LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA"

Transcrição

1 LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Com a finalidade de oferecer uma completa infraestrutura em tecnologia aos seus alunos, a Faculdade Ideal dispõe de nove Laboratórios de Informática que arregimentam com o que existe de mais moderno no mercado na atualidade, proporcionando, assim, uma melhor qualificação do ensino da comunidade acadêmica. Os laboratórios têm por objetivo: Servir aos acadêmicos e docentes, com apoio à pesquisa e à elaboração de trabalhos das diversas disciplinas ministradas na Faculdade. Proporcionar a prática necessária para cada um dos cursos oferecidos pela Instituição. Preparar o profissional do futuro para as novas tendências do mercado. Os laboratórios oferecem os seguintes serviços: Acesso à Internet ininterruptamente, este acesso se dá através de um link dedicado, impressão de documentos e trabalhos acadêmicos, auxílio de monitores de Informática que ficam permanentemente de plantão assessorando professores e alunos em suas dúvidas e/ou dificuldades técnicas. A FACI oferece aos seus alunos 10 (dez) laboratórios de informática, distribuídos da seguinte forma: Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 1 FACI II 56,98 0,60 1,04 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos, NetBeans, versão 6.8, My SQL 5.0, SQL Server 2008 Express Edition, Packet Tracer 5.3, VMWare Player 3.0, Microsoft Front Page 2003, ARCGis 9.3. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações

2 30 Total de computadores: 30 computadores; Processador: 30 Intel Core 2 Quad Q6600, 2400 MHz (9 x 267); Disco rígido: 30 computadores com 500 GB; Memória: 30 computadores com 4GB; Placa de som: 30 computadores com placas de som ON-Board; Drive de CD-ROM: 30 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 30 comp. com monitores Samsung de 17 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação M 2 por aluno Laboratório 2 FACI II 63,70 0,60 0,88 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos, NetBeans, versão 6.8, My SQL 5.0, SQL Server 2008 Express Edition, Packet Tracer 5.3, VMWare Player 3.0, Microsoft Front Page 2003, ARCGis 9.3 Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Total de computadores: 30 computadores; Processador: 30 Intel Core 2 Quad Q6600, 2400 MHz (9 x 267); Disco rígido: 30 computadores com 500 GB; Memória: 30 computadores com 4GB; Placa de som: 30 computadores com placas de som ON-Board; Drive de CD-ROM: 30 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 30 comp. com monitores Samsung de 17 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 3 FACI I 43,20 0,42 0,84 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Professional 32 bits, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Microsoft Security Essentials Antivírus e AntiSpyware, Winrar Compactador de arquivos, AutoCAD 2008, Revit 2008, Calculadora HP 12c, Engecom. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Total de computadores : 30 computadores; Processador: 30 unidades Intel Core 2 Quad Q6600, 2400 MHz (9 x 267); Disco rígido: 30 unidades com 300 GB; Memória: 30 unidades com 4GB; Placa de som: 30 unidades com placas de som ON-Board; Drive de DVD: 30 unidades com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 30 unidades. com monitores AOC de 17 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 5 FACI IV 72,50 0,56 0,96 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos,

3 FortesAC, Microsoft Project 2007, Programas da Receita Federal, Calculadora HP 12c. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Total de computadores : 30 computadores; Processador: 30 Intel Pentium Dual Core, 2700 MHz (13.5 x 200); Disco rígido: 30 computadores com 300 GB; Memória: 30 computadores com 2GB; Placa de som: 30 computadores com placas de som ON-Board; Drive de DVD: 30 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 30 comp. com monitores Philips de 18,5 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 6 FACI IV 72,50 0,56 0,96 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos, FortesAC, Microsoft Project 2007, Programas da Receita Federal, Calculadora HP 12c. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Total de computadores : 31 computadores; Processador: 31 Intel Pentium Dual Core, 2700 MHz (13.5 x 200); Disco rígido: 31 computadores com 300 GB; Memória: 31 computadores com 2GB; Placa de som: 31 computadores com placas de som ON-Board; Drive de DVD: 31 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 30 comp. com monitores Philips de 18,5 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 7 FACI IV 72,50 0,56 0,96 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos, FortesAC, Microsoft Project 2007, Programas da Receita Federal, Calculadora HP 12c; Netbeans 6.8, MySQL 5.0, Packet Tracer 5.1, VMware Player 3.0, Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 30 Total de computadores : 31 computadores; Processador: 31 Intel Pentium Dual Core, 2700 MHz (13.5 x 200); Disco rígido: 31 computadores com 300 GB; Memória: 31 computadores com 2GB; Placa de som: 31 computadores com placas de som ON-Board; Drive de DVD: 31 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 31 comp. com monitores Philips de 18,5 widescreen Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 8 FACI IV 72,50 0,56 0,96 Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows

4 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos, FortesAC, Microsoft Project 2007, Programas da Receita Federal, Calculadora HP 12c; Netbeans 6.8, MySQL 5.0, Packet Tracer 5.1, VMware Player 3.0. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 28 Total de computadores: 28 computadores; Processador: 24 comp. Intel Celeron 2.66 GHz; 4 Intel Pentium Dual Core, 2700 MHz (13.5 x 200); Disco Rígido: 24 comp. de 160 GB; 4 comp. de 300GB Memória: 24 comp. de 512 MB e 4 24 comp. de 2GB de memória RAM; Placa de som: todos os computadores possuem placa de som; Drive de CD e DVD: 22 comp. com drive de DVD-RW; 6 comp. com driver de CD-ROM Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório de Redes 60 M Cursos Tecnológicos Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Windows 2003 Server, Linux, Programas Específicos Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 28 Total de computadores: 28 computadores; Processador: 23 Pentium Dual Core 1.8 GHZ; 05 comp. Intel Celeron 2.66 GHz Disco rígido: 26 computadores com 160 GB; Memória: 26 computadores com 1GB; Monitor: 26 monitores LCD Placa de som: 26 computadores com placas de som ON-Board; Drive de DVD-RW. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório de Montagem Cursos Tecnológicos 60 M Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Windows XP, Linux, Programas Específicos Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Qtde. Especificações 08 Total de computadores: 08 computadores; Processador: 08 Intel Celeron D 420; Disco rígido: 08 computadores com 160 GB; Memória: 08 computadores com 512 MB; Placa de som: 08 computadores com placas de som ON-Board; Drive de CD-ROM CPU s para utilização no laboratório de montagem com as configurações diversificadas e antigas, como Pentium MMX, Duron, Athlon, Pentium, 486, 586, HD de diversos modelos e tamanhos para aplicação de prática de

