RELATÓRIO DA REUNIÃO DE PERITOS

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1 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : Fax : a SESSÃO DA CONFERÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA DOS MINISTROS RESPONSÁVEIS PELO CONTROLO DAS DROGAS DE OUTUBRO DE 2012 ADIS ABEBA, ETIÓPIA CAMDC/EXP/Rpt(V) TEMA: PROMOÇÃO DE BOAS PRÁTICAS NO DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS SOBRE AS DROGAS RELATÓRIO DA REUNIÃO DE PERITOS

2 Pág.1 RELATÓRIO DA REUNIÃO DE PERITOS DA 5ª SESSÃO DA CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS RESPONSÁVEIS PELO CONTROLO DAS DROGAS INTRODUÇÃO 1. A Reunião de Peritos da 5ª Sessão da Conferência da União Africana dos Ministros Responsáveis pelo Controlo de Drogas (CAMDC5) teve lugar no Novo Centro de Conferências e Complexo de Escritórios da Comissão da União Africana, em Adis Abeba, Etiópia, de 8 a 10 Outubro de O objectivo geral da CAMDC5 era de passar em revista e reforçar os mecanismos de uma maior responsabilidade compartilhada para o controle de drogas ilícitas em África, a fim de continuar a implementação das metas de controlo de drogas, bem como aproveitar esta oportunidade para discutir a inclusão dos direitos humanos fundamentais e práticas de saúde pública baseadas em evidências para a legislação de drogas em geral, determinação de políticas, estratégias e programas, por meio de análise do Plano de Acção Revisto da UA para o Controlo de Drogas ( ); os padrões de qualidade mínima propostos para o tratamento com o uso de drogas; e o Projecto da Posição Comum Africana sobre substâncias controladas e o controlo da dor. PARTICIPAÇÃO 2. Participaram na Reunião de Peritos os delegados dos seguintes Estados Membros da UA: África do Sul, Angola, Argélia, Benim, Botsuana, Burkina Faso, Chade, Djibouti Gabão, Gâmbia, Egipto, Eritreia, Etiópia, Guiné, Quénia, Lesoto, Malawi, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Níger, Nigéria, República Democrática Árabe Saharaui, República Democrática do Congo, Seychelles, Sierra Leone, Sudão, Tanzânia e Uganda. 3. Estiveram representados os seguintes Órgãos da UA, as Comunidades Económicas Regionais, Organizações Intergovernamentais e Não-Governamentais e parceiros de cooperação: Comunidade Económica da África Oriental (EAC), Estados Unidos da América, o Reino de Espanha, Coligação para Diálogo sobre África (CODA), a Fundação Kofi Annan, o Consórcio Internacional de Políticas de Drogas (IDPC), Fundação Sociedade Aberta (OSF), Comissão Económica para a África (ECA) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). I. PONTO 1 DA AGENDA: ABERTURA 4. No seu discurso de boas-vindas, o Director-Geral de Controlo de Drogas da República Árabe do Egipto e Presidente Interino da Mesa da 4ª Conferência da União Africana dos Ministros Responsáveis pelo Controlo de Drogas e Prevenção do Crime recordou que a saúde é o primeiro princípio básico da política de drogas. Isso significa colocar mais recursos na prevenção e no tratamento, bem como na pesquisa com vista a entender melhor a dinâmica da dependência e do tratamento. Em África, há necessidade de melhorar os recursos em termos de informação, políticas e gestão, a fim de concentrar as intervenções de acordo com a evidência empírica e a melhor prática. É necessário uma vasta gama de medidas, desde a abstinência e prevenção ao tratamento e redução

