Autoridade Pública Olímpica APO Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI Versão 1.0

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1 Autoridade Pública Olímpica APO Plano Diretor de Tecnologia da Informação - PDTI Versão 1.0

2 A elaboração deste Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) é de responsabilidade da área de Tecnologia da Informação da Autoridade Pública Olímpica e sua função é viabilizar condições de implantação da estrutura da Autarquia, com base na previsão orçamentária disponibilizada. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

3 Histórico das revisões Data Versão Descrição Autores 05/09/ Versão apresentada à Diretora de Integração 08/09/ Versão apresentada à Diretoria Executiva Equipe de elaboração do PDTI Diretoria de Integração Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

4 SUMÁRIO Apresentação 5 Introdução 5 I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. Conceito e Finalidade do PDTI 6 2. Incidência do PDTI 6 3. Período de aplicação do PDTI 6 4. Período de revisão do PDTI 6 5. Metodologia adotada 6 6. Objetivo Estratégico da TI 7 7. Análise SWOT 7 8. Documentos de referência 7 9. Princípios e Diretrizes que permeiam o PDTI 8 II DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL DA APO 10. Histórico e estrutura atual da APO 8 III APARELHAMENTO DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 11. Contextualização Macroprocessos Metas e Ações da TI Recursos Humanos da TI Infraestrutura de TI Desenvolvimento de Sistemas Aquisição de Softwares de Apoio Capacitação de recursos humanos Plano de Gestão de Riscos 21 IV APORTE ORÇAMENTÁRIO 20. Plano Orçamentário para Efetivação do PDTI 22 V DESMOBILIZAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 21. Destinação da Estrutura da APO em Decorrência de sua Extinção 24 Considerações Finais Referências Anexo I Detalhamento de recursos necessários para Tecnologia da Informação Anexo II Diretrizes para Aquisições de Equipamentos e Serviços de Tecnologia da Informação da Autoridade Pública Olímpica, aprovado pela Resolução nº 02/2013 da Diretoria Executiva Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

5 APRESENTAÇÃO A reforma administrativa trazida pela Emenda Constitucional nº 19, de 4 de junho de 1998, deixou patente a necessidade de que a Administração Pública atue segundo modelo gerencial voltado aos resultados. Dessa forma, modelos apegados à burocracia foram substituídos por uma administração focada na eficiência, princípio inserido no caput do artigo 37 da Constituição Federal que, em conjunto com os demais, tem como escopo atender aos principais objetivos delineados pelo interesse público. A mudança de eixo baseou-se na própria evolução da relação Estado-Cidadão, em face dos avanços tecnológico, científico, político e econômico no contexto mundial, sendo que a flexibilidade e a descentralização administrativa constituem-se em vetores importantes que devem ser incorporados à rotina de qualquer agente público ou colaborador, principalmente os que ocupam posição de comando nas organizações. Portanto, o desenvolvimento do ser humano, sob os mais diferentes aspectos, acaba por refletir, em algum grau, no modo de prestação de serviços por parte dos governos, obrigando-os a acompanhar, de forma responsável, a modernidade tecnológica e administrativa, com vistas a suprir, com o máximo de profissionalismo possível, os anseios individuais e coletivos que caracterizam o Estado Democrático de Direito e que reflete a famosa máxima: governo do povo, pelo povo e para o povo. INTRODUÇÃO A informação, cada vez mais, ocupa papel primordial no âmbito de qualquer administração, seja pública ou privada. Questões relativas às metas, ações, referências estratégicas, segurança da informação, entre outras, devem nortear a atividade do Estado, que atua alicerçado na administração gerencial. Na inteligência do artigo 174 da Constituição Federal, no papel de agente normativo e regulador da atividade econômica, é determinante para o Estado exercer as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, fato que implica na adoção de políticas de gerenciamento mais técnicas, transparentes, racionais e flexíveis. Nessa seara, torna-se imperiosa a conjugação de esforços da área de Tecnologia da Informação com os setores responsáveis pela administração dos recursos orçamentários e gestão de pessoas, todos voltados para a viabilidade da consecução da entrega da atividadefim, de modo ágil e adequado, tendo em vista o cliente final por excelência: o cidadão e, por consequência, a coletividade. Assim sendo, com esteio, principalmente, na visão gerencial de administração, elabora-se o presente Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI), o qual se fundamenta nos diversos instrumentos jurídicos que possibilitam a concretização das referências estratégicas da Autoridade Pública Olímpica, tais como a Lei Federal nº /2011, a Lei nº 5.949/2011 (Estado do Rio de Janeiro), a Lei nº 5.260/2011 (Município do Rio de Janeiro) e o Decreto-Lei nº 200/1967 (que dispõe sobre regras gerais de organização da Administração Pública). Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