5 exercícios (4.3GB, 8.4GB, 20GB, 160GB), Mouses, Teclados, Monitores, Cabos de rede, estabilizadores, Switches e ferramentas para manuseio, como 10 multímetros, e chaves do tipo fenda e Philips, lanternas. Laboratório (nº e/ou nome) Área (m 2 ) m 2 por estação m 2 por aluno Laboratório 9 FACI 4 60 M Descrição (Software Instalado, e/ou outros dados) Laboratórios com mesas, cadeiras, ares-condicionados, Data Show, Sistema Operacional Windows 7 Pro, Microsoft Office 2010, Adobe Acrobat, Antivírus, AntiSpyware, Compactador de arquivos Qtde. Equipamentos (Hardware Instalado e/ou outros) Especificações 31 Total de computadores: 31 computadores; Processador: 17 Intel Core i3 3,1 GHz e 4 Intel Core i5 3,1 GHz e 10 Intel Core 2 Duo E4600, 2400 MHz (12 x 200); Disco rígido: 10 discos de 320GB, 17 discos de 500 GB e 4 discos de 1 TB; Memória: 10 unidades de 2 GB e 17 unidades com 4 GB; Placa de som: 31 computadores com placas de som ON-Board; Drive de DVD: 31 comp. com drive leitor e gravador de DVD. Monitor: 21 monitores de 18,5 widescreen e 10 monitores de 17 widescreen. Diagrama esquemático de comunicação entre os laboratórios da FACI: Plano de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos de informática: A utilização de laboratórios é atividade essencial para a grande maioria dos cursos de graduação oferecidos pela FACI. Os alunos utilizarão os laboratórios tanto em atividades dentro da carga horária das disciplinas como em outros horários em havendo disponibilidade, para execução das atividades ministradas em salas de aula. A atualização dos equipamentos será feita a partir de uma análise constante pelo pessoal técnico de apoio com o auxilio do pessoal da manutenção, os quais verificarão a necessidade de se adquirir novos equipamentos e/ou atualizar os existentes. Desta forma, a manutenção de equipamentos, dependendo de sua amplitude, é assegurada ou pelo pessoal técnico de apoio da própria Instituição ou através de contratos com os fornecedores dos equipamentos. A reposição

6 de materiais de consumo é compatível com a demanda das atividades realizadas em cada semestre, como também: Limpeza de mouses, exclusão de arquivos temporários, verificação de atualização de antivírus, sistemas operacionais e Office semanalmente; Manutenção preventiva das máquinas mensalmente. Manutenção corretiva em no máximo 24h, respeitando a disponibilidade de materiais em estoque. Formatações de todas as máquinas 1 vez a cada semestre, no período de férias acadêmicas. A cada seis meses far-se-á atualização tecnológica parcial dos laboratórios, de maneira a mantê-los sempre condizentes com as necessidades e objetivos do curso e as condições da profissão e dos recursos tecnológicos de informática. Os laboratórios disporão, também, de instalações para uso de recursos audiovisuais, tais como data show colorido, retro-projetor e vídeo. Plano de Manutenção dos Equipamentos e Software Será mantido um estoque de suprimentos necessários ao uso nesses laboratórios que disporá de serviço de manutenção própria, exercida pelo laboratório de hardware, coordenado por profissional técnico em eletrônica e computação. Todo semestre é feito um levantamento junto as coordenações de cursos no sentido de verificar-se a necessidade de utilização dos softwares do semestre anterior e a necessidade de compra e ou atualização de novos softwares, tal procedimento faz-se importante pelo fato de que a cada semestre novas disciplinas surgem e com elas uma grande demanda de software e hardware. Serviço de apoio logístico para o pleno desenvolvimento das atividades acadêmicas tais como: Funcionamento do serviço de apoio logístico para a reserva e distribuição de equipamentos de informática, audiovisuais e multimídia:

7 O setor de audiovisual dispõe de equipamentos para apoio didático, disponibilizando para cada campus um funcionário responsável pelos agendamentos para discentes, docentes e coordenadores através de uma lista onde contém, data de solicitação, solicitante, curso, data de utilização, horário, local e/ou sala e material solicitado, objetivando o auxílio exclusivo das atividades pedagógico/acadêmicas. Estes equipamentos são destinados para utilização em seminários, palestras, congressos, cursos e outros, e deverão ser solicitados diretamente ou através de oficio com antecedência mínima de 48 horas ao setor de áudiovisual para viabilização. Terão prioridade de atendimento as reservas efetuadas em obediência a solicitação de acordo com o prazo que o departamento estabelece. Professores e alunos poderão fazer a reserva prévia de equipamentos. No caso de reserva feita por aluno, a presença do docente é obrigatória em sala de aula. O equipamento solicitado estará instalado e pronto para o uso do solicitante, em sala previamente reservada, cerca de 5 minutos antes do horário previsto. Após o uso, o equipamento deve ser desligado conforme instrução do responsável pelo Setor de Audiovisual e, imediatamente após o uso, o referido funcionário deverá ser informado da liberação para o recolhimento do equipamento utilizado. Organização e reprodução de materiais didáticos: Desde o início de suas atividades, a Faculdade, adotou o modelo de contrato de prestação de serviços que permitiu a otimização das atividades com reprografia. O serviço de reprografia funciona nas dependências da FACI I, III e IV, e corresponde à reprodução de documentos voltados para o atendimento da comunidade acadêmica. Um dos objetivos desse serviço, é manter organizado todo material didático de uso interno da Instituição, controlando seu armazenamento, distribuição, uso e devolução, e proporcionar um bom atendimento aos alunos e funcionários, ou a qualquer outro que venha precisar dos serviços prestados pelo setor.

8 Transporte para as atividades de campo: De acordo com agenda previamente estabelecida por docentes, discentes e/ou colaboradores da administração, os funcionários transportam e instalam equipamentos de audiovisual em salas de aula ou auditórios. Quando há necessidade dos equipamentos a serem transportados para fora da Instituição, aluga-se um ônibus para levar ao local de destino os materiais solicitados. Acesso dos alunos a equipamentos de informática: A FACI disponibiliza recursos de informática aos seus discentes em laboratórios, na biblioteca e em terminais de autoatendimento. Os recursos de hardware e software são implementados de acordo com as necessidades de cada curso. O acesso dos alunos aos laboratórios também ocorre fora dos horários de aulas, com acompanhamento de monitores (alunos). Além dos diferentes softwares, disponibilizam-se também acesso à Internet através de wireless onde basta o aluno informar seu número de matrícula e senha que são fornecidos no ato da matrícula. Atualmente a Faculdade conta com sete laboratórios, totalizando 212 máquinas. Registro Acadêmico Registro Acadêmico é a central de dados, contendo as informações da instituição de ensino, em seu campo administrativo-operacional. Para a faculdade, é fundamental a qualidade do registro e controle dos dados necessários para a gestão das atividades acadêmicos. Para a FACI, tão importante quanto à oferta de um ensino de qualidade, de uma infraestrutura adequada, de um corpo docente capacitado e de uma coordenação competente é a qualidade de seus controles e registros, que permitirão às Instituições alcançarem um alto nível de segurança e eficiência nas atividades desempenhadas e nas informações prestadas à comunidade acadêmica e aos órgãos oficiais de avaliação e controle, constituindo-se ainda em poderosos instrumentos gerenciais. O Registro Acadêmico está diretamente vinculado ao Regimento da Instituição, sendo assim, o mesmo encontra-se informatizado através de um ERP (Enterprise Resource Planning) chamado WAE, permite o acesso aos dados de desempenho, notas, freqüências, mensalidades, enfim todas as

9 informações referentes aos alunos, disponíveis a qualquer hora e lugar, de maneira fácil e ágil. Os alunos podem utilizar o sistema da FACI virtual dentre eles o espaço AlunoNET. Utilizando uma senha individual obtida junto à coordenação de curso/ informática, os alunos têm acesso ao AlunoNET, onde obtém informações referentes ao seu desempenho acadêmico: notas, freqüências, resultados de solicitações, entre outras informações; como também informações referentes à sua situação financeira junto à IES; orientações/acessos acerca dos procedimentos para a efetivação de sua rematrícula e, ainda, informações gerais acerca do seu curso, através do respectivo Projeto Pedagógico. O Módulo Acadêmico é a origem de dados do sistema, e permite diversas combinações de processos. O lançamento de notas pode ser feito pela internet, , dispositivos portáteis ou pelo diário eletrônico que registra notas e faltas on-line. Controla regimes de matrícula seriado e por disciplina e administra o quadro de horários. Podemos realizar as seguintes funções no sistema WAE para o módulo Acadêmico: a) Cadastros Básicos Unidade Escolar; Prédios; Salas; Departamentos; Cursos/Séries; Grade Curricular; Disciplinas; Turmas; Turnos/Horários de Aulas; Alunos; Situação Acadêmica de Alunos; Situação Escolar de Alunos; Conversão Notas/Conceitos; Escolas; Calendário Escolar;