3 Pág.2 das consequências na saúde e sociais resultantes do abuso de drogas: uma continuidade de cuidados adequadamente financiados, e parte da integração da saúde e serviços sociais. A reunião instou para que se tenha em mente as principais mensagens emanadas do trabalho da União Africana durante anos. O mesmo inclui a necessidade da unidade regional ao fazer face aos desafios comuns, o caso de apropriação africana da sua agenda de desenvolvimento e a importância de estabelecer equilíbrio na política e estratégia de desenvolvimento. Reconhece-se cada vez mais que os desafios relacionados com drogas devem ser proeminentes no pensamento do desenvolvimento e devem influenciar a maioria dos aspectos de projectos de desenvolvimento. 5. A Fundação Kofi Annan informou que em Abril de 2012, a Fundação, juntamente com parceiros, realizou um seminário em Dakar para discutir o impacto do crime organizado e do tráfico de drogas na África Ocidental. O seminário recomendou a criação de um grupo independente da vanguarda liderado regionalmente com o objectivo de mobilizar a opinião pública e catalisar apoio político para acções futuras. Ex-Secretário Geral da ONU, Kofi Annan, convoca uma comissão de alto nível para o efeito. A Comissão, que será lançada em Janeiro de 2013, funcionará com base no trabalho desenvolvido pela CUA, CEDEAO, UNODC e irá cooperar estreitamente com estas instituições. A Comissão terá três objectivos: (i.) mobilizar a consciencialização pública e compromisso político; (ii.) desenvolver as recomendações políticas com base em evidências, e (iii.) promover as capacidades locais e regionais e apropriação. Os resultados esperados da Comissão são maior consciência entre os actores políticos e a sociedade em geral sobre os perigos que o tráfico de drogas representa; redução significativa das actuais lacunas no reconhecimento e compreensão do alcance e do impacto do tráfico; e acima de tudo, a redução da vulnerabilidade da África Ocidental as ameaças que o tráfico de drogas representa através de adopção de medidas preventivas a nível nacional, regional e internacional. 6. No seu discurso de abertura, o Director dos Assuntos Sociais da CUA recordou a reunião dos compromissos assumidos em Dezembro de 2007 quando a África aceitou implementar o Plano de Acção para o Controle de Drogas e Prevenção do Crime ( ), em colaboração com as partes interessadas. O Director enfatizou que o objectivo da 5ª Sessão da Conferência da UA dos Ministros Responsáveis pelo Controlos das Drogas é de passar em revista e reforçar os mecanismos de responsabilidade compartilhada para o controlo das drogas ilícitas em África, a fim de continuar a implementação das metas de controlo das drogas bem como aproveitar esta oportunidade para discutir a inclusão dos direitos humanos fundamentais e práticas da saúde pública baseadas em evidências na legislação políticas, estratégias e programas sobre drogas. II. QUESTÕES DE PROCEDIMENTO A.) Eleição da Mesa 7. Os Peritos elegeram a Mesa para a 5ª Sessão da Conferência da UA dos Ministros Responsáveis pelo Controlo das Drogas da seguinte forma:

4 Pág.3 Presidente: Egipto (África do Norte) 1º Vice-Presidente: África do Sul (África Austral) 2º Vice-Presidente: Gabão (África Central) 3 º Vice-Presidente: Quénia (África Oriental) Relator: Nigéria (África Ocidental) 8. O Comité de Redacção era composto pelo Relator da Reunião e dois funcionários do Departamento de Assuntos Sociais da Comissão da UA. B.) Adopção da Agenda e do Programa de Trabalho 9. A reunião adoptou os dez pontos da agenda. III. PONTO 3 DE AGENDA: APRESENTAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO REVISTO DA UNIÃO AFRICANA SOBRE O CONTROLO DAS DROGAS ( ) 10. A Comissão da UA apresentou o ponto de situação da implementação do Plano de Acção da UA sobre o Controlo das Drogas e Prevenção do Crime ( ), destacando o trabalho da Comissão, em colaboração com os parceiros intervenientes. Deu-se ênfase nas seguintes conclusões: Cooperação e da coordenação no combate às drogas; Harmonização da legislação sobre o controlo de drogas entre os Estados Membros; Prossecução do controlo dos precursores químicos usados para o fabrico de drogas sintéticas; Exploração da necessidade de um mecanismo de formação africano para o tratamento da dependência das drogas; Reforço do Sistema Continental de Aviso Prévio (CEWS) para incluir redes epidemiológicas e avaliações de ameaças 11. Os desafios encontrados na implementação do Plano de Acção da UA sobre o Controlo de Drogas e Prevenção do Crime ( ) (AUPA) foram os seguintes: a. Fracas actividades de coordenação a nível continental, Regional e Nacional; b. A falta de pessoal adequado e de nível de capacidade nas CERs e nos Estados Membros para participar em pleno na implementação do AUPA; c. A tradução de políticas, resoluções e quadros em acção concreta ao nível dos Estados Membros carece de apoio e sustentabilidade financeiros adequados; d. Indicadores de desempenho para monitorização e avaliação insuficientes;