6 DIRETORIA EXECUTIVA DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO PLANO DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PDTI I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1. Conceito e Finalidade do PDTI Instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa a atender às necessidades tecnológicas e de informação da Autoridade Pública Olímpica APO. 2. Incidência do PDTI O presente instrumento de gestão destina-se à aplicação pela Autoridade Pública Olímpica, consórcio público sob a forma de autarquia em regime especial, com personalidade jurídica de direito público, integrado pela União, pelo Estado do Rio de Janeiro e pelo Município do Rio de Janeiro. A instituição foi criada pelo Contrato de Consórcio Público interfederativo ratificado pela Lei Federal nº /2011, pela Lei nº 5.949/2011 (do Estado do Rio de Janeiro) e pela Lei nº 5.260/2011, (do Município do Rio de Janeiro). 3. Período de Aplicação do PDTI De agosto de 2014 a 31 de dezembro de De se registrar que a extinção da APO está prevista para a data de 31/12/2018, nos termos da cláusula Vigésima Quarta do Contrato de Consórcio Público em questão. Observase que o Conselho Público Olímpico poderá decidir pela prorrogação da APO por, no máximo, dois anos ( 1º do mencionado dispositivo), o que ocasionará em nova revisão tendo em foco o período de desmobilização e extinção do órgão. 4. Período de Revisão do PDTI Anualmente ou quando necessário. 5. Metodologia Adotada A elaboração deste documento parte da adoção de metodologia que prevê as seguintes etapas: Levantamento da situação atual; Definição das necessidades; Alinhamento da situação desejada; e Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

7 Elaboração do PDTI. 6. Objetivo Estratégico da TI Planejar, definir, implementar e dar suporte à infraestrutura tecnológica e de sistemas da Instituição, com alinhamento às suas diretrizes estratégicas. 7. Análise SWOT A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário ou de ambiente e é usada como base para gestão e referências estratégicas de uma organização. No contexto da presente análise, trata-se de método que possibilita verificar e avaliar os fatores para um posicionamento estratégico da área de TI no ambiente em questão. SWOT é a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças). Análise SWOT da área de Tecnologia da Informação da APO Ambiente Interno Forças - vantagens internas Gestores qualificados Nível técnico da equipe Credibilidade da TI Fraquezas - desvantagens internas Quantidade insuficiente de profissionais de TI Processos e metodologias de trabalho não formalizados Tempo de existência da APO Ambiente Externo Oportunidades - aspectos externos positivos Aquisição de tecnologia de ponta Consolidação da TI como área estratégica da APO Ameaças - aspectos externos negativos Demandas não programadas Prazo para licitações Implementação de tecnologia inovadora Legado de infraestrutura e sistemas 8. Documentos de Referência Guia de Boas Práticas em Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação. Tribunal de Contas da União. Versão Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