10 Procedimentos de avaliação. b) Relatórios/Gráficos Alunos com documentos pendentes; Alunos com ocorrências disciplinares; Relações de Alunos: Geral, Curso, Curso/Série, Turma; Mapas Planilhas de Notas/Faltas; Resumos Estatísticos de Ocorrências; Notas Faltantes por Turma ou por Professor; Aulas dadas; Gráficos por Curso/Série ou por turma; Escolas de Origem (Transferências); Transferências; Relações de Cadastros; Horário de Professores; Horário por Turma/Disciplina/Professor; Turmas por professor; Classificação por honra ao mérito. c) Documentos Boletim Escolar; Ficha Individual do aluno; Histórico Escolar; Diário de Classe; Certificado de Conclusão; Lauda de Concluintes; Ata do Conselho de Classe; Ata de Exame final; Tarjetas; Lista de presença; Dispensa de disciplina. Os alunos têm acesso ao PDI, Resoluções e documentos relativos ao curso através do espaço de atendimento virtual ALUNONET e site da Instituição.

11 A seguir, apresentamos as resoluções que institucionalizam as políticas dos Laboratórios de Informática, a saber: RESOLUÇÃO Nº 106/2008 CONSUP que dispõe sobre a Política de Acesso aos Laboratórios; RESOLUÇÃO Nº 107/2008 CONSUP que dispõe sobre o Regulamento de Laboratórios, Centros e similares e Utilização de Uniformes e Equipamentos; RESOLUÇÃO Nº 108/2008 CONSUP Dispõe sobre a Política de Aquisição, Atualização e Manutenção de Equipamentos; e, RESOLUÇÃO Nº 109/2008 CONSUP que dispõe sobre a Política Institucional que disciplina a utilização dos Laboratórios de Informática. RESOLUÇÃO Nº 106/2008 CONSUP Dispõe sobre Política de Acesso aos Laboratórios O Presidente do CONSUP, no uso de suas atribuições legais e regimentais em vigor, e em cumprimento à decisão desse egrégio Conselho Superior, RESOLVE: Art. 1 o. A política institucional de acesso aos laboratórios considera que esses locais são de acesso exclusivo dos professores, acadêmicos e funcionários da FACI, para as atividades de ensino, pesquisa e extensão, estando os de Informática disponíveis em todos os setores da Instituição. Art. 2 o. Os acessos individuais são facultados independentemente de reserva, quando não estiver ocorrendo aula prática no horário pretendido. Art. 3 o. Nos laboratórios de Informática estão à disposição dos usuários o acesso à Internet e softwares específicos para os cursos que necessitam desses aplicativos. Todos os professores, funcionários, acadêmicos possuem senha de acesso e disponibilizados pela Faculdade que mantém equipe de suporte técnico. Art. 4 o. Cada curso, tanto em nível de graduação quanto de pós-graduação, possui os laboratórios necessários ao desenvolvimento de suas atividades, com regulamentos específicos, divulgados a seus usuários. Art. 5 o. A freqüência nesses laboratórios e sua utilização estão condicionadas à supervisão de professores responsáveis, monitores e/ou técnicos, para o desenvolvimento de atividades curriculares, extracurriculares, bem como de atividades complementares. 1 o. Com a utilização de laboratórios pretende-se desenvolver a capacitação dos

12 acadêmicos no manuseio dos diferentes equipamentos, acessórios e materiais, sempre atendendo às normas legais de segurança vigentes, quer estaduais, quer federais. 2 o. É obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual e coletiva, de acordo com os procedimentos e normas específicos de cada curso. Art. 6 o. Os acadêmicos, quando alcançarem um nível de conhecimento que lhes permita o acesso aos laboratórios com características especiais de segurança, são submetidos a sessões específicas de treinamento para o uso dos equipamentos em tais laboratórios, onde são orientados sobre como atender às normas de segurança e a utilizarem o equipamento de proteção individual EPI, de acordo com determinação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA. Art. 7 o. Cada laboratório deverá ter regulamento próprio elaborado pelo Colegiado de cada Curso e aprovado pela Direção Acadêmica, de acordo com a Resolução nº 106/2008 CONSUP. Art. 8 o. Os casos não previstos nesta resolução serão resolvidos pela Direção Acadêmica, depois de ser ouvida a Secretaria Geral. Art. 9 o. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições anteriores. Belém, 26 de fevereiro de 2008 Prof. João Messias dos Santos Filho Presidente do CONSUP

13 ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 106/08 CONSUP REGULAMENTO PARA O USO DOS LABORATÓRIOS CAPÍTULO I DOS LABORATÓRIOS E SUAS FINALIDADES Art 1. A FACI mantém equipamentos específicos de laboratórios com o objetivo de atender à comunidade acadêmica, particularmente a alunos e professores dos cursos que mantém. Art 2. Os laboratórios da FACI têm como finalidade principal possibilitar a alunos e professores o desenvolvimento e produção de propostas de trabalho, produção de recursos didáticos, preparo de material acadêmico, aplicação de técnicas específicas para o apoio e desenvolvimento do currículo de cada curso, com vista a aprendizagem dos alunos. Art 3. O aluno regularmente matriculado na Faculdade Ideal tem livre acesso a qualquer laboratório, dependendo da disponibilidade de uso naquele horário. Art 4. Existem duas (2) categorias de laboratórios na FACI: laboratórios de utilização geral e laboratórios de utilização específica. 1 o. Entende-se por Laboratório de Utilização Geral (LUG) os laboratórios de informática ou outro, cujo atendimento é socializado a todos os cursos da Faculdade Ideal. 2 o. Entende-se por Laboratório de Utilização Específica (LUE) os laboratórios cujo atendimento se vincula a um determinado curso, servindo especificamente a disciplinas ou projetos daquele curso. Art 5. Todos os laboratórios tanto os LUG quantos os LUE devem obedecer a uma normativa de utilização de forma a maximizar o atendimento a alunos e professores com a finalidade de atingir os objetivos a que os cursos se propõem. CAPÍTULO II DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO Art 6. Os LUE e os LUG terão o seguinte horário de funcionamento: - 2 feira à 6 feira das 08 às 12 horas (funcionamento somente nos laboratórios da FACI III e FACI IV) e das 14 às 22 horas. - Sábado: das 08 às 12 horas. Art 7. O aluno da FACI terá livre acesso aos laboratórios nos horários de funcionamento em que estes não estiverem sendo utilizados para aulas regulares.

