Escrituração Contábil Digital - ECD. Instrutor: Márcio Tonelli

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1 Escrituração Contábil Digital - ECD Instrutor: Márcio Tonelli

2 CONCEITO Sped Contábil Escrituração Contábil Digital ECD Escrituração Contábil em Forma Digital Livro Digital

3 INSTITUIÇÃO Conselho Federal de Contabilidade O Conselho Federal de Contabilidade foi a primeira entidade a reconhecer essa forma de escrituração estabelecendo as formalidades da escrituração contábil em forma eletrônica pela Resolução CFC nº 1.020, de , onde estão os requisitos mínimos que a ECD deve seguir. A Resolução CFC 1.020/05 foi revogada e substituída pela Resolução CFC 1.299/10. Secretaria da Receita Federal do Brasil A Escrituração Contábil Digital (ECD), para fins fiscais e previdenciários, foi instituída pela RFB pela Instrução Normativa nº 787, de Ela foi revogada e, atualmente, vigora a IN RFB 1.420/13 Departamento Nacional de Registro do Comércio No âmbito comercial, o Livro Digital foi instituído pela Instrução Normativa DNRC nº 107, de Ela foi revogada e, atualmente, vigora a IN DREI 11/13

4 Resolução CFC 1.299/10 Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Digital (Comunicado Técnico CTG 2001) Pontos relevantes: 1. Base legal: alínea f do art. 6º do Decreto-Lei n.º 9.295/46, alterado pela Lei n.º /10 2. deve ser executada em conformidade com os preceitos estabelecidos na Norma Brasileira de Contabilidade Técnica Geral (NBC TG 2000) que trata sobre Escrituração Contábil 3. Preceitos a) em idioma e em moeda corrente nacionais; b) em forma contábil; c) em ordem cronológica de dia, mês e ano; d)... e) com base em documentos de origem externa ou interna ou, na sua falta, em elementos que comprovem ou evidenciem fatos contábeis.

5 Resolução CFC 1.299/10 Formalidades da Escrituração Contábil em Forma Digital (Comunicado Técnico CTG 2001) Pontos relevantes: 4. Conteúdo mínimo dos lançamentos: a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu; b) conta devedora; c) conta credora; d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio; e) valor do registro contábil; f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.

6 Resolução CFC 1.299/10 Formalidades da Escrituração Contábil em forma Digital (Comunicado Técnico CTG 2001) 5. Formulas do lançamento: 1ª. Um registro a débito e um registro a crédito 2ª. Um registro a débito e vários registros a crédito 3ª. Vários registros a débito e um registro a crédito 4ª. Vários registros a débito e vários registros a crédito, desde que todas as partidas se refiram a um mesmo fato contábil. Impossibilidade de utilização de lançamentos de partida simples 6. Plano de contas. completo, com todas as suas contas sintéticas e analíticas, deve conter, no mínimo, 4 (quatro) níveis, devendo seguir a estrutura patrimonial prevista nos arts. 177 a 182 da Lei n.º 6.404/76.

7 Resolução CFC 1.299/10 7. Livros Diário e Razão O Livro Diário e o Livro Razão constituem registros permanentes da entidade e, quando escriturados em forma digital, são constituídos de um conjunto único de informações das quais eles se originam. O Livro Diário, assinado digitalmente pela entidade e pelo contabilista legalmente habilitado, deve ser submetido ao registro público competente.

8 Resolução CFC 1.330/11 ITG 2000 Escrituração Contábil 17. Em caso de escrituração contábil em forma digital, não há necessidade de impressão e encadernação em forma de livro, porém o arquivo magnético autenticado pelo registro público competente deve ser mantido pela entidade.

9 IN DREI 11/13 Competência para regulamentar: O Departamento de Registro Intregração, órgão da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, substituiu o Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC em suas atribuições. A competência do DNRC para dispor sobre a ECD, por ele chamada de Livro Digital, deriva do Decreto-Lei 486/69, que dispõe em seu art. 14: Compete ao Departamento Nacional de Registro do Comércio baixar as normas necessárias à perfeita aplicação deste Decreto-Lei e de seu regulamento, podendo, quando for o caso, resguardadas a segurança e inviolabilidade da escrituração, estender a autenticação prevista no artigo 5º, 2º, a impressos de escrituração mercantil que o aperfeiçoamento tecnológico venha a recomendar. (grifou-se). Usando tal prerrogativa, o DREI regulamentou o Livro Digital e as Microfichas