8 Instrução Normativa nº 04/2010 SLTI/MP - Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação por parte da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Resolução nº 02, de 25 de janeiro de 2013, da Diretoria Executiva da APO, que aprovou o documento Diretrizes para Aquisição de Equipamentos e Serviços de Tecnologia da Informação da Autoridade Pública Olímpica (Anexo I). Guia de Elaboração de PDTI do SISP. Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SLTI/MP). Versão Disponível em: o_de_pdti_v1.0_-_versao_digital_com_capa.pdf. Acesso em: julho/ Princípios e Diretrizes que permeiam o PDTI Com esteio na legislação, recomendações e diretrizes governamentais, a elaboração do presente plano se assenta nos princípios básicos que regem toda a Administração Pública, quais sejam a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência. Cite-se, ainda, o Decreto-Lei nº 200/1967, que em seu artigo 6º menciona os seguintes princípios: planejamento, coordenação, descentralização, delegação de competência e controle. Em complementação, a área de Tecnologia da Informação deve observar diretrizes específicas voltadas ao atendimento dos objetivos da APO, tais como: Alinhamento da área de TI com o as diretrizes estratégicas da Instituição; Aplicação da TI na busca constante pela qualidade e eficiência; Otimização dos recursos e investimentos; Integração, quando possível, das soluções de TI às existentes no âmbito da Administração Pública; Contratação de bens e serviços segundo planejamento. II DIAGNÓSTICO ESTRUTURAL DA APO 10. Histórico e Estrutura Atual da APO A APO iniciou suas atividades no ano de 2011, com recursos mínimos em termos de estrutura física e recursos humanos. A Resolução do Conselho Público Olímpico de nº 3, de 27/12/2011, aprovou o Estatuto da APO, instituindo, basicamente, a seguinte estrutura de funcionamento: Conselho Público Olímpico; Conselho de Governança; Presidência; Diretoria Colegiada; Conselho Fiscal; Diretoria Executiva (DE); Diretoria de Infraestrutura Esportiva e Meio Ambiente; Diretoria de Infraestrutura de Mobilidade, Trânsito e Tráfego; Diretoria de Infraestrutura e Serviços de Segurança e Prevenção; Diretoria de Operações e Serviços. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

9 Naquele contexto, as soluções de tecnologia da informação eram atendidas no âmbito da assessoria de informática da Diretoria Executiva, cujas ações encontram ressonância nas Diretrizes para Aquisição de Equipamentos e Serviços de Tecnologia da Informação da Autoridade Pública Olímpica, documento aprovado pela Resolução nº 02, de 25 de janeiro de 2013, da própria Diretoria Executiva. Desde novembro de 2013, a nova direção da Autarquia, a partir de diagnóstico das ações em andamento, vem promovendo alterações em sua estrutura organizacional, bem como na sua metodologia de trabalho. Por alteração estatutária, dentre outras adequações organizacionais, foi criada a Diretoria de Integração (DI), competente para desenvolver ferramental e mecanismos de acompanhamento e processamento das informações concernentes à realização dos Jogos. Assim, o tema Tecnologia da Informação está inserido na esfera de responsabilidades dessa Diretoria, com a estruturação de unidade capaz de gerenciar soluções de infraestrutura e de sistemas, bem como possibilitar o adequado cumprimento das atribuições da APO. O realinhamento das ações desenvolvidas pela Instituição impôs a otimização da coleta e do gerenciamento das informações, sendo que as demais diretorias finalísticas da APO, têm as seguintes competências estabelecidas: Diretoria de Infraestrutura (DINFRA): acompanhar a implementação de projetos e planejamentos da infraestrutura geral para os Jogos; Diretoria de Mobilidade (DIMOB): acompanhar o planejamento e a implementação de projetos, operações e serviços de mobilidade urbana; Diretoria de Operações e Serviços (DIOPS): acompanhar os planejamentos e projetos de operações e serviços em geral necessários à realização dos Jogos. Para suporte as demais atividades de assessoramento, administrativas e gerenciais, a APO conta com as seguintes Assessorias e Superintendências: Assessoria de Comunicação Social e Imprensa (ASCOM); Superintendência de Gestão Corporativa (SGC); Procuradoria-Geral (PG); e Controladoria Geral. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