14 Art 8. A utilização dos laboratórios é atividade essencial para os cursos dentro da carga horária normal e outros horários de complementação de estudos e trabalhos independentes realizados pelos alunos. Art 9. As coordenações de laboratórios manterão em lugar visível a agenda de ocupação diária dos mesmos, para que qualquer usuário saiba os horários que poderão utilizá-los. CAPÍTULO III DA UTILIZAÇÃO E CUIDADOS Art 10. Fica proibido o consumo de qualquer tipo de comida ou bebida no interior dos laboratórios, por motivo de conservação dos equipamentos e manutenção da higiene e limpeza. Art 11. O silêncio deve ser mantido no interior dos laboratórios para evitar qualquer tipo de transtorno para os outros usuários. Art 12. O aluno será responsabilizado,por danos de toda ordem, causados aos equipamentos dos laboratórios, se comprovado o descuido ou má utilização pelo mesmo. Art 13. À Coordenação dos laboratórios, seja os LUG OU LUE, reserva-se o direito de solicitar identificação' do usuário a qualquer momento quando do uso do laboratório, assim como solicitar a retirada dos alunos, nos horários agendados para as aulas dos cursos de graduação ou pós graduação da Instituição. Art 14. Fica sob inteira responsabilidade de cada Coordenação de Curso de Graduação e de Pós Graduação, o agendamento das aulas nos seus respectivos laboratórios. Isto, através do Sistema de Agendamento de Laboratórios, desenvolvido pelo Departamento de Informática: CORP/Acadêmico/Gerência de Recursos/. Parágrafo Único Para a programação extra surgida eventualmente nos cursos, os horários devem ser compatibilizados com a vaga de agenda. CAPÍTULO IV DA ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS LABORATÓRIOS Art 15. Os laboratórios de utilização específica LUE estão com sua estrutura vinculada diretamente ao Curso a que pertencem e ficam sob a responsabilidade de um funcionário do Curso. Art 16. Os laboratórios de utilização geral - LUG estão vinculados à Faculdade é não ao Curso especificamente, possuindo estrutura e funcionamento próprio de acordo com as normativas do setor de vínculo. Art 17. Os laboratórios de utilização geral - LUG e os laboratórios de utilização específicas - LUE tem suas normas gerais de segurança ou biosegurança detalhadas de acordo com suas especificidades e o tipo de atendimento realizado, em instrução normativa interna.

15 Art 18. A política de uso dos laboratórios é sistematizada a partir de uma agenda de localização e funcionamento, integrando o planejamento de cada disciplina a que o laboratório servir e harmonizado intra e entre cursos. Art 19. A guarda dos equipamentos dos LUG E LUE cabe ao funcionário responsável pelo laboratório, assim como limpeza, manutenção, observância de necessidade de reposição de peças ou material, e condições de utilização e higiene que será compatível com as atividades realizadas em cada semestre letivo. Art 20. A atualização dos equipamentos é da responsabilidade das coordenações de laboratórios, e será feita a partir de análise de professores, pessoal técnico e alunos com o acompanhamento do pessoal de manutenção que juntos verificarão a necessidade de reparos ou aquisição para substituição existente. Art 21. O gerenciamento financeiro para desembolso em serviços de manutenção, reposição, atualização de equipamentos será da responsabilidade do setor financeiro da Faculdade, autorizado pelo Diretor Geral da FACI. CAPÍTULO V DOS SERVIÇOS PRESTADOS Art 22. Os laboratórios servem a comunidade interna da FACI, alunos, professores e funcionários, e sua utilização prioritária será diretamente através de disciplinas vinculadas aos cursos, podendo ser realizadas atividades em grupo ou individuais com o acompanhamento direto do professor ou pessoal de apoio responsável pelo laboratório. Art 23. A utilização dos laboratórios pela comunidade externa deve ser feita com a devida autorização dos coordenadores de cursos e dos responsáveis pelos serviços, obedecendo às normas gerais de utilização, os horários disponíveis. Parágrafo Único A utilização pela comunidade externa é feita preferencialmente pelos usuários de instituições conveniadas ou que estejam vinculados a projetos técnicos ou acadêmicos. CAPÍTULO VI DISPOSIÇÕES GERAIS Art 24. Este Regulamento terá a vigência por tempo indeterminado, podendo ser modificado ou alterado de acordo com as necessidades que apresentarem no decorrer sua utilização. Parágrafo Único As modificações da presente norma são de responsabilidade da Direção Acadêmica, Coordenações de Cursos, ouvindo-se seus colegiados e coordenadores de laboratórios. Art 25. Os casos omissos serão tratados e solucionados conjuntamente com Coordenadores de Cursos, de Laboratórios e Direção Acadêmica da FACI

16 RESOLUÇÃO Nº 107/2008 CONSUP Dispõe sobre Regulamento de Laboratórios, Núcleos e Similares. O Presidente do CONSUP, no uso de suas atribuições legais e regimentais em vigor, e em cumprimento à decisão desse egrégio Conselho Superior, RESOLVE: Art. 1 o. Cabe ao(s) Colegiado(s) de Curso elaborar os regulamentos de laboratório, centros e similares, os quais devem conter os itens conforme modelo anexo. Art. 2 o. Não é permitida a participação de alunos em atividades acadêmicas em aulas práticas específicas, laboratórios, centros e similares, sem que portem uniformes, materiais e/ou equipamentos de uso pessoal, quando assim dispuser o regulamento do respectivo órgão da Faculdade. Art. 3 o. Fica estabelecido que o aluno é responsável pela aquisição de uniformes, materiais e/ou equipamentos de uso pessoal nos termos do respectivo regulamento. Parágrafo Único A reposição de uniformes, materiais e/ou equipamentos da instituição, de uso coletivo, que venham a ser extraviados ou danificados em decorrência da sua utilização inadequada, são de responsabilidade do aluno. Art. 4 o. Cada regulamento deverá ser elaborado pelo Colegiado de Curso e aprovado pela Direção Acadêmica. Art. 5 o. Os casos não previstos nesta resolução serão resolvidos pela Direção Acadêmica. Art. 6 o. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições anteriores. Belém, 26 de fevereiro de 2008 Prof. João Messias dos Santos Filho Presidente do CONSUP

17 ANEXO DA RESOLUÇÃO Nº 107/08 CONSUP FACULDADE IDEAL FACULDADE DE CURSOS: REGULAMENTO DO LABORATÓRIO(NÚCLEO E SIMILARES) DE CAPÍTULO I DO LABORATÓRIO E SUAS FINALIDADES 1. Caracterização. 2. Vinculação. 3. Denominação e sigla. 4. Cursos e disciplinas. 5. Projetos de pesquisa e de extensão. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS DO LABORATÓRIO PARA O(S) CURSO(S) ATENDIDO(S) 1. Objetivos acadêmicos da utilização do laboratório para cada curso. 2. Pesquisa e extensão. CAPÍTULO III DOS SERVIÇOS PRESTADOS 1. Serviços prestados à comunidade interna. 2. Serviços prestados à comunidade externa. 3. Outros. CAPÍTULO IV DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO 1. Composição. 2. Atribuições. 3. Normas e rotinas de funcionamento. CAPÍTULO V DAS NORMAS DE SEGURANÇA E/OU BIOSSEGURANÇA 1. Normas de segurança (para funcionários, docentes, discentes e visitantes). 2. Normas de biossegurança (para funcionários, docentes, discentes e visitantes). 3. Normas de ergonomia e risco ocupacional (para funcionários, docentes e discentes).