10 IN DREI 11/13 Abrangência (todas as pessoas físicas e jurídicas sujeitas a registro em Junta Comercial) Empresários individuais Sociedades empresárias Eireli Cooperativas Consórcios de empresas Grupos de sociedades Leiloeiros Tradutores públicos Intérpretes comerciais

11 IN DREI 11/13 Meios de escrituração: Papel; Conjunto de fichas avulsas; Conjunto de fichas ou folhas contínuas; Microfichas (para fatos ocorridos até ); e, Livros digitais. (Os livros devem ser, quanto aos meios, uniformes)

12 IN DREI 11/13 Dispõe sobre procedimentos para a validade e eficácia dos instrumentos de escrituração dos empresários individuais, das empresas individual de responsabilidade Ltda - Eireli, das sociedades empresárias, das cooperativas, dos consórcios, dos grupos de sociedades, dos leiloeiros, dos tradutores públicos e intérpretes comerciais. Art. 2º São instrumentos de escrituração dos empresários e das sociedades empresárias: I - livros, em papel; II - conjunto de fichas avulsas (art do Código Civil de 2002); III - conjunto de fichas ou folhas contínuas (art do Código Civil de 2002); IV - livros em microfichas geradas através de microfilmagem de saída direta do computador COM, para fatos ocorridos até ; e V - livros digitais. (Os livros devem ser, quanto aos meios, uniformes 1º e 2º do art. 7º)

13 IN DREI 11/13 Tamanho dos livros (art. 4º, 4º a 6º)) 500 folhas; 1000 páginas; 1 GB, se relativo a mais de um mês (Segundo o programa validador, os meses devem estar em sequência. A ordem cronológica é exigência da Resolução CFC 1.220/10)

14 IN DREI 11/13 Demonstrações Contábeis Obrigatoriedade da transcrição art. 4º ( incisos I e II) define, também, os signatários Item 9 da Resolução CFC 1299/10 - Comunicado Técnico CTG 2001 (assinado pelo representante da entidade e por contabilista habilitado e em dia com a anuidade) Art. 274 do Regulamento do Imposto de Renda (o 2º permite a transcrição do Balanço e do Balancete no Lalur)

15 IN DREI 11/13 Demonstrações Contábeis a serem elaboradas: Art do Código Civil: Balanço Patrimonial e o de Resultado Econômico Lei das SA (art. 176) Balanço patrimonial Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados (pode ser incluída na DMPL, se elaborada pela cia. art. 186, 2º) Demonstração do resultado do exercício Demonstração dos fluxos de caixa (exceto cia. fechada com PL < 2 milhões) Demonstração do valor adicionado (só cia. aberta) Regulamento do Imposto de Renda (art. 274) Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do Período Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados

16 IN DREI 11/13 Demonstrações Contábeis a serem elaboradas: Resolução CFC NBC TG 26 item 10 Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado do período Demonstração do Resultado Abrangente do período (pode ser apresentada em quadro demonstrativo próprio ou dentro das mutações do patrimônio líquido) Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido do período; Demonstração dos Fluxos de Caixa do período Demonstração do Valor Adicionado, se exigido legalmente ou por algum órgão regulador ou mesmo se apresentada voluntariamente; Notas explicativas

17 IN DREI 11/13 Tabelas de código (plano de contas, centro de custos, histórico padrão, etc. Art. 6º): Na ECD, devem constar do arquivo e não pode haver reutilização do código do histórico padrão no período No Diário (ou equivalente) ou em livro próprio, nos demais casos

18 IN DREI 11/13 Assinaturas do livro digital (inciso II do art. 4º, 5º do art. 10, alínea b do inciso IV do art. 15): Pessoa física que, segundo os atos arquivados na Junta Comercial, tem poderes para assinar; Contador ou técnico em contabilidade habilitado Certificado A3 Sem limite de quantidade de signatários Se por procuração (exceto contador ou técnico em contabilidade), ela deve ser específica e arquivada na junta comercial A assinatura pode ser efetuada em qualquer ordem (a partir da versão do programa validador)

19 IN DREI 11/13 Termos de Abertura e Encerramento (Art. 9º a 11) ABERTURA ENCERRAMENTO Nome empresarial Nome a entidade NIRE Município Denominação do livro Denominação do livro Número Quantidade de registros Quantidade de registros CNPJ Data Encerramento do Exercício Período da escrituração

20 IN DREI 11/13 Autenticação dos livros obrigatoriedade: (Indispensável para que a escrituração tenha validade jurídica para todos os fins, inclusive para fazer prova a favor do empresário) IN DREI 11/13 Art. 12 Código Civil - Art Resolução CFC 1299/10 - CTG 2001 item 11 Regulamento do Imposto de Renda - Art. 258, 4º:

21 IN DREI 11/13 Autenticação dos livros obrigatoriedade Regulamento do Imposto de Renda Art A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis, segundo sua natureza, ou assim definidos em preceitos legais (Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, art. 9º, 1º).