5 Pág.4 e. Ênfase excessiva sobre a aplicação da lei e a necessidade da resposta proactiva da prevenção; f. A fraca informação de retorno e dados dos estados Membros e das CERs sobre a implementação do AUPA apesar de a CUA não recomendar aqueles Estados membros que criaram balcões de ligação para assuntos relacionados com o AUPA. 12. O proposto Plano de Acção Revisto da UA sobre o Controlo de Drogas ( ) possui o objectivo fundamental de melhorar a saúde, a segurança e o bem-estar socioeconómico do povo de África através da redução do uso, do tráfico ilícito de drogas e de crimes associados. 13. O Plano de Acção define quatro (4) áreas prioritárias conforme vem a seguir: a. Gestão, fiscalização, relatórios de avaliação a nível continental, regional e nacional do AUPA melhorado; b. Serviços com base em evidências ampliados para abordar o impacto na saúde e social do uso de drogas nos Estados-membros; c. Combate ao tráfico de drogas e desafios relacionados à segurança humana através de apoio aos Estados Membros e às CER para reduzir as tendências de tráfico ilícito e reduzir a oferta de acordo com os princípios fundamentais dos direitos humanos e do Estado de direito; d. Capacitação em matéria de pesquisa e recolha de dados melhorada através de fortalecimento das instituições de modo a responder eficazmente aos desafios colocados pelas drogas ilícitas, e para facilitar a circulação lícita de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas para fins médicos e científicos. 14. O Consórcio Internacional da Política de Drogas (IDPC) saudou a revisão do AUPA E observou que enquanto este retém a incidência sobre a redução do crime e segurança ele prevê claramente a prestação de melhores serviços sociais e de saúde a um grupo que permanece desproporcionalmente vulnerável às infecções, exploração, estigma e morte. A reunião foi recordada de que nem todos os delitos das drogas e todos os criminosos da droga são os mesmos. Grupos organizados de crimes aproveitam o multimilionário mercado negro do dólar, enquanto os utilizadores são, muitas vezes, apanhados na rede do vício alvos da polícia, alvos dos grupos criminosos e isolados na sociedade. O IDPC promove que estes utilizadores da droga sejam apoiados e não punidos e, desta forma, tratados como seres humanos e oferecidos protecção e serviços de saúde em vez de serem criminalizados e encarcerados. Através do novo AUPA, os Estados Membros da UA podem comprometer-se com e iniciar a operacionalização - uma abordagem humana, equilibrada e efectiva que protege os membros vulneráveis da sociedade enquanto permanecem vigilantes ao comércio da droga. O Plano de Acção da UA chega num período em que outras regiões reconhecem que a Guerra contras as

6 Pág.5 drogas não teve sucesso particularmente na América Latina. Através da Implementação da Matriz, o AUPA apoiará os Estados Membros a melhor dimensionarem e compreender os verdadeiros impactos das suas políticas de estupefacientes e a encontrar respostas mais efectivas. De apoio a isto, IDPC produziu uma exaustiva Política Directiva sobre Estupefacientes que destaca os argumentos e evidências para uma efectiva política de estupefacientes bem como sumariza especificamente o Plano de Acção da UA, o qual contém várias recomendações chaves. 15. A reunião fez as seguintes intervenções: - A aplicação da lei joga um papel definitivo na redução da procura e foram alcançados sucessos concretos. - Deve-se ter o cuidado de manter resultados realísticos, objectivos e prioridades práticos a fim de funcionar dentro das realidades do Continente. - Aspectos tais como drogas no local de trabalho, tratamento e serviços especializados, pós-cuidados, programas de diversão e reintegração devem ser especificamente incluídos. - A monitorização e avaliação regulares para a medição do desempenho e capacitação informada são essenciais para o sucesso da coordenação das actividades no Continente, através da possibilidade de a CUA manter uma classificação dos países em matéria de controlo de drogas. - Para auxiliar a questão da recolha de dados, é essencial criar capacidades e potenciar os pontos focais nacionais e actores não-governamentais (Incluindo o estabelecimento de critérios), representando o controlo de drogas de forma holística em todos os Estados Membros. - Atribuição de recursos suficientes, associada a uma falta aparente de prioridade dos doadores continua a representar um desafio para a execução do Plano de Acção. - A cooperação internacional e regional, incluindo a extradição, é essencial para o combate ao tráfico de drogas. - Constatou-se que grande parte da droga produzida em África é cannabis, mesmo assim, a África não recebe nenhum apoio técnico para erradicação da cultura e programas alternativos de desenvolvimento. 16. A reunião adoptou o Plano Revisto de Acção da UA de , com emendas e propôs as seguintes recomendações: - O controlo de drogas deve-se tornar uma questão continental que deve ser prosseguido pelos líderes Continentais, possivelmente consagrando o tema para uma próxima Cimeira dos Chefes de Estado. - Os Estados Membros devem estabelecer unidades de ligação departamentais sobre o Plano de Acção para criar e manter o fluxo de comunicação com a CUA. - O álcool e o tabaco devem ser incluídos nas estratégias de prevenção de uso de drogas, especialmente porque o abuso do álcool constitui uma grande preocupação no Continente. - Em face dos actuais desafios que os Estados Membros enfrentam nas áreas de financiamento dos programas de redução da procura e da oferta, propõe-se