18 CAPÍTULO VI DO GERENCIAMENTO ADMINISTRATIVO, PATRIMONIAL E FINANCEIRO 1. Responsabilidades. 2. Utilização de uniformes, materiais e equipamentos da instituição. 3. Prestação de contas. 4. Relatórios. 5. Outros. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Modificação. 2. Casos omissos. 3. Vigência. APROVAÇÃO Este regulamento foi aprovado na reunião do Colegiado do Curso de, na data de / /. Presidente do Colegiado do Curso Visto da Direção Acadêmica

19 RESOLUÇÃO Nº 108/2008 CONSUP Dispõe sobre Política de Aquisição, Atualização e Manutenção de Equipamentos O Presidente do CONSUP, no uso de suas atribuições legais e regimentais em vigor, e em cumprimento à decisão desse egrégio Conselho Superior, RESOLVE: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS, ABRANGÊNCIA E RESPONSABILIDADE Art. 1 o. A política de aquisição, atualização e manutenção de equipamentos objetiva a melhoria contínua das suas atividades como forma de alcançar a excelência na graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão, bem como nos serviços prestados para a comunidade em geral. Art. 2 o. Na aquisição, atualização e manutenção de equipamentos, as despesas abrangerão: I. Compra de equipamentos diversos para uso das unidades da Faculdade; II. Atualização de equipamentos que, na avaliação do usuário não atenderem mais aos fins propostos; III. Manutenção dos equipamentos existentes mediante aquisição de produtos/serviços necessários ao funcionamento desses equipamentos. Art. 3 o. A Unidade de Compras é responsável pela aquisição de todos os equipamentos e serviços de manutenção e atualização necessários ao funcionamento da Faculdade, bem como pela alienação, por venda, de qualquer material ou equipamento ocioso, inservível ou de manutenção antieconômica. CAPÍTULO II DA AQUISIÇÃO/ATUALIZAÇÃO Art. 4 o. Toda aquisição ou atualização de equipamentos, excetuando-se os de informática, obedecerá ao seguinte fluxo administrativo: I. O usuário (técnico de laboratório, docente) solicitará, discriminará e justificará, para a chefia imediata, a necessidade de compra e/ou de atualização de equipamentos. II. Estando de acordo, a chefia imediata deverá: a. Solicitar, ao fornecedor, demonstrações sobre o equipamento, para avaliar a sua qualidade. b. Definir o tipo de equipamento. c. Solicitar esse equipamento pelo sistema eletrônico (suprimentos) à Direção Geral. d. Enviar à Unidade de Compras, que providenciará os meios necessários para a sua aquisição, o qual informará ao solicitante: - a data aproximada da compra ou atualização;

20 - a data da entrega; - demais justificativas que se fizerem necessárias. Art. 5 o. No caso de equipamentos de informática (área acadêmica ou administrativa), a chefia imediata deverá: a. Avaliar a finalidade específica do(s) equipamento(s); b. Definir uma configuração aplicável às reais necessidades de utilização, encaminhando uma CI (comunicação interna) à Unidade de Informática para que este se posicione em relação à tecnologia e ao preço. Art. 6 o. No caso de aquisição ou atualização de softwares (programas de computador), o usuário deverá encaminhar uma CI (comunicação interna) à Unidade de Informática, especificando: I. O software desejado; II. O local de instalação; III. O número de licenças a serem instaladas; IV. A utilização; 1 o. Havendo disponibilidade interna de software, à Unidade de Informática providenciará a instalação conforme o solicitado pelo usuário; 2 o. No caso de indisponibilidade de licenças, à Unidade de Informática comunicará tal fato ao interessado, para que este encaminhe, pelas vias normais, a solicitação de compras; 3 o. É proibida toda e qualquer instalação de softwares não licenciados em computadores da Faculdade, sob pena de responsabilidade prevista na Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 Lei de Software que dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País e dá outras providências. Art. 7 o. Para as aquisições de equipamentos ou softwares, a Unidade de Compras observará as seguintes diretrizes gerais referentes a equipamentos e contrato com o fornecedor, quando for o caso. 1 o. No que se refere a equipamentos, as diretrizes deverão contemplar: I. Especificação de equipamento: a. Princípio da especificação: A especificação de equipamento deverá ser caracterizada de forma clara e objetiva, sem direcionamento para qualquer marca, e exclusivamente em função das necessidades reais da FACI. b. Harmonização das especificações: As especificações de equipamento deverão resultar da harmonização das exigências (médico-hospitalares, de informática etc.), com as características dos equipamentos comercializados no mercado, evitando, sempre que possível, as soluções que adotem equipamentos feitos sob encomenda. c. Referência: A equipe técnica de elaboração das especificações (Unidade de Compras, Unidade de Informática) deverá considerar a referência de outros usuários de equipamentos externos à instituição, quanto à necessidade e importância de determinadas características técnicas para uso desses equipamentos. d. Modernização e ampliação: A equipe técnica (Unidade de Compras, Unidade de Informática) deverá considerar, na elaboração das especificações dos equipamentos,

DESCRIÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

DESCRIÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DESCRIÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Laboratório 1 FACI II 56,98 0,60 1,04 Pro, Microsoft Office 2013, Foxit PDF, Antivírus, Compactador de arquivos, NetBeans, versão 8.0, My SQL 5.0, SQL Server 2013

Leia mais

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Com a finalidade de oferecer uma completa infraestrutura em tecnologia aos seus alunos, a Faculdade Ideal dispõe de nove Laboratórios de Informática que arregimentam com o que

Leia mais

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Com a finalidade de oferecer uma completa infraestrutura em tecnologia aos seus alunos, a Faculdade Ideal dispõe de nove Laboratórios de Informática que arregimentam com o que

Leia mais

Laboratórios de Informática Regulamento

Laboratórios de Informática Regulamento 1 Laboratórios de Informática Regulamento Pagina 1/10 Sumário DA CONSTITUIÇÃO...3 DA ADMINISTRAÇÃO...4 DA UTILIZAÇÃO...5 DISPOSIÇÕES GERAIS...10 Pagina 2/10 REGULAMENTO INTERNO DA CONTISTUIÇÃO Art. 1 -

Leia mais

Parte A - DISPOSIÇÕES GERAIS.

Parte A - DISPOSIÇÕES GERAIS. SETEMBRO Agência Nacional de Vigilância Sanitária 1-2004 A aquisição de equipamentos médico-hospitalares tem ocasionado vários problemas técnicos ou mesmo econômicos por não obedecer a determinados parâmetros.

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DIDÁTICO DE PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO E ESCRITÓRIO MULTIMÍDIA DO DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ADMINISTRAÇÃO - UNIR - CACOAL TÍTULO I - DO LABORATÓRIO DIDÁTICO CAPÍTULO I - DA ORGANIZAÇÃO

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE BELÉM ESTÁCIO BELÉM REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

FACULDADE ESTÁCIO DE BELÉM ESTÁCIO BELÉM REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA FACULDADE ESTÁCIO DE BELÉM ESTÁCIO BELÉM REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA BELÉM PA 2015 1 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º. Os Laboratórios de Informática visam atender: I. alunos dos

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FESB I Da Caracterização Art. 1 Os Laboratórios de Informática da FESB, sob responsabilidade do Departamento de Informática, dispõem de infra-estrutura

Leia mais

REGIMENTO DOS LABORATORIOS DE INFORMÁTICA

REGIMENTO DOS LABORATORIOS DE INFORMÁTICA REGIMENTO DOS LABORATORIOS DE INFORMÁTICA Dos Laboratórios Art 1º O objetivo dos laboratórios de informática é suprir necessidades laboratoriais, de informática, nas áreas de ensino, pesquisa, extensão,

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Art. 1. O uso e o funcionamento do Laboratório de Informática da Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (FADIVALE) obedecerá às normas constantes deste regulamento.