10 ORGANOGRAMA ATUAL DA APO III APARELHAMENTO DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 11. Contextualização Os Projetos Olímpicos apresentam grande complexidade, não só pelo volume de infraestrutura a ser construída e serviços atrelados, mas também, pela sua distribuição por diversos pontos da cidade do Rio de Janeiro, além de outras cidades. Ademais, as suas características representam um desafio único no que se refere à coordenação e integração dos entes públicos com os entes privados, buscando convergência para a materialização dos compromissos assumidos pelo Brasil. Nesse cenário, a área de Tecnologia da Informação deve implementar novas tecnologias e gerir suas atividades segundo as melhores práticas para a gestão dos recursos, de modo a dar suporte à APO na consecução de suas atribuições institucionais. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

11 12. Macroprocessos Administrativo Definição e implementação de Políticas Gerenciamento de Demandas Gerenciamento de Aquisições Gerenciamento de Contratos Gerenciamento de Fornecedores Infraestrutura Especificações Técnicas Aquisições e Operações Suporte em TI Segurança da Informação Sistemas Administração de Dados Desenvolvimento, Testes e Implantação Manutenção 13. Metas e Ações da TI Metas (% da quantidade total prevista para o item) Estruturação da Equipe da TI Desenvolvimento dos Sistemas da Área Fim Metas (% do Valor da Execução Financeira) Aquisição de software Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

12 Metas (% do Valor da Execução Financeira) Aquisição de equipamentos Aquisição e adaptação dos Sistemas das Áreas de Assessoramento, Administrativas e Gerenciais Recursos Humanos da TI Tecnologia da Informação Governança de TI Infraestrutura Sistemas A estruturação da unidade de TI considera segmentos conforme abaixo: a) Infraestrutura de TI: responsável por manter, gerenciar e operacionalizar a infraestrutura de TI da APO, de forma a garantir a disponibilidade dos serviços oferecidos, bem como o bom funcionamento dos recursos computacionais disponibilizados aos colaboradores e parceiros. As principais funções realizadas são de suporte, help desk, redes, telecomunicações e segurança da informação, as quais envolvem, não exclusivamente, os seguintes processos: Apoio às atividades de escritório; Gerenciamento e suporte ao acesso dos serviços de Rede de Dados, interna e externa; Gerenciamento e suporte dos equipamentos servidores para hospedagem do Banco de Dados, Sistemas de Informação, Site da APO e de arquivos de dados nos ambientes de Data Center a serem implantados na APO, tanto no Rio de Janeiro como em Brasília; Gerenciamento e suporte dos equipamentos funcionais de TI, tais como microcomputadores desktop e notebooks; Cadastramento das credenciais de acesso solicitadas, além do suporte para a utilização do correio eletrônico utilizado no âmbito da APO; Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

13 Suporte aos equipamentos de multimídia, de videoconferência e de ambientes de comando e controle para acompanhamento dos planos e projetos; Gerenciamento de licenças e suporte técnico dos softwares de apoio necessários às atividades das áreas da APO; Suporte ao serviço de impressão; Controle e monitoramento do acesso, interno e externo, aos serviços oferecidos pela APO, bem como filtragem e bloqueio de acessos não autorizados, acidentais ou não, à rede lógica e sistemas; Atendimento de help desk de TI aos funcionários da APO; Elaboração, quando solicitado, de requisitos técnicos para as aquisições de matérias de TI, visando manter a infraestrutura integrada e padronizada; Avaliação, quando necessário, das alternativas de integração com os entes, visando garantir o fluxo de informações para as atividades da APO. b) Sistemas de TI: responsável por projetar, desenvolver e implantar os sistemas de informações necessários às áreas finalísticas e administrativas da APO, prevendo-se as seguintes funções: Levantamento e modelagem dos sistemas de informação; Projeto e desenvolvimento do banco de dados corporativo; Análise e projeto de sistemas de informação, novos ou a serem adaptados; Programação e implantação dos sistemas; Suporte aos usuários no acesso e uso dos sistemas; Suporte à área de Comunicação da APO nos aspectos técnicos do site da APO; Elaboração, quando solicitado, de requisitos técnicos para o desenvolvimento e/ou aquisição de sistemas, visando manter os sistemas de informação integrados; Avaliação, quando necessário, das alternativas de integração com os entes, visando garantir o fluxo de informações para as atividades da APO. c) Governança de TI: voltada para o planejamento, solicitações, acompanhamento e gestão das demandas de TI, que incluem os processos de contratação, aquisições de materiais permanentes e de consumo, acompanhamento e atualização das políticas que envolvem a TI no âmbito da APO, atividades que compõem, não exclusivamente, os seguintes processos: Sugestão de ações para o alinhamento entre as diretrizes e os objetivos estratégicos da APO com as ações de TI; Colaboração na definição de políticas, diretrizes e alternativas técnicas para a padronização e integração dos dados, aplicações e processos de negócios; Colaboração na confecção, gestão e acompanhamento dos contratos e das aquisições relativas a TI. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