22 IN DREI 11/13 Autenticação dos livros Obtenção dos Termos Programa Validador e Assinador PVA Consulta e download ReceitanetBx Consulta e download Sitio do Sped Consulta

23 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO Ano Recebido AGUARDANDO PROCES- SAMENTO Aguardando Pagamento Em Análise Autenticad o Sob Exigência Indeferido Substituído Total de livros Empresas livros por empresa Rejeição / Substituição % 1% 1% 0% 31% 14% 6% 22% ,21 57% % 2% 1% 0% 24% 16% 3% 23% ,72 63% % 2% 1% 0% 26% 14% 1% 18% ,59 57% % 2% 1% 0% 23% 14% 1% 16% ,50 57% % 2% 2% 0% 22% 13% 1% 14% ,49 56% % 3% 3% 0% 19% 10% 0% 11% ,45 53% TOTAL 41% 2% 2% 0% 23% 13% 1% 17% ,59 58% ,21 57% ,72 63% ,59 57% ,50 57% ,49 56% ,45 53% total ,59 58% Fonte: sítio do Sped em 27/02/2015

24 QUALIDADE DA INFORMAÇÃO PESQUISA FISCOSOFT/PROSOFT/SYSTAX/2012

25 IN DREI 11/13 Autenticação dos livros - Problemas mais comuns: erro na numeração do livro; imprecisões na grafia do nome empresarial; falta de pagamento do preço dos serviços; denominação incorreta do livro; assinatura por pessoa não autorizada; falta de arquivamento de procuração na Junta Comercial; informação errada da data de arquivamento (ou da transformação de sociedade simples em empresária) dos atos constitutivos. Termo Autenticação. Arquivo distinto da ECD.

26 IN DREI 11/13 Termo de Exigência: Prazo Termo de Indeferimento

27 IN DREI 11/13 Substituição de livros (arts 16 a 21): Lançamentos extemporâneos Status que COMPORTAM substituição: Recebido Recebido parcialmente Aguardando processamento Aguardando pagamento Sob exigência Status que NÃO COMPORTAM substituição: Autenticado Indeferido Substituído Em análise

28 IN DREI 11/13 Substituição de livros já autenticados (arts 16 a 21): Cancelamento do Termo de Autenticação Por iniciativa da Junta Comercial Requisitos Por iniciativa da entidade titular da escrituração Requisitos Laudo Rotinas internas (Junta DREI RFB)

29 IN DREI 11/13 Pagamento do preço dos serviços Jucemg Demais juntas

30 IN DREI 11/13 Situações Especiais Cisão, Fusão, incorporação, transformação e mudança de UF da sede (art. 41) Não existe dispensa para a incorporadora, quando do mesmo grupo no período anterior. Assinatura de livros anteriores (art. 32) Escrituração descentralizada (art. 33)

31 IN DREI 11/13 Situações Especiais Escrituração contábil de filial Resolução CFC 1.330/11 21 A entidade que tiver unidade operacional ou de negócios, quer como filial, agência, sucursal ou assemelhada, e que optar por sistema de escrituração descentralizado, deve ter registros contábeis que permitam a identificação das transações de cada uma dessas unidades. (grifou-se)

32 IN DREI 11/13 Situações Especiais Extravio, deterioração ou destruição dos livros (art. 34) Publicação Comunicação à Junta Recomposição da escrituração A ECD, enquanto disponível no ambiente do Sped, não pode ser recomposta, devendo ser obtida cópia naquele ambiente.

33 IN RFB 1.420/13 Instituiu, para fins fiscais e previdenciários, a ECD Revogou a IN RFB 787/07 Base Legal: Art. 16 da Lei nº 9.779/99 Decreto 6.022/07

34 IN RFB 1.420/13 Abrangência: G - Diário Geral; R - Diário com Escrituração Resumida (vinculado a livro auxiliar); A - Diário Auxiliar; Z - Razão Auxiliar; B - Livro de Balancetes Diários e Balanços. S Livro Auxiliar das SCPs

35 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) a) em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º , + sociedades empresárias + acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº , de tributação do imposto de renda com base no lucro real; b) em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º , + sociedades empresárias + tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real.