Leia mais

SINERGIA SISTEMA DE ENSINO LTDA FACULDADE SINERGIA Portaria Recredenciamento MEC nº 1.424 D.O.U, de 10/10/2011.

SINERGIA SISTEMA DE ENSINO LTDA FACULDADE SINERGIA Portaria Recredenciamento MEC nº 1.424 D.O.U, de 10/10/2011. REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º O laboratório de Informática constitui-se em espaço de apoio técnico pedagógico da Faculdade Sinergia. Art. 2º O Laboratório

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS LABORATÓRIOS DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL -UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DCM Campus Universitário - Viçosa, MG - 36570-000 - Telefone: (31) 2878 / 4502 - E-mail: dcm@ufv.br

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º. Os Laboratórios de Informática visam atender: I. alunos dos cursos, das áreas de Graduação,

Leia mais

TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE)

TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE) TERMO DE CONVÊNIO DE ESTÁGIO ( IES x ENTIDADE CONCEDENTE) PARTES ESSENCIAIS: I- QUALIFICAÇÃO DAS PARTE; II- INFORMAÇÕES RELEVANTES; III- CLÁUSULAS; IV- ASSINATURAS: das partes através de seus representantes

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

Regulamento dos Laboratórios de Informática da Faculdade Arthur Thomas REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º. Os Laboratórios de Informática visam atender: I. alunos dos cursos, das áreas de Graduação,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO APRESENTAÇÃO Dispõe sobre as normas para realização de Estágio Supervisionado pelos acadêmicos da Faculdade de Belém FABEL. O presente regulamento normatiza o Estágio

Leia mais

DTI - DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

DTI - DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Índice 1. APRESENTAÇÃO...: 2 2. OBJETIVOS...: 2 3. INFRAESTRUTURA OPERACIONAL...: 3 3.1. Sala dos Professores...: 3 3.2. Secretaria das Coordenações...: 3 3.3. Secretaria Geral...: 3 3.4. Biblioteca...:

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Normatiza o uso e aproveitamento dos recursos computacionais dos Laboratórios de Informática, visando os recursos disponíveis e as necessidades dos usuários.

Leia mais

Regulamento da utilização dos laboratórios de informática do CRP/UFV

Regulamento da utilização dos laboratórios de informática do CRP/UFV Regulamento da utilização dos laboratórios de informática do CRP/UFV Capítulo I Do regimento e seus objetivos O presente regimento, elaborado pela Central de Processamento de dados da UFV- CRP, visa disciplinar

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Departamento: Tecnologia da Informação Faculdade Adventista da Bahia 1 P á g i n a Normas de Utilização dos Laboratórios de Informática Da Faculdade Adventista

Leia mais

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ aprovou e eu, Reitora em exercício, sanciono a seguinte Resolução:

O CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ aprovou e eu, Reitora em exercício, sanciono a seguinte Resolução: Resolução CONSUN n o 046/2003. Credenciada pelo Decreto Federal de 03/07/97 - D. O. U. Nº 126, de 04/07/97 Aprova o Regulamento Geral da Agência de Comunicação Integrada, do Curso de Comunicação Social

Leia mais

REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA

REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA REGULAMENTO LABORATÓRIO INFORMÁTICA APRESENTAÇÃO A Faculdade Eça de Queirós possui dois laboratórios de informática, equipados com 20 computadores cada, todos com Sistema Operacional Linux e Acesso à Internet.

Leia mais

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA

REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA REGULAMENTO DO USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO IESUR INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE RONDÔNIA Tem o presente regulamento a função de nortear as ações e procedimentos necessários ao bom funcionamento

Leia mais

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES Art. 1º - O Estágio Curricular, baseado na lei nº 6.494,

Leia mais

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA

REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE MATEMÁTICA Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Ibirubá REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UEMG ESCOLA DE DESIGN ED COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO NUCLEO INTEGRADOR DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS - NIPP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA VOLUNTÁRIA 2008 Aprovado pelo

Leia mais

Centro de Processamento de Dados REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO

Centro de Processamento de Dados REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO REGULAMENTO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS E DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º O centro de processamento de dados (CPD), ao qual o laboratório de Informática e Laboratório de Gestão

Leia mais

Regulamento Interno das Bibliotecas da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Campus de Erechim

Regulamento Interno das Bibliotecas da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Campus de Erechim Regulamento Interno das Bibliotecas da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Campus de Erechim Capítulo I DA ESTRUTURA E DA FINALIDADE Art. 1º Este regulamento disciplina o funcionamento

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA NORMAS DE USO I - DA NATUREZA (da finalidade) art 1 - O Laboratório caracteriza-se por sua natureza didático-pedagógica, servindo de complemento aos

Leia mais

Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS

Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS Regulamento do Laboratório de Informática FACOS - MARQUÊS Art. 1º A missão do Laboratório de Informática da FACOS/Marquês é buscar a excelência no atendimento aos seus usuários. seguintes: informática.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006

RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 RESOLUÇÃO Nº 824, DE 31 DE MARÇO DE 2006 Reconhece e regulamenta a Residência Médico- Veterinária e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA CFMV, no uso da atribuição que lhe

Leia mais

[Ano] NORMATIZAÇÃO DE USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS IBIRUBÁ

[Ano] NORMATIZAÇÃO DE USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS IBIRUBÁ [Ano] NORMATIZAÇÃO DE USO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DO INSTITUTO FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS IBIRUBÁ Coordenadoria de Tecnologia da Informação 2013 AUTORES Aurélio Ricardo Batú Maicá Laura

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Serviço Social é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES

RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES RESOLUÇÃO Nº 01/2013 CONCECERES Dispõe sobre o Regimento Interno do Laboratório de Cultivo e Biotecnologia de Algas LCBA, do Centro de Educação Superior da Região Sul - CERES. O Presidente do Conselho

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO. Seção I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO. Seção I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CAMPUS IV: LITORAL NORTE RIO TINTO CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CARTOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO

Leia mais

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO CAPÍTULO I 4 DA ORGANIZAÇÃO 4 CAPÍTULO II 5 DOS FUNCIONÁRIOS 5

SOCIEDADE DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE GOIANIA LTDA FACULDADE PADRÃO SUMÁRIO CAPÍTULO I 4 DA ORGANIZAÇÃO 4 CAPÍTULO II 5 DOS FUNCIONÁRIOS 5 SUMÁRIO CAPÍTULO I 4 DA ORGANIZAÇÃO 4 CAPÍTULO II 5 DOS FUNCIONÁRIOS 5 CAPÍTULO III 5 DA INFRAESTRUTURA 5 Seção I 6 Das Dependências 6 Seção II 6 Do Hardware e Software 6 Seção III 7 Das Manutenções 7

Leia mais

Regulamento dos Laboratórios de Informática. Descritivo de T.I.