14 A previsão máxima de recursos humanos para execução das atividades descritas é a seguinte: Perfil Profissional Quantidade Prevista Quantidade Existente Superintendente de TI 1 1 Gerência de Infraestrutura 1 1 Gerência de Sistemas 1 1 Técnico de Rede e suporte a microinformática 4 3 Desenvolvedor de Sistemas (analista/programador) 4 1 Governança de TI 1 1 TOTAL Infraestrutura de TI Nos últimos anos, a informática tornou-se uma ferramenta fundamental à execução dos serviços nas empresas públicas e privadas. No governo, grande parte das atividades administrativas, bem como os demais processos de trabalho dos órgãos, já operam através de sistemas de informação. A aquisição de equipamentos pertencentes à infraestrutura de Tecnologia da Informação (servidores, racks, softwares de administração e segurança de rede, sistemas de armazenamento de dados, conectividade de rede sem fio, entre outros) se torna necessária para a sustentação de um ambiente corporativo, visando à utilização de banco de dados, aplicações web, serviços de rede, flexibilidade de aceso à rede e a salvaguarda das informações sob custódia desta Instituição. Hoje a APO não dispõe de recursos tecnológicos que possibilitem uma adequada alocação dos seus sistemas e dados, o que pode ocasionar instabilidade, interrupções e perda de informações, uma vez que a rede de dados é composta somente por 03 (três) computadores tipo desktop que desempenham as funções de servidor de dados e de aplicações e de firewall, todos com capacidade limitada de processamento e de armazenamento. Além disso, os links de internet utilizados pela APO para acesso à rede externa e disponibilização dos sistemas internos operam com equipamentos cedidos pela Caixa Econômica Federal, pela Presidência da República e pelo PRODERJ (Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Rio de Janeiro), situação que pode ocasionar limitações, tanto no funcionamento atual, quanto para expansão futura. É crescente demanda por informações produzidas e armazenadas pela APO na realização de suas atividades administrativas e finalísticas, neste caso em especial no acompanhamento dos planos e projetos necessários à preparação dos Jogos Rio 2016, Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

