso de equipos de CLAE. Geison Modesti Costa Escola de Verão em Farmacognosia Fevereiro, 2010 Florianópolis Sugerencias para el uso de equipos de CLAE Geison Modesti Costa Escola de Verão em Farmacognosia Fevereiro, 2010 Florianópolis ESQUEMA DE FUNCIONAMENTO HPLC Injetor Bomba Reservatório Coluna Registrador

Leia mais