Regulamento dos Laboratórios de Informática. Descritivo de T.I. Regulamento dos Laboratórios de Informática Descritivo de T.I. Regulamento dos Laboratórios de Informática UNIDADE CENECISTA DE CAMPO LARGO Art. 1º - A missão do Laboratório de Informática da Unidade Cenecista

Leia mais

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia

Universidade Estadual de Maringá Centro de Tecnologia RESOLUÇÃO Nº 094/2010-CTC CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 16/12/2010. Éder Rodrigo Gimenes Secretário Aprova Regulamento do componente

Leia mais

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS

NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS NORMAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS DA PUCRS CURSOS DE LICENCIATURA EM LETRAS: Habilitações: Língua Portuguesa e respectivas Literaturas Língua Espanhola e respectivas

Leia mais

1 de 5 03/12/2012 14:32

1 de 5 03/12/2012 14:32 1 de 5 03/12/2012 14:32 Este documento foi gerado em 29/11/2012 às 18h:32min. DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. Institui o Programa de Gestão do Patrimônio do Estado do Rio Grande do Sul - Otimizar,

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP

DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP sistema para gerenciamento de instituições de ensino DESCRITIVO TÉCNICO - VERSÃO DESKTOP Nossa Empresa A Sponte Informática é uma empresa brasileira, localizada em Pato Branco, cidade considerada pólo

Leia mais

ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979.

ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979. ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA USS SOLUÇÕES GERENCIADAS S.A. CNPJ: 01.979.936/0001-79 ASSISTÊNCIA HELP DESK REMOTO Ao necessitar de algum

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Aprovado na 22ª reunião do Conselho de Unidade (CONSUN) da Faculdade de Informática realizada dia 30 de

Leia mais

Regulamento Interno. de Estágios

Regulamento Interno. de Estágios Regulamento Interno de Estágios Índice Apresentação... 3 Capítulo 1 Caracterização e objetivo do estágio... 3 Capítulo 2 - Oferta de vagas de estágio... 4 Capítulo 3 - Duração do estágio... 5 Capítulo

Leia mais

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015

POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015 POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL DO IFBA PROGRAMA DE ASSITÊNCIA E APOIO AOS ESTUDANTES EDITAL Nº 001/2015 1. ABERTURA O Diretor Geral do IFBA Campus Jacobina, no uso de suas atribuições, faz saber que,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS DO TOCANTINS - FIESC

REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS DO TOCANTINS - FIESC . REGULAMENTO INTERNO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA DA FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS DO TOCANTINS - FIESC CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Art. 1º. O Presente

Leia mais

Anexo Res. CONSU Nº 40/2011. REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS E MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Anexo Res. CONSU Nº 40/2011. REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS E MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Anexo Res. CONSU Nº 40/2011. REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS E MULTIDISCIPLINAR CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. Este Regulamento dispõe sobre a estruturação, utilização e

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 49.377, DE 16 DE JULHO DE 2012. (publicado no DOE n.º 137, de 17 de julho de 2012) Institui o Programa

Leia mais

NORMAS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE DE MANTENA FAMA /2010

NORMAS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE DE MANTENA FAMA /2010 NORMAS DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA DA FACULDADE DE MANTENA FAMA /2010 1. MATERIAIS Os materiais que ficam no laboratório são de uso exclusivo dos professores e alguns de uso exclusivo da coordenação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE ENFERMAGEM UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS URUGUAIANA CURSO DE ENFERMAGEM REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE ENFERMAGEM Uruguaiana, 19 de abril de 2011. REGIMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DE ENFERMAGEM DA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS CÂMPUS SANTA HELENA DE GOIÁS REGULAMENTO DA UTILIZAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA JUNHO 2014 2 COMISSÃO DE ELABORAÇÃO Adriano Ferraz da Costa Edmar Augusto Yokome Filipe

Leia mais

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO

DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES E NORMAS PARA O ESTÁGIO NO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO PARAÍBA DO SUL RJ 2014 2 DA NATUREZA Art. 1. Os alunos do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da Faculdade

Leia mais

Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis

Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis Regulamento do uso do Laboratório de Informática da Faculdade de Amambai-MS para o Curso de Ciências Contábeis Amambai-MS 2010 Regulamento do uso do laboratório de informática da Faculdade de Amambai para

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Título I Dos laboratórios de Informática Capítulo I - Da Organização Artigo 1º A área de Help Desk de TI executa a organização dos laboratórios de Informática

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE CLÍNICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA REGIMENTO INTERNO No. 01/2011 DO CEFID/UDESC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Artigo 1º O presente regimento interno normatiza as atividades na Clínica Escola de Fisioterapia do Centro de Ciências da

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS Art. 1. Os estágios supervisionados específicos, obrigatórios e não-obrigatórios

Leia mais

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS

UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS UFMG / PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO / SETOR DE BOLSAS PMG PROGRAMA DE MONITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETRIZES GERAIS 2015 1) DOS OBJETIVOS O Programa de Monitoria de Graduação visa dar suporte às atividades acadêmicas

Leia mais

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA

NORMA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA CONTROLE DO PARQUE DE INFORMÁTICA Data: 17 de dezembro de 2009 Pág. 1 de 13 SUMÁRIO SUMÁRIO 2 1. INTRODUÇÃO 3 2. FINALIDADE 3 3. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 4. PADRONIZAÇÃO DOS RECURSOS DE T.I. 4 5. AQUISIÇÃO

Leia mais

Políticas de utilização dos laboratórios de informática

Políticas de utilização dos laboratórios de informática FACULDADE VALE DO SALGADO ICÓ CEARÁ Missão: Formar profissionais capazes de contribuir para o desenvolvimento do país, embasados na responsabilidade social e na ética, visando o bem estar e a qualidade

Leia mais

ASSISTÊNCIA BB PROTEÇÃO MÓDULO INFORMÁTICA Manual do Associado

ASSISTÊNCIA BB PROTEÇÃO MÓDULO INFORMÁTICA Manual do Associado ASSISTÊNCIA BB PROTEÇÃO MÓDULO INFORMÁTICA Manual do Associado OS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SÃO PRESTADOS PELA BRASIL ASSISTÊNCIA S.A., CNPJ: 68.181.221/0001-47 ASSISTÊNCIA BB PROTEÇÃO Ao necessitar de algum

Leia mais

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO CNE/CEB Nº 1, DE 21 DE JANEIRO DE 2004.(*) Estabelece Diretrizes Nacionais para a

Leia mais

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES PORTARIA INSTITUCIONAL Nº 08 A Direção Geral da Faculdades SPEI, no uso das suas atribuições, ouvido o Conselho Superior e aprovado pela Mantenedora, conforme Regimento Interno, RESOLVE: Estabelecer o

Leia mais

Curso de Sistema de Informação

Curso de Sistema de Informação 1 Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Sistema de Informação Cascavel - PR CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio Curricular

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Designamos atividades complementares o conjunto de eventos oferecidos aos alunos de

Leia mais

Título I Dos laboratórios de Informática

Título I Dos laboratórios de Informática Título I Dos laboratórios de Informática Capítulo I - Da Organização Artigo 1 o O Centro de Processamento de Dados - CPD, ao qual os laboratórios de Informática da FAPAN estão subordinados, tem como principal

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA-INTA DIVISÃO DE PESQUISA EM CIÊNCIA BIOMÉDICA LABORATÓRIO MULTIUSUÁRIO REGIMENTO INTERNO

INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA-INTA DIVISÃO DE PESQUISA EM CIÊNCIA BIOMÉDICA LABORATÓRIO MULTIUSUÁRIO REGIMENTO INTERNO INSTITUTO SUPERIOR DE TEOLOGIA APLICADA-INTA DIVISÃO DE PESQUISA EM CIÊNCIA BIOMÉDICA LABORATÓRIO MULTIUSUÁRIO REGIMENTO INTERNO SOBRAL-CE JANEIRO - 2012 CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º. O Laboratório de