7 Pág.6 que os ministros considerem a adopção de políticas de harmonização e reforço das instituições pertinentes nos Estados Membros, convertendo os procedimentos das condenações relativas com o uso de drogas para ser também aplicados para os programas da redução da oferta. - O financiamento global do uso de drogas deve ocorrer a nível nacional e de forma equilibrada de forma a abordar a prevenção do uso, do tratamento e do controlo do tráfico de drogas. - Os Estados Membros devem desenvolver uma estratégia clara de financiamento e um plano de mobilização de recursos para a implementação do AUPA pela CUA e a nível nacional. IV. PONTO 4 DA AGENDA: APRESENTAÇÃO DE PADRÕES CONTINENTAIS MÍNIMOS DE QUALIDADE PARA TRATAMENTO COM USO DE ESTUPEFACIENTES 17. A criminalização e a marginalização dos utilizadores de drogas tem aumentado os problemas de saúde provocados pela droga e violado os direitos universais fundamentais do homem. Nestes períodos economicamente difíceis, os Governos podem ver uma oportunidade para rever as leis, estratégias e programas de controlo das drogas para fazerem o mais efectivo uso dos recursos e atingir o objectivo fundamental da política das drogas, que é: maximizar a segurança humana, saúde e desenvolvimento. 18. O desenvolvimento de um conjunto de padrões de qualidade mínima e de indicadores para a União Africana é ambicioso, dadas as diferenças nacionais em termos dos desafios do uso das drogas bem como as diferenças na organização dos sistemas públicos de cuidados de saúde e dos factores socioeconómicos e culturais. Todavia, existe margem considerável para melhorar a qualidade das intervenções, dos programas e dos serviços. A 4ª Sessão da Conferência da UA dos Ministros Responsáveis pelo Controlo de Drogas e Prevenção do Crime (CAMDCCP4) definiu como uma das acções prioritárias para 2011 e 2012, a necessidade de uma instalação continental para formação e tratamento da dependência da droga e que a Comissão da UA consultasse os Estados Membros sobre esta matéria. Assim, para iniciar este processo, a Comissão preparou os Padrões Continentais Mínimos para tratamento da dependência da droga para servir de guia para os Estados Membros. A Fundação da Sociedade Aberta (OSF) realçou que tratamento humano, acessível e eficaz da dependência que respeite os direitos humanos é parte crucial da política de drogas. Tendo serviços de tratamento humano e voluntários esse trabalho poderá ser essencial para encontrar alternativas a prisão e detenção para algumas infracções relativas a drogas. Não existe bom tratamento e económico. Os padrões mínimos propostos são uma medida importante para orientar a política nesta área. 19. Após as apresentações, a reunião enfatizou o seguinte: - A avaliação do paciente deve ser feita por uma equipa multidisciplinar. - Devem ser incluídas mecanismos de transição e de prevenção de recaídas.