36 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) CASOS ESPECIAIS Empresário individual Sociedades Simples Cooperativas Entrega opcional Sociedade em Conta de Participação - SPC Sociedade de Propósito Específico SPE Consórcio de Empresas

37 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) LUCRO PRESUMIDO Lei 8.218/91, art. 11: Quem: todas as pessoas jurídicas que utilizam processamento de dados para gerar a escrituração contábil, exceto as optantes pelo Simples O que: arquivos da contabilidade, dentre outros Quando: sob intimação Formato: o mesmo do Sped Contábil

38 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) LUCRO PRESUMIDO Lei 8.218/91: Art. 11. As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, ficam obrigadas a manter, à disposição da Secretaria da Receita Federal, os respectivos arquivos digitais e sistemas, pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária.... 2º Ficam dispensadas do cumprimento da obrigação de que trata este artigo as empresas optantes pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte SIMPLES

39 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) LUCRO PRESUMIDO Ato Declaratório Executivo Cofis 15/01 Anexo único: 4.1 Registros Contábeis O arquivo de registros contábeis requisitado pelo AFRFB aos contribuintes não obrigados à transmissão da Escrituração Contábil Digital (ECD) ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), deverá obedecer a forma e as características do MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO LEIAUTE DA ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL (LECD), previsto no anexo único da Instrução Normativa RFB nº

40 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) LUCRO PRESUMIDO Ato Declaratório Executivo Cofis 15/01 Anexo único: 4.1 Registros Contábeis A adoção do leiaute definido neste item supre a exigência fixada no ADE Cofis nº 15/2001 e do Manual Normativo de Arquivos Digitais MANAD, aprovado pela IN SRP/MPS nº 12/2006, para as mesmas informações referentes a períodos anteriores. Não serão exigidos arquivos digitais de registros contábeis na forma deste item aos contribuintes que estão obrigados à transmissão da ECD ao Sped ou transmitiram facultativamente na forma do 1º, art. 3º, da Instrução Normativa RFB nº 787, de 19 de novembro de 2007, em relação às mesmas informações.

41 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade Legislação anterior (IN RFB 787/07) Resumo Todas as pessoas jurídicas estão obrigadas a apresentação do Sped Contábil As sociedades empresárias que apuram o IRPJ pelo método do lucro real, em prazo definido As demais, quando intimadas pelo fisco Exceções Optantes pelo Simples As do lucro presumido que não distribuem lucros contábeis (ou tributam o excedente na fonte)

42 IN RFB 1.420/13 Obrigatoriedade partir de (art. 3º): PJ do lucro real PJ do lucro presumido que distribuírem lucros contábeis as pessoas jurídicas imunes e isentas (que também estejam obrigadas à apresentação da EFD-Contribuições) SCP (como livros auxiliares do sócio ostensivo) Desobrigadas: simples nacional; as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido que não distribuírem o lucro contábil ou, se o fizeram, tributem na fonte a parcela do lucro contábil que excedeu o lucro presumido; e, entidades imunes e isentas não obrigadas à apresentação da EFD- Contribuições

43 Resolução TSE /14 Art. 4º Os partidos políticos, em todos os níveis de direção, deverão:... IV manter escrituração contábil digital, sob a responsabilidade de profissional de contabilidade habilitado, que permita a aferição da origem de suas receitas e a destinação de seus gastos, bem como de sua situação patrimonial; e V remeter à Justiça Eleitoral, nos prazos estabelecidos nesta Resolução: a) o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, gravado em meio eletrônico, com formatação adequada à publicação no Diário da Justiça Eletrônico; b) a escrituração contábil mensal; e c) a prestação de contas anual. 1º A escrituração contábil digital dos partidos políticos deverá observar as regras do Sistema Público de Escrituração Contábil SPED e os atos regulatórios da Secretaria da Receita Federal. 2º O disposto neste artigo também se aplica às comissões provisórias dos partidos políticos. (grifamos)

44 IN RFB 1.420/13 Prazos Legislação fiscal: até o último dia útil do mês de junho (para transmissão) Situações especiais: cisão, fusão, incorporação, extinção (o mesmo da DIPJ e do Fcont: eventos ocorridos até maio => junho; eventos ocorridos de junho a dezembro => mês seguinte.). Exceção para o ano-calendário de 2014: junho de Societária: até 30 de abril (autenticação) Falimentar: até 60 dias após o evento (autenticação)