15 inclusive em virtude do aumento do número de usuários e, por conseguinte, maior tráfego e demanda por espaço para armazenamento de dados. Assim, a Instituição depende cada vez mais de uma infraestrutura tecnológica para viabilizar aplicações de missão crítica e implementar rapidamente novas soluções que aumentem a agilidade, confiabilidade, disponibilidade, racionalização de fluxos de trabalho e a melhoria dos serviços prestados, de forma continuada, aos seus usuários. A infraestrutura de equipamentos e recursos de TI necessários às atividades das áreas da APO será suprida mediante a aquisição e/ou locação de equipamentos, softwares e serviços na área de informática. Abaixo se apresentará um detalhamento dessas necessidades, as quais, por sua vez, estão consolidadas em quadro resumo de, tais como: a) Equipamentos do Centro de Processamento de Dados (CPD) e da Rede Demanda Corporativa TI Um Centro de Processamento de Dados é uma modalidade de serviço que oferece recursos de processamento e armazenamento de dados em larga escala para que organizações possam ter ao seu alcance uma estrutura de grande capacidade e flexibilidade, com alta segurança. Para que esteja capacitada do ponto de vista de hardware e software para processar e armazenar informações, prevendo, no mínimo, a duplicação dos dados gerados/armazenados remotamente, a fim de garantir a disponibilidade das informações em caso de ser necessária a sua recuperação, visando à continuidade das atividades da APO, através da existência de 1 (um) centro de dados no Rio de Janeiro e outro em Brasília. Para alcançar tal nível de serviço, torna-se necessária a reestruturação da infraestrutura de TI de que a APO dispõe, principalmente com a aquisição dos seguintes itens: Computadores servidores de maior porte para hospedagem dos serviços de banco de dados, dos sistemas de informação, site da APO e de gerência de acesso à rede e arquivos corporativos, dentre outros. De acordo com as necessidades de migração dos sistemas existentes atualmente, juntamente com a demanda de armazenamento de dados corporativos em conjunto com a perspectiva de crescimento dos mesmos e para a disponibilização dos serviços de forma íntegra, tais Centros de Processamento de Dados devem ser compostos, inicialmente, por 5 (cinco) servidores, trabalhando de forma conjunta para desempenhar, dentre outras, as principais funções acima descritas, de forma distribuída, sendo 3 (três) servidores no Centro de Processamento de Dados localizado no Rio de Janeiro/RJ e 2 (dois) em um Centro de Processamento de Dados localizado em Brasília/DF, que atuará como espelho e backup das funções desempenhadas pelo primeiro, com segurança otimizada e com proteção contra falhas físicas. Tal solução deve ter a capacidade de redistribuição das tarefas executadas por outros servidores, em caráter emergencial em conjunto com sistemas de armazenamento profissional, denominados storages, racks de suporte e unidades de fornecimento ininterrupto de energia, visando à continuidade dos serviços prestados pela área de TI, bem como a manutenção da capacidade de provimento de serviços à APO. Equipamentos de rede, a fim de aumentar a capacidade de segurança da rede, tais como dispositivos (appliances) de firewalls, Sistemas de Prevenção e Detecção de Intrusão (IPS/IDS), balanceadores de tráfego/carga, switchs, controladora e pontos de acesso sem fio, racks de apoio e demais itens. Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

16 b) Links de acesso à rede externa (WAN - Internet) Demanda Corporativa TI Disponibilização de links de internet dedicados de alta velocidade, visando a otimizar o acesso a sistemas e sites que disponibilizam informações úteis ao acompanhamento dos planos e projetos previstos para os Jogos Rio 2016, bem como servir de ferramenta para a realização de videoconferências entre a APO/RJ, a APO/BSB e os demais entes envolvidos no projeto olímpico, buscando uma economia de recursos, agilizando a tomada de decisões, fortalecendo o papel integrador desempenhado pela APO e possibilitando o acesso às informações fornecidas pela APO por meio da rede mundial de computadores. Visando à continuidade em caso de falha de comunicação entre os escritórios da APO e os entes e buscando a continuidade dos serviços necessários ao desempenho de suas funções, faz-se necessária ainda a disponibilização de links de Internet de menor capacidade e custo, para uso eventual e/ou para provimento de plano de contingência, em caso da falha do link principal de alta velocidade. c) Equipamentos de microinformática para uso funcional Demanda Corporativa TI Com uma previsão de efetivo de, pelo menos, 181 colaboradores (entre cargos comissionados e funções gratificadas), faz-se necessária a disponibilização de estações de trabalho para o desempenho das atividades praticadas por seus colaboradores, sendo possível, ainda, a contratação de funcionários temporários e de prestadores de serviços. Dada a característica de integração e acompanhamento dos projetos olímpicos, torna-se necessário prover os colaboradores da APO de ferramentas que permitam a mobilidade e o acesso a informações corporativas em reuniões de acompanhamento fora das dependências da APO, demanda a justificar a necessidade de disponibilização de equipamentos portáteis. d) Correio Eletrônico Demanda Corporativa TI: Hoje em dia, uma das maiores ferramentas de comunicação utilizada por toda a Administração Pública é o correio eletrônico. Ferramenta já consolidada devido à sua facilidade de uso, disponibilidade e velocidade de tramitação. Dada as características de agente integrador da APO, a utilização de tal ferramenta tornase essencial, fortalecendo a credibilidade da comunicação, por se tratar de uma ferramenta personalizada com o domínio APO Deve ser disponibilizada a seus colaboradores com recursos de segurança (proteções contra acesso indevido, rotinas de backup) e capacidade de personalização de caixas postais. A previsão é de 1 (uma) caixa de para cada colaborador, com espaço de armazenamento variável em função do volume de informações a ser mantido. No quantitativo de caixas previstos, deve-se acrescentar uma previsão para as caixas de s institucionais e, ainda, a manutenção da memória documental, com a permanência dos s dos servidores desligados da APO. e) Soluções de visualização digitais multimídias e audiovisuais Demanda DI Visando a auxiliar no processo de troca de informações, a APO precisa dispor de ferramentas para atividades de planejamento, acompanhamento e gerenciamento dos Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