8 Pág.7 - A infra-estrutura do mecanismo deve concordar com os padrões dos serviços públicos da saúde. - Os recursos continuam a ser um desafio para aderir aos padrões mínimos. Enquanto se reconhece que a ciência por detrás da prevenção do uso das drogas é relativamente fraca, ao contrário da ciência por detrás do tratamento. o UNODC está a trabalhar no desenvolvimento de padrões mínimos para a prevenção do uso das drogas. 20. A reunião adoptou os padrões mínimos de qualidade para o tratamento com recurso a drogas, com emendas e recomendou o seguinte: - A CUA deve compilar normas de tratamento Continentais. - A CUA deve compilar os padrões mínimos de qualidade para o tratamento com recurso a drogas para crianças. - A CUA deve reforçar o possível centro de formação continental para provedores de tratamento com recurso a drogas. - A CUA deve incluir os padrões mínimos de qualidade para tratamento comunitário e ambulatório de pacientes. - A CUA deve preparar os padrões mínimos de qualidade para a prevenção do uso de drogas. - O UNODC deve continuar o seu trabalho de desenvolvimento de padrões mínimos de qualidade para a prevenção do uso de drogas para apresentar na Comissão da ONU sobre Estupefacientes em V. PONTO 5 DA AGENDA: APRESENTAÇÃO DA POSIÇÃO COMUM DA ÁFRICA SOBRE AS SUBSTÂNCIAS CONTROLADAS E GESTÃO DA DOR 21. Um sistema funcional para gestão da disponibilidade de narcóticos e substâncias psicotrópicas deverá proporcionar alívio da dor e sofrimento, assegurando o fornecimento seguro das mais acessíveis drogas aos pacientes que delas necessitam e, ao mesmo tempo, deverá prevenir o desvio das drogas para fins de abuso. São, contudo, necessários sistemas nacionais e internacionais bem estruturados para gerir a disponibilidade dos narcóticos e substâncias psicotrópicas, as quais devem desempenhar, inter alia, as seguintes funções: Proporcionar drogas para o alívio da dor e do sofrimento aos pacientes que delas necessitam, utilizando uma distribuição segura mais acessível; Criar salvaguardas para prevenir o desvio para fins de abuso; Assegurar educação e formação correctas dos profissionais de saúde; Educar o público sobre o uso correcto e racional de substâncias narcóticas e psicotrópicas bem como sobre a prevenção do uso; Mobilizar a participação activa das organizações profissionais e associações de consumidores; e Encorajar o desenvolvimento e uso de agentes terapêuticos melhores e mais seguros para substituir medicamentos com eficácia e segurança limitadas.

9 Pág Foram identificados vários impedimentos às acções acima referidas, tais como (a) preocupações acerca dos vícios, (b) insuficiente formação dos profissionais dos cuidados de saúde, (c) leis e regulamentos que proporcionalmente restringem o fabrico, distribuição, prescrição e administração do ópio, (d) relutância em prescrever ou armazenar ópio por causa das preocupações acerca das sanções legais, (e) relutância em armazenar ópio por causa das preocupações relacionas com o furto ou roubo, (f) fardo administrativos das exigências para obtenção do ópio, (h) probabilidades de desvio do ópio (i) custos dos medicamentos com base no ópio, (j) insuficientes recursos, pessoal e instalações para os cuidados de saúde, (k) fardo administrativo das exigências para importação e exportação, (l) problemas no sistema de distribuição do ópio e (m) ausência de directivas ou políticas nacionais. 23. O UNODC apoiou a apresentação e anunciou um projecto conjunto com a OMS e a União para Cuidados Internacionais do Câncer (UICC) que irá harmonizar os procedimentos e criar capacidades em países pilotos. 24. Após as apresentações feitas, a reunião realçou o seguinte: - Os Estados Membros precisam de ser capacitados a fim de terem um sistema operacional adequado. Isto inclui troca de experiências e formação em medicina preventiva. - Os medicamentos contrafeitos são uma questão relacionada e chamou-se atenção dos delegados sobre o aumento da sua produção e distribuição no Continente. 25. A reunião adoptou a proposta da Posição Comum Africana e propôs as seguintes recomendações: - A CUA deve convocar uma sessão especial para discutir modelos de leis, legislações nacionais apoiadas por regulamentos, procedimentos de regulação de medicamentos e necessidades de capacitação. VI. PONTO 6 DA AGENDA: DIVERSOS 26. Não houve pontos inscritos para discussão nos Diversos. VII. PONTO 7 DA AGENDA: RECOMENDAÇÕES SOBRE A DATA E O LOCAL DA REALIZAÇÃO DA CAMDC6 27. Recomendou-se que a 6ª Sessão da Conferência da UA dos Ministros do Controlo das Drogas terá lugar nas Instalações da CUA em Adis Abeba, Etiópia, em VIII. PONTO 8 DE AGENDA: ANÁLISE DOS PROJECTOS DE AGENDA E DO PROGRAMA DE TRABALHO DA REUNIÃO MINISTERIAL 27. Os Projectos da Agenda e do Programa de Trabalho da Reunião Ministerial foram apreciados e adoptados pelos Peritos com pequenas alterações.

10 Pág.9 IX. PONTO 9 DA AGENDA: ADOPÇÃO DO RELATÓRIO DOS PERITOS 28. A Reunião adoptou o Relatório dos Peritos da CAMDC5 com emendas. XI. PONTO 10 DA AGENDA: ENCERRAMENTO 29. A Reunião foi encerrada após algumas palavras de apreço do Presidente da Mesa da CAMDC5.

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DOCUMENTO SÍNTESE UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA IE13255 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) 5182402 Fax: (251-11) 5182400 Website: www.au.int CONFERÊNCIA DA CUA/AFCAC/AFRAA DE TRANSPORTES

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