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA

REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA BIOMÉDICA I - INTRODUÇÃO Art. 1º Art. 2º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as Atividades Complementares do Curso de

Leia mais

CONSIDERANDO que este Conselho compete normatizar esse procedimento; R E S O L V E:

CONSIDERANDO que este Conselho compete normatizar esse procedimento; R E S O L V E: RESOLUÇÃO N o 03/90, CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Aprova as Normas para elaboração de Projetos de Cursos de Especialização (Pós-Graduação lato sensu ). O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

REGULAMENTO PARA ACESSO E USO DO SERVIÇO DE BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

REGULAMENTO PARA ACESSO E USO DO SERVIÇO DE BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO REGULAMENTO PARA ACESSO E USO DO SERVIÇO DE BIBLIOTECA DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO São Paulo 2014 CONSULTA E EMPRÉSTIMO DO MATERIAL BIBLIOGRÁFICO DAS FINALIDADES Art. 1º -

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES CAPÍTULO I REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO E ORIENTAÇÃO DO ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM REDES DE COMPUTADORES Dispõe sobre o Acompanhamento e Orientação do Estágio do Curso Superior de

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA Aprovado pela Resolução CONSUNI nº 31/13, de 21/08/13. CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este regulamento dispõe especificamente do Núcleo de Informática

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG

RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG RESOLUÇÃO Nº 080/2014, DE 25 DE JUNHO DE 2014 CONSELHO UNIVERSITÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS UNIFAL-MG O Conselho Universitário da UNIFAL-MG, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015 - DENDC Dispõe sobre procedimentos a serem adotados para a operacionalização do plano de ensino no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas - SIGAA. 1. DA DEFINIÇÃO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2010 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA 1. DOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO 1.1 O Laboratório de informática pode ser utilizado das 7:30 às 22:30

Leia mais

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são:

RESOLVE: CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS. Os objetivos gerais da EAD na Universidade Federal do Paraná (UFPR) são: RESOLUÇÃO Nº 28/08-CEPE Fixa normas básicas de controle e registro da atividade acadêmica dos Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização na modalidade de Educação a Distância da Universidade Federal do

Leia mais

REGULAMENTO DA AGÊNCIA EXPERIMENTAL DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA AGÊNCIA BARU. Título I Do objeto

REGULAMENTO DA AGÊNCIA EXPERIMENTAL DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA AGÊNCIA BARU. Título I Do objeto REGULAMENTO DA AGÊNCIA EXPERIMENTAL DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA AGÊNCIA BARU Título I Do objeto Art. 1º. A Agência Experimental é um laboratório vinculado ao Curso de Comunicação Social - com habilitação

Leia mais

Unidade de Ensino Superior Vale Do Iguaçu Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos

Unidade de Ensino Superior Vale Do Iguaçu Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos Normas para Utilização dos Recursos Tecnológicos UNIÃO DA VITÓRIA PR SUMÁRIO CAPÍTOLO I - Departamento de Informática e Laboratórios de Computação Dos Laboratórios de Computação e Seus Fins... 2 Da Estrutura

Leia mais

NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DIGITAIS

NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DIGITAIS NORMAS DE UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DE PRÁTICAS DIGITAIS I - DA NATUREZA (da finalidade) Artigo 1 O Laboratório de Práticas Digitais (LPD) caracteriza-se por sua natureza didático-pedagógica, servindo

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU) UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB) CONSELHO UNIVERSITÁRIO (CONSU) RESOLUÇÃO N.º 700/2009 Publicada no D.O.E. de 07-07-2009, p.16 Altera a Resolução nº 507/07 CONSU, que aprova o Regulamento de Monitorias

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ

REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO FACULDADE SUMARÉ 2008 CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO E FINALIDADE Art. 1º. Respeitada a legislação vigente, as normas específicas aplicáveis a cada curso e, em

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 74/2010

RESOLUÇÃO Nº 74/2010 RESOLUÇÃO Nº 74/2010 Institui e regulamenta o estágio supervisionado curricular nos cursos de graduação da UFES. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,

Leia mais

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Faculdade de Alta Floresta - FAF

REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Faculdade de Alta Floresta - FAF REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA Faculdade de Alta Floresta - FAF 2011 ÍNDICE CAPÍTULO I... 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 1 CAPÍTULO III... 2 DOS DIREITOS... 2 CAPÍTULO IV... 2 DOS DEVERES...

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR

FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR CAPÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR Art. 1º O presente Regimento trata do Estágio Curricular dos cursos de graduação da Faculdade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 052/2014, DE 12 DE AGOSTO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Conselho Superior Rua Ciomara Amaral de Paula, 167 Bairro Medicina 37550-000 - Pouso Alegre/MG Fone: (35)

Leia mais

Não há documentação de referência para o processo.

Não há documentação de referência para o processo. Código: MAN-SADM-004 Versão: 00 Data de Aprovação: 24/05/2010 Elaborado por: Coordenadoria de Serviços Gerais Aprovado por: Secretaria Administrativa 1 Objetivo Estabelecer os critérios e os procedimentos

Leia mais

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17.

FACULDADE PROCESSUS Recredenciamento da Faculdade Processus - PORTARIA Nº- 1.394, DE 23/11/2012, D.O.U nº 227 de 26/11/2012, Seção 1 P. 17. REGULAMENTO INTERNO DO USO E ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS COMPUTACIONAIS E DA REDE DA FACULDADE PROCESSUS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este ato tem como objetivo definir o uso e administração

Leia mais

Altera os procedimentos acadêmicos e administrativos que regem a distribuição de carga horária para docentes que atuam nos CURSOS DE GRADUAÇÃO.

Altera os procedimentos acadêmicos e administrativos que regem a distribuição de carga horária para docentes que atuam nos CURSOS DE GRADUAÇÃO. RESOLUÇÃO HOMOLOGADA pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - ConEPE da Universidade Potiguar, na reunião realizada no dia 24 de junho de 2010, conforme registro na respectiva Ata. Conselho de Ensino,

Leia mais

Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO

Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO Regulamento de Monitoria do Curso de Medicina da UNOESTE. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA CAPÍTULO I DA APRESENTAÇÃO Art. 1º O presente Regulamento estabelece as finalidades, objetivos, atribuições

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 19 DE MAIO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 19 DE MAIO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04, DE 19 DE MAIO DE 2015 A DIRETORA-GERAL PRO TEMPORE, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, no uso de suas atribuições legais conferidas

Leia mais

Curso de Engenharia de Computação Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso

Curso de Engenharia de Computação Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso 1 Centro Universitário de Araraquara UNIARA Departamento de Ciências da Administração e Tecnologia Curso de Engenharia de Computação Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso Capítulo I Das disposições

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares

Regulamento das Atividades Complementares Regulamento das Atividades Complementares Curso de Design de Moda FACULDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE - FAPEPE I. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O presente regulamento tem por finalidade normatizar as Atividades

Leia mais

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA.

NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA COORDENAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) NORMAS PARA REALIZAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares. Faculdade de Jussara

Regulamento das Atividades Complementares. Faculdade de Jussara ATIVIDADES COMPLEMENTARES O curso de Administração da Faculdade de Jussara, considerando a importância da existência de outras atividades acadêmicas na formação do profissional, reservará 5% (cinco por

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EDUCACIONAIS NA MODALIDADE DE ENSINO A DISTÂNCIA Contrato de prestação de serviços educacionais que fazem entre si SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA HOSPITAL

Leia mais