17 empreendimentos previstos para os Jogos Rio A estruturação de ambiente que facilite a exposição e visualização de dados e informações sobre os planos e projetos acompanhados, em formatos diversos e oriundos de fontes variadas, é medida extremamente benéfica à integração das entidades, com potencial para facilitar e potencializar os trabalhos conjuntos, conferindo-lhes a dinâmica necessária às análises, discussões e deliberações. Para alcançar tais objetivos, apresentam-se como adequadas as seguintes soluções: Videowall A solução é composta de uma estrutura elaborada e montada com diversos monitores. Tem por objetivo virar um grande display de vídeo (em forma de matriz), combinando os monitores de uma forma que uma grande imagem se forme, permitindo a captura e a visualização de imagens oriundas de sinais de TV digital, sistemas de reprodução multimídia, sistemas de videomonitoramento próprios, sistemas de videomonitoramento de organizações externas, sistema de CFTV (Circuito Fechado de TV), sistema de videoconferência e demais sistemas e aplicações da APO. Com a aquisição, pretende-se sejam propiciadas facilidades para apresentações e/ou discussões em reuniões, tornando mais dinâmicos esses momentos de troca de informações técnicas entre as pessoas e as instituições. Está prevista a disponibilização de 2 (dois) centros de Videowall na APO, sendo 1 (um) para sala de reunião na sede do órgão no Rio de Janeiro e 1 (um) para sala de reunião do Escritório de Brasília. Solução multimídia e audiovisual interativa A solução é composta por um quadro interativo (touchscreen) que possibilita um nível elevado de integração durante os momentos de interação de equipes e agências, propiciando condições para maior desempenho e produtividade, otimizando o tempo e facilitando a comunicação entre as pessoas. A solução pretende propiciar facilidades para apresentações e/ou discussões em reuniões, tornando mais dinâmicos esses momentos de troca de informações técnicas entre as pessoas e as instituições. O quantitativo previsto para a solução de audiovisual interativa é de 3 (três) conjuntos, sendo 2 (dois) para uso nas dependências da APO no Rio de Janeiro e outro no Escritório de Brasília. Solução de Videoconferência Uma videoconferência consiste em uma discussão em grupo ou pessoa a pessoa na qual os participantes estão em locais diferentes, mas podem ver e ouvir uns aos outros como se estivessem reunidos em um único local (What Is, 1998). A adoção do sistema de videoconferência possibilita a comunicação em tempo real entre pessoas nos escritórios da APO no Rio de Janeiro e Brasília, bem como em outros locais de funcionamento dos entes envolvidos na preparação dos Jogos, em áudio e vídeo simultaneamente, de forma cooperativa, compartilhando informações e materiais de trabalho sem a necessidade de locomoção geográfica, trazendo uma economia de recursos e de tempo. A APO já dispõe de 4 (quatro) equipamentos de videoconferência, sendo que 3 (três) estão atualmente alocados em salas de reunião da sede no Rio de Janeiro e 1 (um), em Brasília. f) Serviço de impressão Demanda Corporativa Responsável SGC Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI

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