45 IN RFB 1.420/13 Obrigações Acessórias Dispensadas Impressão de livros (Resolução CFC 1.330/11 - ITG item 17) Elaboração do Livro Razão Em relação às mesmas informações Arquivos da IN 86/01 Arquivos do Manad As pessoas jurídicas não sujeitas a registro em junta comercial estão dispensadas de autenticarem a ECD Para os que utilizam a EFD IPI/ICMS Em relação às mesmas informações Arquivos da IN 86/01 Arquivos do Manad Escrituração e autenticação dos livros Registro de Entradas e Registro de Inventário (Construtoras devem apresentar o Registro de Invetário como livro auxiliar => Z)

46 IN RFB 1.420/13 Manual de orientação A IN, em seu art. 11, dá competência à COFIS para editar as normas complementares, em especial: as regras de validação aplicáveis aos campos, registros e arquivos; as tabelas de código internas ao Sped; e as fichas de lançamento de que trata o inciso III do art. 2º. (O leiaute, versão 1.0, foi aprovado pela IN 787/07, revogada pela 1.420) Leiaute 2.0 (Ato Declaratório Cofis 103/13)

47 Titular da escrituração SPED Repositório Nacional Leiaute BD. Validar. Receber. Fornecer Recibo. Fornecer Situação. Escrituração. Banco Dados Gerar Arquivo Internet Administrador Contabilista Programa Java Requerimento BD ECD COM NIRE: Enviar Resumo. Receber Autenticação/Exigência. Importar e Validar. Editar. Assinar e Requerer. Visualizar. Transmitir. Consultar. Obter autenticação Consultar Download Consulta Acessos Junta Comercial Internet. Gerar GR. Verificar Pagamento. Analisar Livro e Requerimento. Autenticar Livro. Fornecer Situação. Atualizar dados no SPED Entidades BACEN SUSEP Intranet Internet Extranet OUTROS SEFAZ RFB

48 RESPONSÁVEIS PELA GUARDA DOS LIVROS Titular da escrituração (mesmo quando já tenha enviado a ECD para o Sped) Cabe ao contabilista apenas orientar o cliente

49 RESPONSÁVEIS PELA GUARDA DOS LIVROS Código Civil: Art O empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração, correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade, enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados. Decreto 6022/07 (Art. 2º, 2 ): Embora exista a previsão de que o livro digital seja armazenado no ambiente do Sped por seis anos, a apresentação dos livros ao Sped não desobriga o empresário de manter, sob sua guarda e responsabilidade, a escrituração. Resolução CFC 1299/10 (CTG 2001): O contabilista deve tomar as medidas necessárias para que a entidade titular da escrituração armazene, em meio digital, os livros e as demonstrações contábeis mencionados neste CT, devidamente assinados, visando a sua apresentação de forma integral, nos termos estritos das respectivas leis especiais, ou em juízo, quando previsto em lei.

50 COMPARTILHAMENTO a) Acesso integral b) Acesso parcial (dados agregados) c) Controle de acesso Registro dos acessos Consulta acessos

51 COMPARTILHAMENTO Download da escrituração - ReceitanetBx

52 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

53 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

54 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

55 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

56 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

57 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

58 DEMONSTRAÇÃO DO ReceitanetBx

59 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

60 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

61 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

62 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

63 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

64 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

65 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

66 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

67 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

68 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

69 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

70 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

71 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

72 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

73 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

74 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

75 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

76 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

77 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

78 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

79 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

80 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

81 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

82 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

83 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador Nota: Exceto para a Jucemg, deve ser informadas a data e a identificação do documento de pagamento do preço do serviço

84 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

85 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

86 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

87 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

88 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

89 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

90 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

91 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

92 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

93 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

94 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

95 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

96 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

97 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

98 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

99 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

100 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

101 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

102 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

103 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

104 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

105 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

106 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

107 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

108 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

109 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

110 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

111 DEMONSTRAÇÃO DO Programa Validador e Assinador

112 Mudança de Plano de Contas

113 SITIO DO SPED (Consulta Situação da ECD)

114 SITIO DO SPED (Consulta Situação da ECD)

115 SITIO DO SPED (Consulta Situação da ECD)

116 SITIO DO SPED (Consulta Situação da ECD)

117 SITIO DO SPED (Consulta Acessos à ECD)

118 SITIO DO SPED (Consulta Acessos à ECD)

119 SITIO DO SPED (Consulta Acessos à ECD)

120 SITIO DO SPED (Consulta Acessos à ECD)

121 SITIO DO SPED (Consulta Acessos à ECD)

122 Obrigado! Márcio Tonelli

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